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Só os Professores a Sério Percebem Isto

… porque quem está nos gabinetes nem sequer se terá lebrado disto.

Eu vou de féria entretanto, e por muito que venha o ministro dizer que os Diretores não têm horário, eu dou-lhe a resposta adequada de uma maneira ou de outra.

Porque para fazer de conta que está tudo bem ele comigo não pode contar.

 

O Caos Está Agora A Chegar

 

Chegam-me os relatos de colegas classificador@s (e mesmo quem o não foi) que estão desde ontem a receber pedidos de ajuda dos alunos para reverem as provas e darem a sua opinião. As provas completas, não um par de itens. E há um pouco de tudo em relação ao modo como as provas têm sido disponibilizadas. Mas o mais complicado é que, quase por certo, se vão seguir dezenas xde milhar de pedidos de reapreciação. E terão que existir “reapreciadores”. Enquanto decorre a 2.ª fase com secretariados, vigilâncias e tudo o mais. E nesta 2.ª fase existirão muito mais alunos doque em outros anos. E existirá uma nova fase de digitalização e classsificação.

Acham que o pior já terminou com a ilusória afixação de pautas na noite de dia 17?

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Caiu a máscara ao Ministro da Educação…

Lembram-se daquele Ministro da Educação que, no inicio da sua acção governativa, aparentava ser uma personagem simpática e afável que, alegadamente, conseguiu cativar a maior parte daqueles que tutelava?

 

Esqueçam essa imagem, isso desapareceu!

 

– Em seu lugar, temos agora um Ministro incapaz de assumir erros e de gerir frustrações;

 

– Que se desonera sistematicamente de qualquer responsabilidade pelo caos criado pelas suas próprias decisões, remetendo a terceiros um ónus que é apenas seu;

 

– E que, pior do que o anterior, reage de forma prepotente, desproporcionada e agressiva, em particular quando se sente acossado ou posto em causa…

 

– O que temos agora é um Ministro da Educação com uma imagem altamente descredibilizada e fragilizada, mas que, em simultâneo, “dispara em todas as direcções”, evidenciando a arrogância de quem se sente encurralado no labirinto que o próprio criou, sem contudo ser capaz de o assumir…

 

A minha avaliação inicial de Fernando Alexandre foi bastante positiva… Tão positiva que, em 15 de Setembro de 2024, escrevi um texto publicado pelo Blog DeAr Lindo, onde, entre outros, constava esta afirmação:

 

– Em jeito de balanço, em pouco mais de cinco meses,  Fernando Alexandre tem mostrado uma acção governativa norteada pela honestidade intelectual, pela transparência e por uma perspectiva humanista da Educação…

 

Passados quase dois anos, lendo o que escrevi naquela época, sinto-me completamente defraudada pela figura do Ministro da Educação… No momento actual, diria, até, que a minha avaliação de Fernando Alexandre se encontra nas antípodas do que já foi…

 

Quem leu e/ou ouviu as declarações do Ministro da Educação na última semana, e em particular na noite de 17 de Julho passado, percebe imediatamente que caiu a máscara a Fernando Alexandre…

 

Desde responsabilidades imputadas de forma ilegítima a terceiros, até ameaças explícitas dirigidas a Directores e/ou a Secretariados de Exames dos Agrupamentos de Escolas, passando pelo desprezo e desconsideração das competências dos Conselhos Gerais, houve um pouco de tudo…

 

Estamos efectivamente perante uma hecatombe sem precedentes, relativa à classificação digital dos Exames Nacionais, motivada por sucessivas trapalhadas tecnológicas, concebidas e promovidas pelo próprio MECI, cujo principal responsável político é, como não poderá deixar de ser, o próprio Ministro da Educação Fernando Alexandre…

 

Milhares de Alunos e respectivas famílias estão, neste momento, imersos na incerteza, na angústia e na ansiedade de não saberem como gerir todo o caos gerado pela incompetência alheia, que mais não fez do que descredibilizar todo o processo de classificação dos Exames Nacionais…

 

Por muito que o Ministro da Educação o pretendesse, a realidade não é mascarável por “truques” e estratégias ardilosas, nem anulável por ameaças que, depreende-se, teriam como objectivo impor a ideia de que nas escolas reinam a tranquilidade e a normalidade…

 

Mas a normalidade nunca poderá ser o que estamos a viver…

 

O que estamos a viver é um verdadeiro pesadelo, tendo como principais vítimas da incúria alheia os próprios Alunos, que acabaram arrastados para um intrincado de confusões e de problemas, muito difícil de solucionar…

 

Alunos que já não conseguirão livrar-se do enredo caótico em que os submergiram…

 

Afinal, quem será responsabilizado por esta inenarrável saga, em particular por eventuais danos infligidos aos Alunos? Com que consequências?

 

Definitivamente, caiu a máscara ao Ministro da Educação…

 

Paula Dias

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Calendário do Concurso Quase Fechado

Deixo a atualização do calendário de concurso 2026/2027 quase fechado, onde surgem apenas duas datas a vermelho que presumo venham a acontecer: a validação da candidatura à MI e o Pedido de Horários/ICL2 que deverão ocorrem nos primeiros 3 dias úteis da próxima semana, apesar do processo de matrículas estar ainda a decorrer. Até é possível que o pedido de horários/ICL 2 atrase mais uns dias devido a esta situação de atraso na públicação das notas dos alunos do 9.º ano.

O dia 31 de julho parece-me a data mais provável para publicação das listas definitivas de colocações da Mobilidade Interna e da Contratação Inicial se o limite para o pedido de horários for mesmo no dia 22 de julho. Caso atrase deve também ser atrasado para o mês de agosto a publicação das listas definitivas.

 

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Resultados da Mobilidade Por Doença

Os candidatos à Mobilidade Por Doença acabaram de ser notificados dos resultados deste pedido.

basta consultarem o SIGRHE  na área da Mobilidade Por Doença.

 

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Já São 19:36 e Nada de Provas Ainda

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Avaliação Psicológica, Mais Uma Parvoíce da AGSE

A AGSE percebeu agora da sua (IN)CAPAZcidade em aplicar a Avaliação Psicológica a tantos candidatos e remete para as escolas a compra das provas de avaliação psicológica.
E quem as vai aplicar, Sr. Capaz?
Está praticamente tudo de férias a partir do dia 23 de Julho.
Cara(o) Diretor(a),

 

Nos termos do disposto no n.º 2 do artigo 17. º da Portaria n.º 233/2022, de 9 de setembro, a avaliação psicológica é realizada, preferencialmente, pela Direção-Geral da Administração e do Emprego Público (DGAEP). Todavia, conforme disposto no n.º 3 da mesma norma legal, a avaliação psicológica pode ser realizada pela entidade empregadora pública responsável pelo recrutamento, com recurso aos seus próprios técnicos que detenham habilitação académica e formação adequadas ou através de entidade especializada, quando, fundamentadamente, se revele inviável a aplicação do método pela entidade referida no número anterior.

Tendo a DGAEP manifestado impossibilidade para proceder à aplicação do referido método de avaliação a um tão elevado número de candidatos num prazo relativamente curto, nos termos do n.º 3 do artigo 17. º da Portaria n.º 233/2022 cada um dos AE/EñA pode realizar a avaliação psicológica no âmbito dos procedimentos em curso.

