Aprovado o Inglês Obrigatório a Partir do 3º Ano, bem como o Grupo 120

CONSELHO DE MINISTROS APROVOU 7 ANOS OBRIGATÓRIOS DE INGLÊS

 

 

 

Foi hoje aprovado em Conselho de Ministros um conjunto de medidas que permitirá a introdução do Inglês como disciplina obrigatória do currículo a partir do 3.º ano de escolaridade. Os alunos portugueses passarão assim a ter 7 anos consecutivos de estudo obrigatório desta língua de comunicação internacional.

Embora seja reconhecida como a verdadeira língua franca, utilizada para a comunicação científica, turística ou de negócios, o Inglês só foi introduzido como obrigatório no currículo em 2012, aquando da Revisão da Estrutura Curricular realizada por este Governo. Até então, tratava-se de uma das opções que poderiam ser oferecidas pelas escolas, no currículo ou nas Atividades de Enriquecimento Curricular, não tendo os alunos a garantia de terem a sua oferta disponível nem de continuidade de estudo.

A alteração agora introduzida permite a definição de uma alternativa curricular que assegure a todos os alunos deste nível de ensino a possibilidade de aprender a língua inglesa, inserida no currículo e com um grau de exigência apropriado, de forma uniforme e com metas curriculares adequadas à progressão nos ciclos subsequentes com um maior domínio de conhecimentos desta língua. Desta forma, pretende-se que no final do ensino obrigatório de inglês seja possível atingir um domínio desta língua internacional mais exigente e mais harmonizado com o Quadro Europeu Comum de Referência para as Línguas.

De acordo com o calendário estabelecido, todos os alunos que ingressem no 3.º ano de escolaridade a partir do próximo ano letivo 2015/2016 terão, obrigatoriamente, a disciplina de Inglês, com pelo menos duas horas semanais. Ao progredirem, manterão a disciplina, concretizando-se os 7 anos consecutivos de obrigatoriedade. Mantém-se igualmente a possibilidade de as escolas poderem, de acordo com os recursos disponíveis e no âmbito da sua autonomia, proporcionar anteriormente ou em simultâneo um contacto com esta ou outras línguas.

Para harmonizar e tornar coerente todo o ensino da língua inglesa, serão estabelecidas metas curriculares sequenciais a partir do 3.º ano de escolaridade, ajustando-se as metas já estabelecidas para o 2.º e 3.º ciclos.

Para fazer face à especificidade de ensino de um idioma estrangeiro a crianças com menos de 10 anos de idade, é agora criado um novo grupo de recrutamento de professores de inglês para o 1.º ciclo, o grupo 120, definindo-se a respetiva habilitação profissional. Estabelecem-se as condições em que outros professores, conforme a sua habilitação, possam obter qualificação profissional para a docência nesse grupo de recrutamento 120.

Os titulares do grau de mestre em ensino de Inglês que não tenham realizado a prática de ensino supervisionada de Inglês no 1.º ciclo, assim como aqueles que tenham obtido qualificação profissional para a docência nos grupos de recrutamento 110, 220 e 330 e que já detenham ou venham a obter formação certificada no domínio do ensino de Inglês no 1.º ciclo do ensino básico, podem adquirir qualificação profissional para a docência no grupo de recrutamento 120 com uma formação complementar.

A definição dos complementos de formação e o respetivo procedimento de certificação dos docentes será alvo de portaria a publicar pelo Ministério da Educação e Ciência. O preenchimento das vagas necessárias para esse grupo será assegurado através de um primeiro concurso extraordinário, em 2015, exclusivamente para o recrutamento desses docentes.

Link permanente para este artigo: https://www.arlindovsky.net/2014/11/aprovado-o-ingles-obrigatorio-a-partir-do-3o-ano-bem-como-o-grupo-120/

30 comentários

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    • Miguel Rosário on 13 de Novembro de 2014 at 21:30
    • Responder

    É criado um novo grupo de recrutamento de professores de inglês para o 1º ciclo, o grupo 120?? Só se for em Portugal Continental, na Região Autónoma da Madeira o respetivo grupo já foi criado há muitos anos!! Porque será que a comunicação social nacional nunca faz esta referência?!

