Tag: ANVPC

Iniciativas Contra a Prova

Da FNE com a participação da ANVPC.

FNE promove concentrações contra a prova de acesso

 

 

A Federação Nacional da Educação (FNE) promove na próxima semana concentrações de professores em várias cidades contra a prova de acesso à carreira docente que o Ministério da Educação decidiu aplicar.

 

todos

As ações pretendem ser também momentos de esclarecimento à população para a situação destes professores, muitos deles com largos anos de serviço, apesar de não terem vínculo ao ministério.

A prova, agora designada de avaliação de conhecimentos e capacidades, está prevista na legislação desde a governação socialista de José Sócrates (2008), mas nunca chegou a ser aplicada, devido à forte oposição dos sindicatos.

Sob o lema “Todos Contra a Prova”, a FNE marcou concentrações para Coimbra (segunda-feira), Lisboa (quarta-feira), Évora (quinta-feira) e Porto e Viana do Castelo (dia 30).

Nos locais de concentração será distribuído um manifesto contra uma prova que os professores consideram “inútil, ineficaz e que desrespeita o trabalho de milhares de docentes”.

As iniciativas estão também a ser divulgadas nas redes sociais e contarão com a presença do secretário-geral da FNE, João Dias da Silva.

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Comunicado da ANVPC

PEDIDO DE ESCLARECIMENTO URGENTE DA ANVPC À DGAE – OAL

 

COMUNICADO – 14.07.2013

 
A ANVPC –  Associação Nacional dos Professores Contratados, remeteu hoje ao Exmo. Sr. Diretor Geral da Administração Escolar (DGAE), Dr. Mário Pereira, um pedido de esclarecimento urgente, relativamente à aplicação do ponto 3 do artigo 4º (Capítulo II) do despacho de Organização do Ano Letivo (OAL) 2013/2014.

Aquando da última reunião conjunta da ANVPC com a DGAE ficou claro que no que respeitava ao ponto 3 do artigo 4º do anterior Despacho Normativo 13-A/2012 (OAL), quando se referia “a adequada formação científica”, o docente de um grupo de recrutamento, ou disciplina, para lecionar num novo grupo de recrutamento, ou disciplina que não a sua de origem, teria de possuir  obrigatoriamente HABILITAÇÃO PROFISSIONAL para esse novo gruponão podendo lecionar no mesmo com qualquer outra habilitação que não a PROFISSIONAL (ex.: Habilitação Própria).  No final desta reunião a ANVPC viria a tornar público o seguinte comunicado: http://anvpc.org/anvpc-presente-em-reuniao-na-assembleia-da-republica-cecc-e-na-direcao-geral-da-administracao-escolar-dgae/

No entanto, no presente despacho de OAL 2013/2014 (Despacho Normativo 7/2013, 11 de Junho) no Capítulo II,  artigo 4º (ponto 3), a situação surge exatamente colocada como no documento do ano transato, pelo que criará novamente confusão junto das escolas e potenciará uma distribuição de serviço díspar entre cada escola/agrupamento de escolas.  

Tendo em conta os normativos de habilitação vigentes, é, para a ANVPC,  totalmente claro que a única habilitação possível é a Habilitação Profissional, pelo que urge que a DGAE emita um nota informativa às escolas/agrupamentos de escolas com a máxima urgência, prevenindo reclamações que venham a surgir, e paralela manutenção de mais que um candidato no lugar. Esta associação profissional acredita que o Ministério da Educação e Ciência continuará a privilegiar quer o cumprimento da lei, quer a qualidade de excelência do sistema de ensino português, pelo que não pactuará com uma distribuição de serviço ilegal, promovendo a lecionação de disciplinas por titulares não detentores das formações académicas adequadas.

A ANVPC aguarda com urgência a resposta do Exmo. Sr. Diretor Geral da Administração Escolar, sendo que estará muita atenta ao assunto supracitado, pois considera que não existe ensino de qualidade sem um corpo docente de qualidade dentro da sala de aula, detentor quer da formação académica, e habilitação, de acordo com os normativos legais vigentes, quer da experiência profissional na área/ciclo de ensino. Mais, a ANVPC tudo fará para verificar o cumprimento da lei no que concerne à distribuição de serviço docente no ano letivo 2013/2014.

