Category: Rui Cardoso

Sindicatos recebidos hoje pelo PR…

 

Uma delegação dos Sindicatos de Professores que convergem na ação e na luta em defesa da recuperação de todo o tempo de serviço que esteve congelado – 9 Anos  4 Meses  2 Dias –  será hoje, dia 8 de outubro, recebida pelo Senhor Presidente da República, pelas 18 horas, em Belém.

 

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Ainda sem apoios…

 

 

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Os dados do envelhecimento docente em Portugal…

Que países têm mais e menos professores no ensino não superior com 50 ou mais anos por 100 com menos 30 anos?  Portugal não é, com certeza… Portugal encontra-se nos lugares cimeiros.

Os dois gráficos seguintes referem-se, por esta ordem, aos professores que lecionam até ao 6.º ano e aos que lecionam do 7.º até 12.º ano.

 

Fonte: Pordata

Não necessitaremos de um rejuvenescimento, muito mais rápido, do que aquele que o Porfírio quer?

Onde ficou a proposta da possibilidade de troca de anos congelados por antecipação da reforma?

Sr. Costa, foi só conversa…

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Para refletir… a Verdade e a Mentira encontraram-se…

 

Reza uma lenda do Séc. XIX que um dia a Verdade e a Mentira encontraram-se. Diz a Mentira à Verdade: “Está um dia tão bonito”. E estava de facto um dia muito bonito. Passam algum tempo juntas até que chegam junto de um poço. ” A água está tão agradável, porque não tomamos um banho as duas?” sugere a Mentira. A Verdade, embora reticente, lá toca na água e a água estava realmente agradável. Despem-se então e banham-se. De repente a Mentira sai da água, veste as roupas da Verdade e foge. A Verdade salta do poço e corre todos os lugares para encontrar a Mentira e recuperar as suas vestes. O Mundo, vendo-se confrontado com a nudez da Verdade, revira os olhos, entre o desprezo e a raiva. A Verdade volta então ao poço onde desaparece para sempre, escondendo a sua vergonha.
Desde então a Mentira tem percorrido o Mundo com as roupas da Verdade, satisfazendo os caprichos das pessoas e das sociedades, e o Mundo, esse, continua a recusar-se a encarar a Verdade nua.

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Quem em 2015 acreditou nele…

 

Houve que fosse enxovalhado por não acreditar… onde param os “enxovalhos”?

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Opinião – As profissões infernais – José Pacheco Pereira

 

As profissões infernais

Para além de outros disparates e fake news, a minha “biografia” na Wikipédia começa com a seguinte frase: “É professor do ensino secundário.” Como se sabe, a Wikipédia é um lugar de muita vingança e má-fé e quem a escreveu usa a expressão “professor do ensino secundário” como um mecanismo de desvalorização, porque sabe muito bem de que grau de ensino fui professor, até porque acrescenta mais abaixo “também leccionou no ISCTE — Instituto Universitário de Lisboa e em instituições de ensino particular; nomeadamente na Universidade Autónoma de Lisboa”. Ou seja, trata-se de um “professor de ensino secundário” que leccionou na universidade, certamente por grande favor. Como eu não quero saber da minha página da Wikipédia para coisa nenhuma, nunca corrigi nada. Corrijo mais facilmente quando me tratam por professor doutor, que não sou, para não correr o risco de ser incluído na escola Sócrates-Relvas de abuso de classificações académicas.

Se a intenção é usar a expressão “professor do ensino secundário” como classificação pejorativa, estão bem enganados. Fui de facto professor do ensino secundário com muita honra e fiz a diáspora habitual dos professores, dei aulas em Vila Nova de Gaia, Coimbra, Espinho, Boticas e no Porto e aprendi muito mais nesse deambular do que na universidade. Por uma razão muito simples: é que já era então muito mais difícil ser professor do ensino secundário do que universitário. E a realidade é que, quer num quer noutro grau de ensino, as coisas pioraram muito desde esses anos.

