Reniões de Dia 22

No próximo dia 22 de Março finalmente Nuno Crato vai reunir-se com as organizações sindicais e nesse dia ficaremos  a conhecer (ou não) as verdadeiras intenções do MEC no que respeita à dispensa de professores do sistema de ensino.

Se Nuno Crato anunciar que vai dispensar 10 mil professores através da mobilidade especial o ministro tem apenas um caminho para manter a coerência de todas as vezes que afirmou que a mobilidade especial dos professores não estaria em causa e que estava a trabalhar para que nenhum professor ficasse nesta situação.

A demissão do cargo.

 

Reuniões com o Ministro da Educação anunciadas nos diversos sites dos sindicatos:

FNE – 9 horas

FENPROF – 11 Horas

Pró-Ordem – 14 Horas

SIPE – 16 Horas

SINDEP

E possivelmente com outras organizações sindicais mas que não consta qualquer referência nos seus sites.

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10 comentários

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  1. Concordo.
    Se houver mobilidade especial forçada para docentes do quadro Nuno Crato perdeu toda a credibilidade que tinha e deve demitir-se por ter faltado à verdade.
    Se não houver mobilidade especial aqueles que a prespectivaram e vaticinaram vão ter que engolir um sapo enorme…
    Pode ser que dia 22 já haja novidades!

      • António Lemos on 16 de Março de 2013 at 21:56
      • Responder

      Quer dizer, se se concretizar mais uma mentira, só agora é que perderá credibilidade!??!!!! Não estaremos a falar daquele que despachou para o desemprego milhares de contratados e que colocou em horário zero outros tantos?? Há pessoas realmente muito tolerantes, ou então vivem no mundo do faz de conta, da negação…como ainda não lhes tocou o pior, faz de conta que o mal não existe e não está a acontecer.
      Abre os olhos, tu e todos que andam por essas escolas a dormir na forma…que este ministro não colocou tantos em horário zero para pagar ordenado ad eternum a quem não faz nenhum!!! Obvio que serão despachados!!! Acordem, imponham-se!!! Que vergonha de classe, não lutam por nada!

        • JPF on 22 de Março de 2013 at 14:48
        • Responder

        Bravo António Lemos. Faço minhas as tuas palavras: “Acordem, imponham-se!!! Que vergonha de classe, não lutam por nada!”.
        A classe docente é aquela que possui mais habilitações académicas e profissionais. Há colegas que possuindo o grau de doutoramento encontram-se em situações precárias e, mesmo no desemprego. Em que classe se passa esta vergonha? Vemos colegas a frequentarem cursos de especializações, mestrados e doutoramentos para tentarem “fugir” às medidas avulso emanadas do MEC. Em vez de estarem unidos gastam tempo a acentuar as poucas diferenças. Todos os docentes precisam da união da classe como de pão para a boca.
        Mais de cindo dezenas de sindicatos que esta classe possui (é verdade, mais de cinquenta sindicatos andam a sugar a bondade e o profissionalismo dos professores) nunca fez nada de concreto para defender os professores. O seu papel tem sido de meros assessores do ministro da educação, anunciando o que já está definido, assinando acordos ruinosos, sem qualquer perspectiva de futuro, com qualidade para a Educação, onde só asseguram estabilidade para si e para os seus amigos. Os sindicatos, tal como estão, não são a resposta que os professores precisam; a sua ação tem-se resumido em digladiar-se pelo maior número de acordos que assinam com a tutela. Usam os seus associados para se pavonearem e salvaguardarem os seus interesses mesquinhos e particulares.
        Se nada fizerem, os sucessivos governos continuarão a delapidar o esforço, o desempenho, o brio profissional desta classe e a qualidade da Educação em Portugal.
        ACORDEM, os professores representam a classe que congrega mais simpatia junto da sociedade. Aproveitem a vantagem em relação à classe política, pelo facto de viverem ao lado das pessoas.
        Em vez de se atirarem uns aos outros como cães raivosos, reflitam na necessidade de se unirem. Juntos teriam mais força e não haveria governo que desrespeitasse esta classe. Portugal precisa de cada um dos professores. Precisa que estejam todos unidos e que lutem pela Educação como um bem comum que deve permanecer universal e gratuito, formando pessoas capazes de desenvolver e projetar a imagem deste país além fronteiras. Os professores não estão sozinhos; os portugueses estão convosco.
        Unam-se para fazerem valer os vossos direitos e a qualidade das vossas qualificações.
        O ideal seria realizarem uma plataforma de união (onde tivesse presença a maioria dos docentes) com o objetivo de desenvolverem um movimento político, com estratégias muito concretas para o renovar da imagem de Portugal.

