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O Que Já Sabemos e Vai Ser Aprovado Amanhã em Conselho de Ministros

Professores com tempo a recuperar não estarão sujeitos a vagas para aceder ao 5.º e 7.º escalões

 

Professores com tempo a recuperar não estarão sujeitos a vagas para aceder ao 5.º e 7.º escalões
Docentes nos últimos escalões da carreira vão duplicar quando a devolução do tempo de serviço estiver concluída. Diploma vai prever fim das vagas aos 5.º e 7.º escalões para estes professores.

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345 Docentes Aposentados em Agosto

De acordo com a lista de aposentados e reformados a partir de 1 de agosto de 2024 passam à situação de aposentação pela CGA mais 345 docentes da rede pública do MECI.

Muito docentes aguardaram pelo fim do ano letivo para meterem os papeis da reforma e é muito provável que nas próximas listagens o valor mensal aumente substancialmente. A não ser que a ilusão dos 700€ ilíquidos mensais possam ser um chamariz para alguns.

 

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Audição do Ministro da Educação, Ciência e Inovação

Audição do Ministro da Educação, Ciência e Inovação

 

Audição do Ministro da Educação, Ciência e Inovação, sobre política geral do ministério e sobre o dever de reporte das escolas face a suspeita de violência sobre crianças (requerimento do LIVRE)

 

Membros do Governo Ouvidos

Fernando Alexandre(Ministro da Educação, Ciência e Inovação) Alexandre Homem Cristo(Secretário de Estado Adjunto e da Educação) Pedro Dantas da Cunha(Secretário de Estado da Administração e Inovação Educativa) Ana Paiva(Secretária de Estado da Ciência)

Documentos associados à audição
Apresentação Powerpoint [formato PDF]
Requerimento L [formato PDF]

 

 

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Amanhã em Conselho de Ministros…

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Hoje a DGAE Está Assim

E não é problema do vosso computador ou do Umbrella.

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Se Isto É Um Desígnio

Estamos muito mal na definição das prioridades na educação.

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A Medicina do Trabalho Será Regulamentada em 2024/2025

Depois de alguns debates em torno do tema da Medicina do Trabalho, que levou mesmo à criação da AJDF – Associação Jurídica pelos Direitos Fundamentais, que já fez inúmeras reuniões on-line, a DGESTE prepara para 2024/2025 a resolução da questão das consultas de medicina do trabalho e da regulação dos trabalhos moderados.

Esta informação foi transmitida pelo MECI na reunião com os diretores da zona norte na reunião de dia 9 de julho de 2024.

De acordo com o lema da associação A lei é dura, mas é a lei”.

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Metade dos alunos do 9.º ano obteve nota negativa na prova final de Matemática

Metade dos alunos do 9.º ano obteve nota negativa na prova final de Matemática

 

Segundo uma nota do Júri Nacional de Exames, na prova de Português, em contrapartida, a maioria dos alunos (76%) obteve nota positiva, igual ou acima dos 50%.

Metade dos alunos do 9.º ano de escolaridade que realizaram este ano a prova final de Matemática obteve nota negativa, inferior a 50%, divulgou esta segunda-feira o Júri Nacional de Exames (JNE).

Segundo uma nota do JNE, na prova de Português, em contrapartida, a maioria dos alunos (76%) obteve nota positiva, igual ou acima dos 50%.

Ao todo realizaram-se na primeira fase, que decorreu entre 12 e 17 junho, 197.075 provas finais do 3º ciclo do ensino básico, das quais 94.002 a Matemática e 92.142 a Português.

A média dos exames de Matemática e Português foi de 51 e 59 pontos, respetivamente, numa escala de 0 a 100.

Face a 2023, a média das provas de Português desceu dois pontos, enquanto a da Matemática subiu oito pontos.

O JNE ressalva, no entanto, numa referência ao exame de Matemática, que “o facto de as provas da mesma disciplina não serem comparáveis entre anos letivos não permite concluir que o desempenho dos alunos tenha melhorado”.

