… que a Educação e a Saúde são áreas em que os portugueses sabem que não se pode cortar.
Por uma vez por todas ouçam quem paga os impostos e quer decidir onde o estado deve efetuar os cortes.
Portugueses rejeitam cortes na Saúde, Educação e SS
Os portugueses acham que o Governo se prepara para cortar na Saúde, Educação, Segurança Social e Defesa, mas por eles os cortes de quatro mil milhões de euros seriam feitos nas parcerias público privadas (PPP), juros da dívida e Defesa. Mais: Saúde, Educação e Segurança social são as áreas onde menos se deve cortar, de acordo com o barómetro de fevereiro de 2013 do CESOP/UCP, para o DN, JN, Antena 1 e RTP.





2 comentários
Deem começar por cortar no : assembleia da répública; transferência de verbas para o ensino privado; fundações; nas ppp; nas reformas acima de 5 mil euros. Cortar na sáude, educação, justiça é colocar este país na ruína… esperem para ver o que estes boys fazem ao nosso país. Veja-se o valor de transferência.da M. da educação para o ensino privado …
O problema é saber-se se o bom povo tem noção de como as despesas do Estado são repartidas. E a avaliar pelas respostas, penso que não. Barómetros daquele tipo prestam-se a populismos fáceis. Poderiam ter começado por perguntar às pessoas se sabem como as despesas do Estado estão divididas e quais são as grandes despesas do Estado. Para se ter uma noção, foi assim, como se apresenta de seguida, que as despesas estavam distribuídas, segundo o Orçamento de Estado de 2010:
– Prestações sociais: 45%
– Despesas com pessoal: 23%
– Consumos intermédios: 10%
– Juros: 6%
– Despesa de capital: 7%
– Outra despesa corrente: 9%