Link permanente para este artigo: https://www.arlindovsky.net/2023/05/sr-presidente-ouca-nos-gabriela-pina/
Mai 02 2023
… assim temos governo por mais 15 dias.
E hoje o Antonio Costa não se cala na conferência ao País, e pela sua expressão deve querer sair o mais rápido possível de Primeiro Ministro.

Link permanente para este artigo: https://www.arlindovsky.net/2023/05/o-galamba-fica/
Link permanente para este artigo: https://www.arlindovsky.net/2023/05/nao-ha-servicos-minimos-para-as-provas-de-afericao/
Mai 02 2023
O STOP ainda refere na sua página a seguinte nota:
Nota: Já foi constituído um colégio arbitral para determinar serviços mínimos para estas greves, até ao momento ainda não saiu a decisão.
No entanto o Blog já teve acesso ao acórdão do Colégio Arbitral e não foram decretados serviços mínimos para o período de 5 a 11 de Maio.

Link permanente para este artigo: https://www.arlindovsky.net/2023/05/greve-de-5-a-11-de-maio-provas-de-afericao-sem-servicos-minimos/
Mai 02 2023
Tudo aponta que o governo proceda a uma remodelação do Governo e os nomes dos ministros que se falam que poderão sair são os que têm manchado a governação do PS.
António Galamba é o principal nome apontado para sair e dar lugar a uma mini remodelação do governo. Depois fala-se em Mariana da Silva.
Quem tem beneficiado com a saída de alguns Ministros e com a possibilidade de outros virem a sair é Fernando Medina que começa a ter o caminho aberto para a sucessão de António Costa.
Curiosamente, tudo isto começou com o convite de Fernando Medina a Alexandra Reis que a levou à pasta do tesouro, a tal amiga da sua mulher.
Não sei se um dia vamos descobrir que a eliminação de todos os putativos candidatos à liderança do PS foram eliminados um a um por uma estratégia maquiavélica de Fernando Medina.
Aproveitando a possível remodelação que aí deve vir, consideram que o Ministro da Educação devia ir na mesma leva, ou que se devia manter no cargo até nos devolver os 6A6M23D?
Outro Ministro poderia apaziguar os docentes? E se sim, quem?
Link permanente para este artigo: https://www.arlindovsky.net/2023/05/o-ministro-da-educacao-tambem-devia-ser-remodelado/
Link permanente para este artigo: https://www.arlindovsky.net/2023/05/falta-de-material-compromete-afericao-a-educacao-fisica/
Mai 01 2023
Chegou um mail à escola, dizendo que viria mais uma criança, desta feita nepalesa, para o primeiro ano do ensino básico. Sem mais. Depois veio a criança, com tudo.
Este tudo é bem pesado para os que têm da Educação uma visão personalista. Mas leve, leve, para os idiotas úteis que pariram o Decreto-Lei nº 54/2018.
Deixem, caro Leitor, que lhe apresentemos, sumariamente, a última criança que a nossa escola recebeu. Sim, o que vai ler a seguir não é ficção. Passa-se na nossa escola. Na escola onde já não sabemos se ensinamos, se nos arrastamos penosamente como escravos das idiotices pedagógicas portuguesas, as do século XXI.
No primeiro dia do seu “despejo” na escola, correu pelos corredores, rebolou no chão, bateu nas paredes e portas que encontrou, entrou pelas salas, atirou-se para o chão, gritou, chorou, mordeu e bateu em todos os professores e auxiliares que a queriam ajudar.
Atualmente, dois meses depois, promovidas as medidas que os burocratas de serviço vazaram no citado Decreto-Lei nº 54/2018, a aluna começa a estar “incluída”, “integrada”: anda desorientada nos recreios; não compreende, como é óbvio, uma palavra de português; não pede para ir à casa de banho; se a professora não adivinha, faz as suas necessidades onde está, tendo inclusive defecado no chão do recreio, à frente dos colegas; algumas vezes já urinou na sala de aula, à frente de todos; durante as aulas grita, risca, rasga, morde e come (literalmente, sim, come) o material de trabalho dela e dos colegas; quando não é atendida imediatamente, sai do seu lugar, agarra a professora e bate-lhe; quando consegue acabar alguma tarefa, rebola na cadeira e vai para debaixo da mesa; quando ouve barulhos externos à sala, sai espavorida, sem dar cavaco à professora; quando, na hora do lanche, vai comer, aquilo de que não gosta deita para o chão; não sabe lavar as mãos sozinha; ao almoço come com as mãos e, muitas vezes, coloca aquilo de que não gosta no prato dos outros.
Sim, caro Leitor, foi feito o que a lei consigna!
A pobre professora desta desgraçada aluna seguiu “by the book” as diligências previstas nos papéis molhados em vigor, referenciando a situação à Equipa Multidisciplinar de Apoio à Inclusão (EMAI). Após a observação, o correlato relatório disse: que a aluna deverá ter sempre um adulto a acompanhá-la na sala de aula, durante as refeições e em outros momentos em que se considere necessário; que deveria ser definido um espaço físico, preparado para isso (gabinete ou canto de uma sala com pouco movimento, com um tapete e umas almofadas) onde se poderia acolher a aluna em momentos de maiores alterações comportamentais, com o intuito de a estabilizar, sempre com o acompanhamento de um adulto.
Bonitas medidas.
O problema é que nada está a ser cumprido porque nada do requerido existe. Citando o outro, qual destas duas palavras não entende: nada existe!
Resta a pobre professora titular da turma, em galopante stress emocional.
Restam os outros 24 alunos, “excluídos” pela “inclusão” frustrada de uma aluna com PEA (perturbação de espectro de autismo).
E resta a irresponsabilidade de um ministro (esse, sim, pedagogicamente autista) e acólitos, que se pavoneiam demagogicamente com as porcarias que conceberam.
Link permanente para este artigo: https://www.arlindovsky.net/2023/05/a-inclusao-pedagogicamente-assassina-alberto-veronesi-susana-mendes/
Link permanente para este artigo: https://www.arlindovsky.net/2023/05/primeiro-de-maio-e/
Mai 01 2023
O presidente do Instituto de Avaliação Educativa (IAVE), Luís Pereira dos Santos, reconheceu que ainda não estão garantidas as “condições ideais” nas escolas para avançar com provas nacionais digitais, mas garantiu existirem planos alternativos caso algo falhe.