Estas estatísticas apenas incluem dados das provas de Português e Matemática efetuadas pela generalidade dos alunos, não englobando os estudantes com necessidades educativas especiais ou que têm o Português como língua não materna.

As provas finais do 9.º ano do ensino básico, que em 2024 ainda se realizaram em formato papel, com exceção dos exames de Português Língua Segunda para alunos com surdez severa a profunda, foram feitas em 1.219 escolas em Portugal e no estrangeiro (com currículo português).

Os exames, que têm um peso de 30% na nota final, foram avaliados por 4.874 professores, sendo que cerca de 10 mil docentes estiveram envolvidos na vigilância das provas.

O JNE salienta que as provas decorreram “com a normalidade requerida, sem problemas de maior”.

A primeira fase é obrigatória para todos os alunos internos que reuniam as condições de admissão.

 

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Calendário do Concurso 2024/2025 (Quase Final)

O Ministério da Educação na reunião de hoje com os Diretores da Zona Norte do País apresentou quase todas as datas em falta do concurso 2024/2025, com exceção do dia em que as listas do concurso Interno/Externo vão ser publicadas, a não ser referir que esta semana são publicadas, ora hoje é segunda-feira.

Como irá haver nova reunião com diretores em outras zonas do país no dia 12, e nesta reunião estão presentes todas as estruturas do MECI com os respectivos dirigente responsáveis, continuo a achar que deve ser antes de dia 12 e a minha aposta continua a ser o dia 10.

Ficamos também a saber que o resultado das Mobilidades irão sair apenas depois das colocações da Mobilidade Interna. Foi dito que esta situação irá permitir aos docentes optarem pela colocação em resultado do concurso ou da própria Mobilidade.

Deixo a vermelho interrogado as datas que carecem de confirmação.

 

 

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Calendário das Necessidades Temporárias

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Há cada vez mais alunos com seis anos no pré-escolar

Há cada vez mais alunos com seis anos no pré-escolar

 

Nos últimos cinco anos letivos, o número de crianças com seis anos a frequentar o ensino pré-escolar tem subido progressivamente. Educadores, pais e professores alertam para as consequências da entrada com cinco anos no 1.º ciclo.

 

Nos últimos cinco anos letivos (de 2019-2020 a 2023-2024) o número de crianças chamadas condicionais tem vindo a baixar e, consequentemente, o número de alunos com seis anos na Educação Pré-Escolar (EPE) tem aumentado. São consideradas condicionais as crianças que nasçam entre 16 de setembro e 31 de dezembro e a sua admissão no 1.º ano fica sujeita à existência de vagas e à vontade dos pais/encarregados de educação.

O Ministério da Educação (ME) forneceu ao Diário de Notícias os dados mais recentes sobre as crianças condicionais. Em 2019/20, estavam na EPE 47 481 crianças com cinco anos de idade a 31 de dezembro e 8141 com seis anos. O ano letivo passado estavam a frequentar a EPE 55 490 com cinco anos a 31 de dezembro e 12 253 com seis anos. “Estes dados mostram que há mais alunos com seis anos na EPE, o que pode explicar o menor número de crianças com cinco anos no 1.º ano registado nos últimos anos”, explica o ME.

 

Continua aqui 

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Mais 15 Dias à Espera…

Plano de recuperação de aprendizagens apresentado nos próximos 15 dias

 

O ministro da Educação, Ciência e Inovação, Fernando Alexandre, anunciou hoje que vai ser apresentado, nos próximos 15 dias, um plano de recuperação de aprendizagens, para atuar sobre os efeitos “muito negativos” que a pandemia teve na educação.

Nós vamos, em breve, anunciar um programa de recuperação das aprendizagens, precisamente porque sabemos que esses efeitos [da pandemia] são persistentes. Por isso, temos que atuar sobre eles e tentar recuperar o máximo das aprendizagens perdidas”, referiu.

