Professores de Língua Portuguesa para Timor-Leste | Projeto Pro-Português
Prazo limite de candidatura: 1 de março de 2022
- Professores de Língua Portuguesa, Timor-Leste (consulte os Termos de Referência aqui)
Fev 16 2022
Prazo limite de candidatura: 1 de março de 2022
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Fev 16 2022
COMUNICADO DE IMPRENSA
Governo Regional dos Açores em dívida com os docentes
A justiça já decidiu.
O Governo da República paga.
O Governo dos Açores não quer pagar.
Continua o Governo Regional dos Açores (GRA) a não respeitar o princípio da igualdade entre a classe dos professores a lecionar nos Açores, na medida em que não está a cumprir com o disposto na Lei ao não pagar a compensação por caducidade dos contratos de trabalho.
Dita o artigo 344º do Código do Trabalho aplicável pelo artigo 293º do Anexo da Lei n.º 35/2014, de 20/06 (Lei Geral do Trabalho em Funções Públicas) que têm direito à compensação os trabalhadores em que a entidade empregadora não comunicou a renovação do contrato.
“O que revela, para efeitos de determinar se há ou não lugar à compensação, é saber se até 30 dias antes do prazo do contrato em vigor, a entidade [empregadora] comunicou ou não vontade de o renovar.” – Cita o Douto Acórdão n.º 503/2021, do Tribunal Constitucional.
Não havendo comunicação para renovar o contrato de trabalho, o mesmo caduca e, nessa decorrência, o docente tem direito a compensação.
Houve tolerância por parte do Sindicato Democrático dos Professores dos Açores – na exata medida em que o atual elenco governativo parecia mostrar vontade e seriedade em repor a justiça quanto ao não pagamento da compensação por caducidade do contrato de trabalho dos docentes – conhecendo-se os fundamentos aduzidos e provados pelo Tribunal Constitucional que deu razão a este Sindicato e, ainda, à decisão do Governo da República em processar a compensação da caducidade aos seus professores.
Certo é que os professores dos Açores que não receberam o pagamento que lhes é devido, tendo remetido inúmeros requerimentos a pedir os créditos laborais pela caducidade, não têm obtido respostas, escusando-se a administração educativa ao cumprimento dos prazos legais estabelecidos no Código do Procedimento Administrativo, no que respeita ao direito à informação.
Nesta circunstância é de todo inqualificável a atitude do GRA que tarda em pagar o que deve. Está a privar os professores de um direito laboral.
Notificado o SDPA da sentença proferida pelo Tribunal Administrativo e Fiscal de Ponta Delgada que sustenta a pretensão de um associado e cujo teor é oficialmente comunicado à Senhora Secretaria Regional da Educação, admite este Sindicato que para além da denúncia pública que a situação merece, irá recorrer judicialmente, em representação dos seus associados, e intentar ações administrativas contra a Região Autónoma dos Açores.
A Direção, em 16-02-2022
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Fev 16 2022
“Se um Governo afunilar a sua afinação de políticas pelo PISA está a cometer um erro crasso e a limitar bastante a capacidade de ler as políticas”
“Não há manipulação”, precisa o coordenador, mas há “várias incoerências”. Um dos exemplos de “limitações” do estudo é a amostra portuguesa de 2018, uma vez que a taxa de resposta (76%) ficou abaixo do limite técnico inferior de 80% imposto pela OCDE.
“Se um Governo afunilar a sua afinação de políticas pelo PISA está a cometer um erro crasso e a limitar bastante a capacidade de ler as políticas”, alerta António Teodoro. As conclusões do estudo serão discutidas esta quarta-feira, numa conferência em Lisboa, onde participam especialistas internacionais e nacionais, entre os quais João Costa, secretário de Estado da Educação nos últimos seis anos.
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Fev 16 2022
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Fev 16 2022
1. Quem conheça minimamente o que se passa no nosso sistema de ensino, e tenha lido o que a Direcção-Geral da Educação publicou (Relatório de Acompanhamento, Monitorização e Avaliação da Autonomia e Flexibilidade Curricular), só pode sentir repulsa pelo descaramento do discurso oficial. A avaliação séria é feita por instâncias independentes, que se pronunciam com base na análise de processos, documentos e resultados. Uma narrativa bajulatória, em que os juízes são os promotores do que é avaliado, é uma fraude.
Aquele relatório é uma infeliz exaltação das pessoas e das políticas que estão a destruir o sistema de ensino. Enquanto nas escolas, 2º período já adiantado, cerca de 30 mil alunos estão sem professor, pelo menos a uma disciplina, a propaganda oficial tortura os números e manipula os factos, para enganar os portugueses. Entendamo-nos: a inovação que o relatório incensa é tão-só a retomada de pedagogias datadas, que falharam quando há décadas foram usadas; a flexibilidade curricular que o relatório elogia é a metáfora oficial para promover a degradação do currículo coerente, com a intencionalidade de conseguir resultados falsos; a autonomia que o relatório glorifica é um disfarce sem vergonha para a pulsão controladora dos dois últimos governos do PS. Daquele relatório não se retira qualquer contributo para resolver os desafios que se colocam ao futuro da Educação.
