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PCP Propõe um Regime de Vinculação dos Docentes na Carreira

Deu entrada ontem na Assembleia da República, por iniciativa do PCP, a proposta de Projeto de Lei nº 278/XIII que propõe um regime de vinculação dos docentes do ensino básico e secundário na carreira.

A principal proposta do PCP vem exigir que a norma travão tenha apenas como única condição os 3 anos  ou os 1095 dias de serviço.

Pede também neste projecto de lei que os concursos sejam anuais e que os contratos sejam considerados anuais desde que sejam celebrados ainda no 1º período e com termo a 31 de Agosto.

Aguardo com curiosidade o debate deste assunto que ainda não se encontra agendado.

 

pcp vinculacao

 

 

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42 comentários

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    • Sofprof on 5 de Julho de 2016 at 11:31
    • Responder

    O problema do PCP é que vive noutra esfera! Que dera aos professores com 10, 15 e 20 anos de serviço vincularem, vão eles pedir para que vinculem com 3 anos! Em qual das carreiras é que alguém começa a trabalhar a meio ou no final do 1º período ( o 1º período são 3 meses) e conta-lhe como se tivesse trabalhado o ano inteiro. Isso nem seria justo para aqueles que, realmente, trabalharam o ano todo. Haja paciência!

      • EBASICUM on 5 de Julho de 2016 at 15:34
      • Responder

      “Em qual das carreiras é que alguém começa a trabalhar a meio ou no final do 1º período ( o 1º período são 3 meses) e conta-lhe como se tivesse trabalhado o ano inteiro.” Até 2011 era o que acontecia e terá acontecido com centenas ou até milhares de professores, entre os quais muitos entretanto com vinculo!

      • Filipe Tuga on 5 de Julho de 2016 at 19:14
      • Responder

      O teu problema é que vives noutra esfera…

      Deves achar que as regras que os PAFIANOS nos deixaram é que são boas para a classe!!! Então se um professor trabalha 3 anos seguidos este não deve passar para os quadros? É isso que defendes?

      Há cada anormal…

    • Marmelo on 5 de Julho de 2016 at 12:08
    • Responder

    Não sei se vai mesmo passar a vinculação dos 5 para os 3 anos… Mas uma coisa é certa, finalmente alguém percebeu que a renovação de contrato não é compatível com a norma-travão e cria grandes injustiças!

    A bem da equidade e da justiça, se conseguirem retirar o ponto 3 do Artº 42 (Renovação de contrato) do diploma dos concursos, já estão de parabéns!

      • Daniel on 5 de Julho de 2016 at 17:11
      • Responder

      As crianças que se f*dam e que mudem de professor todos os anos, ou mesmo várias vezes no mesmo ano. Refiro-me ao 1º ciclo.

        • Marmelo on 5 de Julho de 2016 at 17:42
        • Responder

        As contratações são consideradas uma “necessidade temporária”. Se a necessidade é permanente, não é com renovações que se resolve o problema mas sim com vinculações!

        E assim, os alunos já podem ter o mesmo professor durante os 4 anos do 1º ciclo (o mesmo para o pré-escolar).

        Ou acha que é justo o que aconteceu este ano em que uma pessoa vinculou no 1º ciclo com exatamente 5 anos de serviço (nem mais nem menos 1 dia)… 4 renovações em TEIP com 0 dias de serviço há 5 anos atrás…

        Claro que o resto da proposta do PCP é um devaneio pois entrariam dezenas de milhares de docentes e os horários zero aumentariam, mas, como disse é estapafúrdio que a norma-travão ou renovação possam existir em simultâneo! Ou se tira uma ou outra!

          • Daniel on 5 de Julho de 2016 at 19:21

          A vinculação seria o ideal. Mas…

          Tente convencer os professores efetivos a ficarem nas escolas da amadora. Só para dar um exemplo.

          Esse caso que refere foi na Damaia, e no ano anterior houve situações semelhantes ali perto. Mesmo sendo injusto, estamos a falar de malta nova que praticamente só tem tempo de serviço em TEIP. Só o facto de aceitarem irem para onde mais ninguém quis no tempo das vacas gordas (2007, 2008, 2009… no tempo da Milu), até merecem o prémio. E aquelas crianças ganharam alguma estabilidade.

