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“O que se passa com professores é o exemplo da forma como o Governo atua”

“O que se passa com professores é o exemplo da forma como o Governo atua”

 

Para se ter uma profissão também é preciso sorte. Coitados dos professores! Que mais irá acontecer aos professores?!

Os professores, anteriormente, tiveram um ministro Tiago Brandão que não existia, agora, têm um ministro João Costa que existe, mas nada faz.

Antigamente as pessoas falavam, falavam  e iam presas, agora falam, falam e ninguém liga nada.

Este Governo tenta vencer os professores por saturação e cansaço, divide os professores dando a uns e não dando a outros para os desmobilizar e pô-los uns contra os outros.

O que se passa com os professores é o exemplo da forma como este Governo atua. Diz que negoceia para ganhar tempo, a seguir dá umas esmolas e no final é uma mão cheia de nada. Ameaça professores com faltas injustificadas, questiona atestados médicos, etc.

Este ministério é useiro e vezeiro em apontar o dedo em riste aos professores. Esta prepotência, acosso constantes e quero posso e mando não vão acabar bem. Uma coisa é impor por bem, outra é impor por mal.

Este ano escolar foi o mais conturbado de que há memória, mas pouco se avançou.

Este Governo ficará na história como um dos mais antiprofessores.

O estado caótico no ensino com falta de tudo e mais alguma coisa passou a ser natural na comunidade escolar: falta de professores; falta de assistentes operacionais; falta de material; falta de instalações; falta de capacidade para resolver os problemas dos professores.

No fundo, há falta de vontade política para resolver os problemas do ensino acumulados ao longo dos anos. Bom-senso precisa-se, mas não existe.

Tendo em conta o ambiente encarquilhado que se vive nas escolas, seria um ato de inteligência evitar mudanças de supetão – as provas de aferição digitais são um exemplo disso.

No Ministério da Educação nada se faz atempadamente para os professores se adaptarem e interiorizarem as mudanças.

A Educação está sempre em constantes transmutações, em que é impossível haver um fio condutor.

O Ministério da Educação é gerido por burocratas, muitos deles nunca estiveram numa sala de aula de uma escola. A experiência docente desses senhores é zero.

Os professores manifestam-se incessantemente, chamam à atenção e indignam-se, mas começam a ver que não adianta nada. As reuniões existem ‘para inglês ver’.

Tem de se mudar a forma de luta. Já se viu que com greves constantes não se consegue mais do que pequeninas vitórias.

A greve de zelo, como forma de protesto e reivindicação. Os professores estão no local de trabalho e fazem o seu serviço, dentro do que lhes é humanamente e fisicamente possível, sem dar horas à escola. Naturalmente haverá atrasos que se vão repercutir nas escolas.”

 

Joaquim Jorge – Notícias ao Minuto

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A luta dos professores vai valer a pena

A luta dos professores vai valer a pena

 

Na disputa entre “palácios”, entre Presidente da República e Governo, é cada vez mais visível uma “fissura” que pode ser um renovar da esperança para que a pugna docente chegue a bom porto.

 

Após seis longos meses de aturadas negociações entre os membros do Governo e as organizações sindicais do corpo docente, o Ministro da Educação João Costa afirmou que “houve 18 ou 19 pontos de aproximação aos sindicatos”. Tendo eu participado em todo esse processo negocial, não estou certo de que tenham sido tantos, mas, sim, graças à luta do conjunto do movimento sindical docente, os professores conseguiram fazer valer uma questão para si nuclear, qual seja o facto de ter ficado contemplada a graduação profissional como critério único para o recrutamento e colocação, quando o Governo pretendia que as escolas tivessem autonomia para contratar uma parte dos seus docentes com base num “perfil de competências”.

 

Não fora toda esta luta dos professores e também não teria sido possível consagrar neste novo regime jurídico dos concursos para a docência o caráter anual para todos eles, pois na proposta do ME eles passariam até a ter apenas periodicidade quinquenal!…

O recém-publicado Decreto-Lei n.º 32-A/2023, de 8 de maio,  estabelece o novo regime de gestão e recrutamento do pessoal docente dos ensinos básico e secundário e de técnicos especializados para formação, cria o modelo de “vinculação dinâmica”, que permitirá, desde já, a entrada nos quadros de mais de oito mil professores contratados. Continuando este regime legal a aplicar-se nos anos seguintes àqueles que reúnam os 1095 dias de tempo de serviço para a ele acederem.

Para os docentes contratados que não possam ou não queiram aceder a esta vinculação, são criados três novos índices remuneratórios que os beneficiam em função do respetivo número de anos de serviço.

Aqueles docentes ficarão no próximo ano na escola em que se vincularam, mas no concurso interno de 2024 serão obrigados a concorrer a todos os Quadros de Zona Pedagógica, cujo número passará dos atuais dez, com grandes distâncias a percorrer,  para 63, reduzindo significativamente as distâncias a percorrer. Isto para que a verdadeira colocação em lugar de quadro respeite a graduação profissional, evitando assim as chamadas ultrapassagens que aconteceram em concursos anteriores.

Explicando melhor, no modelo atual, sempre que há vinculação entre concursos, muitos professores que vinculam ultrapassam os que já estão colocados, na medida em que ocupam vagas que eram desejadas por professores com melhor graduação profissional. Agora a colocação temporária e transitória dos professores que vinculam corrige este problema, sendo que, a partir de 2024, todos concorrem em igualdade de circunstâncias para as vagas existentes.

Não obstante a enorme luta de que os professores têm dado provas nos últimos tempos, ainda não foi possível impormos ao ME outras reivindicações importantes como a recuperação integral do tempo de serviço e um modelo específico de aposentação que se aplique a todos os professores.

O Presidente da República quase que esgotou o prazo constitucional de 40 dias para a promulgação do Decreto-Lei supra-referido (ainda que o Governo estivesse interessado na sua rápida referenda e publicação de modo a não atrasar mais o lançamento dos concursos) e, quando finalmente, o promulgou, não o fez (e bem) sem que previamente tenha publicado uma nota oficial, manifestando a sua discordância quanto ao respetivo conteúdo e tendo aproveitado para cominar ao Governo a “recuperação faseada do tempo docente prestado e ainda não reconhecido”.

No âmbito da designada disputa entre Palácios, ou melhor, entre o órgão de soberania Presidente da República e órgão de soberania Governo, ou de forma mais prosaica, entre Marcelo e Costa, é cada vez mais visível uma “fissura” que, a par da luta dos professores, pode constituir um renovar da esperança para que a continuada pugna docente chegue finalmente a bom porto…

Mas, enquanto tal não sucede, no âmbito da plataforma sindical de que fazemos parte, vamos integrar a caravana dos professores que entre os dias 22 e 30 do corrente irá percorrer a mítica Estrada nacional nº 2, com paragem em escolas da respetiva região, como forma de dar visibilidade e força às reivindicações do corpo docente.

Caso o Ministério persista em não dar resposta às principais reivindicações do corpo docente, faremos uma ação histórica no dia 6 do 6 de 23, com duas grandiosas manifestação de professores nesse dia, em Lisboa e Porto.

 

Filipe do Paulo – Presidente da Pró-Ordem e da Federação Portuguesa de Professores

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Ponto da Situação de Hoje da Prova de Aferição de TIC

Com o início da greve às provas de aferição que tem início hoje, muitos dos problemas destas provas vão ser ocultados pela não realização das mesmas.

Assim,

  • A maior parte das escolas não consegue extrair a Senha dos alunos para a realização da prova de TIC;
  • Foi enviada uma senha pelo Presidente do JNE para abertura das provas de hoje que não funciona, porque está errada.