Nessa medida,  foi consultada a SHLportugal.pt, entidade que foi contratada pela DGAEP aquando do último procedimento de recrutamento centralizado desenvolvido por aquele serviço.

Subsequentemente, suscitámos o parecer da DGAEP sobre a mencionada proposta, a qual se pronunciou conforme informação que se anexa.

Tendo presente os elementos que agora se partilham, podem os AE/EñA dar início à aquisição das provas de avaliação psicológica às entidades especializadas existentes no mercado.

A AGSE irá, no imediato, proceder à transferência do montante necessário para o efeito.

Muito obrigado.

Com os melhores cumprimentos,

 

O Presidente do Conselho Diretivo

Raúl Capaz Coelho

 

INF 29 – DGAEP_DEOR_signed

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Aproveito Para Lembrar…

… que hoje é o último dia de candidatura à Mobilidade Interna.

 

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Já Não Tenho Mais Palavras

… para o que se está a passar na tarde de hoje.

A 2.ª fase tem início na próxima segunda-feira e os alunos necessitam de se inscrever no PIEPE para esta fase e com 24 horas de antecedência devem ser publicadas as listas de alunos inscritos.

Agora façam contas para tentarem perceber como é isto possível.

Façamos apostas.

Daqui até segunda-feira quem é que cai no MECI?

O Ministro, um dos Secretários de Estado, o Presidente do EduQA (por arrasto também pode ser o da AGSE), o presidente do JNE ou o Coordenador do secretariado de exames da vossa escola?

Eu aposto mais neste último, que é o que se adequa mais à figura de Porteiro.

 

 

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Mas Porque É Que as Básicas Recebem Estes E-mails?

Eu acho que sei.

 

Porque mandaram embora quem fazia a triagem dos e-mails e agora é tudo a eito.

 

E a convocatória para a mesma causa também seguiu para todos os agrupamentos. com ou sem secundário.

 

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Também Não Deve Ser Muito Importante

Ao que parece as escolas vão ter de inserir os e-mail dos Encarregados de Educação, quando os alunos são menores de 18 anos, para acederem à prova digital.

Como se tal fosse possível.

Considero mesmo que o EduQA vive num planeta que não é o nosso.

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As Mobilidades Estatutárias Começaram a Ser Notificadas

Desde as 19:44, pelo menos, que as Mobilidades Estatutárias estão a ser notificadas. aos candidatos.

 

Exmos(as). Srs(as).,

Nos termos e para os efeitos a que se refere o artigo 114.º do Código do Procedimento Administrativo, aprovado em anexo ao Decreto-Lei n.º 4/2015, de 7 de janeiro, ficam V. Ex.ªs notificadas que, por meu despacho de 15/07/2026, foi deferido o pedido de Mobilidade Estatutária, destacamento, do/a docente ………., para o exercício de funções no/a …………, ao abrigo do Artigo 68º do ECD, em conjugação com o disposto no n.º 3, do artigo 92.º da LTFP, aprovada pela Lei n.º 35/2014, de 20/06.

Mais se informa que a mobilidade é autorizada a 100%.

A Mobilidade Estatutária é autorizada por ano escolar, cessando em 31 de agosto de 2027, sem prejuízo do previsto no n.º 3 do artigo 69.º do ECD.

Com os melhores cumprimentos,

A Vogal da Agência para a Gestão do Sistema Educativo

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Artigo em Aberto Para os Psicólogos Comentarem a Sua Experiência na Prova de Conhecimentos

Sobre este assunto não me vou alargar muito, porque foi o concurso mais surreal que até agora vi aberto pelo Ministério da Educação.

Para além da prova ter sido adiada por duas ou três vezes (já perdi a conta), a mesma acabou por realizar-se hoje às 14:30 (ou quando os candidatos conseguissem entrar na prova).

Pela AGSE, foi marcada às 13:04 uma sessão de esclarecimento para as 13:30, que acabou por estar em funcionamento ao longo de toda a tarde. Na própria sessão foram dadas novas informações sobre a aplicação da prova que já estava a decorrer, e em alguns casos foi pedido que fossem informados os candidatos enquanto estavam a realizar a prova.

A entrada na prova fazia-se com o n.º de contribuinte do candidato e pelo que foi dito na sessão da AGSE, para a semana todas as escolas iriam recebem as classificações de todos os candidatos onde a identificação do candidato seria o seu número de contribuinte. Ainda se fosse o n.º SIGRHE até compreendia, mas como as escolas vão receber uma lista de alguns milhares de nomes ordenados pelo n.º de contribuinte não sei onde os júris vão saber quem é o candidato por esta ordem. É que este número não é facilmente extraível das listagens dos candidatos e consta apenas (sem qualquer garantia que esteja correto) do interior do formulário de candidatura.

Se todos falam no atraso da correção dos exames, este assunto merecia um maior destaque porque é asneira em cima de asneira que o MECI está a fazer.

Mas cada um que relate a sua experiência nesta absurda Prova de Conhecimentos.

 

 

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Valha-nos a Paciência para Aturar Incapazes

A prova dos Técnicos Superiores para Psicólogos começou às 14:30.

À mesma hora a AGSE ainda está reunida com os Júris para dar informações sobre a Prova que já teve início.

As informações transmitidas durante a manhã aos diversos júris estavam erradas, com link errados.

É preciso muita paciência para aturar gente (IN)Capaz de organizar um concurso desta dimensão.

Ao que parece foi agora dito que a Prova podia ter início quando fosse possível o candidato entrar na prova.

 

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Print Screen de Uma Candidata QZP que Não Tem O Separador da Mobilidade Interna

O separador da Mobilidade Interna tem sido o 4 Separador deste Menu.
A candidata do quadro que é QZP está desesperada porque não lhe aparece o menu da Mobilidade Interna para poder concorrer.
Mas parece que não é caso único.

Disse-lhe que o menu dela deve estar junto das provas em falta e que o EduQa vai trabalhar esta noite toda para o encontrar.

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O Paulo Já Fez o Slide Pela IA

… mas se for apenas isto não estou para aturar por muito tempo este lugar.

Ainda arrisco que o valor das remunerações sejam atrativos, porque se não forem… Não devem faltar CAP por aí, sedentas de algum poder.

 

O Novo Estatuto Do Director Num Resumo Da Apresentação Em 3 Slides Pobrezinhos

 

Esqueçam qualquer abertura do modelo a maior democraticidade interna. Acho que nem sobre os suplementos deram informações, apesar de garantirem que o documento está feito. aceitam contributos, mas para arquivar. Este é um resumo da curta informação recebida de alguns “representantes”.

 

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Eu Gostava de Confiar no Ministro, mas…

Comecei por deixar de confiar na AGSE com os sucessivos erros e atrasos no concurso de Técnicos Superiores, do qual fui alertando aqui e por diversas vezes disse que o Raul Capaz Coelho não estava capaz de dar conta do recado da AGSE e que deveria apresentar a sua demissão do cargo.