Por isso escrevo hoje sobre os professores do ensino secundário, e por extensão sobre todos os professores. Não é pela sua luta sindical, nem por causa das manifestações, nem por nada dessas coisas, embora também seja. É pelo vilipêndio demasiado comum da condição de professor, de ser professor, como se fosse um lugar de comodismo, salários altos, trabalho confortável e nada desgastante. Não estou a falar das escolas e colégios privados que podem escolher quais são os seus estudantes, à força de dinheiro e da facilidade de afastarem quem não querem, estou a falar da escola pública, um pouco por todo o país, mas com maior relevo nos locais mais pobres, onde as famílias estão desestruturadas, onde a violência é endémica, onde há gangues e bullying como regra, onde tudo é precoce e nada é maduro.

É que o problema não é o dos adolescentes de hoje, é também o dos pais dos adolescentes de hoje, parte deles também professores, normalmente os mais hostis aos seus colegas. O problema é uma sociedade que deixou todos os problemas, de raça, de exclusão, de pobreza, de marginalidade, de droga para a escola e na escola para os professores. As famílias demitem-se e acham que é a escola que lhes deve socializar os filhos com um mínimo de “educação” e, como isso, não acontece atiram-se contra os professores. Não é preciso ir mais longe do que a absurda prática de deixar levar telemóveis para as aulas, sabendo-se como se sabe que não há qualquer utilidade no seu uso, e que servem apenas para uma nova forma de se estar “agarrado”. A completa falta de qualquer autoridade nas escolas torna-as um falanstério de ruídos, perda de atenção, violação da privacidade e crime, em que o comodismo dos pais, e a sua idêntica falta de autoridade, isola a função de ensinar de qualquer utilidade social. A escola perdeu a sua função e, no meio de tudo, estão professores sitiados no meio de um inferno cheio de hormonas sem regras. Não admira que seja das profissões que mais frequentam psiquiatras e psicólogos e que ardem mais depressa do que o pavio de uma vela curta. Venham pois hipocritamente atacar os professores, esses preguiçosos privilegiados.

Uma questão interessante de discutir em democracia é a de saber que critérios devem existir para pagar salários mais elevados e se um dos fundamentais não é a dificuldade no exercício da profissão. Se um homem do lixo, que faz um trabalho que ninguém quer, se um mineiro, que tem um trabalho duríssimo, não deveriam ganhar muito mais do que um burocrata ou mesmo um trabalhador qualificado ou um gerente bancário ou um técnico de informática? E carregar sacos e caixas de cerveja, ou passar o dia a abrir valas debaixo de um sol impiedoso nas ruas da cidade? A resposta habitual é que as qualificações significam “valor” e produtividade, e é verdade. Mas devem esses serem os critérios principais na atribuição de um “valor” no salário? O “valor” económico deve sobrepor-se à “justiça” social? Não é uma questão fácil de responder, mas merece ser discutida. E é por isso que eu nunca alinho nessa lenda de que os professores são uns privilegiados e que não merecem o parco salário que ganham. Experimentem ir para Almada ou para Campanhã ou para o Seixal ou para Sacavém ou para Setúbal dar aulas a alunos e alunas de 13, 14, 15, 16, 17, 18 anos…

 

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Comunicado – O GOVERNO APAGOU MAIS DE 80 000 NEE, RETIROU-LHES DIREITOS FUNDAMENTAIS – CNIPE

 

Inquérito : https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSeVIDJeQl-LZOH8J0-vHkmmUi_Ew0pv3UuZZU1-4BapfNlGw/viewform

 

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Um Dossier do Professor para ti. Habilita-te. – Editora Nova Educação

 

O Blog DeAr Lindo, em parceria com a Editora Nova Educação, têm o prazer de convidar os seguidores desta página a participar em mais um concurso.

O concurso terá como objetivo oferecer 1 exemplar do “Dossier do Professor” (com número de turmas à escolha pelo vencedor: 2, 4, 6, 8, 9, 10, 11 ou 12 Turmas) da Editora Nova Educação.

