Link permanente para este artigo: https://www.arlindovsky.net/2018/06/escala-de-greve-para-uma-melhor-organizacao/
Link permanente para este artigo: https://www.arlindovsky.net/2018/06/cartoon-do-dia-a-forca-da-greve-e-o-nosso-poder-sdpa/
Jun 07 2018
Comunicado do SPN de 6 junho:
“No dia 4 de junho, na reunião realizada no ME, a Fenprof veio a verificar que o governo não suscitou a ilegalidade do pré-aviso de greve entregue pelo STOP, pelo que os professores que a ela aderirem não incorrem em qualquer penalização disciplinar.”
Link permanente para este artigo: https://www.arlindovsky.net/2018/06/spn-reconhece-greve-a-decorrer-ate-15-de-junho/
Jun 06 2018
Publicitação da Nota Informativa – Reposicionamento dos docentes nos termos da Portaria n.º 119/2018, de 4 de maio
Link permanente para este artigo: https://www.arlindovsky.net/2018/06/nota-informativa-reposicionamento-dos-docentes-nos-termos-da-portaria-n-o-119-2018-de-4-de-maio/
Link permanente para este artigo: https://www.arlindovsky.net/2018/06/conferencia-de-inprensa-dos-sindicatos-dos-professores/
Jun 06 2018
De facto, não sei qual é admiração. Se me dissessem isto há vinte anos ficaria preocupado, hoje considero isto um problema de sociedade.
As crianças de sete anos não sabem saltar à corda, mas se forem ensinadas conseguem. Se não conseguissem, ficaria preocupado, porque o problema seria de saúde, mas não é.
Ontem falou-se de saltar à corda, mas não se falou do porquê de não se saltar à corda. Disso é que se devia falar. Devia de se falar da forma como se permite que as crianças sejam incentivadas a não saltar por conveniência dos adultos. Devia-se discutir o porquê de não se verem crianças na rua a andar de bicicleta ou a saltar à corda, de não se verem grupos a jogar futebol no meio da estrada… Deviam, até, discutir o tempo, em demasia, que as fecham dentro das escolas.
Não deixam as crianças serem as crianças de ontem e não sabem que crianças temos hoje, é triste…
Depois, querem passar um problema, que vem de casa e da forma como hoje se educam as crianças, para a escola.
A quantos destes meninos, o Pai Natal, ofereceu uma corda? A quantos meninos de sete anos, o Pai Natal, ofereceu um tablet ou uma Playstation?
Respondam-me a isto, depois sejam demagógicos… a escola ajuda a resolver muitos problemas de sociedade, mas só se a sociedade lhe der essa oportunidade.
PS: ULTIMA HORA: Vão criar o grupo 160… está tudo resolvido.
Link permanente para este artigo: https://www.arlindovsky.net/2018/06/grande-admiracao-as-criancas-nao-sabem-saltar-a-corda/
Jun 06 2018
Penso que há muita dificuldade em “convencer” os nossos colegas “ultrapassados” do quão estão a ser penalizados. Assim elaborei uma série de FAQ para facilitar a mobilização e esclarecer algumas dúvidas. Se houver alguma incorreção ou omissão agradeço que me comuniquem (não sou jurista):
O que está a provocar a indignação dos professores vinculados antes de 2011?
A penalização na contagem dos anos de carreira relativamente aos colegas vinculados após 2011. Este professores vinculados antes de 2011 apenas querem um posicionamento remuneratório idêntico para todos os professores mediante o seu tempo de serviço (sem prejuízo de bonificações previstas).
Mas estão contra o reposicionamento dos vinculados extraordinários entre 2011 e 2017?
Nem pensar. O reposicionamento desses colegas é o correto tendo em conta o Estatuto da Carreira Docente e o publicado na Portaria 119/2018. E podem ficar descansados que esse reposicionamento já ninguém lhos tira.
Então do que reclamam os professores vinculados antes de 2011? Não foram também eles reposicionados?
Pois aí é que está a questão. Quando a ex-ministra Maria de Lurdes Rodrigues decidiu alterar a estrutura da carreira docente em 2007 (Dec. Lei nº 15/2007) definiu um regime transitório para os docentes que estavam nos primeiros escalões.
Assim, os professores que a essa data estavam nos primeiros escalões viram adiada a sua progressão mais 3 ou 4 anos dependendo da sua posição remuneratória. Assim, qualquer professor que tenha tido a infelicidade de vincular antes de 2007, está atualmente com menos 3 ou 4 anos de serviço do que aqueles que vincularam após 2011.
