Category: Livresco

Blogosfera – É Mentira!

Por aqui nO Meu Quintal.

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Professores: escrutinados, cansados mas motivados

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Existem Para aí Umas Mães Estroinas que Não Concordam

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PS:

Torremolinos: “Fátima? Há diferenças entre retiro espiritual e vandalismo…”

Comentário de Constança Cunha e Sá, na 21.ª Hora

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Na Senda do Raciocínio de Determinados Representantes de Pais…

é tudo normal, qual é o stress?

Alunos levam armas para as escolas

Diretores e pais denunciam falta de psicólogos e de assistentes operacionais para os estabelecimentos de ensino poderem prevenir situações de violência. (…)

 

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Mãe, uma viegem de finalistas inesqécivel!

Olá mãe, olá pai, estou vos a escrever para dizer obrigado por esta viegem inesqécivel! Se eu vos contaçe, se eu vos podesse contar! Vossês lembran-se do Quimbé, ontem depois de uma ganda bubadeira caiu para o lado, e nós, pumba, rapámus-lhe os pelos todos da pintelheira, hoje acordou e anda a cossar-çe por todo o lado, é só rir, estamos todos fartos de rir!

 

Chegámus à 4 dias e tem çido espectacular! Não como em Torre de Molinos, onde aqueles parvos foram todos corridos a pontapé, purqe aqui pudemos fazer o que quizermos, há bar aberto, ninguem do hotel e montes de gajas de outras escolas, de Lisboa, de Madrid e até françesas, já conheci bué de jente e eu nem vos conto o q esta malta tem feito todas as noites, menos eu, até purque tenho a mala cheia dos prezervativos que a mãe me comprou e q se estão a acabar, por isso se a mãe me puder mandar dinheiro agradesso e compro mais.

 

Logo na primeira noite andamos a pegar fogo às camas dos outros quartos, se vossês vissem a cara deles a abrir as portas, q susto! Até ouve quem se atiraçe da janela para a pisçina e nós tambem, a faser concurços de quem se atira mais alto e os visinhos a chamar a polícia, mas quando a polícia chegou foi um espetáculo, atirámos pedras, extintores, partimus-lhes os vidros do carro e eles nunca mais voltaram, foi um espetáculo e depois foi beber até cair!

 

Oh mãe e pai, eu nunca vou esqésser esta viegem, nem sei como vor agardeçer!

 

A Rita acordou com as cuecas do avesso e agarráda á sanita, foi a noite toda com gajos a ir lá á casa de banho e ela agora até já comprou 3 testes de gravides mas dão todos ao contrário e ela não sabe se está grávida ou não, não se fala noutra coisa.

 

Hoje estamos na praia, o hotel é só pra nós e eu tenho charros ainda, dos q o pai me deu, não pesso nada a outros e não fumo coca, mas toda a jente fuma e já me chamam nomes, mas eu só fumo o q o pai me deu e tabaco e tudo, se me dão outra coisa vou ali ao bar e bebo jin ou vódka e uíski e depois vou ao banho. (…)

Continuação…

PS:

Um dos vídeos de uma viegem de finalistas inesqécivel (a cor? de vómito):

Vídeo mostra o que aconteceu dentro do hotel dos finalistas Sofás no corredor, estátuas fora do sítio e desordem no jardim.

Ler mais em: http://www.cmjornal.pt/portugal/detalhe/video-mostra-o-que-aconteceu-dentro-do-hotel-dos-finalistas?ref=HP_Destaque

É pá digam lá à vice-presidente da Confap, Helena Pedroso, que Afinal, É Melhor Esquecer um Hotel em Fátima. Olha o azar o Algarve não vai na conversa de mães estroinas: Algarve barra entrada de finalistas – Exclusivos – Correio da Manhã

(c) Antero Valério

 

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A Culpa é dos Pais – 3

Parentalidades | O Meu Quintal

Parentalidades – 2 | O Meu Quintal

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A Culpa é dos Pais – 2

Com as declarações da vice-presidente da Confap, Helena Pedroso, aos 3 canais não me restam dúvidas…

 

A parte I anda por aqui: A Culpa é dos Pais » Blog DeAr Lindo

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A Culpa é dos Pais

Que lhes pagam as viagens e que são uns cagufas porque se for preciso levam porrada dos filhos e não piam.

Mas o problema vem desde pequenos, não os educam e dão aos meninos e meninas tudo, basta eles berrarem.

Um par de estalos no trombil e era pouco.

Os/As calinas se estivessem a estudar é que tinham juízo.

É deste tipo de malta que os professores aturam.

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PS:

Ouvir o chico esperto da agência de viagens dá voltas ao estômago

O governo!? A preocupação é tanta que me faz chorar, os pais que se arranjem…

Jorge Ascensão, presidente da Confap (mais um que anda ao papel): “Há que repensar o destino, porque é sempre no Sul de Espanha que acontecem estes desacatos” –  pois… a culpa é da água da torneira…

Para o secretário de Estado das Comunidades, José Luís Carneiro, a chatice é o seguro – de onde é que saem estes cogumelos todos?

E a pandilha está revoltada porque por 450 euros achava-se no direito de danificar as instalações e até queriam acomodações de 7 estrelas?

Alguns dos pais desta geração de tão estúpidos que são a dar cobertura à porcaria que a prole faz em casa, na escola e nas saídas (protegidos por uma casta de psicólogos de treta com desculpas para tudo), nem se apercebem que vão acabar a velhice a serem mal tratados pela prole e metidos num caixote de lixo enfardados em calmantes para não chatearem:

 

O exemplo de muitos “encarregados de educação” desta geração:

O que é ser mãe de um “menino”… » Blog DeAr Lindo

A questão é que esta sra. é vice-presidente da CONFAP:

Confap vê exagero na expulsão de estudantes do sul do Espanha – RTP Notícias.

O que é que esta sra. faz na vida? Dúvidas que me assistem…

Na versão destas cabecinhas da Confap e nas versões da prole só se partiu um prato ou dois, pois…:

Televisões na banheira, cerveja por todo o lado e cheiro a álcool: turista descreve hotel após passagem de estudantes portugueses > TVI24

Prejuízos causados por estudantes portugueses ultrapassam os 40 mil euros > TVI24

A vice-presidente da Confap, Helena Pedroso, que confirme lá a versão junto do filhinho querido: Finalistas dizem que estragos foram resposta a “insultos” e falta de condições do hotel – PÚBLICO (lindo! Como diz a Magali no Chat “Agora é assim, não se gosta parte-se tudo. Já não é necessário livro de reclamações”).

