Category: Rui Cardoso

Escala de Greve, para uma melhor organização

 

 

Link permanente para este artigo: https://www.arlindovsky.net/2018/06/escala-de-greve-para-uma-melhor-organizacao/

Cartoon do dia – A força da greve… é o nosso poder! – SDPA

 

 

Link permanente para este artigo: https://www.arlindovsky.net/2018/06/cartoon-do-dia-a-forca-da-greve-e-o-nosso-poder-sdpa/

SPN reconhece Greve a decorrer até 15 de junho

 

Comunicado do SPN de 6 junho:
“No dia 4 de junho, na reunião realizada no ME, a Fenprof veio a verificar que o governo não suscitou a ilegalidade do pré-aviso de greve entregue pelo STOP, pelo que os professores que a ela aderirem não incorrem em qualquer penalização disciplinar.”

Link permanente para este artigo: https://www.arlindovsky.net/2018/06/spn-reconhece-greve-a-decorrer-ate-15-de-junho/

Nota Informativa – Reposicionamento dos docentes nos termos da Portaria n.º 119/2018, de 4 de maio

 

Publicitação da Nota Informativa – Reposicionamento dos docentes nos termos da Portaria n.º 119/2018, de 4 de maio

 

 Nota informativa

 

Link permanente para este artigo: https://www.arlindovsky.net/2018/06/nota-informativa-reposicionamento-dos-docentes-nos-termos-da-portaria-n-o-119-2018-de-4-de-maio/

Conferência de Imprensa dos sindicatos dos professores

 

 

Link permanente para este artigo: https://www.arlindovsky.net/2018/06/conferencia-de-inprensa-dos-sindicatos-dos-professores/

Grande admiração… as crianças não sabem saltar à corda…

 

De facto, não sei qual é admiração. Se me dissessem isto há vinte anos ficaria preocupado, hoje considero isto um problema de sociedade.

As crianças de sete anos não sabem saltar à corda, mas se forem ensinadas conseguem. Se não conseguissem, ficaria preocupado, porque o problema seria de saúde, mas não é.

Ontem falou-se de saltar à corda, mas não se falou do porquê de não se saltar à corda. Disso é que se devia falar. Devia de se falar da forma como se permite que as crianças sejam incentivadas a não saltar por conveniência dos adultos. Devia-se discutir o porquê de não se verem crianças na rua a andar de bicicleta ou a saltar à corda, de não se verem grupos a jogar futebol no meio da estrada… Deviam, até, discutir o tempo, em demasia, que as fecham dentro das escolas.

Não deixam as crianças serem as crianças de ontem e não sabem que crianças temos hoje, é triste…

Depois, querem passar um problema, que vem de casa e da forma como hoje se educam as crianças, para a escola.

A quantos destes meninos, o Pai Natal, ofereceu uma corda? A quantos meninos de sete anos, o Pai Natal, ofereceu um tablet ou uma Playstation?

Respondam-me a isto, depois sejam demagógicos… a escola ajuda a resolver muitos problemas de sociedade, mas só se a sociedade lhe der essa oportunidade.

PS: ULTIMA HORA: Vão criar o grupo 160… está tudo resolvido.

Link permanente para este artigo: https://www.arlindovsky.net/2018/06/grande-admiracao-as-criancas-nao-sabem-saltar-a-corda/

Professores ultrapassados pelo reposicionamento – Paulo Serra

 

Penso que há muita dificuldade em “convencer” os nossos colegas “ultrapassados” do quão estão a ser penalizados. Assim elaborei uma série de FAQ para facilitar a mobilização e esclarecer algumas dúvidas. Se houver alguma incorreção ou omissão agradeço que me comuniquem (não sou jurista):

O que está a provocar a indignação dos professores vinculados antes de 2011?

A penalização na contagem dos anos de carreira relativamente aos colegas vinculados após 2011. Este professores vinculados antes de 2011 apenas querem um posicionamento remuneratório idêntico para todos os professores mediante o seu tempo de serviço (sem prejuízo de bonificações previstas).

Mas estão contra o reposicionamento dos vinculados extraordinários entre 2011 e 2017?

Nem pensar. O reposicionamento desses colegas é o correto tendo em conta o Estatuto da Carreira Docente e o publicado na Portaria 119/2018. E podem ficar descansados que esse reposicionamento já ninguém lhos tira.

Então do que reclamam os professores vinculados antes de 2011? Não foram também eles reposicionados?

