Category: Rui Cardoso

Divulgação – Carta Aberta ao Sr. Ministro da Educação

 

Iniciou-se um processo que dá conhecimento do desagrado de uma maioria de professores quanto à forma de aplicação das Provas de Aferição no 2º, 5º e 8ºAnos. Para isso, os proponentes, redigiram uma carta aberta ao Sr.º Ministro da Educação que neste momento recolhe assinaturas.
Fica aqui o documento.
[gview file=”https://www.arlindovsky.net/wp-content/uploads/2018/05/Carta-aberta-ao-Sr.-Ministro-de-Educação.pdf”]

 

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Opinião – Fenómeno Educacional – Provas de Aferição a Disciplinas sem programa (o obscurantismo do sistema) – Carlos Tiago

 

Fenómeno Educacional – Provas de Aferição a Disciplinas sem programa (o obscurantismo do sistema)

Aproxima-se a realização das Provas de Aferição (para os alunos, nem de aflição), este ano, pela primeira vez nas disciplinas de Educação Visual e de Educação Tecnológica no 2.º ciclo (5.º ano de escolaridade).

Nas últimas dezenas de anos tem aumentado a implantação da sociedade da tecnologia, da automação, da robótica, da inteligência artificial e da manufaturação, neste país (nesta selva onde tudo é possível e alguns fazem tudo o que querem e nada lhes acontece), mas no sentido inverso têm caminhado as políticas educativas dos vários Ministérios da Educação, ao diminuírem as cargas horárias e/ou acabarem com as disciplinas artísticas, artesanais/manuais e tecnológicas no ensino básico obrigatório, bem como têm reduzido e/ou eliminado os investimentos em recursos humanos, instalações, equipamentos e materiais de consumo diversificados.

No 2.º ciclo foram reduzindo a carga horária da disciplina de Trabalhos Manuais até acabarem com ela e reduziram a carga horária da disciplina de Educação Visual. Criaram uma disciplina de Educação Visual e Tecnológica com menos carga horária e por fim retiram dela o par pedagógico (2 professores por turma/sala). Separaram-nas voltando a reduzir a carga horária e com um professor com os alunos da turma toda ao mesmo tempo, a funcionarem numa “autentica batalha campal” para uma disciplina que deveria ser eminentemente prática e com utilização de equipamentos e ferramentas. Para o próximo ano letivo, ao abrigo da “autonomia” (mini-selva) podem as Escolas diminuí-las ou até eliminá-las.

No 3.º ciclo diminuíram a carga horária até acabarem com a disciplina de Trabalhos Oficinais e com a divisão da turma em 2 grupos com 2 professores. Substituíram-na pela disciplina de Educação Tecnológica com uma reduzida carga horária e apenas com um professor para os alunos de toda a turma para darem continuidade à “batalha campal”. Finalmente extinguiram-na pura e simplesmente, possibilitando a oferta de disciplinas pela referida “autonomia” dos interesses “duvidosos” também já instalados nas Escolas.

Posto isto, regresse-se às Provas de Aferição a realizar nas disciplinas de Educação Visual e de Educação Tecnológica, nos seguintes termos:

– Disciplinas sem programa, mas com Metas, ou seja, o Ministério da Educação manda os professores lecionarem as disciplinas sem definir programas individuais para elas, contudo define Metas a atingir obrigatoriamente, reportando para que sejam organizadas as atividades daquelas disciplinas com base num programa de uma disciplina que já não existe e está completamente desatualizado com dezenas de anos (o da disciplina de Educação Visual e Tecnológica), ou seja, não serve para ser lecionada, mas serve para “esventrar” o seu programa;

– Deverão os professores apoiarem-se no programa da antiga disciplina de Educação Visual e Tenológica que tinha mais carga horária e par pedagógico (2 professores por turma), “inventando”, “desenrascando”, “assegurando” o que o Ministério da Educação não tem competência e nem sabe fazer ou o que é um programa para cada uma daquelas disciplinas;

– Em cada Escola são os professores a “parirem” programas para estas disciplinas com o intuito de preparem os alunos para uma Prova de Aferição nacional cujos moldes desconhecem por completo e para as quais não lhes foram dadas quaisquer orientações nem sequer matrizes/informações/exemplos de provas relativamente aos conteúdos programáticos.

Pergunta-se/Questiona-se:

– Como é possível obrigar os alunos a realizarem uma Prova de Aferição em disciplinas onde nem sequer existe programa? Em centenas de disciplinas nos vários ciclos são as 2 únicas disciplinas que não têm programa.

– Será que a realização da Prova de Aferição nestas disciplinas sem qualquer tipo de orientação é para avaliar a capacidade dos respetivos professores que as lecionam relativamente à incompetência do Ministério da Educação? Certamente com eles aprenderão o que não sabem, pois a maioria dos professores são os mais antigos e experientes no sistema educativo e estão diretamente relacionados com a capacidade de trabalho, organizativa e produtiva.