 

E hoje é apenas o primeiro dia.

Podem relatar outras situações na caixa de comentários.

 

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“Subdiretor de agrupamento de escolas demite-se por causa de pressões contra as greves e contra si de Delegado Regional de Educação do Norte”

“Subdiretor de agrupamento de escolas demite-se por causa de pressões contra as greves e contra si de Delegado Regional de Educação do Norte”

Este título resume o que venho aqui contar.

Amanhã entrego ao diretor do meu agrupamento, depois de uma longa conversa sobre isso hoje, o meu pedido de cessação imediata de funções como subdiretor do agrupamento de escolas da Abelheira, a escola onde sou professor para o resto da vida, enquanto quiser.

Vou pedir exoneração imediata.
Não sou obrigado a continuar em funções.
O cargo é de exercício voluntário.

O meu diretor foi pressionado por minha causa pelo Senhor Delegado Regional de Educação do Norte em reuniões e telefonemas.

Não lhe foi dito para me demitir, que essas coisas são sempre subtis. O piano já foi chamado de pianoforte e ficou só piano. Há certas pessoas que são sempre pianinhos…..

Foi-lhe dito que a greve às provas de aferição da semana passada era uma ideia de radicais que “estavam a dar má imagem da escola e dele (diretor).”

E que a greve tem graves problemas de moralidade (o senhor Delegado gosta de dar sermões).

Subtilmente foi sugerido numa reunião que viriam problemas se não me “controlasse”. Por “problemas” entendam-se: eventuais processos disciplinares a mim e a ele (sobre outras coisas, um deles na calha).

Aliás, a sanha é de tal maneira que até me foi imputada uma intervenção destrambelhada numa reunião onde não estive presente e que alegadamente terá melindrado um qualquer membro do governo.

A conversa com o senhor Delegado, na sede no Porto, deve ter sido interessante.

O meu diretor foi lá para ser notificado do arquivamento de um processo e saiu de lá alarmado com a perspetiva de que terei um PD e que isso cairia em si.

A conversa com o delegado resvalou para a greve de fome e questionamento sobre ela.O senhor delegado, pelos vistos, é pessoa que gosta de dar opinião, aos que julga seus subordinados, mesmo sobre aquilo que não é da sua conta.

Num dos dias de greve às provas de aferição, há 8 dias, o senhor Delegado telefonou para acabar de apertar os parafusos do receio que tinha instalado nesse primeiro dia.

Ouvi o telefonema (dos 2 lados) porque o som estava alto e estava sentado ao lado. Trabalhamos em openspace.

O responsável da DGESTE Norte, mesmo sabendo que nada houve de ilegal na greve de há 8 dias às provas de aferição, lembrou, entre outras coisas sumarentas, que os dirigentes escolares, ao contrário do que eu julgava, na sua opinião douta, tem de ser solidários com as posições politicas do governo ou calar-se ou sair.

Eu não sou dirigente capacho, não sou boy e não estou para aturar isto.

Não preciso ser subdiretor para ser quem sou.
Servi bem a comunidade da minha escola.
E servirei bem a dar aulas a tempo inteiro.

O meu diretor não vai ter de passar nenhum problema por ter o desafio de me segurar.

O senhor delegado parece querer a minha cabeça. Dou-lha de bom grado e ofereço a bandeja.

Por mim, a equipa diretiva e a escola a que pertenço não vão ter problemas por eu insistir em continuar em fazer o meu trabalho. E ser grevista e dar opinião pública sobre a falta de respeito aos professores.
Eu saio sem problemas.

E ninguém, mesmo um inspetor com carreira enriquecida com cargos políticos de nomeação PS, que exerce o cargo em substituição há largos meses, me atemoriza. Venham os processos.

Mas saio, porque se a minha presença causa incómodo e justifica receio de problemas, não me manterei a mais.
Problemas desses repercutem-se só em mim.

Não quero ser fonte de desconforto para a escola ou para ninguém. Por isso saio pelo meu pé.

Se o problema é comigo, o senhor delegado regional pode procurar saber de mim no sitio onde, depois de amanhã, darei as minhas aulas.

Já que não teve coragem de falar comigo daquilo de que me mandou recado.

O senhor delegado regional vai negar o seu papel nesta história. Óbvio…..o segredo destes métodos é negar o que se faz ocultamente.

A ironia é que tanta gente me atirava a cara que os dirigentes escolares não se demitem em solidariedade com a luta dos professores.

Serei o primeiro. E até quero ver a solidariedade comigo…..(não tenho expetativas).

E não duvidem que estarei ainda mais na luta.

Mais livre. E continuarei a dizer que Portugal não pode ser isto.

E continuarei a dizer que não me conformo com a injustiça e falta de respeito aos professores.

Antes de ser subdiretor, mantenho-me professor e, antes disso, cidadão de uma República, estado de direito democrático.

Luís Sottomaior Braga

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27 agrupamentos de exames bateram com a porta

Todos os agrupamentos de exames – responsáveis pela elaboração e classificação de provas – do Norte, Centro e Sul bateram com a porta, desagradados com a “desconsideração pelo seu trabalho por parte do Ministério da Educação (ME)”.

Coordenadores de agrupamento de exames colocam lugares à disposição

O DN apurou com várias fontes que, desde o meio da tarde desta segunda-feira, as “demissões” começaram a multiplicar-se, começando com os responsáveis pelos exames da zona Norte, seguindo-se o Centro e, finalmente, Lisboa. Há, a nível nacional, 35 agrupamentos de exames. Norte, Centro e Lisboa totalizam 27.

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O Que Diz o Artigo 535.º do CT (Proibição de Substituição de Grevistas)

Sendo este artigo o anunciado pelo S.TO.P. para a proibição de substituição de grevistas, deixo-o aqui para interpretação dos professores e das direções.

Julgo que a leitura correta do ponto 1 é suficiente para não haver dúvidas do que diz este artigo.

 

Artigo 535.º – Proibição de substituição de grevistas

 

Índice: Código do Trabalho (Online) em vigor desde 2009

  1. O empregador não pode, durante a greve, substituir os grevistas por pessoas que, à data do aviso prévio, não trabalhavam no respectivo estabelecimento ou serviço nem pode, desde essa data, admitir trabalhadores para aquele fim.
  2. A tarefa a cargo de trabalhador em greve não pode, durante esta, ser realizada por empresa contratada para esse fim, salvo em caso de incumprimento dos serviços mínimos necessários à satisfação das necessidades sociais impreteríveis ou à segurança e manutenção de equipamento e instalações e na estrita medida necessária à prestação desses serviços.
  3. Constitui contra-ordenação muito grave a violação do disposto nos números anteriores.

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Notícias da FENPROF

Perante a postura anti-democrática do ME, FENPROF sai da reunião de negociação suplementar

 

 

Foram dois os principais motivos que levaram a FENPROF a sair da reunião de negociação suplementar sobre a correção de assimetrias provocadas pelo congelamento do tempo de serviço aos professores.

Em primeiro lugar, o facto de o Ministro da Educação ter revelado aos sindicatos que o documento que apresentou na primeira reunião de negociação não vai sofrer qualquer alteração, mesmo após a realização de três reuniões políticas e de uma outra de teor técnico, o que revela que este processo dito negocial não passou de uma encenação.

Mas, acima de tudo, pela postura anti-democrática e discriminatória ao insistir em prosseguir com os procedimentos disciplinares contra os professores que fizeram a greve da Administração Pública a 17 de março, para a qual não estavam decretados serviços mínimos, em oposição ao sucedido com greves anteriores, consideradas ilegais por parecer da Procuradoria Geral da República. Concordando com este procedimento do ME, ao considerar que os professores aderiram à greve de boa fé, a FENPROF condena a existência de dois pesos e duas medidas.

