Category: Arlindovsky

Palavra de Ministro

Ditas ontem, terça-feira.

“Hoje será publicada a portaria das vagas para a vinculação dinâmica dos cerca de 10.500 professores que reúnem os requisitos para vincular este ano e estamos em condições de amanhã abrir o concurso“, afirmou João Costa.

Nem terça (ontem) foi publicada a portaria das vagas, nem hoje (quarta-feira) abriu o concurso.

 

 

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Para Apoio à Vinculação na Norma Travão (Lista de Candidatos)

Para apoio à vinculação na Norma Travão 2023 deixamos a lista colorida, elaborada em 17 de setembro de 2022, com a previsão dos candidatos a vincular este ano, através da Norma Travão.

A lista colorida seguinte (clicar na imagem) apresenta a lista de candidatos que reúnem condições para a Norma Travão de acordo com a lista ordenada e respeitando o seguinte código de cores:

AMARELO – Reúne condições noutro grupo de recrutamento
VERDE – reúne condições no mesmo grupo de recrutamento

Desta forma poderão perceber melhor onde ficarão colocados no concurso externo.

 

Esta lista foi feita com base nas nossas previsões de vagas que pouco diferenciam das vagas reais apuradas pelo ME, pelo que se chama a atenção de algumas divergências nas previsões.

 

Abrir aqui o mesmo quadro em pdf
 

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Segundo o Ministro da Educação, 20% das Declarações São Falsas (MPD)

…resta saber se as falsas declarações falsas se reportam a prestação de dados falsos fornecidos pelos docentes ou de declarações médicas forjadas, ou se de facto os docentes não teriam as doenças que os médicos declararam que o docente as tinham. Porque são duas coisas muito diferentes uma da outra.

 

Mobilidade por doença dos professores: 20% das declarações apresentadas eram falsas

 

Segundo João Costa, no processo de constituição de juntas médicas apresentaram-se apenas “dois centros, um em Lisboa e outro no Norte”

 

Um em cada cinco professores que pediram mobilidade por motivos de doença prestaram declarações falsas, revelou, esta tarde, o ministro da Educação João Costa, em declarações no Parlamento.

O ministro aproveitou ainda a oportunidade para voltar, então, a defender a necessidade da realização de juntas médicas, para que a mobilidade beneficie os professores que dela precisem.

“As juntas médicas têm vindo a realizar-se na aferição das situações de mobilidade por doença e neste momento, temos já detetadas cerca de 20% de declarações falsas que motivaram a mobilidade por doença, portanto, ainda bem que as juntas médicas estão a acontecer para nos permitir dar a mobilidade por doença a quem, de facto, precisa e identificar estas irregularidades, que existem”, disse.

Segundo João Costa, no processo de constituição de juntas médicas apresentaram-se apenas “dois centros, um em Lisboa e outro no Norte”.

De momento, “as juntas medicas só estão a realizar-se nestes dois pontos” e “não estão previstas novas localizações”, disse o ministro, em resposta a questões colocadas pela deputada Carla Castro da Iniciativa Liberal.

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Cerca de 1.200 alunos sem aulas a pelo menos uma disciplina

Cerca de 1.200 alunos sem aulas a pelo menos uma disciplina

 

João Costa, que está a ser ouvido em audição regimental pela comissão parlamentar de Educação e Ciência, fazia um balanço do número de alunos sem professor a, pelo menos, uma disciplina, em resposta ao deputado António Cunha, do PSD.

 

João Costa, disse esta terça-feira no parlamento, contrariando o balanço feito pelo PSD, que alertou para o “risco de colapso” da escola pública, que cerca de 1.200 alunos estão sem aulas a, pelo menos, uma disciplina.

O ministro da Educação, que está a ser ouvido em audição regimental pela comissão parlamentar de Educação e Ciência, fazia um balanço do número de alunos sem professor a, pelo menos, uma disciplina, em resposta ao deputado António Cunha, do PSD.

“A escola pública vive um período crítico e corre o risco de colapsar se continua esta política do deixa andar”, tinha afirmado o deputado social-democrata, citando uma estimativa da Por data, segundo a qual cerca de 250 mil alunos poderão estar sem aulas daqui a três anos.

Na mesma intervenção, António Cunha tinha ainda afirmado que, atualmente, o número de alunos sem aulas ascendia aos cerca de 18 mil.

A realidade, respondeu João Costa, está “muito longe desse número”. O balanço feito pelo ministro excluiu, no entanto, as necessidades de substituição que se encontram ainda no processo habitual de contratação, através de reserva de recrutamento ou de contratação de escola.

Ainda durante o período reservado às questões do grupo parlamentar do PSD, os deputados insistiram também no plano de recuperação das aprendizagens, afetadas durante a pandemia da covid-19.

O ministro da Educação já tinha anunciado que o plano seria prolongado no próximo ano letivo, mas acrescentou que as medidas a prorrogar seriam decididas durante o 3.º período, com base nos resultados do mais recente diagnóstico das aprendizagens, que deverão ser divulgados em breve.

A propósito das provas de aferição, que este ano se realizam em formato digital, pela primeira vez, por todos os alunos do ensino básico, João Costa respondeu às críticas apontadas pela deputada Inês Barroso, recordando que as competências digitais também estão previstas no currículo do 1.º ciclo.

“Não fazemos generalizações de nada” antes do projeto-piloto, sublinhou, referindo-se à avaliação feita pelo Instituto de Avaliação Educativa (IAVE) ao projeto-piloto conduzido no ano passado, segundo a qual “não existem efeitos significativos da modalidade nos desempenhos dos alunos”.

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224 Aposentados em Junho de 2023

No mês de Junho de 2023 aposentam-se 224 docentes, subindo o número de aposentados em 2023 para 1545, prevendo-se assim que o número deste ano supere os 3 mil aposentados e se aproxime das 3515 aposentações, já previstas há mais de 5 anos.

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Começa Hoje o Período de Adoção dos Novos Manuais Escolares

Começa no dia de hoje o período de apreciação, seleção e adoção de Manuais Escolares para 2023/2024.

Os manuais a adoptar este ano são os seguintes:

Para acederem ao Manual com as Orientações para a Adoção dos Manuais Escolares clicar aqui.

 

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No Novo Diploma de Concursos um Docente Poderá Manifestar Quase 5 mil Preferências

Para quem é do quadro ou pretende concorrer à vinculação não mudará muito a forma de concorrer, sendo que até agora se vinculava em 10 QZP e agora o concurso irá contemplar 63 QZP, mais 13 sub QZP que fazem parte dos QZP 01.09, 07.01 e 07.02 (mas apenas para efeitos de completamento de horários).

Quem quiser concorrer a todo o pais terá de preencher 63 QZP.

Quem concorrer à contratação e pretender concorrer a todas as opções de horários terá de repetir os 63 QZP por 3 intervalos de horários, sendo que também terá de repetir as 189 opções para concorrer a horários temporários.

No total um docente que queira concorrer à contratação inicial para todo o pais a todo o tipo de horários terá de manifestar 378 preferências indo pelo caminho mais simples que é concorrer por QZP.

Se quiser concorrer por Agrupamentos (que são 811 mais algumas escolas de Hotelaria e Turismo) terá de multiplicar as 811 preferências pelos 3 tipos de intervalo de horários e pela duração do contrato que duplicará as preferências. Neste caso teria de manifestar 4866 preferências para concorrer a todo o pais para todo o tipo de horários, se fizer a opção de concorrer por agrupamento.

Infelizmente a opção de concurso por códigos de concelho desapareceu o que não dá para fazer diversas conjugações que os professores já estavam habituados.