Aguardo mais declarações de mães estroinas: “(…) Um aluno, que se identificou como um dos participantes na viagem, em e-mail enviado à Lusa, garante que quem se portou mal foi o hotel, porque encerrou o bar às 22.00 quando o contrato da viagem previa bar aberto (…)”

 

 

 

 

 

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Notícias Soltas do Dia de Hoje

Pais contra missa pascal na escola em horário letivo

Pais contra 1º ciclo sem Educação Física – Sociedade – Correio da Manhã

Bruxelas escolhe projeto “Náutica nas Escolas” como “exemplo de boas práticas desportivas” | Rádio Alto Minho

“Hole in 1 Challenge 2017” chega a mais duas escolas

Expresso | Ser gordo é a principal causa de discriminação nas escolas

Estudo da UMinho conclui que aspeto físico é a principal causa de agressão nas escolas | Braga TV

Reforçar a autoestima para diminuir chumbos » Educare – O Portal de Educação

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Violência à Porta de Escola Após Denúncia de Agressões Sexuais

(…) A PSP de Lisboa está a investigar um suposto abuso sexual entre alunos na Escola Básica dos Lóios, em Chelas, que terá ocorrido na passada segunda-feira. A denúncia foi feita esta quinta-feira à polícia. Familiares e amigos das crianças envolveram-se em confronto junto à escola, tendo sido necessária a intervenção da PSP. Um repórter de imagem de uma equipa RTP que se tinha deslocado ao local para realizar uma reportagem foi abordado por familiares do aluno suspeito da violação e acabou por ser agredido Recebeu tratamento médico no Hospital de São José. Fonte policial disse à Lusa que neste momento não há nenhum detido nem suspeitos, acrescentando que o homem anteriormente detido foi libertado, pois não tinha nada a ver com a ocorrência. O caso envolvendo as duas crianças já foi comunicado à Comissão de Proteção de Crianças e Jovens. A criança supostamente abusada foi encaminhada ao hospital para ser submetida a testes médicos. (…)

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Geração Z: os miúdos que “fazem acontecer e que andam com o mundo no bolso”

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Escolas privadas com benefícios fiscais de 63 milhões de euros

(…) A Inspeção-Geral de Finanças concluiu, através de uma auditoria, que os colégios privados tiveram isenções e benefícios fiscais de 63 milhões de euros, no biénio 2013/2014. Ao que o serviço do Ministério das Finanças apurou houve “procedimentos não uniformes no cálculo da capitação pelos serviços desconcentrados da Direção-Geral dos Estabelecimentos Escolares”.

A informação foi avançada pelo “Jornal de Notícias” desta terça-feira e revela também que, além deste valor, acrescem-lhe os 388 milhões de euros em apoios diretos por parte do ministério liderado por Mário Centeno, o que totaliza 451 milhões de euros. De acordo com a auditoria da Inspeção-Geral de Finanças, citada pelo JN, detetaram-se falhas nos documentos de prestação de contas, nomeadamente no que diz respeito ao controlo pela Direção-Geral da Administração Escolar.

Além das falhas que foram encontradas, a Inspeção-Geral de Finanças frisa que “alguns dos maiores beneficiários de contratos de associação não cumprem o dever de divulgação das mensalidades praticadas nem a autorização de funcionamento do estabelecimento”.”

 

PS:

Penso que seja o CM (versão em papel) e não o JN:

Colégios privados com isenções de 63 milhões Inspeção-Geral de Finanças diz que o Estado não verifica o destino do dinheiro entregue a privados.

Ler mais em: http://www.cmjornal.pt/exclusivos/detalhe/colegios-tem-isencoes-fiscais-de-63-milhoes?ref=Opini%C3%A3o_BlocoFimPagina

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Aceder às Informações da ADSE Através de Uma “App”

Por aqui ADSE lança MyADSE, uma app inovadora com serviços exclusivos.

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Onde Está a Obesidade Curricular?

Por aqui nO Meu Quintal.

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Apicultura Motiva Alunos para o Sucesso Pessoal e Educativo

(…) É no meio das abelhas, em plena atividade de apicultura, que um grupo de nove alunos da Escola Básica n.º2 da Benedita tem encontrado o “combustível” para aprender noutras disciplinas. O conceito está integrado no projeto DER (Diferenciar, Envolver, Responsabilizar) e é desenvolvido com um professor destacado, uma psicóloga e a diretora do Agrupamento de Escolas da Benedita, bem como a coordenadora dos diretores de turma. 

“Ajudar os alunos com um grande potencial de aprendizagem mas com dificuldades de integração nos métodos de ensino tradicionais, encaminhando-os para atividades estimulantes é o principal objetivo”, explica Júlio Ricardo, professor que tem vindo a ensinar, desde novembro, todos os passos para a criação do mel e que leva semanalmente o grupo até à criação de abelhas. 

Dentro das disciplinas tradicionalmente dadas, em que se confinam os alunos dentro de salas de aula, há jovens que acabam por se sentir “muito pouco estimulados”, sendo então essencial que entrem em ação os trabalhos práticos. Neste caso, as abelhas são a metáfora perfeita, tendo em conta o método de organização, trabalho e, até, a socialização dentro das colmeias. 

“Estes alunos têm o currículo normal, sendo apenas nos períodos livres da tarde que vão tratar da apicultura, refletindo posteriormente sobre o projeto, conseguindo transferir alguns ensinamentos para as disciplinas chamadas tradicionais, como o Português e a Matemática”, explica a diretora do Agrupamento de Escolas da Benedita. “Desta forma os jovens conseguem articular os conhecimentos mais eficazmente”, reforça Helena Vinagre. (…)

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Acesso Universal da Educação Pré-escolar aos Três anos Confirmado para 2019

(…) O Parlamento aprovou hoje dois diplomas que garantem que a universalização da educação pré-escolar aos três anos acontecerá até 2019, ou seja, até ao fim da legislatura. Deste modo, as crianças com três anos de idade vão ter vaga nos jardins-de-infância estatais, confirma o Ministério da Educação ao jornal Público.

