Os casos de depressão e desemprego diminuíram entre as famílias com crianças que participaram no projecto-piloto Aprender Brincar e Crescer (ABC), que agora poderá ser replicado por todo o país, revelou a Direcção-Geral de Educação. Há cerca de dois anos começou em Portugal um novo programa para as crianças até aos quatro anos que não frequentavam berçários, creches ou infantários: os Grupos Aprender Brincar Crescer (GABC).
Nos GABC, as sessões são dirigidas às crianças, mas também para os pais ou outros cuidadores, que estão sempre presentes.
(…)
Category: Livresco
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Dez 07 2017
Mas Quem Precisa desta Formação são Deputados, Presidentes de Câmara e Políticos Derivados…
E toca a criar mais um tacho para alguém ganhar um dinheirinho a dar formação…
Não preciso dela para ensinar os meus alunos a serem gente e acima de tudo gente honesta…apesar dos exemplos dados pelos políticos…
Plano – Prevenção da corrupção: prioridade às escolas
(…) O Conselho de Prevenção da Corrupção vai lançar em 2018 um projeto piloto de formação de professores
Chama-se “Mais vale prevenir que remediar” é o novo projeto que vai ser ensaiado nas escolas pelos Conselho de Prevenção da Corrupção (CPC) no próximo ano. Este projeto-piloto visa a formação dos professores e nesta primeira fase vai abranger seis escolas (cinco no continente e uma nos Açores), do 4º ao 12ºano. Fonte oficial do CPC adiantou ao DN que “o objetivo é que com esta formação de educação para a cidadania relacionada com a prevenção da corrupção, os professores possa depois partilhar esses conhecimentos e valores com os seus alunos”. Até ao final de 2018 o CPC estima que sejam envolvidos cerca de 2000 alunos. (…)
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Dez 01 2017
O Que é Que o Estado Exige às Empresas que Servem Comida aos alunos?
O que é que o Estado exige às empresas que servem comida aos alunos? – Observador
A cantina do seu filho tem uma mesa de saladas? Devia ter. Há fritos mais do que uma vez em cada duas semanas? Não devia.
Há muitas exigências: o fornecimento de alimentos perecíveis deve ser feito duas vezes por semana; é estritamente proibido congelar qualquer comida que tenha ficado por cozinhar; a limpeza de refeitórios e copas tem de ser feita com detergentes biodegradáveis; a fruta e o pão que sobrem podem ser entregues aos alunos carenciados, mas todos os outros restos têm de ser destruídos, e não deverão nunca ser aproveitados para fazer uma refeição para o dia seguinte — a não ser que a escola o “solicite no âmbito de medidas pedagógicas de combate ao desperdício alimentar”.
(…)
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Dez 01 2017
Notícias Soltas do Dia de Hoje
Duolingo – A aplicação que já pôs quase um milhão de portugueses a aprender línguas
Sampaio da Nóvoa: “Portugal não tem universidades a mais, mas tem universidades demasiadamente iguais” – SAPO 24
Educação. Concurso de delegados não ata nem desata
Formação para professores vai ajudar a melhorar educação ambiental dos alunos | Sul Informação
Estudantes do Secundário exigem escola a que têm direito | AbrilAbril
Catarina Martins ouviu queixas de alunos e defende educação como prioridade – Correio da Manhã
Escolas, hospitais e ginásios sem auditorias obrigatórias à qualidade do ar há quatro anos
Câmara de Ourique encerra balneário do Pavilhão da Escola EB 2,3 e Secundária após deteção de legionella | Sul Informação
Ourique. PSD exige ao Governo esclarecimentos sobre caso de “Legionella” em escola
Braga vai apoiar percurso escolar de jovens com dificuldades económicas – O MINHO
Projeto para combater abandono e violência escolar arranca em Vila Franca de Xira – SAPO 24
Comemorações: Dia Internacional das Cidades Educadoras
Vila de Rei: Agrupamento de Escolas desenvolve projeto “Indiferença” com a Casa dos Avós
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Nov 28 2017
Grupos Aprender Brincar Crescer – GABC
″Devemos estar prontos para investir no desenvolvimento do capital humano″
Esta foi uma das mensagens deixadas, em Lisboa, por Marianne Thyssen, no dia em que a comissária Europeia do Emprego, Assuntos Sociais, Competências e Mobilidade Laboral contou histórias a crianças.
Acompanhada pelo secretário de Estado da Educação, João Costa, a comissária europeia Marianne Thyssen visitou, ao final da manhã, o Centro Intergeracional do Areeiro, onde participou numa das sessões dos Grupos Aprender Brincar Crescer – que começaram por ser um projeto-piloto financiado pela Comissão Europeia e que permaneceram depois em várias freguesias do país enquanto projeto alternativo de aprendizagem para crianças até aos quatro anos.
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Nov 28 2017
O Provedor do Telespectador da RTP Ganha Quanto Por Mês…
Para fazer de Cego e Surdo?
Digam lá ao idiota de serviço que o programa está aqui para visionamento:
https://www.rtp.pt/play/p3046/o-ultimo-apaga-a-luz
Dá-lhe!
Um Provedor Que Faz Figura de Idiota (e Mente Ou É Surdo, Já Agora) | O Meu Quintal
Nós, professores, temos de aturar tipinhos desta estirpe?
“Os Professores São Miseráveis” » Blog DeAr Lindo
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Nov 28 2017
Voltinha pela Blogoesfera
Comentário: dos usos da inútil gramática. – LER
A ESCOLA NÃO É UMA VILÃ – queremlaver
De que vale a voz do Professor? – ALHO politicamente incorreto
TVs – Parvoíce compulsiva – Arte por um Canudo (Blog do Agostinho)
Generalizações – O Mundo Não São Só Dois Países
Professora maravilha – De maneiras que é assim
A escola e a comunidade – A Educação de Infância aos olhos de quem VÊ (descritivos e reflexões)
Aprendendo a ser felizes… – Barriga Mendinha
Comer na cantina da escola…iac! – Se eu mandasse nisto
Olá, sou prato numa cantina escolar e quero ter direito à greve – A 3ª face
Das cantinas escolares (e universitárias), passando por Ljubomir Stanisic – antes de entrar Aristóteles
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Nov 25 2017
“Os Professores São Miseráveis”
(Clicar na imagem para aceder ao artigo)
Ó Rodriguinho vai mas é trabalhar, malandro!
O Paulo Guinote já lhe respondeu:
A NextPower do Liberal MoitadeDeus e o Estado | O Meu Quintal
(…)
Em 2017 foram já 6 num total acima de 150.000€, melhorando dos 3 em 2016, num valor acima dos 130.000€. Mas percebe-se que houve tempos mais faustos: quase 250.000€ em 8 contratos em 2015, mas os melhores anos foram os de 2011 a 2013, com 15 contratos a valerem mais de 900.000€.
Foram 42 contratos entre 2010 e 2017, todos por ajuste directo, num total superior a 1.851.000€. Tudo saído dos “nossos impostos”, “dinheiro dos contribuintes”. Nada mau para malta liberal e empreendedora que não gosta de ganhar a vida à conta do Estado e que se preocupa muito com os “miseráveis” professores e o seu salário. Muito menos numa área tão fulcral para a produção de riqueza e desenvolvimento da Pátria como a “comunicação”.
