O Crato Gabou-se com Alguma Razão dos Números da Mobilidade Interna

Conforme notícia do Público de hoje.

Publico HZ

Ficam aqui os dados que tenho destes 3 anos. Este ano pela primeira vez foi possível que os docentes concorressem aos grupos de recrutamento para que têm habilitação profissional e no quadro deste ano quando refere 220 candidaturas por colocar na RR6 elas referem-se a 218 docentes, porque dois docentes estão em dois grupos de recrutamento ainda sem colocação.

Sobre os anos anteriores 2012/2013 e 2013/2014 o MEC apresentou dados errados, o que não é de admirar.

Se porventura alguém do MEC quiser explicar os dados dos dois anos anteriores, agradeço, porque não batem certos com os meus em nenhum momento das várias reservas de recrutamento. E nesses anos não havia candidaturas duplicadas.
2012-2013

2013-2014

 

MIEVONC

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6 comentários

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    • Fartodestetipo on 7 de Novembro de 2014 at 14:50
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    Estes números da mobilidade interna referentes à diminuição de horários-zero só mostra que os docentes, nesta situação, estão disponíveis para aceitarem horários noutras escolas/agrupamentos num dos grupos para os quais possuem habilitação profissional. Portanto, constatando esta realidade, bastava-lhe, sob o lema de melhor gestão de recursos humanos, ajustar as necessidades das escolas abrindo as vagas reais permitindo esta mobilidade interna definitivamente. Se os excedentários numa escola ou Zona ocuparem de vez necessidades permanentes acaba-se a dança das cadeiras ocupadas temporariamente todos os anos.

    • judticeiro on 7 de Novembro de 2014 at 15:29
    • Responder

    A única preocupação dos sindicalistas atualmente é só uma:os professores contratados.O número de horários zero diminuiu porque muitos professores foram para a reforma ou rescisão amigável.esses lugares serão ocupados prioritariamente por quem já está na carreira.O Kratov devia ter feito como o Sócrates:só há concursos na data certas.As vinculações extraordinárias nunca deviam ter acontecido.Ou então paralelamente dava-se um concurso extraordinário interno.A chamada discriminação positiva é uma falácia.Esperemos que os movimentos de opinião dos professores do quadro seja evidente e que mostrem o seu cansaço por serem ultrapassados por espertalhões contratados.

    • anonimo idem on 7 de Novembro de 2014 at 19:47
    • Responder

    Todos sabemos que as ordens dadas de cima foram no sentido de ocupar os “desocupados”, sem olhar a preocupações com habilitações. Portanto, há casos (imensos) de “desocupados” que ficaram ocupados com horários para os quais não possuem habilitação profissional. Mais, há ainda situações que nem habilitação própria possuem. (sim, ainda existe a diferenciação entre habilitação suficiente e habilitação própria).

    E depois também existe uma coisa curiosa que aconteceu num determinado grupo de recrutamento que parece estar a ser menorizado, tendo sido reduzida de forma significatica a oferta por parte das escolas, apenas porque teriam de “rentabilizar os recursos” (pessoas). Em sentido completamente oposto ao que tem sido feito noutros países apelidados de “exemplos”.

    Portanto, atirar com números omitindo o contexto é pouco sério, independentemente de quem o faça.

    • Irra... on 7 de Novembro de 2014 at 20:43
    • Responder

    9 de setembro é muito tarde para a colocação de docentes em mobilidade interna ou contrato. Era bom que o planeamento do ano permitisse a colocação em finais de agosto de modo a que em 1 de setembro as escolas contassem com todos os docentes necessários ao serviço.
    Apesar do número de docentes sem componente letiva ter diminuído essa diminuição não é real. Não se toleram mais vinculações extraordinárias ou semiautomática, mas sim concurso nacional com vagas reais para diminuição de horários-zero e de desterrados. Se há recursos humanos mal distribuídos, porque não reajustá-los, rentabilizando-os. Até um analfabeto sabe isto! Temos de exigir vagas para o próximo concurso, senão para que serve? Para quê empurrar para a MI o que pode ser resolvido definitivamente pelo interno?

    • João Paulo on 7 de Novembro de 2014 at 22:08
    • Responder

    Engraçado como estes números podem ser falsos….. Saí da lista de mobilidade interna, a que concorro há 3 anos consecutivos, mas, o curioso é que fui colocado em horário zero noutra escola! Aparentemente não estou contabilizado como horário zero.

    • João Paulo on 7 de Novembro de 2014 at 22:09
    • Responder

    E os professores contratados, do grupo 530, que foram colocados em horários inexistentes e que as escolas não lançaram como necessidades transitórias. Espantoso no mínimo!

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