    • Ana on 13 de Novembro de 2014 at 22:50
    • Responder

    E vão ter um concurso extraordinário só para este grupo? Aí vem mas confusões!!!

    • Domingos on 14 de Novembro de 2014 at 1:03
    • Responder

    Fazer formação complementar, investir tempo e dinheiro para depois conseguir horários de 4 ou 5h e ter de ir todos os dias à escola dar uma aula?! Não, obrigado!

    • Dead Prof on 14 de Novembro de 2014 at 1:22
    • Responder

    Grupo 110. Mas alguns docentes desse grupos nunca tiveram uma única disciplina de inglês no ensino superior… Será que faz sentido?! E quantos créditos será preciso fazer? E o horário completo será de 25h ou 22h?

    • Matilde on 14 de Novembro de 2014 at 10:46
    • Responder

    Uma vergonha. O 1.º CEB é um saco de pancada onde todos fazem experiências. Como já escreveu o blogger José Alho, só falta implementar as 40 horas no 1º ciclo para o ridículo ser irreversível. O que se passa neste nível de ensino devia corar de vergonha os governantes. Retiraram o regime especial de aposentação, mas mantiveram as 25 horas letivas. O tempo letivo no 1º CEB é de 60 min enquanto nos outros níveis é de 45 min. Retiraram o intervalo da manhã do horário e impuseram vigilâncias. Os professores titulares vão servir para dar AEC, com horários sem um mínimo de dignidade. As crianças não aguentam. Nós, os professores, será uma sorte sobrevivermos. Quem se preocupa com os professores do 1.º Ciclo?

      • Ana on 14 de Novembro de 2014 at 12:56
      • Responder

      Totalmente de acordo consigo, Matilde. É inqualificável o que se passa no 1º ciclo.

      • Carlos on 14 de Novembro de 2014 at 13:35
      • Responder

      No 1º ciclo fazemos mais 400 minutos/semana. Porquê???????

    • Telma on 14 de Novembro de 2014 at 13:49
    • Responder

    E o grupo 220? Vai ter prioridade relativamente aos restantes grupos? Espero que sim! Tenho anos de experiência no 110 e no 220 e cerca de 1200 dias nas AEC? Que formação me falta???

      • caditonuno on 14 de Novembro de 2014 at 15:20
      • Responder

      Só tenho “meia dúzia” de dias nas AEC, mas sou qualificado para o 110 (fiz um estágio) e para o 220, onde sempre lecionei. Estou interessado em ensinar Inglês no 120, até porque nos últimos anos é raro ter mais 1ue 1/2 turmas de Inglês, ao contrário do Português. Esperemos realmente que não brinquem connosco, sejamos do 110 ou 220. Agora o 330 saltar 2 níveis para baixo é que me parece um bocado exagerado, só se for para preencher lugares. O Inglês é bastante avançado e não os estou a ver com paciência para aturar criancinhas de 8 e 9 anos…
      Quanto à formação, se esta for de 1 ano e a custar 1500€ ou algo do género, mais transportes e alimentação, não estou a ver como a maioria de nós a possa tirar e pagar ao mesmo tempo, quer pela escassez de oportunidades, quer pelos pequenos (e longínquos) horários que têm surgido – estou a 600kms de casa, por exemplo, com 13 anos de serviço.
      Vai ser mais uma confusão com várias vertentes…

    • Mariana on 14 de Novembro de 2014 at 16:34
    • Responder

    Porque razão o grupo 330 tem de ter habilitação para o 1º ciclo?Não há já docentes do grupo 220 com habilitação para o 1º ciclo e 2º ciclo(licenciaturas bi-etápicas nas Eses) desempregados? Muitos deles tem já prática no 1º e 2º ciclo:assim sendo porque tem de ir tirar mais formação?Não podem ser graduados por tempo de serviço no ensino público?Se os sindicatos tiverem vergonha só sairão em defesa desta asneira que é espezinhar a formação inicial? Quem se formou no grupo 330 não teve vontade ir para os níveis referentes ao 1º e 2º ciclo.Para quando o respeito pelas formações iniciais?Devo esclarecer que sou professora do secundário.Penso que se os professores do 2º ciclo devem lecionar o seu ciclo e os do 3ºciclo e secundários os níveis a que estão habilitados

      • anónimo on 14 de Novembro de 2014 at 19:30
      • Responder

      O grupo 330 não tem qualificações??? Então o grupo de 1º ciclo é que tem— só se for inglês do tipo Zezé camarinha. Como é obvio o 110 é que está a mais. Esses estão em todas.