Pois aí é que está a questão. Quando a ex-ministra Maria de Lurdes Rodrigues decidiu alterar a estrutura da carreira docente em 2007 (Dec. Lei nº 15/2007) definiu um regime transitório para os docentes que estavam nos primeiros escalões.
Assim, os professores que a essa data estavam nos primeiros escalões viram adiada a sua progressão mais 3 ou 4 anos dependendo da sua posição remuneratória. Assim, qualquer professor que tenha tido a infelicidade de vincular antes de 2007, está atualmente com menos 3 ou 4 anos de serviço do que aqueles que vincularam após 2011.

Não estou a perceber, apresenta-me casos práticos.

Caso 1: Dois professores do mesmo grupo com 18 anos de serviço. O Luís vincula em 2006 e está actualmente em condições de progredir para o 2º escalão. O José vincula em 2017 e está agora prestes a subir para o 3º escalão.
Caso 2: Dois professores do mesmo grupo começaram a dar aulas em 2000. O professor Luís tinha maior graduação profissional e conseguiu sempre horários completos até vincular em 2006. O professor José, com menor graduação profissional apenas conseguiu nos primeiros anos horários incompletos, ficando com menos 2 anos de serviço que o professor Luís e só conseguiu vincular em 2014. O professor Luís está agora a progredir para o 2º escalão. O professor José está agora no 3º ano do 2º escalão.
Caso 3: Dois professores do mesmo grupo estão com tempo de serviço suficiente para progredirem ao 5º escalão. O Luís vinculou em 2004 e está na lista de espera a aguardar vaga. O José vinculou em 2017, será reposicionado no 5º escalão sendo para isso criadas vagas supranumerárias.

Então e em 2007 ninguém deu por isso? Ninguém reclamou?

Em 2007 existiram ataques gravíssimos à classe docente (avaliação docente, professores titulares, etc) e esta situação passou quase despercebida à maioria. A acrescentar, o congelamento da carreira “mascarou” esta situação pois ninguém progrediu durante este tempo todo. Só agora se começam a fazer sentir os efeitos práticos desse Dec. Lei 15/2007.

Está bem, é injusto. Mas o que interessa se o outro ganha mais? Não lhe estão a tirar dinheiro! (apesar de este argumento não fazer sentido)

O professor que atinge primeiro o tempo de serviço necessário para acesso ao 5º e 7º escalões, está em vantagem para obter essa progressão. Como o acesso é tipo “funil”, quem chega depois verá o seu atraso aumentar ainda mais, sendo assim penalizado duas vezes. Um professor com menos tempo de serviço vinculado após 2011 passará para esses escalões mais cedo do que outros com mais tempo de serviço mas vinculados antes de 2011.
No final da carreira, qualquer atraso na progressão afeta o remuneração na reforma, ou seja, qualquer atraso É PARA TODA A VIDA!

Então porque é que o Ministério da Educação não corrige isso?

Sabe-se que o Ministério da Educação se baseia na ideia de que as condições de ingresso na carreira seriam diferentes, em momentos diferentes, o que justificaria não reposicionar os docentes que entraram na carreira anteriormente. E claro, no final tudo é economia…

E os sindicatos não fazem nada quanto a isso?

Muitos de nós já contactámos vários sindicatos e obtivemos vários tipos de resposta. Alguns estavam conscientes ou reconheceram este problema. Desses, alguns admitiram recorrer à via jurídica caso fosse necessário. Contudo, alguns sindicatos ao princípio nem admitiram que as ultrapassagens fossem possíveis, e depois de as admitir, não se mostraram muito disponíveis para corrigir essa situação. Numa entrevista a 14 de março de 2018, Mário Nogueira da FENPROF afirmou que já tinha deixado cair esse assunto nas negociações com o governo (e ninguém deu conta disso).

Mas não se ouve ninguém a falar disto. Porquê?

Há um grande desconhecimento da classe docente quanto à estrutura da sua carreira. Muitos desconhecem o Estatuto da Carreira Docente e não fazem a mínima ideia que estão a ser penalizados. Ou se sabem, ignoram a razão e a dimensão do prejuízo. Assim, apenas uma ínfima parte dos afectados está a “fazer barulho”. Se todos reivindicassem justiça seria mais fácil obter sucesso.
Relativamente aos sindicatos, penso que será melhor cada docente perguntar ao seu qual a sua posição relativamente a isto.

O que podemos fazer?

1 – INFORMAR OS COLEGAS NA MESMA SITUAÇÃO E ADICIONÁ-LOS A ESTE GRUPO
2 – CONTACTAR O SEU SINDICATO APELANDO À NOSSA REPRESENTAÇÃO
3 – ASSINAR A CARTA CONJUNTA DISPONÍVEL NESTE GRUPO PARA SENSIBILIZAR OS SINDICATOS PARA NÃO DEIXAREM CAÍR ESTE ASSUNTO.
PORQUE ATÉ PODÍAMOS SER SÓ 1, MAS SOMOS MUITOS!