Pior Que Ser Miserável É Ser Cagarolas e Pós-Verdadeiro | O Meu Quintal
(…)
Desculpem, não vou colocar o link para o post lá dos trintaseuns porque se faço isso a cáfila cai-me aqui e este é um quintal asseado, mas destacarei aqui os únicos “argumentos” que os rodrigosmoitasdedeus usam para justificar os seus ditos espirituosamente polémicos e que há forma de “medir” (porque bocas sobre explicações e tpc’s valem o que valem, são indemonstráveis fora peculiar da bolha mental em que se movem).
a) “Os resultados dos alunos nas escolas públicas são miseráveis. (…) os resultados continuaram os mesmos. Ou pioraram. “
É mentira. E para não dizerem que uso indicadores de tipo suspeito, vou recorrer a um estudo da parceria FFMS/CNE do David Justino sobre os dados dos PISA e sobre a evolução do desempenho dos alunos portugueses:
(…)
PS:
Há Dias Em que Até Um Miserável Precisa de Debater Com Gente de Bem | O Meu Quintal
Acho Normal Que um Gajo Destes Não Goste de Professores | O Meu Quintal
Mas, como recordar é viver, vamos lá relembrar ao Rodriguinho a sua vida de mama à conta do Estado:
AS MÁFIAS, O TRÁFICO DE INFLUÊNCIAS E A CORRUPÇÃO NO ESTADO E NAS AUTARQUIAS (I)
(…)
Ficamos abismados e revoltados quando nascem empresas que, de imediato, conseguem avultados contratos com o Governo, com as autarquias e o universo empresarial estatal e municipal.
Vem esta introdução a propósito do aparecimento da empresa NEXTPOWER – Comunicação e Imagem, Unipessoal, Lda., constituída no dia 29 de Julho de 2009, tendo como sócio a BOSTON MEDIA Comunicação e Imagem, SA e gerência de João Filipe Poças Paixão Martins. Passados alguns dias (30/10/2009) a Nextpower transforma-se em sociedade por quotas, detida pela BOSTON MEDIA em 4.500,00 euros e por RODRIGO MOITA DE DEUS, com a quota de 500,00 euros.
O que tem isto de anormal? Nada…a não ser que passados poucos meses conseguiu contratos com o Estado, municípios ou empresas do setor público estatal e municipal empresarial, perfazendo mais de UM MILHÃO DE EUROS em 3 anos e 1/2 contratos com a Câmara (Município de Cascais), com 3 empresas municipais de Cascais (DINÂMICA, EMAC e ESUC), com a Turismo do Alentejo (empresa pública), com a FCCN e com a Turismo do Porto e Norte de Portugal, entre outras!
Mas, ao mesmo tempo e na mesma data a BOSTON MEDIA conseguia outro contrato com a GAIANIMA (26-04-2013), e celebrava outro com a FUNDAÇÃO BRACARA AUGUSTA!
Mas como não há 2 sem 3, quando não «comem» a NEXTPOWER ou a BOSTON MEDIA, há sempre uma 3.ª para «mamar» na teta dos contribuintes, com o nome de LPM – Comunicação, SA, que conseguiu contratos no valor de 2.330.727,70 euros!
Dos elementos a que tivemos acesso, conclui-se que a DESENVOLVIMENTO TURÍSTICO DA COSTA DO ESTORIL, EM e a EMPRESA DE TURISMO ESTORIL, EM, empresas municipais de Cascais são grandes contribuidores, com quase um milhão e meio de euros para a Nextpower, Boston Media e LPM, todas dos mesmos donos!
Há muito que há um ataque desenfreado ao Estado, não sendo por acaso que Cascais, de Carlos Carreiras, apoiante de primeira hora de Pedro Passos Coelho, é grande amigo de Luís Paixão Martins (LPM) e João Paixão Martins (LPM, BOSTON e NEXTPOWER).
(…)
(…)
Procurando fundamentar a extinção da marca «Estoril», Carlos Carreiras contratou mais uma empresa de comunicação, a Brandia Central, que abichou 75.900,00 euros, sendo que uma dessas contratações tem por base o «Desenvolvimento de um estudo da marca Estoril durante o periodo de 27/02 a 30/04/2012», como se a marca não estivesse devidamente consolidada no mercado!
Quem é que Carlos Carreiras contratou para «dinamizar» a nova Cascais Dinâmica? Nem mais, nem menos, que as empresas de comunicações LPM, BOSTON MEDIA e NEXTPOWER, todas do mesmo patrão, Luís Paixão Martins!
De Julho de 2008 a Fevereiro de 2013, a LPM, a BOSTON MEDIA e a NEXTPOWER foram principescamente pagas num total de UM MILHÃO SEISCENTOS E CINQUENTA E SETE MIL TREZENTOS E OITENTA E OITO EUROS E CATORZE CÊNTIMOS! E 2013 ainda não acabou!
Não se entendem estes gastos na promoção de uma nova marca, «Cascais», a não ser que tudo não passe de uma jogada subterrânea para, de forma clandestina, se pagar a campanha eleitoral de Carlos Carreiras que, dizem as línguas viperinas, está a ser conduzida pela LPM/BOSTON MEDIA/NEXTPOWER, as tais que mamam à grande e à portuguesa no orçamento de Cascais e das suas empresas municipais!
(…)
Visão | PJ investiga ajustes diretos da Gaianima feitos em ano de autárquicas
(…)
Gaia amiga
No que vai de romaria, já deve ter notado coincidências. Mas vamos a outras.
A NextPower e a Boston Media não são gémeas por acaso. A Boston é dona da Next-?power e ambas pertencem a João Paixão Martins, administrador executivo da LPM, a agência do pai, Luís Paixão Martins, um dos mais influentes consultores de comunicação. Do universo LPM faz ainda parte Rodrigo Moita de Deus. Diretor de projetos da LPM e diretor-geral da NextPower, Rodrigo não é propriamente conhecido, verdade seja dita, por simpatizar com Menezes, mas fez parte da direção de Pedro Passos Coelho no PSD, onde também já estava o vice-presidente do partido Marco António Costa, que tutelou a Gaianima.
Nas últimas autárquicas, enquanto a LPM trabalhava oficialmente para a campanha do socialista Manuel Pizarro, no Porto, a NextPower e a Boston Media viravam-se para Gaia. A NextPower, de resto, chegou a mudar o seu domicílio para o concelho. ?A presença de empresas da órbita da LPM em Gaia nem sequer é virgem: a consultora já trabalhara para a Amigaia, a agência municipal presidida pelo antigo embaixador e ex-ministro Martins da Cruz. Menezes criou-a para atrair investimento estrangeiro para o concelho. Propaganda não faltou, os milhões prometidos é que não se viram.