Link permanente para este artigo: https://www.arlindovsky.net/2023/05/responsavel-pela-avaliacao-diz-que-nao-ha-condicoes-ideais-para-exames-digitais/
Mai 01 2023
SÓCRATES & COSTA
FALHANÇO POLÍTICO / EDUCAÇÃO FALHADA
Nota: Este é um texto eminentemente de análise factual política. Versa o pensamento e das palavras o sentimento e sofrimento sobre o colossal falhanço político de políticas educativas falhadas. Com a Educação e o Ensino em estrondoso colapso. Com Sócrates, o “animal feroz” & Costa, o “geringonceiro”. Ambos têm um “preconceito” contra a Educação e os professores. São exímios a provocar stress traumático aos professores.
Falamos de José Sócrates & António Costa; as duas faces da mesma política. Almas gémeas e génios do mal da Educação. Com os seus acólitos, Maria de Lurdes Rodrigues (MLR), Tiago Brandão Rodrigues e João Costa. A consonância dos camaradas socialistas anti EduProf. (abreviatura inventada de educadores e professores). Emoções cristalinas.
Entre os Governos Constitucionais, os XVII(I) com o “Chefe” Sócrates e os XXII(I) com o “Chefe” Costa, que venha o Diabo e escolha. Denominador comum – Os mesmos protagonistas; o mesmo PS (Partido Socialista); as maiorias absolutas; ministros da Educação “fantoche”; o objectivo comum da subserviência da intelectualidade; o desinvestimento/poupança na Educação; a desvalorização da nobre profissão docente; o neoliberalismo labrego da escolaridade; modernas pedagogias e projectos duvidosos e sem assertividade; a escola laboratório de ensaios e experiências; impera a burocracia inquisidora, castigadora e castradora; o deslumbramento fundamentalista da treta e da tralha digital; a destruição do ECD (Estatuto da Carreira Docente); o verdugo e chicote da tutela/ME (Ministério da Educação) para domar os professores; a perseguição, infantilidade, teimosia, “mobbing/bullying” e vingança pelo tempo de serviço trabalhado, descontado e Roubado; os arautos da discriminação entre colegas; a brutalidade bruta e embrutecida da insensibilidade pelas reivindicações, direitos e razões dos professores; a viciação do mal, da maldade, das reuniões secretas, da mentira compulsiva e manipuladora, da incompetência irresponsável, da reversão reversível da TAP, pública/privada, com “saneamentos”, indemnização milionária, paga Zé e o não assumir de culpas; os tiques anti-democráticos; o simbolismo de “figurinhas em forma de tiranetes”; o “incutir da intimidação e do medo”; o pontapear da Democracia; a não prioridade, o desinteresse e empurrão da Educação para o precipício; fingir brincadeira e simulacro negocial; a desinformação e intoxicação da opinião pública; ilusionistas do “sucesso educativo” martelado; chefes de governo mentores da “guerrilha permanente” ME/Professorado; a destruição paulatina e o desastre irreparável da Educação, do Ensino e da Escola Pública; a condenação do futuro de Portugal; o modus operandi kafkiano; “políticos” menores com politiquices e sem estaleca de homens de Estado, enfeudados à cartilha ideológica e partidária, cuja acção “premeditada”, continuada e consumada vai corroendo a Democracia, a Liberdade e o Estado de Direito Democrático; a mais absoluta, total e abrangente falta de auto-crítica, emendar a mão e nobreza de carácter; a podridão da sucessão de casos gravíssimos e a inconsequência política; o Presidente da República Marcelo, com “medo insano” e que não dissolve a Assembleia da República/Parlamento (de recordar que, por muito menos, Jorge Sampaio demitiu Santana Lopes); a máquina publicitária partidária/governamental a todo o vapor, que já não funciona e tem efeito contrário em todos os portugueses com espírito crítico, responsabilidade nacional patriótica e que exigem a sanidade e higiéne política do regime; basta de desonestidade, falsidade, traição, toxicidade, alegos “assaltos de ministérios pelos (des)governantes inquilinos”,mentir, PCs com segredos, acusações chocantes, fúria, escândalos e cenas de “pugilato”; é tempo de cair a máscara que finge; chega de miséria humana e “bandidagem a fartar de vilanagem” que, no tempo determinado, o Povo e a História julgarão.
Sócrates & Costa, o Alfa e o Ómega, o Princípio e o Fim de políticas nefastas e horribilis para a Educação em Portugal. Fecha-se o círculo. Consumado está o “Pacto”. De tão confrangedor, dá pena, é merecedor de “estudo de caso”, tamanha incompetência, irresponsabilidade e acrimónia política para com os educadores e professores portugueses; artistas da política educativa “nulla remissio”. Pecado Sem Perdão!
Sócrates & Costa completam-se, e têm uma NÃO PAIXÃO pela Educação!
Carlos Calixto
Link permanente para este artigo: https://www.arlindovsky.net/2023/05/socrates-costa-falhanco-politico-educacao-falhada/
Abr 30 2023
Dentro da Classe Docente, existe, há muitos anos, uma certa predisposição para a desagregação e para a fragmentação, plausivelmente originadas pelas diversas situações profissionais aí presentes…
Dentro da Classe Docente parecem coexistir muitas “formas de sentir” e profusas “facções”, que frequentemente desencadeiam “explosões de susceptibilidades”, pródigas amofinações, discórdias e conflitos de interesses, todos culminando na ausência de consensos…
O resultado mais óbvio do anterior, tem sido uma divisão insanável e permanente da Classe Docente…
A presente luta não conseguiu abolir essa falta de coesão, ainda que, aparentemente, a possa ter atenuado…
A solidariedade entre as partes que compõem a Classe Docente parece ser algo inalcançável, tal como também o será o acordo e a convergência de acções entre todas as estruturas sindicais que representam os Professores…
A presente luta parece ter chegado ao “ponto de marasmo” e a prova disso é o facto de, neste momento, ser muito difícil conseguir indicar uma escola ou um agrupamento onde sejam visíveis, ou se façam sentir, inequívocos efeitos de uma genuína contestação de Professores…
E quando alguma escola ou agrupamento sobressai por via de determinada forma de protesto, isso é invariavelmente interpretado como uma excepção e não como uma regra…
Como excepções também têm sido vistos os Professores que têm ousado desobedecer…
– As Greves parecem ter perdido adesão…
– As Manifestações, em número elevado, têm juntado milhares de Professores que, nesse contexto, dão visibilidade ao seu descontentamento, mas que no dia seguinte entram na sua escola e se mostram incapazes de desobedecer ao que quer que seja…
– Participa-se nas Manifestações, convive-se com os pares, registam-se esses momentos, publicando-se muitas fotografias nas redes sociais, e no dia seguinte volta-se à escola para obedecer escrupulosamente a todas as ordens e, até, em alguns casos, para voluntariamente, ir além das mesmas…
– No dia seguinte ao da Manifestação estarão todos novamente disponíveis para aceitar a infernal rotina, que consome e aprisiona, repetindo-se todos os automatismos comportamentais e todos os vícios de funcionamento…
– No dia seguinte ao da Manifestação, quando se entra na escola, recalca-se o pensamento crítico e a contestação, que darão novamente lugar à obediência e ao conformismo…
Que impacto terão essas Manifestações no alcance das pretensões docentes? Afinal, para que servem essas Manifestações?
