Mesmo depois da Inspeção-Geral da Educação e Ciência obter concordância do ministro para chamar o Ministério Público a este processo.
Há quase 1300 professores de educação especial colocados em flagrante violação da lei
Nenhum deles tem um mínimo de cinco anos de experiência para apoiar crianças com doenças cognitivas, cegueira e surdez. 266 nunca deram uma aula na vida.




4 comentários
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Creio que são bem mais que esse número, já que aos que concorrem quer sejam QZP ou externos, há que somar os que já são quadros de escola que não passam no crivo… o seu a seu dono, RUA!
O controle da DGAE/AGSE de novo a falhar. Bastava bloquear TS antes da especialização inferior a 1825.
E nenhum manual da DGAE alguma vez mencionou essa obrigação. Não andamos todos errados, certamente.
E os outros que já estão em quadro e que não concorrem? Isto já acontece desde, pelo menos, 2006! Há muito boa gente já em quadro de escola, e que já não está concorrer, que entrou na altura, mesmo não tendo os 5 anos de serviço prévios. Quando liguei na altura para os Recursos Humanos a resposta do outro lado foi a de que não lhes competia averiguar isso, mas sim às Instituições de Ensino Superior que recebiam a Declaração do Tempo de serviço. Isto foi e continua a ser um regabofe. Mais outra: quando a nota da especialização não contava para a graduação (apenas contava a nota final do grupo de origem), acabava-se a especialização com 16 valores. Quando passou a contar para a graduação e ordenação, de repente era só gente com 19 valores!
É colocá-los em ultima prioridade!!! E continuarem assim nos anos seguintes!! (pelo menos…)
Então o que é isto?, são mais espertos que os outros , não se respeita a lei, ultrapassam-se os outros através da vigarice?!!!!!
( isto para não serem retirados do concurso já que a culpa de infringir e aldrabar a lei é meias com as instituições medíocres que lhe deram a formação! Essas sim devem ser severamente punidas!)