À margem da inauguração da UC Factory Lab, uma unidade da Universidade de Coimbra que reproduz o ambiente de uma fábrica moderna, o governante informou que o plano de recuperação de aprendizagens para os ensinos básico e secundário será dado a conhecer “nos próximos 15 dias”.

De acordo com Fernando Alexandre, os resultados hoje conhecidos do estudo “As mudanças nas políticas de acesso ao ensino superior durante a covid-19: Impacto na equidade”, promovido pelo Edulog, o ‘think tank’ para a Educação da Fundação Belmiro de Azevedo, demonstram os “efeitos muito negativos” da pandemia na área da educação.

“Os resultados desse estudo mostram que esses efeitos se estão a sentir no ensino superior. Ou seja, os alunos que, em particular no ensino secundário, tiveram perdas de aprendizagem no período da pandemia, estão hoje a ser mais afetados pelo fenómeno do insucesso escolar”, sustentou.

O estudo hoje divulgado apontou que o número de estudantes no ensino superior aumentou durante a pandemia de covid-19 fruto das regras excecionais de acesso, mas foram “mais dos mesmos” e os grupos tradicionalmente excluídos continuaram de fora.

O mesmo estudo concluiu ainda que a maioria dos estudantes do ensino profissional não vê mais-valias em tirar cursos superiores e, no ano letivo 2021/2022, só 22% dos diplomados dessa via de ensino prosseguiu os estudos.

“A opção de seguir os estudos por uma via que não conduzirá necessariamente ao ensino superior e que, ao mesmo tempo, capacita os estudantes para entrarem no mercado de trabalho, é um sinal positivo”, considerou Fernando Alexandre.

No entender do governante, o facto de cerca de 80% dos alunos do ensino profissional não acederem ao ensino superior demonstra que “a sua empregabilidade no final do secundário é mais elevada”.

“Por isso, copo cheio, copo vazio: há aqui uma parte também de copo cheio, que é o facto de uma parte significativa não estar a aceder ao um ensino superior porque o ensino profissional capacita as pessoas para uma boa integração no mercado de trabalho”, concluiu.

 

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Para o Ano É Que Vai Ser Bom

Ministro da Educação espera ter processo de matrículas normalizado no próximo ano

 

O ministro da Educação, Ciência e Inovação, Fernando Alexandre, lamentou hoje os constrangimentos registados no Portal das Matrículas, estimando que, no próximo ano letivo, seja possível ter “um processo de matrículas normalizado”.

“No caso do Portal das Matrículas, de facto, lamentamos muito que estes problemas se repitam ano após ano. Esperamos que no próximo ano consigamos ter um processo de matrículas normalizado”, evidenciou.

Fernando Alexandre falava à margem da inauguração da UC Factory Lab, uma unidade da Universidade de Coimbra que reproduz o ambiente de uma fábrica moderna.

O Governo decidiu prolongar novamente, até segunda-feira, o prazo para a realização de matrículas escolares para que os alunos do ensino artístico especializado público tenham mais tempo para se inscrever, indicou à agência Lusa o Ministério da Educação.

Segundo o ministério, houve “falhas de comunicação” por parte do Instituto de Gestão Financeira da Educação, que gere o Portal das Matrículas, “nas instruções às escolas para o carregamento de ofertas no âmbito do ensino artístico especializado”.

“O adiamento do prazo serve para permitir que os alunos do ensino artístico especializado e as suas famílias tenham mais tempo de realizar as matrículas de forma tranquila”, justificou a tutela à agência Lusa.

Na sua passagem por Coimbra, o governante falou ainda sobre o concurso de professores, que “está a seguir os prazos que estavam fixados”.

“Penso que vamos conseguir até que sejam publicados mais cedo do que o ano passado, por isso, penso que não será um problema”, referiu.