Talvez sirvam como potenciais “catarses colectivas” ou como forma de “lavar as Almas”, partindo do princípio de que o espírito de comunhão ajudará a aliviar algumas tensões…
Mas depois das Manifestações tem sido assim:
– A Classe Docente parece continuar a acreditar que os resultados desejados por si aparecerão sem custos e sem sacrifícios pessoais, atribuindo a outros a responsabilidade por uma “solução mágica” dos seus problemas…
Mas esta luta só se tornará realmente séria e consequente quando cada um for capaz de assumir a sua quota-parte de responsabilidade pelas soluções dos problemas e os necessários sacrifícios pessoais e se acabarem com as “desculpas” para não desobedecer…
Para que alguma coisa, efectivamente, mude será necessária a coragem dos destemidos…
Cada Professor parece continuar a defender, primordialmente, os seus próprios interesses e só depois, muito depois, o bem comum…
Enquanto a visão for sectarista, assente no individualismo de pensar apenas em si próprio, não se chegará a lado nenhum…
E bastou, há pouco tempo atrás, o Governo ter anunciado o Diploma do novo regime de gestão e recrutamento de Professores, para se constactar de imediato essa desunião confrangedora..

(Imagem roubada da Internet, de autor desconhecido).
Estará esta luta perdida?
Com toda a honestidade, não sei se estará perdida, mas seguramente estará muito longe de ser ganha…
As principais estruturas sindicais, que supostamente representam os Professores, e que deveriam ter um papel decisivo na presente luta, parecem preferir continuar a acreditar e a defender que a “Terra é plana”:
– Supostamente, o próximo dia 6 de Junho “será um dia histórico, exceto se o governo não quiser que a tranquilidade volte às escolas”, pode ler-se no site oficial da FENPROF…
Mas alguém ainda acreditará que, até ao próximo dia 6 de Junho, o Governo possa ser acometido por uma epifania e retroceder nas suas perversas intenções?
Por outras palavras, e de modo absurdo, 6 de Junho de 2023 “será um dia histórico”, que antes de o ser já não o era…
Ou, então, a afirmação da FENPROF anteriormente citada, destina-se apenas ao “consumo interno” dessa estrutura sindical e não é para ser levada a sério, nem tida em consideração, pelos restantes receptores dessa mensagem…
No momento, dos últimos anos, em que a Classe Docente mais precisava de Sindicatos consentâneos com acções competentes e impávidas, as principais estruturas sindicais têm tido uma prestação lastimável, mostrando-se incapazes de corresponder às expectativas daqueles que representam…
Depois do fracasso evidente relativo às “rondas negociais” com a Tutela, incentivo e apoio jurídico disponibilizado aos Professores que pretendam desobedecer às insanidades e às injustiças decretadas pelo Ministério da Educação? Nada. Silêncio absoluto…
Muito “folclore”, presenças em simulacros de negociações e requerimentos, junto do Ministério da Educação, para novos simulacros de negociação, que não levam a lado nenhum? Com certeza. Muitos…
Parece que há, de facto, estruturas sindicais tão “convencionais”, tão “responsáveis” e tão “moderadas”, que jamais incentivarão ou praticarão qualquer desobediência ou ruptura face à Tutela…
E assim vai a luta…
(Paula Dias)
Link permanente para este artigo: https://www.arlindovsky.net/2023/04/para-onde-vai-a-presente-luta/
Abr 30 2023
Quando nem os possíveis “beneficiários” estão de acordo com esta ignomínia… como é possível que primeira maioria absoluta do país se deixe enrolar nas trapalhadas do desgoverno vergonhoso?!!!
Aqui lhe deixo um último apelo – Escute os Professores, Senhor Presidente da República! E vete!
Nota minha: Infelizmente acho que a promulgação já foi feita e enviada para publicação em Diário da República.
Link permanente para este artigo: https://www.arlindovsky.net/2023/04/blogosfera-anabela-magalhaes-2/
Abr 29 2023
Hoje resolvi fazer um estudo rápido sobre os custos BRUTOS para o estado com a recuperação integral dos 6A6M23D.
Usei os dados que o Jornal Publico noticiou aqui, com o número de docentes por escalão em Dezembro de 2022 e apliquei os 6A6M23D a estes docentes com os valores de vencimento a 2022 para a comparação ser nos mesmos valores.
A tabela tem os valores brutos, que como todos sabemos são depois aplicados descontos para o IRS e para a CGA/SS.
A injeção de dinheiro na TAP daria para pagar a recuperação dos 6A6M23D a todos os professores nos próximos 15 a 20 anos e garantidamente o governo passaria por menos vergonhas do que aquelas que tem passado.

Link permanente para este artigo: https://www.arlindovsky.net/2023/04/a-recuperacao-dos-6a6m23d-custaria-apenas-236-milhoes/
Abr 29 2023
O IGEFE publicou ontem o Aditamento à Nota Informativa n.º 1 sobre as remunerações, com a entrada em vigor das atualizações salariais.
As atualizações salariais do Decreto-Lei n.º 26-B/2023, de 18 de abril tem efeitos ao dia 1 de janeiro de 2023, e os aumentos entre janeiro e abril de 2023, para efeitos de IRS, estão dispensados de retenção na fonte.


Link permanente para este artigo: https://www.arlindovsky.net/2023/04/vencimentos-2023-atualizado/
Abr 29 2023
…também disse que há muitas páginas por escrever sobre a JUSTA recuperação do tempo de serviço.
