Category: Livresco

Entrevista | “Caminhamos para o facilitismo Sr. Secretário de Estado?

No ComRegras.

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Flexibilização de currículos ainda em 2017 (Secretário de Estado da Educação – João Costa à Antena 1/11 Fev, 2017)

(…) Em setembro, com a abertura do ano letivo 2017/ 2018, os alunos dos 1º, 5º, 7º e 10º anos já vão contar com currículos flexíveis, em que 25 por cento do conteúdo é definido pelas próprias escolas, resultado de uma maior autonomia. Segundo o secretário de Estado da Educação, João Costa, a gestão flexível é “uma peça de um puzzle maior do destino que é dado a cada aluno”. Na construção desse puzzle foi ontem conhecida a primeira peça: o ministério da Educação divulgou no Pavilhão do Conhecimento, em Lisboa, o ‘Perfil dos Alunos para o Século XXI’. O trabalho estabelece um conjunto de dez competências a serem adquiridas pelo aluno que conclui os 12 anos de escolaridade obrigatória. Um dos princípios apontados é ‘educar ensinando com coerência e flexibilidade’. É também defendida a necessidade de criação de um “perfil comum a todas as vias de ensino (científico-humanística, profissional e artístico especializado)”. Concluído o ‘Perfil do Aluno’, João Costa defendeu que agora é necessário criar três outras peças do puzzle. “Muito brevemente estaremos a apresentar a estratégia da educação para a cidadania, a proposta de decreto de lei sobre a educação inclusiva, destinada a alunos com necessidades educativas especiais, e temos também em curso o trabalho sobre a gestão flexível”, sublinhou. Para o presidente da Associação Nacional de Diretores de Agrupamentos e Escolas Públicas, Filinto Lima, a introdução de currículos flexíveis “é uma necessidade há muito sentida pelas escolas”. O dirigente sublinha, contudo, que “representa um desafio que deve ser pensado e interiorizado e não pode ser realizado do pé para a mão””

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Factos vs. Opiniões

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Notícias Soltas do Dia de Hoje

SIC Notícias | Psicólogos querem contribuir para prevenir indisciplina e violência escolar

Proposto código de boas práticas para afastar a publicidade das escolas – PÚBLICO

Pais querem mais ação na luta contra a indisciplina nas escolas » Educare – O Portal de Educação

Indisciplina nas escolas: é urgente tomar medidas, dizem pais. Governo desdramatiza – Atualidade – SAPO 24

Indisciplina incluiu Madeira

‘Nós, Cidadãos!’ questiona Secretaria da Educação

Conhecer Portugal através da Ciência e da Cultura com a Ciência Viva e a Vodafone

CENTRO GIS: O COMBATE À EXCLUSÃO PASSA PELA EDUCAÇÃO – Jornal Universitário do Porto

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Andreas Schleicher: “Portugal é a maior história de sucesso da Europa no PISA”

O diretor de Educação e Competências da OCDE, que participa hoje, com vários ex-ministros da Educação portugueses, num debate no Liceu Camões dedicado à evolução do país nos testes PISA, não poupa elogios aos progressos nacionais desde 2000. Mas é igualmente acutilante a apontar as fragilidades que o país ainda tem de ultrapassar, a começar pelas elevadas taxas de retenção e o facto de estas afetarem sobretudo alunos oriundos de contextos mais carenciados, defendendo a mobilização dos professores.

 

Nos últimos testes PISA, pela primeira vez, os alunos portugueses ficaram acima da média da OCDE. Na sua opinião, o que levou a estes resultados?

 

Foi um longo progresso que Portugal fez. É a maior história de sucesso na Europa. Não é uma coisa que possamos associar a um período específico. Começou no ano 2000 e muitas coisas contribuíram. Podemos olhar para algumas reformas estruturais, a parte complexa de consolidar a rede escolar, que no passado tinha escolas antigas, muito pequenas e com poucos alunos, que não tinham as oportunidades que lhe são dadas hoje. Essa foi uma mudança difícil mas que seguramente contribuiu. Também o enfoque na qualidade do ensino. Não creio que a situação da profissão docente já seja aquela que se pretende mas Portugal deu mais atenção a formas de atrair pessoas talentosas para a profissão, a apoiá-las melhor. Há também mais enfoque, mais rigor e coerência nos currículos escolares, tornando mais claro o que significa uma boa prestação.