2. Primeiro foi um juiz de Sintra, que mandou libertar uma família coercivamente posta em prisão domiciliária durante 13 dias, devido a um caso de infecção por SARS-CoV-2. Diligentemente, o magistrado foi mais longe e avisou mesmo as autoridades locais de saúde e as forças policiais de que incorreriam em responsabilidade criminal se tentassem obrigar as vítimas a continuar encerradas na residência.
Depois, em situação similar, outra jovem foi libertada noutro tribunal, por outro juiz, que escreveu na sentença: “A compressão do direito constitucionalmente consagrado da liberdade tem de obedecer à lei e à Constituição, sob pena de, não acontecendo, estarmos a seguir por caminhos perigosos”.
Há dias, foi o Tribunal Constitucional que se pronunciou e disse que o isolamento de turmas durante a situação de calamidade violou a Constituição. E que aconteceu? Do alto do seu pedestal sanitário, o Ministério da Saúde desprezou os acórdãos, ungiu-nos com álcool-gel e garantiu que a norma em causa continuaria em vigor.
Este caminho, que desvaloriza a autoridade do Estado e a sua lei fundamental é, de facto, perigoso. Particularmente porque quem, em Abril de 2020, disse que o confinamento era para manter, “diga a Constituição o que diga”, tem hoje maioria absoluta.
3. De proveniências diversas, foram muitas as loas tecidas a propósito de mais uma vitória nacional: a nossa taxa de abandono escolar precoce fixou-se em 5,9%, quando na União Europeia está estabilizada em torno de 10%. Acontece que esta taxa não mede o que quem rapidamente a elogiou terá pensado. Esta taxa é calculada a partir do Inquérito ao Emprego, que não a partir das bases de dados do Ministério da Educação e dos percursos dos alunos. Dito de outro modo: só ficam sob o radar dos cálculos os jovens entre os 18 e os 24 anos que procuram oficialmente trabalho, sem terem concluído o ensino obrigatório. Não contam para os cálculos os que não se alistem oficialmente ou os que, não tendo concluído os estudos, estejam a frequentar uma qualquer formação, das muitíssimas que existem e mascaram a realidade. Isso mesmo reconheceu uma auditoria do Tribunal de Contas (Junho de 2020), particularmente crítica em relação às metodologias utilizadas para medir o abandono escolar, onde se lê que “não existem, no sistema educativo nacional, indicadores para medir este fenómeno”. No mesmo sentido se pronunciou o Conselho Nacional de Educação (CNE), quando afirmou que os “número reais” do abandono “devem ser superiores aos valores oficiais”.
4. Por leviandade de procedimentos e irresponsabilidade de decisões, 80,32% dos votos dos emigrantes da Europa foram para o lixo. Os 671.322 votos em partidos que não elegeram deputados nos respectivos círculos, aproximadamente 13% dos que entraram nas urnas, foram inúteis. Por cada 19 mil votos, o PS elegeu um deputado. Mas o Livre precisou de 69.000 e o PAN de 82.000. As leis eleitorais servem a democracia?
In “Público” de 16.2.22
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Fev 15 2022
“No caso de um professor com deslocações ou desterrado para longe, o rendimento sobejante é miserável (demonstrando o motivo pelo qual dentro de um par de anos quase não haverá professores). É este o incentivo que se quer dar à formação dos jovens? É esta a aposta na qualificação de um povo quando nos dias de hoje a verba do PIB destinada à Educação é quase metade do que a verba de há 15 anos atrás? Nunca seremos um país produtivo enquanto continuarmos a ser incapazes de começar um edifício pelos alicerces.”
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Fev 15 2022
A DGE informa que vai realizar-se uma AFCD de 6 horas, intitulada A Europa na escola – Formação para professores, promovida pela Representação da Comissão Europeia em Portugal, em parceria com a Direção-Geral da Educação, tendo por objetivo promover o conhecimento sobre a União Europeia e capacitar os professores dos diferentes níveis de escolaridade (1.º CEB, 2.º CEB, 3.º CEB, ensino secundário e ensino profissional), para o desenvolvimento de atividades de Educação sobre a União Europeia, envolvendo os alunos nos diversos domínios de Cidadania e Desenvolvimento.
Para mais informações, aceda a https://www.aeuropanaescola.eu/formacao/
As inscrições decorrerão entre 01 e 21 de fevereiro de 2022.
Local: A distância
Critérios de seleção: Ordem de inscrição, desde que sejam docentes da educação pré-escolar e dos ensinos básico e secundário em exercício efetivo de funções em agrupamentos de escolas ou escolas não agrupadas da rede pública; das escolas públicas portuguesas no estrangeiro e nas escolas europeias; do ensino particular e cooperativo em exercício de funções em escolas associadas de um CFAE.
Para se inscrever, clique aqui.
