Autarquias Vão Gerir até 25% do Currículo

Um bom resumo do que se vai passar com os projetos-piloto da municipalização da educação.

 

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Diário Económico (18-11-2014)

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5 comentários

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  1. Estou impressionado com as ideias que este Governo tem porém, mais uma vez, dá uma no cravo e outra na ferradura. Porque é que não poderiam ser as autarquias, através de concurso local, a recrutar os professores? Não seria mais fácil os professores serem pagos pelo Estado mas serem selecionados através de concurso local tendo os professores com residência no município e nos municípios limítrofes prioridade em relação a professores de outros municípios?

    Quando é que as pessoas começarão a pensar que a experiência num professor não é tudo e que os professores devem sim ser avaliados mas ao serem avaliados, esta avaliação deverá ser em termos de capacidade de preparação de uma aula e/ou em termos de avaliação de conhecimentos especificamente ligados à sua área de lecionamento?!

    É, também, imensamente importante que se pense na modernização do ensino passando para a utilização das novas tecnologias no que concerne à disponibilidade de recursos de aprendizagem. Devem todos os alunos passarem a ter direito a uma tablet e as escolas devem disponibilizar acesso à Internet via wi-fi. Os manuais deverão passar a ser distribuídos em formato digital e as editoras de manuais deverão passar a desenvolver manuais para as diferentes áreas do ensino e formação nacional, devendo esses manuais poder ter uma versão impressa mas onde a versão digital passaria a ganhar mais relevo. Assim as editoras passariam a poder vender os seus livros através da Internet (download) ou através de loja (usb disk).

      • Pedro Lima on 18 de Novembro de 2014 at 23:06
      • Responder

      Bla…bla…bla… com essa teoria, sim é k o ensino vai p´ra frente. Professor que queira trabalhar tem que ser do partido da autarquia. Já chega de jobs for the boys. Tà bonito!

      1. Nenhum professor que queira trabalhar precisa disso de que fala. Uma coisa é o recrutamento, outra coisa é o desenho do concurso. O desenho do concurso deverá ser feito através do Ministério da Educação, mas o recrutamento deve sr feito localmente e deve a distância da residência fiscal ter um peso preponderante na escolha do profissional a colocar.

      • Há cada um! on 19 de Novembro de 2014 at 11:22
      • Responder

      “A experiência num professor não é tudo”.

      A experiência de um cirurgião, de um piloto, de um engenheiro, de um advogado, não é tudo???????

      Quantos aulas é que já deu??????? Em que mundo vive??? Nasceu num berço de ouro, está desesperado ou anda a lamber botas??????

      O spot publicitário dos docentes recém-formados é: Eu sou mestre ou doutorado e eu é que sei, porque a qualidade do ensino mede-se pelo grau ou somatório de formações ou formaçõeszecas de um prof, a experiência dos outros não serve para nada. Depois se a municipalização for avante, filiam-se no partido da autarquia. Se este entretanto mudar, mudam também de camisola…

      Com tanta sugestão tecnológica para o ensino eu acrescento outra. Que tal trocar a sala de aula pelo sistema e-learning? Ficamos todos em casa, deixamos de gastar dinheiro com combustível, portagens, manuais, e de aturar a indisciplina dos alunos. No final emitem-se os diplomas de aproveitamento virtuais. Haja paciência!

      1. Se calhar não conhece um dos modelos de ensino do Brasil que está assente nas video aulas. Por vezes é bem melhor o ensino à distância que o ensino ao vivo. É certo que uma coisa não pode substituir a outra mas deverá ser um bom complemento.

        Quanto à experiência, eu volto a dizer que não é tudo. Quantas vezes ouvi professores a dizer que estavam fartos de “aturar a canalha”. Como em todas as áreas há bons professores com grande experiência e maus professores com a experiência. Aqueles professores que dizem que estão fartos de “aturar canalha” deveriam ficar no desemprego e não impedir quem tem vontade de fazer parte do corpo docente de uma escola.

        Como dissera que a experiência não é tudo, também digo que os diplomas também não são tudo. A sensibilidade de se ser professor e de se ser um bom professor, isso sim é que é tudo. Aquele professor que diz ao aluno que, se quiser, no fim das aulas, o pode procurar para tirar dúvidas, ou que propõe aos alunos com mais dificuldades uma ida à biblioteca num dos tempos livres destes, esse sim é o bom professor.

        Sabemos que os programas escolares longos e desajustados à vida real são o maior problema do ensino português. É preciso evoluir.

  1. […] Um bom resumo do que se vai passar com os projetos-piloto da municipalização da educação. Diário Económico (18-11-2014)  […]

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