Para se habilitarem a esta útil obra terão que escrever, nos comentários deste post da página de Facebook do Blog DeAr Lindo, uma frase ou texto curto alusivo à recente e polémica declaração de Joaquim Jorge: “No futuro ninguém quer ser professor: mal visto, mal pago, maltratado”. O prazo termina às 22h do dia 7 de outubro de 2018. A melhor participação receberá a obra a concurso em sua casa.

Boa sorte e boas ideias!

 

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A Luta vai continuar…

 

Professores anunciam novas greves

No final da manifestação desta sexta-feira, Mário Nogueira revelou que os professores vão levar a cabo várias acções de luta ao longo do primeiro período, que se poderão estender para os períodos seguintes

 

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Quase 60.000 nas ruas de Lisboa

Segundo as informações provenientes do púlpito, este é o número de professores a manifestarem-se, hoje, em Lisboa.

 

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Apenas 5% dos professores chegam ao topo da carreira

 

Apenas 5% dos professores chegaram por agora ao topo da carreira

Mais de metade dos cerca de 99.000 professores dos quadros continuavam ainda, em 2017, no 2.º, 3.º e 4.º escalões de uma carreira que tem 10.

 

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Marcelo e os professores…

 

 

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Deixem de dar horas à borla… que ainda vos gozam.

 

Maioria dos professores oferece cinco horas de trabalho semanais mas o tempo não chega

Estudo do Observatório dos Recursos Educativos revela que 63% dos docentes dizem trabalhar pelo menos uma hora diária a mais, não paga, fora do horário. E 97% garantem que o tempo continua a não chegar.

 

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Petição – Pela apreciação parlamentar e substituição por outra Lei do Decreto-lei do Governo que só considera para carreira 2 anos, 9 meses e 18 dias do tempo de serviço docente

Pela apreciação parlamentar e substituição por outra Lei do Decreto-lei do Governo que só considera para carreira 2 anos, 9 meses e 18 dias do tempo de serviço docente

Para: Deputados/as à Assembleia da República

Pela apreciação parlamentar e substituição por outra Lei do Decreto-lei do Governo que só considera para carreira 2 anos, 9 meses e 18 dias do tempo de serviço docente (Esta petição pode ser assinada aqui ou, em alternativa, na plataforma eletrónica da Assembleia da República onde também consta em https://participacao.parlamento.pt/initiatives/)

Pede-se aos subscritores que evitem a duplicação de assinaturas e validem os seus dados com cuidado e rigor.

O Governo aprovou no dia 4 de outubro de 2018 um decreto-lei que define que os professores apenas vão recuperar dois anos, nove meses e 18 dias do tempo de serviço total (superior a 9 anos) cuja recuperação vem reivindicando.
Acresce que essa recuperação só terá efeitos para os docentes que subam de escalão de carreira em 1 de Janeiro de 2019, causando graves injustiças aos que subiram antes dessa data.
Na organização constitucional portuguesa o poder de realizar atos legislativos cabe, em concorrência de competências, neste âmbito relativo às carreiras, ao Governo e à Assembleia da República.
A Assembleia da República, no uso da competência exclusiva de aprovar o Orçamento de Estado, além de ter feito recomendações claras ao Governo, já legislou sobre esta matéria, produzindo o artigo 19º da lei de orçamento para 2018 em que se determina:

Artigo 19.º
Tempo de serviço nas carreiras, cargos ou categorias integradas em corpos especiais

A expressão remuneratória do tempo de serviço nas carreiras, cargos ou categorias integradas em corpos especiais, em que a progressão e mudança de posição remuneratória dependam do decurso de determinado período de prestação de serviço legalmente estabelecido para o efeito, é considerada em processo negocial com vista a definir o prazo e o modo para a sua concretização, tendo em conta a sustentabilidade e compatibilização com os recursos disponíveis.

Apesar de o Governo ter outro entendimento interpretativo, esta norma prevê que o tempo de serviço (no caso dos docentes os 9 anos, 4 meses e 2 dias) seja contado integralmente e resulte em efeito remuneratório.