Link permanente para este artigo: https://www.arlindovsky.net/2023/04/marcelo-vai-aprovar-diploma-de-concursos-para-nao-prejudicar-8-mil-professores/
Link permanente para este artigo: https://www.arlindovsky.net/2023/04/saida-em-bloco-de-palestra-durante-intervencao-de-ministro-da-educacao/
Abr 29 2023
Que tal aproveitarem um bocadinho do fim de semana longo, para escreverem (mandem uma.mensagem no correio eletrónico da presidencia) ao detentor da maioria absoluta presidencial, que tem poderes de controlar o governo, a dizer o seguinte:
♦️ O governo e seus satélites (vide Filinto e quejandos) andam numa fona a tentar martelar a mensagem de que, se Marcelo vetar o diploma de concursos atrasa o concurso e põe em risco o inicio do ano.
♦️ Isso é uma descabelada e orquestrada mentira.
♦️ O concurso faz-se, e a tempo, pela lei atual.
♦️Vetar a asneira em marcha não prejudica nada na abertura do ano (se a lei funcionou no ano passado e até se gabaram disso….).
♦️Até as 10 mil vinculações se podem fazer para o ano (mesmo com a lei nova, fazem-se este ano, mas o dano, o desterro PERPÉTUO é só no ano que vem).
♦️E de que serve ser “vinculado” e ser desterrado para longe de filhos, familia e terras de residência escolhida para sempre…..?
Por isso, não há pressa em promulgar e o veto não estraga, nem prejudica ou atrasa nada.
Se há pressa é em vetar para obrigar a corrigir os males que a nova lei trará em 2024-25.
O governo que se organize para governar bem e se deixe de demagogias baratas.
PS: E, Filinto, as tuas lutas de autarca e militante socialista de Gaia não justificam colaborares vilmente numa manobra demagógica assim.
Sabes bem que o que andas a dizer é contra os teus colegas professores e é uma mentira que serve para criar o quadro para destruir famílias e prejudicar vidas já frágeis.
E a conversa de que um diretor ou subdiretor deve alinhar pela politica do governo, mesmo que ela seja vil, só vale para boys. Isso queriam eles nas Dre e nos gabinetes. Que fossemos todos videirinhos como eles.
Eu escolhi servir o povo, a lei e o Estado não o bem destes governantes.
Filinto, não vou ter a tua carreira politica, mas vou morrer em paz com o que fiz.
Luís Sottomaior Braga
Link permanente para este artigo: https://www.arlindovsky.net/2023/04/o-veto-presidencial-nao-atrasa-nada-so-melhora-lembrem-isso-em-mensagens-ao-presidente/
Abr 29 2023
Já no dia 18 de abril tinha publicado um artigo com as datas de abertura do concurso desde o ano 2015, no entanto também tenho as datas anteriores a 2015 e nunca aconteceu que o concurso tenha tido início apenas durante o mês de Maio.
Este ano isso é garantido, visto que estamos em fim de semana e o dia 1 de maio é feriado, pelo que só depois do dia 2 de maio é que pode ter início a publicação do aviso de abertura do concurso para se dar início à primeira fase do concurso que para além de integrar no quadro 2401 docentes irá ordenar os candidatos à contratação inicial.
Em média, nestes últimos 8 anos, passaram 42 dias entre o início da candidatura e a publicação das listas provisórias, pelo que se apontar esta média as listas provisórias serão apenas publicadas em meados de junho. Após a publicação das listas provisórias passaram também em média 60 dias para as mesmas se tornarem definitivas, o que irá apontar para meados de agosto a data de publicação das listas definitivas do concurso externo.
Como poderão facilmente imaginar apenas no mês de agosto deverão ser as preferências para a contratação inicial e para a mobilidade interna, sendo mesmo impossível que se conheçam as colocações em meados de agosto como nos quatro anos anteriores.
E por muito que a DGAE queira antecipar estas datas será muito difícil que aconteça, pois existem prazos legais que têm de ser cumpridos com as reclamações e com os recursos hierárquicos.

Link permanente para este artigo: https://www.arlindovsky.net/2023/04/pela-primeira-vez-o-concurso-externo-vai-abrir-em-maio/
Abr 29 2023
Agora, cabe ao Presidente da República emendar o erro e não promulgar esta medida que contribui para a destruição da Escola Publica, sob pena de ficar para a história como o Presidente da República, também Professor, que validou uma lei inaceitável que impõe a precariedade a uma carreira profissional que deve ser valorizada por todos.
Link permanente para este artigo: https://www.arlindovsky.net/2023/04/casa-as-costas-nas-maos-do-professor-marcelo/
Abr 28 2023
Esta é infelizmente uma das noticias do dia.
A minha solidariedade a todos profissionais de educação da escola e mormente às vitimas das agressões.
No passado, senti várias vezes no corpo e alma o que estão a sentir e compreendo a dificuldade de gerir várias emoções e a tristeza, quando se passa por isso.
Há uns meses, houve um pai de um aluno que entrou pela sala do diretor da minha escola à procura do “caxxão” do Braga (não creio que fosse para me dar parabéns).
Está acusado pelo Ministério Público e vai ser julgado brevemente.
Há largos anos que falo disto como questão central de politica educativa, mas os políticos não querem saber, enlevados pelas suas ideias iludidas de flexibilidades, avaliações maiatas e inclusões “fifty four”.
Há uns meses, fiz uma.petição para a Assembleia a pedir medidas para isso que, infelizmente, não teve ainda as assinaturas suficientes para obrigar a ser debatida em plenário.
Acho que homenagear a nossa colega, agredida e humilhada, pode ser obrigar os políticos a ouvir a verdade destes casos.
Podem ajudar, divulgando e assinando?
Fica o link
https://peticaopublica.com/mobile/pview.aspx?pi=PT115866
Link permanente para este artigo: https://www.arlindovsky.net/2023/04/violencia-contra-professores-nas-escolas-luis-sottomaior-braga/
Abr 28 2023
Em 17 de Setembro de 2022 apuramos 2.346 vagas a abrir em 2023 na Norma Travão.
Foram abertas 2401 vagas, pelo que erramos apenas por 55 vagas.
Neste quadro fazemos a comparação por grupo de recrutamento e QZP com a diferença das vagas reais e das que previmos na altura.
Acertamos em 98% das nossas previsões, o que demonstra mais uma vez a qualidade dos nossos estudos.

Abrir aqui o mesmo quadro em pdf
Link permanente para este artigo: https://www.arlindovsky.net/2023/04/comparacao-das-vagas-abertas-com-as-previsoes-do-blog-por-grupo-e-qzp/
Abr 28 2023
Chegaram-me mais uma série de emails de Encarregados de Educação (em que alguns deles também são Professor@s) dizendo que não vão enviar os seus educandos para a realização das provas de aferição.
