A logística para o 4º ano
A Formação para os supervisores da classificação
As ações de formação de supervisores da classificação destinam-se a professores do quadro de escola ou de zona pedagógica que estejam a lecionar ou que tenham lecionado, nos dois últimos anos, o programa do ano e da disciplina a que se refere a formação. Os professores que já tenham desempenhado funções de supervisão da classificação em anos anteriores estão dispensados da frequência destas ações.
No início da formação, os formandos formalizam a sua inscrição através do preenchimento de uma ficha e procedem à assinatura do contrato que os vincula ao exercício da função de supervisor da classificação. A todos os formandos será atribuído 1 crédito resultante da frequência, com aproveitamento, da ação de formação, na modalidade de curso, com a duração de 25 horas, e um certificado comprovativo de frequência da ação de formação para efeito de currículo. O desempenho da função de supervisor da classificação está condicionado à frequência da totalidade da carga horária da ação de formação.
Edição 2012/2013
Dispensa oficial de serviço para frequência das ações de formação [pdf]
1.º Ciclo
2.º Ciclo
3.º Ciclo
Informações
Informação GAVE_DGE JNE_Nº 1/2013 – Adaptação de provas finais de ciclo e de provas de exames finais nacionais para alunos cegos, com baixa visão, daltónicos ou com limitações motoras severas
Normas
NORMA 01/JNE/2013 – Instruções para a Inscrição: Provas Finais e Exames do Ensino Básico e do Ensino Secundário
Calendário de Exames
Despacho nº 2162-A/2013, de 5 de fevereiro – Calendário das provas finais de ciclo do ensino básico e dos exames nacionais do ensino secundário – 2013





15 comentários
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É desta que os resultados reais no 1º ciclo irão aparecer. Finalmente vai perceber-se que o mal do ensino está precisamente aqui. Os resultados são muito cozinhados e são incutidos muitos vícios nos meninos por gente que ganha muito dinheiro sem nada para fazer. Quem quiser ser sério poderá verificar de facto quem são os professores do 1º ciclo que trabalham e dão tudo pelo ensino. Há professores competentes? Há. Os sanguesugas que dêm lugar a outros que querem trabalhar …
dom79.
Não sei se escreve como Encarregado de Educação ou Docente.
Continuando, qualquer profissional consegue adulterar as estatisticas facilmente… basta “brincar” com critérios, ponderação, grau de dificuldade.. e outros “pormenores” que pesam no final.
Provavelmente, deve ter conhecimento, de que, um dos principais problemas/dificuldades, são os programas e/ou metas desajustadas conforme o meio, além das diferentes realidades sócio economicas…
Mas um detalhe com interesse é o facto de não ser possível a “retenção” no 1º Ano do 1º ciclo .. se questionar alguns professores ou colegas, pode perceber melhor esta questão.
Aguarde mais comentários.
Assistente Técnico,
Sou docente do 3º ciclo e falo pela experiência que tenho na realidade onde estou envolvido. Eu concordo com tudo o que disse. Acontece é que os resultados nas provas do 1º ciclo são excelentes e quando chegam ao 2º ciclo não sabem ler, contar e interpretar. Não acha curioso sair esta nota no que diz respeito à organização das provas no 1º ciclo? Mais do que nunca é preciso separar o trigo do joio.
Caro colega do 3º Ciclo:
Sou docente no primeiro ciclo e nunca cozinhei resultados nem incuti vícios nos meninos.
As provas de aferição apenas mostram que é exatamente neste ciclo que os resultados são melhores e com menos recursos.
Mas está a escrever com conhecimento de causa ou apenas sobre o que lhe parece?
Se for com conhecimento faça uma denuncia!
Caso contrário não levante falsos testemunhos!
Read more: http://www.arlindovsky.net/2013/03/sobre-os-exames/#ixzz2NdDGFyDT
Cara colega!
Quem não sente não é filho de boa gente… Eu não disse que todos o faziam. Prezo imenso o trabalho que os professores do 1º ciclo fazem, quando ele é bem feito. O mesmo se passa em qualquer grau de ensino. Por que razão é que nas provas de aferição ou exames nacionais os professores vigilantes eram de outras disciplinas, menos para o 1º ciclo? Por que razão eram os professores da turma a vigiar as provas de aferição? Faz isso algum sentido? Parece-me demasiado óbvio que uma aferição externa faz um certo controlo do trabalho que foi feito, mesmo considerando a realidade dos meninos. Haverá com certeza outras pessoas que sabem do que falo. Haverá outras, como o seu caso, que lhe parece injusto o que digo, o que é perfeitamente normal para quem é sério no que faz. Não dúvido que o seja!