Veja-se ainda que a Associação Nacional dos Professores Contratados estima que, no presente ano letivo, milhares de horários destinados a professores contratados foram ocupados por docentes de carreira aos quais foram atribuídas disciplinas de outros grupos de recrutamento (que não os seus), sem que estes fossem portadores da considerada necessária Habilitação Profissional para a sua lecionação.   

 A Direção da ANVPC

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REUNIÃO DA ANVPC COM O MEC – Recolha de Contributo​s

Com pedido de divulgação.

 

A ANVPC requereu ao Ministro da Educação e Ciência, no passado dia dezanove, um pedido urgente de audiência, de modo a promover uma reflexão conjunta acerca das problemáticas associadas aos Professores Contratados portugueses, dando especial destaque às seguintes:

– Concurso Extraordinário de Vinculação para o ano de 2014;

– Política definida pelo MEC relativa à oferta de Cursos Profissionais na Escola Pública;

– Contratações de Escola: TEIP e Autonomia;

– Regime de concurso 2013/2014 e abrangência territorial no âmbito da manifestação de preferências;

– Regime de Requalificação Profissional;

– Ações judiciais a despoletar junto dos Tribunais Administrativos portugueses e ações já desencadeadas junto da Comissão Europeia/Tribunal Europeu.

Nessa medida, no sentido de preparação da reunião referida e na perspetiva de podermos espelhar, nesse encontro, problemas específicos de todos os Professores Contratados portugueses, gostaríamos de receber as vossas contribuições no que respeita a questões/dúvidas que consideram ser mais relevantes quer nas problemáticas acima referenciadas quer noutras consideradas pertinentes.

Todas as participações deverão ser remetidas para [email protected] até ao próximo dia 30 de junho de 2013.

A direção da ANVPC

ANVPC – Em movimento pela Excelência, pela União, pela Vinculação

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Divulgação – ANVPC

INÍCIO DO SEGUNDO MOMENTO DE ENVIO DE DENÚNCIAS À COMISSÃO EUROPEIA – INSTRUÇÕES E APOIO

 

Esta segunda fase desta ação demonstrará ainda à Comissão Europeia a irrelevância do número de vagas abertas no Concurso de Vinculação Extraordinária, recentemente realizado, clarificando a inoperância do Estado Português na resolução do problema da precariedade docente, e, uma vez mais, a continuação da alegada violação da Diretiva 1999/70/CE do Conselho de 28 de Junho de 1999. 

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Divulgação – ANVPC

MENSAGEM AOS PROFESSORES CONTRATADOS PORTUGUESES – NOVA AÇÃO DE LUTA

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Ex-Ministros Ajudam Professores Precários

…mas melhor era se o tivessem feito enquanto ministros.

Na edição de hoje do Diário de Notícias.

DN-Ex-Ministros_ajudam_professores_precarios

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Divulgação – ANVPC

Eurodeputada Ana Gomes remete informações à ANVPC decorrentes da reunião conjunta

 

A eurodeputada do Partido Socialista Dra. Ana Gomes acabou de remeter à ANVPC uma série de informações, requeridas pela Associação Nacional dos Professores Contratados em reunião conjunta realizada, relativamente aos processos/denúncias em curso da Comissão Europeia (CE) referentes à precariedade docente em Portugal. Destacam-se vários esclarecimentos formais remetidos à eurodeputada por László Andor (em nome da CE) realçando que já foi realizada um troca de correspondência institucional entre a CE e o Estado Português, tendo a resposta das autoridades portuguesas suscitado novos aspectos adicionais, alvos de notificações complementares. Neste momento várias denúncias, e uma petição, encontram-se a ser avaliadas sendo que concluída a avaliação serão tomadas as medidas adequadas no quadro das competências da Comissão, a fim de garantir a correta aplicação do direito da UE.

 

Comunicação da Comissão Europeia: DG Emprego, Assuntos Sociais e Igualdade de Oportunidades

 

O chefe da unidade da DG Emprego, Assuntos Sociais e Igualdade de Oportunidades da Comissão Europeia, Muriel Guin, endereçou uma comunicação à ANVPC decorrente da denúncia remetida no passado dia 12.10.2012. Essa comunicação poderá ser visualizada AQUI.

