Chegou-me mais um documento do Antero José de Freitas com as diligências tomadas junto da DGAE e com uma proposta de revisão dos grupos de recrutamento das línguas.
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40 comentários
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uma questão, sou licenciada em línguas e literaturas pre-Bolonha, posso dar ao 300 e 330. neste momento poderei concorrer a 225, 220, 300 e 330 será isso?
É óbvio que sim. Colega, isto visa agilizar os grupos de acordo com a formação de base dos candidatos; não se pretende excluir ninguém; antes pelo contrário facilitar e simplificar, permitindo que todos que tenham habilitação profissional, antes ou depois de Bolonha, possam concorrer e sejam respeitadas e acauteladas as graduações de acordo com o tipo de formação dos candidatos. Páscoa Feliz, saúde e muito trabalho!
Não haverá problema????
Só podemos concorrer a dois grupos de recrutamento, atualmente ao 300 (Português) e 330 (Inglês).
Como vamos poder concorrer a 4 grupos de recrutamento com essa nova proposta?
Não nos prejudiquem mais, por favor!!!!!
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Atualmente não existem limites aos grupos de recrutamento que se concorre.
Mas as preferências são colocadas para cada grupo em prioridades.
Primeiro todas a preferências para um grupo, depois todas as preferências para o segundo grupo e assim sucessivamente até ao quarto, o que é injusto.
Compreendo a proposta, mas para quem é licenciado em duas línguas para o 3º ciclo e secundário, só vem piorar a nossa situação.
Aproveito para elogiar o blog e todas as informações que são dadas aos professores todos os dias.
Só poderá concorrer ao 220 cm habilitação própria nas OEs, não tem habilitação profissional para esse grupo.
E então o Alemão e o Latim?
O Alemão – 340 e o Latim e Grego – 310, ficam na mesma. Desconheço a sua existência no ensino básico. Trata-se de uma proposta. Desculpem a omissão.
Mas na proposta tb aparece o Ens. Secundário…
O grupo de recrutamento de Português é o 300 e agora passa a ser o Inglês no secundário? Como fica o grupo de Português?
Desculpa colega, realmente equivoquei-me. O Português, no Secundário, deverá manter-se no 300 e o Inglês no 330. Na proposta que enviei para o MEC fui correto, não cometi este erro; mas errar é humano. Páscoa Feliz!
Freitas, o que tu queres tou eu a ver… lecionar espanhol depois de “relvares” um mestrado numa ESE…É só MEEEEEEEEEEEEstres!!!
Ricardo, não vás por aí, eu não “relvei” nada, isto não é um exclusivo meu, há centenas de colegas de ESES e Universidades nesta situação, nomeadamente na área de línguas e expressões, com este tipo de mestrados, por força dos normativos legais do decreto lei 43/2007; tem bom senso por favor; foram dois anos de sacrifícios pessoais, financeiros, etc; deverias ler o teor das coisas. O Arlindo disponibiliza este espaço para debatermos ideias exequíveis e não nos esgrimirmos em provocações. Quanto ao mestrado terei todo o prazer em enviar-te uma cópia da certidão e do suplemento ao diploma para tirares ilações e constatares que nem tudo o que parece é! Santa Páscoa!
O colega fala em sacrifício pessoal e financeiro durante dois anos. Pois olhe que os “pré-bolonha” como eu, sacrificaram-se durante 4 anos numa licenciatura e mais 2 anos (um em estágio profissional) para obterem uma pós-licenciatura para se profissionalizarem. Ao todo seis anos, numa faculdade estatal, com muito sacrificio e pestana queimada. Não é agora um mestrado pós-bolonha que nos pode passar à frente!
Colega, eu também tenho uma licenciatura pré-Bolonha, numa Universidade Pública, com muitos sacrifícios, a trabalha e a estudar, aliás, algo que sempre tive que fazer; e ainda tive direito a uma bolsa e alojamento, por mérito próprio e porque não sou propriamente rico. O mestrado foi a tentativa de obter mais uma ferramenta para poder continuar a exercer uma profissão que sempre abracei de corpo e alma e que me continua a fascinar. Para entrar para o referido mestrado tinha que reunir os pré-requisitos, nas áreas de Inglês e Espanhol, e não digo mais nada, porque poderei ser novamente alvo de todo o tipo de insultos, não de si, mas de outros indivíduos que por aqui andam no “bota abaixo”; porque se eles ainda não podem, mais ninguém pode. Respeito a sua formação, pois nesse tempo, e eu bem sei, as exigências eram outras. Fique bem e que não lhe falte aquilo que quer.