Paulo Serra

 

Link permanente para este artigo: https://www.arlindovsky.net/2018/06/opiniao-professores-ultrapassados-pelo-reposicionamento-paulo-serra/

Como reagiram os grupos parlamentares ao apagão?

Ontem, no jornal Público, Clara Viana evidenciou as diversas reações, dos grupos parlamentares, num texto muito bem redigido. Fica o link e a parte das reações.

É hilariante lê-las… ficamos com a sensação que a AR serve para alguma coisa umas vezes e outras não serve para nada… Como primeiro exemplo temos a “anulação” dos exames do 1º ciclo sobrepôs-se ao governo e ao ministro, como último a alteração ao concurso deste ano. Parece que agora e para a contagem do tempo de serviço já não serve para nada…

Como alguém de muita sapiência escreveu: “A maioria dos professores ganha acima de 800 €, logo, pertence a uma classe alta.

Alguém estará à espera de que qualquer partido da atual maioria venha a apoiar os professores quando chegar, se chegar, o momento da verdade?

Desenganem-se!”

 

“Geringonça” deixa professores sozinhos em guerra com o Governo

“Temos de pensar sobre o que vamos fazer e não deixaremos, pelo menos, de questionar o Governo”, adiantou a deputada do PCP Ana Mesquita, lembrando que esta semana haverá mais rondas negociais. O tema em debate nestas rondas será o projecto de despacho de organização do ano lectivo e não o tempo de serviço, embora os sindicatos já tenham anunciado que vão voltar ao assunto.

Para Ana Mesquita, na prática, o Executivo “está a assumir que se prepara para não cumprir a lei do OE, o que é gravíssimo”. “É incumprimento duplo porque não será feita a contabilização do tempo de serviço para efeitos de negociação, nem haverá negociações sobre esta questão, como tinha sido determinado pelo Parlamento”.

Tanto o BE, como o PCP referiam-se ao artigo 19 da lei do OE que foi proposto pelo PS na sequência de negociações com estes seus aliados e onde se determina que “a expressão remuneratória do tempo de serviço nas carreiras (…) em que a progressão e mudança de posição remuneratória dependam do decurso de determinado período de prestação de serviço [como é o caso dos professores] é considerada em processo negocial com vista a definir o prazo e o modo para a sua concretização, tendo em conta a sustentabilidade e compatibilização com os recursos disponíveis. 

O PSD também não vai “para já” apresentar nenhuma proposta alternativa à do Governo, adiantou o antigo ministro da Educação e actual vice-presidente da comissão política do PSD, David Justino. “Se houver uma solução que possa satisfazer [os professores] eventualmente vamos pensar nisso, mas não compete ao Parlamento substituir-se ao Governo na gestão da coisa pública”, disse, frisando que o PSD “recrimina o Governo por não ter tratado todos os profissionais da Administração Pública de igual forma”, o que considera ser “uma falha grave”.

“A nossa posição de princípio mantém-se. Se os outros funcionários públicos recuperam o tempo de serviço prestado durante o congelamento, os professores também deveriam recuperar”, reitera a deputada do PSD Margarida Mano, que acusa o Governo de estar a produzir “manobras de diversão” promovendo reuniões sem que esteja disposto “a que nada avance”.

“Perplexa”, é como a deputada do CDS Ana Rita Bessa diz que ficou ao ter conhecimento da posição do Governo, vincando que houve uma “alteração total do discurso do ministro”. A deputada centrista lembra que o Governo tem avançado com várias posições sobre a matéria: “primeiro ao negar contabilizar o tempo de serviço, depois a aceitar, para que o OE passasse, a seguir só dando um pouco e agora nada”. “É uma situação que cria imensa instabilidade”, acusa.

Ana Rita Bessa não acredita, face ao que se passou até agora, que “qualquer outra iniciativa legislativa que o Parlamento possa adoptar tenha alguma capacidade de influenciar o Governo”. Por agora, o CDS “vai ver o que se passará nos próximos dias”

Link permanente para este artigo: https://www.arlindovsky.net/2018/06/como-reagiram-os-grupos-parlamentares-ao-apagao/

A Greve começou ontem… E é legal…

 

 

Link permanente para este artigo: https://www.arlindovsky.net/2018/06/a-greve-comecou-ontem-e-e-legal/

Declarações de João Dias da Silva – FNE,

 

 

Link permanente para este artigo: https://www.arlindovsky.net/2018/06/declaracoes-de-joao-dias-da-silva-fne/

Da defesa radical… ao radicalismo quanto ao tempo de serviço…

 

Numa aparição, que me pareceu muito bem encenada, Tiago Brandão prometeu, a um profissional  da luta, defender radicalmente os professores. Por radical ele deve entender um qualquer desporto (já que também tutela essa pasta), mas os professores estão cansados de praticar um certo tipo de desporto, o do aperta o cinto…

