… que mesmo assim parecem não agradar a muita gente.
FNE garante vinculação extraordinária de contratados ainda em 2012
A FNE regista como positivo o resultado da reunião desta tarde com o Ministério da Educação e Ciência, depois de ter assegurado que o Ministro Nuno Crato vai avançar com um processo extraordinário de professores contratados, processo que deverá ficar concluído até 31 de dezembro de 2012.
A decisão saiu da reunião desta tarde com Nuno Crato onde ficou determinado que essa vinculação irá respeitar as posições de carreira dos professores que já pertencem aos quadros.
No final do encontro, o secretário-geral da FNE, em declarações aos jornalistas adiantava que “O ministério compromete-se com a vinculação extraordinária de docentes que têm estado contratados e que forem necessários para o sistema educativo, na resposta a orientações gerais e globais que existem e que essa vinculação extraordinária terá de obedecer a um processo de negociação com as organizações sindicais, quer quanto à determinação de metodologia, quer dos critérios e do calendário”.
Em breve será aberto um processo negocial para definir o número de docentes que vão ser vinculados, como é que eles vão ser vinculados e que critérios serão estabelecidos. A FNE vai participar, desde o início, nestas negociações.
Para além deste ganho, a FNE consegui ainda a garantia do MEC de que não há, não houve e não vai ser produzida legislação relativa à mobilidade especial dos professores. Um compromisso do ministério, depois de recentemente terem vindo a público notícias que davam conta da preparação de um diploma que previa a mobilidade especial dos docentes.





51 comentários
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Arlindo há alguma previsão de quando sai a primeira bolsa?
Arlindo
A FNE admitiu a discussão em torno do assunto ainda este ano civil, mesmo que apenas em Janeiro venha a ser publicado o diploma que permitirá um concurso (sic). Vamos ter uma vinculação extraordinária para os colegas do Ensino Privado que passarão à frente de tantos outros que têm sacrificado as suas vidas ao longo de sucessivos anos, mesmo em horários incompletos, que nem lhes dava para pagar as despesas a centenas de quilómetros de suas casas. Acreditas seriamente que será uma vinculação justa? Achas que os contratados têm algum motivo para aplaudir???
Tratando-se indubitavelmente de boas notícias. Não consigo entender a completa ausência de referência à redução brutal de contratos. Fazemos todos falta.
è sim uma boa notícia. No entanto… se não respeitarem a GRADUAÇÃO, se colocarem os que tiveram a sorte de renovar, mesmo estando atrás dos que sofrem há mais tempo e têm mais graduação, será a maior injustiça alguma vez cometida pelo Ministério da (Des)educação.
As listas de graduação também estão cheias de injustiças e no próximo ano, vai ser uma festa, para os privados claro.
Não concordo numa vinculação que não respeite a graduação. Como podemos falar mal do que se passa nas ofertas de escola e depois não a querer cumprir numa situação ainda mais grave.
Mas até o respeitar a graduação pode ser injusto se falarmos da primeira e segunda prioridade. Eu posso estar em segunda prioridade e ter tanto ou mais tempo de serviço que alguém que está em primeira e apesar de tudo ter uma graduação superior… só porque essa pessoa se profissionalizou à mais tempo.
Depois temos um concurso que até setembro se regeu pelo antigo decreto no que respeita às prioridades e a partir de setembro se rege pelo novo decreto.
A primeira é uma boa notícia sim, mas uma boa notícia pode-se transformar em má dependendo da forma como for posta em prática. A colega Maria Teresa tem razão, e em relação aos professores que trabalharam anos a fio para o privado e agora concorrem em lista com mais de 10 anos de serviço só que no privado? Eu conheço casos…
A segunda é uma boa notícia sim.
Agora, volto a tocar no mesmo assunto, porque é que ninguém fala dos profissionalizados que continuam a receber pelo índice 126, só porque alguém achou que isso significa uma subida de escalão e as subidas estão congeladas…
Toda a gente se indigna por oferecerem ordenados mínimos a engenheiros… sei que os valores não são os mesmos, mas qual a diferença nos direitos quando falamos de profissionalizados a receberem igual aos docentes que só têm habilitação própria…
Isto cheira-me a esturo!!! Se está previsto um concurso para o próximo ano letivo porque querem apressar o processo??? Não me parece muito normal. O processo concluido em dezembro porquê? se alguém tiver a sorte de entrar no quadro só muda de escola no ano a seguir. vamos voltar a manisfestar preferências é? e os mega-agrupamentos em curso?? muitas dúvidas!!!!