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Margarida Almeida vai pedir explicações ao Ministério da Educação e Ciência

Deputada do PSD “perplexa” com 600 vagas para professores contratados

 

A deputada Margarida Almeida, do PSD, ficou surpreendida com a abertura de apenas 600 vagas nos quadros para professores contratados, no âmbito do concurso de vinculação extraordinária que está a decorrer, e vai pedir explicações ao Ministério da Educação e Ciência (MEC). “Estas 600 vagas deixaram-me um pouco perplexa e irei pedir que me justifiquem ou me dêem argumentos para o entender”, disse esta quarta-feira a deputada do principal partido do Governo na Comissão de Educação, Ciência e Cultura da Assembleia da República, durante a audição da Associação Nacional de Professores Contratados (ANPC).

 

Margarida Almeida é membro da Comissão de Educação, Ciência e Cultura e esteve presente na apresentação pública da Associação Nacional de Professores Contratados.

Quem esteve presente na apresentação pública da ANVPC percebe que Margarida Almeida terá mesmo ficado surpreendida com este número reduzido de vagas.

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Divulgação – ANVPC

REUNIÃO DA ANVPC NA COMISSÃO DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E CULTURA (Assembleia da República) – Recolha de Contributos

 

Caros(as) Associados(as),

 

 

A ANVPC estará presente na Assembleia da República, numa reunião na Comissão de Educação, Ciência e Cultura, no próximo dia 30 de janeiro de 2013.

No sentido de preparação da reunião referida, e na perspectiva de podermos espelhar, nesse encontro, problemas específicos de todos os Professores Contratados portugueses, gostaríamos de receber as vossas contribuições no que respeita a questões relativas ao vosso grupo disciplinar.

Todas as participações deverão ser remetidas para [email protected]

 

A direção da ANVPC

ANVPC – Em movimento pela Excelência, pela União, pela Vinculação

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Reuniões da ANVPC com Eurodeputados

Na passada sexta-feira a Associação Nacional dos Professores Contratados reuniu com eurodeputados do PCP e do PS de forma a mostrar a insuficiência da abertura de 600 vagas pelo MEC para a vinculação extraordinária.

 

REUNIÃO COM A EURODEPUTADA DO PCP, DRA. INÊS ZUBER

 

No passado dia 11 de Janeiro (sexta-feira), pelas 15:30H, a ANVPC reuniu-se no edifício Jean Monet (Lisboa) com a eurodeputada do PCP – Dr.ª Inês Zuber.

A reunião foi iniciada com uma apresentação sumária da ANVPC, sistematizando os principais desígnios que nos movem, tendo sido posteriormente realizada uma sucinta contextualização sobre as atividades já realizadas e as que se encontram a decorrer, nomeadamente a denúncia à Comissão Europeia (CE) efetuada pela ANVPC e o apoio que se encontra em curso aos seus associados, sobre o alegado incumprimento da Diretiva 1999/70/CE do Conselho de 28 de Junho de 1999. Foi igualmente exposto que a anunciada abertura de 600 vagas pelo Ministro da Educação e Ciência não resolve a precariedade docente de longa duração dos Professores Contratados Portugueses, ilustrada pelos seguintes números: no presente ano letivo existiram 4512 renovações e 3106 contratos iniciados em 1 de setembro, o que perfaz o total de 7618 Professores. Considerando as Contratações de Escola e as Bolsas de Recrutamento foram já colocados, no presente ano letivo, o total de 17 999 Professores Contratados. Nessa medida, a ANVPC demonstrou à Eurodeputada a sua admiração, e estranheza, de como o Ministro da Educação e Ciência considera que se podem resolver as necessidades reais e permanentes do sistema de ensino português com a abertura de apenas 600 vagas.

A Eurodeputada Inês Zuber fez referência à documentação previamente entregue pela ANVPC e mostrou-se sensibilizada para o problema, deixando nota que iria discutir com o seu colega de bancada a melhor forma de questionar a CE, por escrito, acerca das questão debatidas na presente reunião, tendo a Comissão Europeia, posteriormente, o prazo de um mês para responder a essa interpelação. A Eurodeputada foi ainda questionada se não haveria a hipótese de um consenso dos Eurodeputados dos partidos representados no Parlamento para que essa questão tivesse um maior impacto junto da Comissão. Inês Zuber achou que poderá haver essa possibilidade, mas teria ainda de discutir a sua operacionalização com o seu colega de partido.