– Onde estão os encarregados de educação e a sua preocupação com o que o Ministério de Educação manda fazer aos seus educandos para avaliar os professores (ou o sistema falido, como o país)? Estarão certamente preocupados com o que os professores mandam fazer aos seus educandos e com o que lhes exigem relativamente aos comportamentos e atitudes corretas que devem ter e não têm na sala de aula, especialmente nas disciplinas práticas, em que é preciso transformar materiais utilizando técnicas complexas e diversificadas.

– Se isto se passasse com as disciplinas ditas “importantes”, o que já teria acontecido e quantos “experts na matéria” já tinham vindo “partir a louça toda” e defender o “ego”? Aqui se vê a importância das diferentes disciplinas (teóricas ou práticas) e porque é que os alunos não querem esforçar-se no trabalho produtivo, em que o Ministério da Educação é o primeiro a desvalorizar as componentes artísticas, tecnológicas e artesanais, salvo as áreas desportivas, musicais e da representação (relacionadas com o espetáculo). Não esquecer que tudo o que existe e que é utilizado é sempre produzido, mas para ser concebido é necessário saber ver (EV) e saber fazer (ET).

O Ministério da Educação com este tipo de política educativa vem, mais uma vez, desvalorizar, enxovalhar e nitidamente extinguir os já poucos professores das antigas disciplinas de Trabalhos Manuais e Trabalhos Oficinais e os atuais professores das disciplinas de Educação Visual e de Educação Tenológica, não aproveitando mínima e adequadamente as suas valências. O Ministério da Educação não soube fazer os programas das disciplinas de Educação Visual e de Educação Tecnológica, mas sabe fazer Provas de Aferição para as avaliar e vir colocar em causa o que os professores lecionaram aos seus alunos, mandando depois às Escolas os relatórios incriminatórios.

 

 

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Esclarecimento dos Docentes Lesados a 25 de agosto na sequência de artigo no Jornal Expresso

 

Na sequência do artigo “Soma de disparates”, da autoria de Marco Capitão Ferreira, no passado dia 2 de maio, no jornal Expresso, o grupo “Docentes Lesados a 25 de agosto” fez chegar um esclarecimento,
através dos seus advogados, ao diretor do Expresso e em que invocaram o Direito
de Resposta.

Fica aqui o esclarecimento que o Grupo nos fez chegar…

[gview file=”https://www.arlindovsky.net/wp-content/uploads/2018/05/DL25AGO-Direito-de-Resposta-sobre-Soma-de-disparates-de-Marco-Capitão-Ferreira.pdf”]

 

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Parecer da Procuradoria-Geral da República relativo à contabilização do tempo de serviço anterior à profissionalização para efeitos do reposicionamento docente

Porque muitos foram os que manifestaram vontade em ler o “dito”, aqui fica “ele” para que todos o leiam…

 

[gview file=”https://www.arlindovsky.net/wp-content/uploads/2018/05/Parecer-da-Procuradoria-Geral-da-República-relativo-à-contabilização-do-tempo-de-serviço-anterior-à-profissionalização-para-efeitos-do-reposicionamento-docente-.pdf”]

 

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Licença Parental – Nota Informativa

 

 

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Comunicado da Pró-Ordem sobre a reunião de ontem com o ME

[gview file=”https://www.arlindovsky.net/wp-content/uploads/2018/05/180504-Pró-Ordem-reuniu-no-ME-mas-sem-resultados-21.pdf”]

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Portaria n.º 119/2018 – Reposicionamento na carreira

Clicar na imagem.

 

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Reserva de recrutamento n.º 29

 

Publicitação das listas definitivas de Colocação, Não Colocação, Retirados e Lista de Colocação Administrativa dos Docentes de Carreira – 29ª Reserva de Recrutamento 2017/2018.

Aplicação da aceitação disponível das 0:00 horas de segunda-feira, dia 7 de maio, até às 23:59 horas de terça-feira, dia 8 de maio de 2018 (hora de Portugal continental).

 

Consulte a nota informativa.

 

SIGRHE – aceitação da colocação pelo candidato

 Nota informativa

Listas

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Agora que acabou… a música satírica dos concursos…

 

 

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ASSIMETRIAS DE CONTEXTO SOCIOECONÓMICO ENTRE ESCOLAS PÚBLICAS – DGEEC

 

Como uma nossa leitora nos diz; “Embora todos já tivéssemos uma noção clara de que assim era, estes números explícitos não deixam de ser espantosos e escandalosos ao mesmo tempo.

 

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Impressões sobre a Prova de Aferição de Expressões Artisticas…

 

Verificou-se que os tempos atribuídos pelo Ministério estão incorretos. O tempo total é de 1h30m sem tolerância. No guião estão atribuídos os seguintes tempos às tarefas: tarefa 1 – 30m; tarefa 2 – 15m; tarefa 3 – 15 m é tarefa 4 -30 m. O total é de 1h 30 m, no entanto, esqueceram-se que têm um aquecimento de 7m 58s, o que ultrapassa o tempo destinado à Parte A da prova.

Verificou-se, também, que não se pode atribuir o mesmo tempo a turmas com 20 alunos e a turmas com 26 alunos.