 

Outros países evoluíram com mais altos e baixos no processo…

 

Portugal tomou algumas decisões difíceis às quais outros países se esquivaram. A consolidação da rede escolar é uma coisa necessária em muitos países mas poucos têm a coragem e a liderança para a levar avante.

 

Em Portugal é frequente diferentes governos criticarem a política educativa dos antecessores. Até há quem defenda, por isso, a necessidade de um pacto na educação. Afinal, somos mais consistentes do que pensamos?

 

É verdade que houve algumas diferenças nas orientações mas muito menos do que em muitos outros países . De facto, penso que Portugal foi bastante mais coerente nesta evolução. Quando olhamos para a França ou para a Espanha, esses países foram muito mais voláteis em termos de politizar a educação. Julgo que Portugal resistiu a essa tendência. Houve coisas na margem – exame sim, exame não – , mas não houve mudanças que afetassem os pilares da educação. E a educação só pode progredir dentro dessa coerência. Exista a reforma pretendida, a implementada e a alcançada, e Portugal tem tido sucesso a alcançar o que pretende. É claro que faltam fazer mudanças importantes, sobre isso não há dúvidas.

 

A propósito de mudanças necessárias: continuamos com a retenção muito elevada. Este é um desafio que implica mudar mentalidades?

 

Sim, a percentagem de alunos com insucesso ainda é muito elevada e penso que a resposta passa por conseguir que os professores percebam melhor que os alunos aprendem de forma diferente, e que consigam apoiar os alunos de forma mais individualizada. A retenção baixou ligeiramente mas continua a ser muito alta. E retenção é um sintoma de que o professor não consegue ajudar o aluno, deixando-o fazer a mesma coisa outra vez. É caro, ineficaz e estigmatiza. E, no caso de Portugal, os alunos que repetem o ano nem sempre são os que têm mais dificuldades de aprendizagem, mas tendem a ser os mais desfavorecidos. O que se deve desejar é um sistema que diagnostica precocemente as fraquezas dos alunos – e os professores são muito bons a reconhecê-las – e intervém. No Vietname, os 10% de alunos mais pobres, que vêm de contextos muito difíceis, têm resultados tão bons como o aluno médio.

 

O sistema educativo português teve de massificar-se rapidamente, após a revolução de 1974. Isso pode explicar alguma falta de flexibilidade?

 

Sim, mas não estão sozinhos. Essa expansão aconteceu em muitos países. A Coreia, nos anos 1960, o Vietname, que nos últimos 20 anos triplicou a participação e, ainda assim, teve capacidade alcançarem sucesso com alunos carenciados. Em Portugal a influência desses fatores [de contexto] ainda é muito forte. É uma das áreas em que ainda não vimos muitos progressos.

 

Hoje, todos olham para o topo do PISA em busca de exemplos. Mas há filosofias quase antagónicas, como alguns estados asiáticos, que cultivam muitas horas de trabalho, e a Finlândia, que dá mais liberdade aos alunos. Qual é o denominador comum do sucesso?

 

Eu vejo muito mais pontos em comum do que diferenças. O primeiro tem a ver com o valor que a sociedade atribui à educação. Ninguém questiona o investimento na educação. Segundo, há uma crença muito enraizada de que todos os alunos podem ter sucesso. Não há tolerância para o insucesso. O professor pensa em como adaptar-se às dificuldades do aluno e não em chamar os educandos ao seu estilo de ensino. E em terceiro lugar a capacidade desses sistemas para tornarem o ensino atrativo. Não é só uma questão de salários, não é só tornar a profissão financeiramente compensadora, mas também intelectualmente atrativa.

 

Fora do tema: Betsy DeVos, conhecida como ativista da livre escolha da escola, foi nomeada ministra da Educação dos Estados Unidos. O que esperar?

 

É muito difícil de prever. A Educação dos Estados Unidos já está em muito má forma. Não temos visto os progressos desejados. Em Portugal, tendo em conta o contexto económico dos últimos 10 anos, podemos dizer que o país fez um milagre. Nos Estados Unidos têm todo o dinheiro que se imagine e os resultados em matemática são piores do que os portugueses. A livre escolha dificilmente será a resposta para todos os problemas, mas de que o sistema de escolas dos Estados Unidos precisa de uma reforma significativa, não há dúvida.