Por fim a Dr.ª Inês Zuber informou a ANVPC da existência de uma Comissária, de nacionalidade cipriota, que tem a seu cargo, entre outras áreas, a da Educação, tendo concordado informa-la diretamente acerca da precariedade dos Professores Contratados Portugueses, assim como da denúncia colocada.

A Direção da ANVPC

 

 

 

REUNIÃO COM AS EURODEPUTADAS DO PS, DRA. ANA GOMES E DRA. EDITE ESTRELA

 

 

No passado dia 11 de Janeiro (sexta-feira), pelas 14:30H, a ANVPC reuniu-se no edifício Jean Monet (Lisboa) com as Eurodeputadas do grupo parlamentar do Partido Socialista, Dra. Ana Gomes e Dra. Edite Estrela.

A reunião foi iniciada com uma apresentação sumária da ANVPC, sistematizando os principais desígnios que nos movem, tendo sido posteriormente realizada uma sucinta contextualização sobre as atividades já realizadas e as que se encontram a decorrer, nomeadamente a denúncia à Comissão Europeia (CE) efetuada pela ANVPC e o apoio que se encontra em curso aos seus associados, sobre o alegado incumprimento da Diretiva 1999/70/CE do Conselho de 28 de Junho de 1999. Foi igualmente exposto que a anunciada abertura de 600 vagas pelo Ministro da Educação e Ciência não resolve a precariedade docente de longa duração dos Professores Contratados Portugueses, ilustrada pelos seguintes números: no presente ano letivo existiram 4512 renovações e 3106 contratos iniciados em 1 de setembro, o que perfaz o total de 7618 Professores. Considerando as Contratações de Escola e as Bolsas de Recrutamento foram já colocados, no presente ano letivo, o total de 17 999 Professores Contratados. Nessa medida, a ANVPC demonstrou à Eurodeputada a sua admiração, e estranheza, de como o Ministro da Educação e Ciência considera que se podem resolver as necessidades reais e permanentes do sistema de ensino português com a abertura de apenas 600 vagas.

As Eurodeputadas demonstraram elevado interesse e empenho na nossa causa, materializado na procura de informação sobre a existência de um alegado processo de incumprimento do Estado Português da referida Diretiva. Vão igualmente apresentar, aos restantes deputados europeus do Partido Socialista, os problemas relativos à precariedade dos Professores Contratados Portugueses expostos, no sentido de tomarem, a curto prazo, uma posição pública com a consequente cobertura jornalística. A ANVPC foi ainda informada que poderá enviar à Comissária, que tem a seu cargo na CE, entre outras áreas, a da Educação, informações sobre a situação de precariedade dos Professores Contratados de longa duração, e que caso do seu processo de denúncia seguir para o Tribunal Europeu a ANVPC poderá beneficiar de assessoria gratuita.

Finalmente, foi referido pelos representantes da ANVPC presentes na reunião, que tratando-se de um assunto nacional e transversal à ideologia política, esta associação teria todo o interesse, e se empenharia, na construção de uma tomada de posição comum dos 22 deputados portugueses no Parlamento Europeu, aliás à semelhança do que ocorreu com os deputados dos seis grupos parlamentares portugueses no momento da aprovação (sem votos contra) da Resolução da AR n.º 35/2010 que recomenda a integração excecional dos Professores Contratados com mais de 10 contratos (com mínimo de duração de 6 meses cada).

No final da reunião ficou a certeza de que as duas Eurodeputadas se irão empenhar ativamente neste processo e que foi construído um importante canal de comunicação para a reciproca troca de informações.

 

A Direção da ANVPC

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ANVPC Pede Audiência aos Deputados Europeus Portugueses

PEDIDO DE AUDIÊNCIA AOS DEPUTADOS(AS) EUROPEUS PORTUGUESES

 

A ANVPC – Associação Nacional dos Professores Contratados, remeteu, na tarde de hoje, um pedido de audiência individual a todos os Deputados(as) Europeus portugueses, no sentido de os alertar para a situação de precariedade dos Professores Contratados em Portugal, assim como requerer o seu apoio no seguimento das denúncias que os associados da ANVPC se encontram a remeter para Sua Excelência a Secretária-geral da Comissão das Comunidades Europeias (alertando para a possível violação, por parte do governo português, da Diretiva 1999/70/CE do Conselho de 28 de Junho de 1999).