As tarefas não estão adequadas nem à faixa etária, nem aos programas, resultando na demonstração de grande dificuldade por parte da maioria dos alunos.

 

 

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Divulgação – Casa do Professor – Orçamento Participativo

 

Uma iniciativa, muito válida, de uma colega que, com toda a certeza, já calcorreou muitos caminhos à conta de ter escolhido a profissão de Docente…

Clicar na imagem…

 

Imagem da proposta

O “Casa dos Professor” pretende ser um projeto para residências de professores e educadores deslocados.
Em Portugal a realidade de vários professores e educadores é fazer milhares de quilómetros anualmente em prol da sua carreira e de modo a dar resposta às necessidades educativas do país. Para isso arrendam casas, pagam portagens e combustível e além do desgaste físico e emocional não auferem de rendimento que lhes permita a valorização enquanto ser humano com família e contas para pagar nas suas cidades de origem.
O projeto visa dar vida a escolas abandonadas// património imobiliário do estado. O objetivo é criar quartos com wc, com serventia de cozinha e equipados de modo a servir as necessidades dos Professores deslocados.

Proponentes da proposta
  • Virgínia Pereira

 

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Redução do número de alunos por turma nas escolas públicas

 

Cuidado com as leituras que estão a ser feitas por alguma comunicação social. A redução do número de alunos por turma nas escolas públicas é só em turmas de inicio de ciclo. As turmas com alunos com NEE continuam com o limite fixado nos 20 alunos.

 

[gview file=”https://www.arlindovsky.net/wp-content/uploads/2018/05/ncxs.pdf”]

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Termina hoje o prazo de candidatura…

É só para avisar os mais distraídos…

 

 

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Opinião – Quando António Costa não distingue velocidade de toucinho – Santana Castilho

 

Quando António Costa não distingue velocidade de toucinho

 

O 25 de Abril está a ficar como o Natal: celebra-se uma vez por ano, com doces afectos, e esquece-se todos os dias, com amargas realidades. Em matéria de Educação, a história dos 44 anos que passaram é a história de alterações sucessivas, num faz, desfaz, ditado por caprichos partidários de reduzida dimensão política e menor conhecimento técnico. Como observador atento e persistente do fenómeno, atribuo a António Costa e aos incompetentes a quem confiou a Educação a maior pobreza de ideias e políticas de sempre. Quando julgava que já não era possível ver pior, acabo ainda surpreendido.

É deprimente a actual trapalhada dos concursos. O Governo começou por publicar no Diário da República um aviso de abertura de concurso extraordinário externo, que permitia que a ele concorressem professores do privado que nunca tivessem leccionado em escolas públicas. Fê-lo em flagrante incumprimento da Lei nº 35/2014 (Lei Geral do Trabalho em Funções Públicas), que o obrigava a negociar com os sindicatos, e da Lei nº 114/2017 (Orçamento do Estado para 2018), que dispõe ser o concurso em análise exclusivamente para docentes “dos estabelecimentos públicos”. Para corrigir este erro grosseiro, o Governo alterou as regras, já com o concurso a correr, sem anular o aviso de abertura, e deu instruções particulares para proceder ao arrepio do que ele diz.

Mas esta enormidade afigurou-se coisa de somenos ao primeiro-ministro António Costa, que resolveu ampliá-la pedindo ao Tribunal Constitucional que trave o concurso interno para os professores do quadro, nos moldes decididos pelo parlamento. Recordemos a génese do problema: no ano transacto, mudando arbitrariamente e em segredo procedimentos de uma década, Alexandra Leitão enganou e prejudicou centenas de professores (estão pendentes 799 recursos hierárquicos e duas centenas de acções em tribunal) que concorreram de boa-fé; depois de um ano de meritória luta, o parlamento substituiu a razão da força totalitária da secretária de Estado pela força da razão democrática dos professores.

Mestre em hipocrisia política, António Costa arrisca agora o caos do sistema enquanto proclama, beatífico, que o Governo “tudo fará” para que o concurso “decorra com total normalidade”. Seráfico, confunde velocidade com toucinho, quando reduz o horário de trabalho dos professores do quadro às horas lectivas que lhes são inicialmente distribuídas. Cardeal silencioso sobre as práticas escandalosas e corruptas de alguns fiéis da sua congregação, ousa afirmar que professores, que trabalham em média 50 horas por semana, são pagos pelo que não fazem.

A segunda justificação de António Costa, a dos gastos, para pedir a fiscalização sucessiva da constitucionalidade da lei, refere 44 milhões de poupanças em 2017. Julga o homem que faz aceitar a todos, acriticamente, afirmações que o rigor elementar facilmente desmonta? Peguemos nos dados e separemos factos de mentiras. A circunstância de não terem sido trazidos ao concurso de mobilidade interna horários lectivos incompletos nunca poderia gerar as poupanças que Alexandra Leitão invoca. Porque os horários escondidos a 25 de Agosto foram postos a concurso na primeira reserva de recrutamento e foram preenchidos, maioritariamente, por professores dos quadros de zona pedagógica, posicionados atrás dos preteridos nas listas de graduação, mas credores de vencimento idêntico. Só os remanescentes, que vieram a ser preenchidos por professores contratados, poderiam gerar uma ínfima parte do falacioso número a que o Governo alude. Poderiam, se até nisso os números não desmentissem o discurso oficial: nas reservas de recrutamento que decorreram até agora foram contratados quase mais 3000 professores que no ano escolar anterior. Termos em que nada pouparam e muito mais gastaram.