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Quem é? Uma ignorante, um calhau com olhos a condizer com o Trump

Expresso | Quem é a ministra que vacilou na palavra proficiência e defende armas nas escolas

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Paulo Guinote no Sexta às 11 – Manuais Escolares (13-01-2017)

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Paulo Guinote no 360º da RTP3 – Indisciplina nas escolas (07 Fev 2017)

Paulo Guinote com a Maria Emília Brederode Santos (moderadora Ana Lourenço).

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Tirar o Tapete aos Ex-Colegas

Por aqui nO Meu Quintal.

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Por Lá Chama-se Princípio de Separação de Poderes

Por cá? Bem…

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Igualdade entre professores do privado e do público gera confusão em concurso

Volto a perguntar:

A Secretária de Estado Adjunta e da Educação Perdeu o Pio?

 

(…) Governo aprovou ontem novas regras de colocação de professores que põem em pé de igualdade os docentes do privado com os do público. Norma surpreendeu sindicatos que vão recorrer a todos os meios para a travar

Estalou o verniz no mundo da Educação. Depois da batalha com os colégios privados, o ministro Tiago Brandão Rodrigues vai enfrentar uma nova guerra, desta vez com os sindicatos, por causa das novas regras do concurso de professores.

É que à última hora o Ministério surpreendeu os sindicatos ao incluir no diploma, ontem aprovado em Conselho de Ministros, uma norma que não constava das várias versões que foram discutidas durante os dois meses de negociações, disse ao i a Fenprof.

Em causa está a regra que põe em pé de igualdade os professores da escola pública com os docentes que dão aulas em colégios privados, com quem o Ministério tem contratos de associação. Regra que é “totalmente o oposto do que disse a tutela” durante as reuniões e é “uma deslealdade negocial”, disse ao i Vítor Godinho, que pela parte da Fenprof coordenou as negociações com o Ministério da Educação.

Mas esta não é a única regra a que os sindicatos se opõem. Por isso, tanto a Fenprof como a Federação Nacional da Educação (FNE) não tardaram a deixar o aviso que vão recorrer a todos os meios – apelos ao Presidente da República, Parlamento, Provedor de Justiça, Bruxelas, greves e manifestações – para tentar alterar pelo menos três das novas normas do diploma de concursos.

No entanto, para o ministro da Educação o diploma aprovado “resulta de uma significativa aproximação às reivindicações das estruturas representantes dos docentes”.

Ministério contradiz-se

O Ministério da Educação não divulgou, nem aos sindicatos, nem à comunicação social, a versão final do diploma.

No entanto, de acordo com o comunicado enviado às redações, lê-se que nos próximos dois anos letivos vai ser possível que os professores “oriundos de estabelecimentos de ensino com contratos de associação” concorram a um lugar numa escola pública “em igualdade de condições em relação aos docentes do ensino público”.

A regra está em vigor mas os sindicatos queriam fazer uma alteração de forma a que os professores do privado fossem colocados após os do ensino público. E, de acordo com os sindicatos, as negociações com o Ministério da Educação foram conduzidas nesse sentido.

Em dezembro, o Ministério da Educação desmentiu uma notícia do “Público”, que com base em declarações no Parlamento da secretária de Estado Adjunta e da Educação, Alexandra Leitão, escreveu que os professores do privado iriam concorrer em pé de igualdade com os professores da escola pública. “Os professores dos colégios com contratos de associação não são considerados rede pública para efeitos de recrutamento de docentes, pelo que não entrarão na 2.ª prioridade (ao contrário do que acontece no diploma ainda em vigor)”, disse na altura o Ministério da Educação. O oposto do que foi ontem aprovado.

 

E o larocas vem com conversa para boi dormir?

 

(…) O ministro da Educação, Tiago Brandão Rodrigues, disse na conferência de imprensa do Conselho de Ministros que os diplomas aprovados contém “melhorias substanciais” em relação às propostas iniciais e uma “significativa aproximação às reivindicações das estruturas representadas pelos docentes”

 

Ao que parece sim e é a palhaçada total:

Poderão os Professores das Escolas Com Contrato de Associação Concorrer em 2ª Prioridade?