    • JCP on 16 de Março de 2013 at 15:25
    • Responder

    Depois de longas negociações, a FNE assinará um acordo que aponte para 5 000 despedimentos. E cantará, como sempre, vitória!
    Ficarão de fora do acordo, os sindicatos comunistas!
    Penso que de que…..

    • Shue on 16 de Março de 2013 at 17:13
    • Responder

    Diria que é a derradeira oportunidade para os sindicatos mostrarem/demonstrarem o que realmente valem/interessa e deixarem-se de merd@s!

    • Manuel Carvalho. Trofa. on 16 de Março de 2013 at 17:23
    • Responder

    Nem sempre o trabalho é produtivo! Já.nos habituaram a que a verdade de hoje, amanhã é uma grande mentira. Nuno Crato, vai desculpar-se com a TROIKA, com o défice, perante fatos não há argumentos, e.t.c, e quem se lixa sempre é o mexilhão. Crato antes de ser ministro, criticava a sua congénere, lurdinhas, nas medidas que tomava, parecia ter coluna vertebral, agora ministro virou a polvo, flexível, insensato, pau mandado, sem ideias nem argumentos, um relvinhas 3, enfim alguém que vai ficar na história como um dos piores ministros da Educação após o 25 de Abril. Cortar,cortar é a canção preferida, deste esfarrapado governo que nos vai levar até ao precipício, empurra-nos, depois fogem como outros já o fizeram.

    • JC Narciso on 16 de Março de 2013 at 20:11
    • Responder

    Mesa 1 – Pizza 4 estações;
    Mesa 2 – Pizza de fiambre, queijo, azeitonas e cogumelos;
    Mesa 3 – Pizza Calzone;
    Mesa 4 – Posta à Mirandesa.

    • maria on 17 de Março de 2013 at 1:57
    • Responder

    Desejamos saber concretamente qual a ideia para a escola pública ? vai dispensar 10 mil professores através da mobilidade especial. E vai entregar as escola aos privados, com que regras, a que preço ? Vai fechar escolas ? aumentar as turmas ? alterar o plano curricular ? Onde vai cortar mais ? vai benefeciar as associações privadas ? quais as regras de funcionamento dessas associações ?

    • SMJ on 17 de Março de 2013 at 14:17
    • Responder

    A ter que despedir mais de 10000 professores que sejam esses horários zero todos, pois já há alguns anos que esta situação se arrasta e é uma vergonha esses professores receberem para não fazer nada. Por outro lado andam os contratados a deslocarem-se centenas de quilómetros todos os anos para poderem trabalhar a ganhar cada vez menos e com despesas cada vez maiores, sendo que estes levam sempre com tudo primeiro. Não vamos esquecer quantos já foram despedidos nos últimos anos, entre 15 a 20 mil graças a políticas de poupança orçamental e término de programas escolares.
    Parabéns ao António Lemos pelo seu comentário.
    Cumprimentos a todos!

    • Teresa on 22 de Março de 2013 at 18:08
    • Responder

    Acho muito bem que alarguem os Q ZP e coloquem todos os dos horarios 0 que querem o trabalho à porta, não são apenas os contratados que estão longe de casa! pois eu trabalho há 20 anos e estou a 187 Km de casa e quanto mais tempo de serviço tenho mais me afasto, e esses com horarios 0 estão há 8 ou 9 anos e não saem de casa.

  1. […] as reuniões dos vários sindicatos com o Ministro Nuno Crato e a continuação da reunião com a […]

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