Os ajustes diretos com a Gaianima para a prestação de serviços entraram em vigor no mesmo dia e tiveram a mesma duração. Por coincidência, abarcaram o período em que o ex-autarca de Gaia se propôs atravessar o Douro, deixando para trás 16 anos de presidência e quase 300 milhões de dívidas, para tentar conquistar a Câmara do Porto, que, governada ao estilo Tio Patinhas, se tornara cofre-forte apetecível. Na lista de Menezes, com papel decisivo na estrutura de campanha, estava Ricardo Almeida, líder da concelhia “laranja” do Porto. Em 2011, aceitara o convite de Marco António Costa, então “vice” do executivo camarário, para presidir à Gaianima.
Caso de polícia
Como se sabe, Menezes perdeu o combate autárquico do Porto. Pizarro, o cliente da LPM, também.
Mas os contratos da Gaianima com a NextPower e a Boston Media chamaram a atenção da PJ, que solicitou os processos à Câmara de Gaia há meses, no âmbito de uma investigação que os media cunharam entretanto com o nome de Gaiagate. Os casos de polícia são vários e incluem suspeitas de terem sido usadas entidades públicas e dinheiro dos contribuintes para financiar as campanhas do PSD, no caso em Gaia e no Porto.
Nos dois ajustes diretos da Gaianima que a VISÃO tem vindo a referir algo nasceu torto. De acordo com pareceres jurídicos solicitados pela atual administração, a empresa não poderia ter celebrado os contratos por se encontrar em fase de liquidação. Ricardo Almeida discorda: “Todos os contratos assinados por mim e pelo dr. Angelino Ferreira vinham com o parecer dos serviços jurídicos da Gaianima e nunca assinámos nada com a consciência de estar a cometer uma ilegalidade”.
(…)
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Nov 24 2017
Fenprof Apela aos Poderes Públicos para Contrariarem “Escalada de Difamação” dos Professores
Fenprof apela aos poderes públicos para contrariarem “escalada de difamação” dos professores – RTP Notícias
A Fenprof entregou hoje um abaixo-assinado pela “valorização dos professores” no Ministério da Educação e no parlamento e apelou aos poderes públicos para contrariarem a “escalada de difamação” dos docentes, com “mentiras absolutamente inacreditáveis”.
Às 09:30 de hoje uma delegação da Federação Nacional dos Professores (Fenprof), liderada pelo secretário-geral, Mário Nogueira, entregou a petição com mais de 20 mil assinaturas no Ministério da Educação, seguindo depois para a Assembleia da República.
Em declarações à agência Lusa, Mário Nogueira disse que este foi “o momento oportuno” para entregar o documento, que é “a reafirmação dos professores” relativamente aos aspetos que querem ver resolvidos “num ano que não pode continuar a ser um ano de adiamento de resolução de problemas”.
Entre essas questões, estão o descongelamento das carreiras, os horários, o desgaste profissional, a gestão dos horários, o regime específico da aposentação dos professores e “a rejeição de qualquer processo de municipalização”, apontou.
“No fundo, são aqueles aspetos que os colegas nas escolas consideram ser mais prioritários de terem resposta do Ministério da Educação”, frisou.
Mário Nogueira adiantou que a entrega do documento também pretende ser um apelo para que os poderes públicos sejam promotores da valorização dos docentes e acabem com a “campanha de difamação” contra os docentes, após ter sido alcançado o compromisso de negociação entre as partes na semana passada.
“É absolutamente inacreditável que na sequência disso aparece um conjunto de gente, comentadores, mas também pessoas com responsabilidade política”, a fazerem acusações que “parece que os professores cometeram um crime qualquer pelo facto de terem considerado importante resolver aspetos que têm a ver com a sua vida profissional”.
O dirigente sindical lamentou que haja pessoas no plano político que querem “aproveitar-se da luta ou dos resultados dos professores para combater o Governo”.
“Nós não aceitamos ser joguetes de disputa política. Portanto, se há quem na oposição não seja capaz de fazer os combates que tem que fazer, que não venha tentar apanhar boleia da luta dos professores porque o carro já está cheio e só com professores”, frisou.
Para Mário Nogueira, esta situação é inaceitável e defendeu que “os professores têm que ser respeitados”.
Sublinhou ainda que têm que se perceber que os professores têm “um trabalho extremamente exigente nas escolas, em condições que poucas vezes são as desejáveis”, e mesmo assim têm “conseguido dar o melhor de si”, sendo que os resultados do seu trabalho têm sido reconhecidos internacionalmente.
“Achamos que compete ao Ministério da Educação, ao Governo, às entidades públicas, aos partidos, Assembleia da República contrariar esta escalada de difamação e de enxovalhamento dos professores, com mentiras absolutamente inacreditáveis”, declarou.
PS:
Opinião. Os professores merecem respeito
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Nov 23 2017
Quanto a Isto os Bullies dos Professores que Pululam pela Comunicação Social Nada Dizem
Valor das irregularidades representa 12,8% do universo auditado o ano passado. Em 2015, tinham sido apenas 611 milhões (3,9% do total).A Inspeção-Geral de Finanças (IGF) detetou ilegalidades no valor de 1900 milhões de euros num universo auditado de 14.800 milhões de euros no ano passado, o que representa 12,8% do total, de acordo com o relatório de atividades de 2016, acabado de divulgar.Estes números representam um aumento em relação ao valor das infrações identificadas em 2015, ano em que foram detetados “apenas” 611 milhões num universo auditado de 15.300 milhões de euros (3,9%).O documento do principal organismo inspetivo do Estado revela que só em erros em demonstrações financeiras foram 1414 milhões de euros e em comparticipações financeiras irregulares 277 milhões.(…)
E depois os professores é que deitam isto abaixo e coiso e tal…
É tudo é uma cambada de gatunos e chupistas, a começar pelos bullies do costume.
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Nov 23 2017
Opinião – Nós, os Professores
(Clicar na imagem para aceder ao artigo)
PS:
Faltava o link para o artigo. Já lá está.
Quanto ao José Miguel Júdice citado no artigo e a sua sociedade de advogados PLMJ é só ver o que ele mama nas tetas do Estado: até este momento e com 46 contratos, mama 1.943.600,34€ (fiz o download do Excel e as continhas).

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Nov 21 2017
Foi a pensar nas eleições ou meteram o carro à frente dos bois?
Costa volta a adiar reforma curricular a pensar nas eleições
(…)
Ao contrário do previsto, a reforma curricular que está a ser testada desde setembro em 236 escolas públicas e privadas – a chamada flexibilização curricular – não vai ser alargada a todas as escolas no próximo ano letivo.
O i sabe que o primeiro-ministro, António Costa, não quer aplicar a flexibilização curricular em todas as escolas antes de setembro de 2019, o último ano letivo que será lançado nesta legislatura. Foi esta a indicação que terá sido dada pelo primeiro-ministro ao Ministério da Educação, sabe o i.
Até 2019, o primeiro-ministro quer testar e afinar as medidas em curso que fazem parte desta reforma curricular. A flexibilização gerou alguma polémica antes de ser lançada em setembro em apenas 236 escolas públicas e privadas nos 1.º, 5.º, 7.º e 10.º anos de escolaridade.