No próximo dia 18 de maio, a FENPROF irá apresentar ao DIAP de Lisboa todos os casos de que tem conhecimento de faltas injustificadas e processos disciplinares aplicados indevida e ilegalmente a estes professores e educadores.

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Resumo da (impo)negociação de hoje – FNE

 

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No Quintal do Paulo

Eu não diria melhor do que o Paulo Guinote disse neste artigo.

 

Então, Vem Tu Instalar, Pázinho!

 

O problema não é a enorme dificuldade da aplicação… é a relação entre o tempo disponível e a quantidade de computadores onde aplicar.

Se o presidente do Iavé não percebe isso ou é mesmo [pi-pi-pi] ou está a fazer-nos a nós de…

 

 

 

Associação dos professores criticou o facto do “manual de instruções” ter chegado dois dias antes do arranque das provas. Presidente do IAVE responde e afirma que “até os alunos” a conseguem instalar.

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Mário Nogueira Abandona Reunião Negocial

E está a prestar declarações em direto, insultando o ME, o Ministro da Educação e o Secretario de Estado, sobre a injustificação de faltas aos professores na greve da Administração Pública.

Passado dois minutos todas as TV retiraram o direto.

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Informação do S.TO.P. Após a reunião com o ME

INFORMAÇÃO DO STOP

 

Primeiro balanço da reunião negocial com o Ministro da Educação onde este não apresentou nada de novo. Além do tema em cima da mesa, o S.TO.P. questionou por exemplo sobre a contagem integral do tempo de serviço, a Mobilidade por Doença, sobre os docentes nas Escolas Portuguesas no Estrangeiro (que o ME diz que vai salvaguardar brevemente), sobre os Assistentes operacionais, os Assistentes técnicos e Técnicos Superiores de Educação,…

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A luta continua, desta vez atravessando Portugal de Norte a Sul

Só posso considerar que o anúncio desta nova forma de luta antes da reunião com o ME é sinal que não haverá nenhuma cedência de parte a parte para a reunião de hoje.

 

A luta continua, desta vez atravessando Portugal de Norte a Sul

 

 

A Estrada Nacional 2 vai ser palco da próxima ação que as organizações sindicais de docentes irão concretizar. Com saída de Chaves a 22 de maio e chegada a Faro no dia 30, a caravana terá sete etapas plenas de contactos com a população, concentrações e plenários de professores, entre outras atividades.

De carro, de moto ou de bicicleta, o grande painel móvel que consta do cartaz, será acompanhado por professores.

No próximo dia 17 de maio, quarta-feira, as organizações sindicais de docentes apresentarão esta grande iniciativa que antecede a greve nacional e as manifestações previstas para 6-6-23. Esta apresentação terá lugar, em simultâneo, no marco de saída, em Chaves, e no de chegada, em Faro. Convidamos os/as Senhores/as Jornalistas a acompanharem a

 

Conferência de Imprensa

17 de maio, 12:30 horas

 

Chaves – marco de saída da EN2

Faro – marco de chegada da EN2

 

Em Chaves, serão dadas as informações relevantes sobre a primeira metade do percurso da caravana, com as informações sobre a segunda parte a serem prestadas em Faro. Na Conferência de Imprensa, será feito um ponto de situação sobre a luta dos professores após a reunião no ME que se realizará hoje, dia 15, num momento em que, para além do dia 6-6-23, se aproxima o final do ano letivo e, com ele, os períodos de avaliações finais e exames sem que o ME e o governo tenham resolvido a questão principal das reivindicações dos professores e educadores: a contagem integral do tempo de serviço congelado.

 

 

Lisboa, 15 de maio de 2023

As organizações sindicais

ASPL, FENPROF, PRÓ-ORDEM, SEPLEU, SINDEP, SIPE, SPLIU e SIPE

 

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Todos os Agrupamentos do JNE do Norte Puseram o Lugar à Disposição

Recebi informações que todos os responsáveis do Júri Nacional de Exames do Norte  puseram o seu lugar à disposição por desconsideração do seu trabalho pela tutela e por outras questões de índole profissional.

Acresce ainda que ainda não foram nomeados os docentes para os diversos Agrupamentos de Exames e que ninguém está disponível para fazer parte do trabalho nos Agrupamentos com as condições que o ME oferece.

Deixo a minha solidariedade a todos os que tomaram esta posição.

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Procuram-se Escolas Piloto para as Provas Finais do 9.º ano

Como estão a correr as Provas de Aferição vai ser muito difícil motivar alguma escola para ser Escola Piloto para a realização das provas finais em formato digital.

Mas posso estar enganado.

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Informação às escola Servidor TIC Offline

Para quem começa a prova amanhã às 9:00 é de uma enorme utilidade este apertar do prazo.

 

Exmo. (a) Sr.(a)

Diretor(a)/Presidente da CAP/ Diretor(a) Pedagógico(a)

O Júri Nacional de Exames (JNE) informa que as escolas não devem instalar o servidor TIC em Offline até ao início da tarde do dia de hoje, 15 de maio de 2023.

Com os melhores cumprimentos,

Luís Duque de Almeida

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Carta aberta aos Sindicatos dos professores contratados da EPM-CELP

Ex.mos Representantes Sindicais
Os professores portugueses contratados da EPM-CELP vêm referir o seguinte, relativamente à
triste situação atual, após a saída do decreto que rege este concurso em vigor (DL n.o 32-A/2023
de 8 de Maio):
Nas rondas negociais com os sindicatos, o que estava a ser debatido era a vinculação no
concurso 2023/2024, e, nas posteriores declarações dos Exmos. Senhor Ministro da Educação e
o Senhor Secretário de Estado da Educação, em momento algum foi referido o ano letivo
2024/2025, logo, naturalmente, foi assumido por sindicatos e pelos docentes nas EPE, que os
dirigentes máximos do Ministério da Educação se referiam ao ano letivo em discussão, o ano
letivo 2023/24.
Após o esclarecimento prestado pela Exma. Diretora da DGAE, ficou claro que todos os docentes
cujo vinculação foi negociada, terão a sua situação resolvida no concurso externo já a decorrer…
todos… menos nós os professores nas EPE. Mais, mediante esta/este exclusão/adiamento, a
precariedade deste grupo de docentes agudiza-se. Pois veem-se impossibilitados de vincular,
quer pela Norma Travão, quer pela Vinculação Dinâmica, quer em segunda prioridade (pois com
tantos milhares de vagas a abrir para vincular, nenhumas haverá para 2a prioridade). Pior…
fazendo contas e olhando para as ofertas, em anos anteriores, de Contratação Inicial e de
Reservas de Recrutamento 1 (as duas colocações como contratado que permitem acumular um
ano de serviço completo), facilmente se conclui que o número de horários completos e anuais
a serem disponibilizados para 2023/2024 será dramaticamente inferior ao habitual. Assim, os
professores portugueses contratados nas EPE, não veem a sua justa pretensão de vinculação
concretizada, e perante a incerteza que resulta desta realidade, do cansaço acumulado de anos
e anos de precariedade e da revolta por verem promessas não serem cumpridas, veem-se
igualmente condicionados de terminar o seu vinculo com as EPE e regressar a Portugal, pois ao
contrário do que sucedia até à publicação deste novo decreto lei a reger os concursos, já nem o
lugar que há anos garantiam em Contratação Inicial, é uma certeza.
Sem qualquer hipótese de vinculação no concurso a decorrer, este conjunto de docentes, têm
surpreendentemente (depois das promessas públicas de vinculação proferidas) mais uma vez …,
as suas vidas profissionais e pessoais em suspenso, à espera de um Decreto-Lei que regerá os
“quadros de Escolas Portuguesas no Estrangeiro”, sobre o qual nada sabem e nada foi adiantado.
Por tudo isto, temos de demonstrar insatisfação e revolta por esta exclusão do concurso e a
necessidade de reparação em tempo útil desta nova injustiça, permitindo-nos a vinculação em
2023/2024. Da nossa parte serão adotadas todas as diligências necessárias à reparação da
situação injusta a que nos continuamos a ver forçados.
Agradecemos o apoio do sindicato, incluindo-nos nas próximas negociações e diligências, como
por exemplo na próxima reunião com ME agendada para amanhã, expondo e alertando, uma
vez mais, para a nossa situação profundamente injustiça, que se arrasta há décadas sem
qualquer resolução e que já conta com um historial de injúrias e discriminações por parte do
nosso governo.
Com os melhores cumprimentos
Professores portugueses contratados da EPM-CELP