Não estou a perceber, apresenta-me casos práticos.
Caso 1: Dois professores do mesmo grupo com 18 anos de serviço. O Luís vincula em 2006 e está actualmente em condições de progredir para o 2º escalão. O José vincula em 2017 e está agora prestes a subir para o 3º escalão.
Caso 2: Dois professores do mesmo grupo começaram a dar aulas em 2000. O professor Luís tinha maior graduação profissional e conseguiu sempre horários completos até vincular em 2006. O professor José, com menor graduação profissional apenas conseguiu nos primeiros anos horários incompletos, ficando com menos 2 anos de serviço que o professor Luís e só conseguiu vincular em 2014. O professor Luís está agora a progredir para o 2º escalão. O professor José está agora no 3º ano do 2º escalão.
Caso 3: Dois professores do mesmo grupo estão com tempo de serviço suficiente para progredirem ao 5º escalão. O Luís vinculou em 2004 e está na lista de espera a aguardar vaga. O José vinculou em 2017, será reposicionado no 5º escalão sendo para isso criadas vagas supranumerárias.
Então e em 2007 ninguém deu por isso? Ninguém reclamou?
Em 2007 existiram ataques gravíssimos à classe docente (avaliação docente, professores titulares, etc) e esta situação passou quase despercebida à maioria. A acrescentar, o congelamento da carreira “mascarou” esta situação pois ninguém progrediu durante este tempo todo. Só agora se começam a fazer sentir os efeitos práticos desse Dec. Lei 15/2007.
Está bem, é injusto. Mas o que interessa se o outro ganha mais? Não lhe estão a tirar dinheiro! (apesar de este argumento não fazer sentido)
O professor que atinge primeiro o tempo de serviço necessário para acesso ao 5º e 7º escalões, está em vantagem para obter essa progressão. Como o acesso é tipo “funil”, quem chega depois verá o seu atraso aumentar ainda mais, sendo assim penalizado duas vezes. Um professor com menos tempo de serviço vinculado após 2011 passará para esses escalões mais cedo do que outros com mais tempo de serviço mas vinculados antes de 2011.
No final da carreira, qualquer atraso na progressão afeta o remuneração na reforma, ou seja, qualquer atraso É PARA TODA A VIDA!
Então porque é que o Ministério da Educação não corrige isso?
Sabe-se que o Ministério da Educação se baseia na ideia de que as condições de ingresso na carreira seriam diferentes, em momentos diferentes, o que justificaria não reposicionar os docentes que entraram na carreira anteriormente. E claro, no final tudo é economia…
E os sindicatos não fazem nada quanto a isso?
Muitos de nós já contactámos vários sindicatos e obtivemos vários tipos de resposta. Alguns estavam conscientes ou reconheceram este problema. Desses, alguns admitiram recorrer à via jurídica caso fosse necessário. Contudo, alguns sindicatos ao princípio nem admitiram que as ultrapassagens fossem possíveis, e depois de as admitir, não se mostraram muito disponíveis para corrigir essa situação. Numa entrevista a 14 de março de 2018, Mário Nogueira da FENPROF afirmou que já tinha deixado cair esse assunto nas negociações com o governo (e ninguém deu conta disso).
Mas não se ouve ninguém a falar disto. Porquê?
Há um grande desconhecimento da classe docente quanto à estrutura da sua carreira. Muitos desconhecem o Estatuto da Carreira Docente e não fazem a mínima ideia que estão a ser penalizados. Ou se sabem, ignoram a razão e a dimensão do prejuízo. Assim, apenas uma ínfima parte dos afectados está a “fazer barulho”. Se todos reivindicassem justiça seria mais fácil obter sucesso.
Relativamente aos sindicatos, penso que será melhor cada docente perguntar ao seu qual a sua posição relativamente a isto.
O que podemos fazer?
1 – INFORMAR OS COLEGAS NA MESMA SITUAÇÃO E ADICIONÁ-LOS A ESTE GRUPO
2 – CONTACTAR O SEU SINDICATO APELANDO À NOSSA REPRESENTAÇÃO
3 – ASSINAR A CARTA CONJUNTA DISPONÍVEL NESTE GRUPO PARA SENSIBILIZAR OS SINDICATOS PARA NÃO DEIXAREM CAÍR ESTE ASSUNTO.
PORQUE ATÉ PODÍAMOS SER SÓ 1, MAS SOMOS MUITOS!