2. A iniciativa legislativa de um grupo de professores para que seja recuperado todo o tempo de serviço efectivamente prestado (nove anos, quatro meses e dois dias), promovida de modo independente relativamente aos sindicatos, tem mérito e merece análise. A figura escolhida, uma proposta de lei a ser subscrita por 20 mil cidadãos, contrasta com as petições e as resoluções, que se vulgarizaram e acabam, invariavelmente, na pasta das inutilidades. Com efeito, se forem reunidas as assinaturas, os deputados que viabilizaram a Resolução nº 1/2018, a favor da contagem de todo o tempo de serviço, são obrigados a apreciar e votar o texto da proposta. Ora que outra coisa poderão fazer, sem perder a face, senão votar no mesmo sentido uma lei que visa instituir aquilo que recomendaram ao Governo?

A maioria parlamentar que apoia o Governo PS propôs desde o início a reversão das medidas de austeridade do anterior Governo. E se para lá chegar as finanças públicas contam, a justiça mínima, que é disso que se trata, não pode contar menos. Acresce que a iniciativa oferece ao Governo uma saída airosa para a desonestidade política para que foi arrastado pela obstinação da desacreditada secretária de Estado, Alexandra Leitão.

A Fenprof não disfarçou o incómodo que a iniciativa lhe causou. Começou por a considerar redundante, por visar algo que já estaria legislado, referindo-se ao artigo 19º da Lei nº 114/2017 (Orçamento de Estado para 2018). Sucede que o tal artigo não diz nada de substantivo quanto à matéria em apreço, muito menos o que a Fenprof diz que diz. E que diz o artigo? Remete a questão para processo negocial, colocando logo a decantada condicionante da “sustentabilidade e compatibilização com os recursos disponíveis”. Por outro lado, como é sabido, esta lei extingue-se automaticamente no final do ano e a única coisa concreta que existe é um compromisso assumido pelo Governo a 18 de Novembro de 2017, que não foi vertido em diploma legal e foi rapidamente desonrado.

Espero que a classe, em particular, e os cidadãos que a apoiam, em geral, percebam o que está em jogo e sejam céleres a contribuir para a reunião das 20 mil assinaturas necessárias. A actualidade transformou em dever cívico o apoio a esta iniciativa legislativa.

3. Uma nota final para completar a ilustração do desnorte em que vamos. Em Dezembro de 2016, o secretário de Estado João Costa arguia publicamente a necessidade de “fazer dieta” para acabar com a “obesidade curricular”. Durante ano e meio, puxou pela cabeça e arregimentou sábios. Agora produziu obra. Tomemos como exemplo o 2º ciclo do ensino básico: de um currículo “gordo” de nove disciplinas, mais Educação Moral e Religiosa (facultativa), Oferta Complementar e Apoio ao Estudo, passámos para um currículo “magro” de … 12 disciplinas, mais Educação Moral e Religiosa (facultativa), Oferta Complementar e Apoio ao Estudo. O número de horas total do currículo que agora é “magro” (3190 para crianças de 10/11 anos) é o mesmo que tinha o currículo que antes era “gordo”.

in Público

 

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Ofertas de Emprego Docente – Açores

 

Oferta nº 9428 – Contrato a termo resolutivo com vista ao provimento de 1 lugar(es) para Pessoal Docente, de(o) 3º Ciclo do Ensino Básico e Ensino Secundário Cod. 420 – Geografia, afecto ao/à Escola Básica e Secundária Mouzinho da Silveira para a área da(o) Direcção Regional da Educação da(o) Secretaria Regional da Educação e Cultura, publicitada a 2018-04-30
[Listas e Notificações]
Oferta nº 9427 – Contrato a termo resolutivo com vista ao provimento de 1 lugar(es) para Pessoal Docente, de(o) 3º Ciclo do Ensino Básico e Ensino Secundário Cod. 330 – Inglês, afecto ao/à Escola Secundária Manuel de Arriaga para a área Docência da(o) Direcção Regional da Educação da(o) Secretaria Regional da Educação e Cultura, publicitada a 2018-04-30
[Listas e Notificações]
Oferta nº 9426 – Contrato a termo resolutivo com vista ao provimento de 1 lugar(es) para Pessoal Docente, de(o) 3º Ciclo do Ensino Básico e Ensino Secundário Cod. 330 – Inglês, afecto ao/à Escola Secundária Manuel de Arriaga para a área Docência da(o) Direcção Regional da Educação da(o) Secretaria Regional da Educação e Cultura, publicitada a 2018-04-30
[Listas e Notificações]
Oferta nº 9423 – Contrato a termo resolutivo com vista ao provimento de 1 lugar(es) para Pessoal Docente, de(o) 3º Ciclo do Ensino Básico e Ensino Secundário Cod. 330 – Inglês, afecto ao/à Escola Secundária Domingos Rebelo para a área Inglês da(o) Direcção Regional da Educação da(o) Secretaria Regional da Educação e Cultura, publicitada a 2018-04-29
[Listas e Notificações]

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Contratação Açores, Grupo 420

Um horário completo para o grupo de Geografia.