 

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Estes e Outros Apanham As Canas

Os outros deitaram os foguetes. Foi uma festa a torrar dinheiro no tempo da Papisa, muito dinheiro se meteu ao bolso, de preferência na conta dos amigos, claro…

Obras em 200 escolas vão custar tanto como em 14 da Parque Escolar

Muitos milhões de euros separam o programa lançado por Sócrates, através da Parque Escolar, daquele que será agora concretizado. No primeiro já foram gastos 2,3 mil milhões, para o segundo existem 200 milhões disponíveis. (…)

 

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Sucedem-se os problemas na colocação dos docentes do Plano de Promoção do Sucesso Escolar

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A Secretária de Estado Adjunta e da Educação Perdeu o Pio?

(…) Se os professores do ensino privado podem concorrer em igualdade com os do ensino público para a rede pública, então quero concursos públicos, em igualdade de circunstâncias, para concorrer para a rede privada. (…)

 

Pois, só que a política é um enorme teatro de enganos e basta um telefonema para eles regressarem aos curros

O teatrinho de treta do costume.

Os comidos são os mesmos de sempre.

É muito chato, nós sabemos

E os amarelinhos ultrapassam pela direita, é uma alegria.

 

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A Legislação da Educação Especial no Continente Deveria Abranger estes Alunos

 

Duarte, Rodrigo, Jorge, David e Pedro. São cinco jovens em idade escolar, com uma característica especial: são todos ‘sobredotados’. Todos sentiram, em algum momento do percurso académico, que a escola não respondia às suas necessidades. A Reportagem Especial desta semana mostra-lhe os desafios que enfrentam os alunos ‘sobredotados’ nas escolas portuguesas.

 

 

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Alunos e professores do Montijo criam projeto para ajudar os mais carenciados (31.01.2017)

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Creche de Arroios são as Nações Unidas de palmo e meio

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30 Janeiro | Dia Internacional da Não Violência e da Paz nas Escolas

(…) Hoje assinala-se o Dia Internacional da Não Violência e Paz nas escolas, instituído em 1964 através de uma iniciativa do poeta espanhol Lorenço Vidal.

Esta data, que coincide com o dia da morte de Mahatma Ghandi, pretende alertar a sociedade para valores “como o respeito, a cooperação, a solidariedade, a não violência e a paz”, segundo comunicado da Associação de Apoio à Vítima (APAV).

A temática da violência nas escolas é cada vez mais frequente, sendo o ‘bullying’ uma problemática prioritária a resolver e alvo de preocupação por parte de especialistas que atuam na área da educação.

Nesta data procura-se igualmente sensibilizar para valores a tolerância, paz e respeito pelos direitos humanos, considerados bastante significativos no contexto atual.

Bullying

Bullying é a prática de atos violentos, intencionais e repetidos que podem causar danos, tanto físicos como psicológicos, à vítima.

Esta prática é frequente em ambientes escolares, influenciando a aprendizagem dos alunos, segundo revelam profissionais da área. Apesar de ser um fenómeno frequentemente falado nos últimos anos, esta prática é antiga, existindo casos reportados há cerca de 40 anos.

Em 2015, o número de estudantes envolvidos em casos de bullying em Portugal rondava os 240 mil, segundo Susana Carvalhosa, responsável do Centro de Investigação e Intervenção Social, em declarações à TVI24 [link: Número de casos de bullying é “muito superior” ao das estatísticas]

 

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Escola transmontana faz sucesso ao promover ecologia (TVI24/2017-01-25)

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Escola Secundária de Sintra com “derrocadas diárias” (RTP/27 Jan, 2017)

Mas o presidente da Associação Nacional de Directores de Agrupamentos e Escolas Públicas, Filinto Lima, não dizia que era só uma ou duas excepções?

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Parque Escolar recusa pagar dívidas (RTP/27 Jan, 2017)

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“exceções”?

(…)”Felizmente o Alexandre Herculano, no Porto, ou o Liceu Camões, em Lisboa, são exceções que nos entristecem”, diz o presidente da Associação Nacional de Diretores de Agrupamentos e Escolas Públicas.(…)”

Não te preocupes que daqui a 5 anos as da PE sem manutenção vão pelo mesmo caminho…

Fora as outras…

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A Crise do Jornalismo

NO Meu Quintal.