Na presente mensagem foi  também dado o devido realce à Resolução da Assembleia da República nº35/2010 (recomendação ao governo para a integração, nos quadros, dos Professores Contratados – nunca operacionalizada), assim como ao Parecer do Provedor de Justiça (datado de junho de 2012) relativo à situação laboral precária, em Portugal, por parte dos Docentes Contratados.

A Direção da ANVPC.

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Segue-se a ANVPC

…com a denúncia à comissão europeia sobre a (NÃO) vinculação de professores contratados.

Professores contratados avançam com denúncias na Comissão Europeia

 

a notícia do público decorre deste comunicado:

APOIO DA ANVPC AOS SEUS ASSOCIADOS – ENVIO DE DENÚNCIAS À COMISSÃO EUROPEIA

Abertura de cerca de 600 vagas para a vinculação extraordinária!

E agora, depois do adeus à expetativa da vinculação, o que é que os 37 565 Professores Contratados com mais de 4 anos de tempo de serviço e os 11 526 com mais de 10 anos de tempo de serviço (candidatos expressos nas listas de recrutamento de docentes, por grupo/disciplina), estão realmente dispostos a fazer para que lhes seja reparada a grande injustiça pessoal e profissional decorrente da precariedade docente a que têm sido sujeitos nos últimos 5, 10, 15 e mais anos?

A ANVPC vai apoiar seus associados na apresentação de denúncias individuais em sede da Comissão Europeia, no sentido desta ser alertada para a violação, por parte do governo português, da Diretiva 1999/70/CE do Conselho de 28 de Junho de 1999, relativamente ao desempenho de funções docentes por parte dos Professores Contratados.

Até ao final da interrupção letiva será disponibilizado um manual de instruções sobre os procedimentos a seguir para que as denúncias sejam enviadas para a Secretária Geral da Comissão Europeia. Para isso, cada Professor Contratado terá de obter, e digitalizar, os seguintes documentos:

1)       Declaração de tempo de serviço para efeitos de concurso;

2)       Registo biográfico (para quem quiser aderir ao posterior processo judicial).

A união faz a força, e demonstraremos inequivocamente que a abertura de cerca de 600 vagas NÃO É A SOLUÇÃO para a resolução da precariedade docente em Portugal.

Atenção ao correio eletrónico e à página da Associação Nacional dos Professores Contratados (www.anvpc.org), pois nos próximos dias surgirão informações relevantes.

 

 

A direção da ANVPC

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Comunicado da ANVPC

comunicado de dia 24 da ANVPC à Secretária Geral da Comissão Europeia.

 

ANVPC LANÇOU HOJE (24.12.2012) NOVO ALERTA À SECRETÁRIA GERAL DA COMISSÃO EUROPEIA – GOVERNO PORTUGUÊS ASSUME PUBLICAMENTE A MANUTENÇÃO DA PRECARIEDADE DOCENTE

 

A ANVPC acabou de remeter a Sua Excelência a Secretária Geral da Comissão Europeia uma nova comunicação, alertando que o Governo Português assumiu, na presente semana, a manutenção da precariedade docente.

Sua Excelência o Ministro da Educação e Ciência de Portugal havia anunciado no passado dia 19 de Julho (na sala do Senado da Assembleia da República) a realização de um concurso para vinculação extraordinária de Professores Contratados, demonstrando a existência de vontade política para responder à gravíssima situação de precariedade de longa duração que afeta milhares de Professores há 5, 10, 15 e mais anos, e simultaneamente dar resposta ao estipulado na legislação nacional e internacional, ao parecer do Provedor de Justiça (de 6 de Junho de 2012) e à Resolução n.º 35/2010 da Assembleia da República portuguesa.

Já na passada quinta-feira, 20 de Dezembro de 2012, este governante publicitou a abertura de aproximadamente 600 vagas para entrada em quadro de Professores Contratados, projeto esse que tomará forma num normativo legal a aprovar, muito provavelmente, até ao final do presente ano civil.

Nesta medida, a ANVPC – Associação Nacional dos Professores Contratados alertou a Comissão Europeia para a precariedade de longa duração dos Professores Contratados portugueses, considerando que este número de vagas anunciados é verdadeiramente insignificante face à dimensão real do problema e não demonstra, de forma alguma, a resolução deste gravíssimo problema, que se arrasta há mais de 15 anos.