 

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Dia do Trabalhador…

 

 

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Declaração conjunta contra a Municipalização, em defesa da Escola Pública e de uma verdadeira descentralização

 

Estiveram reunidos, em Viseu, dirigentes da Fenprof, da Associação Nacional de Dirigentes Escolares (ANDE), da Confederação Nacional Independente de Pais e Encarregados de Educação (CNIPE) e da Federação Nacional dos Sindicatos de Trabalhadores em Funções Públicas e Sociais (FNSTFPS), a debater a Municipalização, no final assinaram uma declaração conjunta.

 

[gview file=”https://www.arlindovsky.net/wp-content/uploads/2018/04/Declaração_Conjunta_Contra_Municipalização_da_Educação.pdf”]

 

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SPM considera, o projeto de decreto-lei Currículo dos Ensinos Básico e Secundário, um passo atrás.

 

 

Em suma, a SPM não pode deixar de lamentar veementemente e de forma pública este intempestivo e progressivo desmantelamento dos pilares em que se apoia a Escola portuguesa e dos progressos tão duramente conquistados pelos nossos alunos e respetivas famílias e escolas – num processo que, se não cessar com brevidade, trará consequências que levarão décadas a corrigir. Em suma, a SPM não pode deixar de lamentar veementemente e de forma pública este intempestivo e progressivo desmantelamento dos pilares em que se apoia a Escola portuguesa e dos progressos tão duramente conquistados pelos nossos alunos e respetivas famílias e escolas – num processo que, se não cessar com brevidade, trará consequências que levarão décadas a corrigir.

 

Parecer da Sociedade Portuguesa de Matemática relativo ao projeto de decreto-lei Currículo dos Ensinos Básico e Secundário

 

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CNE – Parecer sobre Estatuto do Estudante Internacional

 

Na 134.ª Sessão Plenária do CNE foi aprovado o parecer sobre o Estatuto do Estudante Internacional.

 

Parecer sobre Estatuto do Estudante Internacional

 

 

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CONVITE: evento de encerramento do projeto YOUTH START

 

Através do Blog DeAr Lindo a coordenação  internacional do projeto europeu Youth Start – Entrepreneurial Challenges, a PEEP convida os leitores do Blog  para o evento de encerramento do projeto, a Ministries Commission II, que terá lugar no dia 8 de Maio, pelas 9.30 horas, no Teatro Thalia, em Lisboa. O evento contará com a participação do Senhor Ministro da Educação, Doutor Tiago Brandão Rodrigues, assim como de altos representantes dos ministérios da educação de Áustria, Eslovénia e Luxemburgo. O objetivo consiste em discutir o seu impacto nas políticas públicas de educação nos diferentes países e divulgar os resultados preliminares da experimentação levada a cabo, mostrando evidências do efeito do programa Youth Start no reforço das competências dos alunos.

O registo no evento deve ser efetuado, até dia 2 de Maio, através do formulário online disponível em: https://tinyurl.com/youthstart.

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“Governo fala de poupança, mas não diz quanto gastou com professores contratados “

Não é só este governo, os outros usaram a mesma técnica e os próximos também a usarão.

Manter as pessoas na ignorância usando a palavra como arma é uma técnica que já não traz o beneficio esperado. O povo já questiona, para isso a escola teve um lugar preponderante, deu-lhe conhecimento e espirito critico. Já não basta a palavra de um politico tem que se mostrar provas.

Onde estão as contas? Onde estão esses estudos e comparações?

As únicas que são públicas são as deste Blog que vai publicando, ano atrás de ano, os números a que tem acesso. Mais uma vez esses números serviram à imprensa nacional.

 

Governo fala de poupança, mas não diz quanto gastou com professores contratados

O Governo escusou-se a divulgar quanto gastou de facto, neste ano lectivo, com a colocação nas escolas, em horários completos (22 horas de aulas por semana), de 5293 professores contratados.

Como as contratações não se esgotaram aí, até ao presente mês (Abril), segundo contas feitas pelo docente Arlindo Ferreira, especialista em estatísticas da educação, foram colocados ao todo 5293 professores contratados em horários completos.