Então o Inglês no 1.º Ciclo seria só para os Mestres?? E os pré-bolonha ficam a ver navios?
Neste blog, já muito se falou das notas dos cursos de certas faculdades: que alguns colegas saíam beneficiados com “médias inflacionadas”, chegando também a ser referido que essas faculdades “ofereciam notas”, etc…
Pois bem, vai acontecer a mesma coisa com estes “novos Mestres”. Depois não se queixem, pois esses colegas não saem com menos do que 16 valores e até agora só se podiam candidatar a ofertas de escola. Vão às listas desses grupos e observem quantos candidatos saíram com essa média do curso inicial (licenciaturas) …
Eu já estou a sofrer nas ofertas de escola com esses senhores ( EVT ) que, ainda por cima, se candidatam “por engano” (dizem eles) com o tempo todo após a profissionalização. Já sei que o Arlindo não vai gostar mt deste parágrafo, mas se não pensar no grupo dele em 1º lugar (o que é normal que aconteça) irá constatar que muitos colegas (que tiraram mesmo o curso para leccionar o 600 ou fizeram a profissionalização em serviço) vão ser ultrapassados por colegas de EVT que fizeram um mestrado “fast food” com grandes médias. Como é possível existir um trabalho final desses mestrados em que o colega fez um relatório sobre uma aula para o 2º ciclo, outra para EV do 3º Ciclo e outro para ET do 3º Ciclo e é mestre com 18 valores para 3 grupos. Não sei se também ficou com profissionalização para o 1º Ciclo…
Para quem é fã dos Gato Fedorento, certamente recorda um sketch onde quem comia um pacote de batatas fritas era brindado com um curso superior… São mesmo vanguardistas!
Vergonha … e ainda se fala do Relvas.
Colega, parece-me que só a alguns tudo pertence e para outros não há futuro. Não consigo perceber este tipo de comparações. O novo panorama da formação de professores é este; o problema é que o MEC não acautelou atempadamente estas situações, ao não legislar; algo que estará prestes a acontecer. Quanto às médias, há de tudo, e isto já acontecia noutros tempos; cada caso é um caso.
Boa noite!
Sou do grupo 400, será que posso concorrer ao 200 profissionalizado?
Licenciatura pré- Bolonha. Quero felicitar o colega, pelo bom trabalho, (De Freitas). Não percebo certos comentários, somos todos colegas.
Toni,
Com a profissionalização no 400 não pode concorrer ao 200 profissionalizado. São grupos distintos, pois o 200 inclui a LP do 2.º ciclo além de HGP. Eu sou profissionalizada no 400 e fiz a profissionalização em 2010 para o 200, através da Universidade Aberta. Não sei se a UAb ainda tem cursos de profissionalização em serviço a decorrer. Informe-se e poderá fazer esse curso de proifissionalização, precisa é de 5 anos de serviço completos. Mas, olhe, colega, o 200 já esteve bom. Agora…
Colegas Toni & CNN, o que a UA e o MEC deliberaram não permite a quem já é profissionalizado a um grupo de recrutamento profissionalizar-se a outro, pela via profissionalização em serviço. Há sempre a alternativa de fazeres um mestrado profissionalizante. Leva mais tempo mas poderás ficar habilitado profissionalmente para outros grupos; nos dias que correm quem tem unhas toca viola, é assim a vida. quanto às alterações dos grupos de recrutamento, se vierem a consumar-se, poderão ser uma autêntica caixa de Pandora. O melhor é aguardar e depois tomares decisões.
Obrigado colegas, vou esperar pelas novidades.
Caros colegas Arlindo e De Freitas queram, p.f., ajudar-me? Tenho licenciatura (pré-bolonha!!!, claro) em Línguas e Literaturas Modernas, Inglês/Alemão e Especialização em Ensino de Inglês por universidade pública. De acordo com o proposto a que grupos de recrutamento seria opositora com habilitação profissional? Muito obrigada pelo excelente trabalho desenvolvido. Votos de Excelente Páscoa!
