Aconselho-vos a leitura de alguns posts sobre Timor Leste e que podem ser vistos aqui ou aqui. Qualquer um desses posts já tem mais de 200 comentários e retrata um pouco o que é trabalhar nesse País.
Desta vez já se podem candidatar docentes contratados, desde que tenham mais de 3 anos de serviço, mas em 3ª prioridade.
A 1ª prioridade é para docentes dos quadros com ausência da componente letiva, a 2ª prioridade para docentes dos quadros com componente letiva.
Existem 17 vagas para o grupo 100 – Educação Pré-escolar e 30 vagas para o grupo 110 – 1º Ciclo do Ensino Básico.
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12 comentários
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Até babei, com um cronograma tão claro…mas porque é que o concurso nacional há-de ser a bandalheira a que estamos habituados?!?
Pois, querem professores escravos! Como a maioria abriu do olho, agora já aceitam contratados. Decerto não vão ter falta de professores, mas colegas, tenham cuidado e muita atenção! Perguntem pelo subsidio que havia antes, o de instalação, depois podem perguntar se têm mesmo seguro ativo, depois pensem bem, pois antes de irem têm de fazer consultas e levar imensas vacinas caríssimas.
Na entrevista, arriscam-se a serem mal tratados para vos Testarem, dizem elas(es). depois oferecem mil dólares de subsidio que sempre tarde em aparecer na conta. Antes que me esqueça, perguntem porque no fim de semana a que temos direito de ir a Díli, temos de pagar nós o alojamento? Olhem que é caro, e depois remos de comer, também é caríssimo! Perguntem ainda porque têm de pagar os produtos de limpeza para as casas, a agua que utilizam na cozinha, e os pratos e taças que por vezes partimos por acidente. Depois perguntem o preço dos telefonemas e da net, se tiverem família e quiserem falar com ela, e com todas estas despesas, lá se vão os mil dólares! E o que gastamos antes de ir, nunca nos pagam! Fiz as contas, afinal não ganhei nada, perdi a esse nível monetário! se alguém for por essa razão fiquem em casa por favor! Depois em alguns distritos vão ter de levar com coordenadores (as) doidas e sem escrúpulos. A tal Lúcia, se ainda estiver é um Diabo transvertido! Pelo que eu passei por lá, não aconselho ninguém a ir. Esclareçam bem, e peçam aumento do subsidio, pois o que dão lá, mal chega para irmos uma vez a Díli! Mas se não acreditam, experimentem! Só saímos de lá ricas de valores, de coisas boas e simples dos nossos meninos, auxiliares e do povo em geral! Que Deus vos ajude! Se ficam doentes, como eu fiquei, ninguém vos apoia! Alguns coordenadores, poucos lá o fazem, mas são tão poucos que até passam despercebidos!
Saúdo haver, de novo, uma manifestação de interesse, um “concurso”, com regras conhecidas à partida. Isto, tinha resvalado para o total abuso!
António
obrigado pelo seu testemunho. Peço aos colegas para deixarem aqui os vossos testemunhos.
António,
A Nina referiu aqui uma história que já ouvi repetida muitas vezes – que parte de uma equipa, num distrito desfavorecido, por razões de simpatias pessoais, não profissionais, impôs a saída de colega. E o pior é que a direção fez a vontade a quem assim o exigiu, pouco importando a qualidade do trabalho desenvolvido e a relação criada com os alunos e a comunidade.
Quanto a este Concurso, ele é desprovido de garantias pois a entrevista, violando o espírito de todos os concursos, é eliminatória!
Alguém entrevistou a Antonieta para ver se ela tem perfil para a função que exerce?! Claro que não…
E a Ana Bessa?! Qual foi a “cunha” que a colocou no “tacho”?! Alguma vez trabalhou nalgum distrito? Não. Apenas é uma privilegiada que faz parte das protegidas da Escola Portuguesa. Que seriedade dá a presença destas afilhadas num Juri?!
Coloquem isto num jornal.. Desmascarar os chulos deste país.
Sou contratado.Vou concorrer apreensivo com o que irei encontrar se for selecionado. É um desafio alternativo ao desemprego .
somos nós que escolhemos para onde vamos ?
Escolher?
Grato,
Ultimamente, tem sido um jogo de sedução onde ser colocado. Quem decide “onde” ser colocada ou colocado é a coordenação geral, ou seja, a Antonieta e a Lúcia e nesta próxima vez, a Ana Bessa. Não é um processo transparente. Não é o mesmo colocar alguém no Oécussi e em Same ou em Dili. Estamos a falar de realidades muito diferentes. Mas, concorre. Depois, se verá.
Pensem bem antes de ir, porque só fica em Dili os amigos dos coordenadores ou seja aqueles k por trás falarem mal dos outros professores. Digo isto porque os coordenadores adoram kem lhes faça queixinhas e coloque em causa o bom trabalho de alguns professores, porque os professores bons são sempre mal tratados por estas pessoas que se dizem coordenadores. quem ficar fora de Dili corre o risco se ficar doente de nunca ter apoio médico, e ainda ficar mal visto perante a comunidade portuguesa em Timor. Os colegas e coordenadores são óptimos a tratarem-nos mal, muito obrigado
Desejo a todos os colegas que vão concorrer muito BOA SORTE. Tenham muita calma e se quiserem aguentar bem o ano, ouçam, observem e falem pouco. Muitas foram as bofetadas de luva branca que ao longo do ano dei, desta forma. Claro que isto tem um preço a pagar. Mas vale a pena ver algumas pessoas a tentarem de todas formas descontrolarem os colegas e não conseguirem. Ri-me muitas vezes agindo assim.
É preciso muito jogo de cintura e sobretudo não deixem de ser quem são. Eles não valem isso.
Grato, não somos nós que escolhemos o distrito para onde vamos trabalhar.
Escolher?! loool
Sonhadora e
todas as sonhadoras,
A Ana Bessa foi escolhida e nomeada politicamente para o lugar. Tal como Conceição Godinho, Sara, João Roseiro, etc.
No entanto, para Diretor de agrupamento em Portugal é aberto um concurso. Que o concurso, depois, é aquilo que sabemos, isso é. Mas, sempre é mais sério do que o sistema de “dedazo” que impera para Timor.
Largas dezenas de docentes, sucessivamente destacados na Escola Portuguesa “Rui Cinnati” são-no por convite, por “dedazo”, sem submissão a qualquer concurso! Lá abrem uma “manifestação de interesse” quando a lista de amigas e de amigas de amigas se esgota…
Outra coisa muito séria: para Portugal, a entrevista, a existir, é meramente confirmativa dos elementos objetivos do candidato levados a concurso. Porque é que a Antonieta, a Lúcia e agora, a Ana Bessa, reclamam para Timor uma entrevista eliminatória? Porque a mentora delas, a Conceição Godinho assim o quer? Acaso a Lúcia, a Conceição Godinho ou a Ana Bessa se sujeitaram, nalgum concurso de docentes em Portugal, a uma entrevista eliminatória?! Claro que não! Têm os “tachos” delas sem qualquer concurso e no concurso a que submetem os outros exigem que a “entrevista” seja eliminatória a fim de vetarem quem lhes não for simpática?! Para Timor, onde as condições de trabalho são as que conhecemos, não servem e servem para Portugal? Isto está em roda livre? Ninguém diz nada que isto, não pode ser?!