Depois foi a vez do EduQA, começar com os erros de preparação e planificação das provas nacionais. Parece que já ninguém se lembra, mas o Conselho Científico do EduQA sobre o item do Exame Final Nacional de Português emitiu um parecer (dizem que não foi consensual, mas disso pouco se falou ainda) tentou ilibar o  EduQA de qualquer responsabilidade neste erro.

Esta noite foi a madrugada em que 40 “trabalhadores” do EduQA (pena não terem sido mais por terem sido dispensados das várias equipas) a passar o serão a descobrir as folhas das provas em falta.

Já sugeri que o seu Presidente, Dr. Luísa Santos, seguisse a minha recomdação dada ao Presidente da AGSE e também apresentasse a sua demissão.

Se o Ministro da Educação não percebe que está num lugar que deve demitir quem não se configura com a pessoa ideal para o cargo, então compete ao Primeiro Ministro tomar a decisão de fazer mudanças no Ministério da Educação, Ciência e Inovação.

Com pena minha, pois tinha neste Ministro da Educação como uma pessoa capaz e competente para tomar as melhores decisões nas alturas certas.

Só se a altura certa for após a Prova de Conhecimentos dos Técnicos Superiores de dia 14 e 15 de julho e após serem conhecidos os resultados dos exames no dia 17 de julho.

NOTA FINAL: Espero que a AGSE saiba quem são os candidatos à prova de cada uma das escolas porque se apresentar ao meu Júri uma lista de nomes com resultados das provas para se pesquisar quem é quem e se no dia 17 se verificar que os resultados vão ser adiados para o dia 20, ou que não correspondem às provas resliazdas pelos alunos, então Fernando Alexandre deve sair pelo seu próprio pé.

Continuo a dizer que gostava de confiar no Ministro…

 

 

 

 

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Mas Isto Já Não Foi Publicado nos Avisos de Abertura?

Alguns deles já com quase 3 meses.

E também mandamos abraços aos candidatos?

E o link para a prova está perdido no mesmo sítio das folhas de continuidade de resposta?

 

 

Caro/a Diretor/a,

Boa tarde!

 

No âmbito dos procedimentos concursais para recrutamento de Técnicos Superiores, informa-se que, durante a realização da prova de conhecimentos, é permitida a consulta, em suporte papel, de toda a bibliografia indicada para a prova, incluindo quer a bibliografia relativa à legislação, quer a bibliografia referente aos conhecimentos específicos.
Recorda-se ainda que não é permitida a utilização de telemóveis, computadores, tablets ou quaisquer outros equipamentos eletrónicos durante a realização da prova.
Solicita-se a melhor divulgação desta informação junto dos candidatos e dos intervenientes no procedimento, de forma a assegurar a uniformidade de procedimentos entre todos os
estabelecimentos de ensino.
 Muito obrigado.

Um abraço,

 

O Presidente do Conselho Diretivo

Raúl Capaz Coelho

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Digital não é digitalização…

Digital não é digitalização…

 

A primeira reação foi contar as páginas do caderno a entregar ao aluno, quando vigiei o primeiro exame. E fiquei espantado, 8 páginas!

Esta é a realidade. No ano passado, os professores vigilantes entregavam a cada aluno uma folha para resolver cada exame (4 páginas), o qual poderia solicitar mais para continuação. Mas este ano, o mínimo de cada caderno eram 8 páginas.

Depois, porque tive de corrigir provas-moda de 9.⁰ Ano, percebi que não era nada favorável para os professores corretores. Como não se pode sublinhar, nem a lápis, dei por mim a registar os erros como se marca o ponto no jogo da sueca, obviamente para contabilizar no final… Já que no ecrã é impossível.

Só imaginava como seria corrigir os exames de português do secundário…

Ou seja, se é para fazer exames em formato digital jamais se pode usar mais papel do que antes.

Depois, se alguém tem de corrigir, precisa de ser um programa que permita riscar e sublinhar, mesmo que seja virtualmente e para apagar após a correção.

Neste momento importa pouco quem é o responsável, mas será necessário resolver o problema. Não está errado em experimentar e correr mal, mas é muito mau quando não se reconhece o erro, não se pede desculpa e até se atiram responsabilidades para os outros…

Como resolver?

Um passo atrás:

– Reunir os envelopes e ativar novamente a correção no papel.

No próximo ano, perceber que só pode ser digital se existirem computadores nas escolas para todos os alunos envolvidos… para que os exames possam ser mesmo digitais e não apenas digitalizados.

Quanto às responsabilidades políticas, nem quero saber, entendam-se… Aliás, ganham muito para se entreterem com isso!

Mas interessa-me saber que os alunos não serão prejudicados, o que requer sensatez e humildade no assumir responsabilidades!

Por Pedro Miguel Sousa

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Apenas Mais um Caso, na Correção dos Exames

Sou Prof.ª Classificadora do Exame Nacional de Português do 12.º Ano e gostaria de reportar a seguinte situação que pude verificar já próximo das 22 horas do dia de hoje – sábado – e que é a seguinte:
 
Encontrava- me na plataforma do IAVE a corrigir uma questão de um dado grupo do Exame de Português do 12.º Ano, quando verifiquei que, no total das 150 questões desse grupo – que eu já tinha desde o início para corrigir, passaram subitamente a ser 159 questões.
Pergunto: Será que alguém do ministério da educação não tem mais nada de útil para fazer num sábado à noite do que estar a aumentar ainda mais o número de questões que os classificadores têm para corrigir? Na minha modesta opinião esta atitude é inqualificável.
Os Professores já têm tantas questões para corrigir, o prazo para concluírem as correções está quase a terminar e num fim de semana dão-se ao trabalho de me atribuir mais questões para corrigir – falo nesta situação porque a estou a vivenciar. Acredito que possa estar a acontecer o mesmo com outros professores.
Se o colega Arlindo puder dar a conhecer esta minha situação a outros colegas subscritores do Blogue, não me importo. Apenas peço que não divulgue o meu nome.
Obrigada
 
Atenciosamente.
 
O testemunho de uma prof.ª classificadora.

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Calendário do Concurso Atualizado

Com as datas da Mobilidade Interna e das Dispensas Sindicais que ainda decorrem.

Assinaldo a amarelo as fases que estão a decorrer.

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Esclarecimento Sobre o Concurso de Técnicos Superiores

Caro/a Diretor/a, boa tarde,

Na sequência da comunicação relativa à realização das Provas de Conhecimentos, importa prestar um esclarecimento adicional sobre os candidatos que tenham apresentado candidatura a mais do que um procedimento concursal.

Quando o candidato tenha sido convocado por diferentes escolas para realizar a mesma prova de conhecimentos, relativa ao mesmo perfil, deverá realizar apenas uma prova, podendo optar pelo local que lhe seja mais conveniente.

Para esse efeito, seria de, sempre que contactados pelos candidatos, confirmar se a prova a aplicar corresponde à prova comum disponibilizada para o respetivo perfil. Caso o júri tenha deliberado aplicar uma prova distinta da prova comum, essa informação deve ser transmitida ao candidato, competindo ao respetivo júri apreciar eventual pedido de aceitação de prova realizada noutro procedimento.

Mais se esclarece que, caso o candidato tenha apresentado candidatura a perfis distintos, deverá realizar a prova correspondente a cada perfil. Se as provas relativas a diferentes perfis coincidirem na mesma data e hora, o candidato deverá optar por realizar apenas uma delas.

