O Lógico

Concurso designado por ofertas de escola trava colocação de professores

 

O presidente da Associação Nacional de Dirigentes Escolares (ANDE), Manuel Pereira, considerou esta quinta-feira “um completo absurdo” o processo de selecção de professores para vagas postas a concurso de “ofertas de escola” . Nos cerca de 150 agrupamentos do país obrigados a adoptar este sistema ainda “há professores por colocar e turmas sem aulas a inúmeras disciplinas“.

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14 comentários

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    • PMB on 27 de Setembro de 2012 at 22:51
    • Responder

    Esqueceu esse senhor de dizer que não tem um horário reduzido que não chega para “comer”. Estas ofertas servem, sobretudo, para aceder a componentes letivas mais dignas. Por outro lado, pegando nas suas palavras aqui está a prova da necessidade de criar uma bolsa de professores com vínculo, a um ou mais concelhos, para suprimir, no geral, os pequenos horários que vão para as ofertas de escolas e para a bolsa de recrutamento. Mas, como estamos num país de “complicados” e pouco pragmáticos… Enfim!

    • ProfessorNasHorasVagas on 27 de Setembro de 2012 at 23:31
    • Responder

    Uma ideia totalmente disparatada… e meter as ofertas de escola( TEIPS, autonomia) no concurso normal?!?!?!

      • pois on 28 de Setembro de 2012 at 7:35
      • Responder

      não sei pq de lá sairam. as regras deviam ser iguais para todos. e deviam dar mais importância ao tempo de serviço na sua formula maravilha de graduação profissional

    • Manuela Teixeira on 27 de Setembro de 2012 at 23:49
    • Responder

    Demonstremos a nossa angústia e desalento
    Vão ao site do jornal Economico e votem a saida de Nuno Crato

    • manuel fernandes on 27 de Setembro de 2012 at 23:52
    • Responder

    Manuel Pereira defende que, “se o Ministério da Educação não confia nas direcções das escolas deve parar de falar em autonomia e tratar de colocar estas vagas nas bolsas de recrutamento”. E eu acrescento ainda bem que não confia e nunca deveria ter dado oportunidade para estas colocações aberrantes. è por estas e por outras que temos milhares de professores com tempo de serviço. è por estas e por outras que professores com muitos anos de serviço ficam de fora. è por estas e por outras que estes concursos locais não deveriam NUNCA terem sido criados, e é por estas e por outras que é urgente que as escolas TEIP integrem de novo o CONCURSO NACIONAL.

  1. Colegas, há escolas TEIP e com autonomia que têm turmas mais fáceis do que outras que não o são… e, de qualquer maneira, os docentes mais graduados estão mais aptos a trabalhar nessas escolas do que o amigo do sobrinho do director, ou a sobrinha da amiga do professor do departamento, ou as Veras Pereiras desta vida. As escolas TEIP e com autonomia nem deveriam existir enquanto tais, percebe-se que a sua criação faz parte de um plano do governo de paulatina privatização da gestão dessas escolas e acabar aos poucos com a escola pública. É fácil ver que os processos de selecção na escolas TEIP e com autonomia são o que de mais vergonhoso e “relvista” existe em Portugal. É praticamente só cunhas, compadrios, cambalachos e coisas que tais…

    Todas as escolas para concurso geral! Este concurso é o único com critérios reconhecidamente objectivos, universais e rigorosos. Acabar com o concurso geral ou tirar escolas desse concurso é oferecer a educação pública à máfia! É o querem Marias de Lurdes Rodrigues e Nunos Crápulas… mas não os docentes honestos.

  2. Que felicidade em ver este senhor prepotente e desonesto ser visitado, é que eu fiz queixa dele!

    • Carlos on 28 de Setembro de 2012 at 1:43
    • Responder

    Seria bem mais fácil colocar todas as vagas no “concurso geral” e proceder a ofertas de escola apenas para técnicos especializados e para contratar professores necessários para projetos e turmas expecíficas com EFA; PIEF; sistema prisional. Todos sabemos que as escolas com as ofertas de escola não estão a contratar os professores mais “competentes” e com mais formação mas, em grande parte dos casos, docentes com pouco tempo de serviço que tiveram a “sorte” de ter ido parar a uma dessas… Também acho um desperdício o investimento que está a ser feito nas TEIP em detrimento de outras escolas que têm bons e excelentes alunos, que não recebem metade dos apoios. Claro que todos os alunos devem ser apoiados e haverá certamente excelentes alunos e alunos interessados em TEIP, mas neste país esquece-se um pouco os bons alunos e centra-se muito o ensino naqueles que não têm qualquer interesse pela escola.
    É apenas a minha opinião!