Os grupos parlamentares de esquerda votaram a favor da proposta do PCP que aconselha o Executivo a garantir o acesso ao pré-escolar a todas as crianças de quatro e cinco anos, estendendo a universalidade às crianças de três anos até ao fim da legislatura, tal como previsto no programa do Governo. Contra o diploma votou o CDS e PSD.

O Partido Comunista alarga o âmbito do diploma, requerendo ainda o apuramento das carências dos equipamentos da rede escolar.

As recomendações para o cumprimento da lei que universalizou o acesso às crianças de quatro anos e para que se estabeleça uma data para o alargamento da medida foram aprovadas por unanimidade pelos partidos presentes na Assembleia.  O Ministério da Educação vai assim alterar a lei para inserir o prazo com que se comprometeu no seu programa.

O projecto do CDS, apoiado unicamente pelo PAN e que previa a escolaridade obrigatória para crianças de cinco anos, foi chumbado.”

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Governo Esclarece que Nem Todos os Cargos Públicos são Incompatíveis com Direcção

(…) O ministro da Educação disse hoje que foi enviado aos diretores escolares um esclarecimento sobre a acumulação de funções, sublinhando que apenas é ilegal acumular funções se os cargos políticos exercidos forem permanentes e exigirem exclusividade.

O esclarecimento surge na sequência de uma notícia publicada hoje, que refere um parecer da Procuradoria-Geral da República (PGR), pedido pelo Ministério da Educação (ME) sobre a acumulação de funções em cargos públicos, e que segundo a notícia considera ilegal exercer funções de direção de escola com cargos públicos em autarquias

“Já houve esclarecimentos que chegaram aos diretores esta manhã. Basicamente os diretores não podem acumular funções com cargos políticos em exclusividade. Não implica que não possam ter cargos políticos como presidente da assembleia municipal, uma vez que estes não são em exclusividade”, referiu o ministro Tiago Brandão Rodrigues, à margem de uma visita a uma escola em Lisboa.

Segundo o parecer, apenas é incompatível o exercício de funções de dirigente escolar com “funções autárquicas em regime de permanência (presidente de câmara e vereador de câmara ou membro de junta de freguesia a tempo inteiro ou a meio-tempo)”, o que não se aplica a cargos nas assembleias municipais, por exemplo.

“Assim sendo, não existe nenhuma incompatibilidade designadamente com o exercício de cargos nas assembleias municipais e de freguesia”, lê-se no esclarecimento da tutela enviado hoje aos diretores escolares a que a Lusa teve acesso.

O tutelar da pasta da Educação disse não ter dados sobre quantos diretores poderão estar, ainda assim, em situação de violação da lei. (…)”

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Adjunta ilegal gera perguntas do PSD

(…) O PSD questionou o ministro da Educação, Tiago Brandão Rodrigues, sobre a situação ilegal de Luísa Ucha, que é adjunta do secretário de Estado João Costa e também membro da direção da Associação de Professores de Geografia (APG). Em causa está o facto de Ucha exercer funções num gabinete que decide sobre áreas curriculares e, por isso, com natural impacto na APG.

No requerimento com questões ao ministro, assinado pelo deputado do PSD Amadeu Albergaria, pode ler-se que há uma “violação clamorosa ao disposto no decreto-lei 11/2012, de 20 de janeiro, que regula a composição, a orgânica e o regime dos gabinetes dos membros do Governo

A acumulação de cargos foi noticiada pelo CM no passado domingo e constava já no currículo da adjunta. No requerimento, o PSD questiona que medidas serão tomadas para repor a legalidade. Luísa Ucha, segundo apurou o CM, ter-se-á já demitido da Direção da APG.

O CM questionou ontem o Ministério da Educação sobre se Ucha continua a exercer o cargo no gabinete do secretário de Estado da Educação, João Costa, mas não obteve resposta.”

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Professora mãe de adolescente com deficiência profunda obrigada fazer 200 km por dia para trabalhar

Professores contratados não têm os mesmos direitos dos docentes de quadro. O destacamento não é permitido, mesmo que sejam pais de filhos com deficiências profundas. Conheça a história de uma das muitas famílias que se encontra nessa situação e que tem de optar entre trabalhar ou poder dar alguma assistência aos filhos.

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“Operação folha dupla” distribui Acordo Ortográfico em papel higiénico

(…) O grupo “Em aCção contra o Acordo Ortográfico” da rede social Facebook inicia esta sexta-feira, em Lisboa, na Praça do Comércio, a iniciativa “Operação Folha Dupla” contra o Acordo Ortográfico de 1990 (AO90).

Em comunicado enviado à agência Lusa, os promotores da iniciativa afirmam que esta iniciativa se prolongará até domingo, entre as 9h00 e as 21h00, e “a ideia é sugerir a uma conhecida marca comercial a estampagem do texto do Acordo Ortográfico (qualquer uma das diferentes versões oficiais, as ditas bases e a chamada nota explicativa), em papel higiénico”.

A iniciativa conta com as participações da Associação Nacional de Professores de Português, da Federação da Região de Lisboa das Associações de Pais e do Círculo de Escritores Moçambicanos na Diáspora. (…)”

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Os três blogues salva-vidas do funcionário público

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Notícias Soltas do Dia de Hoje

Como chegar a alunos que muitos deram como perdidos? Mais perguntas do que respostas – PÚBLICO

Novos professores tutores querem mudar comportamentos – PÚBLICO

As escolas dos nossos filhos são saudáveis? – Francisco Rodrigues – SÁBADO

Tem filhos no 1.º Ciclo? Estas são as novas disciplinas que poderá aprender – O Jornal Económico

Novo perfil do aluno implicará revisão curricular, diz projecto de parecer do CNE – PÚBLICO

Conselho Nacional de Educação adia votação de parecer em que dizia que novo Perfil do Aluno implica revisão curricular – Observador

Perfil do aluno deve incluir cultura científica e matemática – Açoriano Oriental

Projeto de parecer sobre perfil do aluno foi retirado – Conselho Nacional de Educação

David Justino defende “cuidado” na questão dos ‘numerus clausus’ – Observador

Correcção de notas inflacionadas à entrada das universidades merece reservas – PÚBLICO

Exames nacionais devem ter menos peso na entrada para o Superior

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Opinião – Francisco Cantanhede – Famalicão a ler

(…) Há dias saiu uma notícia num jornal que terá surpreendido os leitores: em Famalicão, escolas, autarquias, clubes, rádios locais, entidades públicas e privadas dedicaram 15 minutos à leitura. Tudo parou na cidade para que todos lessem durante 15 minutos. Embora se trate de uma iniciativa simbólica, não deixou de espicaçar consciências. A leitura, a cultura, a educação, com forte vertente humanista, são o caminho para combater um dos maiores pecados das sociedades atuais, a corrupção.