Mais, a ANVPC fez saber que o incumprimento em Portugal quanto à manutenção de precariedade de Professores que satisfazem necessidades permanentes do sistema de ensino Português, e que se têm mantido ano após ano em regime de contrato, é ilustrado pelos seguintes dados:

– Existem em Portugal 37 565 mil Professores Contratados com 4 ou mais anos de tempo de serviço e  11 526 com 10 ou mais anos de tempo de serviço (candidatos expressos nas listas de recrutamento de docentes, por grupo/disciplina);

– Na tentativa de reparar a situação de grande instabilidade pessoal e profissional dos professores contratados de longa duração e de criar condições de reposição da legalidade, foi aprovada na Assembleia da República uma recomendação ao governo para a integração  dos Professores Contratados (nunca operacionalizada pelo Governo Português), bem como foi emitido um elucidativo parecer do Provedor de Justiça  de Portugal sobre esta mesma temática.

A  última proposta, do governo português, não dá resposta à gravíssima situação de precariedade dos Professores Contratados portugueses e nessa linha, um dia após o governo anunciar  a intenção de abrir  concurso para cerca de 600 lugares, o Partido Comunista Português entregou uma iniciativa parlamentar, procurando  que o governo reveja a sua proposta.

A ANVPC continuará a por em prática ações nacionais e internacionais no sentido de que seja, de forma consciente e responsável, resolvida, pela tutela, a situação de precariedade docente de longa duração, e assim reposta a justiça para milhares e milhares de Professores Contratados.

Esta associação anunciará, muito em breve, uma nova incitava.

 

A Direção da ANVPC – 24.12.2012

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Boletim Informativo da ANVPC

… que pode ser subscrito aqui.

 

 

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ANVPC – Pedido de Esclarecimento à Comissão Europeia

A ANVPC – Associação Nacional dos Professores Contratados acabou de enviar à Sua Excelência a Secretária Geral da Comissão Europeia um pedido de esclarecimento, com caráter de urgência, sobre a aplicação do Direito da União Europeia (Diretiva 1999/70/CE do Conselho de 28 de Junho de 1999), relativamente ao desempenho de funções docentes dos Professores Contratados Portugueses.

Na comunicação referida foi apresentado:

a) Pedido de esclarecimento relativo a um processo em curso no âmbito de uma denúncia apresentada por um docente português;

b) Envio de dados, e documentação variada, no sentido de esclarecer a Comissão Europeia da dimensão da precariedade docente em Portugal, para que esta entidade externa possa entender factualmente quer o número de docentes por grupo de disciplinar e respetivos anos de serviço enquanto contratados, quer os cortes orçamentais verdadeiramente “desumanos” recentemente concretizados no campo dos recursos humanos de educação (que relegaram para o desemprego milhares e milhares de professores que serviram a Escola Pública anos a fio sem que lhes tenha sido possibilitada a justa entrada nos quadros). 

 

O anúncio feito pelo Ministro da Educação e Ciência no passado dia 19 de julho na sala do Senado da Assembleia da República, da realização de um concurso para vinculação extraordinária de Professores Contratados foi perspetivado como a demonstração da existência de vontade política (finalmente!) para responder à grave situação de precariedade de longa duração que afeta milhares de Professores há 5, 10, 15 e mais anos, e simultaneamente dar resposta ao estipulado na legislação nacional e internacional, ao parecer do Provedor de Justiça e à Resolução n.º 35/2010 da Assembleia da República.

A materialização desta vontade política consubstancia-se na resposta à seguinte questão: Qual o número de vagas de quadro que serão abertas no Concurso Extraordinário para Vinculação dos Professores Contratados? Foi esta questão que a ANVPC colocou ao MEC, tanto na reunião do passado dia 25 de outubro, como na carta dirigida no passado dia 25 de Novembro. A resposta do MEC foi o total silêncio.

Para se ter um cabal conhecimento da dimensão da precariedade docente, atente-se aos seguintes dados, relativamente ao número de Professores com os seguintes anos de serviço:

+ de 4 anos: 37 565 docentes

+ de 10 anos: 11 526 docentes

A título de exemplo, a abertura de 1000 vagas de quadro, no âmbito do projeto de decreto-lei apresentado pelo MEC, apenas repararia a situação de precariedade docente para os Professores Contratados que têm mais de 18 anos de tempo de serviço docente!!!