Paulo Serra
Link permanente para este artigo: https://www.arlindovsky.net/2018/06/opiniao-professores-ultrapassados-pelo-reposicionamento-paulo-serra/
Jun 06 2018
Ontem, no jornal Público, Clara Viana evidenciou as diversas reações, dos grupos parlamentares, num texto muito bem redigido. Fica o link e a parte das reações.
É hilariante lê-las… ficamos com a sensação que a AR serve para alguma coisa umas vezes e outras não serve para nada… Como primeiro exemplo temos a “anulação” dos exames do 1º ciclo sobrepôs-se ao governo e ao ministro, como último a alteração ao concurso deste ano. Parece que agora e para a contagem do tempo de serviço já não serve para nada…
Como alguém de muita sapiência escreveu: “A maioria dos professores ganha acima de 800 €, logo, pertence a uma classe alta.
Alguém estará à espera de que qualquer partido da atual maioria venha a apoiar os professores quando chegar, se chegar, o momento da verdade?
Desenganem-se!”
“Geringonça” deixa professores sozinhos em guerra com o Governo
“Temos de pensar sobre o que vamos fazer e não deixaremos, pelo menos, de questionar o Governo”, adiantou a deputada do PCP Ana Mesquita, lembrando que esta semana haverá mais rondas negociais. O tema em debate nestas rondas será o projecto de despacho de organização do ano lectivo e não o tempo de serviço, embora os sindicatos já tenham anunciado que vão voltar ao assunto.
Para Ana Mesquita, na prática, o Executivo “está a assumir que se prepara para não cumprir a lei do OE, o que é gravíssimo”. “É incumprimento duplo porque não será feita a contabilização do tempo de serviço para efeitos de negociação, nem haverá negociações sobre esta questão, como tinha sido determinado pelo Parlamento”.
Tanto o BE, como o PCP referiam-se ao artigo 19 da lei do OE que foi proposto pelo PS na sequência de negociações com estes seus aliados e onde se determina que “a expressão remuneratória do tempo de serviço nas carreiras (…) em que a progressão e mudança de posição remuneratória dependam do decurso de determinado período de prestação de serviço [como é o caso dos professores] é considerada em processo negocial com vista a definir o prazo e o modo para a sua concretização, tendo em conta a sustentabilidade e compatibilização com os recursos disponíveis.
O PSD também não vai “para já” apresentar nenhuma proposta alternativa à do Governo, adiantou o antigo ministro da Educação e actual vice-presidente da comissão política do PSD, David Justino. “Se houver uma solução que possa satisfazer [os professores] eventualmente vamos pensar nisso, mas não compete ao Parlamento substituir-se ao Governo na gestão da coisa pública”, disse, frisando que o PSD “recrimina o Governo por não ter tratado todos os profissionais da Administração Pública de igual forma”, o que considera ser “uma falha grave”.
“A nossa posição de princípio mantém-se. Se os outros funcionários públicos recuperam o tempo de serviço prestado durante o congelamento, os professores também deveriam recuperar”, reitera a deputada do PSD Margarida Mano, que acusa o Governo de estar a produzir “manobras de diversão” promovendo reuniões sem que esteja disposto “a que nada avance”.
“Perplexa”, é como a deputada do CDS Ana Rita Bessa diz que ficou ao ter conhecimento da posição do Governo, vincando que houve uma “alteração total do discurso do ministro”. A deputada centrista lembra que o Governo tem avançado com várias posições sobre a matéria: “primeiro ao negar contabilizar o tempo de serviço, depois a aceitar, para que o OE passasse, a seguir só dando um pouco e agora nada”. “É uma situação que cria imensa instabilidade”, acusa.
Ana Rita Bessa não acredita, face ao que se passou até agora, que “qualquer outra iniciativa legislativa que o Parlamento possa adoptar tenha alguma capacidade de influenciar o Governo”. Por agora, o CDS “vai ver o que se passará nos próximos dias”
Link permanente para este artigo: https://www.arlindovsky.net/2018/06/como-reagiram-os-grupos-parlamentares-ao-apagao/
Link permanente para este artigo: https://www.arlindovsky.net/2018/06/a-greve-comecou-ontem-e-e-legal/
Link permanente para este artigo: https://www.arlindovsky.net/2018/06/declaracoes-de-joao-dias-da-silva-fne/
Jun 05 2018
Numa aparição, que me pareceu muito bem encenada, Tiago Brandão prometeu, a um profissional da luta, defender radicalmente os professores. Por radical ele deve entender um qualquer desporto (já que também tutela essa pasta), mas os professores estão cansados de praticar um certo tipo de desporto, o do aperta o cinto…
Havia quem defendesse que o que estava escrito no Orçamento de Estado era lei.Nem o escrito no O.E. serve para alguma coisa (como se algum dia o O.E. tivesse sido cumprido na sua integra), nem o compromisso, assinado de madrugada, serve para coisa alguma. No final de toda esta dança, serão os professores a ficar, mais uma vez, à rasca…
Hoje o primeiro ministro veio em defesa do governo e do ministro, acusando os sindicatos de falta de propostas. Bem!… Quantas propostas apresentou o governo? Que eu saiba, foram tantas como as que os sindicatos apresentaram, UMA.