Vamos por partes. Após algumas reportagens em canais televisivos sobre «corrupção nas escolas», um semanário noticiou que o Ministério da Educação vai proibir a oferta de manuais escolares aos professores dentro do recinto escolar. Em primeiro lugar, é de lamentar que se generalize que as editoras corrompem os professores, pois, admitindo que em cada cem docentes há um que se deixa corromper, noventas e nove recusam cometer tal ato; por outro lado, oferecer um manual a um professor, principal instrumento de trabalho na sala de aula, é considerado corrupção? Oferecer uma caneta a um jornalista, será um ato de corrupção? Se assim é, aguarde-se reportagem televisiva sobre assalto à escola, assalto ao jornal…. Eu pecador me confesso, pois já ofereci manuais, romances históricos a amigos, convicto que oferecer um livro é a melhor oferta. Haja bom senso e bom gosto! Claro que o Ministério da Educação teria de tomar alguma medida, perante o chinfrim feito na comunicação social, contudo, imagine-se que se decretava a proibição de os banqueiros oferecerem dinheiro a políticos dentro dos seus gabinetes; que se decretava a proibição de autarcas entrarem nos escritórios de construtores civis… Estas medidas acabariam com a corrupção? Obviamente que não. Se, por exemplo, uma editora pagou viagens a professores, então, pode falar-se de corrupção, logo há instituições para investigarem tais atos, nomeadamente a polícia judiciária. Provado ato ilícito, que a justiça tenha mão pesada, quer para com o corruptor quer para com o corrompido, mas se a árvore estiver doente, não se abata a floresta. Recorde-se, alerte-se que sempre que a comunicação social contribuir para denegrir a imagem do professor, está também a ser responsável para o aumento da indisciplina na sala de aula, principal problema que atualmente afeta as escolas portuguesas. É a ausência de ética e de moral que abre a porta à corrupção; logo esta combate-se através de um modelo educativo que promova uma educação humanista, a educação para a cidadania, a interiorização de valores universais, caminho defendido pela atual equipa dirigida por Brandão Rodrigues. Deseja-se que esse caminho se comece a construir o mais rapidamente possível. Quanto à comunicação social, sugere-se que contribua para que todo o Portugal siga o exemplo de Famalicão.

 

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Secretário de Estado tem Adjunta Ilegal que Criou Carta de Apoio à Sua Reforma Curricular

(…) A única carta de apoio às medidas previstas no Perfil do Aluno – que se misturam com a reforma curricular que está a ser desenhada pelo secretário de Estado da Educação, João Costa – partiu da própria adjunta do governante. Trata-se de Luísa Ucha, que, além de criar uma carta de apoio às medidas do seu secretário de Estado direto, está no cargo de forma ilegal.

Isto porque Luísa Ucha faz parte da direção da Associação de Professores de Geografia (APG), ao mesmo tempo que é adjunta do secretário de Estado que, de forma direta, toma decisões e desenha medidas que afetam todas as disciplinas do básico e secundário. Cargo que Luísa Ucha assume, aliás, na nota curricular do seu despacho de nomeação. “Integra a direção da Associação de Professores de Geografia”, lê-se no documento.

De acordo com a lei e segundo a opinião de advogados, ouvidos pelo i, Luísa Ucha é adjunta de João Costa de forma ilegal.

Este é já o segundo colaborador do gabinete de Tiago Brandão Rodrigues que está a exercer funções violando a lei.

O que diz a lei?

Segundo o decreto-lei 11/2012, que estipula as regras e as incompatibilidades dos gabinetes dos membros do governo, onde estão incluídos chefes de gabinete, adjuntos, técnicos especialitas e secretários pessoais, “os membros dos gabinetes exercem as suas funções em regime de exclusividade, com renúncia ao exercício de outras actividades ou funções de natureza profissional, públicas ou privadas, exercidas com carácter regular ou não, e independentemente de serem ou não remuneradas”.

As únicas atividades permitidas por lei a Luísa Ucha, que teriam de ser devidamente autorizadas pelo secretário de Estado e publicadas no seu despacho de nomeação, são: “Atividades em instituições de ensino superior, designadamente as atividades de docência e de investigação” e “atividades compreendidas na respetiva especialidade profissional prestadas, sem carácter de permanência” mas apenas “a entes não pertencentes ao setor de atividade pelo qual é responsável o membro do governo respetivo”, lê-se no número 3 do mesmo artigo 7º.

O que não é o caso, já que a Associação de Professores de Geografia está ligada ao setor de atividade tutelado por João Costa. E nenhum dos vários advogados ouvidos pelo i tem dúvidas quanto à situação “ilegal” da adjunta de João Costa. “Não tendo renunciado à direção da APG não podia ser adjunta do secretário de Estado”, dizem em uníssono os especialistas.

Questionado pelo i, o Ministério da Educação diz que apenas “tomou conhecimento da carta aberta das associações de professores após o momento em que a mesma foi tornada pública, tendo sido também rececionada pelo gabinete, na sexta-feira”. A tutela frisa ainda que “Luísa Ucha não teve qualquer envolvimento na redação da carta em questão”.

O envolvimento de Luísa Ucha na carta

A denúncia do envolvimento de Luísa Ucha na carta aberta, assinada por 14 associações de professores, surgiu no blogue de Paulo Guinote “O meu quintal”.

A carta foi enviada às redações depois de o i ter noticiado que o primeiro-ministro travou a reforma curricular no próximo ano letivo por causa das eleições autárquicas e que António Costa deu garantias ao Presidente da República que esta flexibilização curricular – trabalhada por João Costa há mais de um ano — não iria avançar em setembro. Nos últimos dias foram também vários os pareceres de entidades educativas – Conselho de Escolas e Sociedade Portuguesa de Matemática, por exemplo – que teceram duras críticas à indefinição e às medidas previstas pelo Ministério da Educação.