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Continuo Sem Perceber A Abertura de Vagas da Vinculação Dinâmica

Desde que foi anunciado pelo Ministro da Educação o primeiro número de vagas à Vinculação Dinâmica nunca consegui compreender como se chegava a esse número.

A Nota Informativa diz o seguinte na página 18:

Mais se informa que foram consideradas para abertura de vaga, nos termos do n.º 1 do artigo 43.º do referido decreto-lei, as colocações finalizadas pelos AE/ENA ao longo do mês de dezembro de 2022, considerando-se assim as mesmas equiparadas a colocações ativas a 31 de dezembro para efeitos do presente concurso.

 

Neste caso até consideraram os horários temporários que terminaram de Dezembro de 2022 e não estavam ativas em 31/12/2022.

Mais uma vez retirei as colocações em horário anual pela Contratação Inicial e todas as colocações até à Reserva de Recrutamento 14, pois estes horários em princípio estariam todos ativos em 31/12/2022.

É possível que muitas colocações em horário anual não tenha sido aceites.

Mas também se deviam somar as colocações em horário temporário que estivessem ativas em 31/12/2022 e essas não considerei, assim como não considerei as colocações em Contratação de Escola.

Existem 13.863 colocações em horário anual até à RR14, sendo que as colocações no QZP7 superam largamente as colocações no QZP1.

Existem enormes discrepâncias entre este quadro das colocações anuais com o quadro de vagas abertas para a Vinculação Dinâmica. E eu continuo a suspeitar que as vagas que abriram são um isco para que os professores do Norte concorram este ano à Vinculação Dinâmica, porque não representam a realidade dos contratos ativos em 31/12/2022.

 

O próximo quadro é o número de vagas que abriu para a Vinculação Dinâmica que em nada tem a ver com o número de colocações que provavelmente deveriam estar ativas em 31/12/2022.

 

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Possíveis opositores à Vinculação Dinâmica

Este documento apresenta uma lista colorida com os candidatos ordenados à contratação Inicial 2022/2023, onde apuramos os candidatos que não estavam colocados na Reserva de Recrutamento 14 (ou seja, aqueles que não reúnem logo o 1.º critério para a Vinculação Dinâmica) e os docentes que estão pela Norma Travão (verde e amarelo, de acordo com a legenda) que não são candidatos à Vinculação Dinâmica porque estão pela 1.ª prioridade.

Assim, os candidatos que não estão pintados são aqueles que podem reunir as restantes condições para serem candidatos à Vinculação Dinâmica.

Este documento pode servir para uma decisão mais fundamentada da vossa parte.

 

Legenda:

Vermelho – Não colocados na RR14

Verde – Norma Travão (nesse grupo)

Amarelo – Norma Travão (noutro grupo)

 

 

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O novo regime de concursos acabará com os professores de “casa às costas”?

 

O novo regime de concursos acabará com os professores de “casa às costas”?

 

 

É verdade que os 8233 professores em condições de concorrer ao regime de vinculação dinâmica entrarão nos quadros, ficando com maior segurança contratual. Mas não acabarão os dias “da casa às costas”.

 

Notícia completa para assinantes.

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CONSELHOS SOBRE O CONCURSO…. DÁ-LOS É RISCO MAIOR QUE CONCORRER

 

Muita gente me tem feito telefonemas e mandado mensagens por causa do concurso e mormente da Vinculação dinâmica.

Tenho gosto em atender as pessoas que acham que possa ter algo a dizer para as ajudar.
Dá-me satisfação sentir o apreço delas dessa forma.

Mas tenho a sensação que muitos ficam desiludidos. A minha forma de pensar tende a desiludir.
Um dos maiores defeitos que tenho é uma certa dureza racional que me faz ser um bocado seco nas respostas.

Não me considero má pessoa mas, numa crise, olho numa lógica de risco.
Assim em pontos:

A. Nível geral

1. Não estaríamos assim se tivéssemos arriscado mais nas greves (3 dias seguidos de greve total). O governo não teria feito estas habilidades. Isto é a minha “introdução ralhete”.

2. Marcelo promulgou porque teria de enfrentar o circo mediático do Governo a dizer falsamente que não promulgar seria prejudicar 8 mil professores que não vinculavam. Não era verdade, mas ele sabe e sinalizou aos profs….lutem para prevenir o próximo ano.

3. Ao promulgar, Marcelo lançou o presente e futuro caminho de luta: disse que, para o ano, não podem ser obrigados a concorrer a nível nacional. Logo, isso significa mais luta e reivindicações de mudança da lei.

4. As vagas abertas este ano para Vinculação são um engodo falso. Ponto. Não querem dizer nada sobre o futuro. O tal concurso a nível nacional, que ē preciso lutar para evitar (ou mitigar nos seus efeitos) é que vai selar destinos.

5. Como os quantitativos foram inchados, não vai haver depois vagas para contratados e mobilidades entre QZP. E a redistribuição dos QZP velhos para os novos vai ter efeitos imprevistos, até para quem está neles (e não em mobilidade) por causa dos mapas feitos às 3 pancadas (estive a ver alguns casos e fizeram-me lembrar a “ignóbil porcaria” – ver DR. Google)

5. As boas noticias é que o futuro é nosso. A falta de professores vai ser avassaladora (mais vagas) e o concurso ē anual (há esperança anual de correcção de enganos).

B. Nível individual

1. Cada um deve analisar as suas hipóteses olhando para a sua graduação e a verificando a origem e colocação dos que estão à sua frente (são horas de pesquisa, mas pode dar frutos)

2. Devem pensar que as vagas virtuais e de engodo deste ano estão inchadas e este ano dá Norte com os 30% a mais que lá meteram face ao que seria lógico. Mas para os últimos 30%, com a batota previsível no ano que vem dá quase certamente sul e algarve no ano seguinte e sem remissão.

3. Concorrer pode dar desterro, mas não concorrer pode dar desemprego (vai haver menos horários para contratação, diluidos que estão nas vagas inchadas). Vai haver substituições e incompletos (e quem quer trabalhar tem de estar atento a como concorre aí). E não se esqueçam da novidade do conselho de diretores.

4. A decisão implica falar com a família e combinar um prazo para o risco. Eu sou um otimista e acho que em 2 ou 3 anos isto tudo vai melhorar (o futuro é nosso com a falta de professores), mas os próximos anos vão ser de ajuste que será anual. Quem quiser estar no sistema tem de olhar a esta dinâmica.

E não digo mais nada como conselho. E sei que não foram grande coisa.