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Calendário do Concurso 2024/2025 (Atualizado)

Este calendário já tem as datas dos pedidos das dispensas sindicais.

Atualizei a data da publicação das listas definitivas para o dia 10 de julho, porque constou-me que seria mesmo nesse dia que seriam publicadas as listas.

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Governo vai mudar a lei que permite regresso de funcionários públicos à Caixa Geral de Aposentações

Governo vai mudar a lei que permite regresso de funcionários públicos à Caixa Geral de Aposentações

 

 

Executivo anterior travou essa possibilidade. Atual ministra do Trabalho está a preparar uma proposta de pedido de autorização legislativa, que já foi discutida no Conselho de Ministros desta semana.

O Governo vai mudar a lei que permite a reinscrição de funcionários públicos na Caixa Geral de Aposentações (CGA), para resolver o diferendo que opôs sindicatos e o anterior Executivo, através de uma proposta de lei de autorização legislativa a submeter ao Parlamento, apurou o ECO. O diploma até já foi ao Conselho de Ministros desta quinta-feira, adiantou a Frente Comum, mas ainda não terá sido aprovado. O ECO questionou o Ministério do Trabalho, que tem esta matéria em mãos, e aguarda resposta.

Em causa está um braço de ferro criado no final do ano passado entre as estruturas sindicais representativas do Estado, nomeadamente a Frente Comum, e o Ministério do Trabalho de Ana Mendes Godinho. Em julho de 2023, a CGA anunciou a possibilidade de os trabalhadores voltarem ao sistema, na sequência de várias sentenças de tribunais que deram razão aos funcionários públicos que estiveram inscritos antes de 1 de janeiro de 2006, depois saíram, e agora regressaram ao Estado.

Mas o então Governo de maioria absoluta socialista decidiu suspender essa circular em novembro até avaliar os seus impactos. Em cima da mesa já estava a alteração da lei por forma a evitar o regresso de trabalhadores à CGA. Mas os trabalhos ficaram por concluir, porque entretanto o Governo caiu com o pedido de demissão do primeiro-ministro, António Costa, a 7 de novembro. Essa matéria ficou na pasta de transição que Ana Mendes Godinho entregou à atual ministra do Trabalho, Maria do Rosário Palma Ramalho.

Resta saber qual o conteúdo da proposta do Governo, isto é, se vai ou não cumprir com o que estava planeado pelo anterior: travar que funcionários públicos voltem a ser subscritores da CGA, depois de terem saído deste regime, e integrar apenas aqueles com sentenças de tribunais favoráveis.

A questão foi colocada esta sexta-feira à secretária de Estado da Administração Pública, Marisa Garrido, pelo coordenador da Federação Nacional dos Sindicatos dos Trabalhadores em Funções Públicas e Sociais (Frente Comum), Sebastião Santana. O líder sindical revelou que “foi ao Conselho de Ministros desta quinta-feira uma possível solução para o problema”, contudo, a secretária de Estado disse que, “na próxima semana faria um contacto para esclarecer” o diploma, “uma vez que não tinha na suja posse a documentação necessária”.

“Espero que o Governo diga à CGA aquilo que disse que ia fazer que é garantir a reinscrição de todos os trabalhadores que têm condições. A secretária de Estado não disse isso, mas também não disse o seu contrário”, indicou. E lembrou que “há um conjunto de muitas centenas de sentenças que ditaram que os trabalhadores cumpriam os requisitos para voltarem à CGA”. Por isso, “a Frente Comum não aceita outra solução do Governo que não seja essa”, alertou.

O coordenador da Frente Comum desconhece o número de trabalhadores que poderão voltar a inscrever-se na CGA, mas estima que serão “milhares”, designadamente, “professores, pessoal não docente e trabalhadores do SNS”.