O que deveria ser negociado com os sindicatos, na interpretação com melhor correspondência verbal ao texto escrito, era a data de produção do efeito remuneratório e seu eventual escalonamento.

O facto de, no próprio dia em que o decreto foi aprovado, estar em curso uma greve de professores convocada por vários sindicatos diz tudo sobre os resultados do processo negocial.

Se este falhou, cabe também à Assembleia e aos deputados tirarem as conclusões devidas dos resultados das leis que aprovam. Essa é uma condição para os cidadãos sentirem que a atividade política se rege por critérios mínimos de seriedade e verdade.

Como o orçamento aprovado é fruto de um acordo, em que a posição dos partidos minoritários é significativa para que ele exista, a interpretação que esses partidos fazem é decisiva para clarificar o sentido que se queria dar ao texto. Esses partidos declaram repetidas vezes que só aprovaram o orçamento porque entendiam que esta norma se referia aos 9 anos, 4 meses e 2 dias.

Como o Governo entende que não significa isso, e até se movimenta para aprovar um ato legislativo que consagra outra interpretação, concluem-se 3 factos:
1. O governo enganou os partidos que aprovaram o Orçamento;
2. O Orçamento não está a ser cumprido nos termos em que foi aprovado;
3. Se a redação do Orçamento fosse linguisticamente mais clara o problema já estaria resolvido;

Um grupo de cidadãos, que previa que se chegaria a este ponto, lançou há vários meses uma Iniciativa Legislativa que visa obrigar o Parlamento a dar força legal mais precisa à ideia da recuperação integral dos 9 anos, 4 meses e 2 dias e determinar-lhe a data e processo de recuperação. Essa ILC reuniu mais do que as 20 mil assinaturas necessárias mas, por razões essencialmente ligadas ao mau funcionamento da plataforma de recolha de assinaturas do Parlamento, ainda não foi discutida no Parlamento.

Mas, perante a aprovação precipitada pelo Governo de um decreto lei, que vem subverter totalmente o espírito e a letra de uma Lei orçamental vigente, aprovada pela Assembleia da República, o grupo de cidadãos subscritores da presente petição pede aos deputados que, usando as suas competências, como titulares de um órgão de soberania, e perante esta afronta do Governo ao poder do Parlamento, suscitem, nos termos constitucionalmente previstos, a apreciação do Decreto Lei aprovado em 4 de Outubro.

Dessa apreciação parlamentar deve resultar a sua substituição por outro ato legislativo que objetivamente consagre uma data para a recuperação integral dos 9 anos, 4 meses e 2 dias de tempo de serviço cuja contagem e efeitos nos salários está suspensa.

Na verdade, nos trinta dias subsequentes à publicação de um Decreto-Lei que não tenha sido aprovado no exercício da competência legislativa exclusiva do Governo (como é o caso), a requerimento de dez Deputados, pode a Assembleia da República realizar a Apreciação Parlamentar do mesmo.
É este ato que, em coerência com o que votaram no Orçamento de 2018, se pede aos deputados que pratiquem.

 

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PCP acordou agora… ainda vai a tempo de fazer algo…

 

Assim, o PCP decidiu avançar desde já com a entrega de um Requerimento, com carácter de urgência, para a vinda do Ministro da Educação à Assembleia da República para dar explicações sobre o decreto lei hoje aprovado.

 

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Reação de Mario Nogueira à aprovação dos 2,9,18…

 

 

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Cartoon do dia – A cartada… – Paulo Serra

 

 

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Reserva de recrutamento n.º 5

 

 

Publicitação das listas definitivas de Colocação, Não Colocação, Retirados e Lista de Colocação Administrativa – 5ª Reserva de Recrutamento 2018/2019.

Aplicação da aceitação disponível das 0:00 horas de segunda-feira, dia 8 de outubro, até às 23:59 horas de terça-feira, dia 9 de outubro de 2018 (hora de Portugal continental).

Consulte a nota informativa.