A proposta inicial do MEC, quando definiu como requisito para admissão ao Concurso para a Vinculação Extraordinária de Professores, deter mais de 3 600 dias de tempo de serviço, colocou a expetativa a todos os docentes, e demais parceiros sociais, da abertura de sensivelmente 10 000 vagas.

Tem de ser do conhecimento de todos os atores do palco educativo, nacionais e internacionais, que a abertura de vagas de quadro em número inferior ao referido (10 000) não responderá de forma alguma à grave situação de precariedade de longa duração, nem à procura da excelência na qualidade do serviço educativo, assim como não contribuirá para o prestígio e dignificação da profissão docente.

 

A direção da ANVPC

10.12.2012

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As 8 Respostas que os Professores Contratados (ainda) Não Têm!

Carta da ANVPC ao Ministro da Educação e Ciência
 

 

A ANVPC – Associação Nacional dos Professores Contratados remeteu, no passado dia 25 de Novembro, a Sua Excelência o Ministro da Educação e Ciência (c/c aos Exmos. Srs. Secretário de Estado do Ensino e Administração Escolar e Secretário de Estado do Ensino Básico e Secundário) um pedido de esclarecimento respeitante a várias questões referentes ao Concurso Extraordinário de Vinculação de Professores Contratados, assim como algumas dúvidas relativas a questões diretamente associadas à contratação de professores, a saber: 

1)            Qual o número de vagas, relativamente ao art.º 4.º, por grupo de recrutamento, por quadro de zona pedagógica?

2)            Quais os critérios subjacentes à abertura de vagas de quadro, para atender à especificidade dos grupos de recrutamento que têm um elevado número de Professores com 10 ou mais anos de tempo de serviço?

3)            Relativamente ao n.º 2 do art.º 7º, qual a razão que levou a relegar os Professores colocados ao abrigo do concurso extraordinário para a 4ª prioridade do concurso interno?

4)            As exceções quanto ao reposicionamento de carreiras na função pública também serão aplicadas aos professores colocados ao abrigo do concurso extraordinário, ao abrigo do n.º 2 do art.º 10.º?

5)            Qual o prazo para promulgação do decreto-lei e da publicação do aviso de abertura, relativos ao concurso extraordinário?

6)            De acordo com o ponto 3 do Artigo 4.º do Despacho Normativo n.º 13-A/2012, qual é a habilitação a considerar para que um docente possa, independentemente do grupo pelo qual foi recrutado, lecionar qualquer área disciplinar, disciplina ou unidade de formação do mesmo ou de diferente ciclo ou nível?

7)            Quais os fundamentos para que horários de um grupo de recrutamento que se encontram, ao abrigo do ponto 3 do Artigo 4.º do Despacho Normativo n.º 13-A/2012, estejam a ser ocupados por docentes de quadro oriundos de outro grupo de recrutamento, lecionando disciplinas que não as suas de origem?

8)            Tem o Diretor de uma Escola, ou Agrupamento, no âmbito das contratações de escola, a liberdade de colocar a concurso um horário de uma disciplina (para a qual já existe segundo o Estatuto da Carreira Docente, um grupo de recrutamento para a docência), requisitando para tal um “Técnico Especializado” e não um docente de um grupo cientificamente e pedagogicamente habilitado para a leccionar?

Esta associação reiterou a urgência na resposta às oito questões pragmaticamente colocadas, já que durante as próximas semanas tornará públicas as suas ações a desenvolver a curto prazo (nacionais e internacionais), pelo que urge ter por parte do MEC uma resposta precisa às perguntas enunciadas, na defesa da transparência, da qualidade e exigência que todos os parceiros educativos declamam para a educação em Portugal.

 Destaca-se que até à presente data nenhuma resposta foi dada pela tutela, pelo que a ANVPC continuará a insistir na clarificação de todas estas dúvidas até que sejam remetidas pelo MEC respostas objetivas às mesmas. 

A direção da ANVPC

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Reunião ANVPC sobre o Processo de Vinculação

 

Reunião da ANVPC com a Secretaria de Estado da Administração Pública

 

No passado dia 2 de Novembro a ANVPC reuniu com a Secretaria de Estado da Administração Pública. Este encontro contou com a presença de sua Excelência o Secretário de Estado da Administração Pública (SEAP), Dr. Hélder Rosalino e da Dr.ª Cristina Santos (responsável pelas negociações com os parceiros sociais). A ANVPC fez-se representar pelo seu Vice-presidente da Direção, Pedro Gomes Vieira, e pelo seu Presidente do Conselho Fiscal, João Almeida.