“Muitos professores com contratos precários, que estavam na CGA antes de janeiro de 2006, viram os seus vínculos terminar com as férias letivas, no verão, e depois foram novamente contratados, deixando de poder estar inscritos na CGA. São esses casos, por exemplo, que deveriam voltar à CGA”, exemplifica. Mas também há outras situações de trabalhadores que ficaram desempregados ou até que foram para o privado e depois voltaram a desempenhar funções públicas.

Uma das razões que levaram os funcionários públicos a querer voltar à CGA tem a ver com o regime das baixas por doença, que é mais benéfico do que o da Segurança Social. Assim, na Caixa Geral de Aposentações, nos três primeiros dias de incapacidade, não há direito a compensação alguma, sendo que a partir do 4.º e até ao 30.º dia de baixa o trabalhador recebe 90% do ordenado. Na Segurança Social, os primeiros três dias também não são remunerados, mas a partir daí e até ao 30.º dia, o subsídio corresponde a apenas 55% do salário.

A partir de 1 de janeiro de 2006, a CGA passou a ser um sistema fechado e deixou de receber a inscrição de novos subscritores. Assim, os trabalhadores que iniciaram ou reiniciaram funções depois de 31 de dezembro de 2005 passaram a estar inscritos no regime geral da Segurança Social.

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Prazo para matrículas novamente prolongado até 8 de julho

Prazo para matrículas novamente prolongado até 8 de julho

 

Período para renovação das matrículas devia terminar na sexta-feira, mas Ministério da Educação decidiu estender o prazo.

 

O prazo para a renovação das matrículas online de todos os alunos do 6.º ao 9.º ano e também do 11.º ano de escolaridade, que devia terminar na sexta-feira, foi novamente prolongado até segunda-feira, 8 de julho.

A informação relativa ao Portal das Matrículas foi avançada pelo Ministério da Educação em resposta por escrito enviada à Renascença.

O gabinete do ministro Fernando Alexandre explica que em causa estão “falhas de comunicação por parte do IGeFE [Instituto de Gestão Financeira da Educação] nas instruções às escolas para o carregamento de ofertas no âmbito do Ensino Artístico Especializado”.

Até às 16h00 desta quinta-feira, foram registadas 87.073 matrículas ou renovações de matrículas, indica o Ministério da Educação.

“As últimas falhas do Portal de Matrículas são alheias às empresas OutSystems e Babel, que têm vindo a colaborar com o IGeFE”, adianta a tutela.

Na semana passada, o ministro da Educação pediu desculpa às famílias devido às falhas no Portal das Matrículas terem levado a que muitos pais ficassem sem conseguir aceder à plataforma de matrículas do 6.º. 9.º e 11.º anos.

Aos jornalistas, Fernando Alexandre reconhece que o processo “está a causar transtorno” pela forma como está a decorrer.

O ministro da Educação pediu desculpa às famílias, esta quinta-feira, depois de falhas terem levado a que muitos pais ficassem sem conseguir aceder à plataforma de matrículas do 6.º. 9.º e 11.º anos.

Aos jornalistas, Fernando Alexandre reconhece que o processo “está a causar transtorno” pela forma como está a decorrer.

Por outro lado, o ministro não deixa de apontar “problemas graves” no ano letivo anterior – uma altura em que o Executivo ainda era liderado pelo PS.

“O Governo anterior decidiu mudar a plataforma, os trabalhos só começaram em março, começaram tarde e o que temos são duas empresas, que são empresas bastante cotadas e, por isso, acreditamos que vão conseguir ultrapassar rapidamente estes constrangimentos”, aponta.

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Fórum TSF: Problemas dificultam preparação do ano escolar

Fórum TSF: Problemas dificultam preparação do ano escolar

 

 

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Calendário do Concurso 2024/2025 (Atualizado com MPD)

Tendo em conta que o pedido da MPD começa dia 15 de julho, os resultados do concurso interno/externo terão de sair até dia 12 de julho, pois não faz sentido um docente escolher escolas da MPD se não tiver o resultado da sua colocação.

