Category: Arlindovsky

Novas formas de luta até ao final do ano letivo

Eu sou daqueles que entendem que os próximos meses serão decisivos para a luta dos professores contra o roubo de tempo que lhes foi feito em 2018 e contra um conjunto de outras barbaridades que nos impedem de cumprir com eficácia e com efetividade a nossa missão junto dos nossos alunos.

Como é evidente, toda esta luta dos professores, nomeadamente as greves, também contribuem para introduzir alguma a ineficácia e alguma inefetividade no sistema, aproveitando alguma opinião pública para atacar os professores por causa desses prejuízos para os alunos. O seu raciocínio é o seguinte: os professores, ao mesmo tempo que combatem as decisões do governo que prejudicam a “escola pública”, eles próprios, com a sua luta, estão também a contribuir para algum prejuízo da mesma “escola pública”. Acusando-nos, assim, de alguma hipocrisia. A falácia desse raciocínio resolve-se com perguntas sobre a guerra na Ucrânia: de quem é a responsabilidade de, neste momento, existir uma guerra na Ucrânia com milhares de mortos dos dois lados? É do agressor ou do agredido? É de Putin ou de Zelensky? É do invasor ou de quem tem de defender o seu território? Para mim, neste contexto, bem como na situação dos professores, a resposta é muito clara: a culpa é do agressor e não do agredido que tem de se defender. O que significa que, para mim, a culpa e a responsabilidade por tudo o que de negativo está a acontecer na Educação Pública em Portugal, com o que isso representa de benefícios para o ensino privado, é de António Costa e de João Costa. Eles são os agressores. Todos os prejuízos que os alunos possam sofrer neste e nos próximos anos letivos são da responsabilidade daqueles que deviam resolver as questões e não as resolvem. Eles é que são os ladrões e os invasores. Os professores são os agredidos que têm, por todos os meios ao seu alcance, de se defender do roubo do seu património (tempo e dinheiro) e da “invasão” das suas condições de trabalho, as quais, de dia para dia, se têm vindo a agravar com as decisões deste e de outros governos.

Assim sendo, o meu entendimento é que os docentes devem continuar com a sua luta e que devem mesmo procurar novas formas de luta, cada vez mais duras e mais radicais, até ao final deste ano letivo.

As minhas sugestões, como meras contribuições para que se possa iniciar uma discussão sobre esta matéria entre todos os interessados, seriam as seguintes:

– encontrar formas radicais/diferentes/originais de luta que marcassem todas as semanas e que nos levassem em crescendo até ao dia 06/06/23, no qual se deveria voltar a fazer uma gigantesca manifestação em Lisboa, ou em Lisboa e no Porto, que fechasse escolas por todo o país;

– uma forma de luta original em Educação, mas muito usada na Saúde, seriam as demissões, que, nos meses de maio e de junho, teriam efeitos muito significativos na organização dos exames nacionais, se, por exemplo, todos os docentes dos Conselhos Gerais e dos Conselhos Pedagógicos se demitissem, nem que fosse, como fazem os médicos, para, mais tarde, todos voltarem a assumir os seus lugares, o que seria fácil de consensualizar dentro das escolas/agrupamentos;

– outra forma de luta a considerar devia ser a luta “à francesa”, isto é, manifestações muito ruidosas e intensas, em data a designar, nas imediações dos edifícios do Conselho de Ministros, do Ministério da Educação, das Delegações Regionais da DGEstE e de outros edifícios públicos onde estejam pessoas que já nos deveriam ter ouvido e ainda não ouviram;

– por último, julgo que se deveria pensar também em greves bem convocadas e que afetassem o arranque do próximo ano letivo, uma vez que há muito trabalho que os docentes fazem em julho, que, a não ser feito, pode comprometer o normal início do próximo ano letivo em muitas das nossas escolas.

Que comece a discussão e que participem todos os interessados…

Por mim, a luta continua!

Espero que a luta seja cada vez mais radical e mais intensa, até nos devolverem o que é nosso!

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Mais Uma Semana a Aguardar a Abertura do Concurso Externo

E começa a ser bastante preocupante este atraso.

Seria de bom senso que a DGAE já tivesse aberto o concurso externo com as regras do Decreto-Lei 132/2012, sem estar a aguardar pela EVENTUAL publicação de um novo diploma de concursos. Ninguém garante nesta altura que as palavras de Marcelo sobre a promulgação deste diploma, para não gorar as expectativas de 8 mil docente, possa ocorrer quando estes 8 mil docentes, em especial uns 6 mil do norte do pais, não querem esta vinculação dinâmica.

Não promulgar este diploma seria dar um passo para o BOM FUNCIONAMENTO DAS ESCOLAS, como Marcelo pediu ao governo.

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Ramiro Marques (1955-2023)

Tive hoje conhecimento do falecimento do Professor Ramiro Marques que na altura de início deste blog também se movia pela Blogosfera com um blog de referência no panorama nacional, denominado Prof Blog. Muitas vezes criticado por algumas das suas análises, mas que era uma voz ativa junto dos professores.

Os mais sinceros sentimentos à família da equipa do Blog DeAr Lindo.

 

Morreu Ramiro Marques, um homem de referência como professor e autor

 

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O Funcionamento das Escolas é Uma das 4 Exigências do Presidente da República

O Funcionamento das Escolas (em normalidade) foi a segunda das quatro condições exigidas por Marcelo Rebelo de Sousa ao Governo do PS para resolver os problemas dos Portugueses.

Posto isto, resta ao Ministro da Educação dar cumprimento a esta exigência do Presidente da República, ou será incluído no lote dos Ministros que nada fazem.

Pela ordem anunciada pelo Presidente da República ficam aqui as 4 exigências para a resolução dos problemas dos Portugueses.

  • Preço dos bens alimentares;
  • Funcionamento das Escolas;
  • Rapidez na justiça;
  • Preço na aquisição da habitação.

 

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Os Prós e os Contras dos Exames

Os exames nacionais acabam por ser a única forma de controlar um pouco as inflações das notas internas que são prática de muitos estabelecimentos particulares.

Por isso defender o seu fim total teria implicações que beneficiaria, na sua maioria, as escolas particulares.

 

PCP quer acabar com exames e defende avaliação contínua

 

Projeto dos comunistas quer tornar o ensino português mais inclusivo através da introdução de um regime de avaliação contínua em detrimento da realização de exames nacionais.

 

 

Quase 40 escolas inspecionadas por inflação de notas. Sete têm de “repor legalidade”

 

A análise das classificações internas dos alunos ao longo de vários anos e a relação desses resultados com as notas obtidas nos exames nacionais tem permitido identificar estabelecimentos de ensino onde existe uma prática reiterada de inflação das notas.

 

“Num universo de mais 400 escolas públicas, aparecem quatro” com problemas na atribuição das notas e “no universo de escolas privadas, que é quatro vezes menor, o número de escolas com comportamentos desviantes é dez vezes maior”, lamentou o ministro.

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Pelas Palavras de Marcelo, Hoje Anda a Analisar Leis Para Promulgar

Pelo que, antes de sair para a coroação do Rei Carlos saberemos ou não se vai promulgar o Diploma dos Concursos.

No fim de semana anunciou que o faria pelos oito mil professores que vinculariam, mas com grandes reparos ao diploma.

Se lhe chegaram milhares de professores  para que não seja promulgado o diploma de concursos, seria uma boa resposta política de Marcelo a António Costa, não o fazer.

O mesmo se poderá passar com o diploma “Acelerador da Carreira” que irá entrar na negociação suplementar, sem qualquer acordo previsível com as organizações sindicais.