A decisão é muito das circunstâncias de cada um.

E isso é chato de dizer a quem pede conselhos.
Há mesmo uma forte componente de risco individual, que só o conhecimento pleno das circunstâncias particulares de cada um permite medir.

Mas ponderem bem, avaliem com racionalidade.

Tenho aprendido nos últimos tempos que o arrependimento de não fazer é a pior emoção possível.

Poder fazer e não ter feito, por não ter ponderado bem e julgar que podia emendar depois.

O que fizerem neste caso tem mesmo peso e não devem ter a atitude “seja o que Deus quiser”.

Decidam o que decidam, ponderem bem o risco de não fazer. Têm muitos dias e não há nada pior do que conviver com decisões para a vida toda e arrepender-se de não ter refletido bem.

E seja como for, quando forem chamados à luta pensem nisto: se tivéssemos feito uma greve total de 3 dias talvez o governo não tivesse lata de vos causar estas escolhas diabólicas.

E, agora, quando estivermos a lutar para, entre outras coisas, acabar com o concurso obrigatório a todo o pais, temos pela frente um governo bem mais fraco que o que existia em dezembro.

E com um presidente que disse ao que vinha e apoiará o barulho que fizermos.

Luís Sottomaior Braga

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Provas de Aferição – Instalação do Offline

Deixar apenas um dia disponível para aplicar a prudência anunciada neste manual?

 

A instalação dos servidores offline, na generalidade dos equipamentos, não deverá gerar problemas de maior, sendo, não obstante, mais prudente proceder à instalação dos servidores com antecedência relativamente à aplicação das provas.

 

 

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Aferição Em Cima do Joelho

Escolas têm dois dias úteis para instalar aplicações para provas de aferição

Mais de 250 mil alunos vão realizar as provas, o que significa instalar uma aplicação em 250 mil equipamentos. Associação Nacional de Professores de Informática diz que será difícil.

Os professores de informática alertaram nesta sexta-feira para as dificuldades de conseguir instalar em tempo útil no computador de todos os alunos a aplicação necessária para a realização das provas de aferição digitais, que começam na terça-feira.

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A importância da educação no combate à normalização da mentira na política – Alberto Veronesi

A importância da educação no combate à normalização da mentira na política

 

Somente quando as pessoas começarem a pensar por si mesmas, a formar opiniões independentes, é que a mentira perde o seu poder. E isso, obviamente, não interessa aos políticos de carreira.

 

Muito se tem falado da degradação das instituições por parte dos políticos. A instituição que mais tem sido massacrada, com o propósito de a reduzir a um local de doutrinação, é a escola.

O problema dos professores na rua tem muito mais a ver com a degradação da escola e a desvalorização da educação, como propósito político para perpetuar os incompetentes no poder, do que com questões laborais, mesmo que legítimas.

Nesse sentido, é importante revisitar e explicar a relação entre a mentira e a política.

Factualmente, a mentira é uma das principais ferramentas dos políticos, pois permite que eles controlem a opinião pública e manipulem os eleitores. No entanto, a mentira pode levar à erosão da confiança nas instituições e na democracia, como um todo. É através dela e por meio dela que perdemos a confiança no mundo e, com isso, nos tornamos incapazes de agir juntos.

Quando os políticos mentem, eles minam a confiança dos cidadãos nas instituições políticas, o que leva à descrença nas próprias bases da democracia, afastando as pessoas sérias e, por conseguinte, perpetuando aqueles que normalizam a mentira.

A normalização da mentira por parte dos políticos é, para mim, uma forma de violência social, pois ela pode destruir o mundo interior do cidadão, a sua capacidade de confiar no mundo exterior, e, com isso, a sua capacidade de agir. Criar seres apáticos, inativos e cumpridores é o desígnio.

Quando os políticos mentem de forma sistemática, eles estão a causar danos psicológicos e sociais graves a todos os cidadãos, o que pode levar à desintegração da sociedade e a fazer crescer os populismos. A culpa não é dos órgãos de comunicação social, como disse António Costa, a culpa é dos políticos.

A única forma de combater a mentira na política é através da educação e da formação, criando cidadãos cultos e críticos, que saibam e consigam discernir entre aquilo que é uma normalização da mentira e aquilo que é o verdadeiro propósito dela. Talvez se perceba a razão pela qual a escola estatal esteja a ser desconsiderada de há 20 anos para cá.

Somente quando as pessoas começarem a pensar por si mesmas, a formar opiniões independentes, é que a mentira perde o seu poder. E isso, obviamente, não interessa aos políticos de carreira. A ideia de que os cidadãos servem para os servir, votando neles e perpetuando-os nos cargos, e não o contrário, é promiscua.

Nesse sentido, a educação é fundamental para formar cidadãos capazes de distinguir entre a verdade e a mentira na política e de agir de forma responsável em defesa da democracia.

 

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Centenas de professores agradecem este sábado a Igor Julião

Centenas de professores agradecem este sábado a Igor Julião

 

Presença pretende agradecer a Igor Julião que saiu em defesa da luta da classe docente

 

Centenas de professores vão marcar presença este sábado no Estádio do Vizela, no jogo com o Famalicão, como forma de agradecimento a Igor Julião, futebolista que, em janeiro passado, saiu publicamente em defesa de uma classe que nos últimos meses tem protestado “contra a degradação das condições de trabalho dos seus profissionais”.

Na altura, na receção ao Rio Ave Igor Julião foi o Homem do jogo e aproveitou a passagem pela flash interview da Sport TV para deixar o seu apoio aos professores afirmando: “Aproveito esse espaço para dizer o seguinte: o Vizela nessa semana visitou onze escolas e quero mandar uma mensagem para os professores. Todos os dias de manhã vemos os professores a lutar pelos direitos deles e, como jogador de futebol, uso esse espaço para dizer que estamos com eles nesse momento, esperamos que eles consigam os direitos deles”. A partir desse momento tornou-se o jogador preferido dos professores que este sábado vão agradecer ao jogador.

A iniciativa parte do grupo Missão Escola Pública, que está a mobilizar os professores da zona norte para a iniciativa denominada “Apoio dos professores ao jogador Igor Julião”, com o objetivo de juntar um milhar de docentes.

Refira-se que o FC Vizela disponibiliza bilhetes a preço simbólico, de valor inferior ao habitualmente praticado para o público em geral.

Na página do evento percebe-se que haverá muita gente presente, de Famalicão, Braga, Felgueiras e de muitas outras localidades da região, mas também de outras zonas do país.

 

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Sondagem Sobre a Vinculação Dinâmica

Faço esta sondagem para perceber a percentagem de docentes que reunindo as condições para este concurso optaram por não concorrer à Vinculação Dinâmica.