Havia quem defendesse que o que estava escrito no Orçamento de Estado era lei.Nem o escrito no O.E. serve para alguma coisa  (como se algum dia o O.E. tivesse sido cumprido na sua integra), nem o compromisso, assinado de madrugada, serve para coisa alguma. No final de toda esta dança, serão os professores a ficar, mais uma vez, à rasca…

Hoje o primeiro ministro veio em defesa do governo e do ministro, acusando os sindicatos de falta de propostas. Bem!… Quantas propostas apresentou o governo? Que eu saiba, foram tantas como as que os sindicatos apresentaram, UMA.

Este tipo de negociações, (eu já expliquei como se preconizam) são dignas de um país que dizem já ido, mas que ainda tem reminiscências quando se trata de funcionalismo público “moderno”… Ou é isto, ou não é nada. Quem se lembra da negociação do diploma dos concursos? Foi assim. Sindicato nenhum estava de acordo, nenhum assinou o acordo, a vontade do governo prevaleceu. No caso da recuperação do tempo de serviço, vai ser exatamente igual. Será a vontade do governo, na voz do Tiago Brandão, do Centeno ou do António, que prevalecerá e que fará lei.

Ou os professores se unem, mais uma vez, e mostram na escola, através da greve às avaliações, a sua força, ou nada conseguirão. ORGANIZEM-SE…

Este governo, assente numa coligação tímida, pouco ou nada fez na área da educação. A verdade é que, nesta legislatura, além de medidas avulsas tomadas pela A.R. pouco ou nada foi ainda feito. Se não forem os professores a forçar uma mudança, seja a que nível for, nunca a educação sairá da cepa torta…

Mais uma vez vos digo, ORGANIZEM-SE.

Link permanente para este artigo: https://www.arlindovsky.net/2018/06/da-defesa-radical-ao-radicalismo-quanto-ao-tempo-de-servico/

Cartoon do Dia – Não aceitam perder, então … não jogamos mais! – SDPA

 

 

Link permanente para este artigo: https://www.arlindovsky.net/2018/06/cartoon-do-dia-nao-aceitam-perder-entao-nao-jogamos-mais-sdpa/

Divulgação – Petição sobre a não creditação académica dos Mestrados e Doutoramentos

 

Colegas, a quem interesse…o Estatuto da Carreira Docente na redação de 2007 não acautelou a transição entre o sistema de creditação académica pré e pós Bolonha.
Por isso, os graus académicos obtidos antes de 2007, agora, não contam para nada em termos de reposição de carreira.

Este enquadramento legal é discricionário e discriminatório e deve ser corrigido.

Naturalmente uma pessoa nem dá conta destas “perplexidades” até que precisa delas….portanto, foi apresentado um protesto, com o texto AQUI que se disponibiliza para quem quiser utilizar ou adaptar às seguintes entidades:

 

 

Já está online a petição que será submetida à apreciação da Assembleia da República

​.​
Quem quiser, assine porque quantos mais, melhor..!

 

Link permanente para este artigo: https://www.arlindovsky.net/2018/06/divulgacao-peticao-sobre-a-nao-creditacao-academica-dos-mestrados-e-doutoramentos/

Relatório Nacional das Provas de Aferição – Resultados 2016 e 2017

 

Divulga-se o Relatório Nacional das Provas de Aferição – Resultados 2016 e 2017 – e o respetivo apêndice Metodológico.

Nestes documentos é feita a apresentação dos resultados desagregados por domínio e subdomínio, nas diferentes disciplinas, bem como caraterização do desempenho dos alunos ao nível do item.

No apêndice metodológico apresenta-se o racional teórico que sustenta a conceção das provas, explicitando também o processo de concetualização e conceção dos relatórios individuais e de escola (RIPA e REPA, respetivamente).

Relatório Nacional 2016 e 2017 – Provas de Aferição, Ensino Básico

Relatório Nacional 2016 e 2017 – Provas de Aferição, Ensino Básico – Metodologia

Informação: Resultados Nacionais das Provas de Aferição – 2016/2017

 

Link permanente para este artigo: https://www.arlindovsky.net/2018/06/relatorio-nacional-das-provas-de-afericao-resultados-2016-e-2017/

Dicas para a Joana quando estiver a “ouvir” o sr. ministro…

 

Professores. BE quer ouvir ministro no Parlamento

Ficam aqui umas dicas para, a Joana Mortágua, quando estiver frente a frente com o sr. ministro… Quem quiser acrescentar mais alguma, deixe-a nos comentários deste post.

Pode-se começar por perguntar:

Como pode o governo equiparar a carreira docente às carreiras gerais da função pública?