Assim, a ausência de um candidato convocado para realizar a prova nessa escola não significa, necessariamente, que tenha faltado, podendo tê-la realizado noutro Agrupamentos de Escolas (AE) ou Escolas não Agrupadas (EñA). Após a realização das provas, será disponibilizada informação sobre os candidatos que realizaram a prova de conhecimentos, independentemente do local onde esta tenha ocorrido, permitindo aos respetivos júris confirmar essa situação.

Considerando as informações anteriormente enviadas, a escola deverá preparar a organização da prova considerando a totalidade dos candidatos convocados.

Por outro lado, verificando-se sobreposição de datas e horários na marcação das Entrevistas de Avaliação de Competências (EAC) dos diversos concursos para recrutamento de técnicos superiores, promovidos por distintos AE/ EñA, cumpre esclarecer que sempre será competência do respetivo júri, enquanto órgão técnico e independente que dirige e decide o procedimento, o ajustamento/alteração de dia e/ou hora de agendamento das EAC.

Em qualquer caso, sempre se refere que essa possibilidade deverá ser acautelada, em cumprimento dos princípios que norteiam o procedimento concursal de recrutamento, plasmados no art.º 2.ª da Portaria n.º 233/2022, de 9 de setembro, designadamente, os princípios da liberdade de acesso ou candidatura e o da igualdade de tratamento e oportunidades.

Com efeito, sendo embora verdade que muitos candidatos apresentaram candidaturas a vários procedimentos concursais (alguns mesmo a várias dezenas), causando necessariamente alguma dificuldade acrescida no reagendamento das Entrevistas, também há que considerar que a particularidade deste processo de recrutamento deverá ser considerada como uma situação de exceção, que implicará uma maior flexibilidade nos processos de apreciação dos júris perante estas situações.

Acredita-se que, na avaliação das situações referidas, o júri deve privilegiar o garante dos princípios anteriormente já enunciados, num quadro de equilíbrio, boa-fé e bom senso.

Por outro lado, importa ter presente que poderão existir situações em que a EAC, enquanto método de seleção facultativo para os candidatos, pode não ser aplicada, conforme dispõe o art.º 36.º n.º 4 da Lei Geral do Trabalho em Funções Públicas (LTFP), aprovada em anexo à Lei n.º 35/2015, de 20 de junho, bem como o art.º 18.º n.º 2 da Portaria n.º 233/2022, de 9 de setembro.

Relativamente à situação de exigência de os candidatos terem de gozar dias de férias para se apresentarem às provas de seleção dos procedimentos concursais aos quais se candidataram, convirá ter em consideração o disposto na LTFP, no seu art.º 134.º, n.º 2, alínea l), no qual se prevê que as faltas motivadas pela necessidade de submissão a métodos de seleção em procedimento concursal, são justificadas, não se afigurando por isso essa exigência compatível com o legalmente previsto.

Por último, anexo proposta de ata a ser elaborada pelos júris dos procedimentos concursais, adaptando o texto a cada realidade.

De salientar que, quaisquer ocorrências verificadas nos dias de realização da prova devem ser reportadas, descritas e constar em ata desse mesmo dia; o mesmo para as situações em que tudo corre sem qualquer situação problemática, para salvaguardar que, em momento posterior, algum candidato venha a alegar que houve um problema e o mesmo não tenha sido identificado pelo júri.

Muito obrigado.

Um abraço,

O Presidente do Conselho Diretivo

Raúl Capaz Coelho

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Se o Amália é Mau, O Anália Nem Se Fala

Parece que nestes dias tem havido uma corrida à parvoíce em quase todos os setores.

Este é mais um chatbot que tenta imitar as ideias parvas do original Amália.

 

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Ferramenta gratuita para automatizar o preenchimento das preferências na DGAE (SIGRHE)

Deixo aqui um pequeno trabalho, mas com um enorme impacto para quem habitualmente preenche muitas dezenas ou até umas centenas de preferências no concurso de professores.

Quem se limita a preencher poucas dezenas de escolas não necessita de ter este trabalho em aprender o funcionamente deste SCRIPT, mas quem está numa condição de querer escolher umas 200 escolas pode valer a pena ter alguma paciência e aprender como se faz isto.

 

SIGRHE AutoFill – Graduação DGAE

 

 

Escrevo-lhe porque desenvolvi um pequeno script gratuito (open-source) que resolve uma das maiores dores de cabeça da Manifestação de Preferências da Graduação: o preenchimento manual das 20 preferências na plataforma SIGRHE.

O problema: Preencher manualmente os campos (Grupo, Tipo, Código, Horário, Duração) 20 vezes, lidando com os dropdowns e as validações da plataforma, é moroso e propenso a erros.

A solução: Um script para Tampermonkey que permite ao professor:
Preparar as suas preferências numa simples folha de Excel.
Copiar as linhas e colar num modal que o script cria na página da DGAE.
Ver os 20 blocos de preferências preenchidos automaticamente em segundos, respeitando todas as validações da plataforma.

Como funciona:
O utilizador instala o Tampermonkey (extensão gratuita e segura do Chrome/Edge/Firefox).
Instala o script através de um link do GreasyFork (repositório público e confiável de scripts).

O script não guarda nem envia nenhuns dados — corre 100% no navegador do utilizador.
Já testei exaustivamente na plataforma atual da DGAE e funciona perfeitamente, incluindo nos dropdowns de “Tipo de preferência”, “Intervalo de horário” e “Duração previsível”.
Achei que poderia ser uma mais-valia para os leitores do blog nesta altura do ano. Se tiver interesse em testar e, quem sabe, partilhar com a comunidade, posso enviar-lhe:
O link do GreasyFork para instalação com um clique.
Link de acesso:

Um pequeno tutorial de como os seus leitores o podem usar.

Obrigado pela atenção e, mais uma vez, por todo o apoio que nos dá.
Com os melhores cumprimentos,
Mateus Magarotto
Professor e Investigador

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Se Eu Fosse a Amália Não Gostava Nada da Brincadeira

 

E ainda dizem que é para apoiar o professor no planeamento de aulas e redação de sumários…

 

 

Começo a achar que mandaram a Amália tratar do planeamento da correção dos exames deste ano.

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Aplicação de Apoio à Manifestação de Preferências

Deixo neste artigo a ferramenta de apoio à Manifestação de Preferências criado pelo Blog há quase uma dezena de anos e que continua a servir de apoio à manifestação de preferências dos professores, calculando a distância ou o tempo de viagem entre uma escola e as restantes escolas do País.

Para aceder à ferramenta clicar aqui ou na imagem.

 

 

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Calendário do Concurso (Atualizado)

Coloco o calendário do concurso atualizado com a data do concurso assinalada a amarelo com a manifestação de preferências para a Contratação e a fase da ICL1, onde se indica apenas os docentes a quem não é possível atribuír o mínimo de 8 horas letivas de componente letiva para 2026/2027. A fase do pedido de horários deve ocorrer apenas durante a ICL2.

A vermelho assinalei a data prevista da candidatura à Mobilidade Interna, que presumo ocorra apenas depois de terminada a ICL1.

