É quase ao lado de minha casa. Não sei de onde a professora é, mas presumo que seja da zona, pelo sotaque. Pelos vistos já há colegas daquela escola que se vão juntar para, à vez, a irem levar aos tratamentos ao Porto.
Podiam era passar por casa dos tipos da Junta Médica e principalmente de quem lhes dá as ordens a ver se eles ficavam com o “cancro do medo” e começavam a tratar destes casos não como se de animais ou carga fossem, mas sim de outros seres humanos.
Parece o caso daquela colega de Aveiro há 4 ou 5 anos atrás: com cancro, conseguiu finalmente a reforma depois de muita luta… e 15 dias depois faleceu…
E do colega da Alberto Sampaio, em Braga, de Filosofia, com cancro na língua que faleceu ao serviço, porque a Junta Médica o mandou trabalhar (também há uns anos).
Só quem passou por uma junta médica sabe o que aquilo é Obrigam a levar relatórios médicos e nem para eles olham. O caso desta colega é revoltante e VERGONHOSO. Mas alerto que não é caso único.
Realmente é vergonhosa esta situação e revoltante.Como já disse várias vezes paga o justo pelos pecadores. O facto de haver muitas situações de professores a usufruirem da MD descambou nisto!!!
Sinceramente, já me repugna ler a sua verborreia contra docentes que, justamente, recorreram a um direito universal a qualquer trabalhador do Estado, a MPD. O caso postado é indigno, revoltante e entristece qualquer cidadão de bem, não o conspurquemos com discussões que em nada têm a ver com o decreto de obrigar uma pessoa a trabalhar nestas condições de precariedade.
10 comentários
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Revoltante!
Quem estava nesta Junta Médica é desumano.
É quase ao lado de minha casa. Não sei de onde a professora é, mas presumo que seja da zona, pelo sotaque. Pelos vistos já há colegas daquela escola que se vão juntar para, à vez, a irem levar aos tratamentos ao Porto.
Podiam era passar por casa dos tipos da Junta Médica e principalmente de quem lhes dá as ordens a ver se eles ficavam com o “cancro do medo” e começavam a tratar destes casos não como se de animais ou carga fossem, mas sim de outros seres humanos.
Parece o caso daquela colega de Aveiro há 4 ou 5 anos atrás: com cancro, conseguiu finalmente a reforma depois de muita luta… e 15 dias depois faleceu…
E do colega da Alberto Sampaio, em Braga, de Filosofia, com cancro na língua que faleceu ao serviço, porque a Junta Médica o mandou trabalhar (também há uns anos).
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乙未年(羊)腊月十一 2016-1-20
Uma vergonha e uma atitude que foi implementada e defendida pelos partidos de direita, de quem a FNE e os autores deste blogue são membros!
É uma hipocrisia colocarem aqui este exemplo quando na verdade defendem estas medidas…
Só quem passou por uma junta médica sabe o que aquilo é Obrigam a levar relatórios médicos e nem para eles olham. O caso desta colega é revoltante e VERGONHOSO. Mas alerto que não é caso único.
Realmente é vergonhosa esta situação e revoltante.Como já disse várias vezes paga o justo pelos pecadores. O facto de haver muitas situações de professores a usufruirem da MD descambou nisto!!!
Sinceramente, já me repugna ler a sua verborreia contra docentes que, justamente, recorreram a um direito universal a qualquer trabalhador do Estado, a MPD. O caso postado é indigno, revoltante e entristece qualquer cidadão de bem, não o conspurquemos com discussões que em nada têm a ver com o decreto de obrigar uma pessoa a trabalhar nestas condições de precariedade.
Sequela dos piores anos da sinistra e cruel ministra MLR…