O colega está mal informado. Há já bastantes anos que os vigilantes das provas são de outras escolas.
Cada um fala da realidade que conhece. Não serve de nada serem outros colegas de outras escolas…
Acredite que sei muito bem do que falo. Dê uma olhadela aos comentários do público acerca desta notícia. Insisto em dizer que há obviamente escolas e professores sérios. No entanto existem situações em todo o país que levaram a estas orientações. Não surgiram porque sim.
Quem não acreditar no que digo basta verificarem como os resultados irão descer bastante e se quiserem saber quais eram as escolas/professores que praticavam estas irregularidades será muito fácil fazer comparacões a partir dosresultados ao longo dos anos. Será normal os meninos no 1º ciclo aprsentaraem taxas de sucesso de 80 e 90% às disciplinas? Sejamos sérios…
Pelo seu prisma todas as visões serão possíveis…
Deve ser por muitos pensarem assim que no décimo passam a frequentar colégios…
Veja a quantidade de notas superior a 18 valores que aparecem nas pautas do 12º ano…
Pelo seu prisma, o melhor é voltar ao meu tempo. Depois de ter passado no exame da 4ª classe, se quis entrar no liceu para prosseguir estudos tive que fazer o exame de admissão ao liceu onde também consegui passar, mas como o meu pai entendeu que deveria ir para os Pupilos do Exército, os dois exames anteriores não chegaram e se lá quis entrar um novo exame tive que fazer.
Tantos exames para quê? O objetivo era provocar abandonos da escola e fazer um sem número de analfabetos.
Quer voltar a esse tempo? Deixe as crianças prosseguir estudos…
Não posso concordar consigo!
A razão de ser da aplicação dos exames implica que os professores sejam responsabilizados pelo que fazem tendo em conta o público alvo. No seu tempo só prosseguia estudos quem tinha capacidade financeira para os suportar ou então trabalhava e depois estuda. Hoje em dia tudo foi dado de mão beijada aos meninos. Sem esforço de alguns professores e sem esforço na maioria dos alunos todos passavam. O que é certo é que dentro de duas a três décadas vamos pagar a fatura. A maioria da população não sabe contar, ler, interpretar textos e ler tabelas e gráficos. Esta é a realidade. A única diferença com o seu tempo é que hoje todos tem acesso à escola. Coitadinhas das crianças…
Eu acho muito bem que sejam colegas de outros ciclos que venham aplicar as provas de aferição.
É muito normal ter taxas de sucesso de 80% ou mais. Eu felizmente tenho-as e mais de 80% sabe “contar, ler, interpretar textos e ler tabelas e gráficos” entre outras coisas a que o currículo obriga!
Algo que depois felizmente é confirmado pelas provas de aferição aplicadas por terceiros.
“Acredite que sei muito bem do que falo.”
Mas afinal do que é que fala? Que provas tem? Acuse!
Já agora… Eu sou um professor sério.
Eu entendo perfeitamente que reaja. Ainda bem que o faz. Significa algo!
As acusações de que falo já foram feitas a quem de direito e só digo que não é por acaso que estas orientações foram dadas. Portanto, quem trabalhou e continua a trabalhar seriamente não deverá ver beliscado os resultados. Outros terão muito que se justificar. Acreditem que existem professores a dar respostas aos meninos nestas provas.
Será difícil reconhecer que existem maus profissionais entre a nossa classe?
Sempre que os problemas existem e são denunciados (que foi o que eu fiz) não devem ser levados como algo de errado. Se queremos ser respeitados devemos credibilizar a nossa função.
Mas denunciou o quê? quando? onde?
Não acha que está a tentar mascarar alguma coisa?
A credibilização não se obtém acusando um tipo de professores, pois não?
Gostava de saber o seguinte:
Um aluno do 1º ciclo ´não aprovado na 1ª fase com nível inferior a três a português ou matemática e com menção não satisfatória a “expressões artísticas” e “estudo do meio”, tem que realizar prova de equivalência à frequência a estudo do meio e a expressões artísticas ou apenas realiza a(s) prova(s) de português e/ou de matemática na 2ª fase?
Obrigado!
[…] Sugere o MEC que os exames dos meninos do 4º ano sejam concentrados na escola sede do Agrupamento, isto é, todos os meninos de 9 anos serão levados para a Escola Sede e aí realizarão exames vigiados por professores que não podem ser do 1ºciclo. E ocorrem-me algumas perguntas: […]