Reportagem de Clara Viana no Público de Hoje

De professora contratada a “desempregada com pulseira electrónica”

 

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7 comentários

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    • Paulo on 5 de Março de 2013 at 22:45
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    A REALIDADE DE UM PAÍS GOVERNADO HÁ DÉCADAS POR GENTE DE MERDA!!!!!!

    • fartadisto on 5 de Março de 2013 at 22:53
    • Responder

    Esta situação é de facto lamentável. Mas nós ainda estamos a agravar mais o problema pois há colegas contratados, com horários completos, a concorrerem – e a ficarem colocados – em horários de 6 horas, em acumulação. Isto é ridículo! Se já antes, apesar de possível, isto não me parecia correcto, então este ano, com os milhares de professores que ficaram por colocar…
    Então estes horários não haviam de ser preenchidos por quem não tem nenhum ou tem um incompleto?
    Sei de pelo menos dois casos nestas circunstâncias e não me parece nem justo nem certo.
    E para que conste, estou colocada com horário completo.

    • Margarida420 on 6 de Março de 2013 at 2:35
    • Responder

    Sei bem o que custa, estar presa sem saber o crime que cometi!!! tenho 14 anos de serviço no MEC não fui colocada, tb estou muito aflita porque o SUB de DESEMP. vai terminar um dia. Tenho mais 16 anos que a Margarida onde vou arranjar agora trabalho??? nem fora do país. Neste momento não tenho nada, mesmo nada que me prenda aqui nesta TERRA (dor, choro, tristeza, falta de esperança, solidão, … ) só queria era trabalhar muito,muito…. para esquecer este INFERNO!!!!

    1. 18 anos aqui, Margarida. 18 anos de serviço, de impostos e de Caixa e SS. Deveria haver algum decoro e respeito por cabelos brancos que já aqui andam.
      Odeio a lista de graduação. Odeio e ponto final!
      E não é só por causa do baixíssimo peso da idade e da contabilização total do TS.
      É também pelo empolamento da média de curso no algoritmo.
      Eu conheço uns casos que acabaram com médias de 17 e 18 nas privadas e no Portugal profundo que valha-me Deus! E mesmo os casos que não são valha-me Deus, do Portugal profundo, são obscenos.

      Houve uma tentativa tímida de mudar os critérios para a graduação, mas foi prontamente pulverizada. E é pena.

    • Jovem on 6 de Março de 2013 at 3:01
    • Responder

    começa o artigo “sem muitos dos seus professores mais jovens”. MAIS JOVENS!?? com 32 anos, de acordo com a conjuntura criticada, já NAO SE É JOVEM, quanto mais “mais jovem”! e os jovens de 34, 35, 38 ou 44 anos???

  1. Rua com este Governo.

    • Manuel Carvalho. Trofa. on 6 de Março de 2013 at 17:43
    • Responder

    É de lamentar estes estados de coisas. Professores no desemprego, alunos sem aulas devido à burocracia. Há agrupamentos de escolas que demoram dois meses para colocarem um professor que vai substituir outro por motivo de doença ou afins. Assim não nos vamos levantar e jamais recuperar a nossa soberania!

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