 

 

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Concurso para vinculação de mais de 10 mil professores arranca na quarta-feira

Concurso para vinculação de mais de 10 mil professores arranca na quarta-feira

 

Um dia depois de o Presidente da República ter promulgado o novo regime de gestão e recrutamento de docentes, aprovado ainda em março pelo Conselho de Ministros, o ministro da Educação fez o anúncio

 

O ministro da Educação anunciou hoje que a portaria das vagas para a vinculação de mais de 10 mil professores será publicada até ao final do dia e o concurso deverá arrancar na quarta-feira, após a promulgação do diploma.

“Hoje será publicada a portaria das vagas para a vinculação dinâmica dos cerca de 10.500 professores que reúnem os requisitos para vincular este ano e estamos em condições de amanhã abrir o concurso“, afirmou João Costa.

O ministro da Educação falava em conferência de imprensa, no Ministério da Educação, em Lisboa, um dia depois de o Presidente da República ter promulgado o novo regime de gestão e recrutamento de docentes, aprovado ainda em março pelo Conselho de Ministros.

“Este é um diploma que tem como foco principal a redução da precariedade dos professores”, defendeu João Costa, recordando que, entre a vinculação dinâmica e a chamada “norma-travão”, que já vigorava anteriormente, vão entrar para os quadros do Ministério da Educação cerca de 10.700 professores ainda este ano.

De acordo com o novo regime, os professores poderão vincular quando acumularem o equivalente a três anos de serviço, uma alteração que, de acordo com o ministro, permitirá reduzir para metade a precariedade na profissão docente.

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Amanhã Deve Abrir o Concurso Externo

Com a publicação do Decreto-Lei n.º 32-A/2023 a DGAE já pode publicar o aviso de abertura do Concurso Externo, que é a primeira fase do concurso 2023/2024 e que permite também ordenar os candidatos à Contratação Inicial.

Tudo deve estar pronto para começar o concurso e a probabilidade do concurso começar amanhã é enormíssima, tendo em conta o atraso que já leva esta abertura do concurso.

Se tal acontecer, aconselho uma leitura muito atenta do aviso de abertura do concurso antes de submeterem a candidatura. O concurso será bastante diferente dos anos anteriores, tendo em conta a entrada em vigor da vinculação dinâmica, que é um novo mecanismo de concurso e que deve ser muito bem ponderada a sua escolha.

 

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Decreto-Lei n.º 32-A/2023 (Diploma de Concursos Publicado)

Eis que agora à noitinha foi publicado o Diploma que rege o concurso do pessoal docente, denominado Decreto-Lei 32-A/2023.

 

 

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O Que Dizem os Sindicatos da Promulgação do Diploma de Concursos

Presidente da República promulga diploma sobre professores, mas com sérios avisos ao governo

 

O Diploma de concursos de professores hoje aprovado pela Presidência da República enferma, tal como tem sido reforçado pela FNE ao longo do processo negocial com a tutela, de várias injustiças tais como:

– nesta proposta de diploma não ficou estabelecido o respeito pela graduação profissional e tempo de serviço, o que vai levar a que continuemos a assistir a ultrapassagens que já existiam e ainda a novas situações que foram criadas e que não ficaram resolvidas.

– o regime de remuneração e vinculação dos docentes contratados, o regime de mobilidade interna, a criação do conselho de QZP e as condições para o destacamento por ausência de componente letiva são matérias promotoras de injustiça.

– o modelo de vinculação dinâmica levará a ultrapassagens devido aos requisitos definidos.

FNE

 

Professores. STOP acusa Marcelo de dar a mão ao Governo

 

STOP lamenta “profundamente que o Presidente da República queira ficar associado a um dos maiores ataques à classe docente” ao promulgar o novo regime de concursos.

O sindicato Stop lamentou esta segunda-feira “profundamente que o Presidente da República queira ficar associado a um dos maiores ataques à classe docente”, ao promulgar o novo regime de concursos e “mais uma vez dar a mão ao Governo”.

S.TO.P.

Promulgação do regime de recrutamento não era inevitável; Rever este novo diploma passará a ser novo objetivo de luta dos professores

 

O Presidente da República promulgou o diploma sobre recrutamento e concursos de docentes, como já tinha sido anunciado por ocasião da sua visita à Ovibeja. Ainda assim fez questão de tornar público que o governo não aceitou algumas sugestões da Presidência.

Para a FENPROF, da não promulgação não viria mal ao mundo, por dois motivos:

 

  1. De uma forma geral, o regime que aquele diploma estabelece só entrará em vigor no próximo ano letivo (2024/2025). A não promulgação poderia abrir um novo espaço de negociação, do qual poderia resultar a eliminação daquelas que a FENPROF considerou como linhas vermelhas;
  2. Não seria posta em causa a vinculação de 8000 docentes contratados, pois o governo está obrigado, por diretiva comunitária, a eliminar os elevados níveis de precariedade dos docentes. Bastaria que, para este ano letivo, fossem negociadas regras para um concurso de vinculação extraordinário mais positivas do que as que constam do regime de vinculação dinâmica, que excluirá milhares de docentes com mais de 1095 dias de serviço (3 anos) e provocará ultrapassagens, excluindo da vinculação docentes com mais tempo de serviço do que aqueles que abrange.

 

Recorda-se que o regime agora promulgado está longe de corresponder às propostas apresentadas pela FENPROF, visando garantir estabilidade ao corpo docente das escolas e eliminar a precariedade, mas, ainda assim, bem diferente do projeto inicial apresentado pelo ME, o que só foi possível por força da luta dos professores.

 

Lisboa, 8 de maio de 2023

O Secretariado Nacional da FENPROF

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António Costa Elogia Promulgação do Diploma de Concursos

Estava para fazer um trocadilho com sapos e cegos, mas deixo na vossa imaginação.

 

“Fim da precariedade”: António Costa elogia promulgação de documento sobre recrutamento de professores

 

Primeiro-ministro garante que “para muitos acabarão os dias da casa às costas”.

António Costa elogiou, esta segunda-feira, a promulgação do documento sobre recrutamento de professores, promulgado pelo Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa. O primeiro-ministro apontou os avanços feitos para o “fim da precariedade”.

“O decreto hoje promulgado pelo Presidente da República é uma importante notícia para a estabilidade da vida dos docentes. Com este diploma milhares de professores vão finalmente ser vinculados. Para muitos acabarão os dias ‘da casa às costas'”, escreveu nas redes sociais.

Marcelo Rebelo de Sousa apresentou uma proposta concreta sobre a vinculação dos professores, através de um diploma do Governo sobre recrutamento de pessoal docente, de acordo com uma nota publicada no sítio oficial da Presidência da República na Internet, para não “adiar as expectativas de cerca de oito mil professores”.

António Costa reforçou que o trabalho para “dignificar a carreira de docente” será continuado, com a “vinculação dinâmica de quem complete 1095 dias de serviço”.

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Provas de aferição – Comentário de António Carlos Cortez

Excelente intervenção de António Carlos Cortez na SIC Notícias sobre as provas de aferição.

 

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Provas de Aferição do 2.º Ano – Ponto de Situação

Até ao dia 11 de maio de 2023 decorrem as provas de aferição práticas do 2.º ano (Educação Física e Expressões).

Desde o dia 5 de maio decorre ao mesmo tempo uma greve ao serviço da provas de aferição que vai até ao dia 11 de maio.

Na passada sexta-feira (primeiro dia de greve às provas de aferição) o Ministro da Educação disse que a greve não estava a afetar a realização das provas.

Vimos questionar os docentes das várias escolas do país se a greve está a ter impacto na realização das provas de aferição do 2.º ano, ou se a mesma não tem qualquer expressão e as provas estão a realizar-se normalmente.

Podem na caixa de comentários do blog ou na rede social FB informar que escolas estão a aderir à greve e dos impactos que está a ter na realização das provas.

 

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Em Direto: Esclarecimento sobre greve às provas de aferição

Esclarecimento sobre greve às provas de aferição

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António Costa: um cidadão cumpridor do Código da Estrada ou um 1º Ministro com uma acção ardilosa?