Através desta medida – que estava previsto ser aplicada em todas as escolas a partir de setembro de 2018 – as escolas vão poder alterar o número de horas das disciplinas e gerir o conteúdo do currículo. Além disso, podem criar novas disciplinas e fundir outras, como é o caso da História e Geografia e da Física e Química.
O adiamento da aplicação da reforma curricular em todas as escolas é também uma forma de António Costa evitar a contestação nas escolas, dos professores e dos pais, a meio da legislatura. Desta forma, explicou ao i fonte próxima do processo, ao aplicar a reforma no ano letivo de 2019, o governo empurra para o início da próxima legislatura qualquer possível contestação, uma vez que não haverá margem para que tal aconteça entre o início desse ano letivo e as eleições legislativas, que decorrem um mês depois.
O adiar da aplicação da reforma em todas as escolas está, aliás, inscrito no documento do Orçamento do Estado para 2018 entregue pelo Ministério da Educação ao parlamento. No que toca a aprofundar a autonomia e a flexibilidade curricular, lê-se no documento que “em 2018 assumem especial relevância as seguintes medidas: implementação do projeto-piloto nas escolas” e “avaliação do projeto”. Ou seja, o Ministério da Educação não tem previsto para o próximo ano o alargamento da flexibilização a todas as escolas.
Além disso, o i sabe que a tutela alargou por mais um ano letivo o período de vigência dos manuais escolares dos 3.º e 7.º anos de escolaridade. De acordo com a lei, os manuais escolares destes anos letivos estão em vigor há seis anos – o máximo permitido por lei – e teriam que ser revistos para serem lançadas novas versões em setembro de 2018. No entanto, o Ministério da Educação adiou a revisão dos livros por mais um ano letivo, de forma a que só sejam lançados em setembro de 2019, já adaptados à flexibilização curricular em todas as escolas.
Confrontados com esta informação e questionados pelo i, nem o gabinete do primeiro-ministro e nem o Ministério da Educação responderam até à hora de fecho desta edição.
Esta é a segunda vez que a reforma curricular, desenhada pelo secretário de Estado da Educação, João Costa, é travada pelo primeiro-ministro por causa de eleições. Em março, o i noticiou que António Costa deu instruções ao ministro da Educação, Tiago Brandão Rodrigues, para travar a medida que a seis meses do arranque do ano letivo não estava totalmente desenhada e já era alvo de fortes críticas das escolas. O primeiro-ministro quis evitar correr riscos nas autárquicas.
Também na altura o Presidente da República fez saber que não concordava que uma reforma curricular avançasse em todas as escolas sem ser testada. Por isso, Marcelo Rebelo de Sousa fez questão de procurar garantias junto do governo para que ficasse “assente” que “não era a intenção”, na altura, de avançar com a reforma curricular em todas as escolas em setembro deste ano.
Mas, na altura, Tiago Brandão Rodrigues já tinha anunciado publicamente que a flexibilização curricular iria ser aplicada em todas as escolas em setembro deste ano. Foi então que o governo, de forma a que o Ministério da Educação não perdesse a face, decidiu avançar com a medida através de um projeto-piloto em 236 escolas públicas e privadas.
Escolas sem indicações O adiamento da aplicação da reforma curricular a todos os estabelecimentos escolares ainda não foi comunicado pela tutela às escolas. E a expectativa e as indicações que foram dadas aos diretores ouvidos pelo i, é que a medida seria alargada a todas as escolas no próximo ano letivo. “Teoricamente este era um ano de experimentação e no próximo ano avançaria em todas as escolas. Esta foi a indicação que nos foi dada em conversas que fomos tendo com o Ministério da Educação”, disse ao i o presidente da Associação Nacional de Dirigentes Escolares (ANDE), Manuel Pereira.
Também o presidente da Associação Nacional de Diretores de Agrupamentos e Escolas Públicas (ANDAEP), Filinto Lima, disse ao i que a expectativa das escolas é que a medida “será alargada a todas as escolas no próximo ano letivo”.
Diretores apontam problemas
A reforma curricular está a ser testada pelas 236 escolas públicas e privadas há cerca de três meses, desde setembro. Mas, há já algumas medidas “que não estão a correr bem”, avançou ao i Manuel Pereira. “É uma ideia que é muito difícil pôr em prática por falta de autonomia das escolas e por falta de motivação e da formação necessária aos professores”. Neste momento, os docentes “são uma classe em desmotivação, por várias razões”, avisa o dirigente escolar, que considera que a reforma “não foi bem explicada aos professores e nem aos pais”.
“Se quiser estruturar a História e a Geografia de forma diferente, não é fácil juntar as pessoas para trabalharem em conjunto porque é necessário muito tempo para se organizarem e acabarem com os temas redundantes nas duas disciplinas. Na prática isso é muito difícil”, exemplifica o diretor. Além disso, “há uma excessiva carga burocrática” para avançar com algumas das medidas previstas na reforma, aponta Manuel Pereira.
Por tudo isto e mesmo não tendo essa indicação, o presidente da ANDE duvida que a aplicação da flexibilização curricular avance em todas as escolas no próximo ano. “Tenho falado com muitos colegas diretores de outras escolas e o processo está a ter resultados ao contrário daquilo que se previa. Cada vez que se tenta inovar em nome da autonomia, o que acontece é que retiram a autonomia e aumentam a carga de trabalho”.
Além da fusão de algumas disciplinas, é ainda possível que as escolas pararem de cumprir o programa da disciplina durante uma semana do 1.º período do ano letivo para trabalhar outros temas. Cabe a cada escola decidir as medidas a aplicar, que não são testadas em todas as turmas. Ou seja, na mesma escola há alunos a testar a reforma curricular sendo avaliados da mesma forma do que os alunos do currículo regular.
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Nov 19 2017
Um Imenso Esforço Orçamental
Um Imenso Esforço Orçamental | O Meu Quintal
(…) Dito isto, gostaria de destacar, com o meu exemplo particular, o “enorme esforço orçamental” de que se fala com o descongelamento das carreiras. Estou no 5º escalão e, se os deuses ecuménicos o permitirem, mudarei em Março de 2018 para o 6º Isso implica passar do índice 235 (aquele inventado há uma década) para o 245 (onde já deveria estar há mais de 8 anos (sem o primeiro congelamento). Isso significa passar, em termos brutos mensais, de 2.137 € para 2,227,93 €. Em termos líquidos, dará um acréscimo mensal que – se eu vi bem – nem chega a 50 € que irão ser divididos em tranches semestrais de 25% até final de 2019.
E ainda tenho de gramar, por causa disto, com bocas de imbecis e idiotas nos jornais e nas televisões acerca dos “miseráveis” professores, que o mais que fazem é debitar baboseiras e ainda recebem por isso (este é apenas mais um a repetir a ladaínha dos professores que não querem ser avaliados)? Cuja “avaliação” e “mérito” são audiências e vendas em queda a pique? Ou uma secretária de estado toda inchada de si mesma, a armar-se em grande rigorosa quando a especialidade que mais lhe conheço é a de querer fazer passar por legítimos atropelos às leis?