        • Mariana on 14 de Novembro de 2014 at 22:26
        • Responder

        Olhe colega quem foi para o grupo 330 é porque não queria ir para uma escola superior de educação e preferiu ir para uma faculdade de letras estudar línguas e literaturas(as mais credíveis são as públicas) e fazer os seus estágios no 3ºciclo ou secundário.Há exceções de colegas mais antigos na casa dos 40 e muitos que tiveram de optar pelo 2º ciclo quando havia a profissionalização em exercício,Os que foram para as escolas superiores de educação não eram regra geral os que tinham mas capacidade científica.A culpa não foi deles mas do sistema,Claro que sei muito bem que os do grupo 110 estão em todas(mas se os professores do 3º ciclo e secundário fossem coesos isso não acontecia).Conheço de perto a arrogância e as figuras de urso que os colegas do 110 e 100 na educação especial fazem nos conselhos de turma do 3º ciclo e secundário.Para isto não acontecer devia ser formação inicial+formação especializada=nível de ensino a lecionar.Contra isto ninguém se uniu porquê? Porém não estou de acordo que o grupo 120 tenha mais formações avulsas como para o espanhol(que na verdade não existe enquanto língua).Se queremos que os do 1º ciclo e 2º ciclo nunca venham ocupar lugares em níveis para os quais não tem competência, também não podemos invadir os níveis onde tem por direito lecionar com as suas habilitações.Claro que são os mais beneficiados pelos sindicatos desde que uniram a carreira.Todos sabemos que se queixam por terem 25 alunos .A culpa não é deles foi de quem lhe permitiu acederem a uma carreira unificada.Não somos todos muito iguaizinhos?Então não nos lastimemos de ser muito”bondadosos”(não é erro)

          • pumba on 15 de Novembro de 2014 at 12:30

          “Os que foram para as escolas superiores de educação não eram regra geral os que tinham mas capacidade científica”

          Colega peço-lhe um bocadinho mais de ponderação nas afirmações que faz!
          Obrigado

          • Mariana on 15 de Novembro de 2014 at 15:56

          regra geral admite exceções não é verdade?Sabe quais as diferenças entre as Universidades e o Ensino Politécnico? sabe o que é capacidade científica?Que os Politécnicos portugueses se tornaram(salvo alguns casos ) em Universidades que estão hoje cotadas a nível internacional é verdade.O Politécnico de Fradelhos TRocapasso está hoje à frente do MIT em termos de Engenharia é conhecido.A ESE de Tiroliroló ultrapassou há muito a prestigiada Oxford.A escola deContabilista de Caçoilos de Vianda dá os 2º melhores Mba mundiais.Desculpe a minha ignorância….

        • Telma on 14 de Novembro de 2014 at 23:10
        • Responder

        Tem uma certa razão colega! Os profs do 220 e 330 andaram a queimar os neurónios com aulas de inglês, literatura inglesa, linguística inglesa e outras que tais, durante 4 ou cinco anos! Não é justo que, com um simples exame, fiquem habilitados para dar aulas de inglês! Já agora, também quero ter acesso a um exame para atestar as minhas competências de matemática, história, ciências.. e assim poder concorrer a outros grupos…Vamos ver! Esperemos que não seja mais uma trapalhada do sr ministro!