Cara colega coasvaf, poderás concorrer/ser opositora a todos os grupos para os quais tenhas habilitação profissional, nomeadamente os já existentes; 330 – Inglês; 340 – Alemão (os quais já contemplam o 3.º ciclo e o secundário). Caso se venha a alterar o panorama dos grupos de recrutamento continuarás a poder concorrer a todos os grupos de Alemão e de Inglês, que venham a contemplar o 3.º ciclo e o Secundário. Não sabendo o tipo de especialização que fizeste, não te posso acrescentar mais nada. Contudo se nessa especialização, a Inglês, efectuaste práticas pedagógicas/estágio no 1.º e 2.º ciclo do ensino básico, poderás vir a concorrer a Inglês para os eventuais grupos de recrutamento que venham a ser criados; até à presente data como sabes para o 2.º ciclo, a Inglês, só podem concorrer os colegas das variantes de Português e Inglês, e segundo a DGAE, os mestrados em Inglês no ensino Básico???… Quanto ao 1.ºciclo, no continente, não há grupo de recrutamento, existe o perfil de professor AEC Inglês que encontras no despacho nº 14460, que cria o quadro de desenvolvimento e de financiamento das Actividades de Enriquecimento Curricular (AECs), inclui o artigo 9º, que fixa o perfil dos professores de Inglês. Oxalá nasça um grupo neste ciclo para acabar com o clientelismo que reina nesta área. Páscoa Feliz, para ti também! 🙂
Muito obrigada!
Bem haja 🙂
Inglês no 1º ciclo deverá ser para o grupo 220.Professores do 1º e 2º ciclo do ensino básico.Acho que serão os mais adequados na minha opinião para ensinarem a língua estrangeira ao 1º ciclo.
E as centenas de professores de 3.º Ciclo e Secundário que leccionam nas AEC há vários anos?
Colegas Maria e scrpereira, todos sabemos dos atropelos que se verificam nas AECs. O ideal será a criação de um grupo de recrutamento, tal como já existe na Madeira, 120 – Inglês 1.ºciclo. O atual panorama, na maioria dos casos, é o da precariedade em todos os sentidos: remuneração, tempo de serviço, etc. E isto deveria ser transversal às outras AECs: nomeadamente, Educação Física e Música. Para já no Inglês é isto que prevalece:
O despacho nº 14460, que cria o quadro de desenvolvimento e de financiamento das Actividades de Enriquecimento Curricular (AECs), inclui o artigo 9º, que fixa o perfil dos professores de Inglês.
1 – Os professores de inglês no âmbito do presente programa devem possuir uma das seguintes habilitações:
a) Profissionais ou próprias para a docência da disciplina de inglês no ensino básico;
b) Cursos de formação especializada na área do ensino do inglês no 1.º ciclo do ensino básico, ao abrigo do Decreto-Lei n.º 95/97;
c) Cursos de estudos superiores especializados (CESE) na área do ensino do inglês no 1.º ciclo do ensino básico;
d) Pós-graduação em ensino de línguas estrangeiras (inglês) na educação pré-escolar e no 1.º ciclo do ensino básico.
2 – Os professores de Inglês podem ainda deter os cursos/graus de Bachelor of Arts/Bachelor in Education/Bachelor of Science ou Masters Degree (Master of Arts/Master in Education/Master of Science) acrescidos de um dos seguintes diplomas/certificados:
a) Certificado «PGCE» (Postgraduate Certificate in Education) para o Ensino Básico;
b) Certificado da Universidade de Cambridge ESOL «CELTYL» (Certificate in English Language Teaching to Young Learners);
c) Certificado da Universidade de Cambridge ESOL «CELTA» (Certificate in English Language Teaching to Adults) mais experiência comprovada de ensino precoce da língua inglesa;
d) Certificado da Universidade de Cambridge ESOL «DELTA» (Diploma in English Language Teaching to Adults) mais experiência comprovada de ensino precoce da língua inglesa;
e) Certificado da Universidade de Cambridge ESOL «TKT» (Teaching Knowledge Test) mais experiência comprovada de ensino precoce da língua inglesa;
f) Diploma emitido pelo Trinity College no âmbito do ensino do inglês a young learners;
g) Certificado «IHCTYL» (The International House Certificate in Teaching Young Learners);
h) Certificado «CTEYL» (Certificate in Teaching English to Young Learners) emitido por NILE, Pilgrims ou VIA LINGUA;
i) Certificado «CTEFL» (Certificate in Teaching English as a Foreign Language), emitido por VIA LINGUA, mais experiência comprovada de ensino precoce da língua inglesa;
j) Certificado/diploma de pós-graduação – Certificate/Postgraduate Diploma in Teaching English to Young Learners, emitido por universidades, Colleges of Further Education (equivalente a escolas superiores de educação do ensino superior politécnico) no Reino Unido e escolas acreditadas pelo British Council.
3 – Os professores de inglês podem deter habilitações reconhecidas a nível internacional, nomeadamente o «CPE» (Certificate of Proficiency in English) e o «CAE» (Certificate in Advanced English) de Cambridge/ALTE (Association of Language Testers in Europe) e experiência comprovada de ensino precoce da língua inglesa.