Nas propriedades do documento da carta surge como autor do documento a adjunta Luísa Ucha, mas chegou às redações assinada pela presidente da APG, Emília Lemos.

Segundo a representante dos professores de geografia, a ideia da carta surgiu de conversas com outras três associações: a dos professores de Espanhol, de Educação Musical e de Educação Visual e Tecnológica (EVT).

Questionado, o presidente da associação de professores de EVT, Carlos Gomes, contou ao i o processo da elaboração da carta, garantindo que as associações “não tinham conhecimento da origem do documento inicial”. As notícias que agora ligam Luísa Ucha à iniciativa estão a gerar “desconforto” entre os representantes dos professores porque “põem em causa a idoneidade das associações” que estão a conversar para agendar uma reunião para clarificar a situação.

Carlos Gomes diz ainda que a carta inicial chegou às restantes associações pela via da APG e que o conteúdo inicial “era muito diferente da versão final”, tendo sido, por isso, “bastante alterado” com contributos das associações.

Ao i, a presidente da APG, Emília Lemos, justifica a indicação de Luísa Ucha como autora da carta devido ao documento do Perfil do Aluno, do qual a adjunta de João Costa foi uma das co-autoras. Emília Lemos diz que a carta “foi trabalhada várias vezes em cima do documento do Perfil do Aluno com contributos de todas as associações”. Questionada sobre o porquê de então se manter o nome de Luísa Ucha no documento, após ter sido trabalhado por várias pessoas, Emília Lemos diz apenas que “é estranho” e que não sabe explicar porque razão surge o nome de Luísa Ucha, frisando que a adjunta “nunca soube nem da carta nem do seu conteúdo”. A presidente da APG salienta ainda que “estamos tão inocentes nisto que se tivéssemos algum interesse por trás teríamos tido algum cuidado para que isto não acontecesse”.

Emília Lemos recusa ainda a ideia de que a carta é um “documento de apoio” ao governo e sim uma carta onde estão as “preocupações com a Educação” com chamadas de atenção para “a necessidade urgente de atualizar os programas” das disciplinas sendo que “alguns são dos anos 90”. Na carta lê-se que as associações signatárias “manifestam o seu apoio às iniciativas, promovidas pelo Ministério da Educação, de repensarmos entre todos o lugar e o papel da educação e da escola, nomeadamente da escola pública, pilar fundamental para a integração social e a equidade em convivência democrática”.

 

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Paulo Morais derrota Porto Editora na justiça

(…) “É uma vitória da democracia e liberdade de expressão.” Paulo Morais reage desta forma à decisão judicial que entendeu não julgar o ex-candidato à Presidência da República, acusado pela Porto Editora de ofensa a pessoa coletiva. Em causa, declarações de Paulo Morais sobre a cartelização no mercado dos manuais escolares. Além deste processo- -crime, a Porto Editora entregou também uma queixa cível, ainda sem decisão conhecida.

 

A justiça já foi favorável a Paulo Morais em oito processos movidos após opiniões e declarações do professor universitário pelo empresário de Leiria Cerejo Bastos, pelo deputado do CDS-PP Altino Bessa, pelo ex- -presidente do Tribunal de Contas Guilherme d’Oliveira Martins, pelo advogado Sérvulo Correia (dois processos), pelo ex-autarca de Vila Nova de Gaia Luís Filipe Menezes, pelo Grupo Lena e agora pela Porto Editora.

 

Neste último caso, a editora alegou “prejuízo ao bom-nome e reputação da empresa”. Paulo Morais afirmara que “o mercado de livros escolares no ensino básico está dominado por três editoras”, que “têm ao seu serviço um conjunto de políticos que, no Ministério da Educação e na Assembleia da República, pela via, mais uma vez, da corrupção, ficam de cócoras”. Razão pela qual os manuais não são gratuitos, como defende. O docente universitário escreveu, no CM, que as editoras “atuam em oligopólio (…), controlam os governantes e tentam manipular os professores e os pais”.

 

Recordando (2016-03-30):

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O Tiago Anda ao Papel

(…) O SOL apurou que o gabinete do ministro Tiago Brandão Rodrigues prepara-se para proibir que as editoras enviem para as escolas mais do que um manual por disciplina. Só será permitida a entrega de um livro, para que seja analisado durante o processo de escolha dos manuais a adotar.  

A decisão da tutela está a chegar aos ouvidos pelos professores através dos representantes das editoras, numa altura em que estão a ser escolhidos os livros para os 2.º, 6.º, e 12.º anos de escolaridade para o próximo ano letivo. «Os representantes das editoras andam nas escolas a dizer que não podem entregar mais do que um manual por disciplina», confirmou ao SOL, o professor Paulo Guinote. 

A decisão está a gerar forte descontentamento entre os docentes ouvidos pelo SOL, que não foram avisados antecipadamente. A instrução terá sido dada verbalmente pela Secretária de Estado Adjunta e da Educação, Alexandra Leitão, numa reunião com a Associação Portuguesa de Editores e Livreiros (APEL) em que participava também o Secretário Geral da Educação,  Raul Capaz Coelho.

Clima de suspeição

A orientação da tutela vai chegar às escolas depois de terem sido divulgadas, em Janeiro, duas reportagens polémicas – uma da RTP, no programa “Sexta às Nove” e outra da TVI – que diziam que, alegadamente, as editoras oferecem «brindes» aos professores de forma a condicionar a escolha dos manuais escolares. No caso da RTP foi dito que as editoras, alegadamente, oferecem «brindes» e manuais escolares de que os professores «precisam para os filhos». Já a TVI adiantou que as editoras entregam às escolas «quadros interativos, computadores e até equipamentos de suporte de vida».

Na altura, questionado pelo i, o Ministério da Educação frisou que «reitera a confiança relativamente ao trabalho que os docentes realizam nas suas escolas» e que, caso chegassem ao conhecimento da tutela, casos «que possam configurar algum tipo de irregularidade no sistema educativo», estes seriam «remetidos à Inspeção-Geral de Educação e Ciência, para o tratamento devido». 

Para os professores, o aperto das regras agora conhecido tem uma leitura precisamente oposta: revela que, afinal, o ministério «desconfia» dos docentes. 

Questionada pelo SOL,a APEL não teceu qualquer comentário sobre as orientações do Ministério da Educação. Já o gabinete de Tiago Brandão Rodrigues disse apenas que «as ofertas de manuais escolares aos docentes estão reguladas no decreto-lei  n.º 47/2006». 