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ESCLARECIMENTO DOS DL 25/08 FACE AO PEDIDO DE FISCALIZAÇÃO DA CONSTITUCIONALIDADE DA LEI APROVADA PELA AR EM 6 DE ABRIL DE 2018

 

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ILC Recuperar Todo o Tempo de Serviço Docente

 

Autoria: Maurício Brito

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O contra ataque do Governo… Pedido de fiscalização da constitucionalidade da Lei aprovada pela AR em 6 de abril de 2018

 

[gview file=”https://www.arlindovsky.net/wp-content/uploads/2018/04/Pedido-de-fiscalização.pdf”]

 

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Requisição de docentes – Pupilos do Exército

 

 

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Reserva de recrutamento n.º 28

 

Publicitação das listas definitivas de Colocação, Não Colocação, Retirados e Lista de Colocação Administrativa dos Docentes de Carreira – 28ª Reserva de Recrutamento 2017/2018.

Aplicação da aceitação disponível das 0:00 horas de segunda-feira, dia 30 de abril, até às 23:59 horas de quarta-feira, dia 2 de maio de 2018 (hora de Portugal continental).

 

Consulte a nota informativa.

 

SIGRHE – aceitação da colocação pelo candidato

 Nota informativa

Listas

 

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A verdadeira razão para a existência dos Lesados de 25/08…

E não podia ser outra… dinheiro. A poupança à custa dos professores e da educação é já um costume entre os governos, sejam eles de que ala forem…

 

Ministério da Educação mudou regras e poupou 40 milhões

O Ministério da Educação (ME) revelou ao PÚBLICO que em 2017 poupou 44 milhões de euros na contratação de professores pelo facto de só ter disponibilizado horários completos (22 horas de aulas por semana) no concurso de mobilidade interna, destinado aos docentes de carreira.

in Público

 

 

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Os deputados não estão satisfeitos com os concursos…

O concurso está a decorrer como sempre… um caos administrativo, com alterações a meio e interpretações duvidosas.

Só depois de iniciado o concurso é que se lembraram que tinham de “conversar” com os “representantes” dos professores (às tantas julgaram que os deputados da oposição e restante geringonça eram quem nos representava).

 

Partidos à esquerda e à direita do PS arrasam concurso de professores

BE, PCP, PSD e CDS voltam a unir-se na contestação ao Ministério da Educação (ME), desta vez a propósito do modo como, na semana passada, foi lançado o concurso externo extraordinário destinado à entrada no quadro de mais de dois mil professores contratados e também da forma como este tem estado a decorrer. A Federação Nacional de Professores (Fenprof) já pediu a sua anulação.

Depois de terem imposto a realização de um novo concurso para professores do quadro devido a uma alteração das regras do procedimento de 2017, feita por via administrativa, os partidos à esquerda e à direita do PS põem agora em causa a ausência de negociações com os sindicatos de professores para o estabelecimento das regras para o concurso extraordinário, o que segundo os partidos e os sindicatos é obrigatório por lei, a publicação de um aviso de abertura em Diário da República que vai contra aquilo que está definido na Lei do Orçamento do Estado a respeito deste procedimento e a sua alegada correcção por via de uma mera nota informativa elaborada pela Direcção-Geral da Administração Escolar (DGAE), que é o organismo responsável pela realização dos concursos de colocação de docentes. Para este ano foram abertos seis concursos.

in Público

 

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Consulta Pública – Procedimento tendente à elaboração reconhecimento da profissionalização de docentes

 

Serve a presente publicação para informar que é dado início ao procedimento tendente à elaboração reconhecimento da profissionalização ao abrigo do Decreto-Lei n.º 79/ 2014 , de 14 de maio.
Publicado a 23 de abril de 2018. A constituição como interessado pode fazer-se nos 10 dias úteis subsequentes.
A constituição como interessado no presente procedimento depende de declaração escrita nesse sentido, dirigida à Diretora-Geral da Direção Geral da Administração Escolar e enviada para o endereço eletrónico [email protected]
O referido despacho justifica-se para permitir os docentes portadores de habilitação própria
obterem a habilitação profissional, condição indispensável para o exercício da atividade
docente.

ficheiro para descarregar

 

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Nomeados os professores do ano

 

Não desfazendo em nenhum, tenho que concordar com a nomeação da mentora do projeto Mentes Sorridentes, por ser o único que conheço e acompanho. Tenho a certeza que todos eles como todos nós dão o seu melhor diariamente.

Os finalistas são (por ordem alfabética):

Celso Costa é professor de Ciências e Humanidades do 3.º ciclo e secundário, do ensino privado, no Porto. Para além das aulas, desenvolveu um programa – o CSS Program – direcionado para o treino de competências transversais que possam capacitar alunos, neste momento entre o 9.º e o 12.º ano de escolaridade, para uma adaptação bem-sucedida ao mercado de trabalho.

Dulce Gonçalves é professora do Ensino Especial no 3.º ciclo e secundário, do ensino público, no concelho de Loures. Criou o projeto “Mentes Sorridentes”, baseado em “mindfulness”, com o objetivo de aumentar os níveis de atenção e concentração na sala de aula, com reflexo no aproveitamento escolar e diminuir o número de ocorrências de natureza disciplinar.