Leitura da boa.

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Manuais escolares: “Esclareçam-se as dúvidas!”

(…) A oferta de manuais aos alunos do 1º ano do Ensino Básico, bem como a obrigatoriedade da sua reutilização nos anos seguintes, anunciada pelo Ministério da Educação (ME), lançou o debate na atualidade educativa. Desde então, muito se tem dito e escrito sobre as vantagens e desvantagens da reutilização. E, recentemente, sobre a produção e venda de manuais escolares.

Os filhos nunca estudaram por livros oferecidos por editoras. E, tal como muitos docentes, nunca se sentiu “pressionado”, a troco de canetas e agendas, para eleger um manual em detrimento de outro. António Martins, professor de Físico-Química, ficou indignado com a forma como a adoção de manuais escolares foi retratada em duas reportagens emitidas em canais generalistas. “Passam a ideia de que os professores se aliaram às editoras para tramar as famílias”, lamenta Alcides Canelas, docente do 1.º ciclo.

Quem está dentro das escolas sabe que não é assim. Nuno Vicente é professor contratado há 12 anos. Deu o seu parecer em inúmeras reuniões para eleger os manuais a adotar. “Em todas as escolas por onde passei – e foram muitas – decidia-se em função de questões pedagógicas, mas havia sempre algum cuidado com a parte financeira.” Entenda-se: o preço dos manuais. “Se há dúvidas nos pais quanto aos critérios que os professores utilizam para escolher os manuais que são obrigados a comprar [como é dito nas reportagens], esclareçam-se as dúvidas”, apela uma professora que prefere o anonimato.

Há um antes e um depois. Primeiro a Direção-Geral da Educação avalia e certifica uma lista de títulos para determinado ano letivo. Para 2017/2018 o processo de avaliação e certificação decorre até 28 de fevereiro para os manuais escolares das disciplinas de Estudo do Meio do 2.º ano e de Português do 2.º e 6.º anos e até 7 de março para os manuais de Português do 12.º ano dos cursos científico-humanísticos do Ensino Secundário.

Esta informação é sempre publicada no portal da DGE. Onde também se lê que “os resultados finais dos procedimentos de avaliação e certificação são tornados públicos, mediante a divulgação da lista dos manuais escolares certificados na página eletrónica da DGE, em http://www.dge.mec.pt/listas-dos-manuais-escolares-avaliados-e-certificados”. Depois, é a partir desta triagem que os professores de cada grupo disciplinar escolhem o manual a adotar.

“A escolha de manuais é um processo que os professores levam muito a peito”, confessa Alcides Canelas. Pertence ao grupo disciplinar de Matemática há 37 anos. Dá aulas no 1.º ciclo. Os colegas conhecem-lhe o rigor com que analisa os manuais “candidatos”. Atento não apenas à cientificidade dos conteúdos como à linguagem em que estão escritos. Na última tomada de decisão, o professor apresentou um documento com os pontos fracos e os pontos fortes de todos os manuais em análise. Mostrou também a relação que cada um deles tinha com o programa em vigor.

“Há liberdade de escolha dos manuais, mas também há uma responsabilização”, lembra Nuno Vicente, acrescentando que “toda a discussão em torno da seleção fica registada em ata e, em último caso, há uma direção da escola e uma figura, o diretor, que assumem a responsabilidade pelo processo”.

António Martins, docente há 34 anos na Região Norte e Centro do país, critica a forma “leviana” como “a integridade e a honestidade dos professores foi posta em causa” nas duas reportagens. “É evidente que cada promotor [das editoras que produzem manuais], como qualquer outro vendedor, tenta ‘vender’ o que é deles, mas não é por isso que os manuais são selecionados!”

Pelas redes sociais, vários professores reclamam para que sejam apresentadas as provas das alegadas “ilegalidades” e “cumplicidades” entre docentes e editoras. Alcides Canelas foi um deles. Escreveu uma publicação na rede social do canal de televisão público responsável pela emissão de uma das reportagens e enviou “cartas” à jornalista que assina a peça no canal privado.