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Fev 15 2022
O presente ano escolar tornou-se impraticável. As crianças começaram a ir para casa constantemente cumprir isolamento por causa da professora, do auxiliar ou do colega que tinha testado positivo…
Os últimos três anos letivos têm sido um verdadeiro atentado à escola, tal como a conhecíamos. Apesar do incessante esforço das instituições e do corpo docente – que se tem adaptado, acumulado tarefas e superado –, a escola como a conhecíamos, que se levava a sério, certa e exigente, tem vindo a desmoronar-se.
Se há um ano, já com a experiência de 2020 de ensino à distância, foi tão polémico o período em que as escolas voltaram a encerrar – porque veio mais uma vez evidenciar as diferenças entre as instituições, as famílias e lembrar que os meios prometidos não tinham sido disponibilizados – este ano, pelo terceiro ano letivo consecutivo, as diferenças e injustiças já não suscitam qualquer preocupação ou indignação.
O presente ano escolar, a partir de uma certa altura, tornou-se impraticável. As crianças começaram a ir para casa constantemente cumprir isolamento por causa da professora, do auxiliar ou do colega que tinha testado positivo. Algumas instalações já tinham câmaras de filmar de modo a permitir que quem fosse para casa pudesse acompanhar as aulas. Mas outras não. Depois de três semanas de férias e outras tantas de isolamentos, os casos positivos proliferaram e houve escolas com turmas quase vazias. Houve famílias que ficaram mais de um mês em isolamento e muitas crianças e jovens ficaram simplesmente sem aulas, enquanto, na sala, os professores iam tentando lidar com a entrada e saída constante de alunos.
Estranhamente não tinha sido preparado qualquer plano que protegesse os alunos que estavam em casa. Algumas escolas tinham meios físicos e humanos para dar apoio à distância. Outras não. Num dia o aluno está na escola, no outro vai para casa, falta às aulas, aos testes, e depois regressa, como se nada se tivesse passado.
Se o ensino já suscitava algumas dúvidas, quer pelos meios pouco eficazes quer pelos programas extensos e pouco adequados, o que dizer agora após três anos de escola intermitente e imprevisível, aulas dadas tanto por professores, pais ou em regime autodidata, dúvidas que ficam por tirar, matérias que ficam por aprender e bases que nunca vão existir? Como seguir em frente como se nada fosse? Como ignorar as lacunas e injustiças que se têm imposto? A escola afinal não é importante? Já não é para ser levada a sério? É necessário parar e refletir sobre estes anos e encontrar uma solução que devolva à escola o seu estatuto e pare de prejudicar os alunos.
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Fev 15 2022
Pergunto para que servirá entrar na carreira… ou terá “ela” de ser reformulada?

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Fev 14 2022
Mais uma vez assistimos a um jornalismo sensacionalista no que a assuntos da Educação diz respeito. Já estamos habituados, mas longe vai o tempo em que, de imediato, o poder da Educação punha cobro a intenções destrutivas.
O Conselho Nacional de Educação (CNE) publicou, a 3 de fevereiro, o relatório “Estado da Educação 2020”, que, além de dados estatísticos sobre a situação educativa portuguesa (e.g. demografia, número de alunos, literacia, recursos humanos, investimentos, etc.), inclui um capítulo sobre a gestão da pandemia, dois com depoimentos de especialistas em educação e um glossário.
A publicação fez notícia nos meios de comunicação, que destacaram aspetos diferentes do relatório (denotando a quantidade e diversidade de informação deste), em títulos como: “Escolas perderam 322 mil alunos numa década, revela Conselho Nacional da Educação” (Lusa e RTP), “Escolas perderam 322 mil alunos numa década” (Público), “Portugal em risco de ter poucos professores habilitados ‘num futuro próximo'” (DN), “Educação: pela primeira vez, mais de metade dos homens completou o ensino secundário em Portugal” (Expresso), “Menos procura de formação de adultos, divulga um relatório do CNE” (Observador).
A notícia publicada na página da Rádio Renascença (RR): reporta a preocupação do CNE pelo facto de se prever que a escola pública perca “quase 20 mil professores nos próximos sete anos”, devido ao decréscimo demográfico e ao envelhecimento da população, pois estes atingem os alunos (menos 300 mil na última década) e os professores; destaca a falta de atratividade da profissão docente, com palavras da Presidente do CNE, que é citada no título; dá conta de algumas propostas do CNE para obviar ao problema; refere uma entrevista com o secretário geral da Federação Nacional de Educação.
O título da peça noticiosa é “Escola pública perdeu mais de 300 mil alunos. “As pessoas não querem ir para professores””.
Este título constitui uma descarada manipulação da informação que, putativamente, pretende veicular.
O relatório do CNE não estabelece distinção entre a escola pública e a privada nem no que respeita à perda de alunos nem à falta de atratividade da profissão docente. O relatório destaca o setor privado relativamente ao ensino pré-escolar (para dar conta de que a maioria das crianças do pré-escolar frequentam escolas privadas), estabelece comparações entre os dois setores quanto ao ensino universitário e vai estabelecendo comparações pontuais (e.g. computadores disponíveis, acesso à internet, investimentos). Nenhuma relação é, pois, estabelecida entre perda de alunos e falta de atratividades da profissão, por um lado, e setor público ou privado, por outro; e, no entanto, a notícia da RR estabelece descarada e falaciosamente a relação entre estes aspetos negativos e a escola pública, o que leva o leitor (que geralmente mais não lê do que o título das notícias) a subentender que:
– na escola privada estes fatores negativos não se verificam (não há quebra do número de alunos e os professores estão satisfeitos),
– logo, a escola privada é boa e a escola pública não presta ou, pelo menos, está em decadência.