Se o ECD determina que cada escalão da carreira docente tenha, no máximo 4 anos (o 5º escalão tem apenas 2 anos de permanência) com que base foi realizada a equiparação entre carreiras para contagem do tempo  ?

Em relação a “esta” comparação entre carreiras, pode-se dizer que:

Não são os professores que são beneficiados com a carreira que têm, são os funcionários públicos que estão no regime geral que não trabalham, nem vivem, 120 anos para conseguir chegar ao topo da carreira.

Sobre a injustiça a que os professores estão sujeitos:

São dezenas de milhares os professores que se verão impossibilitados de alcançar o topo da carreira, ou sequer os 2/3 da mesma. Como podem aumentar as competências profissionais aos docentes?

Sobre o futuro:

É com atitudes destas que, no futuro, querem ter bons profissionais na educação?

Sobre um corpo docente motivado:

Nunca, o Sr. ministro, ouviu falar em motivação? Aos trabalhadores não se motiva com workshops, motiva-se com remunerações e carreiras atrativas.

Qual a percentagem de professores, julga o sr. ministro, estar motivada para dar tudo de si dentro de uma sala de aula, dentro de uma escola?

 

Link permanente para este artigo: https://www.arlindovsky.net/2018/06/dicas-para-a-joana-quando-estiver-ouvir-o-sr-ministro/

Mobilidade por doença 2018/2019 – Formalização do pedido

 

Aplicação disponível entre o dia 5 de junho e as 18:00 horas de 11 de junho de 2018 (hora de Portugal continental).

 

SIGRHE
Nota informativa

 

Link permanente para este artigo: https://www.arlindovsky.net/2018/06/mobilidade-por-doenca-2018-2019-formalizacao-do-pedido/

Opinião – Os professores são um exame final à “geringonça” – David Dinis

Os Professores podem ser a “gota de água” desta “geringonça”, basta quererem…

 

Os professores são um exame final à “geringonça”

O tudo ou nada do Governo com os professores tem até o potencial para abrir uma crise política. Será o maior teste à “geringonça” até ao fim da legislatura.

Nem nove, nem dois, nem nada? Oito meses depois do Orçamento, sete depois de um semiacordo, um mês depois de uma manifestação e já depois de um pré-aviso de greve, o ministro da Educação saiu de um longo período de não negociação para fazer um ultimato aos sindicatos de professores: ou aceitam ficar apenas com os dois anos, nove meses e 18 dias de tempo de carreira que lhe tinha oferecido, ou ficam sem nada. Se foi assim, como relatado pela Fenprof e não desmentido pelo Governo, a reunião de ontem não foi uma negociação, foi um tiro na conversação.

Desde o início que o temos dito aqui: o Governo só tem um argumento para recusar a contagem de tempo de carreira aos professores: é o de que há mais de 100 mil docentes nos quadros do Ministério da Educação e o de que a contagem do tempo de carreira na íntegra custaria (cálculos por alto) mais de 600 milhões de euros ao Orçamento do Estado. O número peca por defeito: custaria pelo menos isso ao Orçamento em curso, mais o equivalente a cada um dos próximos, mais uns tantos milhões em pensões, à medida que estes docentes entrassem na reforma. O argumento tem peso – só tem o problema de ser injusto.

É injusto por comparação, já que o Governo tem conseguido, sector a sector, negociar uma contagem do tempo de carreira congelado em vários sectores da administração pública.

…

In Público

Link permanente para este artigo: https://www.arlindovsky.net/2018/06/opiniao-os-professores-sao-um-exame-final-a-geringonca-david-dinis/

Inquérito aos professores contratados sobre o número de dias declarados à S.S.

Um grupo de colegas, lesados na contagem de tempo de serviço contado para a Segurança Social, elaborou um inquérito para aferir de que forma os Agrupamentos de Escolas e a S.S. estão a contabilizar o dito…

Com este Inquérito pretendem fazer o levantamento do número de dias, declarados pelos agrupamentos de escolas à segurança social, dos horários incompletos dos professores contratados.

O Blog DeAr Lindo em colaboração com esses colegas publica aqui o inquérito e apela à tua colaboração, uma vez, que, também, tu podes beneficiar deste estudo.

 

Clicar na imagem para responder ao Inquérito.