Este tipo de negociações, (eu já expliquei como se preconizam) são dignas de um país que dizem já ido, mas que ainda tem reminiscências quando se trata de funcionalismo público “moderno”… Ou é isto, ou não é nada. Quem se lembra da negociação do diploma dos concursos? Foi assim. Sindicato nenhum estava de acordo, nenhum assinou o acordo, a vontade do governo prevaleceu. No caso da recuperação do tempo de serviço, vai ser exatamente igual. Será a vontade do governo, na voz do Tiago Brandão, do Centeno ou do António, que prevalecerá e que fará lei.
Ou os professores se unem, mais uma vez, e mostram na escola, através da greve às avaliações, a sua força, ou nada conseguirão. ORGANIZEM-SE…
Este governo, assente numa coligação tímida, pouco ou nada fez na área da educação. A verdade é que, nesta legislatura, além de medidas avulsas tomadas pela A.R. pouco ou nada foi ainda feito. Se não forem os professores a forçar uma mudança, seja a que nível for, nunca a educação sairá da cepa torta…
Mais uma vez vos digo, ORGANIZEM-SE.
Link permanente para este artigo: https://www.arlindovsky.net/2018/06/da-defesa-radical-ao-radicalismo-quanto-ao-tempo-de-servico/
Link permanente para este artigo: https://www.arlindovsky.net/2018/06/cartoon-do-dia-nao-aceitam-perder-entao-nao-jogamos-mais-sdpa/
Jun 05 2018
Colegas, a quem interesse…o Estatuto da Carreira Docente na redação de 2007 não acautelou a transição entre o sistema de creditação académica pré e pós Bolonha.
Por isso, os graus académicos obtidos antes de 2007, agora, não contam para nada em termos de reposição de carreira.
Este enquadramento legal é discricionário e discriminatório e deve ser corrigido.
Naturalmente uma pessoa nem dá conta destas “perplexidades” até que precisa delas….portanto, foi apresentado um protesto, com o texto AQUI que se disponibiliza para quem quiser utilizar ou adaptar às seguintes entidades:
MEC
https://www.portugal.gov.pt/…/
Comissão Parlamentar da Educação http://www.parlamento
Petição à Assembleia da República https://participacao
Petição ao Parlamento Europeu
https://petiport.secure.europa
Provedor de Justiça
https://servicos.provedor-jus.
Já está online a petição que será submetida à apreciação da Assembleia da República
Link permanente para este artigo: https://www.arlindovsky.net/2018/06/divulgacao-peticao-sobre-a-nao-creditacao-academica-dos-mestrados-e-doutoramentos/
Jun 05 2018
Divulga-se o Relatório Nacional das Provas de Aferição – Resultados 2016 e 2017 – e o respetivo apêndice Metodológico.
Nestes documentos é feita a apresentação dos resultados desagregados por domínio e subdomínio, nas diferentes disciplinas, bem como caraterização do desempenho dos alunos ao nível do item.
No apêndice metodológico apresenta-se o racional teórico que sustenta a conceção das provas, explicitando também o processo de concetualização e conceção dos relatórios individuais e de escola (RIPA e REPA, respetivamente).
Link permanente para este artigo: https://www.arlindovsky.net/2018/06/relatorio-nacional-das-provas-de-afericao-resultados-2016-e-2017/
Jun 05 2018
Professores. BE quer ouvir ministro no Parlamento
Ficam aqui umas dicas para, a Joana Mortágua, quando estiver frente a frente com o sr. ministro… Quem quiser acrescentar mais alguma, deixe-a nos comentários deste post.
Pode-se começar por perguntar:
Como pode o governo equiparar a carreira docente às carreiras gerais da função pública?