Os propósitos visados são óbvios: convencer o leitor de que a privatização do ensino (e.g. incremento dos apoios ao setor privado, com ou sem prejuízo do ensino público, atribuição de cheques-ensino para subsidiar as famílias que escolhem escolas privadas) é o caminho a seguir, como rezam as cartilhas de alguns partidos políticos.
É legítimo defender estas ideias, com clareza, transparência; vivemos em democracia. Inaceitável e pouco honesto é venderem-nos doutrina disfarçada de informação, qualquer que seja o vendedor.
Temos mesmo que ler melhor e mais criticamente.
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Fev 14 2022
Os velhos deviam reformar-se e dar lugar aos novos. Os velhos não podem reformar-se porque não há novos. Os velhos deveriam ter redução para permitir a entrada no quadro de sangue novo. Os velhos não deveriam ter reduções porque há alunos sem aulas. Há demasiados candidatos a professores, é necessário fechar ou reduzir os cursos de formação inicial. Há falta de professores, é necessário abrir ou aumentar os cursos de formação de professores. Os professores têm demasiados privilégios e ganham muito bem, é necessário dificultar-lhes a carreira e reduzir os salários. Os professores enfrentam demasiadas dificuldades e ganham pouco, é necessário facilitar-lhes o acesso a uma carreira com melhores condições.
O problema de quem não pensa além do prazo curto e da conveniência particular é que diz uma coisa e o seu contrário com muito pouco tempo de intervalo e escasso decoro. As circunstâncias não mudaram. Era tudo previsível. Não se desculpem com troikas. E, antes disso, não se justifiquem, alegando teorias da treta sobre “mérito” e coisas assim. Como se pode ver, o que conseguiram ao limitar o horizonte de carreira foi afastar candidatos à docência e ter de recorrer de novo a quem acaba por andar a fazer “biscates” à moda dos tempos em que alguns jornalistas deram um par de anos de aulas. Afinal, quase tudo se baseou apenas em preconceitos e numa enorme desresponsabilização sucessiva de decisores de vistas curtas e escassa “integridade”.
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Fev 13 2022
Verdade se diga às vezes confundo determinados jornalistas com avençados…com agendas escondidas.
Domingo | O Meu Quintal
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Fev 13 2022
O absentismo escolar e laboral vai manter-se elevado nas próximas semanas. Segundo o relatório das linhas vermelhas, a atividade epidémica é ainda acentuada e a linhagem BA.1 da variante Ómicron é dominante em Portugal.
A situação pandémica no país e o consequente isolamento são responsáveis por muitas faltas nas escolas e no trabalho. Nas próximas semanas, deve manter-se o absentismo porque, apesar de uma tendência decrescente em todas as regiões do país, o vírus mantém uma elevada atividade, com pressão nos serviços de saúde e na mortalidade.
Segundo o relatório das linhas vermelhas relativo aos últimos 14 dias, registaram-se 63 mortos por milhão de habitantes e, nos cuidados intensivos, a ocupação foi de 66%.
A linhagem BA.1 da variante Ómicron é ainda dominante, mas tem vindo a dar espaço à mais recente linhagem, a BA.2, que tem aumentado progressivamente a circulação.
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Fev 13 2022
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Fev 13 2022
Cerca de 30 mil alunos estarão sem professores pelo menos a uma disciplina. Escolas apostam no reforço de horas extraordinárias, mas esta solução poderá conduzir a um aumento das baixas médicas, alerta dirigente da Fenprof.
Os professores de Educação Especial e do 1.º ciclo estão entre os mais procurados pelas escolas para substituírem docentes que, entretanto, entraram de baixa médica. Em conjunto somavam esta semana 1507 das 6207 horas de aulas que estavam a concurso: em Educação Especial estavam por garantir 810 horas e no 1.º ciclo (1.º ao 4.º ano de escolaridade) outras 697.
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Fev 12 2022
Ser professor hoje é mais do que ser professor. Falemos do ensino não superior, onde às atividades letivas se soma uma imensidão de tarefas administrativas. O relatório Eurydice “Os Professores na Europa – Carreira, Desenvolvimento e Bem-Estar”, da Comissão Europeia, aponta este como um dos principais fatores que provocam stress junto dos professores.
O relatório recorda os dados TALIS 2018 (OCDE) – Inquérito aos docentes e diretores de escola sobre ensino, ambientes de aprendizagem existentes nas escolas e condições de trabalho. “Na Europa, quase 50% dos docentes do ensino secundário inferior sofrem de stress no trabalho. Em Portugal, quase 90% dos professores declaram sentir stress no seu trabalho, tal como 70% dos professores na Hungria e no Reino Unido (Inglaterra). Ainda mais preocupante é o facto de, nestes três países, a percentagem de professores que sofrem muito stress é o dobro da média na União Europeia”, diz o estudo.