Editoras contornam lei

Este diploma, com mais de uma década, já não permitia que as editoras enviassem para as escolas mais do que um manual por cada disciplina, algo que agora a tutela vai reforçar junto das escolas. A legislação proíbe «qualquer atividade promocional dirigida aos professores suscetível de condicionar a decisão de adoção, designadamente a que inclua a oferta de manuais escolares, bem como de qualquer outro recurso didático-pedagógico». Além disso, a lei também impede «o desenvolvimento de atividades de promoção de manuais escolares e de outros recursos didático-pedagógicos dentro do recinto dos estabelecimentos de ensino», lê-se no artigo 22º. 

Paulo Guinote, professor e blogger na área da Educação, admite que o maior controlo dentro das escolas acaba por levar as editoras a encontrar formas alternativas para apresentarem os seus livros. O envio de manuais para casa, que já acontecia, é uma das hipóteses, assim como a organização de eventos fora dos estabelecimentos escolares.  «Estamos a receber das editoras uma quantidade enorme de convites para apresentações de projetos em hotéis», diz Guinote. 

Ao SOL, os professores tecem duras críticas à decisão da tutela. «Acho errado», diz perentoriamente o presidente do Conselho de Escolas (CE), José Eduardo Lemos. O responsável considera que a decisão da tutela revela «desconfiança sobre os professores». Opinião partilhada por Paulo Guinote que questiona se o Ministério da Educação «considera os professores corruptos». 

«As editoras devem oferecer os manuais que quiserem e os professores devem receber os livros que quiserem. O ministério ou o Estado não têm nada que se intrometer na relação entre uma empresa privada e um cidadão, que é professor», diz o presidente da CE, órgão consultivo da tutela. Mais, José Eduardo Lemos diz ainda que «se há alguma suspeita do relacionamento indevido ou ilegal entre qualquer empresa e os professores que se investigue e atue».

José Eduardo Lemos lembrou também que o manual «é uma ferramenta de trabalho do professor» e que por isso, «não é justo» que os docentes «tenham de comprar o manual para escolher qual irá adotar ou para trabalhar».
Também o presidente da Associação Nacional de Dirigentes Escolares (ANDE), Manuel Pereira, defende que «as empresas são privadas e que, se quiserem oferecer os manuais, o Ministério da Educação não tem nada que ver com isso». 

Já Filinto Lima, presidente da Associação Nacional de Diretores de Agrupamentos de Escolas Públicas (ANDAEP), diz que as escolas acatarão a lei, mas frisa que «os professores têm de ter acesso aos manuais de forma a escolherem o melhor a adotar». 

Até agora, durante o período de análise dos manuais escolares, as editoras enviavam para as escolas um livro por cada professor da respetiva disciplina. A eleição do manual é votada, registada e justificada através de um formulário de forma a que a direção da escola aprove a escolha do livro.

 

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Expresso | Educação: Governo nega o que tinha admitido (11.03.2017)

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A Selecção Natural no I Seminário – Educação Inclusiva – FCG/IGEC por Falta de Cadeiras

Deixa lá ver se percebi:
convidam-se todos os agrupamentos, diz-se no convite que a data limite de inscrição é o dia 13 de Março e hoje, dia 10 de Março, “fecham a loja”?
Enfim…

 

 

Ferramenta informática utilizada:http://www.zamzar.com

 

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Vamos Longe

(…)Portugal é o país da União Europeia com a taxa de fertilidade mais baixa e ainda aquele onde se regista o menor número de nascimentos nos anos entre 2001 e 2015. (…)

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Da Gosma Tóxica

Por aqui Neutralização | O Meu Quintal.

 

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Professora de Chaves em tratamento oncológico obrigada a regressar ao trabalho

Sem comentários.

Com áudio da Antena 1:

(…) Uma professora de Chaves, que está em tratamento oncológico, diz que está há mais de um ano à espera de uma junta médica e agora foi obrigada a regressar ao trabalho.

O Ministério da Educação disse que o “caso está a ser devidamente analisado pelos serviços de modo a encontrar-se a melhor solução”

 

E por aqui no CM:

(…) Uma professora de Chaves, doente oncológica em tratamento, queixou-se de ser obrigada a regressar ao trabalho e de estar há mais de um ano à espera de uma junta médica que disse ser necessária para prolongar a baixa. Cristina Santos, uma professora de línguas de 54 anos residente em Chaves, foi chamada para regressar à Escola Secundária Júlio Martins, apesar de estar em plena fase de tratamento a um linfoma folicular, detetado em 2015. Depois de descoberta a doença, a docente colocou três baixas consecutivas até dezembro desse ano, altura em que disse ter sido informada de que seria chamada a uma junta médica do sistema de saúde ADSE (Direção-Geral de Proteção Social aos Funcionários e Agentes da Administração Pública). Só que, segundo Cristina Santos, durante todo este tempo “nunca” foi chamada para essa junta médica, uma situação que disse ser “incompreensível e ridícula”. A responsável garantiu que toda a sua documentação clínica já foi enviada para a Direção Geral dos Estabelecimentos Escolares (DGESTE), entre relatórios, atestados e até a baixa dada pela junta da Adminitração Regional de Saúde (ARS) Norte. No entanto, agora, que atingiu os 18 meses de período de baixa afirmou que foi contactada pela escola, em nome da DGESTE, que lhe deu instruções para voltar ao serviço alegando que atingia o limite máximo de faltas por doença. A professora apresentou-se na escola, só que, segundo frisou aos jornalistas, o “pesadelo burocrático mantêm-se”. Isto porque, no estabelecimento de ensino foi informada que tem, agora, três hipóteses. “Ou me apresento ao serviço munida de um atestado médico que me diga que estou em condições, e os outros atestados médicos que eu tenho não dizem isso, ou eu vou para a aposentação antecipada e eu não reúno as condições mínimas ou vou com uma licença sem vencimento e assim não posso viver”, afirmou. Na escola, Cristina Santos disse ter encontrado “bom acolhimento” e “disponibilidade” para ser colocada em serviços que exijam menos esforços e que sejam menos cansativos. No entanto, ressalvou não se sentir em condições para ir trabalhar. “A lei garante-me que eu tenho direito a uma prorrogação dos 18 meses por se tratar de uma doença incapacitante que exige tratamento prolongado”, acrescentou ainda. Depois dos tratamentos mais agressivos, a doença estabilizou, mas Cristina tem já tratamentos marcados até julho de 2018. A doente faz quimioterapia de manutenção, de três em três meses. “Isto é um pesadelo. A doença e agora esta burocracia, as papeladas, este entendimento legislativo, isto é que é um pesadelo realmente, porque dar aulas é um prazer”, salientou. Contactada pela agência Lusa, fonte do Ministério da Educação disse que o “caso está a ser devidamente analisado pelos serviços da DGESTE de modo a encontrar-se a melhor solução”.