 

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Ministro da Educação recebido por protesto de professores em Famalicão

Ministro da Educação recebido por protesto de professores em Famalicão

 

O ministro da Educação foi hoje recebido, em Vila Nova de Famalicão, por um grupo de professores em protesto que prometeu ser “uma assombração” para exigir ao Governo “negociação séria” e garantir que os docentes não vão desistir.

O que nós queremos é ser um lembrete, uma assombração na cabeça do ministro e de toda a equipa governativa  para relembrar que, por onde o Governo passar, vai ter um grupo de professores a lembrar o que está em cima da mesa e que nós não vamos desistir de uma negociação seria”, afirmou à Lusa Carla Gomes, uma das docentes em protesto.

João Costa está a visitar uma escola em Vila Nova de Famalicão, distrito de Braga, na iniciativa Governo Mais Próximo, no âmbito da qual a maior parte dos ministros do Governo está a visitar locais em vários concelhos do distrito.

Em declarações aos jornalistas, já no final da visita e ainda com cerca de 15 professores em protesto, o ministro garantiu que estão a ser dados passos nas negociações com os docentes.

“O Governo nunca tem estado numa posição intransigente, tem estado numa posição de boa-fé negocial, também de responsabilidade porque sabemos que o mais fácil seria fazer tudo, mas sabemos também que os compromissos financeiros que podemos assumir nos obrigam a não dar saltos maiores do que as pernas”, afirmou João Costa.

Segundo o ministro, “não corresponder a todas as reivindicações não significa falta de vontade de dar passos e é isso que se tem vindo a fazer”.

Em Vila Nova de Famalicão, João Costa assistiu à inauguração da Unidade de Apoio ao Alto Rendimento na Escola da Escola Secundária Camilo Castelo Branco.

À chegada do ministro, o grupo de professores, cerca de 30, pertencentes ao movimento Todos por Portugal, prometeu “não dar tréguas” ao Governo: “Queremos relembrar que não estamos mortos”, disse Carla Gomes, garantindo que, caso o ministro pense que o cansaço poderá levar os professores a desistir da luta, “isso não irá acontecer”.

Na quinta-feira, João Costa vai participar na reunião do Conselho de Ministros que vai ter lugar em Braga.

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Organizações sindicais protestaram em frente à Assembleia da República

Organizações sindicais protestaram em frente à Assembleia da República

 

A FNE, em conjunto com as oito organizações da plataforma sindical da educação, marcou presença hoje numa concentração simbólica em frente à Assembleia da República para assinalar e relembrar o momento em que, há 4 anos, o Primeiro-Ministro António Costa iniciava uma declaração, após reunião extraordinária do Conselho de Ministros,  afirmando que “a aprovação em votação final global desta iniciativa parlamentar forçará o governo a apresentar a sua demissão”.

António Jorge Pinto, Secretário-Nacional da FNE, na sua intervenção destacou “a falta de consciência que este Governo tem tido na matéria da recuperação do tempo de serviço”.

Os professores não esquecem esta afirmação de um Primeiro-Ministro e ainda hoje lutam pela recuperação dos 6 anos, 6 meses e 23 dias de serviço que continuam por recuperar e consideram inaceitável que o Ministério da Educação tenha apresentado um projeto de diploma sobre a carreira docente que não recupera um único dia daquele tempo.

Pode o governo querer impedir a recuperação de um só dia daqueles 2393 que estiveram congelados, mas os professores reiteram que enquanto faltar recuperar um desses dias a sua luta não irá parar.

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João Galamba, o mais improvável “amigo” dos Professores?

João Galamba, o mais improvável “amigo” dos Professores?

 

Depois de um “golpe de teatro”, protagonizado por João Galamba, por via da apresentação da sua demissão do Governo, e por António Costa, pouco tempo depois, recusando tal destituição, o impensável aconteceu…

Contra todas as expectativas, no “paraíso mais ocidental da Europa”, regido pelos brandos costumes e por gente muito, mas mesmo muito, serena, instalou-se, repentinamente, o sarrabulho:

– O 1º Ministro António Costa decidiu manter em funções João Galamba Ministro das Infraestruturas, apesar do emaranhado de acontecimentos rocambolescos observados nos últimos dias e que tornaram praticamente impossível conseguir destrinçar entre alegadas mentiras, verdades, “meias-mentiras” ou “meias-verdades”…

– Sem qualquer interferência externa, de que o 1º Ministro António Costa se possa socorrer para justificar o presente estado de degradação, este episódio contribuirá, com certeza, para a continuidade de uma postura política que já vinha sendo pautada pela sobranceria, pela arrogância e pela vaidade patética, bem ilustradas na entrevista concedida por si à Revista Visão, publicada em 14 de Dezembro de 2022: “Vão ser quatro anos, habituem-se!”…

O menos que se pode afirmar sobre a decisão referente a João Galamba é que António Costa terá abdicado do sentido de estado e da credibilidade, que deveriam dominar a acção de qualquer Governo…

A referida decisão terá como consequência mais óbvia o confronto explícito e directo com o Presidente da República, que já se tinha pronunciado contra a permanência de João Galamba no Governo…

– E que consequências ou efeitos colaterais poderão decorrer deste episódio, para os Professores?

No passado dia 29 de Abril, à margem da visita do Presidente da República à Ovibeja, o mesmo proferiu declarações relativas ao Diploma dos Concursos, que indiciaram a respectiva promulgação…

Mas isso foi antes da presente afronta do 1º Ministro António Costa ao Presidente da República, de que nem o próprio Marcelo Rebelo de Sousa estaria, certamente, à espera…

Dada a vertiginosa sucessão de acontecimentos inesperados e inéditos, torna-se, agora, cada vez mais plausível que Marcelo Rebelo de Sousa possa rever uma decisão que aparentemente já estaria tomada, alterando-a em sentido contrário, ou seja, no sentido do respectivo veto…

Neste caso, “cá se fazem, cá se pagam” bem poderá ser uma máxima a tomar em consideração, aliada ao facto de a natureza humana dificilmente conseguir abdicar de um certo espírito de vingança…

Se assim for, talvez se possa afirmar que João Galamba se tornará, acidentalmente, no mais improvável “amigo” dos Professores…

Aguardemos, pois, pelo desenrolar de novos acontecimentos…

(Paula Dias)

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Prudente é Injetar mais de 3 mil milhões na TAP

Dentro do Conselho Geral e de Supervisão da ADSE existem apenas duas vozes independentes que tentam ver reduzida a comparticipação para a ADSE, ao contrário dos membros ligados às estruturas sindicais afetas à administração pública, essencialmente a Frente Comum, que ladra, ladra, mas depois querem manter estas elevadas comparticipações dos beneficiários.

Quando um dia perceberem que os beneficiários vão querer sair de um sistema caro, vai ser lindo ver o funcionamento do SNS.

Da minha parte tudo tenho tentado para acabar com o pagamento dos 14 meses de descontos para a ADSE que representam ao fim e ao cabo um desconto mensal superior a 4%.

 

Presidente da ADSE considera “pouco prudente” reduzir desconto dos beneficiários

 

 

Em 2022, o saldo da ADSE vai voltar a ser positivo em 137 milhões de euros, mas Maria Manuela Faria defendeu que é preciso “cautela”, tendo em conta por exemplo a idade média dos beneficiários.

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Memórias

Ontem voltou a fazer chantagem, desta vez sobre o Presidente da República.

E o Primeiro Ministro Costa lá se vai safando com o seu choradinho e as suas chantagens.