          Mas, acrescento que quem vincula em TEIP devia ser obrigado a continuar por lá.

          A vaca estava tão inchada na altura que até havia contratados que depois de estarem nas TEIP, com possibilidade de lá ficarem no ano seguinte, davam-se ao luxo de escolher outras escolas… Agora estão eles inchados.

          • Filipe Tuga on 5 de Julho de 2016 at 19:22

          Não generalizem casos específicos. Por isso anda aqui gente a falar para o umbigo! Só vêm num raio muito curto!

    • circo on 5 de Julho de 2016 at 14:17
    • Responder

    Essa proposta vincularia mais de 10 000 professores pois esses dias são fáceis de fazer até para quem nunca trabalhou com horários completos. Depois não existiriam nem um décimo dos horários completos e seria o fim de qualquer carreira docente. Em vez de propor que quem tem 15 anos de serviço no ensino publica possa por fim vincular fazem propostas tipo palhaçadas deste género.

      • Filipe Tuga on 5 de Julho de 2016 at 19:15
      • Responder

      Anormal. Estes professores seriam QZP e estariam em mobilidade….

      A diferença está apenas na destruição da palhaçada que é existirem 10000 professores que todos os anos têm que se deslocar aos centros de emprego passar a vergonha da praxe.

      Mesmo o dinheiro que o estado gasta seria igual. Um contratado ganha o mesmo que um professor no 1º escalão… Estuda antes de falar.

        • amélia on 5 de Julho de 2016 at 19:23
        • Responder

        As contratações são feitas com as horas necessárias, um qzp se não tem 6 horas tem horario 0 e mal estaria também o país se tivesse milhares com 6 horas e a receber ordenado completo. Mas de qualquer forma iam depois sair, exceto os muito bem graduados, que também acho que devem ser esses do privado como o filipe tuga.

          • Filipe Tuga on 6 de Julho de 2016 at 12:49

          Não sou um desses do privado no que respeita à educação. Aliás, nunca fui, desde que ingressei na 1ª classe nas antigas escolas primárias até ao meu posto de trabalho actual!

          Só recorro ao privado para serviços não essenciais. Tudo o que necessitei de educação, saúde e segurança durante a vida foi assegurado pelos serviços públicos…

          Os serviços privados utilizo, claro, para comer, beber, ter um bom tecto, bom meio de transporte e andar arranjado (entre outros)!

    • professor quando calha on 5 de Julho de 2016 at 15:37
    • Responder

    cada parte da geringonça faz o que lhe compete.
    retórica socialista, prática social-fascista.

      • Filipe Tuga on 5 de Julho de 2016 at 19:16
      • Responder

      Mais um! Deves ser um velho do restelo prestes a reformar-se. Tens medo do sangue novo nas escolas que te mostre o incompetente que és?

        • professor quando calha on 5 de Julho de 2016 at 21:05
        • Responder

        tuga… está tudo dito!

    • anónimo on 5 de Julho de 2016 at 16:35
    • Responder

    O mais justo seria manter os 5 anos de contratos sucessivos no ensino público (se bem que cada vez é mais difícil consegui-los) e vincular quem já atingiu um determinado número de anos de serviço público, para além dos quais é indigno continuar na precariedade e continua no ativo.

    • Disparate on 5 de Julho de 2016 at 18:43
    • Responder

    É uma proposta disparatada. Onde estão os horários para os milhares de professores que vinculariam? E o dinheiro para lhes pagar?Andam com estas tretas ao invés de criarem um regime excecional de aposentação, apurarem com rigor as necessidades e depois abrirem concurso par o pessoal do quadro concorrer e os contratados também, mas com o tempo de serviço prestado apenas no público. Enfim…espero que o PS vote contra!

      • Filipe Tuga on 5 de Julho de 2016 at 19:17
      • Responder

      Já existem ó anormal… Então esses professores não estão na mesma a trabalhar como contratados.

      Há gente que só pensa em frente ao espelho. Haja paciência!