 

SIGRHE – aceitação da colocação pelo candidato

 Nota informativa

Listas

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2 anos, 9 meses e 18 dias aprovados e Conselho de ministros…

 

 

Comunicado do Conselho de Ministros de 4 de outubro de 2018

1. O Conselho de Ministros aprovou hoje o decreto-lei que procede à definição do modelo de recuperação do tempo de serviço dos docentes de carreira dos estabelecimentos públicos de educação pré-escolar e dos ensinos básico e secundário cuja contagem do tempo de serviço esteve congelada entre 2011 e 2017.
A solução encontrada – recuperação de 2 anos, 9 meses e 18 dias, a repercutir no escalão para o qual progridam a partir de 1 de janeiro de 2019 – permite conciliar a contagem do tempo para efeitos de progressão entre 2011 e 2017 com a sustentabilidade orçamental.
Esta solução corporiza o disposto no artigo 19.º da Lei do Orçamento do Estado para 2018 que determina que “a expressão remuneratória do tempo de serviço nas carreiras, cargos ou categorias integradas em corpos especiais, em que a progressão e mudança de posição remuneratória dependam do decurso de determinado período de prestação de serviço legalmente estabelecido para o efeito, é considerada em processo negocial com vista a definir o prazo e o modo para a sua concretização, tendo em conta a sustentabilidade e compatibilização com os recursos disponíveis”.

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Progressões às prestações…

Será que os 726 milhões para o Novo Banco também vão ser doados às prestações?

 

Governo quer pagar progressões de 2019 em quatro fases

Proposta enviada aos sindicatos prevê que o pagamento das progressões na carreira de 2019 seja feito em quatro momentos, prolongando-se até 2020. Modelo é semelhante ao que está a ser aplicado este ano.

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É o vale tudo. Até falar em rejuvenescimento da classe docente…

Para alguns, o discurso do “engonha” é uma arte que se tenta adquirir. Quando um membro da Assembleia da República fala e rejuvenescimento docente, espera-se que não pertença ao partido que acabou de negar incluir, nas ultimas negociações, uma clausula que o permitiria.

“Por isso, anunciamos desde já que o Grupo Parlamentar do Partido Socialista organizará proximamente uma audição sobre o envelhecimento do corpo docente”

“Identificar vias de resposta que, ao mesmo tempo, valorizem as qualificações dos professores que temos – e que são muitas – e permitam o rejuvenescimento da classe”

 

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Cartoon do dia – Professor integrado no regime geral – Paulo Serra

 

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FAQ´s sobre a aplicação da Portaria n.º 119/2018

Como todos sabemos as portarias e outros “decretos” são tão rebuscados que quase sempre é necessário uma explicação da explicação. Para que todos tenham acesso deixo-os aqui a FAQ’s sobre a Portaria n.º 119/2018 para que todos se possam certificar da sua situação em especifico.

(clica na imagem)

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“O direito à greve é um direito constitucional” – Tiago Brandão Rodrigues

Já sei o que anda o Tiago a ler antes de dormir…

 

Ministro da Educação diz que a greve dos professores é um direito constitucional

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Porque é que ainda não se recorreu aos tribunais?

 

Há um número crescente de professores a clamar para que os sindicatos recorram a tribunal, nesta luta pela reposição do tempo de serviço docente. Os sindicatos já demonstraram vontade de recorrer não só para as estâncias jurídicas nacionais, mas também internacionais.

Tais atos não se podem fazer a belo prazer, tudo tem “timing” certo. Para recorrer a tribunal, o “timing” ainda não é o certo.

Porquê? Porque, aquela lei que nunca ninguém cumpriu, a Lei do Orçamento de Estado, onde se pode ler aquilo que todos nós, que sabemos ler e interpretar,  interpretamos de forma inequívoca e outros interpretam de forma ambígua, ainda está em vigor e só cessa quando outro LOE entrar em vigor. Por outras palavras, só quando a Lei do Orçamento de Estado de 2019 entrar em vigor, é que se pode afirmar, com todas as letras, que a Lei 114/2017 não foi cumprida.