Ide… ide… apanhar um síndrome vestibular mas dos muito agudos que demorem anos para ter alta.
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Nov 19 2017
A Ver Vamos – Professores Impuseram Bloqueio a Mexidas no Estatuto
Professores impuseram bloqueio a mexidas no estatuto
(…)
A declaração de compromisso assinada na madrugada deste sábado no Ministério da Educação protege os professores de eventuais alterações ao Estatuto da Carreira Docente (ECD) durante a reposição do tempo congelado.. Uma ressalva imposta à mesa negocial pelos sindicatos depois de, na semana passada, ter sido noticiado que o governo pretendia tratar a discussão da contagem do tempo de serviço congelado no âmbito de uma revisão das carreiras destes profissionais.
O ponto V do compromisso – assinado pela Fenprof, FNE, nove pequenos sindicatos e as secretárias de Estado Adjunta e da Educação e da Administração e Emprego Público, Alexandra Leitão e Fátima Fonseca – estipula como questão a negociar a “recomposição da carreira que se desenvolve nos termos do Estatuto da Carreira Docente na sua versão atual”, tendo em vista a “mitigação dos efeitos dos períodos de congelamento”.
E, ao DN, João Dias da Silva , da FNE (UGT), confirmou que a referência à carreira atual foi uma imposição dos sindicatos, para evitar que o governo tentasse fazer depender a atribuição do tempo reclamado de mexidas no estatuto que pudessem, por exemplo, introduzir mais travões às progressões ou aumentar o tempo de permanência em cada escalão.
“Isso foi abordado por nossa iniciativa, quer em intervenções do Mário Nogueira [Fenprof] quer minhas, para clarificar que não pode haver qualquer intenção, escondida ou clara, de mexer na estrutura e maturação da carreira”, disse ao DN, acrescentando que as duas secretárias de Estado presentes na reunião “concordaram que não há mexidas”.
“Estávamos a falar da estrutura da carreira, dos 10 escalões, etc. para o bem e o para o mal. Também podíamos dizer que queríamos dizer que queremos rever para acabar com as vagas para o quinto e o sétimo escalões [que têm um limite de, respetivamente, 50% e 33% dos professores elegíveis]”, confirmou Mário Nogueira. “os que estavam na reunião, estavam de boa fé”, acrescentou. “É um compromisso do governo e tem lá a assinatura da representante do Ministério da Educação e da representante das Finanças”.
Outro exemplo de escolha criteriosa das palavras que marcou a discussão é a inclusão do artigo definido “o” na frase “recuperar o tempo de serviço”. A primeira versão da proposta do governo referia apenas “tempo de serviço” o que, para o sindicalista, “poderia significar qualquer coisa”.
A contabilização do tempo de serviço congelado foi um dos temas mais complexos das negociações que decorreram ao longo de três dias (e boa parte das noites) entre terça e sexta-feira. Até porque o ponto de partida, da perspetiva do governo, era que devolver esse tempo aos docentes não tinha cabimento legal nem orçamental.
Atualmente, recorde-se, os sindicatos reivindicam a contagem de nove anos, quatro meses e dois dias, enquanto o governo não vai além dos sete anos, embora nem esse número tenha para já constado de qualquer proposta formal.
Também a palavra “recomposição” – que para Nogueira significa”voltar a compor como era” – é um exemplo da discussão, termo a termo, do princípio de entendimento que será aprofundado a partir de 15 de dezembro. O sindicalista recorda que “a primeira referência do governo, feita pelo primeiro-ministro, era a “reconstrução”, uma palavra assassina”. Mas, ao que o DN apurou, de outro ponto de vista, a palavra “recomposição” também poderá significar que e a recuperação do tempo congelado se faz com saltos temporais diferentes dos previstos para a progressão normal.
O governo tem acentuado que esta é uma nova discussão, diferente do processo de descongelamento das carreiras que será iniciado a 1 de janeiro do próximo ano. Outro dos argumentos que tem sido referido pelo Executivo de António Costa é que esta nova discussão envolve a recuperação de algo que não estava salvaguardado nos Orçamentos do Estado que impuseram o congelamento das progressões nas carreiras da administração pública e que tem de ser feita num contexto de sustentabilidade e de equilíbrio orçamental.
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Entretanto pelo Público:
OE 2018. Compromisso assinado com professores pode implicar revisão da carreira
O curto texto do compromisso celebrado pelas cinco da manhã de sábado fala três vezes de “recomposição da carreira” dos docentes. Sindicatos dizem que como está não permite revisão.
O Ministério das Finanças não abdica de fazer uma revisão da carreira dos professores no quadro das negociações com os sindicatos da educação que vão iniciar-se em Dezembro. O PÚBLICO sabe que a ideia é aproveitar essa negociação para propor uma “recomposição” da carreira docente, de maneira a que ela seja sustentável e compatível com os recursos disponíveis e é nesse quadro que se pretende recuperar o tempo que não foi contabilizado para efeitos de progressão e que os sindicatos quantificam em nove anos (o período entre 2011 e 2017 e outro entre 2005 e 2007).
O compromisso a que chegaram professores e Governo prevê que o tempo de serviço que esteve congelado será recuperado, ainda que não se saiba nem quando, nem em que moldes, porque tudo isso ficou por negociar. O curto texto do compromisso celebrado pelas cinco da manhã de sábado fala três vezes de “recomposição da carreira” dos docentes.
Deverá isso significar que o Governo vai exigir uma revisão da carreira docente? Tanto o líder da Federação Nacional de Professores (Fenprof), Mário Nogueira, como o da Federação Nacional de Educação (FNE), Dias da Silva, afirmam que tal não será possível à luz do compromisso que foi assinado com as secretárias de Estado Adjunta e da Educação, Alexandra Leitão, e do Emprego Público, Fátima Fonseca.
Foi para evitar essa “tentação”, dizem, que por pressão dos sindicatos ficou inscrito no texto do compromisso que a recomposição da carreira “se desenvolve nos termos do Estatuto da Carreira Docente na sua versão actual, com vista à mitigação dos efeitos do período de congelamento no quadro das especificidades dessa carreira unicategorial”, ou seja, frisam, mantendo os escalões (dez) e a duração de permanência em cada um deles (quatro anos em quase todos).
“Foi precisamente por isso que insistimos no termo recomposição e não reconstrução, como chegou a ser proposto pelo Governo”, indicou Mário Nogueira, acrescentando que se trata de recompor “uma carreira que está a ser subvertida”, conseguindo que esta se volte a desenvolver como está previsto na lei. Por exemplo, garantindo que se chega ao topo ao fim de 34 anos de serviço, o que ainda ninguém conseguiu em virtude do congelamento. Caso não seja contado o tempo de serviço integral em que as carreiras dos docentes estiveram congeladas (nove anos), seriam precisos quase 50 anos para chegar ao topo.
“Ficou muito claro, no compromisso assinado, que todo o processo decorrerá ao abrigo do actual Estatuto da Carreira Docente, com o mesmo número de escalões e sem um alargamento do tempo de permanência destes”, frisa Dias da Silva. O líder da FNE admite, contudo, que o termo “recomposição” não é o que teriam preferido que ficasse inscrito, mas sim “recuperação” por este apontar directamente para “o tempo que esteve congelado”.