    • ana on 28 de Setembro de 2012 at 9:23
    • Responder

    As TEIP são uma aberração que só serve o compadrio e um grupo de professores incompetentes, mas aninhados para servir quem nunca gostou de dar aulas. É uma escola à medida do relvas, um embuste que não serve a qualquer tipo de alunos …! O dinheiro é gasto na promoção do absentismo da direcção e do analfabetismo das populações.

      • prof on 28 de Setembro de 2012 at 11:00
      • Responder

      Sou professor de quadro de um agrupamento TEIP e não considero a minha escola uma aberração!!
      Considero apenas que as escolas, teip’s, com autonomia, etc… não conseguem contratar docentes apenas pela graduação.
      Se está errado? Sim, mas só e apenas porque contraria o concurso nacional, mas…. a culpa é de quem lhes deu autonomia para o fazer.

    • PCCO on 28 de Setembro de 2012 at 10:07
    • Responder

    (“Pelo meio, diz Manuel Pereira, “a escola recebeu a visita da Inspecção-Geral de Educação”, porque um candidato se sentiu ultrapassado.) Não teria sido incomodado pela inspeção se tivesse usado critérios justos e honestos nas ofertas da escola que dirige! E a inspeção não vai às escolas quando apenas um candidato se sente ultrapassado.
    Devem ter sido muitas as queixas feitas à inspeção ( e não devemos esquecer que estas queixas não são feitas de ânimo leve, elas têm de muito bem fundamentadas, com a lei em vigor, pelos professores queixosos).
    Tivesse sido honesto e nada disto lhe estaria a acontecer. O ano passado não fez comentários às ofertas de escola, pois não?? Pôs lá quem quis e lhe apeteceu, pois ainda não havia regulamentação para cumprir, não foi??
    Haja paciência!!

    • marco on 28 de Setembro de 2012 at 11:58
    • Responder

    Há vários tipos de injustiças, eu considero que docentes que tiraram a licenciatura numa universidade privado são beneficiados. Saíram com notas mais altas, foram trabalhar mais cedo e agora têm mais graduação. E uma grande parte deles não está tão bem preparado como um docente formado numa universidade pública (se ofendi alguém peço desculpa).

    Também nós devíamos queixar dos nossos colegas que foram tirar especialização em ensino especial em 6 meses, em instituições privadas, que nada sabem e nunca trabalharam no E.E e que vão tirar o lugar a quem já lá trabalhou e trabalha por gosto…

    O currículo de um professor também é importante, será que devia ser tido em conta??

    Tanto vai mal na educação…

    boa sorte a todos

    • O Cão Danado on 28 de Setembro de 2012 at 19:47
    • Responder

    Isto é para rir, certo?

    “…Este ano o sistema tornou-se mais complicado do que era: pela primeira vez, foram estabelecidas regras que limitaram a liberdade de escolha dos directores, que nos últimos anos têm sido acusados de definir critérios demasiado específicos e dirigidos a determinadas pessoas da sua preferência.”

    Pois…Então o que esta em causa é a “liberdade de escolha” e o trabalho suplementar que o MEC atribuiu às escolas por estas não estarem a respeitar a lei.

    “…Para escolher uma professora de Educação Especial, relata, teve de correr seis tranches de cinco professores; e, para cumprir os regulamentos, os três elementos do júri – “três professores que deviam estar a dar aulas”, frisa – tiveram de fazer “treze actas”. “Pelo meio, diz Manuel Pereira, “a escola recebeu a visita da Inspecção-Geral de Educação”, porque um candidato se sentiu ultrapassado.”

    Essa do “sentir”…hummm

    Para concluir: Cumprir a lei, portanto, esta a dar trabalho. E como os diretores já não podem colocar quem querem ao abrigo da autonomia então a Contratação de Escola tornou-se uma chatice burocrática.

    Comprova-se assim, fruto dos atropelamentos legais efectuados por muitos diretores mais zelosos ao longo dos anos que a Contratação de Escola começa a ser uma pedra no sapato.

  3. Meus Caros,

    Isto está assim porque vocês “querem”… e “gostam”! Pois deixam o barco andar!… Povo de pouca fibra!

    Assistente Técnico.

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