 

Há 4 anos Primeiro-Ministro fez chantagem sobre o Parlamento; Professores assinalam esse momento infame

 

3 de maio de 2019, 17:15 horas – Primeiro-Ministro António Costa, num ato de pura chantagem sobre a Assembleia da República, informa o país que o seu governo se demitirá, caso seja contado o tempo de serviço aos professores.

3 de maio de 2023, 17:15 horas – Professores e educadores assinalarão, junto à Assembleia da República (fundo da Escadaria Principal), esse ato de chantagem que constituiu um dos golpes mais torpes desferidos contra os profissionais docentes.

Este ato público, que se iniciará às 17:15 horas do próximo dia 3 de maio, terá os seguintes momentos:

– Excerto da declaração do Primeiro-Ministro, António Costa, proferida em 3 de maio de 2019;

– Demonstração, pelos próprios docentes, da situação de carreira em que se encontram comparada com a que teriam se o tempo de serviço lhes tivesse sido recuperado;

– Compromisso da FENPROF para com os professores de lutar pela recuperação plena do tempo de serviço dos professores, até ser recuperado o último dia cumprido.

 

 

Lisboa, 2 de maio de 2023

O Secretariado Nacional da FENPROF

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Concurso de docentes do ensino artístico especializado da música e da dança – Vagas

Entretanto os restantes professores aguardam a promulgação do Presidente da República para a abertura do concurso externo (com ou sem vinculação dinâmica).

E o humor do Presidente da República pode ter mudado, entretanto.

 

Concurso de docentes do ensino artístico especializado da música e da dança – Vagas

 

Aplicação disponível para os estabelecimentos de ensino, entre os dias 3 e 9 de maio de 2023 (18:00 horas de Portugal continental).

SIGRHE

Manual de Instruções – Concurso do ensino artístico especializado – Vagas 2023/2024

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O Galamba Fica

… assim temos governo por mais 15 dias.

E hoje o Antonio Costa não se cala na conferência ao País, e pela sua expressão deve querer sair o mais rápido possível de Primeiro Ministro.

 

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Greve de 5 a 11 de Maio (Provas de Aferição) Sem Serviços Mínimos

Pré-avisos de greve às Provas de Aferição 2023 (5 a 11 e 16 a 26 de maio)

 

O STOP ainda refere na sua página a seguinte nota:

Nota: Já foi constituído um colégio arbitral para determinar serviços mínimos para estas greves, até ao momento ainda não saiu a decisão.

 

No entanto o Blog já teve acesso ao acórdão do Colégio Arbitral e não foram decretados serviços mínimos para o período de 5 a 11 de Maio.

 

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O Ministro da Educação Também Devia ser Remodelado?

Tudo aponta que o governo proceda a uma remodelação do Governo e os nomes dos ministros que se falam que poderão sair são os que têm manchado a governação do PS.

António Galamba é o principal nome apontado para sair e dar lugar a uma mini remodelação do governo. Depois fala-se em Mariana da Silva.

Quem tem beneficiado com a saída de alguns Ministros e com a possibilidade de outros virem a sair é Fernando Medina que começa a ter o caminho aberto para a sucessão de António Costa.

Curiosamente, tudo isto começou com o convite de Fernando Medina a Alexandra Reis que a levou à pasta do tesouro, a tal amiga da sua mulher.

Não sei se um dia vamos descobrir que a eliminação de todos os putativos candidatos à liderança do PS foram eliminados um a um por uma estratégia maquiavélica de Fernando Medina.

Aproveitando a possível remodelação que aí deve vir, consideram que o Ministro da Educação devia ir na mesma leva, ou que se devia manter no cargo até nos devolver os 6A6M23D?

Outro Ministro poderia apaziguar os docentes? E se sim, quem?

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A inclusão pedagogicamente “assassina” – Alberto Veronesi & Susana Mendes

A inclusão pedagogicamente “assassina” – Alberto Veronesi & Susana Mendes

 

Chegou um mail à escola, dizendo que viria mais uma criança, desta feita nepalesa, para o primeiro ano do ensino básico. Sem mais. Depois veio a criança, com tudo.

Este tudo é bem pesado para os que têm da Educação uma visão personalista. Mas leve, leve, para os idiotas úteis que pariram o Decreto-Lei nº 54/2018.
Deixem, caro Leitor, que lhe apresentemos, sumariamente, a última criança que a nossa escola recebeu. Sim, o que vai ler a seguir não é ficção. Passa-se na nossa escola. Na escola onde já não sabemos se ensinamos, se nos arrastamos penosamente como escravos das idiotices pedagógicas portuguesas, as do século XXI.

No primeiro dia do seu “despejo” na escola, correu pelos corredores, rebolou no chão, bateu nas paredes e portas que encontrou, entrou pelas salas, atirou-se para o chão, gritou, chorou, mordeu e bateu em todos os professores e auxiliares que a queriam ajudar.

Atualmente, dois meses depois, promovidas as medidas que os burocratas de serviço vazaram no citado Decreto-Lei nº 54/2018, a aluna começa a estar “incluída”, “integrada”: anda desorientada nos recreios; não compreende, como é óbvio, uma palavra de português; não pede para ir à casa de banho; se a professora não adivinha, faz as suas necessidades onde está, tendo inclusive defecado no chão do recreio, à frente dos colegas; algumas vezes já urinou na sala de aula, à frente de todos; durante as aulas grita, risca, rasga, morde e come (literalmente, sim, come) o material de trabalho dela e dos colegas; quando não é atendida imediatamente, sai do seu lugar, agarra a professora e bate-lhe; quando consegue acabar alguma tarefa, rebola na cadeira e vai para debaixo da mesa; quando ouve barulhos externos à sala, sai espavorida, sem dar cavaco à professora; quando, na hora do lanche, vai comer, aquilo de que não gosta deita para o chão; não sabe lavar as mãos sozinha; ao almoço come com as mãos e, muitas vezes, coloca aquilo de que não gosta no prato dos outros.

Sim, caro Leitor, foi feito o que a lei consigna!

A pobre professora desta desgraçada aluna seguiu “by the book” as diligências previstas nos papéis molhados em vigor, referenciando a situação à Equipa Multidisciplinar de Apoio à Inclusão (EMAI). Após a observação, o correlato relatório disse: que a aluna deverá ter sempre um adulto a acompanhá-la na sala de aula, durante as refeições e em outros momentos em que se considere necessário; que deveria ser definido um espaço físico, preparado para isso (gabinete ou canto de uma sala com pouco movimento, com um tapete e umas almofadas) onde se poderia acolher a aluna em momentos de maiores alterações comportamentais, com o intuito de a estabilizar, sempre com o acompanhamento de um adulto.

Bonitas medidas.
O problema é que nada está a ser cumprido porque nada do requerido existe. Citando o outro, qual destas duas palavras não entende: nada existe!

Resta a pobre professora titular da turma, em galopante stress emocional.

Restam os outros 24 alunos, “excluídos” pela “inclusão” frustrada de uma aluna com PEA (perturbação de espectro de autismo).

E resta a irresponsabilidade de um ministro (esse, sim, pedagogicamente autista) e acólitos, que se pavoneiam demagogicamente com as porcarias que conceberam.

Observador

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Sócrates & Costa – Falhanço Político/Educação Falhada

SÓCRATES & COSTA

FALHANÇO POLÍTICO / EDUCAÇÃO FALHADA

 

Nota: Este é um texto eminentemente de análise factual política. Versa o pensamento e das palavras o sentimento e sofrimento sobre o colossal falhanço político de políticas educativas falhadas. Com a Educação e o Ensino em estrondoso colapso. Com Sócrates, o “animal feroz” & Costa, o “geringonceiro”. Ambos têm um “preconceito” contra a Educação e os professores. São exímios a provocar stress traumático aos professores.