Pedia que apenas respondessem os docentes que reúnem as seguintes condições:

Podem ser opositores ao concurso externo de vinculação dinâmica os candidatos que reúnam os requisitos gerais e especiais constantes do artigo 22.º do ECD e que cumpram cumulativamente os requisitos previstos no n.º 1 do artigo 43.º do Decreto-Lei n.º 32-A/2023, de 08 de maio, nomeadamente:

a) Estarem colocados no dia 31 de dezembro de 2022 num AE/ENA da rede pública do Ministério da Educação, com qualificação profissional, em regime de contrato a termo resolutivo.

b) Possuam, pelo menos, 1095 dias de tempo de serviço para efeitos de concurso prestado nos termos do n.º 2 do artigo 43.º do Decreto-Lei n.º 32-A/2023, de 08 de maio, em:

i. Estabelecimentos integrados na rede pública do Ministério da Educação;

ii. Estabelecimentos integrados na rede pública das Regiões Autónomas;

iii. Estabelecimentos do ensino superior público;

iv. Estabelecimentos ou instituições de ensino dependentes ou sob a tutela de outros ministérios que tenham protocolo com o Ministério da Educação;

v. Estabelecimentos do ensino português no estrangeiro, incluindo ainda o exercício de funções docentes como agentes da cooperação portuguesa nos termos do correspondente estatuto jurídico;

vi. Estabelecimentos de ensino particular ou cooperativo com contrato de associação.

c) Tenham celebrado contratos de trabalho em funções públicas a termo resolutivo com o Ministério da Educação nos dois anos escolares anteriores, com qualificação profissional, dos quais resulte uma das seguintes situações:

i) Tenham prestado, pelo menos, 180 dias de tempo de serviço em cada um desses anos;

ii) Tenham prestado, pelo menos, 365 dias de tempo de serviço no cômputo desses dois anos e em cada um deles ter prestado, pelo menos, 120 dias de tempo de serviço.

 

Aos que reúnem condições para a Norma Travão e não reúnem para a Vinculação Dinâmica pedia que não respondessem à sondagem porque vai desvirtuar os resultados.

Interessante seria perceber de onde são maioritariamente as respostas, mas acredito que serão na sua maioria os candidatos do Norte que vão responder NÃO. Mas posso enganar-me.

[TS_Poll id=”2″]

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Vinculação Dinâmica: Dar com uma mão e tirar com a outra…

Vinculação Dinâmica: Dar com uma mão e tirar com a outra…

 

 

Com a publicação do Decreto-Lei n.º 32-A/2023 de 8 de Maio, os Professores que, no presente, sejam opositores ao Concurso de Vinculação Dinâmica, ver-se-ão obrigados a concorrer a nível nacional no ano escolar 2024/2025…

Isso significará que, em 2023/3024, muitos desses Professores poderão ficar colocados perto da sua área de residência, mas no ano seguinte não terão qualquer garantia de que o mesmo suceda, uma vez que serão obrigados a concorrer a todo o país, se pretenderem manter o vínculo que lhes foi concedido…

Em 2024/2025, quantos dos Professores que agora sejam candidatos à Vinculação Dinâmica ficarão sujeitos à respectiva colocação em Agrupamentos situados a dezenas ou a centenas de quilómetros da sua área de residência?

Com a manigância de obrigar os Professores a submeterem-se a um concurso a nível nacional em 2024/2025, em troca de um suposto vínculo concedido em 2023/2024, o Concurso de Vinculação Dinâmica parece encontrar-se suficientemente armadilhado para que, daqui a um ano, o preço a pagar pelo anterior se possa tornar absolutamente insuportável para muitos Docentes…

Quantos anos terão que ficar reféns dessa situação, criada pelo Ministério da Educação, eventualmente longe de casa e da família?

Definitivamente, o Estado, na figura do Ministério da Educação, não é uma pessoa de bem, muito pelo contrário…

Se fosse uma pessoa de bem, com uma acção pautada pela idoneidade e pela boa-fé, como lhe competia, não daria com uma mão, para logo a seguir tirar com a outra…

Com a publicação do Aviso n.º 9206-E/2023 de 10 de Maio, ficou-se a saber que os Concursos de Professores se regerão por 18 normativos legais, entre os quais, o Estatuto da Carreira Docente, 8 Decretos-Lei, 1 Lei, 2 Despachos e 6 Portarias…

Tantas prescrições legais servirão, afinal, para quê?

Para mascarar, com a capa de uma suposta legalidade, a indisfarçável má-fé patente na actuação deste Ministério?

Dificilmente os 18 normativos legais terão como efeito o combate à precariedade e à insatisfação, existentes no contexto docente…

E, certamente, também não evitarão o exercício da tirania por parte da Tutela, apesar de “à sombra das Leis e com as cores da justiça” (Montesquieu)…

Não haverá, aliás, forma mais perversa e cobarde de exercer a tirania do que aquela que se acoberta na Lei e que se esconde atrás dos mais variados expedientes legais…

E é assim que o Ministério da Educação parece procurar a implementação das “soluções” mais tortuosas, desleais, injustas e perversas, sempre com cobertura legal…

Pelo Concurso de Vinculação Dinâmica, o Ministério da Educação, com a anuência do Presidente da República, encontrou a “fórmula mágica” para mitigar a falta de Professores em zonas do país onde o custo de vida é incomportável para quem se encontre “desterrado”:

– Em 2023/2024, tenta seduzir os Professores com vinculações através de vagas, de certa forma, fictícias, válidas apenas por um ano e a extinguir no ano seguinte, obrigando, em 2024/2025, os recém vinculados a ocuparem vagas em regiões do país para onde poucos pretenderiam concorrer…

Pelo Concurso de Vinculação Dinâmica, o Ministério da Educação, com laivos de crueldade, coloca, propositadamente, os Professores num dilema, de difícil resolução:

– Ceder à tentação do “prazer imediato” e concorrer a uma vaga efémera, através da qual se fica vinculado ou avaliar muito bem as eventuais consequências futuras de tal vínculo, recusando concorrer agora, para não se ser obrigado a viver um previsível pesadelo daqui a um ano?

No fundo, o Ministério da Educação pretende resolver um problema, criado por si, à custa das vidas de muitos Professores…

Disponibilizar incentivos e compensações materiais aos Professores deslocados, nem pensar, pois que o erário público precisa dessas verbas para pagar exorbitantes indemnizações e salários milionários aos Gestores Públicos e a incontáveis Assessorias Técnicas e Jurídicas, que gravitam em torno de todos os Ministérios…

Porque as lealdades partidárias, muitas vezes traduzidas pela bem conhecida expressão “boys for the jobs”, não poderão ficar sem reconhecimento e sem compensação…

O ganho material decorrente de deixar de ser Professor Contratado compensará todas as expectáveis perdas inerentes aos gastos monetários (alojamento, transportes, alimentação, comunicações…), aliadas ao desgaste físico e psicológico, de ficar colocado a dezenas ou centenas de quilómetros da área original de residência, daqui a um ano?

Em resumo, a Vinculação Dinâmica parece constituir-se como uma armadilha, a fazer lembrar a utilidade de um isco de pesca: apanhar os peixes mais distraídos e incautos…

Peixe atento não morde o isco…

Há que fazer “contas à vida” e avaliar, o mais objectivamente possível, todos os potenciais ganhos, mas também as expectáveis e incontornáveis perdas e despesas, para se evitarem arrependimentos e frustrações posteriores…

E no fim de muitas rondas negociais, sempre a “chover no molhado”, entre os Sindicatos e a Tutela, foi aqui que se chegou:

– O Ministério da Educação continua a servir-se dos Professores, sempre da forma que melhor lhe convém, e os maiores Sindicatos vão assistindo à tirania, vendo vitórias, onde, na verdade, só existem derrotas…

A incapacidade de percepcionar a realidade, tal qual ela é, e a inércia, ambas imputáveis aos principais Sindicatos, continuam a ser confrangedoras e inenarráveis…

Afinal, nada mudou na acção, inadmissivelmente tolerante, dos Sindicatos face ao Ministério e o resultado disso está à vista de todos:

– Ninguém pára as manobras enganosas e despicientes destinadas aos Professores, concebidas pelo Ministério da Educação…

(Paula Dias)

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Contratação Inicial Apenas com Horários Completos e Anuais

Na fase de concurso às Necessidades Transitórias terá de existir uma opção para a Contratação Inicial e outra para a Reserva de Recrutamento.