António Costa: um cidadão cumpridor do Código da Estrada ou um 1º Ministro com uma acção ardilosa?

 

Pelos “esclarecimentos” prestados por João Galamba Ministro das Infraestruturas na conferência de imprensa, que o próprio convocou em 29 de Abril de 2023, pode concluir-se, nomeadamente, que:

– Após os incidentes, alegadamente, ocorridos no Ministério das Infraestruturas, envolvendo o ex-Adjunto Frederico Pinheiro, a primeira pessoa a quem o Ministro João Galamba terá telefonado foi ao 1º Ministro António Costa;

– O 1º Ministro António Costa não terá atendido esse telefonema, por supostamente se encontrar a conduzir…

– Por, naquele momento, o 1º Ministro se encontrar incontactável, o Ministro João Galamba terá recorrido a outros elementos do Governo para se aconselhar sobre os incidentes ocorridos nas instalações do Ministério que tutela, tendo-lhe sido sugerido, por algum desses pares, que reportasse a situação ao SIS…

Se foi como o Ministro João Galamba descreveu na referida conferência de imprensa, como qualificar a actuação do 1º Ministro António Costa no dia dos supostos incidentes?

Vejamos:

– Se o 1º Ministro se encontrava, de facto, a conduzir no momento em que o Ministro João Galamba o tentou contactar por via telefónica e não o atendeu por esse motivo, fez muito bem António Costa, porque o Código da Estrada deve ser cumprido por todos os cidadãos…

– Mas, partindo do princípio de que o 1º Ministro terá na sua lista de contactos o número de telefone do Ministro João Galamba e que, por esse motivo, facilmente teria percebido que não era um número desconhecido a tentar contactá-lo, o mais lógico e avisado seria que, na primeira oportunidade, parasse o carro para devolver a chamada telefónica ao seu Ministro…

Contudo, e pelas palavras do próprio Ministro João Galamba, depreende-se que o 1º Ministro não o terá feito… Porque motivo não o fez?

Que justificações poderão existir para que um 1º Ministro não responda à tentativa de contacto de um dos seus Ministros, manifestando um presumível desinteresse por conhecer os motivos que levaram esse elemento do Governo a contactá-lo?

Por seu lado, em 1 de Maio de 2023, sobre a intervenção do SIS nos referidos incidentes, o Gabinete de António Costa comunicou que:

“O primeiro-ministro não foi nem tinha de ser informado. Nem tomou qualquer diligência. O ministério das Infraestruturas deu – e bem – o alerta pelo roubo de computador com documentos classificados. As autoridades agiram em conformidade no âmbito das suas competências legais”, conforme se pode ler no Jornal Observador…

“O primeiro-ministro não foi nem tinha de ser informado”?

Então, aconteceu um incidente no Ministério das Infraestruturas, alegadamente, tão grave que justificou um pedido de intervenção ao SIS, e o Chefe do Governo considera que não tinha que ser informado, pelo seu Ministro, acerca dessa suposta gravidade, nem das acções que se seguiram?

Se o 1º Ministro considera que não tinha que ser informado, afinal, a quem devem reportar os Ministros para dar explicações sobre as eventuais incidências da sua acção governativa?

Os Ministros respondem, afinal, perante quem?

Que autoridade deve ser reconhecida ao 1º Ministro?

“O primeiro-ministro não foi nem tinha de ser informado”?

É aceitável e verossímil que o Gabinete do 1º Ministro considere como normal que o mesmo não tenha sido informado acerca do pedido de intervenção do SIS realizado pelo Ministério das Infraestruturas?

Afinal, o que pretenderá o Gabinete do 1º Ministro com a mencionada comunicação?

Desonerar o 1º Ministro da autoridade e da responsabilidade que lhe competem enquanto Chefe do Governo?

Omitir o teor da sua eventual participação nesta trapalhada, ilibando-o de qualquer responsabilidade?

António Costa será um cidadão cumpridor do Código da Estrada ou a justificação de estar a conduzir e, por isso, incontactável, não passará de mais uma manigância, no sentido de não se comprometer com as decisões tomadas pelo seu Ministro, nomeadamente o alerta realizado junto do SIS?

Os Portugueses têm o direito de saber se António Costa agiu como um exemplar cidadão cumpridor do Código da Estrada ou se agiu como um 1º Ministro ardiloso, inconfiável ou negligente e isso não é um pormenor sem qualquer importância…

Até porque se António Costa tivesse intervindo atempadamente, informando o seu Ministro de que a situação em causa não reunia os critérios necessários para ser reportada ao SIS, ter-se-ia evitado parte significativa desta trapalhada…

Assim, pergunta-se:

– António Costa estava efectivamente a conduzir e, por esse motivo, não acompanhou, em tempo útil, o desenrolar do incidente ou terá sabido, desde o início, do que se estava a passar no Ministério das Infraestruturas, mas optou por não agir em conformidade com os seus deveres de 1º Ministro?

– O que fará de João Galamba um indefectível Ministro para António Costa?

Se, pela manutenção de João Galamba no Governo, António Costa quis demonstrar ao Presidente da República quem é que mandava no Governo, o mínimo que se pode dizer é que o 1º Ministro escolheu muito mal o meio pelo qual fez essa afirmação de Poder…

Não podendo, agora, dar o dito por não dito, terá que suportar esse erro crasso e arcar com as respectivas consequências…

O 1º Ministro decidiu, em consciência, manter João Galamba em funções, segundo as suas declarações proferidas por si na noite do passado dia 2 de Maio…

Infere-se, assim, que não terá sido uma decisão irreflectida ou impulsiva, o que a tornará ainda mais incompreensível…

Os Portugueses aguardam por esclarecimentos cabais acerca desta situação absolutamente rocambolesca, marcada por vários aspectos em que será muito difícil acreditar…

E não pode deixar de se assinalar a extraordinária generosidade e a imensurável benevolência com que João Galamba tem sido tratado pelo 1º Ministro, absolutamente contrastantes com o indisfarçável desprezo e a notória intolerância com que o Chefe do Governo tem brindado os profissionais de Educação, em particular os Professores…

(Paula Dias)

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Apoio Aos Professores

Em 29 de janeiro de 2023, Igor Julião, jogador do Vizela, assumia uma posição pública a favor dos professores.
Não foi o único, mas foi dos primeiros. E ficar-lhe-emos eternamente gratos por isso. Em breve, novidades, aqui.

Igor Julião: defesa do Vizela é o preferido dos professores portugueses

“Quando menos esperávamos, surgiu do futebol um alerta para a educação”

 

 

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INFORMAÇÕES – GREVE ao serviço das provas de aferição 2023

GREVE ao serviço das provas de aferição 2023

 

 

Para os dias 5 a 11 de maio de 2023 a greve ao serviço das provas de aferição não têm serviços mínimos decretados.
Esclarecimentos
– A greve é para pessoal docente ou outro pessoal com funções docentes (como técnicos especializados ou técnicos superiores que estejam a leccionar e sejam convocados para serviço das provas). O pessoal não docente não está abrangido.
– A greve é apenas ao serviço das provas de aferição nos dias com pré-aviso de greve.
Dúvidas recorrentes sobre a greve às provas de aferição de 5 a 11 de maio e depois de 16 a 26 de maio (ATUALIZAÇÃO):
1) Os colegas convocados como suplentes podem substituir os vigilantes que façam greve?
NÃO. Nenhum grevista pode ser substituído. Ele não está a faltar está a fazer greve. (Artigo 535º do CT – Proibição de substituição de grevistas);
2) Podemos fazer greve a todo o serviço durante as horas para que fomos convocados para o serviço às provas de aferição?
NÃO. Só podemos fazer greve ao serviço das provas;
3) Então, se tivermos à mesma hora no nosso horário outra função (componente letiva ou não letiva), o colega que faz greve deve cumprir essa função?
SIM. Caso a direção ordene o contrário deve ser-lhe pedida que coloque essa ordem por escrito;
4) Há lugar a desconto no vencimento no caso de cumprirmos a função inicial?
NÃO. Porque continuamos a cumprir o nosso horário. A greve é apenas a uma determinada e específica função que não tem retribuição em si mesma;
5) No caso do serviço às provas de aferição estar convocado para fora das horas do nosso horário e fizermos greve, há lugar a desconto no vencimento?
NÃO. Tal serviço tem de ser considerado como trabalho extraordinário, contabilizado e pago como tal. Nada tem a ver com a retribuição mensal devida pelo trabalho normal dos trabalhadores docentes, que continua a ser devida como habitualmente.
Os pré-avisos de greve às provas de aferição pode encontrá-los na seguinte ligação:

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O SOCICOSTISMO / RÁBULA PALACIANA – ACORDAI POVO QUE DORMIS

O SOCICOSTISMO / RÁBULA PALACIANA

ACORDAI POVO QUE DORMIS

 

Hã, hã, como é que é (…)

O Costa, Primeiro (ainda), não aceitou a demissão do ministro “infra” Galamba. E estão admirados?! Eu não! Muito bem jogado por Costa.  Eu já explico a manobra política; Costa a correr contra o tempo. Há 10 anos atrás, Passos Coelho sacrificou as eleições em nome do interesse nacional. Primeiro Portugal. Ao contrário, agora com António Costa vivemos momentos políticos de puro egoísmo político pessoal. Primeiro Costa e em segunda prioridade Portugal.

O SociCostismo é o socialismo de António Costa. Diz a genealogia que partilha o ADN com o SociCratismo, o socialismo de José Sócrates. São família política. É característica destes políticos e desta política, os filtros, a filtragem enganadora das emoções. Não há nem naturalidade nem emocionalidade nem expressividade. Apenas a frieza gélida dos interesses imediatos a desenrascar. O fim e propósito para concretizar o desiderato pessoal justifica os meios. As máscaras do oculto escondem a obsolescência da inutilidade das políticas e dos actos governativos falhados.

Ai Costa, Costa, que até parece que ao André Ventura queres enganar. A mim não! Citando AV, e a pergunta/questão interrogativa (in)tencional : “O primeiro-ministro estará louco? Perdeu completamente o juízo? Quer arrastar o país para uma guerra institucional e para um circo de falta de credibilidade?”. Reagiu assim o líder do Chega, no Twitter (em 02/05/23; às 9:08 PM). E mais disse acerca de Costa: “O que vimos hoje foi um certo desequilíbrio emocional, uma precipitação política e uma vontade de confronto”. Situação que, acrescentou, “deixa sem grandes condições de continuidade o Governo de António Costa”, (SicN, em 02 de maio de 2023). Falando ainda de “exercício de vitimização”; auto-vitimização por parte de António Costa.

Se Costa avaliou e decidiu mal e se “está louco?”. NÃO! Não está não;  até está muito lúcido e a criar o ponto de fuga, a “oportunidade covarde” para sair e provocar eleições antecipadas. Mostrar quem manda no Governo. Passar a batata quente ao PR, vitimizar-se (em nome da maioria absoluta e da estabilidade política podre), humilhá-lo na praça pública (mandou às urtigas a solidariedade institucional) e ganhar o braço de ferro. Por agora.       

“O país que se lixe”.

 

Costa quer a dissolução da AR e acabar com a Comissão de Inquérito ao caso TAP. Quer parar a Revisão Constitucional. Não quer fazer Reformas.  Quer manter as águas estagnadas. Quer estancar as sondagens em queda. Corre contra o tempo. Sabe que o que vem a seguir é pior e a situação política e social de contestação tende a agravar-se e muito.  Está a arrepiar caminho e a fazer contenção de danos. Grande injustiça/traição (mais uma), de Costa para com Marcelo.                    

Encostou-o às cordas, uma provocação/cilada que tem por objectivo a demissão/queda do Governo e a ida ao tapete do PR (ignorou avisos e sinalética). Com animalidade política, Marcelo tem de encaixar, digerir cínica e astutamente o momento e, de sorriso amarelo, esperar algum tempo que Costa “arda em lume brando”, desgastando ainda mais o Governo, e no “tempo/mom” preciso e determinado, servir friamente a resposta política. A Constituição confere o poder de dissolução do Parlamento a Marcelo, na qualidade de Presidente da República. Tendo o SociCostismo tantas aventuras e desventuras, Costa deu um murro no estômago a Marcelo. Foi “Judas”!  Marcelo terá a última palavra e poderá escrever o capítulo final desta tragicomédia de intriga palaciana e encenação envenenada. Ou Costa, fica a dúvida-(in)certeza. Aposto que quem vai partir a corda primeiro vai ser o Primeiro-ministro,                     

António Costa.  Esta gente anda a ler muito o “Príncipe”, de Maquiavel,  e a tentar conjugar/aplicar os conceitos/ideias em política, de ser simultânea e idealmente “amado e temido” na arte de bem-mal governar.

Carlos Calixto

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Novas formas de luta até ao final do ano letivo

Eu sou daqueles que entendem que os próximos meses serão decisivos para a luta dos professores contra o roubo de tempo que lhes foi feito em 2018 e contra um conjunto de outras barbaridades que nos impedem de cumprir com eficácia e com efetividade a nossa missão junto dos nossos alunos.

Como é evidente, toda esta luta dos professores, nomeadamente as greves, também contribuem para introduzir alguma a ineficácia e alguma inefetividade no sistema, aproveitando alguma opinião pública para atacar os professores por causa desses prejuízos para os alunos. O seu raciocínio é o seguinte: os professores, ao mesmo tempo que combatem as decisões do governo que prejudicam a “escola pública”, eles próprios, com a sua luta, estão também a contribuir para algum prejuízo da mesma “escola pública”. Acusando-nos, assim, de alguma hipocrisia. A falácia desse raciocínio resolve-se com perguntas sobre a guerra na Ucrânia: de quem é a responsabilidade de, neste momento, existir uma guerra na Ucrânia com milhares de mortos dos dois lados? É do agressor ou do agredido? É de Putin ou de Zelensky? É do invasor ou de quem tem de defender o seu território? Para mim, neste contexto, bem como na situação dos professores, a resposta é muito clara: a culpa é do agressor e não do agredido que tem de se defender. O que significa que, para mim, a culpa e a responsabilidade por tudo o que de negativo está a acontecer na Educação Pública em Portugal, com o que isso representa de benefícios para o ensino privado, é de António Costa e de João Costa. Eles são os agressores. Todos os prejuízos que os alunos possam sofrer neste e nos próximos anos letivos são da responsabilidade daqueles que deviam resolver as questões e não as resolvem. Eles é que são os ladrões e os invasores. Os professores são os agredidos que têm, por todos os meios ao seu alcance, de se defender do roubo do seu património (tempo e dinheiro) e da “invasão” das suas condições de trabalho, as quais, de dia para dia, se têm vindo a agravar com as decisões deste e de outros governos.

Assim sendo, o meu entendimento é que os docentes devem continuar com a sua luta e que devem mesmo procurar novas formas de luta, cada vez mais duras e mais radicais, até ao final deste ano letivo.