 

Link permanente para este artigo: https://www.arlindovsky.net/2018/06/inquerito-aos-professores-contratados-sobre-o-numero-de-dias-declarados-a-s-s/

Carta aos grupos parlamentares sobre os descontos dos Docentes para a S. Social

 

[gview file=”https://www.arlindovsky.net/wp-content/uploads/2018/06/DMR-arbitrariedade-e-inconstitucionalidade.pdf”]

Link permanente para este artigo: https://www.arlindovsky.net/2018/06/carta-aos-grupos-parlamentares-sobre-os-descontos-dos-docentes-para-a-s-social/

Declarações de Tiago Brandão após as reuniões com os sindicatos

 

 

Link permanente para este artigo: https://www.arlindovsky.net/2018/06/declaracoes-de-tiago-brandao-apos-as-reunioes-com-os-sindicatos/

Opinião – As injustiças dos despachos da OAL anteriores mantêm-se e, nalguns casos, até são agravadas – José Carlos Campos

 

As injustiças dos despachos da OAL anteriores mantêm-se e, nalguns casos, até são agravadas

O projecto de despacho Organização do Ano Letivo e a reiteração da injustiça para os coordenadores de estabelecimento do 1.º ciclo e do pré-escolar.
Ao fazermos uma análise do projecto da Organização do Ano Lectivo, constatámos que são poucas as propostas de alteração. As injustiças dos despachos da OAL anteriores mantêm-se e, nalguns casos, até são agravadas.
Poderia discriminar aqui os aspectos injustos, mas muitos deles já foram tão rebatidos, tanto por entidades representativas dos professores, pelo Conselho de Escolas ou por professores individualmente que recorrem às redes sociais para manifestarem o seu desagrado, que entendo não ser necessário estar a repetir. Vou centrar este texto apenas no assunto em epígrafe, por considerar uma enorme injustiça ao que se faz aos docentes que exercem este cargo e constatar que este assunto está a ser ignorado. Já fui coordenador de escola e sei muito bem as horas que um coordenador de estabelecimento despende por dia após o término das aulas, variando entre uma a três horas e por vezes, até mais, além de reuniões frequentes com a direcção e à noite com a associação de pais na qualidade de coordenador de estabelecimento.
Observemos o que se passa na Madeira, em que a junção de escolas do pré-escolar com escolas do 1º Ciclo tem um coordenador de estabelecimento que tem o mínimo de 10 horas para esse cargo e não terá turma atribuída. Não é concebível no mesmo país haver leis tão díspares, De realçar que este caso é um excelente exemplo para o pôr em prática no continente.
Passemos ao que se passa por cá e, não precisamos de recuar muito no tempo, basta verificar o que se passou há três anos. Relembremos o que a este respeito estipulava o despacho normativo 10-A/2015, no artigo 10.º, ponto 5: “O tempo sobrante da componente letiva dos coordenadores de estabelecimento do 1.º ciclo pode ser utilizado na titularidade de uma turma, desde que fique garantido um mínimo de três horas para o exercício do cargo.” O posterior despacho 4-A/2016, já apresentado por este ministério, revogou injustificadamente e injustamente este justo direito do coordenador de estabelecimento. Senhor ministro e senhores secretários de estado, para mostrarem algum respeito pela sobrecarga de trabalho dos coordenadores de estabelecimento do 1.º Ciclo e Pré-escolar, no mínimo, vejam o que o anterior ministério fez relativamente a esta matéria e, por favor, reponha esta elementar justiça para estes docentes.
Por último, gostaria de fazer um apelo a todos os sindicatos, que na reunião agendada para os dias 5 e 6 de junho, para negociação da Organização do Ano Letivo focassem este tema, lhe dessem a ênfase que merece e pressionassem a tutela para reverter a sua posição e retificassem a injustiça que cometeram.
José Carlos Campos

 

Link permanente para este artigo: https://www.arlindovsky.net/2018/06/opiniao-as-injusticas-dos-despachos-da-oal-anteriores-mantem-se-e-nalguns-casos-ate-sao-agravadas-jose-carlos-campos/

Professores perdem…Tempo congelado não vai ser “contado”…

 

 

Governo ameaça não contar nenhum do tempo de serviço que esteve congelado

O ministro da Educação, Tiago Brandão Rodrigues, comunicou nesta segunda-feira à Federação Nacional de Professores (Fenprof) que nenhum do tempo de serviço prestado pelos professores durante o período de congelamento será contado para efeitos de progressão na carreira, informou Mário Nogueira, secretário-geral da estrutura sindical, à saída de uma reunião no Ministério da Educação.

Se os sindicatos não aceitarem o que o Goveno propõe (contabilizar dois anos, nove meses e 18 dias que estiveram congelados), a proposta é retirada. Anúncio foi feito nesta segunda-feira, indicou Mário Nogueira. Fenprof admite agora greve à vigilância dos exames nacionais. Diz que o tempo proposto pela tutela não é aceitável.

in Público

 

Link permanente para este artigo: https://www.arlindovsky.net/2018/06/professores-perdem-tempo-congelado-nao-vai-ser-contado/

Relatório de Atividades do Conselho Nacional de Educação 2017

 

O Conselho Nacional de Educação (CNE) é um órgão superior independente com funções de natureza consultiva, que tem por missão proporcionar a participação das várias forças científicas, sociais, culturais e económicas, tendo em vista a concertação social necessária à formação de consensos em matéria de educação. A sua independência e autonomia, consagradas na Lei Orgânica, expressam-se, sobretudo, no estabelecimento de uma agenda própria, através da definição de áreas de intervenção consideradas fundamentais para a melhoria da Educação e da elaboração de recomendações por sua iniciativa.