Ao que o PÚBLICO apurou, do lado do Executivo a palavra recomposição dá margem para alargar a discussão à forma como a carreira dos professores se desenvolve. O modo como isso poderá ser feito, ou a forma como o tempo que não foi contado para efeitos de progressão será tido em conta, são ainda questões em aberto, a que só o decorrer das negociações marcadas para Dezembro poderá dar resposta.
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Nov 17 2017
“Sou professor há 16 anos, mas é como se estivesse no primeiro ano da carreira”
“Sou professor há 16 anos, mas é como se estivesse no primeiro ano da carreira”
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“Fomos vítimas de bullying por parte dos sucessivos governos”
“Estou no quadro desde 2005, estou vinculado desde esse ano. Mas, de lá para cá, o meu salário não subiu nem um cêntimo. Até desceu, por causa dos cortes”, comenta com o Observador José Carlos Gouveia, 37 anos, professor do 1.º ciclo e de Educação Física em Penafiel.
“Mantenho-me no primeiro escalão, como se estivesse no primeiro ano de carreira. Um colega que inicie agora as funções vai ganhar exatamente o mesmo que eu. Não tive nenhum tipo de benefício, mesmo estando no quadro há 12 anos e dando aulas há 16”, lamenta.
José Carlos distingue-se dos restantes manifestantes porque, em vez de uma bandeira sindical, traz uma grande cartolina onde relata a sua situação. “Professor há… um mês = 1º escalão; 16 anos = 1º escalão”, lê-se no cartaz.
O professor de Educação Física lamenta que as pessoas se “esqueçam de que os professores não levam uma vida cor-de-rosa”, e sublinha: “Nós não somos professores universitários ou catedráticos que ganham seis mil euros por mês. Levamos para casa mil e poucos euros por mês e podemos acabar a trabalhar a centenas de quilómetros de casa.”
José Carlos Gouveia é professor em Penafiel, mas a sua zona pedagógica estende-se até Viana do Castelo. Isto significa que um professor de Penafiel pode acabar colocado em Viana do Castelo. “Estamos a falar de mais de 100 quilómetros, com autoestradas, para ir trabalhar todos os dias. Ou então teria de arranjar lá uma casa. E os mil euros ficavam pelo caminho, só em combustível e portagens ou então numa casa”, destaca.
O professor acusa os sucessivos governos, “desde Maria de Lurdes Rodrigues até ao atual ministro”, de fazer “bullying” sobre os professores, e diz ter esperança de que o atual Governo “possa entender a realidade desta profissão”. José Carlos defende, por isso, “uma reorganização da forma de progressão nas carreiras”, mas diz que anúncios “vagos”, como classifica a informação avançada esta manhã pela secretária de Estado adjunta e da Educação de recuperar o tempo de serviço dos professores, são “para tapar os olhos” e exige medidas concretas.
Também Nancy Rafael, 41 anos, professora de Informática em Abrantes, veio de propósito a Lisboa para se juntar ao protesto. Conta que é professora há 16 anos, mas que ainda está no primeiro escalão. “Em condições normais, estaria no terceiro ou no quarto”, comenta.
Com uns óculos escuros onde se lê “hoje a aula é na rua”, Nancy Rafael diz ter vindo a Lisboa porque tem “esperança” numa decisão positiva por parte do Governo. “Ficar em casa é que não”, sublinha.
“Pelo menos para o segundo escalão tenho de ir já, mas o justo é subir para o escalão a que teria direito em condições normais, contando todo o meu tempo de serviço”, exige, acusando o Governo de querer “mandar areia para os olhos das pessoas” com promessas pouco concretas.
“É uma forma de nos calar, mas têm de vir com propostas concretas, é isso que exigimos”, afirma Nancy Rafael. (…)
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Nov 15 2017
A Manif e a Greve pela Imprensa Digital
- Professores partiram de todo o país rumo ao protesto em Lisboa – Economia – RTP Notícias – Vários autocarros com professores partiram de todo o país rumo ao protesto em Lisboa. As viagens a norte começaram ainda antes de o Sol nascer.
- FENPROF diz que adesão à greve dos professores ronda os 90% – País – RTP Notícias – Ainda sem ter números por zonas, de norte a sul do país, a RTP encontrou escolas fechadas e outras a meio gás. Os professores acreditam que esta será uma greve “histórica”.
- Greve Professores: Não pode haver injustiça entre trabalhadores da Função Pública, diz FNE – Atualidade – SAPO 24
- Milhares de professores assinam resolução pelo tempo de serviço > TVI24 – Foi diante da Assembleia da República que os docentes aprovaram o documento, declarando a sua firme determinação em defender a recuperação, no âmbito do descongelamento, de quase uma década de anos de serviço
- Fenprof diz que greve levou Governo a mudar de posição > TVI24 – Adesão de 90% e manifestação com 10.000 docentes leva a que negociações que vão decorrer na quinta-feira com o Ministério da Educação venham a ter “outra abertura”. Mário Nogueira diz que professores reaparecem com “força acrescida”
- “Uma das maiores greves realizadas pelos professores neste país” – Arménio Carlos considera esta paralisação mostra a “afirmação da dignidade dos professores”
- Alunos sem aulas e pais sem solução – Greve dos professores fechou muitas escolas
- Tempo de serviço dos professores vai contar, mas não em 2018 > TVI24 – Secretária de Estado Adjunta e da Educação garantiu que essa contagem será negociada com os sindicatos, mas uma coisa é certa: o Orçamento do Estado do próximo ano não vai contemplar a reporisção das verbas relativas aos nove anos de serviço congelados
- Governo garante que tempo de serviço dos professores vai ser contado – País – RTP Notícias – O Governo promete que o tempo de serviço dos professores vai ser contado mas de forma faseada. O anúncio foi feito no parlamento, pela Secretária de Estado Adjunta e da Educação.
- Governo chuta para próxima legislatura os acertos salariais dos professores – O governo está disponível para contabilizar o tempo de serviço aos professores, mas os acertos salariais só vão ser pagos a partir de 2019, ano de eleições legislativas
- Sindicatos dos professores disponíveis para negociar com executivo – País – RTP Notícias – A repórter da RTP, Carolina Freitas, dá conta que os professores estão conscientes que o Governo não pode disponibilizar de imediato, uma verba avultada para regularizar as carreiras dos docentes.
- Partidos do lado dos docentes, PSD acusa Governo de “falta de vergonha” > TVI24 – Professores estão em greve e fizeram uma manifestação, exigindo a contagem de todo o tempo de serviço quando forem descongeladas as carreiras da administração pública.
- Educação – PCP, BE e PEV apoiam luta dos professores – João Oliveira, Catarina Martins e Heloísa Apolónia marcaram presença frente à Assembleia da República
- Greve dos Professores: Rui Rio deseja solução de “equilíbrio” entre Governo e sindicatos – Atualidade – SAPO 24 – O candidato à liderança do PSD Rui Rio defendeu hoje “uma posição de equilíbrio” entre as pretensões dos professores e as possibilidades do Governo, mas lamentou que tenha sido necessária uma greve para que se faça esse diálogo.