Falamos de José Sócrates & António Costa; as duas faces da mesma política. Almas gémeas e génios do mal da Educação. Com os seus acólitos, Maria de Lurdes Rodrigues (MLR), Tiago Brandão Rodrigues e João Costa. A consonância dos camaradas socialistas anti EduProf. (abreviatura inventada de educadores e professores). Emoções cristalinas.

Entre os Governos Constitucionais, os XVII(I) com o “Chefe” Sócrates e os XXII(I) com o “Chefe” Costa, que venha o Diabo e escolha. Denominador comum – Os mesmos protagonistas; o mesmo PS (Partido Socialista); as maiorias absolutas; ministros da Educação “fantoche”; o objectivo comum da subserviência da intelectualidade;  o desinvestimento/poupança na Educação; a desvalorização da nobre profissão docente; o neoliberalismo labrego da escolaridade; modernas pedagogias e projectos duvidosos e sem assertividade; a escola laboratório de ensaios e experiências; impera a burocracia inquisidora, castigadora e castradora; o deslumbramento fundamentalista da treta e da tralha digital; a destruição do ECD (Estatuto da Carreira Docente); o verdugo e chicote da tutela/ME (Ministério da Educação) para domar os professores; a perseguição, infantilidade, teimosia, “mobbing/bullying” e vingança pelo tempo de serviço trabalhado, descontado e Roubado; os arautos da discriminação entre colegas; a brutalidade bruta e embrutecida da insensibilidade pelas reivindicações, direitos e razões dos professores;       a viciação do mal, da maldade, das reuniões secretas, da mentira compulsiva e manipuladora, da incompetência irresponsável, da reversão reversível da TAP, pública/privada, com “saneamentos”, indemnização milionária, paga Zé e o não assumir de culpas; os tiques anti-democráticos; o simbolismo de “figurinhas em forma de tiranetes”; o “incutir da intimidação e  do medo”; o pontapear da Democracia; a não prioridade, o desinteresse e empurrão da Educação para o precipício; fingir brincadeira e simulacro negocial; a desinformação e intoxicação da opinião pública; ilusionistas do “sucesso educativo” martelado; chefes de governo mentores da “guerrilha permanente” ME/Professorado; a destruição paulatina e o desastre irreparável da Educação, do Ensino e da Escola Pública; a condenação do futuro de Portugal; o modus operandi kafkiano; “políticos” menores com politiquices e sem estaleca de homens de Estado, enfeudados à cartilha ideológica e partidária, cuja acção “premeditada”, continuada e consumada vai corroendo a Democracia, a Liberdade e o Estado de Direito Democrático; a mais absoluta, total e abrangente falta de auto-crítica, emendar a mão e nobreza de carácter; a podridão da sucessão de casos gravíssimos e a inconsequência política; o Presidente da República Marcelo, com “medo insano” e que não dissolve a Assembleia da República/Parlamento (de recordar que, por muito menos, Jorge Sampaio demitiu Santana Lopes); a máquina publicitária partidária/governamental a todo o vapor, que já não funciona e tem efeito contrário em todos os portugueses com espírito crítico,  responsabilidade nacional patriótica e que exigem a sanidade e higiéne política do regime;   basta de desonestidade, falsidade, traição, toxicidade, alegos “assaltos de ministérios pelos (des)governantes inquilinos”,mentir, PCs  com segredos, acusações chocantes, fúria, escândalos e cenas de “pugilato”; é tempo de cair a máscara que finge; chega de miséria  humana e “bandidagem a fartar de vilanagem” que, no tempo determinado, o Povo e a História julgarão.

Sócrates & Costa, o Alfa e o Ómega, o Princípio e o Fim de políticas nefastas e horribilis para a Educação em Portugal. Fecha-se o círculo. Consumado está o “Pacto”. De tão confrangedor, dá pena, é merecedor de “estudo de caso”, tamanha incompetência, irresponsabilidade e acrimónia política para com os educadores e professores portugueses; artistas da política educativa “nulla remissio”. Pecado Sem Perdão!        

Sócrates & Costa completam-se, e têm  uma  NÃO PAIXÃO pela Educação!         

Carlos Calixto

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Para onde vai a presente Luta?

Para onde vai a presente Luta?

 

 

Dentro da Classe Docente, existe, há muitos anos, uma certa predisposição para a desagregação e para a fragmentação, plausivelmente originadas pelas diversas situações profissionais aí presentes…

Dentro da Classe Docente parecem coexistir muitas “formas de sentir” e profusas “facções”, que frequentemente desencadeiam “explosões de susceptibilidades”, pródigas amofinações, discórdias e conflitos de interesses, todos culminando na ausência de consensos…

O resultado mais óbvio do anterior, tem sido uma divisão insanável e permanente da Classe Docente…

A presente luta não conseguiu abolir essa falta de coesão, ainda que, aparentemente, a possa ter atenuado…

A solidariedade entre as partes que compõem a Classe Docente parece ser algo inalcançável, tal como também o será o acordo e a convergência de acções entre todas as estruturas sindicais que representam os Professores…

A presente luta parece ter chegado ao “ponto de marasmo” e a prova disso é o facto de, neste momento, ser muito difícil conseguir indicar uma escola ou um agrupamento onde sejam visíveis, ou se façam sentir, inequívocos efeitos de uma genuína contestação de Professores…

E quando alguma escola ou agrupamento sobressai por via de determinada forma de protesto, isso é invariavelmente interpretado como uma excepção e não como uma regra…

Como excepções também têm sido vistos os Professores que têm ousado desobedecer…

– As Greves parecem ter perdido adesão…

– As Manifestações, em número elevado, têm juntado milhares de Professores que, nesse contexto, dão visibilidade ao seu descontentamento, mas que no dia seguinte entram na sua escola e se mostram incapazes de desobedecer ao que quer que seja…

– Participa-se nas Manifestações, convive-se com os pares, registam-se esses momentos, publicando-se muitas fotografias nas redes sociais, e no dia seguinte volta-se à escola para obedecer escrupulosamente a todas as ordens e, até, em alguns casos, para voluntariamente, ir além das mesmas…

– No dia seguinte ao da Manifestação estarão todos novamente disponíveis para aceitar a infernal rotina, que consome e aprisiona, repetindo-se todos os automatismos comportamentais e todos os vícios de funcionamento…

– No dia seguinte ao da Manifestação, quando se entra na escola, recalca-se o pensamento crítico e a contestação, que darão novamente lugar à obediência e ao conformismo…

Que impacto terão essas Manifestações no alcance das pretensões docentes? Afinal, para que servem essas Manifestações?

Talvez sirvam como potenciais “catarses colectivas” ou como forma de “lavar as Almas”, partindo do princípio de que o espírito de comunhão ajudará a aliviar algumas tensões…

Mas depois das Manifestações tem sido assim:

– A Classe Docente parece continuar a acreditar que os resultados desejados por si aparecerão sem custos e sem sacrifícios pessoais, atribuindo a outros a responsabilidade por uma “solução mágica” dos seus problemas…

Mas esta luta só se tornará realmente séria e consequente quando cada um for capaz de assumir a sua quota-parte de responsabilidade pelas soluções dos problemas e os necessários sacrifícios pessoais e se acabarem com as “desculpas” para não desobedecer…

Para que alguma coisa, efectivamente, mude será necessária a coragem dos destemidos…

Cada Professor parece continuar a defender, primordialmente, os seus próprios interesses e só depois, muito depois, o bem comum…

Enquanto a visão for sectarista, assente no individualismo de pensar apenas em si próprio, não se chegará a lado nenhum…

E bastou, há pouco tempo atrás, o Governo ter anunciado o Diploma do novo regime de gestão e recrutamento de Professores, para se constactar de imediato essa desunião confrangedora..