 

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Manuais escolares sem alteração

O Ministério da Educação esclareceu hoje que é injustificada uma alteração de manuais escolares, visto que não está prevista uma reforma curricular mas sim uma flexibilização curricular.

O Ministério da Educação “está a preparar instrumentos de flexibilização curricular e não uma reforma curricular, pelo que não há qualquer motivo para se proceder à alteração de manuais escolares”, referiu o Ministério à Lusa.

O esclarecimento surge depois de a Associação Portuguesa de Editores e Livreiros (APEL) ter garantido que não foram introduzidas quaisquer alterações nos manuais escolares em vigor no próximo ano letivo que reflitam as mudanças anunciadas pelo Ministério da Educação.

Em comunicado, a APEL defendeu hoje que “esta é a opção correta perante a ausência de qualquer decisão por parte do Ministério da Educação e de informação substantiva sobre alterações para o próximo ano letivo”, noticiadas nos últimos dias.

“Tal como a APEL tem referido, toda e qualquer alteração nos manuais escolares que não se enquadre no ciclo de adoção definido por lei, e que estipula a vigência por seis anos para estes recursos, resulta sempre e invariavelmente de decisão do Ministério da Educação”, adiantou a associação.

A 11 de fevereiro o Ministério da Educação anunciou que no próximo ano letivo, os alunos dos 1.º, 5.º, 7.º e 10.º anos deverão estar a trabalhar já com flexibilização de currículos, o que permitirá mais autonomia de decisão às escolas, cruzamento de disciplinas e mais trabalho experimental.

O secretário de Estado da Educação, João Costa, estimou que, “se tudo correr bem”, no próximo ano as escolas estarão a trabalhar com base num “novo referencial completo” nos anos iniciais de ciclo.

As declarações foram proferidas na apresentação do documento que traça um perfil do que se pretende que seja o aluno português que conclui os 12 anos de escolaridade obrigatória.

O Ministério da Educação tem afirmado que pretende uma flexibilização curricular, dando autonomia em 25% do currículo às escolas e permitindo um cruzamento de disciplinas e aprofundamento de trabalho experimental.

O “Perfil do Aluno para o Século XXI”, coordenado e apresentado pelo antigo ministro da Educação Guilherme d’Oliveira Martins centra-se numa base humanista, colocando como fundamental a pessoa e a dignidade humana.”

 

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Não Deveria Ser Assalto às Carteiras?

Escusavam era de revelar o sexo da fonte.

Não há nada como estar “congelado” até ao dia de São Nunca à Tarde para pagar esta mama toda.

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As NEE pelo Incluso

INCLUSO: Disléxicos aos sete anos? Pode existir um problema de sobrediagnóstico

INCLUSO: Quase um terço dos alunos com necessidades especiais estão no 1.º ciclo

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Vinculação de 3200 professores não devia estar numa mera portaria, dizem PR e Fenprof

O Presidente da República considera que seria melhor “tratar em diploma próprio o concurso extraordinário” para a vinculação de cerca de 3200 professores “e não deixar para portaria tão lata densificação normativa”. O comentário é feito na nota publicada na segunda-feira na página da Presidência da República onde Marcelo Rebelo de Sousa dá conta da promulgação do decreto-lei que altera o regime de selecção, recrutamento e mobilidade do pessoal docente — um decreto que remete para uma portaria à parte os requisitos a que deve obedecer a vinculação extraordinária deste ano de docentes precários. Mário Nogueira, secretário-geral da Federação Nacional dos Professores (Fenprof), está da acordo com o Presidente. “A vinculação extraordinária devia estar no próprio decreto-lei.”

De resto, lembra Nogueira, enquanto um decreto-lei pode ser alterado pela Assembleia da República — “qualquer partido pode pedir a apreciação parlamentar e apresentar propostas de alteração” —, o mesmo não se passa com uma portaria.

E prossegue: “A vinculação extraordinária prevista na portaria visa integrar 3200 professores; a chamada ‘norma-travão’, destinada a cumprir uma directiva comunitária que impede a utilização abusiva dos contratos a prazo, e que está prevista no decreto-lei, vai permitir a entrada de 300 e tal. Não faz sentido nenhum que a vinculação extraordinária venha numa portaria.” A Fenprof diz que defendeu isso mesmo junto do Ministério da Educação, durante as negociações, que se prolongaram por quase dois meses. Mas o ministério optou desde o início por apresentar dois documentos: uma proposta de decreto-lei, com as regras da “norma-travão”, e a portaria da vinculação extraordinária.

A Fenprof já apelou aos partidos para peçam a apreciação parlamentar do decreto dos concursos — em causa está essencialmente a “norma-travão” que “devendo destinar-se a travar o abuso no recurso à contratação a termo, afirma-se como travão à entrada dos professores nos quadros”, segundo a federação. E nesta quarta-feira vai reunir com o Provedor de Justiça para falar do assunto. O decreto prevê a celebração de contrato de trabalho por tempo indeterminado na vinculação ordinária via “norma-travão” ao fim de quatro anos de contratos sucessivos. O que não chega, segundo os sindicatos.

Na nota publicada na página da Presidência da República, Marcelo Rebelo de Sousa recorda que “a contratação de professores pelo Estado” implica que os docentes serão “pagos pelo contribuinte através do Orçamento do Estado” e que este “não pode assegurar o emprego de todos”. A contratação tem sim de “tomar em conta a evolução da natalidade e uma maior eficiência na gestão da rede escolar”.

Depois de declarar que seria “melhor (…) tratar em diploma próprio o concurso extraordinário” e “não deixar para portaria”, Marcelo Rebelo de Sousa acrescenta: “Atendendo, contudo, ao equilíbrio atingido em matéria tão sensível, o Presidente da República promulgou o diploma que altera o regime de selecção, recrutamento e mobilidade do pessoal docente para os estabelecimentos públicos de educação pré-escolar e dos ensinos básico e secundário na dependência do Ministério da Educação.”