As minhas sugestões, como meras contribuições para que se possa iniciar uma discussão sobre esta matéria entre todos os interessados, seriam as seguintes:

– encontrar formas radicais/diferentes/originais de luta que marcassem todas as semanas e que nos levassem em crescendo até ao dia 06/06/23, no qual se deveria voltar a fazer uma gigantesca manifestação em Lisboa, ou em Lisboa e no Porto, que fechasse escolas por todo o país;

– uma forma de luta original em Educação, mas muito usada na Saúde, seriam as demissões, que, nos meses de maio e de junho, teriam efeitos muito significativos na organização dos exames nacionais, se, por exemplo, todos os docentes dos Conselhos Gerais e dos Conselhos Pedagógicos se demitissem, nem que fosse, como fazem os médicos, para, mais tarde, todos voltarem a assumir os seus lugares, o que seria fácil de consensualizar dentro das escolas/agrupamentos;

– outra forma de luta a considerar devia ser a luta “à francesa”, isto é, manifestações muito ruidosas e intensas, em data a designar, nas imediações dos edifícios do Conselho de Ministros, do Ministério da Educação, das Delegações Regionais da DGEstE e de outros edifícios públicos onde estejam pessoas que já nos deveriam ter ouvido e ainda não ouviram;

– por último, julgo que se deveria pensar também em greves bem convocadas e que afetassem o arranque do próximo ano letivo, uma vez que há muito trabalho que os docentes fazem em julho, que, a não ser feito, pode comprometer o normal início do próximo ano letivo em muitas das nossas escolas.

Que comece a discussão e que participem todos os interessados…

Por mim, a luta continua!

Espero que a luta seja cada vez mais radical e mais intensa, até nos devolverem o que é nosso!

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Mais Uma Semana a Aguardar a Abertura do Concurso Externo

E começa a ser bastante preocupante este atraso.

Seria de bom senso que a DGAE já tivesse aberto o concurso externo com as regras do Decreto-Lei 132/2012, sem estar a aguardar pela EVENTUAL publicação de um novo diploma de concursos. Ninguém garante nesta altura que as palavras de Marcelo sobre a promulgação deste diploma, para não gorar as expectativas de 8 mil docente, possa ocorrer quando estes 8 mil docentes, em especial uns 6 mil do norte do pais, não querem esta vinculação dinâmica.

Não promulgar este diploma seria dar um passo para o BOM FUNCIONAMENTO DAS ESCOLAS, como Marcelo pediu ao governo.

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Ramiro Marques (1955-2023)

Tive hoje conhecimento do falecimento do Professor Ramiro Marques que na altura de início deste blog também se movia pela Blogosfera com um blog de referência no panorama nacional, denominado Prof Blog. Muitas vezes criticado por algumas das suas análises, mas que era uma voz ativa junto dos professores.

Os mais sinceros sentimentos à família da equipa do Blog DeAr Lindo.

 

Morreu Ramiro Marques, um homem de referência como professor e autor

 

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O Funcionamento das Escolas é Uma das 4 Exigências do Presidente da República

O Funcionamento das Escolas (em normalidade) foi a segunda das quatro condições exigidas por Marcelo Rebelo de Sousa ao Governo do PS para resolver os problemas dos Portugueses.

Posto isto, resta ao Ministro da Educação dar cumprimento a esta exigência do Presidente da República, ou será incluído no lote dos Ministros que nada fazem.

Pela ordem anunciada pelo Presidente da República ficam aqui as 4 exigências para a resolução dos problemas dos Portugueses.

  • Preço dos bens alimentares;
  • Funcionamento das Escolas;
  • Rapidez na justiça;
  • Preço na aquisição da habitação.

 

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Os Prós e os Contras dos Exames

Os exames nacionais acabam por ser a única forma de controlar um pouco as inflações das notas internas que são prática de muitos estabelecimentos particulares.

Por isso defender o seu fim total teria implicações que beneficiaria, na sua maioria, as escolas particulares.

 

PCP quer acabar com exames e defende avaliação contínua

 

Projeto dos comunistas quer tornar o ensino português mais inclusivo através da introdução de um regime de avaliação contínua em detrimento da realização de exames nacionais.

 

 

Quase 40 escolas inspecionadas por inflação de notas. Sete têm de “repor legalidade”

 

A análise das classificações internas dos alunos ao longo de vários anos e a relação desses resultados com as notas obtidas nos exames nacionais tem permitido identificar estabelecimentos de ensino onde existe uma prática reiterada de inflação das notas.

 

“Num universo de mais 400 escolas públicas, aparecem quatro” com problemas na atribuição das notas e “no universo de escolas privadas, que é quatro vezes menor, o número de escolas com comportamentos desviantes é dez vezes maior”, lamentou o ministro.

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Pelas Palavras de Marcelo, Hoje Anda a Analisar Leis Para Promulgar

Pelo que, antes de sair para a coroação do Rei Carlos saberemos ou não se vai promulgar o Diploma dos Concursos.

No fim de semana anunciou que o faria pelos oito mil professores que vinculariam, mas com grandes reparos ao diploma.

Se lhe chegaram milhares de professores  para que não seja promulgado o diploma de concursos, seria uma boa resposta política de Marcelo a António Costa, não o fazer.

O mesmo se poderá passar com o diploma “Acelerador da Carreira” que irá entrar na negociação suplementar, sem qualquer acordo previsível com as organizações sindicais.

 

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Ministro da Educação recebido por protesto de professores em Famalicão

Ministro da Educação recebido por protesto de professores em Famalicão

 

O ministro da Educação foi hoje recebido, em Vila Nova de Famalicão, por um grupo de professores em protesto que prometeu ser “uma assombração” para exigir ao Governo “negociação séria” e garantir que os docentes não vão desistir.

O que nós queremos é ser um lembrete, uma assombração na cabeça do ministro e de toda a equipa governativa  para relembrar que, por onde o Governo passar, vai ter um grupo de professores a lembrar o que está em cima da mesa e que nós não vamos desistir de uma negociação seria”, afirmou à Lusa Carla Gomes, uma das docentes em protesto.

João Costa está a visitar uma escola em Vila Nova de Famalicão, distrito de Braga, na iniciativa Governo Mais Próximo, no âmbito da qual a maior parte dos ministros do Governo está a visitar locais em vários concelhos do distrito.

Em declarações aos jornalistas, já no final da visita e ainda com cerca de 15 professores em protesto, o ministro garantiu que estão a ser dados passos nas negociações com os docentes.

“O Governo nunca tem estado numa posição intransigente, tem estado numa posição de boa-fé negocial, também de responsabilidade porque sabemos que o mais fácil seria fazer tudo, mas sabemos também que os compromissos financeiros que podemos assumir nos obrigam a não dar saltos maiores do que as pernas”, afirmou João Costa.

Segundo o ministro, “não corresponder a todas as reivindicações não significa falta de vontade de dar passos e é isso que se tem vindo a fazer”.

Em Vila Nova de Famalicão, João Costa assistiu à inauguração da Unidade de Apoio ao Alto Rendimento na Escola da Escola Secundária Camilo Castelo Branco.

À chegada do ministro, o grupo de professores, cerca de 30, pertencentes ao movimento Todos por Portugal, prometeu “não dar tréguas” ao Governo: “Queremos relembrar que não estamos mortos”, disse Carla Gomes, garantindo que, caso o ministro pense que o cansaço poderá levar os professores a desistir da luta, “isso não irá acontecer”.

Na quinta-feira, João Costa vai participar na reunião do Conselho de Ministros que vai ter lugar em Braga.

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Organizações sindicais protestaram em frente à Assembleia da República

Organizações sindicais protestaram em frente à Assembleia da República

 

A FNE, em conjunto com as oito organizações da plataforma sindical da educação, marcou presença hoje numa concentração simbólica em frente à Assembleia da República para assinalar e relembrar o momento em que, há 4 anos, o Primeiro-Ministro António Costa iniciava uma declaração, após reunião extraordinária do Conselho de Ministros,  afirmando que “a aprovação em votação final global desta iniciativa parlamentar forçará o governo a apresentar a sua demissão”.

António Jorge Pinto, Secretário-Nacional da FNE, na sua intervenção destacou “a falta de consciência que este Governo tem tido na matéria da recuperação do tempo de serviço”.

Os professores não esquecem esta afirmação de um Primeiro-Ministro e ainda hoje lutam pela recuperação dos 6 anos, 6 meses e 23 dias de serviço que continuam por recuperar e consideram inaceitável que o Ministério da Educação tenha apresentado um projeto de diploma sobre a carreira docente que não recupera um único dia daquele tempo.