Se o ECD determina que cada escalão da carreira docente tenha, no máximo 4 anos (o 5º escalão tem apenas 2 anos de permanência) com que base foi realizada a equiparação entre carreiras para contagem do tempo ?
Em relação a “esta” comparação entre carreiras, pode-se dizer que:
Não são os professores que são beneficiados com a carreira que têm, são os funcionários públicos que estão no regime geral que não trabalham, nem vivem, 120 anos para conseguir chegar ao topo da carreira.
Sobre a injustiça a que os professores estão sujeitos:
São dezenas de milhares os professores que se verão impossibilitados de alcançar o topo da carreira, ou sequer os 2/3 da mesma. Como podem aumentar as competências profissionais aos docentes?
Sobre o futuro:
É com atitudes destas que, no futuro, querem ter bons profissionais na educação?
Sobre um corpo docente motivado:
Nunca, o Sr. ministro, ouviu falar em motivação? Aos trabalhadores não se motiva com workshops, motiva-se com remunerações e carreiras atrativas.
Qual a percentagem de professores, julga o sr. ministro, estar motivada para dar tudo de si dentro de uma sala de aula, dentro de uma escola?
Link permanente para este artigo: https://www.arlindovsky.net/2018/06/dicas-para-a-joana-quando-estiver-ouvir-o-sr-ministro/
Jun 05 2018
Aplicação disponível entre o dia 5 de junho e as 18:00 horas de 11 de junho de 2018 (hora de Portugal continental).
Link permanente para este artigo: https://www.arlindovsky.net/2018/06/mobilidade-por-doenca-2018-2019-formalizacao-do-pedido/
Jun 05 2018
Os Professores podem ser a “gota de água” desta “geringonça”, basta quererem…
Os professores são um exame final à “geringonça”
O tudo ou nada do Governo com os professores tem até o potencial para abrir uma crise política. Será o maior teste à “geringonça” até ao fim da legislatura.
Nem nove, nem dois, nem nada? Oito meses depois do Orçamento, sete depois de um semiacordo, um mês depois de uma manifestação e já depois de um pré-aviso de greve, o ministro da Educação saiu de um longo período de não negociação para fazer um ultimato aos sindicatos de professores: ou aceitam ficar apenas com os dois anos, nove meses e 18 dias de tempo de carreira que lhe tinha oferecido, ou ficam sem nada. Se foi assim, como relatado pela Fenprof e não desmentido pelo Governo, a reunião de ontem não foi uma negociação, foi um tiro na conversação.
Desde o início que o temos dito aqui: o Governo só tem um argumento para recusar a contagem de tempo de carreira aos professores: é o de que há mais de 100 mil docentes nos quadros do Ministério da Educação e o de que a contagem do tempo de carreira na íntegra custaria (cálculos por alto) mais de 600 milhões de euros ao Orçamento do Estado. O número peca por defeito: custaria pelo menos isso ao Orçamento em curso, mais o equivalente a cada um dos próximos, mais uns tantos milhões em pensões, à medida que estes docentes entrassem na reforma. O argumento tem peso – só tem o problema de ser injusto.
É injusto por comparação, já que o Governo tem conseguido, sector a sector, negociar uma contagem do tempo de carreira congelado em vários sectores da administração pública.
…
In Público
Link permanente para este artigo: https://www.arlindovsky.net/2018/06/opiniao-os-professores-sao-um-exame-final-a-geringonca-david-dinis/
Jun 05 2018
Um grupo de colegas, lesados na contagem de tempo de serviço contado para a Segurança Social, elaborou um inquérito para aferir de que forma os Agrupamentos de Escolas e a S.S. estão a contabilizar o dito…
Com este Inquérito pretendem fazer o levantamento do número de dias, declarados pelos agrupamentos de escolas à segurança social, dos horários incompletos dos professores contratados.
O Blog DeAr Lindo em colaboração com esses colegas publica aqui o inquérito e apela à tua colaboração, uma vez, que, também, tu podes beneficiar deste estudo.
Clicar na imagem para responder ao Inquérito.