(Imagem roubada da Internet, de autor desconhecido).

Estará esta luta perdida?

Com toda a honestidade, não sei se estará perdida, mas seguramente estará muito longe de ser ganha…

As principais estruturas sindicais, que supostamente representam os Professores, e que deveriam ter um papel decisivo na presente luta, parecem preferir continuar a acreditar e a defender que a “Terra é plana”:

– Supostamente, o próximo dia 6 de Junho “será um dia histórico, exceto se o governo não quiser que a tranquilidade volte às escolas”, pode ler-se no site oficial da FENPROF…

Mas alguém ainda acreditará que, até ao próximo dia 6 de Junho, o Governo possa ser acometido por uma epifania e retroceder nas suas perversas intenções?

Por outras palavras, e de modo absurdo, 6 de Junho de 2023 “será um dia histórico”, que antes de o ser já não o era…

Ou, então, a afirmação da FENPROF anteriormente citada, destina-se apenas ao “consumo interno” dessa estrutura sindical e não é para ser levada a sério, nem tida em consideração, pelos restantes receptores dessa mensagem…

No momento, dos últimos anos, em que a Classe Docente mais precisava de Sindicatos consentâneos com acções competentes e impávidas, as principais estruturas sindicais têm tido uma prestação lastimável, mostrando-se incapazes de corresponder às expectativas daqueles que representam…

Depois do fracasso evidente relativo às “rondas negociais” com a Tutela, incentivo e apoio jurídico disponibilizado aos Professores que pretendam desobedecer às insanidades e às injustiças decretadas pelo Ministério da Educação? Nada. Silêncio absoluto…

Muito “folclore”, presenças em simulacros de negociações e requerimentos, junto do Ministério da Educação, para novos simulacros de negociação, que não levam a lado nenhum? Com certeza. Muitos…

Parece que há, de facto, estruturas sindicais tão “convencionais”, tão “responsáveis” e tão “moderadas”, que jamais incentivarão ou praticarão qualquer desobediência ou ruptura face à Tutela…

E assim vai a luta…

(Paula Dias)

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Blogosfera – Anabela Magalhães

Escute os Professores, Senhor Presidente da República! E vete!

 

 

Quando nem os possíveis “beneficiários” estão de acordo com esta ignomínia… como é possível que primeira maioria absoluta do país se deixe enrolar nas trapalhadas do desgoverno vergonhoso?!!!

Aqui lhe deixo um último apelo – Escute os Professores, Senhor Presidente da República! E vete!

 

 

 

Nota minha: Infelizmente acho que a promulgação já foi feita e enviada para publicação em Diário da República.

 

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A Recuperação dos 6A6M23D Custaria Apenas 236 Milhões

Hoje resolvi fazer um estudo rápido sobre os custos BRUTOS para o estado com a recuperação integral dos 6A6M23D.

Usei os dados que o Jornal Publico noticiou aqui, com o número de docentes por escalão em Dezembro de 2022 e apliquei os 6A6M23D a estes docentes com os valores de vencimento a 2022 para a comparação ser nos mesmos valores.

A tabela tem  os valores brutos, que como todos sabemos são depois aplicados descontos para o IRS e para a CGA/SS.

A injeção de dinheiro na TAP daria para pagar a recuperação dos 6A6M23D a todos os professores nos próximos 15 a 20 anos e garantidamente o governo passaria por menos vergonhas do que aquelas que tem passado.

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Vencimentos 2023 (Atualizado)

O IGEFE publicou ontem o Aditamento à Nota Informativa n.º 1 sobre as remunerações, com a entrada em vigor das atualizações salariais.

As atualizações salariais do Decreto-Lei n.º 26-B/2023, de 18 de abril tem efeitos ao dia 1 de janeiro de 2023, e os aumentos entre janeiro e abril de 2023, para efeitos de IRS, estão dispensados de retenção na fonte.

 

 

 

 

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Marcelo Vai Aprovar Diploma de Concursos Para Não Prejudicar 8 Mil Professores

…também disse que há muitas páginas por escrever sobre a JUSTA recuperação do tempo de serviço.

 

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Pela Primeira Vez o Concurso Externo Vai Abrir em MAIO!!!

Já no dia 18 de abril tinha publicado um artigo com as datas de abertura do concurso desde o ano 2015, no entanto também tenho as datas anteriores a 2015 e nunca aconteceu que o concurso tenha tido início apenas durante o mês de Maio.

Este ano isso é garantido, visto que estamos em fim de semana e o dia 1 de maio é feriado, pelo que só depois do dia 2 de maio é que pode ter início a publicação do aviso de abertura do concurso para se dar início à primeira fase do concurso que para além de integrar no quadro 2401 docentes irá ordenar os candidatos à contratação inicial.

Em média, nestes últimos 8 anos, passaram 42 dias entre o início da candidatura e a publicação das listas provisórias, pelo que se apontar esta média as listas provisórias serão apenas publicadas  em meados de junho. Após a publicação das listas provisórias passaram também em média 60 dias para as mesmas se tornarem definitivas, o que irá apontar para meados de agosto a data de publicação das listas definitivas do concurso externo.

Como poderão facilmente imaginar apenas no mês de agosto deverão ser as preferências para a contratação inicial e para a mobilidade interna, sendo mesmo impossível que se conheçam as colocações em meados de agosto como nos quatro anos anteriores.

E por muito que a DGAE queira antecipar estas datas será muito difícil que aconteça, pois existem prazos legais que têm de ser cumpridos com as reclamações e com os recursos hierárquicos.

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Comparação das Vagas Abertas com as Previsões do Blog, por Grupo e QZP

Em 17 de Setembro de 2022 apuramos 2.346 vagas a abrir em 2023 na Norma Travão.

Foram abertas 2401 vagas, pelo que erramos apenas por 55 vagas.

Neste quadro fazemos a comparação por grupo de recrutamento e QZP com a diferença das vagas reais e das que previmos na altura.

Acertamos em 98% das nossas previsões, o que demonstra mais uma vez a qualidade dos nossos estudos.

Abrir aqui o mesmo quadro em pdf

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2.º Conjunto de Email de Encarregados de Educação Que Não Enviam os Filhos às Provas de Aferição

Chegaram-me mais uma série de emails de Encarregados de Educação (em que alguns deles também são Professor@s) dizendo que não vão enviar os seus educandos para a realização das provas de aferição.

Não consigo perceber se esta tendência tem vindo a generalizar-se, mas parece que existe um enorme descontentamento na realização desta provas em suporte on-line, em especial junto das crianças mais jovens (2.º e 5.º ano).

 

 

Estou a pensar seriamente em não permitir que o meu filho as faça. Anda no 2 ano.

Os motivos são simples: a não necessidade em sujeitar crianças a esta pressão, a não aferição do que cada um sabe ou não ( bem sabemos o que não se consegue fazer quando se está nervoso /a), a imaturidade perante esta situação, a dificuldade em usar corretamente um teclado de computador (ainda estão a aprender a escrever, processo que não se finaliza num ou dois anos), as consequências futuras quando estiver na mesma posição ( inevitavelmente ficará sempre nervoso, ansioso…), o que o poderá prejudicar a nível académico.É caso para dizer “não há necessidade”.