Pode o governo querer impedir a recuperação de um só dia daqueles 2393 que estiveram congelados, mas os professores reiteram que enquanto faltar recuperar um desses dias a sua luta não irá parar.

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João Galamba, o mais improvável “amigo” dos Professores?

João Galamba, o mais improvável “amigo” dos Professores?

 

Depois de um “golpe de teatro”, protagonizado por João Galamba, por via da apresentação da sua demissão do Governo, e por António Costa, pouco tempo depois, recusando tal destituição, o impensável aconteceu…

Contra todas as expectativas, no “paraíso mais ocidental da Europa”, regido pelos brandos costumes e por gente muito, mas mesmo muito, serena, instalou-se, repentinamente, o sarrabulho:

– O 1º Ministro António Costa decidiu manter em funções João Galamba Ministro das Infraestruturas, apesar do emaranhado de acontecimentos rocambolescos observados nos últimos dias e que tornaram praticamente impossível conseguir destrinçar entre alegadas mentiras, verdades, “meias-mentiras” ou “meias-verdades”…

– Sem qualquer interferência externa, de que o 1º Ministro António Costa se possa socorrer para justificar o presente estado de degradação, este episódio contribuirá, com certeza, para a continuidade de uma postura política que já vinha sendo pautada pela sobranceria, pela arrogância e pela vaidade patética, bem ilustradas na entrevista concedida por si à Revista Visão, publicada em 14 de Dezembro de 2022: “Vão ser quatro anos, habituem-se!”…

O menos que se pode afirmar sobre a decisão referente a João Galamba é que António Costa terá abdicado do sentido de estado e da credibilidade, que deveriam dominar a acção de qualquer Governo…

A referida decisão terá como consequência mais óbvia o confronto explícito e directo com o Presidente da República, que já se tinha pronunciado contra a permanência de João Galamba no Governo…

– E que consequências ou efeitos colaterais poderão decorrer deste episódio, para os Professores?

No passado dia 29 de Abril, à margem da visita do Presidente da República à Ovibeja, o mesmo proferiu declarações relativas ao Diploma dos Concursos, que indiciaram a respectiva promulgação…

Mas isso foi antes da presente afronta do 1º Ministro António Costa ao Presidente da República, de que nem o próprio Marcelo Rebelo de Sousa estaria, certamente, à espera…

Dada a vertiginosa sucessão de acontecimentos inesperados e inéditos, torna-se, agora, cada vez mais plausível que Marcelo Rebelo de Sousa possa rever uma decisão que aparentemente já estaria tomada, alterando-a em sentido contrário, ou seja, no sentido do respectivo veto…

Neste caso, “cá se fazem, cá se pagam” bem poderá ser uma máxima a tomar em consideração, aliada ao facto de a natureza humana dificilmente conseguir abdicar de um certo espírito de vingança…

Se assim for, talvez se possa afirmar que João Galamba se tornará, acidentalmente, no mais improvável “amigo” dos Professores…

Aguardemos, pois, pelo desenrolar de novos acontecimentos…

(Paula Dias)

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Prudente é Injetar mais de 3 mil milhões na TAP

Dentro do Conselho Geral e de Supervisão da ADSE existem apenas duas vozes independentes que tentam ver reduzida a comparticipação para a ADSE, ao contrário dos membros ligados às estruturas sindicais afetas à administração pública, essencialmente a Frente Comum, que ladra, ladra, mas depois querem manter estas elevadas comparticipações dos beneficiários.

Quando um dia perceberem que os beneficiários vão querer sair de um sistema caro, vai ser lindo ver o funcionamento do SNS.

Da minha parte tudo tenho tentado para acabar com o pagamento dos 14 meses de descontos para a ADSE que representam ao fim e ao cabo um desconto mensal superior a 4%.

 

Presidente da ADSE considera “pouco prudente” reduzir desconto dos beneficiários

 

 

Em 2022, o saldo da ADSE vai voltar a ser positivo em 137 milhões de euros, mas Maria Manuela Faria defendeu que é preciso “cautela”, tendo em conta por exemplo a idade média dos beneficiários.

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Memórias

Ontem voltou a fazer chantagem, desta vez sobre o Presidente da República.

E o Primeiro Ministro Costa lá se vai safando com o seu choradinho e as suas chantagens.

 

Há 4 anos Primeiro-Ministro fez chantagem sobre o Parlamento; Professores assinalam esse momento infame

 

3 de maio de 2019, 17:15 horas – Primeiro-Ministro António Costa, num ato de pura chantagem sobre a Assembleia da República, informa o país que o seu governo se demitirá, caso seja contado o tempo de serviço aos professores.

3 de maio de 2023, 17:15 horas – Professores e educadores assinalarão, junto à Assembleia da República (fundo da Escadaria Principal), esse ato de chantagem que constituiu um dos golpes mais torpes desferidos contra os profissionais docentes.

Este ato público, que se iniciará às 17:15 horas do próximo dia 3 de maio, terá os seguintes momentos:

– Excerto da declaração do Primeiro-Ministro, António Costa, proferida em 3 de maio de 2019;

– Demonstração, pelos próprios docentes, da situação de carreira em que se encontram comparada com a que teriam se o tempo de serviço lhes tivesse sido recuperado;

– Compromisso da FENPROF para com os professores de lutar pela recuperação plena do tempo de serviço dos professores, até ser recuperado o último dia cumprido.

 

 

Lisboa, 2 de maio de 2023

O Secretariado Nacional da FENPROF

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Concurso de docentes do ensino artístico especializado da música e da dança – Vagas

Entretanto os restantes professores aguardam a promulgação do Presidente da República para a abertura do concurso externo (com ou sem vinculação dinâmica).

E o humor do Presidente da República pode ter mudado, entretanto.

 

Concurso de docentes do ensino artístico especializado da música e da dança – Vagas

 

Aplicação disponível para os estabelecimentos de ensino, entre os dias 3 e 9 de maio de 2023 (18:00 horas de Portugal continental).

SIGRHE

Manual de Instruções – Concurso do ensino artístico especializado – Vagas 2023/2024

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O Galamba Fica

… assim temos governo por mais 15 dias.

E hoje o Antonio Costa não se cala na conferência ao País, e pela sua expressão deve querer sair o mais rápido possível de Primeiro Ministro.

 

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Greve de 5 a 11 de Maio (Provas de Aferição) Sem Serviços Mínimos

Pré-avisos de greve às Provas de Aferição 2023 (5 a 11 e 16 a 26 de maio)

 

O STOP ainda refere na sua página a seguinte nota:

Nota: Já foi constituído um colégio arbitral para determinar serviços mínimos para estas greves, até ao momento ainda não saiu a decisão.

 

No entanto o Blog já teve acesso ao acórdão do Colégio Arbitral e não foram decretados serviços mínimos para o período de 5 a 11 de Maio.

 

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O Ministro da Educação Também Devia ser Remodelado?

Tudo aponta que o governo proceda a uma remodelação do Governo e os nomes dos ministros que se falam que poderão sair são os que têm manchado a governação do PS.

António Galamba é o principal nome apontado para sair e dar lugar a uma mini remodelação do governo. Depois fala-se em Mariana da Silva.

Quem tem beneficiado com a saída de alguns Ministros e com a possibilidade de outros virem a sair é Fernando Medina que começa a ter o caminho aberto para a sucessão de António Costa.

Curiosamente, tudo isto começou com o convite de Fernando Medina a Alexandra Reis que a levou à pasta do tesouro, a tal amiga da sua mulher.

Não sei se um dia vamos descobrir que a eliminação de todos os putativos candidatos à liderança do PS foram eliminados um a um por uma estratégia maquiavélica de Fernando Medina.

Aproveitando a possível remodelação que aí deve vir, consideram que o Ministro da Educação devia ir na mesma leva, ou que se devia manter no cargo até nos devolver os 6A6M23D?