“As duas peças dizem que ‘professores corajosos’ denunciaram a situação, mas se essas pessoas conheciam essas situações tinham obrigação de as denunciar à Inspeção-Geral da Educação ou até à polícia”, argumenta Alcides Canelas, lembrando que numa das peças se menciona que até ao momento o Ministério da Educação investigou apenas “um ou dois casos”. “Em lado nenhum das duas reportagens se admite o óbvio: os professores escolhem os manuais por questões pedagógicas!”

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Reportagem – Quando o Frio Mal Deixa Pegar na Caneta

(…) Depois de quase uma década de intervenções no parque escolar, várias delas luxuosas, continuam a existir escolas – de Serpa a Coimbra – onde a degradação é tanta e o frio, no Inverno, tão intenso, que só com mantas, cachecóis, casacos e luvas se suportam as aulas (…)”

 

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Professores negam receber viagens e brindes de editoras

(…) Os professores recebem ou não brindes das editoras de manuais escolares? A denúncia foi feita esta semana em duas reportagens televisivas, da RTP e da TVI. As suspeitas estão gerar uma forte contestação entre os docentes. Ao i, o gabinete do ministro Tiago Brandão Rodrigues reiterou a confiança nos professores. Ainda assim, a tutela diz que, havendo casos que “possam configurar algum tipo de irregularidade”, serão remetidos à Inspeção-Geral da Educação.

Em causa está a alegada oferta de livros, computadores e brindes por parte das editoras aos professores de forma que sejam escolhidos os seus manuais escolares. Os vários professores contactados pelo i garantem que em largos anos de carreira “nunca” ouviram falar em situações semelhantes e “não têm conhecimento” de nenhum caso. Também as dezenas de docentes que deixaram comentários nas páginas do Facebook das duas estações televisivas alegam que a prática não existe. 

No caso da RTP, a investigação do programa “Sexta às Nove” refere que as editoras oferecem “brindes” e manuais escolares de que os professores “precisam para os filhos”. Já a TVI adianta que as editoras oferecem às escolas “quadros interativos, computadores e até equipamentos de suporte de vida”.

Já em agosto do ano passado, o “Correio da Manhã” tinha levantado a suspeita de que professores recebiam iPads e máquinas fotográficas durante o processo de seleção dos manuais escolares. “Em 30 anos de carreira, nunca ouvi coisa semelhante. Não conheço nenhum caso”, garantiu ao i o presidente do Conselho de Escolas, José Eduardo Lemos. Resposta idêntica foi dada pelo secretário-geral da Fenprof, Mário Nogueira, pelo secretário-geral da Federação Nacional da Educação, João Dias da Silva, e pelo presidente da Associação Nacional de Dirigentes Escolares, Manuel Pereira.  (…)”

 

Quanto a este assunto saliento os seguintes artigos do Paulo Guinote:

 

Saliento ainda a (excelente) prestação do  Paulo Guinote no Sexta às 11 da RTP3.

 

Obrigado Paulo, mas, acho que os professores estão todos a dormir…noutros tempos…

 

 

 

 

 

 

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Manuais Escolares no Sexta às 9 e pela RTP3

Com a participação do Paulo Guinote.

 

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Notícias Soltas do Dia de Hoje

Educação sexual. Como se faz lá fora e com que resultados? – Observador

Visão | Eles vão lá

O que faz falta à escola? Alunos votam e decidem – PÚBLICO

1.º Ciclo – 64 escolas destinadas a fechar há anos continuam abertas

Escolas de Tavira sobrevivem com voluntariado dos (poucos) funcionários

Escolas de Santa Comba Dão sem aquecimento há mais de um ano

277 vítimas de agressões nas escolas foram parar ao hospital em 2015/16 – Observador

Autoridades registam mais crimes em ambiente escolar – PÚBLICO

Forças de segurança registaram cinco mil ocorrências nas escolas – País – RTP Notícias

Violência juvenil – Carlos Anjos – Correio da Manhã
SIC Notícias | Cerca de 700 mil alunos vão ter pelo menos 500 euros para investir nas suas escolas

França passa a incluir português no currículo escolar – Boas Notícias

Violência, toxicodependência e sexo devem ser temas falados na escola » Educare – O Portal de Educação

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Notícias Soltas do Dia de Hoje