Link permanente para este artigo: https://www.arlindovsky.net/2018/06/inquerito-aos-professores-contratados-sobre-o-numero-de-dias-declarados-a-s-s/
Jun 05 2018
[gview file=”https://www.arlindovsky.net/wp-content/uploads/2018/06/DMR-arbitrariedade-e-inconstitucionalidade.pdf”]
Link permanente para este artigo: https://www.arlindovsky.net/2018/06/carta-aos-grupos-parlamentares-sobre-os-descontos-dos-docentes-para-a-s-social/
Link permanente para este artigo: https://www.arlindovsky.net/2018/06/declaracoes-de-tiago-brandao-apos-as-reunioes-com-os-sindicatos/
Jun 04 2018
Link permanente para este artigo: https://www.arlindovsky.net/2018/06/opiniao-as-injusticas-dos-despachos-da-oal-anteriores-mantem-se-e-nalguns-casos-ate-sao-agravadas-jose-carlos-campos/
Jun 04 2018
Governo ameaça não contar nenhum do tempo de serviço que esteve congelado
O ministro da Educação, Tiago Brandão Rodrigues, comunicou nesta segunda-feira à Federação Nacional de Professores (Fenprof) que nenhum do tempo de serviço prestado pelos professores durante o período de congelamento será contado para efeitos de progressão na carreira, informou Mário Nogueira, secretário-geral da estrutura sindical, à saída de uma reunião no Ministério da Educação.
Se os sindicatos não aceitarem o que o Goveno propõe (contabilizar dois anos, nove meses e 18 dias que estiveram congelados), a proposta é retirada. Anúncio foi feito nesta segunda-feira, indicou Mário Nogueira. Fenprof admite agora greve à vigilância dos exames nacionais. Diz que o tempo proposto pela tutela não é aceitável.
Link permanente para este artigo: https://www.arlindovsky.net/2018/06/professores-perdem-tempo-congelado-nao-vai-ser-contado/
Jun 04 2018
O Conselho Nacional de Educação (CNE) é um órgão superior independente com funções de natureza consultiva, que tem por missão proporcionar a participação das várias forças científicas, sociais, culturais e económicas, tendo em vista a concertação social necessária à formação de consensos em matéria de educação. A sua independência e autonomia, consagradas na Lei Orgânica, expressam-se, sobretudo, no estabelecimento de uma agenda própria, através da definição de áreas de intervenção consideradas fundamentais para a melhoria da Educação e da elaboração de recomendações por sua iniciativa.
Para além da emissão de pareceres, que respondem a solicitações do Governo e da Assembleia da República, e de recomendações, a sua missão cumpre-se através de um conjunto de outras atividades, designadamente organização de seminários e colóquios, realização de estudos, audição de especialistas e a publicação dos documentos produzidos no âmbito da sua ação.
Link permanente para este artigo: https://www.arlindovsky.net/2018/06/relatorio-de-atividades-do-conselho-nacional-de-educacao-2017/
Jun 03 2018
O novo sindicato docente S.TO.P. apresentou pré-aviso de greve às avaliações para os períodos de 4 a 15 de junho de 2018. Este pré-aviso abrange todo o território nacional. A greve está convocada conforme os trâmites legais e as entidades patronais (Ministério da Educação e direções regionais) sabem-no. Legalmente quem define os serviços mínimos e/ou se uma greve é ilegal são os tribunais e legalmente teriam que o fazer até 48 horas do início desta greve (convocada já para 4 junho). Nenhum tribunal e/ou o ME notificaram o S.TO.P. de qualquer ilegalidade e pelo contrário, fomos convidados a reunir com este como estão os outros sindicatos docentes. É lamentável que alguns associados ou dirigentes de outros sindicatos estejam a assumir o papel de entidade patronal (ou de tribunais) para virem dizer ou insinuar que a greve convocada pelo sindicato S.TO.P. seria ‘ilegal’ e estarem a amedrontar alguns professores com ‘eventuais represálias’. O momento deve ser de UNIDADE dos professores e dos seus sindicatos e não de lançar confusão, desmobilização e calúnia a quem também quer lutar. AINDA É TEMPO de todos os sindicatos apoiarem uma greve eficaz e mobilizadora a favor de toda a nossa classe docente. É o repto que o S.TO.P. lança a todos os sindicatos dos professores para os dois ciclos de greve, com o primeiro a ter início dia 4 de junho e o outro a 18 de junho.
JUNTOS SOMOS + FORTES!
Link permanente para este artigo: https://www.arlindovsky.net/2018/06/s-to-p-os-motivos-da-greve/
Link permanente para este artigo: https://www.arlindovsky.net/2018/06/listas-de-colocacoes-concurso-externo-de-provimento-acores/
Jun 01 2018
Publicitação das listas definitivas de Colocação, Não Colocação, Retirados e Lista de Colocação Administrativa dos Docentes de Carreira – 33ª Reserva de Recrutamento 2017/2018.