      • Natty on 15 de Novembro de 2014 at 12:42
      • Responder

      Sou do 330, desde que deixei de ter
      colocação no concurso nacional passei a ensinar Inglês nas primárias muito
      antes das AEC existirem, num projeto de uma professora de uma empresa municipal
      da educação e cultura. Em 2005 surgiram as AEC.Todos os anos investi em
      formações específicas para o Inglês do 1º Ciclo; uma delas que ultrapassou os
      650€, com aulas assistidas e avaliadas, para obter um certificado profissional
      da Universidade de Cambridge; fui avaliada pela própria DREN com aulas
      supervisionadas (embora essa avaliação não sirva para mais nada a não ser a
      avaliação das AEC); etc. Passei a dedicar-me e “alma e coração” a este nível de
      ensino desde 2002. Por que razão agora haveria de ter menos hipóteses de
      ingressar no novo grupo só porque sou do 330?

      • teacher on 15 de Novembro de 2014 at 18:40
      • Responder

      Às vezes vale a pena sair um pouco do buraco onde alguns colegas parecem gostar de estar e saber a realidade. Sou do 330 e há 2 anos que lecciono 1º,2º, 3º e 4º anos de inglês + 7º, 8º e 9º anos… ah, e 2 direções de turma. Chega? a Formação é contínua e é triste ouvir colegas com este tipo de postura. Ser professor é nunca estar parado…nem no grupo que inicialmente tiveram formação.
      Poderão pensar: “coitada, é contratada”. Não. Efetiva há alguns anos e leccionar o primeiro ciclo não me “diminui” como já alguns tentaram transparecer nos seus comentários.

    • Teresa Maria on 14 de Novembro de 2014 at 17:40
    • Responder

    Eu tenho habilitações profissionais para os grupos 220 e 330, ou seja, para os grupos que integram o Inglês. Já leccionei a alunos do 2º e do 3º ciclos e, também, a alunos do 1ºciclo, nas AECs. Nunca foi difícil adaptar os conteúdos aos alunos, nem houve qualquer problema em leccionar a diferentes idades. Penso que o mais importante é termos licenciatura (pré-Bolonha ou mestrado pós – Bolonha) em Inglês. Acho que os colegas do grupo 110 não devem ser beneficiados relativamente aos do grupo 220. Afinal de contas, já foram favorecidos com complementos de formação para leccionarem ao 2º ciclo.

      • Afonso on 14 de Novembro de 2014 at 18:48
      • Responder

      Não. Os “colegas” do 1.º Ciclo não estão habituados a beneficiar do que quer que seja. Que o digam os sindicatos! De resto, eles só desejariam usufruir de iguais “benefícios”: uma vez que lhes foi retirado o regime especial de aposentação, aceitariam – pelo menos – uma carga horária semanal de 22 tempos letivos, mas daqueles tempos letivos que duram 45 minutos (e não 60…) A inveja sempre foi um sintoma de marca da classe 🙁

    • JCC on 14 de Novembro de 2014 at 19:04
    • Responder

    Estou para ver como vai ficar o desenho curricular no 1º ciclo para o 3º e 4º ano. Mantendo-se as 25 horas semanais, ter-se-á que cortar 2 horas nas outras disciplinas, ou irá passar para 27 horas? O que acontecerá aos professores titulares de turma quando decorrerem as aulas de inglês? Mais furos nos horários, como acontece devido às AEC? Vão dar apoio? Os professores do 1º ciclo terão de estar muito atentos, pois, por norma ficam sempre prejudicados.

      • anónimo on 14 de Novembro de 2014 at 19:33
      • Responder

      E então… não sabe o que são buracos nos horário??? Olhe que os professores dos outros ciclos tem por norma muitos buracos nos horários e então??? A culpa das aec funcionarem mal é dos profs do 110 que as empurraram para o final da tarde para ficar sem os tais buracos. Assim, como é obvio, os horários dos profs das aec são por norma maus.

        • Duarte on 14 de Novembro de 2014 at 20:50
        • Responder

        “Buracos” sabemos o que são. Sabe, não temos manhãs nem tardes livres. Esses “buracos” só alguns “conhecem”… 😉

        • JCC on 14 de Novembro de 2014 at 21:02
        • Responder

        Está muito mal informado(a). A lei determina que as AEC deverão funcionar depois das atividades curriculares e não são “os profs do 110 que as empurraram para o final da tarde”, e na minha área geográfica têm o cuidado de flexibilizar o horário para permitir que os nossos colegas professores das AEC tenham um horártio mais composto, ou seja com uma maior carga horária, e mais digno.