Não consigo perceber se esta tendência tem vindo a generalizar-se, mas parece que existe um enorme descontentamento na realização desta provas em suporte on-line, em especial junto das crianças mais jovens (2.º e 5.º ano).
Estou a pensar seriamente em não permitir que o meu filho as faça. Anda no 2 ano.
Os motivos são simples: a não necessidade em sujeitar crianças a esta pressão, a não aferição do que cada um sabe ou não ( bem sabemos o que não se consegue fazer quando se está nervoso /a), a imaturidade perante esta situação, a dificuldade em usar corretamente um teclado de computador (ainda estão a aprender a escrever, processo que não se finaliza num ou dois anos), as consequências futuras quando estiver na mesma posição ( inevitavelmente ficará sempre nervoso, ansioso…), o que o poderá prejudicar a nível académico.É caso para dizer “não há necessidade”.
Cristiana Gonçalves
Sou professora do 1 ciclo e mãe de uma menina que frequenta o 2° ano.
Como é óbvio, sou totalmente contra esta tontice em torno das provas.
A minha filha não irá fazer. Também, na turma dela, de 20 alunos, não irão pelo menos 12.
Tal como eu, os respetivos EE não concordam com esta atrocidade.Susana Alves
A minha filha não fará as provas de aferição. Enquanto mãe e professora acho que estas provas não refletem o que é trabalhado no dia a dia dos nossos alunos; e vão expor alunos muito pequenos a frustrações desnecessárias, sem qualquer efeito prático.
Andreia Reis
Corroborando em pleno com as palavras da Andreia, como mãe e professora, também já tomei a decisão de que, o Bernardo não fará as Provas de Aferição.
Ana Batista
A minha filha não fará as provas.
Frequenta o 5o ano.
Discordo profundamente da aplicação das provas de aferição, muito mais realizadas em computador. A minha filha não tem computador e não me parece razoável “treinar” alunos tão pequenos em meia dúzia de dias. É um fator de stress e ansiedade perfeitamente desnecessário.
O ME mente quando diz que há recursos para esta mudança abrupta; não há.
Convido-o a visitar as escolas deste País, a maioria sem condições mínimas de conforto e condições de trabalho, para Professores e Alunos. Escolas onde os computadores estão completamente obsoletos e a Internet é péssima.Ana Isabel Marques
Link permanente para este artigo: https://www.arlindovsky.net/2023/04/2-o-conjunto-de-email-de-encarregados-de-educacao-que-nao-enviam-os-filhos-as-provas-de-afericao/
Link permanente para este artigo: https://www.arlindovsky.net/2023/04/lista-colorida-rr29-6/
Abr 28 2023
Foram colocados 187 contratados na Reserva de Recrutamento 29, distribuídos de acorde com a tabela abaixo.
Apenas 27 contratações a sul: não é por falta de horários… mas por falta de candidatos! Isso explica certas decisões que pouco ou nada resolvem.
Link permanente para este artigo: https://www.arlindovsky.net/2023/04/187-contratados-na-rr29/
Abr 28 2023
Publicitação das listas definitivas de Colocação, Não Colocação, Retirados e Listas de Colocação Administrativa – 29.ª Reserva de Recrutamento 2022/2023.
Aplicação da aceitação disponível das 0:00 horas de terça-feira dia 2 de maio, até às 23:59 horas de quarta-feira dia 3 de maio de 2023 (hora de Portugal continental).
Consulte a nota informativa.
SIGRHE – Aceitação da colocação pelo candidato
Nota informativa – Reserva de recrutamento n.º 29
Listas – Reserva de recrutamento n.º 29
Link permanente para este artigo: https://www.arlindovsky.net/2023/04/reserva-de-recrutamento-n-o-29-5/
Abr 28 2023
Levantamento das penalidades aplicadas nos termos do art.º 18.º e do art.º 44.º
Exmo/a Sr/a Diretor/a / Presidente da CAP,
Informa-se que as penalidades aplicadas nos termos do art.º 18.º e do art.º 44.º, do Decreto-Lei n.º 132/2012, de 27 de junho, na redação em vigor, se consideram levantadas para os devidos efeitos, no âmbito do Concurso de Contratação de Escola.
Com os melhores cumprimentos,
A Subdiretora-Geral da Administração Escolar
Joana Gião
Link permanente para este artigo: https://www.arlindovsky.net/2023/04/porque-cada-vez-ha-menos-professores-disponiveis-para-aceitarem-as-colocacoes/
Abr 28 2023
Quando a falta de professores aperta…
Informa-se que as penalidades aplicadas nos termos do art.º 18.º e do art.º 44.º, do Decreto-Lei n.º 132/2012, de 27 de junho, na redação em vigor, se consideram levantadas para os devidos efeitos, no âmbito do Concurso de Contratação de Escola.
Com os melhores cumprimentos,
A Subdiretora-Geral da Administração Escolar
Joana Gião
Link permanente para este artigo: https://www.arlindovsky.net/2023/04/levantamento-das-penalidades-no-ambito-do-concurso-de-contratacao-de-escola/
Abr 28 2023
Agressão ocorreu perante a turma que terá rido e batido palmas.
Um aluno da Escola Básica e Secundária do Cerco, no Porto, agrediu uma professora com um golpe de mata-leão no passado dia 17 deste mês.
A agressão ocorreu perante a turma, que, segundo o Correio da Manhã, reagiu com “risos e aplausos”.
Link permanente para este artigo: https://www.arlindovsky.net/2023/04/professora-agredida-por-aluno-com-mata-leao-em-escola-porto/
Link permanente para este artigo: https://www.arlindovsky.net/2023/04/atualizacao-da-tabela-de-vencimentos-2023-eduprofs/
Abr 27 2023
Participei pela primeira vez, na terça-feira, por compromisso com a escola pública e por
imperativo de consciência, na “descida da avenida”. E, de facto, pude comprovar que descer a
Avenida da Liberdade no dia 25 de abril é literal e metaforicamente uma satisfação muito grande
para qualquer democrata, sobretudo neste tempo em que valores democráticos, como a
liberdade, a igualdade, a verdade e a transparência, estão a ser tão delapidados. Até por aqueles
que mais tinham obrigação de os defender. Mas nesse dia desfilaram na avenida muitos grupos
de cidadãos, e ainda bem, com as mais diversas motivações, incluindo muitas associações
sindicais e profissionais de diferentes setores públicos e privados.