É esse mesmo inquérito que refere: “os professores do ensino secundário inferior apontam o trabalho administrativo como a sua principal fonte de stress. Além disso, os dados revelam que três das quatro principais fontes de stress não estão diretamente ligadas às tarefas nucleares da docência: trabalho administrativo, responsabilidade pelos resultados dos alunos e exigências das autoridades educativas”.
Em Portugal dois terços dos professores consideraram o trabalho administrativo como causador de stress. A este fator juntam-se outros como o “corresponder às exigências das autoridades educativas”, o “ter demasiados trabalhos dos alunos para avaliar”, ou ainda os que estão diretamente ligados ao seu trabalho, como a preparação de aulas, manter a disciplina dentro da sala de aula, ou registar as preocupações dos pais/encarregados de educação”.
Acredito que a pandemia e as exigências com que a escola no seu dia-a-dia é confrontada veio trazer mais dificuldade à tarefa dos professores, mas também ao pessoal não docente, aos pais e às famílias. O regresso ao segundo período das atividades letivas está a ser difícil de gerir, com alunos e professores em confinamento, com a necessidade de garantir àqueles que estão em casa as matérias que são lecionadas na sala de aula; ou a obrigatoriedade (no caso dos diretores de turma) de informar os encarregados de educação sempre que um aluno fica em isolamento devido à Covid-19 (acrescentando assim mais um ato administrativo ao da docência). São tarefas que tornam o trabalho do professor mais díficil e desgastante.
Vivemos tempos que não são normais e este foi o caminho encontrado para, de forma célere, dar respostas às situações diárias que estão a surgir. Em tempo de guerra todos devemos ser chamados e todos devemos estar no lado da solução. Na escola é isso que se procura fazer. Mas importa também começar a olhar para o futuro e para as implicações que esta nova realidade, em conjunto com os fatores anteriormente descritos da pré-pandemia, poderá trazer para o corpo docente das escolas, o qual como sabemos está envelhecido; mas também aos alunos que desta vez não são vítimas de opções e programas políticos, mas de uma pandemia que há dois anos nos assola e que certamente deixará marcas…
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Fev 11 2022
No mês de março de 2022 ficam aposentados 118 docentes da rede pública do continente.
A partir deste mês coloco neste quadro a soma do número de docentes vinculados em cada um dos anos para ser feita a comparação com o número de aposentações desse ano.
Desde 2012 aposentaram-se pouco mais de 17 mil docentes enquanto entraram no quadro 14.281 docentes.
No entanto já fizemos o apuramento de quantos docentes entraram no quadro desde 2012 e já ultrapassaram a idade legal de trabalho em funções públicas ou já têm a idade legal para a aposentação.

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Fev 11 2022
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Fev 11 2022
Desde 2020, a aguardamos autorização do ministério das finanças… vergonha!O provedor de justiça escreve várias vezes para o Governo, nem a eles lhes respondem…

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Fev 11 2022
Publicitação das listas definitivas de Colocação, Não Colocação, Retirados e Listas de Colocação Administrativa – 21.ª Reserva de Recrutamento 2021/2022.
Aplicação da aceitação disponível das 0:00 horas de segunda-feira dia 14, até às 23:59 horas de terça-feira dia 15 de fevereiro de 2022 (hora de Portugal continental).
Consulte a nota informativa.
SIGRHE – aceitação da colocação pelo candidato
Nota informativa – Reserva de recrutamento n.º 21
Listas – Reserva de recrutamento n.º 21
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Fev 11 2022
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Fev 10 2022
Porque se manda a fatura para os fundos europeus depois dos ramalhetes serem anunciados como grandes medidas do Governo.
E não há forma de desbloquear com os fundos europeus quem está preso nos 4.º e 6.º escalões?
Exmo(a). Senhor(a)
Diretor(a) do Agrupamento de Escolas/Escola não AgrupadaFruto da situação pandémica vivenciada durante os anos letivos de 2019/2020 e de 2020/2021, os alunos sofreram o impacto da mudança abrupta do ensino presencial para um ensino a distância tendo esta transformação afetado todos os alunos, especialmente os que já se encontravam em situação de maior vulnerabilidade.
…
No sentido de agilizar tal registo e a respetiva quantificação e valorização, a DGE disponibiliza uma plataforma específica para registo de dados e recolha de documentação cujo tutorial se apresenta abaixo.
No imediato, e através dessa mesma plataforma, solicita-se o reporte dos mapas de horas relativos à atividade desenvolvida no âmbito de cada operação por docentes e técnicos no período compreendido entre 1 de setembro e 31 de dezembro de 2021, bem como cópias dos respetivos recibos de vencimento.
A este propósito, sublinha-se que os dados recolhidos se destinam exclusivamente ao suporte da informação a reportar ao POCH no âmbito dos procedimentos inerentes às operações e ao respetivo financiamento, sendo apenas mantidos pelo tempo estritamente necessário a esse escrutínio e não podendo ser utilizados em quaisquer outros contextos, em estrita conformidade com as obrigações legais, designadamente em matéria de proteção de dados.