      • Duarte on 14 de Novembro de 2014 at 20:49
      • Responder

      Aqui está o que penso. Temos que fazer valer a nossa razão: http://alho_politicamente_incorrecto.blogs.sapo.pt/o-ingles-no-1-o-ciclo-e-o-calvario-dos-986658

      • AnaT on 15 de Novembro de 2014 at 0:00
      • Responder

      Se passa a curricular o professor titular tem que estar presente na aula de inglês. Era assim que funcionava na Madeira, quando existiam aulas de inglês curriculares.

    • Telma on 14 de Novembro de 2014 at 23:01
    • Responder

    Aqui no fórum não seremos ouvidos! Tempos de agir o mais rápido possível, para que se faça justiça relativamente à prioridade que deve ser dada ao grupo 220! Nós fizemos estágio no 1º ciclo, nós dominámos a parte científica! Já bastou, durante todos estes anos, concorrermos em pé de igualdade com os colegas do 330 às AEC !Estes colegas sabem que foram beneficiados. Espero que a palhaçada não continue! Arlindo, Ajude-nos!

    • maria on 15 de Novembro de 2014 at 0:12
    • Responder

    Sou uma 110. Tive Inglês no curso, dou há meia dúzia de anos inglês no 1ºCEB e Jardins de Infância, e tenho formação específica superior a uma centena de horas. Acho muitíssimo bem que me seja dada a hipótese de aceder ao 120. Simplificando a coisa, os do 110 têm a parte 100 do 120, e os de 220 têm a parte 20 ( o estágio destes no 110 não foi a dar inglês!). Formação equalitária para todos e criação de raíz do grupo 120. Venha ela!

    • AnaT on 15 de Novembro de 2014 at 0:21
    • Responder

    Não consigo explicar tanta confusão à volta do 120, quando o modelo do ensino de inglês no 1º ciclo já existe há mais de 15 anos em Portugal, não Continental mas na ilha da Madeira. Lá era dada prioridade aos profs. do 220: 1º porque tinham a variante do 1º ciclo; 2º: porque tiveram a formação profissional direcionada para a iniciação da língua estrangeira. Não se trata do 220 ser melhor ou pior que o 330, o 330 está direcionado para o ensino da língua mais aprofundado e para faixas etárias maiores, trata-se de adequar os perfis dos professores ao ciclo em questão. Os professores do inglês tinham horário completo, davam aulas curriculares, extra-curriculares, ao 1º ciclo e à pré. Por vezes, também tinham no horário, como oferta de atividade extra curricular, horas de Clube de Inglês ou Apoio ao Estudo (considerado válido uma vez que os profs. tinham formação para o 110 e para o 220). Os profs titulares estavam presentes nas aulas curriculares. Os profs titulares não tinham furos no horário, até davam aulas só de manhã ou só de tarde. Os profs de inglês (e das outras atividades) também não tinham furos nos horários.

      • Ana on 15 de Novembro de 2014 at 15:17
      • Responder

      Pois é, colega, estive metade de um ano na Madeira e funcionava muito bem… 1 hora curricular para todos, na sala de aula com a professora titular, e 1 hora extra só para os alunos que frequentavam as atividades e clubes… E devo dizer que tendo um horário fantástico (duplo manhã ou tarde) foi provavelmente o ano que mais trabalhei (tinha vários níveis) a fazer material e dos que mais prazer me deram. Se fizessem assim por aqui não me importava nada… Mas vai ser difícil, basta os horários serem completamente diferentes!

    • teacher ana on 17 de Dezembro de 2014 at 15:52
    • Responder

    Sou professor há mais de 20 anos em Inglês extra curricular. Com habilitações próprias Diploma de Proficiency in English. Como ficam os professores nesta situação como a minha’ que temos que fazer?

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