Neste quadro á encontramos alguns prazos confirmados a terminar em 22 de julho, são eles a validação pela ESCOLAS/DGE/DGESTE das Mobilidades por Doença e Estatutárias.

 

 

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David Erlich – Perdi os professores

Perdi os professores

 

Agora, caro leitor, estou em condições de partilhar um número que me impressionou: há pelo menos dez estabelecimentos em que o número de docentes do Quadro de Escola que querem sair é superior a 50.

Estão prestes a sair as listas de colocação do concurso interno de professores.

Não é um processo simples, este do concurso docente, em que cada professor certamente terá momentos em que se sentirá Joseph K.

Ora, há dois tipos de vínculo do docente de carreira ao Ministério de Educação: ou Quadro de Escola ou Quadro de Zona Pedagógica. Os primeiros podem não candidatar-se ao concurso interno e ficar sossegados na escola a que já pertencem.

Agora, caro leitor, estou em condições de partilhar um número que me impressionou: há pelo menos dez estabelecimentos em que o número de docentes do Quadro de Escola que querem sair é superior a 50.

Filinto Lima, presidente da Associação Nacional de Diretores de Agrupamentos e Escolas Públicas, em declarações ao DN, partilhou que, tão certo como a aproximação à zona de residência ser o principal motivo, o facto de os professores “poderem não estar satisfeitos com aquela comunidade educativa para a qual estão a trabalhar” contribuirá também para esta opção.

Como pode uma comunidade confiar num projeto educativo do qual os professores, seus principais executores, fogem em massa? Como se pode assim fomentar o espírito de equipa? Que significado perpassará – em termos daquilo que em cada instituição se sente mas não se diz – o ambiente de uma escola onde, de junho para setembro, dezenas de professores desaparecem?

Em 2006, a classe docente insurgiu-se contra uma ministra que afirmou: “perdi os professores mas ganhei os pais e a população”. O que parece acontecer em algumas escolas é pior, pois dificilmente as direções escolares que perdem massivamente os professores com quem trabalham terão algum tipo de ganho junto de comunidades educativas assim abandonadas.

Quero ser claro: este não é um texto de defesa do regresso ao velho conselho executivo e à gestão dita “democrática”, mais herdeira de modelos pós-revolucionários do que das melhores práticas de gestão escolar das democracias ocidentais. A figura do Diretor, coadjuvado por uma equipa e eleito por um Conselho Geral com representantes dos vários setores da comunidade escolar, veio para ficar: foi uma reforma introduzida em 2008 e que dura até hoje.

Mas, é sim, este um texto de reflexão sobre a importância de promover Direções escolares que consigam fazer o essencial: proporcionar aos seus professores um ambiente de trabalho seguro, acolhedor, com regras claras, ações ágeis e lideranças próximas.

Tem-se abordado muito – e ainda bem – a necessidade de libertar os professores da burocracia. Mas há que sublinhar: isso deve incluir as Direções Escolares, tantas vezes forçadas a investir mais tempo na inutilidade de relatórios inócuos do que na proficuidade de, no quotidiano, liderar uma escola na prática: dialogando com professores, atendendo famílias, conversando com estudantes, monitorizando os corredores. Nas melhores escolas, nenhum professor se sente ilha isolada – sente-se parte de um arquipélago do qual não quer sair.

 

 

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Calendário da MPD

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CGA – Desta Vez pelo SIPE

Porque as decisões de reintegração na CGA já foram notícia o ano passado através do SPZN aqui.

 

REINCRIÇÃO NA CGA – TAF DO FUNCHAL DÁ RAZÃO AO SIPE!

 

No início do corrente ano de 2024, o Sindicato Independente de Professores e Educadores (SIPE) comprometeu-se a desbravar um novo caminho em busca da reposição das ilegalidades cometidas com milhares de Docentes que viram eliminado o seu vínculo de subscritor com o subsistema da Caixa Geral de Aposentações, interpondo um conjunto de ações judiciais junto dos Tribunais Administrativos e Fiscais (TAF) espalhados ao longo de todo o território nacional.