Também acho muito estranho……afinal para que servirá o concurso se as vagas já tiverem sido ocupadas???????
Acho que a preocupação dos sindicatos deviam ser mais imediatas e tentarem propor o fim da CUNHA nas TEIP’s e escolas com contratos de autonomia. Depois tinham o resto do ano para tratarem de uma hipotética vinculação de contratados que não parece nada realista com o elevado número de DACL’s.
Tudo tão estranho que até arrepia, principalmente na semana em que milhares ficaram sem trabalho. Mas não está previsto um concurso interno nacional para 2012/2013? Porquê isto agora quando não se aceitou antecipar esse concurso para o ano letivo que terminou? Negociação, publicação de suporte legal, concurso e vinculação extraordinária (respeitando a graduação dos quadros) e tudo isto até final deste ano??? Mas faz algum sentido que isto venha de facto a acontecer?
É por estas razões que amanha vou cancelar a minha inscrição na FNE.
Mais um processo injusto e que não respeita a graduação. Já não bastava ver colegas abaixo de mim a renovar em escolas perto da minha área de residência e ainda temos se levar com isto. Deviam era preocuparem-se com as vergonhas nos critérios nas ofertas de escola.
O MEC está a conseguir desviar atenções do mais importante antecipando apenas uns 3 ou 4 meses aquilo que já iria acontecer no concurso de 2013. Isto nem devia ser notícia! Mais, vamos ver em que condições irá ocorrer esta vinculação.
Espero que a FNE não ouse admitir a criação de uma carreira de escravos dentro do quadro. Uma vez vinculados, os professores devem ser TODOS IGUAIS.
Cheira-me muuuuuuuuuuuuuuito a esturro!
Como ja foi dito, se vai existir uma concurso nacional no próximo ano, qual a razão de quererem apressar o processo? Há aqui algo que ficou por dizer… Deitem já foguetes e depois levam com as canas. FNE é sinónimo de surpresas…
Não tenho nada a ver com a FNE, mas quem inventou isto foi o ministro Crato em afirmações no parlamento.
Deviam preocupar-se com a forma como alguns colegas têm ficado colocados e por isso são dos que “fazem falta”. A falta de vergonha e as fraudes a que se assiste nas TEIP e AUTONOMIA é queria ser a preocupação da FNE. Só introduzindo justiça em todos os processos podemos ter uma profissionalidade mais justa. Este processo de vinculação extraordinária irá introduzir mais injustiça porque os pressupostos que lhe servem de base não são eles próprios justos: renovações e ofertas de escola.
Tanto se fala em dez anos de serviço, porquê este número?! Quem tem 9 anos e tal, até 364 ficam de fora?!
Na Resolução da Assembleia da República n.º 35/2010 (aprovada com apoio favorável do PSD e CDS-PP), recomenda a integração excepcional dos docentes
contratados com mais de 10 anos de serviço. A Assembleia da República resolve, nos termos do n.º 5 do artigo 166.º da Constituição, recomendar ao Governo:
1 — A integração excepcional na estrutura da carreira docente dos educadores e professores profissionalizados contratados, em funções de docência há mais de 10 anos lectivos, com a duração mínima de seis meses por ano lectivo, para efeitos de integração e progressão na mesma, assegurando que essa integração aconteça em prazo a estabelecer com as organizações sindicais dos professores e no máximo em concurso extraordinário a realizar em Janeiro de 2011.
2 — A criação de condições para que no prazo máximo de cinco anos os educadores e professores em funções de docência há mais de 10 anos lectivos, com a duração mínima de seis meses por ano lectivo, com habilitação própria e não profissionalizados, acedam à profissionalização de modo a poderem usufruir do estipulado no número anterior.
Aprovada em 15 de Abril de 2010.
O Presidente da Assembleia da República, Jaime Gama.
No meu ver, a graduação deve ser o ponto chave.
Um enorme sorriso, é o que provoca esta atitude da FNE.
Vê o governo aflito e sai em seu auxílio, com um pseudo-pedido urgente de reunião, quando na verdade se trata de uma jogada de bastidores pensada pelos laranjinhas que nela pupulam.
“… e que forem necessários para o sistema educativo.”
Colegas, é esta parte da notícia que irá tramar muitos de nós!