Agradecendo, desde já, a colaboração
Sem outro assunto, de momento
José Vítor Pedroso
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Fev 10 2022
Encontram-se abertas as inscrições para a “Formação de classificadores na definição de processos conducentes à realização e classificação eletrónica em provas de avaliação externa em ambiente digital.”
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Fev 10 2022
Depois de uma falha minha e que por incrível que pareça ainda não tenha resolvido dentro de mim.
Verdade! Uma coisa tão simples mas que mexeu tanto comigo e que me desgastou tanto emocionalmente.
É certo que existem coisas piores e que não sou perfeita mas quando falhamos connosco próprias, tudo ganha outra dimensões…
Mas deixando este episódio menos feliz da minha vida no passado. Hoje consegui finalmente ter a oportunidade de ter uma reunião na escola do Tomás, onde ia expor cara a cara a quem de direito o que se tem passado.
Acredito que na vida tudo acontece por algum motivo, e mesmo que na altura não consigamos, pela tristeza e revolta, as respostas que precisamos chegarão.
E se antes chorei muito com esta minha falha, hoje olhando para trás agradeço por ter acontecido. Não aconteceu porque não tinha de acontecer.
Embora achasse que estava devidamente preparada, não estava. Não tinha sequer vivenciando na primeira pessoa o trabalho do Tomás na escola.
Foi preciso haver as férias de Natal e a pausa do semestre, para pararmos, olharmos com atenção para os trabalhos e revermos com ele toda a matéria que tinha sido dada até ao momento.
E se já tínhamos algum receio, nessa altura tivemos a certeza que o Tomás precisa de mais apoio em sala.
Não é uma questão de acompanhamento porque este felizmente tem acontecido e ambas as professoras (Tutora e de ensino especial) têm feito um bom trabalho mas é uma questão de recursos humanos.
O Tomás precisa que exista uma pessoa a acompanho-lo, que o ajude a focar-se e o apoie nas suas dificuldades, num trabalho de um para um e por mais boa vontade que exista da professora, o Tomás não é o único aluno, além dele existem mais 19 a pedir a sua atenção.
O problema é do sistema, que se diz inclusivo e que não é!
É bonito ter um decreto-lei 54/2018 para se mostrar que a Educação é inclusiva, quando na prática isso não acontece!
Este problema não é meu mas de uma sociedade retrógrada que chama inclusão a isto!
Na reunião senti-me como se tivesse no banco do “réu” no meio de tantos juízes que nada sabiam sobre o meu filho.
É isso o que é a EMAEI – Equipa Multidisciplinar de Apoio à Educação Inclusiva. E o engraçado é que esta equipa é simplesmente burocrática, não conhecem a criança e não estão no terreno para a ver. Pois bem na minha humilde opinião o que para mim é uma equipa multidisciplinar, é uma equipa que intervém directamente com a criança nas diferentes valências.
Os pais são chamados porque têm de ser, mas a equipa que trabalha com a criança fica de fora, porque não interessa. Na realidade o que mais interessa é a teoria, a prática é para se meter “debaixo do tapete”.
Fui documentada e com os meus objetivos muito bem delineados, sabia bem o que queria. Não estava ali para ganhar, mas para o Tomás ter os seus direitos, é isto que quero!
Mostrei factos, agradeci o trabalho que tem sido feito mas pedi mais, não está tudo a ser feito, é preciso intervir.
Ouvi que sou ansiosa e que até causo uma certa pressão ao meu filho, quando não é isso que acontece.
Eu acredito apenas nas suas capacidades, mas preciso que todas as pessoas também acreditem e como lhe disse enquanto houver alguém a fazer é porque é possível por isso não desistirei! A trissomia não define ninguém.
Dizem que a culpa é do Ministério da Educação, pois bem então eu vou lá! E alguém vai ter de me receber.
Desculparam-se que o Tomás é das crianças com mais apoio na escola, e eu agradeci por isso mas não é o suficiente. Lamentei naquela sala a desigualdade de oportunidades porque continua a ser revoltante perceber que o dinheiro é que dita o futuro da criança.
É inadmissível ter crianças autistas em casa, porque a escola não tem os apoios para dar resposta a essas mesmas crianças, como me disseram em forma de “desculpa”, pois bem, lamento muito! E lamentarei sempre.
Nunca precisei do estado, e dou graças a Deus por isso, mas e quem não pode? Como é que ficamos?
Ficamos nas medidas inexistentes escritas em decretos de lei?
Saí da reunião com o sentimento de missão cumprida porque lutei e fiz valer os direitos do Tomás. Defendi-lhe os seus interesses mas na realidade vim de lá sem nada.
Nada será feito! Porque a culpa é do Ministério da Educação… quando na verdade pode ser, mas também a escola não deixa os pais ajudarem nos recursos humanos que têm.
Eu não peço que invistam no meu filho, eu continuo apenas a pedir para deixem-me dar à escola o recurso humano que é preciso para o seu sucesso escolar.
Disseram-me que o Tomás é incrível, que é uma criança cheia de potencial e é verdade mas não posso deitar tudo a perder porque as teorias prevalecem na prática.