Cristiana Gonçalves

 

 

 

Sou professora do 1 ciclo e mãe de uma menina que frequenta o 2° ano.
Como é óbvio, sou totalmente contra esta tontice em torno das provas.
A minha filha não irá fazer. Também, na turma dela, de 20 alunos, não irão pelo menos 12.
Tal como eu, os respetivos EE não concordam com esta atrocidade.

Susana Alves

 

 

A minha filha não fará as provas de aferição. Enquanto mãe e professora acho que estas provas não refletem o que é trabalhado no dia a dia dos nossos alunos; e vão expor alunos muito pequenos a frustrações desnecessárias, sem qualquer efeito prático.

Andreia Reis

 

Corroborando em pleno com as palavras da Andreia, como mãe e professora, também já tomei a decisão de que, o Bernardo não fará as Provas de Aferição.

Ana Batista

 

 

 

A minha filha não fará as provas.
Frequenta o 5o ano.
Discordo profundamente da aplicação das provas de aferição, muito mais realizadas em computador. A minha filha não tem computador e não me parece razoável “treinar” alunos tão pequenos em meia dúzia de dias. É um fator de stress e ansiedade perfeitamente desnecessário.
O ME mente quando diz que há recursos para esta mudança abrupta; não há.
Convido-o a visitar as escolas deste País, a maioria sem condições mínimas de conforto e condições de trabalho, para Professores e Alunos. Escolas onde os computadores estão completamente obsoletos e a Internet é péssima.

Ana Isabel Marques

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Porque cada vez há menos professores disponíveis para aceitarem as colocações…

Levantamento das penalidades aplicadas nos termos do art.º 18.º e do art.º 44.º

 

Exmo/a Sr/a Diretor/a / Presidente da CAP,

Informa-se que as penalidades aplicadas nos termos do art.º 18.º e do art.º 44.º, do Decreto-Lei n.º 132/2012, de 27 de junho, na redação em vigor, se consideram levantadas para os devidos efeitos, no âmbito do Concurso de Contratação de Escola.

Com os melhores cumprimentos,

A Subdiretora-Geral da Administração Escolar

Joana Gião

 

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A diferença na luta dos professores

Participei pela primeira vez, na terça-feira, por compromisso com a escola pública e por
imperativo de consciência, na “descida da avenida”. E, de facto, pude comprovar que descer a
Avenida da Liberdade no dia 25 de abril é literal e metaforicamente uma satisfação muito grande
para qualquer democrata, sobretudo neste tempo em que valores democráticos, como a
liberdade, a igualdade, a verdade e a transparência, estão a ser tão delapidados. Até por aqueles
que mais tinham obrigação de os defender. Mas nesse dia desfilaram na avenida muitos grupos
de cidadãos, e ainda bem, com as mais diversas motivações, incluindo muitas associações
sindicais e profissionais de diferentes setores públicos e privados.

No entanto, há uma diferença assinalável entre a atual luta dos professores e todas as outras
lutas que se fizeram representar na descida da avenida. Essa diferença é a exigência de
recuperarmos os 6 anos, 6 meses e 23 dias que António Costa, Mário Centeno e Tiago Rodrigues
nos roubaram em 2018, através da habilidosa e cínica fórmula de descongelamento dos 10 anos
tempo de serviço efetivamente prestado pelos professores portugueses nas escolas públicas do
nosso país.

A realidade é que as outras reivindicações dos professores, todas elas justas e necessárias a uma
escola pública mais democrática e com mais qualidade, se podem agregar na expressão “luta por
melhores condições de trabalho”. Neste sentido, há um significativo número de reivindicações
dos professores que se comparam com reivindicações de profissionais de outras áreas, que
também lutam por “melhores condições de trabalho”. E ainda bem que estamos todos em luta,
já que a política de “contas certas” e de “austeridade disfarçada” deste governo, à custa de
colossais cativações na Educação e na Saúde, por exemplo, e de uma colossal carga de impostos
sobre o setor privado, que esmaga as micro, pequenas e médias empresas, é uma vilania. Todos
temos, portanto, o dever de lutar por um Portugal melhor e o direito a manifestar a nossa
“indignação”.

Ora, a recuperação do tempo de serviço trabalhado pelos professores e que nos foi roubado em
2018 não é, como referi, apenas mais uma reivindicação dos professores do conjunto de
reivindicações por “melhores condições de trabalho”. Esta reivindicação é intocável para os
professores porque representa a restituição de muito dinheiro que nos está a ser roubado, a nós
e aos nossos filhos e filhas, desde 2018. E que nos continuará a ser roubado a todos, até ao fim
dos nossos dias, se esta infame e cobarde injustiça não tiver quem a resolva. Sem esses seis anos
e meio, todos os professores estão a ganhar muito menos do que o que deviam e terão reformas
muito inferiores àquelas a que teriam direito. Dependendo dos casos, nomeadamente o escalão
em que se encontrava em 2018 e, claro, a sua longevidade, cada professor pode ter um corte de
30, 40 ou 50 mil euros nos seus rendimentos até ao final dos seus dias. É muito dinheiro para
roubar a um trabalhador. Claro que comparado com os montantes envolvidos na TAP (3200
milhões de verbas públicas injetadas, 500 mil euros para apenas uma indemnização, mais de 55
milhões oferecidos a um senhor americano, etc…), isto parece pouco dinheiro. Mas, para quem
vive honestamente apenas do seu salário, como acontece com a esmagadora maioria dos
professores, é muito dinheiro. É muita qualidade de vida roubada às nossas famílias.

Por tudo isto é que a luta pelos 6 anos, 6 meses e 23 dias não é apenas mais uma reivindicação.
Como vi num magnífico cartaz no dia 25 de abril, a descer a avenida, esta revindicação traduz
uma questão da mais elementar justiça: “Só queremos o que é nosso! 6.6.23”. Se fôssemos
governados por gente com a estrutura e a honestidade intelectual que se deve exigir a um
governante, esta questão já estaria resolvia há muito tempo… Infelizmente, o Primeiro Ministro
tem mentido repetidamente sobre este assunto. É mentira que a restituição do que ele (António
Costa) nos roubou custe 1300 milhões de euros. É mentira que essa nossa reivindicação ponha
em perigo a sustentabilidade das constas públicas. É mentira que que a recuperação desse
tempo de serviço nos coloque em situação de privilégio em relação a todas as outras carreiras
da função pública. Infelizmente, o Ministro da Educação, este como o anterior, não tem peso
político, isto é, não tem relevância política dentro do governo. Não tem, pelo menos, voz
suficiente para impor uma solução para este problema, que ele sabe que é justa e necessária.
Infelizmente, o Presidente da República nunca mais larga o papel de comentador político e, por
isso, nunca mais assume o seu papel de garante do “normal funcionamento das instituições”. O
“normal funcionamento das instituições”, Sr. Presidente da República”, impunha que este
governo, que nas palavras de um ex-ministro é uma “pessoa de bem”, pagasse o que deve aos
professores.

“Nós só queremos o que é nosso. 6.6.23”. Obrigado, Paula Sanches, pelo teu cartaz de enorme simplicidade, concisão e clareza!

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Momento de Humor

… realizado por um colega do Agrupamento de Escolas Dr. Mário Fonseca, em Lousada.

 

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Provas de aferição com recurso a computadores portáteis. E se avariarem?

Provas de aferição com recurso a computadores portáteis. E se avariarem?

 

Provas do 2.º, 5.º e 8.º anos de escolaridade passarão a ser feitas nos computadores providenciados pelo Ministério da Educação, mas eventuais avarias terão de ser acauteladas pelos pais. Diretores de escolas também se mostram preocupados com riscos de falhas informáticas, que terão de ser acauteladas pelos próprios professores.

