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Descongelamento garantido pelo executivo a 1 de janeiro de 2018

Governo tira travão à subida nas carreiras

 

Descongelamento garantido pelo executivo a 1 de janeiro de 2018.

 

O Governo vai desbloquear as progressões nas carreiras na Função Pública em 2018. As normas que impedem progressões no Estado vão desaparecer a 1 de janeiro, garantiram ontem os sindicatos do setor após uma reunião com a secretária de Estado da Administração e do Emprego Público, Carolina Ferra.

“O descongelamento desaparece, seja para carreiras gerais, especiais, subsistentes ou inalteradas. Agora, ainda falta saber quando é que se vai aplicar e a quem”, explicou José Abraão ao CM.

O Governo terá dito que haverá “prioridades” neste descongelamento, o que deixa antever que as mexidas devem ser graduais ao longo de 2018, ou seja, nem todos irão subir na carreira logo em janeiro. Mas, pelo menos, ficou a garantia de que as avaliações do SIADAP (sistema de avaliação da Função Pública) feitas durante os anos da troika – em que as progressões ficaram congeladas – vão contar para subir na carreira.

As Finanças ainda estão a elaborar o relatório que deverá avaliar quanto custam as progressões relativas aos direitos acumulados pelos funcionários desde 2010.

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5 comentários

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    • Agnelo Figueiredo on 9 de Julho de 2017 at 3:06
    • Responder

    É prudente aguardar a palavra do Costa e a do Ronaldo do EcoFin.

      • Fátima Graça Ventura on 9 de Julho de 2017 at 10:20
      • Responder

      Nem mais, Sr. Diretor. Todos sabemos como funciona este país, como se acalmam os ânimos e se lançam outros temas para debate na “Praça Pública”

      • era_o_que_faltava on 9 de Julho de 2017 at 13:04
      • Responder

      O trabalho com crianças e jovens infantiliza-nos a ponto de acreditarmos no Pai Natal. Vamos esperando sentados. Nem aposentação, nem descongelamento.

    • era_o_que_faltava on 9 de Julho de 2017 at 13:02
    • Responder

    Os professores são mesmo muito complacentes. Como é possível acreditar e nem sequer pôr a hipótese de se tratar de um bluf por causa das eleições. Para ser verdade aos mais velhos teria de ter sido dada a hipótese saírem sem penalizações aos 60 anos. Assim esses professores representam uma enorme despesa que Costa não vai poder pagar porque na verdade não tem dinheiro nem pode fazer mais dívida. Se o fizesse caia em défice excessivo e isso poderia levar a Europa a deixar de nos comprar dívida. É um enorme bluff para acalmar a revolta dos professores face à discriminação negativa de que somos vítimas. Já não acredito neta gente.

    • mario silva on 9 de Julho de 2017 at 22:21
    • Responder

    Atirar areia aos olhos dos profs: mesmo que ocorra, reinicia-se a contagem de tempo de serviço ‘congelado’, o que significa que a maioria só progredia a partir de 2021. Mas no ECD existe uma norma-travão que é a progressão depender de vagas no 5º e no 7º escalões, o que vai impedir muitos de progredir. Além disso, mesmo que seja tudo isso ultrapassado, a progressão seria para o escalão correspondente ao nº de anos de serviço ou somente para o escalão superior aquele em que está? Exemplificando, um prof com 25 anos de serviço que está agora no 4º escalão progrediria para o 5º ou para o 7º (o escalão correspondente a quem tem esse nº de anos de serviço)?
    Aconselho a enterrarem expetativas se não quiserem ter uma imensa frustração…

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