Sabem que mais, foi uma palhaçada esta reunião porque debateu-se o “sexo dos anjos”.
Enfim!
É a Educação que temos no nosso país!
Se virem uma mãe em frente ao Ministério da Educação, olhem, porque posso ser eu!
A mãe “maluquinha”, apelidada de ansiosa.
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Fev 10 2022
Juízes do Tribunal Constitucional debruçaram-se sobre dois casos em que pais conseguiram libertação imediata de famílias confinadas. Ministério da Saúde diz que tribunal não revogou norma, pelo que esta se mantém em vigor.
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Fev 10 2022
Há coisas estranhas e extraordinárias que parecem ultrapassar os limites da razoabilidade, na medida em que contrariam o que seria mais sensato, conveniente e oportuno…
Particularmente visível nos últimos dias, tem-se assistido a uma espécie de “guerrilha interna” instalada na Classe Docente, pautada por frequentes e, por vezes, intensas “escaramuças”:
Uns porque são contra os Professores mais novos, outros porque são contra os mais velhos; uns porque são contra Petições; outros porque são contra Concursos; uns porque são contra os Professores do Quadro, outros porque são contra os Contratados; uns porque são contra os Professores em final de Carreira, outros porque são contra os Professores no início da mesma; outros são contra apenas porque sim…
Nos últimos tempos, ser contra parece dominar grande parte das discussões sobre Educação, seja qual for o tema específico em apreço… E isso não significa que ter uma opinião é ser do contra, mesmo que esse ponto de vista seja discordante…
Isso significa que, muitas vezes, demasiadas vezes, se aproveita qualquer oportunidade para gerar desnecessárias polémicas e controvérsias e para se entrar no domínio da insensatez, do revanchismo e da personalização…
Em vez de unirem esforços contra quem efectivamente está na origem dos principais males endémicos que assolam a Classe Docente, sobretudo a Tutela e os seus cíclicos apaniguados, os Professores parecem perseguir no ensejo de encetar algumas lutas fratricidas, cujo resultado mais óbvio é a divisão insanável e permanente dessa classe profissional…
Há pouco mais de uma semana, por via das Eleições Legislativas, a Classe Docente teve uma oportunidade soberana para manifestar livremente todo o seu desagrado e indignação pelas políticas educativas emanadas pela Tutela…
Mas, e paradoxalmente, a maioria terá votado a favor da continuidade dessas políticas, manifestando, assim, uma explícita concordância face às mesmas…
Parecem revoltar-se agora, uns contra os outros, elegendo os próprios pares como “bodes expiatórios” de muita frustração e descontentamento…
Ora se censura os novos, ora se censura os velhos, ora se censura os que ganham mais ou os que ganham menos… E não se perde a oportunidade de pelejar, desde que seja contra alguma parte do grupo de pares, trazendo à lembrança aquele impiedoso e implacável aforismo: o pior inimigo de um Professor costuma ser outro Professor…
É muito mais fácil canalizar e dirigir a frustração para o grupo de pares do que lutar em uníssono por resolver os problemas que afectam a Classe Docente… Adia-se sistematicamente a resolução dos problemas de fundo que dizem respeito a todos e que afectam todos, e vai-se aliviando a frustração e a insatisfação daí decorrentes, fustigando os pares…
Luta-se muito contra “moinhos de vento” e inimigos imaginários, esgrimem-se muitos argumentos e contra-argumentos, mas as contestações oficiais e efectivamente válidas acabam por ser sempre tímidas, envergonhadas e aveludadas… Na realidade, não se avança para lado nenhum…
Como exemplo, há quantos anos se queixam os Professores acerca dos mecanismos de progressão na Carreira, dos salários e do actual Modelo de Administração e Gestão Escolar? Há muitos…
Quantas acções concretas foram empreendidas por si no sentido de pressionar a Tutela a efectuar as imprescindíveis alterações? Muito poucas e as que existiram não tiveram qualquer consequência visível, sobretudo por falta de adesão maciça dos próprios Professores…
Quando se trata de contestar em termos concretos, eis que surgem, quase sempre, as mais variadas justificações e entraves para não aderir e não o fazer…
O principal foco dos Professores, no que respeita a mostrar desagrado, parece ser conflituar entre si, sem ter em consideração o alcance do bem comum… Cada um por si e muito poucos por todos…
A luta contra quem manda (mal) nos desígnios da Educação pode esperar… Enquanto os Professores estiverem entretidos com quezílias internas, a Tutela bem pode continuar a mandar fazer o que muito bem lhe aprouver…
Como habitualmente, tudo passará e tudo acabará por ser aceite…
Mas as queixas e as lamúrias continuarão, subsistirão motivos para que a Classe Docente continue a reclamar e persistirá também o pensamento comiserativo de que o Mundo está contra si…
Mesmo que o Mundo esteja contra os Professores, o que têm feito os próprios, enquanto classe profissional, para contrariar esse revés? Que mostras de união, solidariedade e combatividade têm dado?
