Divulgação – Encontros Regionais EVT

Seria bom que a dinâmica criada em 2011 em volta da disciplina de EVT regressasse e se criasse uma nova movimentação para recolocar (termo tão usado actualmente) o espírito e os princípios desta disciplina novamente no currículo nacional.

Mais informações neste evento criado no Facebook.

 

Convidam-se todos os colegas de EVT e ET a marcarem presença nestes encontros regionais a realizar em LISBOA, MADEIRA e PORTO, no próximo dia 30 de Janeiro, sábado, pelas 10:00 horas.
Estes encontros/ assembleias, têm como objetivo estudar opções e tomar uma decisão sobre o futuro da APEVT e das suas ações no imediato, quanto a possíveis alterações curriculares para as áreas de EVT e ET.
Participem, façam parte deste movimento.

 

Ordem de trabalhos

 

1. Análise e aprovação do GUIÃO estratégico de intervenção da APEVT
2. Preparação de um CONGRESSO ou ENCONTRO NACIONAL que marque a nossa identidade e participação no atual momento politico, nas questões suscitadas na nossa área educativa.

Preparação também,de um CONGRESSO ou ENCONTRO NACIONAL, para eleição de novos corpos directivos da associação, enquanto oportunidade unica para a REFUNDAÇÂO APEVT)

 

apevt

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3 comentários

    • EVT on 27 de Janeiro de 2016 at 12:33
    • Responder

    Lamento não poder ir. EVT dividiu-se em duas disciplinas EV e ET, assim faz sentido a possibilidade de criar um novo grupo de recrutamento cujos professores com qualificação profissional quer em Educação Visual e Tecnológica quer em Artes Visuais com habilitações mínimas ao nível do mestrado possam ambos concorrer a dar aulas no ensino básico do 7º ano até ao 9º ano e nos seus respectivos grupos 240 e 600, pois muitos destes professores apenas preferem ensinar Educação Visual ou Educação tecnológica no ensino básico. Dito isto, os profissionais do grupo 240 ficam confinados a ensinar apenas no 2º ciclo enquanto os do grupo 600 tem um leque mais abrangente do 7º ao 12º ano. Em suma, seria mais do que coerente e justo manter os grupos de 240, 600 e estabelecer um novo grupo de recrutamento do 7º ao 9º ano para ambos e assim permitir igualdade de circunstâncias a estes dois profissionais e não ser só da exclusividade do grupo 600.

      • EV on 28 de Janeiro de 2016 at 22:54
      • Responder

      EVT – 5.º e 6.º anos, tem um problema (extinção do par pedagógico)!

      Sugestões de como resolver:

      a) voltar a ter par pedagógico;

      b) a(s) disciplina(s) ter(em) maior carga horária;

      c) criar alternativas pedagógicas (dentro do 2.º ciclo);

      Como NÃO resolver:

      – retirar turmas (SÓ as turmas do 7.º ao 9.º, não as turmas do 10.º, 11.º e 12.º!) aos COLEGAS do Grupo 600 – Artes Visuais (3.º ciclo e Secundário)!

      Porque um ERRO não se combate com OUTRO ERRO!

        • EVT on 31 de Janeiro de 2016 at 13:44
        • Responder

        Concordo com o regresso do par pedagógico no 2º ciclo tendo em conta a faixa etária dos alunos e o conteúdos de ambas as disciplinas, contudo continua a mesma desigualdade de colocação, ou seja os 600 tem um leque mais amplo de anos lectivos para concorrer do 7º ao 12º ano enquanto que profissionais com mestrado em Educação Visual e Tecnológica no ensino básico apenas ficam confinados a lecionar dois anos 5º e 6º anos. Ora se fosse criado um novo grupo de recrutamento do 7º ao 9º anos – ensino básico- para ambos com mestrado quer em 240 e 600 não vejo onde está o erro. Ter mestrado para ensinar o 2º ciclo é um tanto redutor para estes profissionais. E no caso de empate, que se realize uma prova de desenho ..DESENHO…mas isto representa um problema para alguns, daí isto nunca irá acontecer…enfim mais um desperdício de capital humano.

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