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275 Docentes Aposentados em Agosto de 2026

No aviso n.º 16869/2026/2, de 7 de julho, constam 275 docentes que se aposentam com efeitos ao mês de agosto.

Contudo, em Setembro e Outubro estes números vão subir mais porque muitos docentes ficaram a aguardar o final do ano letivo para pedirem a aposentação.

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Mas a AGSE Acha Que as Escolas Têm PC para os TS Realizarem as Provas?

Pelo que percebi do e-mail enviado hoje pela AGSE as escolas têm de restringir o acesso do PC a apenas um site.

Espero que todos os candidatos tragam o seu portátil para a realização da prova, porque na escola não tenho nenhum portátil dado pelo MECI para estas situações, nem mesmo para os professores da escola e os computadores que existem na escola estão distribuídos um por cada sala para ser feito o sumário e não serve para mais nada.

Amanhã mesmo irei enviar o mail solicitado aos candidatos dizendo-lhes que é condição necessária para a realização da prova na escola que tragam portátil configurado com o acesso restrito a apenas um site, conforme solicitado pela AGSE.

 

 

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Procedimentos concursais para recrutamento de técnicos superiores

Surge hoje uma quarta e quinta data para a realização da Prova de Conhecimentos dos Técnicos Superiores, O dia 14 de julho será destinado às provas dos Psicólogos e o dia 15 às provas dos restantes Técnicos Superiores.

Falta no entanto orientações para quem concorre a mais do que uma escola. O Técnico escolhe por sua iniciativa o local onde vai fazer a prova?

Como as outras escolas vão ter acesso aos resultados da prova de um determinado candidato?

Alguém na AGSE tem capacidade para responder a estas simples perguntas?

E porque não é a AGSE a informar os candidatos das datas das provas?  A AGSE não sabe que muitos Júris podem estar de férias autorizadas?

A AGSE não tinha ficado de enviar aos júris dos concursos o modelo de prova para que os júris pudessem optar pela prova da AGSE ou por fazer uma prova interna?

 

 

Procedimentos concursais para recrutamento de técnicos superiores

 

 

Cara(o) Diretor(a), boa tarde,

Como é do Vosso conhecimento, os Avisos de abertura dos procedimentos concursais para recrutamento de técnicos superiores têm vindo a ser publicados ao longo dos últimos três meses. A AGSE, por forma a que fosse abrangido o maior número de procedimentos e candidatos, e tendo presente a sugestão de muitos de Vós, adiou a realização das provas.

Porém, para que os técnicos superiores possam estar contratados no início do ano letivo há que prosseguir.

Deste modo, a prova de conhecimentos para psicólogos será realizada no dia 14 de julho de 2026, pelas 14,30h, e as restantes provas no dia 15 de julho de 2026, pela mesma hora – procedeu-se ao desdobramento das provas em dois dias consecutivos para que todos os AE/EñA tenham condições para as realizar, atento o elevado número de candidatos.

Como tem sido salientado, há sempre a possibilidade de os Júris dos procedimentos concursais formularem outras provas de conhecimentos e de as aplicarem em momentos distintos.

Mais informo de que a empresa encarregue de realizar as provas enviará aos presidentes dos diversos júris os links para as mesmas na véspera da respetiva realização.

Em anexo segue um conjunto de instruções para os Vigilantes das provas de conhecimentos.

Segue, ainda, em anexo, um tutorial sobre o modo como restringir o acesso a apenas um website, por forma a que os candidatos não possam, através do computador no qual estão a realizar a prova, aceder a qualquer informação.

Por último, salientar que os candidatos devem ser informados, amanhã, preferencialmente de manhã, pelos Júris, das datas de realização das provas.

Creio estarem reunidas as condições para que, com o envolvimento de todos, estas provas possam ser realizadas com sucesso e, assim, alcançado o objetivo pretendido – dotar os AE/EñA de 1406 técnicos superiores.

Muito obrigado.

Um abraço,

O Presidente do Conselho Diretivo

Raúl Capaz Coelho

 

Instruções para Vigilantes de Provas de Conhecimento

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Presidentes da AGSE e do EduQA Devem Demitir-se ou Ser Demitidos

A confiança nas instituições públicas constrói-se com competência, transparência e responsabilidade. Quando estas falham de forma reiterada, os responsáveis máximos devem assumir as consequências políticas e administrativas dos seus atos. É neste contexto que se torna legítimo questionar se os presidentes da AGSE e do EduQA reúnem ainda as condições necessárias para permanecerem nos cargos que ocupam.

No caso da AGSE, o concurso para Técnicos Superiores tem sido marcado por sucessivas críticas de candidatos, escolas e especialistas do setor. Alterações de calendário, dúvidas sobre os procedimentos, esclarecimentos divulgados apenas depois de surgirem problemas e uma aparente falta de planeamento criaram um clima de insegurança num processo que deveria pautar-se pela previsibilidade e igualdade de oportunidades. A necessidade de publicar sucessivas FAQ para responder a dúvidas essenciais demonstra que o modelo foi lançado sem a maturidade necessária. Embora a AGSE tenha procurado esclarecer muitas questões posteriormente, a perceção instalada é a de que o organismo foi reagindo aos problemas em vez de os antecipar. Essa realidade enfraquece a confiança dos candidatos e das escolas na capacidade da instituição para gerir um procedimento desta dimensão.

Ainda mais preocupante é o impacto que estas falhas têm na imagem da Administração Pública. Um concurso nacional exige regras claras, comunicação eficaz e estabilidade. Quando predominam a incerteza e a improvisação, quem perde são os profissionais que procuram uma oportunidade de ingresso na carreira e as escolas que aguardam a colocação dos técnicos necessários ao seu funcionamento.

Também o EduQA enfrenta uma das maiores crises desde a sua criação. O processo de classificação dos exames nacionais foi alvo de inúmeras denúncias relacionadas com dificuldades tecnológicas, atrasos, distribuição inadequada de classificadores e problemas organizacionais. Enquanto o Ministério procurava transmitir uma imagem de normalidade, associações de diretores e professores relataram constrangimentos significativos que colocaram em causa a confiança no processo. Independentemente de todas as classificações acabarem por ser concluídas, a sucessão de incidentes revelou fragilidades que dificilmente podem ser consideradas meramente pontuais.

Quem lidera organismos desta importância não pode limitar-se a afirmar que os problemas serão resolvidos. Liderar implica prevenir riscos, garantir que os sistemas funcionam e assumir responsabilidades quando falham. A responsabilidade política existe precisamente para proteger a credibilidade das instituições. Quando essa credibilidade é seriamente afetada, a permanência dos dirigentes deixa de ser apenas uma questão pessoal e passa a ser uma questão institucional.

Numa democracia madura, a demissão de um dirigente não deve ser encarada como um castigo, mas como um ato de responsabilidade. Se os presidentes da AGSE e do EduQA entendem que mantêm condições para continuar, devem demonstrá-lo através de resultados concretos e de uma recuperação rápida da confiança pública. Caso contrário, cabe ao Governo retirar as devidas consequências.

As instituições da educação portuguesa merecem lideranças que inspirem confiança, antecipem problemas e assumam plenamente a responsabilidade pelas decisões tomadas. Quando essa confiança se perde, a renovação da liderança deixa de ser uma opção e passa a ser uma necessidade.