No entanto, há uma diferença assinalável entre a atual luta dos professores e todas as outras
lutas que se fizeram representar na descida da avenida. Essa diferença é a exigência de
recuperarmos os 6 anos, 6 meses e 23 dias que António Costa, Mário Centeno e Tiago Rodrigues
nos roubaram em 2018, através da habilidosa e cínica fórmula de descongelamento dos 10 anos
tempo de serviço efetivamente prestado pelos professores portugueses nas escolas públicas do
nosso país.
A realidade é que as outras reivindicações dos professores, todas elas justas e necessárias a uma
escola pública mais democrática e com mais qualidade, se podem agregar na expressão “luta por
melhores condições de trabalho”. Neste sentido, há um significativo número de reivindicações
dos professores que se comparam com reivindicações de profissionais de outras áreas, que
também lutam por “melhores condições de trabalho”. E ainda bem que estamos todos em luta,
já que a política de “contas certas” e de “austeridade disfarçada” deste governo, à custa de
colossais cativações na Educação e na Saúde, por exemplo, e de uma colossal carga de impostos
sobre o setor privado, que esmaga as micro, pequenas e médias empresas, é uma vilania. Todos
temos, portanto, o dever de lutar por um Portugal melhor e o direito a manifestar a nossa
“indignação”.
Ora, a recuperação do tempo de serviço trabalhado pelos professores e que nos foi roubado em
2018 não é, como referi, apenas mais uma reivindicação dos professores do conjunto de
reivindicações por “melhores condições de trabalho”. Esta reivindicação é intocável para os
professores porque representa a restituição de muito dinheiro que nos está a ser roubado, a nós
e aos nossos filhos e filhas, desde 2018. E que nos continuará a ser roubado a todos, até ao fim
dos nossos dias, se esta infame e cobarde injustiça não tiver quem a resolva. Sem esses seis anos
e meio, todos os professores estão a ganhar muito menos do que o que deviam e terão reformas
muito inferiores àquelas a que teriam direito. Dependendo dos casos, nomeadamente o escalão
em que se encontrava em 2018 e, claro, a sua longevidade, cada professor pode ter um corte de
30, 40 ou 50 mil euros nos seus rendimentos até ao final dos seus dias. É muito dinheiro para
roubar a um trabalhador. Claro que comparado com os montantes envolvidos na TAP (3200
milhões de verbas públicas injetadas, 500 mil euros para apenas uma indemnização, mais de 55
milhões oferecidos a um senhor americano, etc…), isto parece pouco dinheiro. Mas, para quem
vive honestamente apenas do seu salário, como acontece com a esmagadora maioria dos
professores, é muito dinheiro. É muita qualidade de vida roubada às nossas famílias.
Por tudo isto é que a luta pelos 6 anos, 6 meses e 23 dias não é apenas mais uma reivindicação.
Como vi num magnífico cartaz no dia 25 de abril, a descer a avenida, esta revindicação traduz
uma questão da mais elementar justiça: “Só queremos o que é nosso! 6.6.23”. Se fôssemos
governados por gente com a estrutura e a honestidade intelectual que se deve exigir a um
governante, esta questão já estaria resolvia há muito tempo… Infelizmente, o Primeiro Ministro
tem mentido repetidamente sobre este assunto. É mentira que a restituição do que ele (António
Costa) nos roubou custe 1300 milhões de euros. É mentira que essa nossa reivindicação ponha
em perigo a sustentabilidade das constas públicas. É mentira que que a recuperação desse
tempo de serviço nos coloque em situação de privilégio em relação a todas as outras carreiras
da função pública. Infelizmente, o Ministro da Educação, este como o anterior, não tem peso
político, isto é, não tem relevância política dentro do governo. Não tem, pelo menos, voz
suficiente para impor uma solução para este problema, que ele sabe que é justa e necessária.
Infelizmente, o Presidente da República nunca mais larga o papel de comentador político e, por
isso, nunca mais assume o seu papel de garante do “normal funcionamento das instituições”. O
“normal funcionamento das instituições”, Sr. Presidente da República”, impunha que este
governo, que nas palavras de um ex-ministro é uma “pessoa de bem”, pagasse o que deve aos
professores.
“Nós só queremos o que é nosso. 6.6.23”. Obrigado, Paula Sanches, pelo teu cartaz de enorme simplicidade, concisão e clareza!
Link permanente para este artigo: https://www.arlindovsky.net/2023/04/a-diferenca-na-luta-dos-professores/
Abr 27 2023
O ministro da Educação, Camilo Santana, disse hoje (23) que um acordo assinado com Portugal vai facilitar o reconhecimento de diplomas de ensino fundamental e médio naquele país.
O acordo foi assinado nesse sábado (22) pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva durante viagem oficial ao país. Trata-se de um complemento ao Tratado de Amizade celebrado entre os dois países em 22 de abril de 2000, sobre equivalência de estudos no Brasil (ensino fundamental e médio) e em Portugal (ensino básico e secundário).
De acordo com Santana, que está na comitiva presidencial em Lisboa, o acordo pretende desburocratizar a tramitação do processo de reconhecimento dos estudos de brasileiros que moram em Portugal e de portugueses que moram no Brasil.
Atualmente, segundo o ministro, cerca de 5 mil processos estão em tramitação na embaixada brasileira para reconhecimento de estudos. Entre as medidas para acelerar os pedidos estão o reconhecimento automático e a tramitação eletrônica (online) dos processos.
“Isso vai facilitar. O mesmo ano equivalente no Brasil será reconhecido aqui [em Portugal] automaticamente”, afirmou.
Durante entrevista, o ministro da Educação também disse que o governo brasileiro pretende retomar um acordo para formação de professores em Portugal.
“Queremos retomar a formação de professores brasileiros em Portugal. Temos centenas de acordos com universidades brasileiras e portuguesas, e também a revalidação de cursos de nível superior. Vamos discutir e ver se na próxima reunião de cúpula , no ano que vem, a gente possa tratar dessa questão”, disse.
Link permanente para este artigo: https://www.arlindovsky.net/2023/04/o-problema-da-falta-de-professores-esta-resolvido-vamos-importa-los/
Abr 27 2023
O presidente do Conselho das Escolas foi ouvido no Parlamento sobre a aplicação do Plano 21/23 Escola+.
O presidente do Conselho das Escolas (CE) – o órgão que representa os directores junto do Ministério da Educação (ME) – reafirmou, esta quarta-feira, que “o grande contra para o plano de recuperação das aprendizagens e para o trabalho das escolas é a falta de professores”, que se tem vindo a agravar nos últimos anos.