Este ano, as provas de aferição vão ser muito diferentes do habitual. Pela primeira vez, os alunos do 2.º, 5.º e 8.º anos vão realizar as provas em plataformas digitais, ou seja, através dos computadores portáteis escolares.

Para o mesmo teste, as escolas vão poder dividir os estudantes em dois turnos. Os alunos devem usar os portáteis pessoais que foram entregues pelo Ministério da Educação, mas também podem usar os computadores das bibliotecas e salas de informática das escolas.

As provas podem ser feitas online ou offline, para evitar que os alunos sejam afetados por falhas de rede. Caso sejam feitos sem ligação à rede, será necessário descarregar os enunciados antes do início das provas.

Todos os alunos têm portáteis aptos para os exames?

Nem todos. Há pais que se recusam a aceitar os equipamentos, porque não se querem responsabilizar em caso de avarias.

Mas as escolas não se responsabilizam por eventuais danos?

Os prazos de garantia dos dispositivos que foram entregues aos alunos em 2021 estão prestes a terminar e terão de ser os pais a lidar com os custos das reparações.

Para resolver este problema, o presidente Associação Nacional de Diretores de Agrupamentos de Escolas Públicas (ANDAEP), Filinto Lima, sugere que o seguro escolar passe a cobrir o uso dos portáteis escolares.

Uma medida que, segundo o mesmo, já foi proposta ao Ministério da Educação.

Os riscos de eventuais falhas informáticas estão acautelados?

Não exatamente. À Renascença, Filinto Lima explica que existe um manual de procedimentos enviado pelo Governo às escolas.

No entanto, o presidente da ANDAEP avisa que é impossível que haja professores capazes de dar apoio informático em todas as escolas.

Os alunos estão preparados para fazerem as provas em computadores?

É uma dúvida dos diretores de escolas, que expressam preocupação com os alunos do 2.º ano, mais especificamente.

Segundo Filinto Lima, as crianças entre os seis e os sete anos ainda estão a aprender a escrever e a desenvolver a caligrafia, pelo que deveriam realizar provas escritas.

 

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Relatos de EE Que Não Vão Enviar os Filhos para as Provas de Aferição

Ao longo do dia de hoje chegaram-me inúmeros relatos de Encarregados de Educação que optaram por não enviar os filhos à escola para a realização das Provas de Aferição.

Como as provas de aferição não têm qualquer influência nos resultados dos alunos e em muitos casos os pais sabem que para os seus filhos estas provas são mais um momento de perturbação na rotina escolar dos seus filhos, é normal que cada vez mais pais optem por esta solução.

Os relatos que me chegaram estão perfeitamente identificados e como tal deixo-os tal como me chegaram.

 

Sou mãe, encarregada de educação e professora.
Tenho uma filha a frequentar o 5 ano e não vai fazer nenhuma das Provas.
Comuniquei isso na reunião de entrega das avaliações do segundo período e esclareci os restantes pais para a inutilidade das mesmas.
Ao dispor
Anabela Sousa
O meu filho não vai fazer porque este ME desconsidera, de uma forma aberrante, os professores.
Acrescento que estas provas de aferição em formato digital sem haver um acompanhamento sério prévio com tempo e com várias sessões de experimentação, (como por exemplo fichas realizadas nesses moldes) só vai criar stress desnecessário! Coisas feitas em cima do joelho só para mostrar serviço não correm bem! Ou seja, estes alunos estão a ser usados como cobaias, para o ME atingir os seus objetivos, quem nem se sabe bem quais são! Qual o motivo disto ser tudo feito à pressa? Os fins não justificam os meios! Para além disso, independentemente das PA serem ou não em papel, para quem servem? Visto não terem qualquer peso na avaliação final e os alunos já terem um ano letivo em cima, onde já foram avaliados de forma contínua, para que sujeita-los a isto? Miúdo que já estão cansados, saturados, a precisar de descansar!
Ruth Sá
Quando nos apercebemos, cá em casa, de que efetivamente as Provas de Aferição deste ano iriam ser feitas por computador, ponderamos o assunto, e avisamos a Professora de que o nosso filho (que frequenta o 2.º ano) não iria participar.
Não porque temessemos os feitos da ansiedade ou qualquer stress adicional, mas porque não vemos qualquer benefício ou utilidade em aferir conhecimentos de crianças tão pequenas via computador.
Mais, fizemo-lo antecipadamente, já para tentar evitar o que entendemos como todas as perdas associadas à preparação deste novo modelo de Provas…
1) não queremos que ele desperdice minutos da aula a ser treinado para escrever num computador (ao invés, preferimos que treine a caligrafia);
2) não queremos que ele nos peça o computador para treinar com o teclado em casa, com receio de fazer má figura (antes corra e brinque livremente lá fora);
3)  e não queremos que a Escola desperdice tempo, energia e recursos em organizar algo que não serve minimamente alunos tão novos (seria tão melhor organizarem atividades e visitas de estudo!);
Já foi constrangedor ter de explicar ao meu filho o quão importante é aprender a ler e a escrever bem, apesar de existirem vídeos tutoriais para ensinar coisas, o Google permitir pesquisas por voz e já existirem programas de computador que escrevem automaticamente como se fosse um ditado (tudo argumentos dele…)
E vem agora o Ministério da Educação colocar crianças de 7 anos a responder por computador, colocando em causa os nosso argumentos?
Com que fundamento? (Se até as neurociências o refutam..)
Assim, enquanto pais e encarregados de educação, recusamo-nos a colaborar com estas Provas
Vemo-las apenas como uma forma camuflada de condicionar e incentivar à aprendizagem e avaliação de míudos via computador. (Talvez para mitigar uma futura falta de Professores quem sabe…)
E eles terão mais do que tempo para isso.
Olívia e Carlos Santos
A minha filha começou a mostrar muita ansiedade pela realização das PA digitais. Penso que se fossem em suporte papel ela iria encará-las como um teste de avaliação. Neste momento, quando se fala do assunto começa logo a dizer que o computador pode falhar, que ela pode não conseguir responder a tempo… como tal, a decisão foi tomada: não irá à escola nestes dias!
Não acho pertinente a realização destas provas e acima de tudo devo zelar pelo bem-estar da minha filha, já que o Estado não pensa no que sentem crianças do 2° ano perante estas situações.
Vanessa Monteiro
A minha filha anda no 5 ano e ainda não lhe foi atribuído computador. Por este facto e, por considerar que uma prova de aferição sem os alunos durante todo ano letivo não fazerem qualquer exercício em formato digital nas disciplinas a avaliar, a minha filha não irá realizar as ditas provas
Um abraço,
Eduarda Adriano
As minhas filhas não vão comparecer nas Provas de 5 e 8 ano. Enquanto mãe não concordo e como Professora é melhor nem dizer o que me vai na alma!
Obrigada
Eduarda Ribeiro

 

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O Aniversário do PS no Porto

Milhares de pessoas gritam “demissão” no Porto ao som de apitos e com cravos vermelhos

 

Marcha de protesto de professores “Todos por Portugal”

 

Apupado por manifestantes, Costa pede respeito pela “vontade popular”

 

“Costa escuta, o povo está na rua”. Professores (e não só) fazem-se ouvir junto à festa do PS no Porto

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Santana Castilho Comenta a Manifestação de Hoje no Porto

“Primeiro-ministro não presta absolutamente nenhuma atenção à Educação”

 

 

Santana Castilho comenta novo protesto dos professores. Desta feita, no Porto, marcado por uma marcha que vai terminar junto à festa dos 50 anos do PS.