Outro Ministro poderia apaziguar os docentes? E se sim, quem?

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A inclusão pedagogicamente “assassina” – Alberto Veronesi & Susana Mendes

A inclusão pedagogicamente “assassina” – Alberto Veronesi & Susana Mendes

 

Chegou um mail à escola, dizendo que viria mais uma criança, desta feita nepalesa, para o primeiro ano do ensino básico. Sem mais. Depois veio a criança, com tudo.

Este tudo é bem pesado para os que têm da Educação uma visão personalista. Mas leve, leve, para os idiotas úteis que pariram o Decreto-Lei nº 54/2018.
Deixem, caro Leitor, que lhe apresentemos, sumariamente, a última criança que a nossa escola recebeu. Sim, o que vai ler a seguir não é ficção. Passa-se na nossa escola. Na escola onde já não sabemos se ensinamos, se nos arrastamos penosamente como escravos das idiotices pedagógicas portuguesas, as do século XXI.

No primeiro dia do seu “despejo” na escola, correu pelos corredores, rebolou no chão, bateu nas paredes e portas que encontrou, entrou pelas salas, atirou-se para o chão, gritou, chorou, mordeu e bateu em todos os professores e auxiliares que a queriam ajudar.

Atualmente, dois meses depois, promovidas as medidas que os burocratas de serviço vazaram no citado Decreto-Lei nº 54/2018, a aluna começa a estar “incluída”, “integrada”: anda desorientada nos recreios; não compreende, como é óbvio, uma palavra de português; não pede para ir à casa de banho; se a professora não adivinha, faz as suas necessidades onde está, tendo inclusive defecado no chão do recreio, à frente dos colegas; algumas vezes já urinou na sala de aula, à frente de todos; durante as aulas grita, risca, rasga, morde e come (literalmente, sim, come) o material de trabalho dela e dos colegas; quando não é atendida imediatamente, sai do seu lugar, agarra a professora e bate-lhe; quando consegue acabar alguma tarefa, rebola na cadeira e vai para debaixo da mesa; quando ouve barulhos externos à sala, sai espavorida, sem dar cavaco à professora; quando, na hora do lanche, vai comer, aquilo de que não gosta deita para o chão; não sabe lavar as mãos sozinha; ao almoço come com as mãos e, muitas vezes, coloca aquilo de que não gosta no prato dos outros.

Sim, caro Leitor, foi feito o que a lei consigna!

A pobre professora desta desgraçada aluna seguiu “by the book” as diligências previstas nos papéis molhados em vigor, referenciando a situação à Equipa Multidisciplinar de Apoio à Inclusão (EMAI). Após a observação, o correlato relatório disse: que a aluna deverá ter sempre um adulto a acompanhá-la na sala de aula, durante as refeições e em outros momentos em que se considere necessário; que deveria ser definido um espaço físico, preparado para isso (gabinete ou canto de uma sala com pouco movimento, com um tapete e umas almofadas) onde se poderia acolher a aluna em momentos de maiores alterações comportamentais, com o intuito de a estabilizar, sempre com o acompanhamento de um adulto.

Bonitas medidas.
O problema é que nada está a ser cumprido porque nada do requerido existe. Citando o outro, qual destas duas palavras não entende: nada existe!

Resta a pobre professora titular da turma, em galopante stress emocional.

Restam os outros 24 alunos, “excluídos” pela “inclusão” frustrada de uma aluna com PEA (perturbação de espectro de autismo).

E resta a irresponsabilidade de um ministro (esse, sim, pedagogicamente autista) e acólitos, que se pavoneiam demagogicamente com as porcarias que conceberam.

Observador

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Sócrates & Costa – Falhanço Político/Educação Falhada

SÓCRATES & COSTA

FALHANÇO POLÍTICO / EDUCAÇÃO FALHADA

 

Nota: Este é um texto eminentemente de análise factual política. Versa o pensamento e das palavras o sentimento e sofrimento sobre o colossal falhanço político de políticas educativas falhadas. Com a Educação e o Ensino em estrondoso colapso. Com Sócrates, o “animal feroz” & Costa, o “geringonceiro”. Ambos têm um “preconceito” contra a Educação e os professores. São exímios a provocar stress traumático aos professores.

Falamos de José Sócrates & António Costa; as duas faces da mesma política. Almas gémeas e génios do mal da Educação. Com os seus acólitos, Maria de Lurdes Rodrigues (MLR), Tiago Brandão Rodrigues e João Costa. A consonância dos camaradas socialistas anti EduProf. (abreviatura inventada de educadores e professores). Emoções cristalinas.

Entre os Governos Constitucionais, os XVII(I) com o “Chefe” Sócrates e os XXII(I) com o “Chefe” Costa, que venha o Diabo e escolha. Denominador comum – Os mesmos protagonistas; o mesmo PS (Partido Socialista); as maiorias absolutas; ministros da Educação “fantoche”; o objectivo comum da subserviência da intelectualidade;  o desinvestimento/poupança na Educação; a desvalorização da nobre profissão docente; o neoliberalismo labrego da escolaridade; modernas pedagogias e projectos duvidosos e sem assertividade; a escola laboratório de ensaios e experiências; impera a burocracia inquisidora, castigadora e castradora; o deslumbramento fundamentalista da treta e da tralha digital; a destruição do ECD (Estatuto da Carreira Docente); o verdugo e chicote da tutela/ME (Ministério da Educação) para domar os professores; a perseguição, infantilidade, teimosia, “mobbing/bullying” e vingança pelo tempo de serviço trabalhado, descontado e Roubado; os arautos da discriminação entre colegas; a brutalidade bruta e embrutecida da insensibilidade pelas reivindicações, direitos e razões dos professores;       a viciação do mal, da maldade, das reuniões secretas, da mentira compulsiva e manipuladora, da incompetência irresponsável, da reversão reversível da TAP, pública/privada, com “saneamentos”, indemnização milionária, paga Zé e o não assumir de culpas; os tiques anti-democráticos; o simbolismo de “figurinhas em forma de tiranetes”; o “incutir da intimidação e  do medo”; o pontapear da Democracia; a não prioridade, o desinteresse e empurrão da Educação para o precipício; fingir brincadeira e simulacro negocial; a desinformação e intoxicação da opinião pública; ilusionistas do “sucesso educativo” martelado; chefes de governo mentores da “guerrilha permanente” ME/Professorado; a destruição paulatina e o desastre irreparável da Educação, do Ensino e da Escola Pública; a condenação do futuro de Portugal; o modus operandi kafkiano; “políticos” menores com politiquices e sem estaleca de homens de Estado, enfeudados à cartilha ideológica e partidária, cuja acção “premeditada”, continuada e consumada vai corroendo a Democracia, a Liberdade e o Estado de Direito Democrático; a mais absoluta, total e abrangente falta de auto-crítica, emendar a mão e nobreza de carácter; a podridão da sucessão de casos gravíssimos e a inconsequência política; o Presidente da República Marcelo, com “medo insano” e que não dissolve a Assembleia da República/Parlamento (de recordar que, por muito menos, Jorge Sampaio demitiu Santana Lopes); a máquina publicitária partidária/governamental a todo o vapor, que já não funciona e tem efeito contrário em todos os portugueses com espírito crítico,  responsabilidade nacional patriótica e que exigem a sanidade e higiéne política do regime;   basta de desonestidade, falsidade, traição, toxicidade, alegos “assaltos de ministérios pelos (des)governantes inquilinos”,mentir, PCs  com segredos, acusações chocantes, fúria, escândalos e cenas de “pugilato”; é tempo de cair a máscara que finge; chega de miséria  humana e “bandidagem a fartar de vilanagem” que, no tempo determinado, o Povo e a História julgarão.