Em vez de se lutar por sanar o mal na sua origem, pretende-se, muitas vezes, remediar o que não tem remédio, assente na perspectiva do “distribuir o mal pelas aldeias”… “Maquilhar” o que não tem remédio é, na prática, aceitar o irremediável e consentir que não se erradique o mal de nenhuma aldeia…
A “cosmética” ajuda a disfarçar, mas não elimina as perversões nem os vícios instalados…
Na Classe Docente, parece prevalecer este tipo de pensamento: “Enquanto não for comigo, porque me hei-de preocupar?”…
Permitir que o mal afecte alguns, por acreditar que se está a salvo desses danos e que não se será atingido por eles, denota um pensamento dominado por uma certa ingenuidade e pela insensatez…
“Ah, insensatez, o que você fez?” (Insensatez, Tom Jobim).
(Matilde)
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Fev 10 2022
De um lugar que apontava para a ausência de futuro, o país ultrapassou as médias de progresso da União Europeia no abandono escolar e instalou-se numa posição bem mais esperançosa
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Fev 09 2022
A taxa de abandono precoce, medida pelo Instituto Nacional de Estatísticas, caiu 17 pontos percentuais na última década.
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Fev 09 2022
Uma jovem de 11 anos foi brutalmente agredida pelas colegas de escola no Entroncamento, não tendo recebido, segundo a mãe, qualquer apoio por parte dos responsáveis do estabelecimento de ensino. A agressão ocorreu na passada sexta-feira na Escola EB 2,3 Dr Ruy D’Andrade e foi filmada pelo grupo de agressoras.
https://twitter.com/DesconcertanteC/status/1491250217173544964?ref_src=twsrc%5Etfw%7Ctwcamp%5Etweetembed%7Ctwterm%5E1491250217173544964%7Ctwgr%5E%7Ctwcon%5Es1_c10&ref_url=https%3A%2F%2Fwww.funco.biz%2Faluna-de-11-anos-brutalmente-agredida-por-colegas-de-escola-no-entroncamento%2F
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Fev 09 2022
Maria de Lurdes Rodrigues foi reeleita esta terça-feira, 8 de fevereiro, reitora do Instituto Universitário de Lisboa (ISCTE) para um segundo mandato de quatro anos.
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Fev 08 2022
Um sinal do rápido regresso à normalidade.
A 23ª edição do Correntes d’Escritas foi apresentada esta manhã, no Cine-Teatro Garrett, pelo Vice-Presidente da Câmara Municipal da Póvoa de Varzim. Depois de a edição passada ter decorrido virtualmente por causa do confinamento, este grande Encontro de Escritores de Expressão Ibérica está agora de regresso aos nossos palcos.
De 22 a 26 de fevereiro, o público vai poder assistir presencialmente às intervenções de mais de 50 convidados vindos de Portugal, Espanha, Brasil, Moçambique, Angola e Argentina que – com prudência, mas com o mesmo entusiasmo de sempre – quiseram vir à Póvoa de Varzim celebrar a literatura e a vida.
Ao todo, vão ser mais de 30 lançamentos de livros, exposições, ações de formação e sessões de poesia que vão decorrer no Cine-Teatro Garrett, na Biblioteca Municipal, na Fundação Dr. Luís Rainha, no restaurante Theatro, na Galeria Ortopóvoa, no Museu Municipal e também percorrer as freguesias de Estela, Laúndos, Navais e Rates – uma novidade para este ano!
A Sessão de Abertura do Correntes d’Escritas vai realizar-se, como habitualmente, no Casino da Póvoa, no dia 23 de fevereiro, às 11h00, momento em que serão anunciados os vencedores dos Prémios Literários Casino da Póvoa, Correntes d’Escritas/Papelaria Locus, Luis Sepúlveda e Fundação Dr. Luís Rainha/Correntes d’Escritas, assim como apresentada a Revista Correntes d’Escritas nº 21, com dossiê dedicado a Rubem Fonseca. Viriato Soromenho Marques, professor catedrático de Filosofia na Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa, é o convidado da Conferência de Abertura que vai acontecer também dia 23, às 15h00, no Garrett.
Em tempos (ainda) de pandemia, não só os livros têm sido companhia; também a música tem embalado, cada vez mais, as mentes e corações de quem se recolhe(u). Por isso, e para homenagear a entrega destes artistas ao seu público ao longo dos últimos dois anos, o mote para as nove Mesas será o título de uma música, como por exemplo “Verdes anos”, de Carlos Paredes, “Sodade”, de Cesária Évora, ou “Pedra Filosofal”, de António Gedeão.
Este ano, para assistir a cada um dos eventos do Correntes d’Escritas será necessário apresentar bilhete. Os ingressos podem ser levantados presencialmente no Cine-Teatro Garrett, a partir do dia 11 de fevereiro, até pelo menos duas horas antes de cada sessão. As reservas, com limite de até 4 bilhetes por pessoa, podem ser feitas por telefone (252 020 119) a partir dessa data.
Pode consultar abaixo o dossiê de apresentação e o programa da 23ª edição do Correntes d’Escritas, que será alvo ainda de algumas atualizações:
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Fev 08 2022
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