PCP e BE esperam para ver

Os dois partidos que suportam o Governo defendem, tal como a Fenprof, que a vinculação de 3200 professores nos quadros é insuficiente, mas têm dúvidas em pôr em causa o decreto-lei que, remetendo para uma portaria a entrada extraordinária nos quadros, permite pelo menos a entrada desses professores.

“Não vamos ser coniventes com manobras para impedir a vinculação de docentes. Estando tudo em aberto, o que não nos peçam é para sermos irresponsáveis e brincarmos com concursos de professores”, disse ao PÚBLICO Joana Mortágua, deputada do BE.

 

Já o PCP espera pelo texto final para ver o que ainda é possível fazer. Para o partido, “o problema de fundo está no decreto-lei”, diz a deputada Paula Santos, que acrescenta que a vinculação de professores prevista “fica aquém daquelas que são as necessidades”. “Deveria ter ido mais longe.” Sobre o que é possível fazer, a parlamentar não põe de parte alterações legislativas, mas só depois de terem acesso ao decreto-lei final. “Iremos analisar e teremos em conta os instrumentos ao dispor numa perspectiva de aperfeiçoamento da própria lei”, mas nunca pondo em causa a entrada extraordinária actual, defendeu.

Tanto o PCP como o BE já tinham apresentado no Parlamento projectos para alterar os critérios de acesso aos concursos, entre eles a chamada “norma-travão”. Foram rejeitados.

A Fenprof espera agora que o ministério assuma na acta negocial o que o ministro da Educação assumiu recentemente na Assembleia da República: que iria “abrir novos momentos de vinculação extraordinária nos próximos anos”. Mário Nogueira diz que o que está na acta é apenas o compromissos de “analisar anualmente, a partir de 2018 e já para 2018/2019, a possibilidade de abertura de novos processos de vinculação extraordinária”.

 

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Livrai-nos, Senhor, dos “Humanistas”

Por aqui nO Meu Quintal.

Boa leitura.

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César Paulo da Associação Nacional dos Professores Contratados na RTP

O Presidente da República promulgou o diploma que permite a contratação de três mil e 200 professores ainda precários no próximo ano letivo.
Três mil entram num concurso extraordinário de vinculação. Os restantes por força da lei geral de trabalho, cuja norma
Para a Associação Nacional dos Professores Contratados “Temos um modelo que pela primeira vez tem critérios objetivos”, que no entanto afirma César Paulo, “é ainda insuficiente para resolver os problemas”.

Quem tiver mais de 12 anos de serviço e cinco contratos nos últimos seis anos pode deixar de ser precário e passar aos quadros do ministério da Educação.

O Presidente da República lembra que nem todos nestas condições terão acesso a uma vaga. Abrem no entanto três mil para vinculação extraordinária. As admissões seguirão a lista de graduação.

“E compreensível que o Presidente o diga, mas é bom lembrar que estes professores têm 10, 15 e 20 anos de serviço”, diz César Paulo que reafirma o objetivo da Associação nacional de Professores Contratados que passa por “no prazo máximo de 3 a 5 anos vincular ao Estado todos os professores com mais de dez anos de serviço na escola pública”.

O novo modelo permite que quer professores do ensino público, quer do ensino particular e cooperativo concorram a estas novas vagas de vinculação em igualdade de circunstâncias. A Associação Nacional de Professores Contratados está terminantemente contra o principio.

No Jornal 2 César Paulo afirmou que “são carreiras que se regem por princípios totalmente diferentes. No ensino privado e cooperativo os professores acedem aos lugares por convite, no ensino público há uma lista graduada que condiciona as possibilidades de colocação. Não aceitamos, que ainda que transitoriamente (dois anos) os professores do privado se possam candidatar às vagas abertas (extraordinariamente) no público”.

O diploma agora promulgado por Marcelo Rebelo de Sousa reduz também o número de anos necessários para aceder, em condições normais, a um contrato sem termo.

São agora necessários apenas três renovações de contrato a tempo inteiro ou quatro contratos nestas condições (até agora eram quatro renovações ou cinco contratos) para que seja gerada automaticamente uma vaga permanente para esse professor nos quadros do ministério.

No Jornal 2 César Paulo lembra que este mecanismo tem vindo a perder capacidade de resolver situações já que basta que um professor tenha estado um único dia sem contrato durante esse período para que a vinculação não aconteça.

O responsável pela Associação Nacional dos Professores Contratados lembra que estas situações não dependem do professor, mas da estrutura burocrática do próprio ministério.

Esta norma, que decorre da lei-geral de trabalho, abrangeu este ano letivo uma centena de professores. Para o próximo o ministério admite que sejam cerca de 200.

No corrente ano escolar mais de 7300 professores foram contratados nos concursos de colocação inicial. O número cresceu substancialmente face ao ano anterior o que os sindicatos consideraram um mau sinal.

É que as quinhentas vagas adicionais postas a concurso este ano letivo correspondem, segundo a FENPROF, a outros tantos professores que se aposentaram. “houve uma substituição de quinhentos lugares do quadro por quinhentas vagas precárias”, afirmou Mário Nogueira.

Tiago Brandão Rodrigues, o ministro da educação, garante que a tutela está de facto a lutar contra a precarização da docência e que o concurso extraordinário de vinculação é disso mesmo exemplo.

Segundo o relatório de que fez o levantamento dos precários ao serviço do Estado, foram contabilizados mais de 20 mil no ministério da educação.

A evolução da taxa de natalidade dita um decréscimo muito acentuado do número de crianças e jovens que chegam todos os anos às escolas portuguesas.

O Norte e o Centro do país são as zonas onde a procura mais está a diminuir. Apenas a região de Lisboa parece ter mais alunos a entrar para o sistema de ensino.

 

 

 

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Não Abram a Pestana que Não é Preciso

A Aritmética é um Mistério para Mim | O Meu Quintal

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O Calendário dos Outros

PelO Meu Quintal.

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O 4.º Poder

Por aqui nO Meu Quintal.
E pelos USA não se calam e fazem bem:

What Does He Mean When He Says Words?

Porque os broncos acabam sempre por cair da cadeira.

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