Só no dia 2 de janeiro de 2019, poderão os sindicatos, recorrer aos tribunais, sejam eles quais forem, e, segundo a vontade de alguns, à OIT. Até lá pode-se fazer o que está ao alcance de todos, PROTESTAR…

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Para estes haverá dinheiro…

 

Novo Banco admite precisar de mais 726 milhões do Fundo de Resolução em 2019

 

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Segundo dia com 80% de adesão

 

A adesão ao segundo dia de greve dos professores, que esta terça-feira está a afetar escolas do Alentejo e do Algarve, deverá atingir os 80%, de acordo com o secretário-geral da Federação Nacional da Educação (FNE).

Greve dos professores deverá ter adesão de 80%

 

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Cartoon do dia – Na nossa aldeia… – Paulo Serra

 

 

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Opinião – Posso recusar a “bonificação” governamental? – Paulo Guinote

 

Posso recusar a “bonificação” governamental?

Prefiro não ter qualquer reposição do tempo de serviço do que aceitar uma hipócrita esmola dada por governantes em trânsito.

 

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“As greves não me perturbam nem me irritam”

 

Greve é a cessação coletiva e voluntária do trabalho realizado por trabalhadores com o propósito de obter direitos ou benefícios, como aumento de salário, melhoria de condições de trabalho ou direitos do trabalhador, ou para evitar a perda de benefícios. Por extensão, pode referir-se à cessação coletiva e voluntária de quaisquer atividades, remuneradas ou não, para protestar contra algo.

Parte-se do princípio que quando qualquer trabalhador opta por fazer greve, perdendo a remuneração, o faz por acreditar que está a ser injustiçado.

Parte-se do princípio que o trabalhador não se sente realizado com as condições que lhe oferecem para desempenhar as funções a que está obrigado. logo, faz greve.

Parte-se do princípio que uma greve traz transtornos a quem a faz e a quem se vê privado de serviços.

Parte-se do princípio que os representantes dos trabalhadores respeitem os seus direitos, tal como a entidade empregadora.

Parte-se do princípio que os representantes da democracia respeitem, entendam, solidarizem, se irritem quando uma ou mais classes entendam necessário fazer greve.

Parte-se do princípio que uma greve não é uma coisa normal, é um ato de desagrado, de que algo de grave se passa.

A greve é um sintoma de que a democracia, naquele ponto, não está a funcionar com o resto do sistema. Se num ponto. o sistema não funciona, todo o sistema fica afetado.

É uma falta de respeito para quem usa a greve como forma de protesto afirmar que: “As greves não me perturbam nem me irritam“. É um sintoma não muito raro, hoje em dia…

PS: os enfermeiros continuam em greve por uma carreira digna, não é pelas 35 horas semanais.

 

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A Greve dos Professores na RTP

 

 

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Adesão de 75% dos professores no 1º dia de greve

Segundo os números da FENPROF, a adesão à greve situa-se nos 75% em Lisboa, Setúbal e Santarém.

 

Greve dos professores com adesão de 75%

 

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50 dias em Greve…

 

Professores atingem os 50 dias com pré-avisos de greve neste ano

Considerando paralisações parciais ou totais, abrangendo um ou todos os sindicatos, mais de um quarto dos dias úteis do ano, até ao final da próxima semana, terão sido abrangidos por alguma greve.

 

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Hoje é dia de fazer Greve

 

 

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BE avança… Depois de ter recuado.