Pois para a contratação inicial só serão disponibilizados horários completos e anuais.

Já para a Reserva de Recrutamento os docentes podem concorrer para horários incompletos e/ou temporários.

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Calendário do Concurso 2023/2024 (Datas e Previsões)

Tal como habitualmente o Blog DeAr Lindo disponibiliza um calendário com as principais datas do concurso para este ano letivo.

As datas até à validação do aperfeiçoamento da fase de candidatura do concurso externo encontram-se praticamente fechadas, pois o concurso teve o seu início no dia 12 de Maio.

A amarelo encontram-se as previsões deste Blog para as datas de publicação das listas.

Procurei nestes prazos antecipar as datas de outros anos sobre a publicação das listas provisórias e definitivas para que fosse possível que no dia 31 de Agosto os professores já conheçam  as suas colocações.

 

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Bastonário acusa ministro de educação de irresponsabilidade

 

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Acórdão 20/2023 (Provas de Aferição Sem Serviços Mínimos)

Nos períodos indicados no Acórdão n.º 20/2023.

 

 

 

 

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Costa e Maquiavel

Já algumas vezes escrevi sobre a desorientação do Primeiro-Ministro Costa e do governo que lidera, sobretudo a partir das suas atuações na área da Educação, que é aquela que julgo conhecer razoavelmente bem, ao fim de quase trinta anos de trabalho em escolas públicas portuguesas, nas quais assumi os mais diferentes níveis de responsabilidade.

Infelizmente para todos nós, portugueses, tenho de registar, agora, que a desorientação do Primeiro-Ministro Costa e do seu governo, afinal, não se faz sentir apenas na Educação, como tem demonstrado, nos últimos tempos, o “caso TAP”. Já para não referir o que está a acontecer na Saúde, na Justiça, na Segurança Social, na Agricultura e noutras áreas. Mantenham-se informados e cheguem às vossas conclusões.

O que é realmente grave (gravíssimo!!!) nesta triste situação em que o nosso país caiu é que toda esta desorientação está a custar milhões e milhões de euros às nossas contas públicas. Milhões esses que estão a ser desbaratados por este governo e que são os mesmos milhões que faziam falta para resolver os nossos problemas estruturais na Educação, na Saúde, na Justiça, na Segurança Social, etc… Considero tudo isto muito grave e muito triste!!!

O “caso TAP” é só um dos exemplos que mostra um governo descoordenado e disfuncional, em convulsões internas, por causa das lutas pela sucessão a António Costa, assim como mostra também a incúria e o cinismo de ministros e secretários de estado que desperdiçam milhões! Estamos perante um governo verdadeiramente bipolar! É um governo que às segundas, quartas e sextas se vangloria das contas certas e desperdiça milhões e milhões de euros, por causa das guerrilhas internas no PS ou por pura incompetência, e que às terças, quintas e sábados nega mais dinheiro aos pensionistas, nega mais dinheiro aos professores, nega mais dinheiro aos enfermeiros, etc… Isto é, esbanja por um lado e poupa no estado social por outro. Um governo socialista que devia fazer exatamente o contrário: poupar nos gastos excessivos (salvamentos da banca, TAP, etc…) e investir nos pilares do estado social (Educação, Saúde, etc…).

Ora, o desperdício de tanto dinheiro público seria condenável em qualquer país e em quaisquer circunstâncias. Num país pequeno, pobre e atrasado como Portugal é dramático. É mesmo trágico. Gastam-se milhões como nunca e continuamos pobres como sempre! Os últimos dados económicos do país demonstram que Portugal é uma das economias com crescimento mais lento do mundo. Para além disso, também ficamos a saber que entre 2010 e 2020 os gestores da grandes empresas a atuar em Portugal viram os seus salários, que já eram milionários, aumentar 47%. Na mesma década, o vencimento médio bruto dos trabalhadores diminuiu 0,7%. Também já tínhamos ficado a saber que a carga fiscal em Portugal atingiu um novo máximo em 2022: o estado arrecadou mais de 87,1 mil milhões de euros de impostos, o que representa 36,4% do PIB. Nos últimos dias, foram “revistas em alta”, por organizações internacionais, as previsões para o nosso crescimento económico no próximo ano.

De todos estes números se podem retirar diversas conclusões. Mas uma questão que todos devíamos fazer é a seguinte: num país onde as desigualdades entre os mais ricos e os mais pobres aumentam exponencialmente a quem vai sobretudo favorecer o crescimento económico previsto para o próximo ano?

Clarificando ainda mais a minha preocupação: a maior produção de riqueza em que todos vamos participar no próximo ano vai parar, maioritariamente, aos bolsos de quem? Dos mais pobres e desfavorecidos? Dos milhões de trabalhadores públicos e privados com salários cada vez mais “curtos” por causa da inflação? Dos pequenos e médios empresários que suportam cargas de impostos pesadíssimas? Ou vai parar aos bolsos dos donos e acionistas das grandes empresas de energia, de distribuição e financeiras, como os bancos?

Não estaremos todos, trabalhadores públicos e privados, micro, pequenas e médias empresas, a ser explorados por uma colossal carga de impostos e de juros, para benefício, em última instância, de “fundos” e “aglomerados financeiros” internacionais, que dominam a nossas maiores empresas e que dominam os lucros gerados pelos juros altíssimos que todos, pessoas e empresas, pagamos aos bancos portugueses?

Já tínhamos percebido que este governo e este Primeiro-Ministro não querem resolver os problemas da Educação. Já tínhamos percebido que a verdadeira razão para não devolverem o que roubaram aos professores não era a falta de verbas, pois há “excedentes orçamentais”. Já sabíamos que era mentiroso o argumento da desigualdade em relação a outras carreiras da função pública, as quais já viram contabilizados todos os anos de tempo de serviço congelado ou, no mínimo, 70% desse tempo.

O que nos leva à questão final: quais são, então, as verdadeiras razões pelas quais não há mais verbas para afetar à Educação?  Ou à Justiça ou à Saúde, por exemplo? Tristemente as razões são as mesmas que explicam tudo o resto que já foi descrito sobre a atuação deste governo. O que preocupa este governo não é o futuro do país, mas apenas e só o futuro de cada um dos seus membros e o futuro do PS. E o maquiavelismo é a regra geral de funcionamento: os fins justificam sempre os meios, como se viu na encenação montada por António Costa e João Galamba na semana passada.

Estamos num mundo ao contrário, feito só de mentiras e no qual mandam, sobre tudo e sobre todos, os assessores de imprensa, cinicamente bem pagos com dinheiro dos nossos impostos para nos enganarem, disfarçando tudo com “consciências” e com “boas intenções” e arranjando sempre bodes expiatórios, como é evidente, fora do governo para as falcatruas que se vão descobrindo…

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Lista Colorida – RR31

Lista Colorida atualizada com colocados e retirados da RR31.

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252 Contratados colocados na RR31

Foram colocados 252 contratados na Reserva de Recrutamento 31, distribuídos de acordo com a tabela seguinte:

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Uma Plataforma Cheia de Alertas

Não deixa de ser um aspeto positivo que a plataforma SIGRHE apresente alguns alertas que orientam o candidatos no seu concurso.

Só falta o alerta na Vinculação Dinâmica alertando os candidatos que em 2024 terão novamente de concorrer a todos os QZP do País.

 

 

 

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Reserva de Recrutamento n.º 31

 

Publicitação das listas definitivas de Colocação, Não Colocação, Retirados e Listas de Colocação Administrativa – 31.ª Reserva de Recrutamento 2022/2023.