Jaime Rei é professor de Ciências e Robótica nos 7.º e 8.º anos, do ensino público, em Torres Vedras. A possibilidade de criar projetos em que os alunos se sintam úteis na sociedade, assim como lhes proporcionar a possibilidade de serem os atores principais na construção dos materiais e saberes a desenvolver nos projetos, é altamente transformadora na forma como os estes se realizam e na forma como olham para a escola.Tem alunos vencedores em concursos nacionais e internacionais.

Joana Simas é professora de História dos 5.º e 6.º anos, no ensino privado, na Amadora. Trabalha a integração crescente da tecnologia nos projetos que desenvolvo ao redor do currículo de História e Geografia de Portugal. Os alunos usam tópicos como a Revolução Francesa, recriando batalhas em “Minecraft”, criam bandas desenhadas no “Comics Head” para representar a Revolução Liberal, ou animações no “PuppetMaster” para recriarem a Queda da Monarquia e a Instauração da República.

José Teixeira é professor de Ciências, no Ensino Secundário, do ensino público, em Chaves. Há 12 anos fundou, na Escola Secundária Fernão de Magalhães, o Clube do Ensino Experimental das Ciências (CEEC), com o intuito de conciliar ambas as vias de aprendizagem, formal e não formal. O projeto é aberto à comunidade, às iniciativas dos alunos e/ou professores, de custos muito reduzidos e que aproveita o material das escolas. É interdisciplinar, transversal e ajuda os alunos a encontrar a sua vocação.

Maria João da Silva Passos, Porte de Lima, é professora de Matemática e Ciências do 5.º e 8.º anos, do ensino público, em Ponte de Lima. A utilização dos surfaces com caneta (pen), dos telemóveis e das aplicações educacionais do office 365 permitiram-lhe desenvolver práticas educacionais mais inovadoras e motivadoras para os alunos. Tem feito workshops com os Encarregados de Educação com o intuito de lhes explicar, através da metodologia de trabalho que utiliza, o modo como podem ajudar os seus filhos/educandos a estudar em casa bem como a aprenderem, cada um ao seu ritmo.

Maria Francisca Serra é professora do Primeiro Ciclo, do ensino privado, em Lisboa. Desenvolve uma abordagem que parte da fusão entre a ciência e a criatividade. Tudo começa por adotar uma atitude, independente dos alunos ou do contexto, que valoriza a capacidade de criar relações inesperadas entre conteúdos distintos. Passa pela criação de um ambiente quase utópico em sala de aula, assente no respeito e na liberdade, estimulando os alunos a propor hipóteses, experimentar teorias, debater ideias e inventar soluções.

Maria Cristina Simões é professora de Ensino Especial, no 1.º ciclo do ensino público, em Tondela. Trabalha práticas educacionais inovadoras, pois assentam na implementação do constructo da qualidade de vida aos alunos que apoia, com base em oito domínios: desenvolvimento pessoal, autodeterminação, relações interpessoais, inclusão social, direitos, bem-estar emocional, bem-estar físico e bem-estar material. Como metas, pretende desenvolver a independência, a participação social e o bem-estar dos seis alunos com quem trabalha. Este modelo tem vindo a ser amplamente trabalhado em termos internacionais.

Nelson Soares é professor do pré-escolar, no ensino público, em Ponta Delgada. Na qualidade de educador de infância desenvolveu investigação-ação em contexto de sala de atividades, tendo em conta problemáticas que ia encontrando junto dos alunos. As questões alusivas ao género e à cidadania entram na escola por intermédio das crianças, integrando o quotidiano escolar. Porém, subsistem dificuldades na sua abordagem, bem como muitas vezes este assunto é “esquecido”. Para colmatar estes pontos, criou um conjunto de atividades, visando a desconstrução de estereótipos de género.

Rosa Oliveira é professora de Português, no 3.º ciclo e secundário do ensino público, em Aveiro. O projeto que desenvolve, “Narrativas de Vida” tem por objetivo ajudar os alunos a lidar com seus problemas, comprometendo-os com a escola, a família e comunidade. Numa abordagem inclusiva, dinamiza oficinas de escrita com base em memórias / histórias da vida, permitindo conhecer melhor os alunos. Tem desenvolvido desde 2010 um método de investigação que auxilia a suplantar a escolarização com imaginação e criatividade, dando aos alunos a possibilidade de terem acesso à sua vocação literária natural e de recuperar o gosto por aprender, através do “educurar”: isto é, educar e ao mesmo tempo curar

In JN

 

 

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Cartoon do Dia – Ilusão ou… constatação! – SDPA

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Divulgação – Muito mais que uma associação – ASSP

 

 

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É já a seguir… vai anular, vai…

… estou mesmo a ver o ME a anular o concurso para negociar com os sindicatos. Vão alegar interesse público e acabam com o “circo”…

Já agora, onde é que andaram até hoje?

A FENPROF exige que o concurso de integração extraordinário seja de imediato anulado, que, com caráter de urgência, seja aberto um processo negocial para aprovar o regime desse concurso e que, logo de seguida, o concurso seja relançado nos termos que tiverem sido negociados.