- Acordo com professores? ″Acredito que vamos lá chegar″ – Carlos César disse, na TSF, que acredita que o Governo vai chegar acordo com os docentes sobre o descongelamento das carreiras, mas que a medida não pode interferir nas contas do Estado.
- Redução de alunos por turma é para “continuar e aprofundar” – País – RTP Notícias – O secretário de Estado da Educação revelou hoje no parlamento que já tem o estudo que vai permitir “continuar e aprofundar” a redução de alunos por turma já no próximo ano letivo.
- Ex-deputado do PS aderiu à greve dos professores – Ricardo Gonçalves espera “uma enorme greve” e “uma grande manifestação”
- 70% dos professores da Escola Secundária Avelar Brotero, em Coimbra, aderiram à greve – Sociedade – Correio da Manhã
- Professores marcam forte presença nas ruas do Funchal em dia de greve, veja o vídeo
- Secretaria de Educação diz que adesão dos professores à greve oscilou entre 55 e 38% na Madeira
- Professores em greve na Madeira – O Jornal Económico
- Sindicato dos Professores da Madeira promete continuar com greves se a Região não adoptar um rumo diferente
- Nacional – Greve/Professores: Madeira regista adesão de 50% e centenas protestam nas ruas do Funchal
- Madeira: Sindicato dos Professores fala na maior adesão à greve dos últimos dez anos – O Jornal Económico
- Sindicato dos Professores confirma três escolas com adesão total na Madeira – O Jornal Económico
- Nacional – Greve/Professores: Muitos alunos sem aulas em Ponta Delgada, nos Açores
- Presidente do Governo dos Açores vai receber sindicatos de professores – Atualidade – SAPO 24 – O presidente do Governo dos Açores, Vasco Cordeiro, vai receber na próxima semana representantes dos dois sindicatos de professores da região, disse hoje à agência Lusa fonte do seu gabinete.
- Greve dos Professores: Mais de 50 docentes do Ensino do Português no Estrangeiro aderiram – Atualidade – SAPO 24
- Greve de professores: escolas da Póvoa a meio gás – Mais/Semanário
- Greve dos professores no grande Porto com adesão entre os 60 e 100%
- Greve dos professores fecha escolas no Porto e Gaia – Porto24
- Greve dos professores deixa escolas de Braga a funcionar a ‘meio gás’
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Nov 15 2017
Repetir uma Mentira para Parecer Que é Verdade
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Nov 14 2017
Uns são filhos, outros são enteados!
Pagamento retroativo a professores colocaria em causa próximos OE
Ensino superior e ciência também descongelam carreiras, mas ministro não sabe quanto custará – RTP Notícias
PS:
- Educação. Bloco e PCP pressionam governo para contar tempo de serviço aos professores
- Expresso | PCP quer que todo o tempo de serviço conte para progressões nas carreiras já em 2018
- PCP não deixa cair tempo de serviço para progressões nas carreiras
- Sindicatos de professores a contar com jornada histórica de greve – RTP Notícias
- Expresso | Milhares de alunos podem ficar sem aulas amanhã: a história de uma greve de professores que terá “adesão extraordinária”
- Nacional – Greve/professores: FNE diz que docentes devem dar ″resposta forte″ ao governo
- Sindicatos e diretores esperam escolas fechadas na quarta-feira
- Greve da Fenprof mantém-se: “Tempo de serviço não se apaga” > TVI24
- Docentes de Ensino do Português no Estrangeiro aderem à greve – SÁBADO
- Sindicato de professores admite greve regional nos Açores
- Sindicato admite convocar greve de professores nos Açores a partir de janeiro – Açoriano Oriental
- Perguntas e Respostas. Como é que as carreiras vão ser descongeladas?
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Nov 12 2017
Armanda Zenhas – Quem quer ser professor?
A figura do professor sofreu uma desvalorização social enorme. Todos se lembrarão da imagem do professor preguiçoso, que trabalha pouco e falta muito, divulgada por uma ministra que, a reboque de tal imagem, retirou direitos aos docentes, aumentou-lhes o horário de trabalho e a carga burocrática.
Todos ouvem anualmente, nas notícias, o drama que vivem muitos professores, que chegam aos 50 anos de idade sem garantia de trabalho e sem estabilidade familiar, com a casa às costas de ano para ano ou de mês para mês. Atrás vem o drama dos filhos: a escola que vão frequentar, com quem ficam. Vem o drama da economia familiar: o baixo ordenado derretido nas viagens e, eventualmente, no aluguer de um alojamento.
E as diversas e indefinidas componentes do horário, cuja definição os professores têm vindo a exigir sem que a tutela lhes dê ouvidos? Falarei só da componente letiva e da não letiva. Esperar-se-ia que da não letiva estivessem excluídas as atividades com alunos, como, por exemplo, apoios individualizados, aulas de apoio ao estudo ou coadjuvação em sala de aula, mas tal não acontece. E assim, de forma mascarada, aumenta-se o horário de trabalho dos docentes e o seu consequente desgaste e diminui-se artificialmente a “necessidade” de contratação de novos professores.Impensável é também o que se perspetiva no Orçamento de Estado em discussão: a função pública terá as suas carreiras descongeladas no próximo mês de janeiro, após mais de nove anos de congelamento, sendo o tempo de congelamento contado para progressão com mecanismos de faseamento. Deste processo estão excluídos os docentes, a quem está destinado o apagamento de nove anos da sua vida profissional, com a perda salarial que tal implica. Dizem os responsáveis governamentais que tal sucede por a sua progressão se fazer apenas por tempo de serviço. Contudo, os professores só podem mudar de escalão se, cumulativamente, obtiverem Bom, no mínimo, na avaliação a que são sujeitos obrigatoriamente, e se tiverem frequentado, com sucesso, um mínimo de 50 horas de formação.
Já vai longa a lista de “contras” na hora de tomar a decisão de ser professor. Perante este caldeirão fumegante, os pretendentes afastam-se assustados. De resto, já não conseguindo a profissão docente mostrar-se tão sedutora como a Carochinha da nossa história, revela-se, no entanto, igualmente inatingível, rejeitando aqueles que a ela querem aceder. O último relatório Perfil do Docente, do Ministério da Educação, mostrava que, num universo de 104 386 docentes da escola pública, em 2015/2016, apenas 383 tinham menos de 30 anos. No 2.º ciclo de escolaridade, por exemplo, 48% dos docentes tinham 50 anos de idade ou mais e 34,6% estavam na casa dos quarenta. Quantas histórias de emprego precário e mal pago e de vida pessoal e familiar instável se encontram nos docentes que vivem os seus “quarenta”! (…)
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Nov 12 2017
Professores em protesto contra modelo de descongelamento de carreiras – 11/Novembro/2017
Perto de duas centenas de professores do norte do país concentraram-se esta manhã no Porto, em protesto. Em causa está o modelo de descongelamento das carreiras na função pública, previsto no Orçamento do Estado e que deixa de fora, no caso dos docentes, vários anos de serviço.
