Tortura vitalícia

A desesperança de lidar com um sistema impiedoso.
 
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Sofre de cancro e é obrigada a trabalhar

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10 comentários

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    • maria on 20 de Janeiro de 2016 at 21:44
    • Responder

    Revoltante!

    • xxx on 20 de Janeiro de 2016 at 22:19
    • Responder

    Quem estava nesta Junta Médica é desumano.

    • torradeira1 on 21 de Janeiro de 2016 at 0:03
    • Responder

    É quase ao lado de minha casa. Não sei de onde a professora é, mas presumo que seja da zona, pelo sotaque. Pelos vistos já há colegas daquela escola que se vão juntar para, à vez, a irem levar aos tratamentos ao Porto.
    Podiam era passar por casa dos tipos da Junta Médica e principalmente de quem lhes dá as ordens a ver se eles ficavam com o “cancro do medo” e começavam a tratar destes casos não como se de animais ou carga fossem, mas sim de outros seres humanos.
    Parece o caso daquela colega de Aveiro há 4 ou 5 anos atrás: com cancro, conseguiu finalmente a reforma depois de muita luta… e 15 dias depois faleceu…

      • filosofia on 21 de Janeiro de 2016 at 15:20
      • Responder

      E do colega da Alberto Sampaio, em Braga, de Filosofia, com cancro na língua que faleceu ao serviço, porque a Junta Médica o mandou trabalhar (também há uns anos).

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    • Para quem ainda n percebeu! on 21 de Janeiro de 2016 at 11:28
    • Responder

    Uma vergonha e uma atitude que foi implementada e defendida pelos partidos de direita, de quem a FNE e os autores deste blogue são membros!

    É uma hipocrisia colocarem aqui este exemplo quando na verdade defendem estas medidas…

    • António on 21 de Janeiro de 2016 at 19:52
    • Responder

    Só quem passou por uma junta médica sabe o que aquilo é Obrigam a levar relatórios médicos e nem para eles olham. O caso desta colega é revoltante e VERGONHOSO. Mas alerto que não é caso único.

    • Corvo Mon on 22 de Janeiro de 2016 at 13:01
    • Responder

    Realmente é vergonhosa esta situação e revoltante.Como já disse várias vezes paga o justo pelos pecadores. O facto de haver muitas situações de professores a usufruirem da MD descambou nisto!!!

      • contracorrente on 26 de Janeiro de 2016 at 23:31
      • Responder

      Sinceramente, já me repugna ler a sua verborreia contra docentes que, justamente, recorreram a um direito universal a qualquer trabalhador do Estado, a MPD. O caso postado é indigno, revoltante e entristece qualquer cidadão de bem, não o conspurquemos com discussões que em nada têm a ver com o decreto de obrigar uma pessoa a trabalhar nestas condições de precariedade.

    • mario silva on 22 de Janeiro de 2016 at 22:53
    • Responder

    Sequela dos piores anos da sinistra e cruel ministra MLR…

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