Sócrates & Costa, o Alfa e o Ómega, o Princípio e o Fim de políticas nefastas e horribilis para a Educação em Portugal. Fecha-se o círculo. Consumado está o “Pacto”. De tão confrangedor, dá pena, é merecedor de “estudo de caso”, tamanha incompetência, irresponsabilidade e acrimónia política para com os educadores e professores portugueses; artistas da política educativa “nulla remissio”. Pecado Sem Perdão!        

Sócrates & Costa completam-se, e têm  uma  NÃO PAIXÃO pela Educação!         

Carlos Calixto

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Para onde vai a presente Luta?

Para onde vai a presente Luta?

 

 

Dentro da Classe Docente, existe, há muitos anos, uma certa predisposição para a desagregação e para a fragmentação, plausivelmente originadas pelas diversas situações profissionais aí presentes…

Dentro da Classe Docente parecem coexistir muitas “formas de sentir” e profusas “facções”, que frequentemente desencadeiam “explosões de susceptibilidades”, pródigas amofinações, discórdias e conflitos de interesses, todos culminando na ausência de consensos…

O resultado mais óbvio do anterior, tem sido uma divisão insanável e permanente da Classe Docente…

A presente luta não conseguiu abolir essa falta de coesão, ainda que, aparentemente, a possa ter atenuado…

A solidariedade entre as partes que compõem a Classe Docente parece ser algo inalcançável, tal como também o será o acordo e a convergência de acções entre todas as estruturas sindicais que representam os Professores…

A presente luta parece ter chegado ao “ponto de marasmo” e a prova disso é o facto de, neste momento, ser muito difícil conseguir indicar uma escola ou um agrupamento onde sejam visíveis, ou se façam sentir, inequívocos efeitos de uma genuína contestação de Professores…

E quando alguma escola ou agrupamento sobressai por via de determinada forma de protesto, isso é invariavelmente interpretado como uma excepção e não como uma regra…

Como excepções também têm sido vistos os Professores que têm ousado desobedecer…

– As Greves parecem ter perdido adesão…

– As Manifestações, em número elevado, têm juntado milhares de Professores que, nesse contexto, dão visibilidade ao seu descontentamento, mas que no dia seguinte entram na sua escola e se mostram incapazes de desobedecer ao que quer que seja…

– Participa-se nas Manifestações, convive-se com os pares, registam-se esses momentos, publicando-se muitas fotografias nas redes sociais, e no dia seguinte volta-se à escola para obedecer escrupulosamente a todas as ordens e, até, em alguns casos, para voluntariamente, ir além das mesmas…

– No dia seguinte ao da Manifestação estarão todos novamente disponíveis para aceitar a infernal rotina, que consome e aprisiona, repetindo-se todos os automatismos comportamentais e todos os vícios de funcionamento…

– No dia seguinte ao da Manifestação, quando se entra na escola, recalca-se o pensamento crítico e a contestação, que darão novamente lugar à obediência e ao conformismo…

Que impacto terão essas Manifestações no alcance das pretensões docentes? Afinal, para que servem essas Manifestações?

Talvez sirvam como potenciais “catarses colectivas” ou como forma de “lavar as Almas”, partindo do princípio de que o espírito de comunhão ajudará a aliviar algumas tensões…

Mas depois das Manifestações tem sido assim:

– A Classe Docente parece continuar a acreditar que os resultados desejados por si aparecerão sem custos e sem sacrifícios pessoais, atribuindo a outros a responsabilidade por uma “solução mágica” dos seus problemas…

Mas esta luta só se tornará realmente séria e consequente quando cada um for capaz de assumir a sua quota-parte de responsabilidade pelas soluções dos problemas e os necessários sacrifícios pessoais e se acabarem com as “desculpas” para não desobedecer…

Para que alguma coisa, efectivamente, mude será necessária a coragem dos destemidos…

Cada Professor parece continuar a defender, primordialmente, os seus próprios interesses e só depois, muito depois, o bem comum…

Enquanto a visão for sectarista, assente no individualismo de pensar apenas em si próprio, não se chegará a lado nenhum…

E bastou, há pouco tempo atrás, o Governo ter anunciado o Diploma do novo regime de gestão e recrutamento de Professores, para se constactar de imediato essa desunião confrangedora..


(Imagem roubada da Internet, de autor desconhecido).

Estará esta luta perdida?

Com toda a honestidade, não sei se estará perdida, mas seguramente estará muito longe de ser ganha…

As principais estruturas sindicais, que supostamente representam os Professores, e que deveriam ter um papel decisivo na presente luta, parecem preferir continuar a acreditar e a defender que a “Terra é plana”:

– Supostamente, o próximo dia 6 de Junho “será um dia histórico, exceto se o governo não quiser que a tranquilidade volte às escolas”, pode ler-se no site oficial da FENPROF…

Mas alguém ainda acreditará que, até ao próximo dia 6 de Junho, o Governo possa ser acometido por uma epifania e retroceder nas suas perversas intenções?

Por outras palavras, e de modo absurdo, 6 de Junho de 2023 “será um dia histórico”, que antes de o ser já não o era…

Ou, então, a afirmação da FENPROF anteriormente citada, destina-se apenas ao “consumo interno” dessa estrutura sindical e não é para ser levada a sério, nem tida em consideração, pelos restantes receptores dessa mensagem…

No momento, dos últimos anos, em que a Classe Docente mais precisava de Sindicatos consentâneos com acções competentes e impávidas, as principais estruturas sindicais têm tido uma prestação lastimável, mostrando-se incapazes de corresponder às expectativas daqueles que representam…

Depois do fracasso evidente relativo às “rondas negociais” com a Tutela, incentivo e apoio jurídico disponibilizado aos Professores que pretendam desobedecer às insanidades e às injustiças decretadas pelo Ministério da Educação? Nada. Silêncio absoluto…

Muito “folclore”, presenças em simulacros de negociações e requerimentos, junto do Ministério da Educação, para novos simulacros de negociação, que não levam a lado nenhum? Com certeza. Muitos…

Parece que há, de facto, estruturas sindicais tão “convencionais”, tão “responsáveis” e tão “moderadas”, que jamais incentivarão ou praticarão qualquer desobediência ou ruptura face à Tutela…

E assim vai a luta…

(Paula Dias)

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Blogosfera – Anabela Magalhães

Escute os Professores, Senhor Presidente da República! E vete!

 

 

Quando nem os possíveis “beneficiários” estão de acordo com esta ignomínia… como é possível que primeira maioria absoluta do país se deixe enrolar nas trapalhadas do desgoverno vergonhoso?!!!

Aqui lhe deixo um último apelo – Escute os Professores, Senhor Presidente da República! E vete!

 

 

 

Nota minha: Infelizmente acho que a promulgação já foi feita e enviada para publicação em Diário da República.

 

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A Recuperação dos 6A6M23D Custaria Apenas 236 Milhões

Hoje resolvi fazer um estudo rápido sobre os custos BRUTOS para o estado com a recuperação integral dos 6A6M23D.

Usei os dados que o Jornal Publico noticiou aqui, com o número de docentes por escalão em Dezembro de 2022 e apliquei os 6A6M23D a estes docentes com os valores de vencimento a 2022 para a comparação ser nos mesmos valores.

A tabela tem  os valores brutos, que como todos sabemos são depois aplicados descontos para o IRS e para a CGA/SS.

A injeção de dinheiro na TAP daria para pagar a recuperação dos 6A6M23D a todos os professores nos próximos 15 a 20 anos e garantidamente o governo passaria por menos vergonhas do que aquelas que tem passado.

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Vencimentos 2023 (Atualizado)

O IGEFE publicou ontem o Aditamento à Nota Informativa n.º 1 sobre as remunerações, com a entrada em vigor das atualizações salariais.

As atualizações salariais do Decreto-Lei n.º 26-B/2023, de 18 de abril tem efeitos ao dia 1 de janeiro de 2023, e os aumentos entre janeiro e abril de 2023, para efeitos de IRS, estão dispensados de retenção na fonte.

 

 

 

 

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