Apesar de haver mais docentes em quase todos os níveis de ensino, a presidente do CNE defende que não são em excesso.
Em dez anos, aumentou em seis mil o total de professores em exercício nos ensino básico secundário. Três dias depois das declarações do primeiro-ministro, que aconselhou os professores excedentários a encontrar soluções na emigração, a presidente do Conselho Nacional de Educação (CNE), Ana Maria Bettencourt, defende que “não existem professores a mais para a dimensão do País” e que “todos são necessários para dar resposta e apoio” às necessidades.
Há professores a mais em Portugal? Não há professores a mais para a dimensão do País. Para melhorar o rendimento das escolas, todos os professores são necessários. Com a democratização do acesso à educação é preciso dar resposta e dar apoio a todos os alunos. É preciso que os alunos aprendam mais nas escolas e para que isso aconteça todos os professores são necessários.
Novas metas da troika para a educação implicam uma redução da rede escolar e cortes no pessoal.
O documento aponta para uma centralização da oferta, redução e racionalização das transferências para as escolas privadas com contratos de associação e uma maior utilização de fundos comunitários para financiar atividades na área da Educação.
O texto, hoje divulgado, diz que o Governo vai continuar a trabalhar para combater a baixa escolaridade e o abandono escolar precoce, melhorando a qualidade do ensino secundário, a via vocacional e a formação, com vista a aumentar a eficiência no setor, a qualidade do capital humano e a entrada no mercado de trabalho.
Para estes objetivos, o Governo vai estabelecer um sistema de análise, monitorização, avaliação e informação para apurar a evolução dos resultados e impactos das políticas de educação e formação, nomeadamente os planos já existentes.
As ações para melhorar a qualidade do ensino passam por generalizar acordos de confiança entre o Governo e as escolas públicas, no sentido de uma ampla autonomia, um quadro de financiamento simples, baseado em critérios de desempenho, evolução e prestação de contas.
Preconiza-se também para as escolas profissionais e particulares com contratos de associação um quadro claro de financiamento fixo por turma e mais incentivos ligados ao desempenho.
O reforço do papel de supervisão da Inspecção-Geral está igualmente previsto.
O Governo deve ainda apresentar um plano de ação destinado a assegurar a qualidade, atratividade e relevância da educação no mercado de trabalho e formação profissional, através de parcerias com 60 empresas ou outros parceiros interessados.
Lê-se no site do SPZN que foi publicado o Despacho nº 17018/2011 de 20 de Dezembro que reconhece como profissionalização em serviço a conclusão com aproveitamento do curso de Profissionalização em Serviço, pela Universidade Aberta, até ao final do ano escolar 2012/2013.
Quem se pode inscrever?
Quem possua uma habilitação própria e 5 anos de serviço até 31/08/2012
Quem possua 6 anos de serviço até 31/08/2013, estando assim dispensados do segundo ano da profissionalização.
Dirigente da Fenprof tem 31 nos de carreira, mas só deu aulas nos primeiros dez.
Acrescentei as aspas no título do post mas não tendo nada a dizer quanto à obrigação de Mário Nogueira ser avaliado por ponderação curricular. Seria estranho era que não fosse ou então teriamos regressado ao tempo de MLR.
Renovações: 124 Colocados em 31 Agosto: 106
Com Horário Completo: 24 Colocados nas 12 Bolsas: 172
Com Horário Anual: 45
Com Horário Anual e Completo: 13 Horários em Oferta de Escola: 104
Horários completos: 28
Docentes em DACL: 13
Colocados em 31 de Agosto: 10
A esta questão que terá sido enviada por 300 pessoas num curto espaço de tempo.
“Professor Marcelo, depois de apresentada a proposta de reforma curricular, o Ministério da Educação e Ciência defende afincadamente a «redução da dispersão curricular». Se assim é, como é possível, no 5º e 6º ano, eliminar a disciplina de EVT criando duas novas (EV e ET) e ainda incluir a disciplina TIC, passando assim a existir 3 novas áreas curriculares?”
A FNE sempre defendeu que uma reestruturação curricular deveria obedecer a quatro grandes princípios:
– ser condicionada em primeira linha por critérios pedagógicos e só em linha secundária por questões orçamentais;
– permitir uma ampla participação de todos os agentes da sociedade;
– ser decidida na base do maior consenso possível, depois do debate;
– garantir condições de estabilidade.
A FNE quer contribuir para que o debate seja o mais alargado possível e quer constituir um espaço recetor de opiniões, que, por seu lado, não deixará de ter em linha de conta para formular a sua posição final.
Assim, o objetivo desta plataforma é a recolha de opiniões que nos possam ajudar a analisar,não apenas as propostas do MEC, mas a consideração de outras soluções e alternativas possíveis.
NUNO CRATO deveria ouvir Ken Robinson e meditar sobre isso …
PICASSO disse uma vez: “Todas as crianças nascem artistas. O problema é mantermo-nos artistas enquanto crescemos.”
Nem grande entusiasmo, nem grande rejeição. É este o balanço possível no final do 1.º período do ano lectivo em que se introduziu nas escolas portuguesas o Acordo Ortográfico (AO). Ainda há dúvidas sobre certas regras, mas ninguém se queixa de falta de material de apoio.
Porque agora as notificações não carecem de aviso de recepção e andará algures por ai a carta com a notificação de pagamento.
Mais engraçado é que com alguma frequência tenho entrado no portal das finanças à procura deda minha dívida fiscal, descobri que isto estava nas infrações fiscais e não nas dívidas fiscais.
Assim se enganam os lorpas.
Quem me garante que o estado não organizou um cartel com os CTT?