Aplicação da aceitação disponível das 0:00 horas de segunda-feira, dia 4 de junho, até às 23:59 horas de terça-feira, dia 5 de junho de 2018 (hora de Portugal continental).
Consulte a nota informativa.
Link permanente para este artigo: https://www.arlindovsky.net/2018/06/reserva-de-recrutamento-n-o-33/
Link permanente para este artigo: https://www.arlindovsky.net/2018/06/cartoon-do-dia-dia-de-colocacoes/
Mai 31 2018
A pergunta sobre o problema…
A resposta…
Link permanente para este artigo: https://www.arlindovsky.net/2018/05/o-que-foi-dito-na-ar-sobre-os-ultrapassados-pelo-reposicionamento/
Mai 31 2018
Pré-aviso de greve às reuniões convocadas para a semana de 18 a 22 de junho de 2018.
[gview file=”https://www.arlindovsky.net/wp-content/uploads/2018/05/030_Pre-aviso_Greve_SDPA_Reunioes_18-22_Jun2018_30Mai2018.pdf”]
Link permanente para este artigo: https://www.arlindovsky.net/2018/05/pre-aviso-de-greve-para-os-docentes-dos-acores/
Link permanente para este artigo: https://www.arlindovsky.net/2018/05/acores-concurso-interno-de-provimento-aceitacao-das-colocacoes/
Link permanente para este artigo: https://www.arlindovsky.net/2018/05/divulgacao-campo-de-ferias-assp/
Mai 30 2018
Entre o mesmo e o mesmo
Levando de rojo leis e senso comum e assediando moralmente milhares de professores, o ministro e a secretária de Estado da Educação mostraram no Parlamento, na semana passada, não terem meio bosão de consciência. Tiago Brandão Rodrigues reafirmou, quanto à contagem do tempo de serviço efectivamente prestado pelos professores, que nove anos, quatro meses e dois dias são, na aritmética do Governo, iguais a dois anos, nove meses e 18 dias. Alexandra Leitão, com a ligeireza que lhe conhecemos, epitomou a trapalhada que criou sobre os concursos como um “não problema”. A isto já responderam os sindicatos com uma greve fofinha, visando, para perturbar pouco, apenas as reuniões de avaliação dos anos sem exames nacionais. Assim vamos, entre o mesmo e o mesmo.Várias alterações curriculares vão ser acolhidas em decreto-lei, destacando-se do quadro a generalização da “flexibilidade curricular”, a retoma da nota de Educação Física para a média de acesso ao ensino superior e o novo regime jurídico da educação inclusiva.No que toca à “flexibilidade” e ao dissenso que provoca, importa recordar que um processo de ensino é um instrumento prático para responder a um objecto teórico de aprendizagem. Ora o que a experiência patenteia é que, a propósito do mesmo objecto teórico de aprendizagem, surgem processos diferentes (o que seria salutar), que rapidamente se assumem como via única (o que é pernicioso) do real-complexo pedagógico. O problema não é que em pedagogia e para o mesmo objecto teórico se construam vários esquemas conceptuais contraditórios; o problema é que em política se imponha autocraticamente um, ignorando liminarmente os outros. O problema maior é que, frequentemente, a autoria da decisão pertence a ignorantes que não a estudaram mas têm o topete de a impor, estabelecendo uma relação simbiótica, que não existe, entre ciência e ideologia.Relativamente à nota da Educação Física, uns defendem a medida, outros repudiam-na, por vezes com argumentos preconceituosos. Os dados que informam o problema parecem-me claros, mas arrastam-se, de modo confuso, há muito.O ensino secundário é um ciclo de estudos que tem vertentes diferenciadas e não deve continuar como simples instrumento de seriação de alunos candidatos ao ensino superior. No fim desse ciclo há exames nacionais, que têm um papel ponderador relativamente á classificação das escolas, construída a partir de uma avaliação educacional processada ao longo de todo o ciclo de estudos. Da tessitura entre estes dois instrumentos resulta uma certificação final, que deve comtemplar todas as disciplinas, sem distinção, que integram o plano de estudos.Outra coisa é o ensino superior. O processo de acesso a ele e a certificação do secundário devem, de uma vez por todas, ser coisas separadas (como, aliás, já foram no passado). Às universidades e aos politécnicos deve caber a definição autónoma das condições de acesso aos seus cursos que, diga-se de passagem, devem ser bem diversas de curso para curso e obedecer a