Vinculação de docentes gera nova polémica – Sociedade – Correio da Manhã

Escolas novas sem manutenção podem fechar

Parque escolar recebe 41 milhões mas deixa escolas em risco – Sociedade – Correio da Manhã

Educação – Combate ao insucesso no topo das prioridades para 2017

Manifesto pela democracia nas escolas » Educare – O Portal de Educação

Ministério da Educação a favor do reforço dos conselhos pedagógicos – PÚBLICO

Destak.pt | Educação: Programar não tem idade

SIC Notícias | Trabalhadores não docentes marcam protesto contra a precariedade laboral

60% dos auxiliares de educação recebem menos 557 euros brutos mensais

Funcionários da Escola Secundária de Marco de Canaveses em greve | Economia | Dinheiro Digital

Falta de funcionários nas escolas de Tavira ainda não foi resolvida e situação até piorou | Sul Informação

Escola Básica e Secundária de Carcavelos reabriu hoje

Ministro diz que arranque do 2º período foi “altamente positivo”

Ministro da Educação diz que não há escola por abrir – País – RTP Notícias

Pais pedem reabilitação urgente da escola secundária José Falcão – PÚBLICO

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E o Contrato com a Parque Escolar é Debruado a Ouro…

(…) Ontem, no mesmo dia em que o i revelou que o diretor da Escola Básica e Secundária de Carcavelos decidira não abrir portas a 3 de janeiro por falta de segurança, a Parque Escolar levou àquela escola um batalhão de técnicos, engenheiros e duas empresas. O caso chegou também ao parlamento e ao gabinete do ministro, que fez questão de telefonar ao diretor do agrupamento de Escolas de Carcavelos, Adelino Calado. A tutela quis dar a saber que “há um envolvimento direto do ministro” para que se resolvam os problemas da escola.

No entanto, o diretor Adelino Calado, garante ao i que não acredita que a empresa pública consiga reparar todas as falhas, de forma a permitir que a escola funcione de forma regular no início do 2.º período. Por isso, disse ontem ao final do dia, a escola não cede: “Enquanto não receber um parecer sobre a segurança da escola, não vou abrir”. Parecer esse que o diretor do agrupamento das escolas de Carcavelos pediu “há uma semana” à Parque Escolar (empresa competente para assegurar a manutenção) sem que tivesse qualquer resposta.

Durante a tarde de ontem, de forma “inédita” uma equipa de 20 pessoas da empresa pública foi à escola passar a pente fino as instalações – que o diretor Adelino Calado diz terem problemas “agudos” de segurança. “Nunca” a escola tinha sido visitada por uma equipa desta dimensão, garante o diretor ao i.

Empresa promete solução

A empresa pública, responsável pela requalificação das escolas básicas e secundárias intervencionadas, garantiu a Adelino Calado que “até ao final da próxima semana tudo ficará operacional” para que a escola abra portas no início do 2.º período. No entanto, já fez saber que não serão arranjados todos os estores “porque não há material suficiente”, conta o diretor. Também não serão mudados todos os filtros do ar condicionado. Sobre os problemas da central elétrica – através da qual funcionam os registos de entradas e saídas da escola, o ar condicionado, e todos os registos no bar e cantina – só serão “verificados” na próxima semana.

Por tudo isto, Adelino Calado não acredita que a Parque Escolar consiga resolver todas as falhas de segurança e funcionamento para que a escola abra dentro de uma semana. E disse-o ao gabinete do ministro.

Para já, ficou agendada uma reunião na próxima semana, que vai contar com técnicos da empresa, com membros da direção da escola e com pessoal do gabinete do ministro.

(…)

A Básica e Secundária de Carcavelos está com problemas “gravíssimos” de segurança desde o início do ano por falta de manutenção. A escola, que foi intervencionada em 2012, paga à Parque Escolar uma renda anual de 500 mil euros a que se somam 100 mil para manutenção do edifício. No entanto, durante o último ano a escola esteve em funcionamento com falta de luz dentro e fora de salas de aula, com janelas que não abrem e estores que já caíram ou não funcionam.