Nestas contendas estão em causa a interpretação e aplicação erradas da legislação de 2006 por parte da Caixa Geral de Aposentações que, à revelia daquela legislação, impossibilitava o direito de os Professores continuarem com o vínculo ativo da CGA, por alegadamente terem extinguido as funções públicas, no seguimento da cessação dos vários contratos de trabalho em funções públicas a termo resolutivo.

Volvido este período, eis que chega a primeira Sentença Judicial proferida pelo Tribunal Administrativo e Fiscal do Funchal que atribui total procedência a uma das ações judiciais aí iniciadas. O SIPE GANHOU A AÇÃO!   Recordamos que o SIPE interpôs ações em  14 Tribunais Administrativos e Fiscais espalhados por todo o território nacional. Esta foi a primeira decisão e foi favorável.

Embora circunscrita a um número limitado de Docentes, associados do SIPE (apenas os que são Autores nesse processo), tal sentença é um bom prenúncio para as subsequentes ações judiciais que se encontram ativas nos vários Tribunais Administrativos e Fiscais.

 

Vale sempre a pena lutar!

 

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Plataformas do Século XX

Esta plataforma é mais um exemplo daquilo que não deve ser feito em pleno século XXI.

É esta plataforma e outra sobre os Classificadores das provas, o PAEB, o ENEB e o ENES.

 

 

Esta plataforma é tão ridícula para o fim a que se destina que nem é necessário criar “Ações de Formação” para o pré-escolar e o 1.º Ciclo, só mesmo a partir do 5.º ano.

 

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Desinstalar o Umbrella Para Acederem à NET

É seguirem estes 3 passos e depois reiniciarem o PC e ficam com o Portátil do MECI novamente ativo para acederem à Internet.

 

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Entrei no Modo Férias

Garanto que nem farei qualquer esforço para recuperar o meu portátil, nem toda a informação que ele tem para o final deste ano letivo e para o arranque do próximo.

 

Atualizado: Saí agora do modo férias para ir direito ao oftalmologista.

Quem diria que o 6 minúsculo no número de série era afinal um 8.

Números de séries minúsculos para quem tem mais de 55 é um martírio.

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Nova Reunião Sobre a Medicina no Trabalho (04/07/2024)

Tendo em conta o interesse manifestado por cada vez mais docentes, vamos fazer nova sessão/reunião de divulgação, esclarecimento e orientações sobre a Medicina do Trabalho no próximo dia 4 de julho (21h30).

Carta Enviada aos Diretores

 

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Informação Útil para Alterar DNS

Deixado num comentário no Facebook do Blog para os problemas de acesso dos Portáteis do MECI na ligação à INTERNET.

De seguida vamos fazer a alteração do DNS

7 – De novo ao menu Definições/Configurações e em Rede e Internet;
8 – Desça a página até encontrar Definições avançadas de rede
9 – Clique em Alterar opções de adaptador;
10 – Na placa de rede “WI-FI” clique com o botão direito;
11 – Clique em Propriedades;
12 – Na janela que abrir, procure por Protocolo IP Versão 4 (TCP/IPv4) e clique em Propriedades;
13 – Habilite a opção obter o endereço dos servidores DNS automaticamente, em vez de Utilizar os seguintes endereços de servidor DNS (…)
14 – Ok
15 – Fechar
16 – Feche todas as janelas

 

 

ATUALIZAÇÃO:

 

Esqueçam isso… não funciona o DNS muda após alguns segundos para 127.0.0.1 ou seja localhost.
solução : remover umbrella…

 

O DNS se colocarem o da google: 8.8.8.8 deve resolver o problema. Também podem ir em “Procurar” a “Serviços” e desligar o serviço “Umbrella Roaming Client” que está a comunicar com uma firewall do ministério e que causa os problemas de internet

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