Ainda que não seja ao Ministério das Finanças que compete resolver o problema da vinculação de Professores Contratados (mas sim ao Ministério da Educação e Ciência – MEC), por implicar despesa pública, a anunciada vinculação extraordinária terá de obter a concordância do Ministério das Finanças, daí a importância desta reunião conjunta.

Durante o decurso desta reunião ficou demonstrado que a situação de precariedade de longa duração na profissão docente é um assunto para o qual existe forte sensibilidade da Tutela no sentido da sua resolução, apesar do constrangimento financeiro, e que é preocupante existirem Professores que dedicaram mais de uma década ao ensino e que ainda não se encontram vinculados na Função Pública.

A ANVPC apresentou, neste encontro, o documento designado “Proposta de modelo para a vinculação extraordinária dos Professores Contratados”, tendo-se debruçado nomeadamente sobre os pontos que implicam impacto orçamental. Foi referido que a aplicação dos critérios propostos pela ANVPC implicaria a abertura de 9500 vagas, número mínimo para se poder fazer face às necessidades permanentes que o sistema de ensino tem evidenciado nos últimos anos.

O SEAP não detinha, à data, informação sobre o número de abertura de vagas que pressupõe a proposta de decreto-lei que o MEC apresentou no passado dia 20 de Outubro. A ANVPC apresentou sérias preocupações por ainda não existir informação sobre o número de vagas de quadro que serão abertas, reafirmando que uma “vinculação extraordinária” tem de implicar um “número de vagas extraordinárias”. Foi ainda expresso que a repercussão orçamental da proposta da ANVPC representava cerca de 0,15% do orçamento do MEC para 2012.

Foram, por fim, expostos os anseios dos associados da ANVPC, que perspetivam este momento de vinculação extraordinária como ocasião de reparação de uma injustiça que perdura há mais de uma década, assim como a sua elevada predisposição para recorrerem à via judicial, nacional e internacionalmente, no sentido de repor os direitos de quem exerce uma profissão de forma precária há 5, 10, 15 e mais anos.

Se a secretaria de estado da administração pública não tem conhecimento do número de vagas que o MEC se disponibiliza abrir para esta vinculação é muito provável que nem o MEC saiba esse número.
Neste momento e de acordo com o que se conhece da reunião de hoje quase não faz sentido continuar com um processo desta natureza não se conhecendo ao certo os números dessa vinculação.
É que vai uma larga diferença se os números finais forem menos de mil ou mais de 5000 lugares disponíveis.
 
Como disse ao Jornal Público quando se conheceu a primeira versão do decreto-lei da vinculação extraordinária, a abertura de poucas vagas não compensa as injustiças e a polémica que esta vinculação pode trazer.

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É Bom a Convergência de Posições

…para uma reunião que se inicia amanhã com o MEC para o início do processo negocial de vinculação de professores contratados.

FNE REÚNE COM ASSOCIAÇÃO DE PROFESSORES CONTRATADOS

 

Delegações da FNE e da recentemente constituída Associação Nacional de Professores Contratados reuniram no dia 24 de outubro, em Lisboa, a propósito da proposta do MEC para a realização de um concurso extraordinário para a vinculação de docentes contratados.
As duas delegações analisaram a proposta do MEC e as perspectivas que ambas as organizações defendem em relação a esta matéria, tendo sido verificada uma ampla convergência de pontos de vista.
A eliminação da precariedade, da instabilidade e da insegurança, quer dos docentes, quer das escolas, foi a preocupação dominante deste encontro, o qual permitiu que, pelas ações convergentes das duas organizações se obtenham ganhos significativos para o sistema, valorizando e reconhecendo os profissionais envolvidos neste processo.

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Apresentação Pública da ANVPC

Decorreu hoje, pelas 16 horas no Porto, a apresentação pública da Associação Nacional dos Professores Contratados (ANVPC).
A Associação tem desde hoje o seu site disponível em www.anvpc.org, é composta por 13 membros e funciona de acordo com estes estatutos.
No próximo dia 6 de Outubro, nas Caldas da Rainha, estarão dois membros desta associação no painel sobre a vinculação de professores.
Boa sorte a esta nova associação.

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Agenda Para Sábado no Porto

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