 

NOTA: ao dia de hoje, 5 de julho, tenho como última informação oficial da AGSE que a prova de conhecimentos será realizada amanhã, dia 6 de julho.

Continuo a aguardar que me chegue por via oficial que já não será realizada a prova amanhã.

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Que Alterações São Propostas na Educação Inclusiva?

Neste documento que está em consulta pública até ao dia 17 de julho.

 

Segundo a Claude.ai que analisou todas as versões. O quarto documento é uma proposta de novo decreto-lei (ainda em versão preliminar para discussão pública) que substitui integralmente o regime atual — DL 54/2018 + Lei 116/2019 + DL 62/2023 — por um texto novo e já republicado em anexo. Eis o que traz de efetivamente novo:

1. Acaba com o “Centro de Apoio à Aprendizagem” como espaço físico

O próprio preâmbulo assume isto como motivação central: a aplicação do DL 54/2018 levou a que o CAA se tornasse um espaço físico segregado, contrariando a intenção original. A proposta revoga integralmente o artigo 13.º e substitui-o pelo conceito de “estrutura integrada de apoio à aprendizagem e à inclusão” (novo art. 5.º), de natureza transversal e não circunscrita a um espaço — reforçando explicitamente a centralidade da sala de aula.

2. Um instrumento único substitui três documentos

Talvez a mudança mais prática: o Relatório Técnico-Pedagógico + Programa Educativo Individual + Plano Individual de Transição são fundidos num único instrumento, o PDI (Plano de Desenvolvimento Integral) — dinâmico, único, acompanhando a criança desde a sinalização até à transição pós-escolar. O art. 24.º (PEI) é revogado; o RTP desaparece enquanto documento autónomo.

3. Nova arquitetura institucional (intersectorial)

São criadas/renomeadas várias estruturas que não existiam assim no regime atual:

  • EMAEI — sucede à “equipa multidisciplinar”, agora com “Gestor de Apoio à Inclusão” próprio
  • ELAI (Equipas Locais de Apoio à Inclusão) — estrutura totalmente nova, articulando educação/saúde/segurança social a nível local
  • SNAI (Sistema Nacional de Apoio à Inclusão) — novo sistema de coordenação multinível (Coordenador Nacional, Comissão de Coordenação Nacional, Subcomissões Regionais/SCR, Núcleos de Supervisão Técnica/NST)
  • CCAI — substitui os CRTIC
  • Escolas de suporte ao SNAI — substituem as “escolas de referência para a intervenção precoce”

Isto formaliza uma lógica intersectorial que antes era mais difusa (referências pontuais à equipa de saúde escolar, CPCJ, etc.).

4. Reforço dos direitos e vias de recurso dos pais

Novo mecanismo: se os pais discordarem das medidas seletivas/adicionais e se esgotarem os mecanismos de mediação, podem requerer reapreciação junto das SCR (art. 4.º, n.º 5) — via de recurso que não existia.

5. Conceitos novos/reforçados nas definições

  • DUA (Desenho Universal para a Aprendizagem) passa a ter definição formal própria
  • “Bem-estar” entra como novo princípio orientador (art. 3.º)
  • “Barreiras à aprendizagem” passa a incluir explicitamente a dimensão linguística
  • Adaptações curriculares significativas passam a ser qualificadas como de “carácter excecional”

6. Alargamento das adaptações de avaliação

Mantém e alarga o que o DL 62/2023 já tinha introduzido (dislexia e perturbação específica da linguagem) e acrescenta novas modalidades: provas digitais com/sem figuras, provas ampliadas, prestação à distância de provas de aptidão profissional.

7. Fundamentação explícita no preâmbulo

O diploma invoca diretamente um estudo de avaliação externa (“Avaliação da Educação Inclusiva”, PESSOAS 2030, relatório final de dezembro de 2025) que, decorridos oito anos, concluiu que os problemas não são conceptuais mas de operacionalização — daí a opção por reformar em vez de manter o regime atual.

8. Revogações e produção de efeitos

Revoga expressamente os arts. 10.º/4/c), 11.º/2/b) e /3/f), 12.º/9/f), 13.º, 24.º, 27.º/4, 31.º, 35.º e 36.º/1-2 do DL 54/2018; entra em vigor no dia seguinte à publicação mas só produz efeitos a partir do ano escolar 2026/2027, com regime transitório (PDI só obrigatório para novas sinalizações nesse ano; RTP/PEI/PIT antigos mantêm-se até final desse ano letivo).


Em suma: não é uma alteração pontual como as de 2019 e 2023 (que mexeram em números/alíneas isolados) — é uma reformulação estrutural, com nova terminologia, nova arquitetura de governança intersectorial (SNAI/ELAI) e simplificação documental (PDI), justificada por uma avaliação de implementação de oito anos.

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E Quem Vai Despachar os Alunos Sem Escola?

Com este despacho do Ministro da Educação passaram a ser as escolas a determinar o número de turmas que podem aceitar, não havendo limite (a não ser o físico) à abertura de novas turmas.

Aplaude esta medida quem é adepto da liberdade de escolha, mas mais cedo ou mais tarde algumas escolas vão sofrer com esta decisão porque nem todas as condições físicas das escolas são iguais. Há escolas que o tempo já comeu a tinta das paredes e a cera do chão, enquanto outras ao lado reluzem, como se a sorte tivesse escolhido morada antes de os alunos escolherem a escola

 

Resta saber quem terá a competência para colocar administrativamente um aluno dentro da escolaridade obrigatória que não consiga vaga numa das suas 5 preferências.

No caso dos alunos acima do 5.º ano isso não deve ser problema, mas no caso do Primeiro Ciclo e por falta de salas de aula em muitos centros de cidade, não é possível fazer crescer mais turmas por não haver salas de aula disponíveis.

 

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O IAVE Vive na Idade da Pedra

E ainda não percebeu que de nada vale ocultar os itens das provas ModA ou Finais, para o que costuma dizer, “permitir comparabilidades”.

Só vai afundar os alunos/famílias com menores recursos aos meios digitais em comparação com aqueles que até têm explicações com os Reys da Matemática e outros afins.

Era para ser secreta, mas a prova de Matemática do 9.º ano “está a circular” na Internet

 

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Exames de 12.º Ano e Critérios de Classificação

Exames Nacionais 2026: divulgação de enunciados e critérios – 1.ª fase

 

 

Consulte aqui os enunciados e critérios de classificação das provas realizadas no âmbito da 1.ª fase dos Exames Finais Nacionais do Ensino Secundário 2026.