Link permanente para este artigo: https://www.arlindovsky.net/2023/04/falta-de-professores-e-o-grande-contra-para-a-recuperacao-das-aprendizagens/
Abr 26 2023
Mais uma vez apresentamos a comparação entre a previsão de vagas lançadas pelo blogue a 17 de setembro de 2022 e as vagas reais apresentadas na Portaria n.º 111-A/2023 a 26/04/2023.
Estão contempladas mais 55 vagas em comparação com as previsões do blogue, resultado de horários temporários equiparados a anuais. Os QZP’s 7 e 10 são aqueles onde mais se nota este fenómeno, principalmente nos grupos 100, 110 e 930.
Nos grupos do 3º ciclo e secundário assiste-se também a um fenómeno interessante: muitos dos candidatos que ficaram em completos e anuais no QZP 7 nos últimos 3 anos, acabaram por não reunir condições. Significa que estes professores denunciaram ou não aceitaram as colocações obtidas. O exemplo mais evidente está no grupo 300, onde 20 professores se encontram nestas condições.
entre
Link permanente para este artigo: https://www.arlindovsky.net/2023/04/comparacao-entre-as-previsoes-do-blogue-e-as-vagas-da-portaria-norma-travao/
Abr 26 2023
As vagas publicadas em DR na Portaria n.º 111-A/2023, são as da Norma Travão, ainda faltam as tais da Vinculação Dinâmica que, fazendo contas de “sumir”, serão 8000 ou mais.
Ou estarei errado? Não é no site do governo que está publicada esta frase? “Através desta proposta, será possível vincular, ainda em 2023, mais de 10 mil professores.”
É claro que essas vagas não podem ser publicadas enquanto não for promulgado o novo diploma de concursos pelo Presidente Marcelo… Cheira-me que ainda esta semana teremos notícias dele…
Link permanente para este artigo: https://www.arlindovsky.net/2023/04/que-vagas-sao-estas-2401-porque-nao-sao-mais-de-10-000/
Abr 26 2023
Link permanente para este artigo: https://www.arlindovsky.net/2023/04/vagas-do-concurso-externo-dos-quadros-de-zona-pedagogica-e-do-ensino-artistico-especializado-da-musica-e-da-danca/
Abr 26 2023
… realizado por um colega do Agrupamento de Escolas Dr. Mário Fonseca, em Lousada.
Link permanente para este artigo: https://www.arlindovsky.net/2023/04/momento-de-humor/
Abr 26 2023

Este ano, as provas de aferição vão ser muito diferentes do habitual. Pela primeira vez, os alunos do 2.º, 5.º e 8.º anos vão realizar as provas em plataformas digitais, ou seja, através dos computadores portáteis escolares.
Para o mesmo teste, as escolas vão poder dividir os estudantes em dois turnos. Os alunos devem usar os portáteis pessoais que foram entregues pelo Ministério da Educação, mas também podem usar os computadores das bibliotecas e salas de informática das escolas.
As provas podem ser feitas online ou offline, para evitar que os alunos sejam afetados por falhas de rede. Caso sejam feitos sem ligação à rede, será necessário descarregar os enunciados antes do início das provas.
Nem todos. Há pais que se recusam a aceitar os equipamentos, porque não se querem responsabilizar em caso de avarias.
Os prazos de garantia dos dispositivos que foram entregues aos alunos em 2021 estão prestes a terminar e terão de ser os pais a lidar com os custos das reparações.
Para resolver este problema, o presidente Associação Nacional de Diretores de Agrupamentos de Escolas Públicas (ANDAEP), Filinto Lima, sugere que o seguro escolar passe a cobrir o uso dos portáteis escolares.
Uma medida que, segundo o mesmo, já foi proposta ao Ministério da Educação.
Não exatamente. À Renascença, Filinto Lima explica que existe um manual de procedimentos enviado pelo Governo às escolas.
No entanto, o presidente da ANDAEP avisa que é impossível que haja professores capazes de dar apoio informático em todas as escolas.
É uma dúvida dos diretores de escolas, que expressam preocupação com os alunos do 2.º ano, mais especificamente.
Segundo Filinto Lima, as crianças entre os seis e os sete anos ainda estão a aprender a escrever e a desenvolver a caligrafia, pelo que deveriam realizar provas escritas.
Link permanente para este artigo: https://www.arlindovsky.net/2023/04/provas-de-afericao-com-recurso-a-computadores-portateis-e-se-avariarem/
Abr 26 2023
Movimento dos Professores em Monodocência está à espera de ser recebido por João Costa para apresentar as suas propostas. Ministro anunciou que a partir dos 60 anos terão isenção total de aulas.
A intenção anunciada pelo ministro da Educação de, a partir dos 60 anos, isentar de horas de aulas os educadores de infância e os docentes do 1.º ciclo é “manifestamente insuficiente para repor a equidade entre estes e os seus colegas dos restantes ciclos de escolaridade. É o que transmite ao PÚBLICO a educadora de infância Paula Gomes em nome do Movimento de Professores em Monodocência (MPM), lançado em 2020 nas redes sociais e que reúne cerca de dez mil profissionais.
Link permanente para este artigo: https://www.arlindovsky.net/2023/04/monodocentes-dizem-que-isencao-de-aulas-a-partir-dos-60-nao-acaba-com-discriminacao/
Abr 26 2023
Comemorámos ontem mais um 25 de Abril, 49 anos após o poder ter passado do Estado Novo para a III República, estando em crise muitas das melhores ideias de Abril, particularmente no que respeita à educação e à liberdade.
Eu sei que a plenitude da liberdade é desígnio utópico. Com efeito, os modelos de organização social, particularmente os modernos, assentam cada vez mais em ligações de interdependência, das mais variadas naturezas. Mas é o grau de liberdade o determinante maior da nossa qualidade de vida. Dito isto, rejeito que seja plenamente democrática uma sociedade que não paute o seu desenvolvimento pela universalização do bem-estar dos seus cidadãos, desde que de passo síncrono com um profundo respeito pelas suas liberdades individuais. Porém, conciliar e exercer a liberdade de pensamento dentro das organizações, formais ou informais (partidos políticos, grupos religiosos, redes sociais ou grupos de opinião) é cada vez mais difícil, para não dizer penoso.
A pandemia instaurou uma espécie de pensamento único, intolerante ao contraditório das correntes dominantes, e promoveu falsos moralismos e pretensos argumentos de autoridade para defesa de medidas sanitárias, que se constituíram como instrumentos repressivos, usados contra quem ousasse divergir. Reconheça-se que com o apoio generalizado da sociedade, que facilmente trocou liberdade por segurança, e com a ajuda de uma comunicação social que se demitiu de investigar e se limitou a reproduzir, sem sindicar. Com efeito, a legalidade democrática é frequentemente vítima de uma promiscuidade evidente entre a comunicação social e as agendas globalistas, sejam elas económicas, políticas ou de costumes.