 

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Opinião – Sabia que pode obrigar o Parlamento a votar a sua Lei? – Alexandre Henriques

 

Basta! O povo precisa de tornar-se novamente soberano, mostrar que tem voz, que quer e merece melhores condições de vida.

Sabia que pode obrigar o Parlamento a votar a sua Lei?

Nesta quarta-feira comemorámos o dia da liberdade. O 25 de abril será sempre um marco, mesmo para quem não o viveu ao vivo e a cores. Estas linhas só são possíveis graças a bravos soldados e a gratidão é um bem precioso e, por isso, e antes de tudo, deixo-lhes aqui o meu muito obrigado!

Ontem falou-se numa reforma do sistema político. Eu falo em reforma pela verdade. Falta verdade, falta honestidade e o povo sabe que lhe mentem. Por isso o povo está a desligar, por isso o povo está a deixar de votar. É preciso uma democracia 2.0, é preciso governar para o povo, servir o povo, sentir o povo.

Infelizmente o povo português é o típico queixinhas, queixa-se no café, queixa-se no supermercado, queixa-se na bomba de gasolina, no trabalho, em casa, em todo o lado. Queixa-se mas pouco ou nada faz. O povo está manso, domesticado, já nem sente o chicote diário, julga que tudo é normal pois a anormalidade tornou-se banal. Subjugado a uma classe política hábil e a uma comunicação social comprometida, realiza a sua rotina e encolhe os ombros. “É a vida…”

Basta! O povo precisa de tornar-se novamente soberano, mostrar que tem voz, que quer e merece melhores condições de vida. É preciso chatear, “morder” os calcanhares de quem nos representa na Assembleia da República e obrigá-los a votar, para que as palavras bonitas sejam mais do que isso mesmo. Falar é fácil, escrever as leis é outra coisa e é preciso que as máscaras caiam…

Qualquer cidadão pode apresentar um Projeto de Lei no Parlamento. Para o efeito, precisará de 20 mil assinaturas, um número significativo, contrapondo com as 7500 que são necessárias para uma candidatura à Presidência da República. Curioso, não?

Os professores, mais uma vez, pretendem ser um farol social e mostrar que o cidadão comum tem o poder nas suas mãos. No momento em que escrevo estas linhas, decorre o processo de recolha de assinaturas para um Projeto de Lei que visa recuperar todo o seu tempo de serviço efetivamente prestado… mas congelado. Um ato de cidadania, um ato de democracia, um grito de revolta pela incapacidade sindical e governamental em devolver o que é dos professores por direito.

Os professores não podem ser o patinho feio da função pública, não podem ser vítimas por serem muitos. Merecem ser respeitados e o respeito mostra-se também pelo vencimento que lhes é devido, correspondente à enorme responsabilidade que é formar o futuro deste país.

Ontem foi dia de festa, foi dia de lembrar aqueles que mostraram determinação, garra, sentido de justiça e uma enorme espinha dorsal, tempo de afirmar que tudo valeu a pena. E, a melhor forma de respeitarmos a sua luta é lutarmos também por aquilo que é nosso. Respeitando a Constituição, aplicando a Democracia, sentindo a Liberdade das nossas ações e consequências dos nossos atos.

in Público

 

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Pareceres do CNE

 

Pareceres do Conselho Nacional de Educação aprovados em Sessão Plenária.

 

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Urge uma revolução na Educação…

 

Passaram-se 44 anos sobre a revolução de abril e a educação em Portugal ainda não se revolucionou.
De vez em quando realizam-se umas mudanças de estética, umas mudanças de cadeiras, mas mais do que isso ainda não se fez. A educação em nada se parece com tempos idos, mas a revolução ainda não chegou às escolas…
Continuamos à espera que, das brumas, surja um revolucionário, ou dois, e de uma vez por todas eleve a educação em Portugal muito além de números.
Urge uma revolução.

 

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Sugestão de Leitura: Concurso de Professores, anotações e guia prático de Arlindo Ferreira, Isabel Pires Rodrigues e Júlia Araújo

 

Este guia de apoio ao Concurso de Professores pretende esclarecer docentes que já estão habituados a concorrer na plataforma SIGRHE (Sistema Interativo de Gestão de Recursos Humanos da Educação) assim como aqueles que não estão familiarizados com esta plataforma do concurso.

 

 

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Divulgação dos cronogramas do processo de supervisão – IAVE

 

Divulgação dos cronogramas do processo de supervisão

 

          ENSINO BÁSICO – PROVAS DE AFERIÇÃO

ANO PROVA  CÓDIGO 
2.º  Português e Estudo do Meio 25
 Matemática e Estudo do Meio 26
Expressões Artísticas 27  Cronograma
Expressões Físico-Motoras 28  Cronograma
 5.º  Educação Musical 54   Cronograma
 Educação Visual
 e Educação Tecnológica
53   Cronograma
 Português 55
 Português Língua Segunda 52
8.º  Educação Física 84   Cronograma
 Educação Visual 83   Cronograma
 Matemática 86

 

 

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