 

Enunciados:

Português – Prova 639 (Versão 1)
Português – Prova 639 (Versão 2)
Português – Prova 639 (Prova adaptada)

Português Língua Não Materna (B1) – Prova 839

Português Língua Segunda – Prova 138

Economia A – Prova 712 (Versão 1)
Economia A – Prova 712 (Versão 2)

Geometria Descritiva A – Prova 708

Alemão – Prova 501

Espanhol – Prova 547

Espanhol – Prova 847

Francês – Prova 517

Italiano – Prova 849

Latim A – Prova 732

Mandarim – Prova 848

Biologia e Geologia – Prova 702 (Versão 1)
Biologia e Geologia – Prova 702 (Versão 2)
Biologia e Geologia – Prova 702 (Prova adaptada)

Geografia A – Prova 719 (Versão 1)
Geografia A – Prova 719 (Versão 2)
Geografia A – Prova 719 (Prova adaptada)

História A – Prova 623 (Versão 1)
História A – Prova 623 (Versão 2)
História A – Prova 623 (Prova adaptada)
História A – Prova 623 (Prova Braille)

História B – Prova 723 (Versão 1)
História B – Prova 723 (Versão 2)

História da Cultura e das Artes – Prova 724

Literatura Portuguesa – Prova 734

Matemática A – Prova 635
Matemática A – Prova 635 (Prova adaptada)

Matemática B – Prova 735

Matemática Aplicada às Ciências Sociais – Prova 835
Matemática Aplicada às Ciências Sociais – Prova 835 (Prova adaptada)

 

Critérios de Classificação:

Português – Prova 639 (Comum às Versões 1 e 2)
Português – Prova 639 (Prova adaptada)

Português Língua Não Materna (B1) – Prova 839

Português Língua Segunda – Prova 138

Economia A – Prova 712 (Comum às Versões 1 e 2)

Geometria Descritiva A – Prova 708

Alemão – Prova 501

Espanhol – Prova 547

Espanhol – Prova 847

Francês – Prova 517

Italiano – Prova 849

Latim A – Prova 732

Mandarim – Prova 848

Biologia e Geologia – Prova 702 (Comum às Versões 1, 2 e Prova adaptada)

Geografia A – Prova 719 (Comum às Versões 1, 2 e Prova adaptada)

História A – Prova 623 (Comum às Versões 1 e 2)
História A – Prova 623 (Comum às Versões Adaptada e Braille)

História B – Prova 723 (Comum às Versões 1 e 2)

História da Cultura e das Artes – Prova 724

Literatura Portuguesa – Prova 734

Matemática A – Prova 635
Matemática A – Prova 635 (Prova adaptada)

Matemática B – Prova 735

Matemática Aplicada às Ciências Sociais – Prova 835
Matemática Aplicada às Ciências Sociais – Prova 835 (Prova adaptada)

 

Áudios:

Português Língua Não Materna (B1) – Prova 839

Alemão – Prova 501

Espanhol – Prova 547

Espanhol – Prova 847

Francês – Prova 517

Italiano – Prova 849

Mandarim – Prova 848

Artigo em atualização constante.

 

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Querem apostar que isto vai correr mal?

Passaria pela cabeça de alguém transformar a correcção dos Exames Nacionais numa parafernália logística, num conjunto emaranhado de procedimentos complexos, potencialmente passíveis de falhas, sem razão e sem justificação?

 

À partida, não passaria… Não passaria, mas passou, com certeza, pela cabeça de alguém com responsabilidades governativas na Área da Educação e a prova é esta:

 

“Os alunos continuam a escrever em papel, mas as suas respostas seguirão para um centro de digitalização, nas instalações da Imprensa Nacional-Casa da Moeda (INCM), em Mem Martins, onde serão processadas e disponibilizadas numa plataforma digital para correção.

 

Conforme avançado, a operação prolongar-se-á por cerca de 35 dias e envolverá mais de 300.000 provas, 166.000 alunos, milhares de professores classificadores e mais de 5000 elementos da Polícia de Segurança Pública (PSP) e Guarda Nacional Republicana (GNR). O objetivo desta operação histórica é garantir o transporte e a segurança de todo o processo.” (SAPO Notícias, em 15 de Junho de 2026).

 

Com toda a frontalidade, apetece afirmar que se tratará de uma operação historicamente disparatada, tantas são as variáveis de difícil controlo, agora introduzidas no processo de correcção dos Exames Nacionais…

 

Convirá referir que em cada uma das fases deste processo, várias coisas poderão correr mal… Restará saber a gravidade do que poderá sair gorado…

 

Não há como contornar este facto: a probabilidade deste processo correr mal é elevada, só alguém insensato ou algum optimista panglossiano não o antecipará ou não o receará…

 

Pode ser que me engane, mas a julgar pela incapacidade de coordenação organizativa e operacional que o MECI (AGSE) tem vindo a evidenciar num processo teoricamente muitíssimo mais simples como o Concurso de Técnicos Superiores, é impossível augurar bons resultados, no que se refere à correcção dos Exames Nacionais…

A pretensão do MECI, alegadamente assente num “novo paradigma” administrativo, em modernizar, simplificar e incrementar a eficiência e agilidade administrativas, neste momento mais parece uma miragem, uma absoluta quimera…

Nada disto bate certo, a teoria e a prática não são congruentes e tudo isto poderá correr muito mal, plausivelmente inquinado por expectáveis trapalhadas práticas…

A não ser que, propositadamente, se confunda caos com “está tudo a correr muito bem”, o que, e pelo que já se viu, também não seria de espantar… De resto, a propaganda e a manipulação da opinião pública já estiveram mais longe de se tornarem no “pensamento oficial”…

O fantasma de Murphy paira no ar: “Se alguma coisa pode correr mal, correrá mal”…

Se Murphy tiver razão, daqui a algum tempo, poderemos estar perante um disparate histórico que, em concomitância, terá sido ridiculamente dispendioso para o erário público…

Em vez da implementação de medidas simples e pragmáticas, sem floreados, adornos ou aparatos, tem-se optado por prioridades dominadas por um certo “show off” que, ainda por cima, em primeiro lugar, se poderão virar contra quem as concebeu, dada a entropia introduzida pelos próprios…

Sem rodeios, a decisão relativa à correcção dos Exames Nacionais, que começou agora a ser implementada, carece de inteligência e de sensatez…

Paula Dias

 

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Uma Sande Entre o Intervalo de Exames

… a vantagem é que estes alunos podem ver o Portugal às 18:00.

Divulgo como me chegou.

Hoje partilho o Calendário dos Exames, por uma razão, quem o elaborou não tem conhecimento de todos os procedimentos relativos às provas e respetivas durações e das condições especiais de realização de provas e exames que são autorizadas pelo Senhor Presidente do Júri Nacional de Exames, para alguns alunos que necessitam de adaptações.
E vou dar um exemplo muito prático, na próxima terça-feira, dia 23 de junho de 2026, muitos alunos irão realizar o Exame Nacional de MACS (código 835) para aprovação na disciplina e de Inglês (código 550) como prova de ingresso. O exame de MACS tem o seu início às 9.30 h, com a duração de 150min. , mais 30 min. de tolerância, pelo que, a maioria dos alunos irá terminar o exame às 12.30h, mas os alunos para o qual foi autorizado tempo suplementar de 30 min. (alunos de Educação Especial) terminam o exame às 13.00h.Seguem-se procedimentos de verificação e recolha dos respetivos exames pelos professores vigilantes.
Estes alunos terão de estar à porta da sala para realização do Exame Nacional de Inglês às 13.30h (30 min. antes como diz a Norma 02), uma vez que este terá início às 14.00h.
Estes alunos terão à volta de 20 min. entre os dois exames para almoçar e tentar descansar um pouco…enfim, será que alguém pensou nestas situações? Será que o IAVE e o JNE não têm consideração e respeito pelos nossos alunos?