A Constituição (CRP) é assumida cada vez mais como estorvo e cada vez menos como a referência que se jurou respeitar e cumprir. Assim, o legado de Abril de 1974 está presentemente ameaçado por uma revisão constitucional que PS e PSD, sem terem para tal pedido mandato aos eleitores, se preparam para fazer. E que propõem? Suprimir o direito à liberdade, consignado no artigo 27º da CRP, para que os cidadãos possam ser detidos sem ordem judicial, para que a livre circulação seja proibida sem necessidade de decretar o estado de emergência e para que o Estado possa devassar as comunicações privadas, com a mesma ligeireza com que a PIDE devassava o correio. Se permitirmos isto, enterramos de vez o 25 de Abril e o desiderato constitucional de construir “um país mais livre, mais justo e mais fraterno”.
Perdida a soberania e a independência para uma Europa governada por não eleitos, hoje alienada pela guerra e subserviente aos EUA, saibamos ao menos continuar a manter a protecção constitucional à liberdade, à liberdade de opinião e circulação, à educação, à saúde, à habitação e à cultura. E saibamos promover uma cidadania activa, que se oponha à crescente dessintonia entre as práticas governamentais e o respeito por esses direitos fundamentais.
Cumulativamente, a educação vive a maior crise da democracia. Temas centrais, geradores dum conflito que já dura há seis meses (contagem do tempo de serviço, redução da burocracia imperante, mobilidade por doença, respeito pelos horários legais de trabalho consagrados na lei, criação de condições para o rejuvenescimento da profissão docente, discriminação laboral dos professores em monodocência, destruição sistemática da coerência curricular, interferência governamental na independência intelectual, científica e metodológica dos professores, entre outros) continuam a ser olimpicamente ignorados por parte do ministro da Educação, em sede das negociações.
António Costa não está apenas desatento ao desmoronamento do nosso sistema de ensino, submetido a ideologias destemperadas, apresentadas como pedagogias modernas. Está completamente desinteressado e alheio. Boiou no mar encapelado da “geringonça” porque a sua sobrevivência apenas dependia dos seus dotes de manipulador e malabarista político de vida inteira. Agora afogou-se, porque a maioria absoluta revelou o vazio absoluto do seu pensamento reformista e estratégico.
A sociedade aguenta mais três anos a esbracejar no lamaçal de incompetências e mentiras, que têm vindo a corromper a democracia portuguesa?
In “Público” de 26.4.23
Link permanente para este artigo: https://www.arlindovsky.net/2023/04/pela-educacao-e-pela-liberdade-santana-castilho/
Abr 25 2023
Aos professores e a todos os trabalhadores que lutam pelos seus direitos, o texto que fiz e que foi lido pelo professor Ricardo Silva.
Não posso estar convosco hoje e desfilar, como faço sempre, a celebrar a revolução. Na verdade, tirei o dia para ir passear com a minha mãe, que se reformou cheia de vida aos 62 anos, continua a trabalhar no que gosta voluntariamente e tem hoje saúde e bem-estar para aos 72 anos passearmos juntas, em programas culturais, que – de quando em quando – fazemos, juntas. Nunca deixo de estar na Av. da Liberdade, mas a minha mãe é, como diz um adágio anarquista, a “única autoridade a que me submeto”.
Queria que todos os professores, a maioria são professoras, tivessem a vida que ela teve. Acesso à cultura, trabalho com prazer, respeito dos colegas, e direito a reformar-se numa idade que pode usufruir do lazer ou continuar a trabalhar a um ritmo autodefinido, e com autonomia.
Os professores, as professoras, juntos, de todas as idades e sexos, nacionalidades, e áreas distintas, têm protagonizado lutas nestes 6 meses que são um exemplo para o país. Com um movimento de base, democrático, nas escolas, que exige “parar de mentir” sobre os critérios de avaliação de docentes e de alunos, que exige uma escola de cooperação, escrupulosa e exigente, que forma conhecimento crítico, em vez de competências aligeiradas.
Na luta tiveram a cooperação que no dia a dia lhes é vedada com critérios kafkianos de avaliações, que só avaliam de facto os gestores que as criaram numa “governação por números” que tem feito da escola – um lugar maravilhoso – um espaço de tortura onde se prolongam os horários de trabalho, e se esvazia o sentido da educação.
Riram mais em greves e manifestações, onde ergueram as suas vozes em defesa da educação, do que em anos em salas de professores vazias, sem alma, onde se afogam mágoas, queixas e injustiças. De vítimas passaram a sujeitos de luta.
O salário não é dado – os trabalhadores quando trabalham pagam o seu próprio salário. É-lhes devido o que trabalharam bem como, no mínimo, os aumentos para fazer face à inflação.
É com os professores – e com os médicos, enfermeiros, funcionários judiciais, maquinistas – que temos um compromisso assumidos. Não é com a obscena riqueza que circula entre a dívida “pública” e os bancos.
Os professores lutam contra a precariedade e uma lei que os coloca, mesmo aos que estão fixos em escolas, na mão arbitrária de diretores não eleitos, que os podem alocar a outras escolas de mega agrupamentos, com custos de deslocação, como forma de retaliação ou simplesmente porque “podem, querem e mandam”.
Ao mesmo tempo, nestes meses, os professores deram uma lição de democracia e solidariedade – ao manterem as lutas contras as tentativas de lhes retirar o direito à greve, e ao fazerem fundos de greve entre profissões. Falta-lhes, porém, a solidariedade – efetiva, com gestos – dos outros trabalhadores do país.
Pese embora a relativa solidão com que têm lutado é impressionante o apoio público que têm, é exemplar que não baixem os braços, com coragem, e nos vão dando a “aula mais importante” – só há democracia real quando nos locais de trabalho há democracia e dela brota a solidariedade.
São um exemplo, para todos os outros trabalhadores dos serviços públicos e das empresas. Sou grata pela lição. Estou ao vosso lado. Para que possam trabalhar com prazer, deixar de trabalhar com saúde, trabalhar para viver. 25 de Abril sempre!
Link permanente para este artigo: https://www.arlindovsky.net/2023/04/aos-professores-e-a-todos-os-trabalhadores-que-lutam-pelos-seus-direitos-raquel-varela/