Para além da emissão de pareceres, que respondem a solicitações do Governo e da Assembleia da República, e de recomendações, a sua missão cumpre-se através de um conjunto de outras atividades, designadamente organização de seminários e colóquios, realização de estudos, audição de especialistas e a publicação dos documentos produzidos no âmbito da sua ação.

 

Relatório de Atividades do Conselho Nacional de Educação relativo ao ano de 2017

 

Link permanente para este artigo: https://www.arlindovsky.net/2018/06/relatorio-de-atividades-do-conselho-nacional-de-educacao-2017/

S.TO.P., os motivos da Greve

 

O novo sindicato docente S.TO.P. apresentou pré-aviso de greve às avaliações para os períodos de 4 a 15 de junho de 2018. Este pré-aviso abrange todo o território nacional. A greve está convocada conforme os trâmites legais e as entidades patronais (Ministério da Educação e direções regionais) sabem-no. Legalmente quem define os serviços mínimos e/ou se uma greve é ilegal são os tribunais e legalmente teriam que o fazer até 48 horas do início desta greve (convocada já para 4 junho). Nenhum tribunal e/ou o ME notificaram o S.TO.P. de qualquer ilegalidade e pelo contrário, fomos convidados a reunir com este como estão os outros sindicatos docentes. É lamentável que alguns associados ou dirigentes de outros sindicatos estejam a assumir o papel de entidade patronal (ou de tribunais) para virem dizer ou insinuar que a greve convocada pelo sindicato S.TO.P. seria ‘ilegal’ e estarem a amedrontar alguns professores com ‘eventuais represálias’. O momento deve ser de UNIDADE dos professores e dos seus sindicatos e não de lançar confusão, desmobilização e calúnia a quem também quer lutar. AINDA É TEMPO de todos os sindicatos apoiarem uma greve eficaz e mobilizadora a favor de toda a nossa classe docente. É o repto que o S.TO.P. lança a todos os sindicatos dos professores para os dois ciclos de greve, com o primeiro a ter início dia 4 de junho e o outro a 18 de junho.

JUNTOS SOMOS + FORTES!

 

Link permanente para este artigo: https://www.arlindovsky.net/2018/06/s-to-p-os-motivos-da-greve/

Listas de Colocações – Concurso externo de provimento – Açores

 

Concurso externo de provimento

 

Colocações

 

Link permanente para este artigo: https://www.arlindovsky.net/2018/06/listas-de-colocacoes-concurso-externo-de-provimento-acores/

Reserva de recrutamento n.º 33

 

Publicitação das listas definitivas de Colocação, Não Colocação, Retirados e Lista de Colocação Administrativa dos Docentes de Carreira – 33ª Reserva de Recrutamento 2017/2018.

Aplicação da aceitação disponível das 0:00 horas de segunda-feira, dia 4 de junho, até às 23:59 horas de terça-feira, dia 5 de junho de 2018 (hora de Portugal continental).

Consulte a nota informativa.

 

SIGRHE – aceitação da colocação pelo candidato

 Nota informativa

Listas

Link permanente para este artigo: https://www.arlindovsky.net/2018/06/reserva-de-recrutamento-n-o-33/

Cartoon do dia – Dia de colocações

 

 

Link permanente para este artigo: https://www.arlindovsky.net/2018/06/cartoon-do-dia-dia-de-colocacoes/

O que foi dito na AR sobre os Ultrapassados pelo reposicionamento?

 

A pergunta sobre o problema…

 

A resposta…

 

Link permanente para este artigo: https://www.arlindovsky.net/2018/05/o-que-foi-dito-na-ar-sobre-os-ultrapassados-pelo-reposicionamento/

Pré-aviso de greve para os docentes dos Açores

 

Pré-aviso de greve às reuniões convocadas para a semana de 18 a 22 de junho de 2018.