critérios que complementem a simples certificação académica do ensino secundário.Por este caminho terminaria a tendência escabrosa de muitas escolas para inflacionar as notas, dignificar-se-ia o ensino secundário, dar-lhe-íamos tranquilidade para reflectir sobre a sua própria fórmula de certificação (na média, por exemplo, é conferido peso idêntico a disciplinas anuais, bienais ou trienais) e poderíamos pensar, finalmente, na abolição do famigerado numerus clausus, para entrada no ensino superior.Por fim, a inclusão. Do discurso do Governo retira-se que reina nas escolas um ambiente segregacionista. Mas não reina. Quando um aluno vive períodos em situação “segregada”, isso não acontece por decisão preconceituosa da escola ou dos professores mas, tão-só, porque em determinadas disciplinas e circunstâncias não aprende, tornando-se cruel para ele próprio expor repetidamente perante os outros as suas limitações. O resto é folclore, são teias de aranha na cabeça dos teóricos e um desígnio que nenhuma demagogia disfarça: reduzir os custos de verdadeiras medidas de apoio, individuais, que levem cada aluno a chegar até onde seja possível chegar.In “Público” de 30.5.18
Link permanente para este artigo: https://www.arlindovsky.net/2018/05/opiniao-entre-o-mesmo-e-o-mesmo-santana-castilho/
Mai 29 2018
Link permanente para este artigo: https://www.arlindovsky.net/2018/05/listas-provisorias-de-ordenacao/
Link permanente para este artigo: https://www.arlindovsky.net/2018/05/pre-aviso-de-greve-s-to-p/
Mai 29 2018
[gview file=”https://www.arlindovsky.net/wp-content/uploads/2018/05/documento_1527601284_4044.pdf”]
Link permanente para este artigo: https://www.arlindovsky.net/2018/05/pre-aviso-de-greve-das-organizacoes-sindicais-de-professores-e-educadores/
Mai 28 2018
[gview file=”https://www.arlindovsky.net/wp-content/uploads/2018/05/Comunicado-DIPROF.pdf”]
Link permanente para este artigo: https://www.arlindovsky.net/2018/05/divulgacao-comunicado-da-associacao-pela-dignificacao-da-profissao-de-professor/
Mai 28 2018
Sindicatos de Professores decidem convocar greve às avaliações nos ensinos básico e secundário e na educação pré-escolar.
Decidiram, ainda, contactar com organizações sindicais que representam outros trabalhadores a quem o governo continua a recusar recuperar o tempo de serviço.
– Marcar greve à atividade de avaliação a partir do dia 18 de junho, com incidência nas reuniões de conselho de turma dos 5.º, 6.º, 7.º, 8.º e 10.º anos de escolaridade, bem como, a partir de 22 de junho, às reuniões da educação pré-escolar e do 1.º ciclo do ensino básico, prevendo que, num primeiro momento, a greve se prolongue até final de junho, podendo continuar em julho;
– Encetar, de imediato, contactos com organizações sindicais de outros setores da Administração Pública a quem o governo também recusa recuperar, para efeitos de carreira, o tempo de serviço congelado no sentido de serem desenvolvidas ações e lutas conjuntas, com vista a eliminar a discriminação que o governo pretende impor a um conjunto largo de trabalhadores.
Link permanente para este artigo: https://www.arlindovsky.net/2018/05/greve-as-reunioes-de-avaliacao/
Mai 28 2018
Disponibilização da 2.ª Fase do Registo de Estabelecimento de Ensino Particular e Cooperativo e Entidade Titular e respetivo Manual do Utilizador a consultar pelo Responsável da Entidade (representante da entidade titular do EEPC perante ME), aquando da entrada na plataforma para aceder ao respetivo formulário de dados: Gestão de Entidades > Gestão das Entidades EEPC > Entidade Titular/EEPC.
Link permanente para este artigo: https://www.arlindovsky.net/2018/05/2-a-fase-do-registo-de-estabelecimento-de-ensino-particular-e-cooperativo-e-entidade-titular/
Mai 28 2018
Parecer n.º 11/2018 – Diário da República n.º 102/2018, Série II de 2018-05-28 115392237
Parecer sobre Currículo dos ensinos básico e secundário
Link permanente para este artigo: https://www.arlindovsky.net/2018/05/parecer-do-cne-sobre-curriculo-dos-ensinos-basico-e-secundario/
Mai 28 2018
[gview file=”https://www.arlindovsky.net/wp-content/uploads/2018/05/Projeto-OAL-2018_19-V01.pdf”]
Link permanente para este artigo: https://www.arlindovsky.net/2018/05/projeto-de-oal-2018-2019/