 

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Daqui a Pouco Até Vão Faltar os Diretor@s

Agrupamento de Escolas do Fundão será gerido por comissão administrativa durante um ano

 

Agência para a Gestão do Sistema Educativo não homologou o ato eleitoral, porque as candidaturas não cumpriam requisitos.

O Agrupamento de Escolas do Fundão vai funcionar no próximo ano sob gestão de uma Comissão Administrativa Provisória, uma vez que o recente ato eleitoral, do qual saiu vencedor Nuno Ferreira, não foi homologado pela Agência para a Gestão do Sistema Educativo (AGSE), que encontrou irregularidades no processo, de acordo com um despacho ao qual o JF teve acesso, datado de 17 de junho.

Agora, será o diretor-geral dos Estabelecimentos Escolares a nomear a referida comissão, que entrará em funções preferencialmente antes do início do próximo ano letivo. Ao que tudo indica, o novo ato eleitoral apenas se realizará dentro de um ano.

Recorde-se que no dia 27 de maio, nas eleições para a liderança do agrupamento, apresentaram-se a sufrágio Nuno Ferreira e Sérgio Mendes, na sequência de um procedimento concursal, mas a AGSE veio a apurar que nenhum dos candidatos cumpria vários requisitos obrigatórios indicados pelo artigo 21.º do Decreto-Lei n.. 75/2008 de 22 de abril, nomeadamente “habilitação especifica para o exercício de funções de administração e gestão escolar”; “experiência em funções de administração e gestão de estabelecimentos escolares”; e “currículo relevante nas áreas da administração e gestão escolar”.

A AGSE ainda solicitou comprovativos sobre esta matéria ao presidente do Conselho Geral do Agrupamento, Ricardo Miguel Duarte Gaspar, mas perante a resposta insatisfatória a decisão foi não homologar as eleições.

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Parecer do Conselho Científico do EduQA

Parecer do Conselho Científico do EduQA sobre item da prova de Português (639), da 1.ª fase de 2026

 

 

Consulte aqui o parecer do Conselho Científico do EduQA sobre item do Exame Final Nacional de Português de 2026, 1.ª fase.

 

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Quando a Amália Chegar Isto Nunca Vai Acontecer…

Porque quase acredito que as provas vão ser realizadas pela IA Portuguesa.

 

Auditoria aos procedimentos do Exame Nacional do Ensino Secundário de Português realizado no dia 16 de junho

 

 

 

O Ministro da Educação, Ciência e Inovação (MECI) determinou à Inspeção Geral da Educação e Ciência (IGEC) a realização de uma auditoria aos procedimentos internos do Instituto de Educação, Qualidade e Avaliação (EduQA) no âmbito da elaboração dos enunciados dos Exames Nacionais do Ensino Secundário, designadamente ao nível da verificação de itens previamente publicados.

 

Após a conclusão do relatório da IGEC, do qual deverão constar eventuais propostas de medidas corretivas, o Ministério da Educação, Ciência e Inovação tirará as devidas consequências.

No Exame Nacional do Ensino Secundário de Português (Prova 639), realizado esta terça-feira, foi utilizada uma imagem previamente publicada num caderno de exercícios de uma editora, existindo assim uma falha objetiva da equipa responsável pela elaboração do exame na verificação de questões/itens já disponibilizados por editoras.

O Ministro solicitou ainda ao EduQA a emissão de um parecer técnico sobre os eventuais efeitos desta situação na equidade entre os alunos que realizaram a prova.

A utilização da imagem em questão deveria ter sido evitada pelo EduQA, tendo em conta a prática habitual de verificação exaustiva – no âmbito da elaboração de enunciados – de cadernos de preparação disponibilizados pelas editoras, o que evitaria situações semelhantes à ocorrida este ano.

Ao contrário da informação reportada inicialmente pelo EduQA ao Ministério da Educação, Ciência e Inovação, aquele caderno de exercícios foi disponibilizado em agosto de 2025, tendo a prova sido elaborada no início de 2026.

Nos últimos anos, o Grupo III do Exame Nacional do Ensino Secundário de Português é constituído por um item idêntico, variando apenas o objeto das questões (uma imagem, uma frase ou um texto), como é possível verificar nos seguintes links:

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No Quintal do Paulo Surge Esta Queixa Sobre o Concurso de TS

É vergonhoso o que a AGSE está a fazer neste concurso de ingresso no quadro de 1406 Técnicos Superiores, mas a AGSE tem um Presidente que é o principal responsável por este vergonhoso processo.

Pergunta quem escreve esta denúncia porque os Diretores se mantém em silêncio?. Pois não sei. Eu por aqui já fiz queixas suficientes ao ponto de pedir a demissão do Presidente da AGSE que é incapaz de gerir este processo concursal e que nunca deviam ter sido as escolas a abrir este tipo de concurso.

Quanto ao ponto de contacto prometido, continuo à espera como todas restantes escolas, mas também tenho uma certeza: se me atribuírem algum ponto de contacto ele deve saber bem menos que eu sobre este absurdo processo concursal.

Quanto aos e-mails que enviei para o [email protected] até hoje nem uma resposta obtive.

 

Ainda Sobre O Concurso Para Técnicos Superiores

 

 

Deixo-te duas notas, muitíssimo esclarecedoras da incompetência da AGSE, no que se refere ao Concurso para Técnicos Superiores – Área de Psicologia:

– O endereço de email disponibilizado pela AGSE ([email protected]) pura e simplesmente não funciona. Nenhuma das dúvidas colocadas por essa via foi respondida. NENHUMA. Tanto faz enviar dúvidas como não mandar. A resposta é sempre ZERO. Falei com outros Agrupamentos, os resultados são os mesmos: ZERO respostas!

– Em 3 de junho passado, os Agrupamentos receberam esta comunicação da AGSE:

“Para apoiar este trabalho, a AGSE reforçará o acompanhamento dos procedimentos em curso, através da constituição de uma equipa dedicada a este processo, sendo atribuído a cada escola um ponto de contacto de referência, que prestará apoio operacional, esclarecerá dúvidas e acompanhará a evolução dos procedimentos, com o objetivo de assegurar a sua tramitação com a maior celeridade possível.

Ainda hoje serão disponibilizados a cada escola os contactos do respetivo ponto de contacto de referência, sendo que, nos próximos dias, os técnicos de acompanhamento iniciarão contactos diretos com as escolas, dando prioridade às situações em que ainda existam avisos por publicar, para prestar o apoio que se revele necessário.”

Até hoje, NINGUÉM conhece qualquer “ponto de contacto de referência”, apesar das muitas solicitações nesse sentido. Confirmei isto junto de outros Agrupamentos.

Os Júris dos Concursos estão à beira de um ataque de nervos, sem conseguirem quaisquer esclarecimentos às muitas dúvidas colocadas. Estão sem rede, entregues a si próprios e sem respostas de quem as deveria dar: a AGSE. Em resumo, a AGSE não responde a NENHUMA solicitação endereçada pelos Júris dos Concursos.

Os Diretores têm obviamente conhecimento de tudo o anterior. Porque se mantêm em silêncio? Porque não denunciam este comportamento da AGSE, a todos os níveis incompreensível e vergonhoso?

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