Agora dizem que sim… Depois logo se verá…

 

Bloco só aprova Orçamento se houver dinheiro para contar todo o tempo de serviço dos professores

A duas semanas de ser conhecida a primeira versão do próximo OE, Catarina Martins avisa, em entrevista ao “Diário de Notícias”, que não permitirá que o Governo não cumpra a contagem de todo o tempo de serviço dos docentes que esteve congelado ao longo de nove anos. Aumento de pensões e descida da conta da luz avançam

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Divulgação – Convite para presença e participação na Marcha pela Transformação da Educação em Portugal

 

Exmos. Srs.,

Somos cidadãos comuns – pais, alunos e profissionais de educação – que estão insatisfeitos com o ensino em Portugal e que pretendem contribuir para uma mudança de paradigma educativo.
Consideramos que o modelo de ensino tradicional, que ainda vigora maioritariamente nas nossas escolas, não vai ao encontro das necessidades das crianças/jovens e do seu desenvolvimento integral.
Ao longo dos anos surgem, no nosso sistema de ensino, inúmeras alterações que ainda não reflectem uma verdadeira mudança. São quase sempre ajustes ou remendos a um funcionamento que está, por si só desgastado, antiquado e obsoleto.
Assim:
– Defendemos ALTERAÇÕES NAS METAS CURRICULARES, para além da definição das aprendizagens essenciais. É preciso dar tempo e liberdade, aos professores e alunos, para que as matérias sejam trabalhadas de forma mais significativa e profunda. Aprender a fazer, a pensar, a articular conhecimentos em vez de aprender a decorar e a memorizar com o consequente fácil e rápido esquecimento.
– Defendemos AVALIAÇÕES QUALITATIVAS, que realmente reflictam o percurso diário dos alunos e que se baseiem em diferentes opções no modo de avaliar. Os alunos não devem ter de fazer a mesma tarefa no mesmo espaço de tempo e as avaliações não podem estar quase totalmente focadas em testes e em colocar o aluno numa percentagem, que em nada contribui para a sua própria evolução e superação, num percurso que é único e individual.
– Defendemos a VERDADEIRA INCLUSÃO. Equidade nas aprendizagens, onde se prevê o acesso ao conhecimento e a participação (reflectiva e crítica) de todos os alunos, providenciando-se oportunidades de aprendizagem efectivas e inclusivas para todos. Não se pode acreditar numa escola inclusiva se não se acreditar que todos os alunos podem aprender, independentemente das suas circunstâncias individuais.
– Defendemos a APRENDIZAGEM ACTIVA, com a implementação de modelos pedagógicos que não se baseiem fundamentalmente em aulas expositivas e que transformam os alunos em receptores passivos de informação.
– Defendemos ESPAÇOS EXTERIORES ESCOLARES que deixem de ser edifícios rodeados de cimento, estéreis, demasiado planos e arranjados, sem terra, árvores ou outros elementos naturais que não respeitam as necessidades motoras e simbólicas das nossas crianças, tão essenciais para a integração das aprendizagens mais formais.
– Defendemos a DISCIPLINA POSITIVA, com a formação de profissionais de educação, desde auxiliares, educadores e professores. Não acreditamos em castigos, gritos, ausências de recreios, mesas viradas para a parede e tabelas de bom ou mau comportamento. Acreditamos na autoridade do adulto, e não no autoritarismo, enquanto responsável pelo bem-estar dos alunos mas envolvendo-os na construção das regras do espaço escolar.
– Queremos colaborar para que a escola faça realmente parte da COMUNIDADE e que seja uma extensão das famílias. Que os pais que querem e têm disponibilidade para participar, possam ser envolvidos em actividades do quotidiano e que o acesso à mesma não lhes seja vedado. Cada vez mais é prática comum que jardins-de-infância e escolas com alunos do 1ºciclo não permitam a entrada dos pais, com crianças a serem entregues e recolhidas na recepção, como se de mercadoria se tratasse. Com regras claras e definidas, respeitando os limites e funcionamento das escolas, é possível que todos os intervenientes na educação das crianças façam parte de um todo que visa um interesse comum.
ORGANIZADORES:
MAPPE – Movimento Pais, Professores, Educadores e Alunos Unidos.
MPAI – Movimento Pais e Amigos para a Inclusão em Portugal.
Venham. Participem. Sejam activos na mudança, para lá da insatisfação. Tragam quadros de ardósia ou cartolinas pretas para escreverem frases alusivas às mudanças que defendemos. Partilhem em massa. Contagiem. Tragam os vossos filhos a participar num acto de cidadania. Acreditem.
Com os nossos cumprimentos,
MAPPE – Movimento Pais, Professores, Educadores e Alunos Unidos.
MPAI – Movimento Pais e Amigos para a Inclusão em Portugal.