      1. Mas os professores contratados estão todos a trabalhar com horários completos, não consegue perceber que ia muito para além disso. Idiotices comunistas.

          • Filipe Tuga on 6 de Julho de 2016 at 12:51

          Idiota és tu quando pensas que sou comunista e ainda aumentas a aplicação à tua pessoa dessa característica para outra palavras mais feias quando não percebes que só vincula quem tem horário completo…

          • marlene on 6 de Julho de 2016 at 15:32

          Não é isso que está na proposta. Segundo a mesma, basta ter 1095 dias. Lê melhor!

    • Manuel T on 5 de Julho de 2016 at 19:02
    • Responder

    Já se esperava que abrissem milhares de vaga para assim vincularem os docentes vindos do privado, agora só são necessários 1095 para a vinculação sem qualquer condição. É mesmo querer fazer os restantes de burros.
    Depois de todos entrarem só os do privado com graduação elevada vão conseguir horários, os restantes mesmo os atuais qzp fica tudo com horário 0, até sair. Grande jogatana, o PCP desde que e´governo já passou a ceder aos lobbies e ainda quer passar por bonzinho. Os professores não são estúpidos e o PCP devia ganhar vergonha de fazer propostas deste género.

      • Filipe Tuga on 5 de Julho de 2016 at 19:18
      • Responder

      Otário, os horários são para todos! Se neste momento, com os horários que há, não tens 3 anos consecutivos, então é melhor ires para as caixas do continente.

      Se tens 3 anos de serviço, não terás de te queixar. terás a vinculação.

      É bom para todos…

        • csousa on 5 de Julho de 2016 at 19:20
        • Responder

        Nao é nada ! é melhor andar a chorar-se!

        • amélia on 5 de Julho de 2016 at 19:25
        • Responder

        Chovem horários compeltos do céu… uma coisa são horarios de 3 ou 4 horas outra são horários completos. Queres enganar-nos com o quê?

          • Filipe Tuga on 6 de Julho de 2016 at 12:51

          quando é que percebem que só vincula quem tem horário completo… PAFIANOS, fora daqui!

        • professor quando calha on 5 de Julho de 2016 at 21:07
        • Responder

        a admirável educação do sr. tuga é impressionante!

          • Filipe Tuga on 6 de Julho de 2016 at 12:52

          Claro que é! Obrigado pela sua admiração!

        • professor quando calha on 5 de Julho de 2016 at 21:10
        • Responder

        em vez de dar esse conselho de ir para as caixas do continente aos outros, procure seguir esse caminho você mesmo, mas tome nota duma coisa: nas caixas do continente trabalha quem os senhores do continente querem e não qualquer um…
        para todos os trabalhos há processos de seleção nos dias que correm…

          • Filipe Tuga on 6 de Julho de 2016 at 12:52

          Não se preocupe com a minha competência! Tenho para dar e vender… lol

      • Alvarovaskoncelos on 5 de Julho de 2016 at 19:19
      • Responder

      É um principio muito válido.
      SE NAO FOR POSSÍVEL, AGORA VINCULAR OS COM 3 ANOS, VINCULAM OS COLEGAS COM MAIS ANOS DE SERVIÇO. Mas uma norma travão deste tipo deverá existir e é essencial para manter algum equilibriobe estabilidade nos quadros.

    • António on 5 de Julho de 2016 at 19:32
    • Responder

    É que nem os sindicatos mais comunistas fariam uma propostas tão absurda.

      • propostas on 5 de Julho de 2016 at 20:14
      • Responder

      É só a proposta que a Fenprof faz há anos!

    • Ser razoável on 5 de Julho de 2016 at 22:09
    • Responder

    Quando eu comecei a trabalhar (1996) um docente só podia ser opositor à chamada 1ª Parte (agora concurso externo para Quadro de escola) quando tivesse 2 anos completos de serviço no público (claro) e 3 anos de serviço para concorrer a QZP. Esta condição não era garantia de vinculação. Parece-me que poderiamos voltar a isto; só pode ser opositor ao concurso externo quem tivesse 3 anos de serviço no público (sem ser consecutivo) e a graduação seria feita numa 1ª prioridade com tempo de serviço no público e numa 2ª com qualquer tempo de serviço. Caso contrário o pessoal do privado vai conseguir entrar ano menos ano.