Aplicação da aceitação disponível das 0:00 horas de segunda-feira dia 15 de maio, até às 23:59 horas de terça-feira dia 16 de maio de 2023 (hora de Portugal continental).

Consulte a nota informativa.

SIGRHE – Aceitação da colocação pelo candidato

Nota informativa – Reserva de recrutamento n.º 31

Listas – Reserva de recrutamento n.º 31

 

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Concurso Externo/ Concurso Externo de Vinculação Dinâmica/ Concurso de Contratação Inicial e Reserva de Recrutamento

 

Aplicação eletrónica disponível entre o dia 12 de maio e as 18:00 horas de 18 de maio de 2023 (hora de Portugal continental) para efetuar candidatura ao Concurso Externo/ Concurso Externo de Vinculação Dinâmica/ Concurso de Contratação Inicial e Reserva de Recrutamento, destinados a Educadores de Infância e a Professores dos Ensinos Básico e Secundário.

Aviso de Abertura n.º 9206-E/2023

Portaria n.º 111-A/2023

Portaria n.º 118-A/2023

Decreto-Lei n.º 28/2017

Decreto-Lei n.º 32-A/2023

Lei n.º 114/2017

Declaração de Retificação n.º 380-A/2023

Nota Informativa – Candidatura ao Concurso Externo/Externo de Vinculação Dinâmica/Contratação Inicial e Reserva de Recrutamento 2023/2024

Manual de utilizador – Candidatura ao Concurso Externo/ Externo de Vinculação Dinâmica/Contratação Inicial e Reserva de Recrutamento 2023/2024 (candidato externo)

Manual de utilizador – Candidatura ao Concurso Externo/ Externo de Vinculação Dinâmica/Contratação Inicial e Reserva de Recrutamento 2023/2024 (candidato LSVLD)

Lista de instituições públicas não superiores que relevam para efeitos de contagem do tempo de serviço para o concurso externo de vinculação dinâmica e para o concurso de contratação inicial/reserva de recrutamento (2.ª prioridade)

Colégios financiados pelo Ministério da Educação ao abrigo dos Contratos de Associação, desde 2006/2007 até 2022/2023

Códigos dos AE/ENA

SIGRHE

 

 

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Concurso Aberto até às 18 horas do Dia 18 de Maio

Concurso Externo/ Concurso Externo de Vinculação Dinâmica/ Concurso de Contratação Inicial e Reserva de Recrutamento

 

Aplicação eletrónica disponível entre o dia 12 de maio e as 18:00 horas de 18 de maio de 2023 (hora de Portugal continental) para efetuar candidatura ao Concurso Externo/ Concurso Externo de Vinculação Dinâmica/ Concurso de Contratação Inicial e Reserva de Recrutamento, destinados a Educadores de Infância e a Professores dos Ensinos Básico e Secundário.

Aviso de Abertura n.º 9206-E/2023

Portaria n.º 111-A/2023

Portaria n.º 118-A/2023

Decreto-Lei n.º 28/2017

Decreto-Lei n.º 32-A/2023

Lei n.º 114/2017

Declaração de Retificação n.º 380-A/2023

Nota Informativa – Candidatura ao Concurso Externo/Externo de Vinculação Dinâmica/Contratação Inicial e Reserva de Recrutamento 2023/2024

Manual de utilizador – Candidatura ao Concurso Externo/ Externo de Vinculação Dinâmica/Contratação Inicial e Reserva de Recrutamento 2023/2024 (candidato externo)

Manual de utilizador – Candidatura ao Concurso Externo/ Externo de Vinculação Dinâmica/Contratação Inicial e Reserva de Recrutamento 2023/2024 (candidato LSVLD)

Lista de instituições públicas não superiores que relevam para efeitos de contagem do tempo de serviço para o concurso externo de vinculação dinâmica e para o concurso de contratação inicial/reserva de recrutamento (2.ª prioridade)

Colégios financiados pelo Ministério da Educação ao abrigo dos Contratos de Associação, desde 2006/2007 até 2022/2023

Códigos dos AE/ENA

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Petição – Não ao encerramento integral da Biblioteca Pública Municipal do Porto

 

Não ao encerramento integral da Biblioteca Pública Municipal do Porto

 

A Câmara Municipal do Porto aprovou, segundo consta da sua página oficial
(https://www.porto.pt/pt/noticia/requalificacao-e-ampliacao-da-biblioteca-publica-municipal-do-porto-triplica-capacidade-de-deposito)
a “requalificação e ampliação da Biblioteca Pública Municipal do Porto” (S. Lázaro). De acordo com a mesma fonte, o custo orçamentado terá uma base de 20 milhões de euros, tendo o arquiteto responsável estimado que o “tempo de execução da obra de requalificação e ampliação da Biblioteca Pública Municipal do Porto (BPMP) será de cerca de três anos”.

1. A Câmara do Porto não esclareceu o que prevê relativamente ao serviço de leitura, da biblioteca sonora e da leitura domiciliária durante este período. De acordo com informações recolhidas junto de técnicos do quadro da BPMP, que também ignoram como se procederá, há o risco de a instituição não disponibilizar a consulta durante um período igual ou superior ao intervalo de três anos indicado pelo arquiteto.

2. É por demais conhecida a importância das coleções da BPMP que, como se sabe, foi a 1ª biblioteca pública portuguesa. A sua antiguidade, reforçada pela autorização de depósito legal, tornou-a insubstituível para a pesquisa, particularmente no que respeita a publicações periódicas. Abstraindo da sua coleção de manuscritos, igualmente ímpar no país, pode considerar-se a única instituição sedeada na região Norte a possibilitar a consulta de fontes primárias à escala nacional.
Assim se explica que ao longo de quase dois séculos se tenha consolidado a ligação dos cursos da Universidade do Porto, assim como das Universidades da região Norte, à exploração do espólio da BPMP. No momento atual, em que se multiplicaram as pós-graduações e aumenta o número de estudantes de todos os níveis a BPMP continua fundamental para todos os níveis de ensino bem como para a leitura e consulta pública de documentação.
Acresce que, ao contrário da Biblioteca Nacional, que encerrou igualmente para obras, a BPMP quase não tem digitalizações ou reproduções microfilmadas que possa disponibilizar em alternativa à consulta presencial. Se for confirmado que a opção municipal é o encerramento integral dos serviços de consulta por um longo período, são de prever profundos constrangimentos em todos os projetos de investigação em curso, especialmente nos dos doutorandos que frequentam amiudadamente a BPMP. Privados de acesso às suas principais fontes de informação, esta situação colocará em causa os respetivos projetos, tendo em conta as limitações orçamentais dos bolseiros e não bolseiros nestas condições.

3. Os abaixo-assinados, leitores da BPMP, solicitam com a possível brevidade que os responsáveis pela Câmara do Porto (vereador respetivo) e da BPMP:
– Divulguem publicamente, logo que possível, as condições de condicionamento da leitura pública durante o período previsto das obras (incluindo as datas do início das obras e o tempo previsto da sua duração);
– Disponibilizem soluções alternativas ao encerramento integral (faseamento do encerramento das instalações, possibilidade de se depositarem núcleos documentais selecionados em polos da BPMP não afetados pelas obras, etc.)
– Garantam a continuidade dos serviços de biblioteca sonora e leitura domiciliária.

Os abaixo-assinados (ordem alfabética)
Maciel Santos – FLUP / CEAUP
Paulo Vasconcelos – FLUP / CITCEM – Bolseiro FCT

 

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Cartão de Embarque para a Vinculação Dinâmica

Roubado no “Quintal do Paulo“.

 

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Afinal…

Está a dar mais trabalho do que aquilo que eu pensava.

 

 

 

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