A Federação Nacional de Educação admite novas formas de luta, para além da greve já marcada para o dia 15, se o Governo não retomar as negociações.
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Out 29 2017
O Concurso de Mobilidade Interna e o Jornalismo Enviusado do Sexta às 9 e Do Jornalismo Em Geral no que Tudo Diz Respeito aos Professores
(Daqui)
Como afirma o nosso colega Paulo Guinote no artigo Falácias:
Isto necessitava de algum contraditório, nomeadamente nos seguintes pontos:
Não esquecendo o artigo do Paulo Guinote sobre a mesma reportagem:
Começou Bem, Acabou de Forma Confusa.
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Out 14 2017
Educação sofre corte de 182,5 milhões de euros em 2018
O Ministério da Educação ignora as críticas do ano passado e volta a fazer as contas ao orçamento comparando a verba inicial de 2018 com a verba inicial de 2017. Com base nestes dados, escreve no relatório que acompanha a proposta de lei de Orçamento do Estado para 2018 que o bolo para a Educação crescerá 150 milhões de euros no próximo ano quando, na verdade, cairá mais de 182 milhões de euros.
E onde reside a diferença entre um e outro valor? É que o ministro Tiago Brandão Rodrigues apresenta os cálculos comparando a verba inicial de despesa total consolidada prevista para 2018 — 6.173,1 milhões de euros — com a mesma verba que previa para o presente ano aquando da apresentação do Orçamento do Estado para 2017 — 6.022,7 milhões. Da comparação destes dois valores resulta o tal aumento de 150 milhões de euros. Mas a verdade é que o Governo não gastará 6.022,7 milhões com Educação este ano, mas estima, sim, encerrar o ano com uma despesa total consolidada de 6.355,6 milhões de euros. E caso se compare a despesa realmente gasta (embora ainda uma estimativa) com aquela que o Governo prevê gastar no próximo ano, então o que resulta é uma quebra de 2,9%, ou seja, menos 182,5 milhões de euros.
O Ministério da Educação é, de resto, o único de todos os ministérios que faz a comparação com base nesse pressuposto, num resumo que antecede o quadro de apresentação dos números: “A despesa total consolidada do orçamento inicial de 2018 do programa do Ensino Básico e Secundário e Administração Escolar ascende a 6.173,1 milhões de euros, que compara com o montante de 6.022,7 milhões de euros de 2017, representando um acréscimo de 2,5%”.
E não é a primeira vez que o faz, mas sim a segunda. Já no ano passado o relatório do Orçamento do Estado para 2017 apontava para um incremento de 3,1% no orçamento da Educação quando, no final de contas e comparando com o que deveria ser comparado, iria cair 170 milhões, conforme antecipou Alexandre Homem de Cristo, no Observador, logo após a entrega do relatório, e que se viria a confirmar mais tarde com o envio de novo quadro ao Parlamento. Este ano o Governo já apresenta no quadro os valores certos, mas continua a escrever e a apresentar os números com base nos valores iniciais.
Em novembro de 2017, perante as críticas da bancada da oposição à forma como apresentou o Orçamento para 2017, Tiago Brandão Rodrigues recorreu ao ex-ministro do Governo PSD/CDS-PP, Nuno Crato, para justificar esta leitura, lembrando que, em 2015, o então ministro referia que não se devia comparar o orçamento inicial com a estimativa de execução de 2014. “Falava Nuno Crato da importância de comparar o comparável e não tentar comparar o incomparável”. Uma leitura que contou com o apoio à esquerda. Joana Mortágua, do Bloco de Esquerda, disse que tínhamos chegado “ao maior orçamento para a Educação, pelo menos, desde 2013 e isso é inegável, tal com é inegável que a Educação tem uma suborçamentação”.(…)
Fonte:
http://observador.pt/2017/10/14/orcamento-para-a-educacao-cai-mas-ministerio-fala-em-subida/
Sem comentários: Aumento das verbas para o ensino básico e secundário é “uma notícia positiva”, diz FNE – Economia – SAPO 24
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Out 14 2017
Governo não vai contabilizar nove anos e meio de trabalho dos professores para as progressões
No Jornal I – 14/10/2017:
No Observador – 14/10/2017:
Como questiona o Paulo Guinote:
Descongelamento ou Desaparecimento da Progressão?
PS:
E para os colegas com óbvia falta de memória e como afirma o Paulo Guinote com “evidentes necessidades educativas especiais por aí, nomeadamente ao nível da compreensão e retenção da informação” aqui vai leitura – realmente é só tansos…:
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Out 05 2017
5 de Outubro de 2017 – Professores Manifestam-se por um Concurso Mais Justo
Dezenas de professores aproveitaram este 5 de Outubro para um ruidoso protesto frente a Câmara Municipal de Lisboa.
Vestidos de branco, os docentes exigiram ao governo para reavaliar as alterações feitas à ultima da hora nos concursos de colocações.
Depois do protesto, os professores acabaram por ser recebidos pelo Presidente da República.
Professores manifestaram-se esta quinta-feira por concurso mais justo, junto ao local das celebrações do 5 de Outubro. Depois do protesto foram recebidos pela secretária de Estado da Educação, mas o encontro terminou sem resultados concretos.
Dezenas de professores manifestaram-se hoje junto às cerimónias comemorativas do 05 de Outubro em Lisboa, presididas pelo Presidente da República, gritando “justiça” e “colocação administrativa, já”, em protesto contra o concurso de professores.
Vestidos de branco, alguns empunhando cravos brancos, os manifestantes exibiam uma faixa em que se lia “colocação administrativa, já” e gritavam “justiça”, “respeito”, “concurso ilegal”, “somos mais de cem” e “Marcelo, amigo, queremos falar contigo”.
O protesto foi audível pouco depois de terminarem, na Praça do Município, em Lisboa, os discursos das cerimónias do 05 de Outubro, proferidos pelo Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa, e pelo presidente da Câmara da capital, Fernando Medina.
O primeiro-ministro, António Costa, desdramatizou a manifestação dos professores na Praça do Município, em Lisboa, considerando que “faz parte da vida democrática”.
“Temos de nos habituar a viver com isso, é normal”, disse aos jornalistas, quando questionado.
Costa recordou que “as regras foram cumpridas” quanto à colocação dos professores.
“Ninguém está colocado numa escola para a qual não tenha concorrido”, salientou, indicando que no próximo ano letivo os professores descontentes terão oportunidade de corrigir a situação.
No final, António Costa foi instado pelos jornalistas a comentar este protesto, tendo o primeiro-ministro apontado que se “as pessoas querem justiça”, “está lá a justiça”.
Porém, assinalou, “as regras foram cumpridas” quanto às colocações dos professores.
“Não podemos alterar as regras do jogo”, salientou.
PSD, BE, CDS e PCP disseram, regra geral, compreender as reivindicações dos docentes.
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PS:
Bancos faturam mais 90 milhões em comissões – Os bancos tiveram receitas de mais de 1,6 mil milhões de euros em comissões até setembro. Deco pede o fim de alguns custos que considera ilegítimos