Da FNE com a participação da ANVPC.
FNE promove concentrações contra a prova de acesso
A Federação Nacional da Educação (FNE) promove na próxima semana concentrações de professores em várias cidades contra a prova de acesso à carreira docente que o Ministério da Educação decidiu aplicar.
As ações pretendem ser também momentos de esclarecimento à população para a situação destes professores, muitos deles com largos anos de serviço, apesar de não terem vínculo ao ministério.
A prova, agora designada de avaliação de conhecimentos e capacidades, está prevista na legislação desde a governação socialista de José Sócrates (2008), mas nunca chegou a ser aplicada, devido à forte oposição dos sindicatos.
Sob o lema “Todos Contra a Prova”, a FNE marcou concentrações para Coimbra (segunda-feira), Lisboa (quarta-feira), Évora (quinta-feira) e Porto e Viana do Castelo (dia 30).
Nos locais de concentração será distribuído um manifesto contra uma prova que os professores consideram “inútil, ineficaz e que desrespeita o trabalho de milhares de docentes”.
As iniciativas estão também a ser divulgadas nas redes sociais e contarão com a presença do secretário-geral da FNE, João Dias da Silva.





8 comentários
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Alguém diga ao profblog que se os professores mais novos entraram com média 9,5 foi porque o MEC o permitiu. E se é pela média com que se entra na faculdade que se nivela… Que argumento pateta o do Sr!
Bem, não sei se já alguém perguntou o mesmo, mas aqui vai: sou apenas eu que tenho o dia 18 cheio de reuniões, das 9h00 às 18h30?
Certamente não serás.
Eu não sei porque estou novamente à espera de colocação. Fiquei 1 mês e já vim para a rua… Na próxima RR tenho quase 100% de certeza que fico. Estou relativamente bem posicionado (no 110), mas… Ou seja, se ficar, provavelmente também vou ter reuniões nessa data. Assim como uns milhares de nós que conseguiram algum tipo de colocação. Poderemos faltar a essas reuniões de avaliação para fazer a prova? Não ouvi falar em dispensa alguma para estes casos.
Por mim, era como alguém já disse por aqui. Toda a gente se recusava fazer a porcaria da prova e para o ano o MEC viria pedir de joelhos para irmos trabalhar porque não teriam professores suficientes para suprir as suas necessidades.
Pois era isso que todos deveríamos fazer. Mas infelizmente temos colegas muito cobardes e ainda não entenderam que se ninguém fizer a prova não poderá haver represálias, pois vão ser sempre necessários professores contratados!!!!!
Mas o que me irrita profundamente é que já há colegas a inscrever-se na prova!!!
Habilitações de Um Político que Defende a Prova para Professores Contratados
http://anabelapmatias.blogspot.pt/2013/11/habilitacoes-de-um-politico-que-defende.html
QUE NOJO!
Vamos conseguir … o Ministro não confia no Ensino Superior, nos politécnicos? Há que tomar medidas aí e não em nós depois de anos e anos a trabalhar e a servir o Estado em condições precárias.
Arlindo, se a justificação da prova é a de “dotar o sistema de maior qualidade”, por que razão não estão a ela obrigados os docentes que desenvolvem funções em escolas privadas com contrato de associação, as quais são financiadas pelo MEC porque prestam um serviço público de educação? Não haverá aqui mais um argumento que atesta a ilegalidade e falta de equidade de toda esta palhaçada?
Analisemos os acontecimentos dos últimos dias: Os reitores das universidades cortam relações com o Nuno Crato; Bruxelas dá dois meses para que o Estado português regularize a situação dos professores contratados; muitos analistas, finalmente, começam a entender o desastre que tem sido a atuação deste MEC – a própria Manuela F. Leite considera que a educação deveria ser preservada e, inclusivamente, que esta prova é má no modo como vai ser executada; muitas escolas já tomaram posição pública contra a prova; muitos colegas do quadro já informaram que a não irão vigiar nem corrigir.
Um boicote generalizado à prova, inviabilizando a sua realização, e seria o fim de Nuno Crato.
O triste de tudo isto é que serão os principais interessados em que ela não se realize, que irão garantir a sua realização – os professores contratados. Bananas.
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