 

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Comunicado do Governo sobre a negociação suplementar sobre a recuperação de tempo de serviço dos professores

 

Negociação suplementar sobre a recuperação de tempo de serviço dos professores

Na sequência do pedido das estruturas sindicais, realizou-se a reunião de negociação suplementar sobre a questão da recuperação de tempo de serviço dos professores.
Nesse contexto, o Governo deu a conhecer às organizações sindicais o projeto de Decreto-lei elaborado para o efeito que permite – aos docentes do ensino básico e secundário cuja contagem do tempo de serviço esteve congelada entre 2011 e 2017 – recuperar 2 anos, 9 meses e 18 dias, a repercutir no escalão para o qual progridam a partir de 1 de janeiro de 2019.
Apesar do pedido de negociação suplementar, verificou-se uma vez mais que as estruturas sindicais não apresentaram qualquer contraproposta suscetível de permitir alcançar um acordo, à semelhança do que sucedeu no decurso do processo negocial mantido ao longo dos últimos meses.
Contudo, mesmo sem o acordo das organizações sindicais – e sem que a recuperação do tempo fizesse parte do seu Programa, no qual apenas foi inscrito o compromisso de descongelamento das carreiras – o Governo não deixará de reconhecer, através do Decreto-lei que se propõe aprovar, a recuperação de tempo de serviço docente, tendo por referência uma visão integrada do sistema de emprego público, num paralelismo com a diversidade de carreiras e dos respetivos mecanismos de desenvolvimento remuneratório.
Recorde-se, neste âmbito, que nas carreiras gerais um módulo padrão de progressão corresponde a 10 pontos, que em regra são obtidos ao longo de 10 anos, enquanto na carreira docente o módulo padrão é de 4 anos. Assim, dado que os 7 anos de congelamento correspondem a 70% do módulo de uma carreira geral, 70% de 4 anos na carreira docente correspondem, de forma similar, a 2 anos, 9 meses e 18 dias.
Note-se ainda que o artigo 18.º da LOE 2018 operou o descongelamento de todas as carreiras, logo, também da carreira docente. Este foi um compromisso assumido e cumprido, permitindo já ao longo do ano de 2018 a progressão de cerca de 46.000 docentes.
O que agora está em causa, em cumprimento do artigo 19.º da LOE 2018 – que remetia a consideração do tempo para processo negocial, com vista a definir o prazo e o modo para a sua concretização, tendo em conta a sustentabilidade e compatibilização com os recursos disponíveis, e bem assim em harmonia com a Declaração de Compromisso assinada em 18 de novembro de 2017 – é, portanto, a mitigação dos efeitos do congelamento, em paridade com as restantes carreiras. Negociar foi o compromisso e, embora sem acordo, o Governo cumprirá, através de Decreto-Lei, a proposta apresentada em sede negocial.

 

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Declarações à saida da reunião entre os Sindicatos e o ME

 

 

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O balanço da reunião entre professores e Governo

Será que o Decreto Lei da recomposição da carreira docente vai trazer surpresas?

 

O balanço da reunião entre professores e Governo

A secretária de Estado da Educação fez esta sexta-feira um balanço sobre a reunião com os sindicatos dos professores. Apesar de garantir que não haverá acordo em relação ao tempo a recuperar, outros aspetos do decreto-lei sugeridos pelos professores ainda serão analisados pelo Governo.

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Uma Vergonha…

Fenprof diz que proposta do Governo é “injusta, ilegal e desrespeitadora

A reunião suplementar entre o Ministério da Educação e os 11 sindicatos que representam os professores realizou-se esta sexta-feira. À saída, Mário Nogueira garantiu que não surgiu nenhuma conclusão do encontro. O secretário geral FENPROF classificou a reunião como “vergonhosa”.

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