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Portugal é Mesmo um País Miserável

Por aqui temos um aumento de 1%, a contabilização de todo o tempo de serviço docente que representaria uma subida de 1 escalão e meio na carreira docente, que poderia representar no máximo uns 100€ e lá fora acontece isto:

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Prevê-se um Final de Ano Complicado

Governo garante serviços mínimos nos exames nacionais após ameaça de greve dos professores

 

O ministro da Educação quer tranquilizar alunos e professores em relação às provas que se aproximam. João Costa diz ainda que o Governo tem tentado ir ao encontro das exigências dos docentes.

 

O Ministro da Educação garante que serão decretados serviços mínimos caso os professores avancem com uma paralisação durante os exames nacionais. João Costa diz ainda que o Governo tem apresentado propostas que se aproximam das posições dos docentes.

 

“Temos vindo a apresentar inúmeras propostas, muitas delas que se aproximam das posições dos professores”, afirmou este sábado o ministro da Educação.

 

João Costa diz que o Governo apresentou às organizações sindicais uma proposta para introduzir “fatores de aceleração da carreira” aos professores que tiveram as suas carreiras congeladas durante todo o período em que não houve progressões.

De acordo com o ministro, esta proposta consagra duas possibilidades: “através da recuperação do tempo em que estiveram a aguardar vagas para progressão de escalão” ou “através da isenção de vagas para aqueles que ainda não passaram por essas etapas na carreira”.

João Costa assinalou que esta proposta “permitirá que estes professores consigam chegar aos escalões mais altos da carreira”, o que estaria inviabilizado em propostas e circunstâncias anteriores.

 

“É a resposta possível e sustentável do Governo para uma reclamação dos professores sobre o tempo de serviço”, acrescentou.

 

O responsável pela pasta da Educação disse que o Governo não consegue dar resposta a todas as reivindicações dos professores – que considerou legítimas -, mas que têm sido dados “passos para, pelo menos, mitigar o que foi esse efeito do período de congelamento”.

A reunião de quinta-feira entre Ministério da Educação e sindicatos terminou sem acordo e com os professores a ameaçar continuar com greves até aos exames nacionais caso a tutela recuse recuperar todo o tempo de serviço congelado.

Sem acordo, os sindicatos prometem continuar a lutar e ameaçam com novos protestos, além da greve por distritos que está a decorrer desde segunda-feira e vai terminar em 12 de maio em Lisboa.

 

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Fenprof “marca” data para acordo

Fenprof “marca” data para acordo

 

Como se previa, a reunião negocial desta quinta-feira terminou sem acordo, com os sindicatos de professores a reiterarem que este só será possível se contemplar a recuperação do tempo de serviço congelado (faltam devolver seis anos, seis meses e 23 dias).

Em comunicado enviado à comunicação social, nesta sexta-feira, a Fenprof fez saber que propôs ao ministro da Educação que assine um acordo com os sindicatos no dia 6 de Junho, estipulando que a recuperação do tempo de serviço será feita até ao final da legislatura, “de acordo com as seguintes parcelas: 2024 – 798 dias; 2025 – 798 dias; 2026 – 797 dias”. E que, também até final de legislatura, “o número de vagas a abrir em cada ano seja igual ao de candidatos à progressão aos 5.º e 7.º escalões, primeiro passo para a eliminação do regime de vagas”.

Pelo facto de a progressão a estes escalões estar dependente da abertura de vagas pelo Governo, têm ficado de fora, todos os anos, mais de metade dos professores com requisitos para progredir.

Para o dia 6 de Junho, que grafado deste modo 06/06/23 coincide com o tempo a recuperar pelos professores, está prevista uma greve nacional de professores e duas manifestações, uma no Porto e outra em Lisboa. A Fenprof juntou-lhe agora o desafio que lançou a João Costa: transforme este dia “numa data histórica para os professores”.

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Amanhã (no Porto) É Dia de Cantar os Parabéns ao PS

No próximo dia 23 de abril, irá realizar-se a «MARCHA TODOS POR PORTUGAL», na cidade do Porto.

Esta Marcha é iniciativa de um grupo de Profissionais de Educação do Norte, que pretende chamar a atenção para as políticas erradas e prepotentes do Governo de Portugal, que se tem mostrado alheio à nossa luta e, nesse mesmo dia, se encontrará em festa, comemorando os 50 anos do Partido Socialista, no Pavilhão Rosa Mota – Super Bock Arena (Palácio de Cristal), nesta cidade, contando com a presença do Primeiro Ministro de Portugal e secretário-geral do PS, António Costa, do Presidente da Internacional Socialista e líder do PSOE, Pedro Sanchez, e do Presidente do Partido Socialista Europeu, Stefan Löfven.

Vamos manifestar-nos na grande festa do PS, mostrando que PORTUGAL não se encontra em festa!

As famílias têm vivido com grandes dificuldades financeiras, devido à subida das despesas com a habitação, a alimentação, os transportes, a saúde, etc. As lutas e manifestações de professores, médicos, enfermeiros, funcionários judiciais, agricultores, maquinistas e muitos outros têm mostrado o grande descontentamento que hoje se vive em Portugal. Por isso, querem juntar-se à “festa”.

O governo perdeu a razão e está a votar os portugueses ao empobrecimento.

Chegou a hora de nos unirmos e dizer aos nossos governantes: BASTA!

Esta marcha conta com a presença de organizações de vários setores, económico, social, cultural, ambiental, e apela à participação da sociedade civil.

A Marcha sairá da Rotunda da Boavista, às 14:00 horas, seguindo pela Rua Júlio Dinis, e terminará junto aos jardins do Palácio de Cristal.

Vamos mostrar o nosso descontentamento com as políticas do (des)governo.
Vamos fazer uma grande manifestação no NORTE DE PORTUGAL, ANTECIPANDO O 25 DE ABRIL, e mostrando a força dos portugueses.

Unidos, somos muito mais fortes!

 

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Hoje às 18:23 – “Assalto ao Aeroporto”

“Assalto ao Aeroporto”. Professores levam manifestação até aos turistas

 

Depois de uma marcha na Ponte 25 de ​​​​​​​Abril, os docentes vão agora ocupar os aeroportos de Lisboa, Porto e Faro e alertar os turistas para os problemas no setor da educação.

Um mês depois de ocuparem os acessos pedonais da Ponte 25 de Abril como forma de protesto, os professores vão este sábado reunir-se nos aeroportos portugueses para uma manifestação que promete alertar os turistas para os problemas na educação do país.

 

Alguns dos postais a serem entregues a quem entra no Aeroporto Francisco Sá Carneiro.

 

 

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FNE Entrega Bandeiras pelas Educação

 

 

 

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Ainda Há um Caminho Mais Simples

… que é os pais optarem por não enviar os filhos à escola nos dias das provas, em especial os pais dos alunos do 2.º ano.

 

Já há professores a pedir “escusa de responsabilidade” pelas provas digitais

 

Provas de aferição do ensino básico serão todas em formato digital, mesmo as destinadas a alunos de sete anos. Directores podem decidir pela sua não realização, desde que com razões fundamentadas.

 

A obrigação de as provas de aferição serem todas em formato digital está a levar professores a solicitarem aos seus directores que optem por não realizá-las, uma possibilidade prevista na lei, avançando com uma declaração de “escusa de responsabilidade” caso este apelo não seja tido em conta.

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Saiu o Guia para a Realização das Provas de Aferição 2023

Encontra-se na área reservada às escolas, no site da DGE.

 

 

 

Mas o estado ofereceu algum rato aos alunos????

 

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