4 – Os professores de Inglês que possuam as habilitações e cursos/graus identificados nos números anteriores devem deter conhecimentos da língua portuguesa.
5 – Outros profissionais com currículo relevante.
(…) Não esquecendo o fator “C”
Páscoa Feliz! 🙂
“a) Profissionais ou próprias para a docência da disciplina de inglês no ensino básico;”
Então deveria reformular a sua proposta e incluir no grupo 120 os colegas pré-bolonha profissionalizados para os grupos 220 e 330. Neste momento, só estão os “mestres” pós-bolonha.
Esta proposta é demasiado complicada. Não compreendo o que se ganha com a criação de dois grupos de recrutamento para a lecionação das línguas. Os licenciados pré-bolonha estão habilitados pelo estágio pedagógico que fizeram a lecionar quer no 3º ciclo quer no secundário. Eu leciono simultaneamente a turmas do 3º ciclo e do secundário. Qual é o raciocíno por detrás desta proposta de alteração?
Paulo
Como já aqui foi explicado, esta divisão deve-se à existência de novos mestrados que dão habilitação até ao 3º ciclo e que não conseguem concorrer ao atuais grupos.
Alguém conhece o perfil “profissional” do De Freitas??? Parece um coelho saltitão a saltar de escola em escola e a deixar pendurados os agrupamentos…e não só…que o diga a CMV… e já agora, pesquisem a “tese”relvada do De Freitas…
Mais uma vez a calúnia, a difamação e a injúria; pelos vistos conhece-me bem; posso-lhe assegurar que nunca deixei ninguém pendurado. Quanto à CMV… é uma vergonha usar o bom nome de instituições e pessoas; onde há direitos e deveres… cumpridos… A minha tese não tem “relva”, foi feita com muito empenho, esforço e sacrifícios, e tem bibliografia… Passe bem e trate da sua vida que eu trato da minha. Se precisar de algum esclarecimento sobre a minha tese, estarei disponível, contacte-me e alerto-o desde já que não lhe reconheço, nem ninguém lhe reconhecerá legitimidade nenhuma sobre esse assunto, pois houve um júri que o fez… Lamentável. O seu percurso deve ser interessante; vasculhar a vida alheia, nos dias que correm pode ser perigoso. Enfim … passe bem e tenha lá cuidado porque não lhe admito este tipo de insinuações!
Também gostaria de saber, por si, onde para a sua tese; aliás, nestes mestrados profissionalizantes (2.º ciclo de Bolonha) dos POLITÉCNICOS ou UNIVERSIDADES a designação não é TESE; é Relatório de Estágio… Também conheço colegas que, esses sim, deixam agrupamentos pendurados, e a mais de meio do ano letivo, e logo dois de uma vez; e até se intitulam mestres, nesta área, sem o serem, que o diga a IGE… Resumindo o que muitos querem sei eu… é que isto tudo de em águas de bacalhau… porque como ainda não podem concorrer, é melhor ficar como está?!!! Já agora, a última vez que frequentei uma UNIVERSIDADE pública, “relvei” um 18, sem uma única equivalência… algo que efectivamente não consegui no mestrado que CONCLUI no Politécnico…
E o grupo 210?
Agora o De Freitas é consultor do MEC…só lhe faltava esse “cargo”…
O meu percurso profissional e pessoal não tem nada de mais…licenciatura pré-bolonha, 5 anos, estágio integrado e depois de alguns anos a lecionar… MESTRADO numa UNIVERSIDADE, com estágio durante um ano letivo com turmas de 3º ciclo e secundário e tese de mestrado com quase 100 páginas de investigação e resultados sobre o processo de ensino e aprendizagem da língua espanhola…agora basta ir ao repositório de teses do IPB…e tempo tenho, para o que quero e preciso…e quando preciso de me certificar de barbaridades que acontecem por este país fora….dá tempo!!!!
Deixem lá o Freitas…ele só está a tentar ajudar a malta…continua de Freitas…
De Freitas,
se tem brio pessoal e profissional, faça as alterações à sua proposta, com as sugestões que lhe foram dadas e peça ao Arlindo para colocar num outro post a SUA última versão. É o que de MENOS pode fazer…tamanhas as falhas…, ficando, eu, por aqui…não querendo mestrar …
Colega, já fiz as alterações… lamento informá-la, mas não vou pedir para postar mais nada; porque não ganho nada com isso. Contudo, a seu tempo, solicitarei ao Arlindo para postar a notícia das referidas alterações deliberadas pelo MEC. Essa sim, é que valerá a pena postar. Compreendo o seu comentário, mas não me revejo na falta de brio… Cumprimentos.