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Agora Apanhem as Canas

Por aqui NO Meu Quintal.A PE foi um fartar de vilanagem.Os jornalistas que tenham a coragem de dar uma voltinha pelas escolas intervencionadas pela PE em 2017…

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Notícias Soltas do Dia de Hoje

Alterações curriculares: debate honesto ou vitória na secretaria? – PÚBLICO

Dos sinais à mudança – Mário Nogueira – Correio da Manhã

Expresso | Transportes e Matemática, o mundo de ideias feitas

Expresso | Afinal, os resultados positivos a Matemática são obra de quem?

Bolsas Sociais Epis distinguem 28 alunos e oito organismos – País – RTP Notícias

Governo vai reativar grupo coordenador da Escola Segura » Educare – O Portal de Educação

Expresso | 88% dos alunos dizem que os professores são “muito empenhados”

Ensino – Estudo mostra que alunos carenciados não estão condenados a ter más notas

Alunos portugueses do 12º ano entre melhores a Matemática e Física > TVI24

Álgebra e mecânica e termodinâmica suportam resultados dos alunos do 12.º ano a matemática e física – Observador

Afinal, o que é que a escola faz pelos bons alunos?

Bons resultados a Matemática mostram que houve “políticas eficazes” – PÚBLICO

Expresso | Portugal com subida recorde nas notas de Matemática do 4.º ano

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Contas

Por aqui NO Meu Quintal.

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Preconceito Pessoal

Tenho-o em relação à multiplicação de grupos de trabalho e estruturas de missão que se criam para apresentar propostas maravilhosas em relação a diversos problemas que estão inter-relacionados e que assim passam a ter propostas que raramente batem certo umas com as outras, como que em forma de manta de retalhos.

Temos hoje mais uma investida em torno do Ensino Especial, matéria que eu acho merecer um pouco mais de decência do que falar em inclusão quando se pratica o contrário. E nem vos quero dizer quanto me agonia a demagogia de, quando as coisas apertam, recorrerem àquela governante invisual para dar uma espécie de legitimidade acrescida às posições que querem impor. (…)

Pois (o negrito é da minha autoria)…

Falta mandar vir a terreiro o marreco, o coxo, o surdo e o tipo da cadeira de rodas que se espalhou ao comprido

E O Medo, Ainda e Sempre

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Relatividade É…

Por aqui nO Meu Quintal.

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Notícias Soltas do Dia de Hoje

Governo quer emagrecer currículos escolares em 2017 – ZAP

Dirigentes Escolares aplaudem redefinição de currículos – País – RTP Notícias

Presidente do Conselho Nacional de Educação: “Nunca tivemos tão bons alunos como agora” » Educare – O Portal de Educação

Educação – João Costa:”Não há nada mais fácil do que reprovar maus alunos e ser professor de bons”

Governo contrata 300 funcionários para as escolas

Estudos revelam que os mega-agrupamentos podem afectar a aprendizagem – PÚBLICO

Aos seis anos os alunos têm mais tempo de aulas do que aos 18 – PÚBLICO

Algumas reflexões sobre o horário escolar » Educare – O Portal de Educação

Crianças passam 32 dias de férias sem os pais » Educare – O Portal de Educação

Educação – Mais de mil ideias contra o insucesso escolar

Chumbar no 4.º ano pouco interfere com desempenho dos alunos > TVI24

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Da Treta da Reutilização dos Manuais Escolares

educare

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A Grande Fábrica dos Números

Por aqui:

A Grande Fábrica dos Números – 1 | O Meu Quintal

 

A Grande Fábrica dos Números – 2 | O Meu Quintal

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Notícias Soltas do Dia de Hoje

Ministro da Educação admite ajustes em alguns mega-agrupamentos – Renascença
Ministro da Educação admite ajustes em mega-agrupamentos – Observador

Aulas no recreio devido ao calor nas salas

Professores dão aulas ao ar livre em protesto contra falta de condições das salas | Verdadeiro Olhar
Professores da Soares dos Reis exigem que o ministro demita direcção da escola – PÚBLICO
Mais psicólogos nas escolas a partir de janeiro > TVI24
Diário de Aveiro -Alunos ganham novo certificado pela participação em acções extra-escolares

Lisboa – Parlamento pede reabilitação urgente do Liceu Camões
Ministro diz que estão lançados os dados para obras em 200 escolas > TVI24

70 mil alunos terão escolas renovadas
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Escolas públicas perderam 70% de técnicos para educação especial

Por aqui no INCLUSO.

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