      • Mateus on 6 de Julho de 2016 at 1:37
      • Responder

      Concordo com as regras para ser opositor acima descritas mas apenas abertura dos lugares considerados necessários pelas escolas (ou quanto muito os abertos automaticamente pelos 5 anos da norma travão), nunca inventar lugares como na proposta irrealista do PCP. Sobretudo com a queda demográfica que se prevê nos próximos anos uma proposta desta é impensável.

    • Lobbies on 6 de Julho de 2016 at 1:42
    • Responder

    Há falta de médicos e enfermeiros e o PCP não propõe porquê a vinculação de milhares nesses serviços? Professores já tem horários 0, sabe que vão abrir menos turmas, e mesmo assim faz propostas deste género e que sabe que só beneficiarão quem tem dezenas de anos de tempo de serviço (apenas quem saiu do privado) pois aos restantes de nada servirá pois de facto não existirão estes lugares.
    Eu acho é que mereciam uma grande manifestação contra si para ver se pensam um pouco antes de escrever propostas.

    • anónimo on 6 de Julho de 2016 at 10:59
    • Responder

    Pelo que se lê, parece ser consensual, para efeitos de concurso, contabilizar apenas o tempo de serviço prestado no ensino público. Pois muitos já foram prejudicados por essa leviana “igualdade”. É estranho o PCP, e também a FENPROF, não fazer referência a essa questão e meterem tudo no mesmo saco (como se fosse a mesma coisa).
    É também bastante suspeito a FENPROF organizar uma manifestação a favor da escola pública e não fazer o mesmo em defesa dos professores DA ESCOLA PÚBLICA.
    Pergunto: querem chegar onde com estas propostas?


  1. A única solução possível para vincular os 10.000 jovens docentes é ser aprovado um regime especial de aposentação para os mais velhos.

    A petição por um Regime Especial de Aposentação é discutida em 20 de Julho pelas 15 horas na Assembleia da Republica

    Os docentes mais jovens….os jovens que se encontram a concluir cursos direccionados para o Sistema de Ensino deviam estar em peso na Assembleia

    http://www.sindep.pt/Imagens%20sindep/Regime_aposentacao_docentes.JPG

      • anormalidades on 6 de Julho de 2016 at 15:37
      • Responder

      Claro que sim, aposentações em massa e vinculações em massa. Tudo para irmos de vez à bancarrota pois ficariam mais uns milhares a viver à custa da Segurança Social. E claro que como as turmas estão a diminuir todos esses vinculados iam ficar com horários, a não ser os menos jovens que vêm dos contratos de associação. Querem instrumentalizar os jovens para ações que os fará ficar decerto sem qualquer hipótese de horário no futuro.

    • Mas que ideia! on 6 de Julho de 2016 at 15:51
    • Responder

    Não sei o que estes políticos têm na cabeça! Uma parte dos docentes que estão no quadro, apesar de efetivos, continuam muito longe de casa e a fazer centenas de quilómetros ou a arrendar casa ou quartos. Agora pretendem vincular milhares de profs sem que haja garantia de trabalho para todos e provavelmente em cascos de rolha sem proceder a ajuste de quadros. É a desordem total ou a ruína total!

      • sempre os mesmos on 6 de Julho de 2016 at 16:16
      • Responder

      os sindicatos só estão é interessados é nas reformas de uns quantos, aqueles que sempre beneficiaram das melhores condições, que se lixe quem está ou quem entre e fique sem horários. ainda têm a lata de vir para aqui insinuar que não há perdas porque estes ganharão todos sempre mil euros porque não têm direito a nenhuma carreira. eles ficam bem, a receber as reformas completas do 9º escalão e que se lixem as condições de trabalho dos restantes. pois então que fiquem a pagar aos sindicatos depois de reformados porque para isto não vale a pena pagar.

        • anónimo on 7 de Julho de 2016 at 10:11
        • Responder

        Os piores inimigos dos professores SÃO OS PROFESSORES .

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