[gview file=”https://www.arlindovsky.net/wp-content/uploads/2018/05/030_Pre-aviso_Greve_SDPA_Reunioes_18-22_Jun2018_30Mai2018.pdf”]

 

Link permanente para este artigo: https://www.arlindovsky.net/2018/05/pre-aviso-de-greve-para-os-docentes-dos-acores/

Açores – Concurso interno de provimento – Aceitação das colocações

 

Concurso interno de provimento/Aceitação das colocações

 

Colocações

Aceitação da colocação

 

Link permanente para este artigo: https://www.arlindovsky.net/2018/05/acores-concurso-interno-de-provimento-aceitacao-das-colocacoes/

Divulgação – Campo de Férias ASSP

 

 

 

Link permanente para este artigo: https://www.arlindovsky.net/2018/05/divulgacao-campo-de-ferias-assp/

Opinião – Entre o mesmo e o mesmo – Santana Castilho

 

Entre o mesmo e o mesmo

 

Link permanente para este artigo: https://www.arlindovsky.net/2018/05/opiniao-entre-o-mesmo-e-o-mesmo-santana-castilho/

Listas Provisórias de Ordenação

Foram publicadas as listas provisórias de ordenação dos concursos Interno, Externo e Externo Extraordinário.
 

 

Link permanente para este artigo: https://www.arlindovsky.net/2018/05/listas-provisorias-de-ordenacao/

Pré-Aviso de Greve S.TO.P

 

 

Link permanente para este artigo: https://www.arlindovsky.net/2018/05/pre-aviso-de-greve-s-to-p/

Pré-Aviso de Greve das organizações sindicais de professores e educadores

 

[gview file=”https://www.arlindovsky.net/wp-content/uploads/2018/05/documento_1527601284_4044.pdf”]

 

Link permanente para este artigo: https://www.arlindovsky.net/2018/05/pre-aviso-de-greve-das-organizacoes-sindicais-de-professores-e-educadores/

Divulgação – Comunicado da Associação Pela Dignificação da Profissão de Professor

 

[gview file=”https://www.arlindovsky.net/wp-content/uploads/2018/05/Comunicado-DIPROF.pdf”]

 

Link permanente para este artigo: https://www.arlindovsky.net/2018/05/divulgacao-comunicado-da-associacao-pela-dignificacao-da-profissao-de-professor/

GREVE às reuniões de avaliação…

 

Sindicatos de Professores decidem convocar greve às avaliações nos ensinos básico e secundário e na educação pré-escolar.

Decidiram, ainda, contactar com organizações sindicais que representam outros trabalhadores a quem o governo continua a recusar recuperar o tempo de serviço.

– Marcar greve à atividade de avaliação a partir do dia 18 de junho, com incidência nas reuniões de conselho de turma dos 5.º, 6.º, 7.º, 8.º e 10.º anos de escolaridade, bem como, a partir de 22 de junho, às reuniões da educação pré-escolar e do 1.º ciclo do ensino básico, prevendo que, num primeiro momento, a greve se prolongue até final de junho, podendo continuar em julho;

– Encetar, de imediato, contactos com organizações sindicais de outros setores da Administração Pública a quem o governo também recusa recuperar, para efeitos de carreira, o tempo de serviço congelado no sentido de serem desenvolvidas ações e lutas conjuntas, com vista a eliminar a discriminação que o governo pretende impor a um conjunto largo de trabalhadores.

Link permanente para este artigo: https://www.arlindovsky.net/2018/05/greve-as-reunioes-de-avaliacao/

2.ª Fase do Registo de Estabelecimento de Ensino Particular e Cooperativo e Entidade Titular

 

Disponibilização da 2.ª Fase do Registo de Estabelecimento de Ensino Particular e Cooperativo e Entidade Titular e respetivo Manual do Utilizador a consultar pelo Responsável da Entidade (representante da entidade titular do EEPC perante ME), aquando da entrada na plataforma para aceder ao respetivo formulário de dados: Gestão de Entidades > Gestão das Entidades EEPC > Entidade Titular/EEPC.

 

Manual do Utilizador – Entidade Titular

SIGRHE

 

Link permanente para este artigo: https://www.arlindovsky.net/2018/05/2-a-fase-do-registo-de-estabelecimento-de-ensino-particular-e-cooperativo-e-entidade-titular/

Parecer do CNE sobre Currículo dos ensinos básico e secundário

 

Parecer n.º 11/2018 – Diário da República n.º 102/2018, Série II de 2018-05-28 115392237

Educação – Conselho Nacional de Educação

Parecer sobre Currículo dos ensinos básico e secundário

 

Link permanente para este artigo: https://www.arlindovsky.net/2018/05/parecer-do-cne-sobre-curriculo-dos-ensinos-basico-e-secundario/

Projeto de OAL 2018/2019

 

[gview file=”https://www.arlindovsky.net/wp-content/uploads/2018/05/Projeto-OAL-2018_19-V01.pdf”]

 

Link permanente para este artigo: https://www.arlindovsky.net/2018/05/projeto-de-oal-2018-2019/

Load more