Até concordo com a graduação , mas já se esqueceram a influência das reconduções indevidas que existiram e os contratos das TEIP que nos últimos anos permitiram gente cumprir os minínos que no concurso não conseguiam…
Colega Arlindo, não consigo ficar tão otimista assim com esta noticia da qual saliento o seguinte extrato:
“O ministério compromete-se com a vinculação extraordinária de docentes que têm estado contratados e que forem necessários para o sistema educativo”.
Perante isto pergunto:
– E como vai o MEC decidir quem são os docentes” necessários para o sistema educativo”?
– E os “docentes que têm estado contratados” são apenas os que foram colocados estes ano letivo?
– E os professores deEducação Tecnológica do 3º cilco e de EVT do 2º ciclo que, dada esta reforma curricular, apesar de terem mais de 10 anos de serviço, não foram colocados? Vão-se esquecer deles neste processo extraordinário de vinculação e considerar que não são “necessários para o sistema educativo?
Sem saber todos os pormenores acerca dos critérios desta vinculação extraordinária, ainda é muito cedo para “cantar vitória”….Espero que a FNE, na negociação sobre a vinculação extarordinária, se lembre de salvaguardar a situação dos professores de Educação Tecnológica do 3º ciclo (grupo 530) cuja disciplina deixou de ser obrigatória no currículo.
Só espero que ao afirmar ” essa vinculação irá respeitar as posições de carreira dos professores que já pertencem aos quadros ” queira dizer que os do Quadro possam concorrer a essas vagas e que seja respeitada a graduação. De outra forma a FNE poderá a estar a abrir uma guerra onde poderá sair bastante beliscada.
Para mim é difícil de compreender como se pode estar a falar em vinculação extraordinária de docentes quando, ainda há dias, surgiu na comunicação social a notícia de que Vítor Gaspar pretende reduzir o pessoal de diferentes áreas, como é o caso da educação, tendo sido mesmo referido que “há professores a mais” quando comparado com outros países da UE.
Do mesmo modo, 4 dias após ter sido conhecido o número astronómico de professores não colocados (dos quadros e contratados), não consigo perceber qual a justificação para esta urgência em se antecipar um concurso que já está previsto acontecer em 2013.
Alguém consegue explicar?
Abel:
Um pormenor ou pormaior:
“. A Assembleia da República resolve, nos termos do n.º 5 do artigo 166.º da Constituição, recomendar ao Governo:” O governo não É obrigado a seguir a recomendação. Recomendação não é LEI.
Será que a origem dos 10 anos de serviço, surgiu da tal resolução?! Como diz “touaki”, recomendação não é lei, lá diz “realizar em Janeiro de 2011” e nós já estamos em Setembro de 2012 e o Governo já mudou de “cor”, estão no “poleiro” os tais que também a aprovaram.
Os dez anos de serviço surge de uma tentativa de aproveitamento de uma excepção feita aos professores das técnicas especiais que foram vinculados assim
Aos colegas que se enquadram nesta situação, espero, sinceramente, que consigam vincular e que o processo seja justo e limpo. Não estou nessa situação, nem perto, mas seria uma vitória se isso se concretizasse. Só desejo que não afundem, ainda mais, os colegas de evt. Terão que existir soluções também para estes colegas com mais de 10 anos de serviço. Já basta a injustiça de lhes terem destruído a disciplina (que continua exatamente igual, com a diferença de ter sido dividida e lecionada por um professor).
Tudo tão estranho que até arrepia, principalmente porque parece que há algo encapotado, pois acontece na semana em que milhares ficaram sem trabalho. Isto á para dividir a classe e calar as vozes.
Se está previsto um concurso interno nacional para 2012/2013 como se justifica isto agora quando não se aceitou antecipar esse concurso para o ano letivo que terminou? Negociação, publicação de suporte legal, concurso e vinculação extraordinária (respeitando a graduação dos quadros) e tudo isto até final deste ano??? Mas faz algum sentido que isto venha de facto a acontecer?
Quem vais ser vinculado? Os da privada? Os das Teip, que são contratados com critérios manhosos? ? E a FNE? Qual aqui o seu papel? Deixei de acreditar na FNE.
Isto á para servir alguém.
Não pensam nos milhares de contratados que andam à anos a servir e que, sem culpa, não foram reconduzidos e ficaram de fora do comboio?
Isto são manobras que dividem os professores. E muitos deixam-se ludibriar para satisfação do governo….
O Arlindo não pode concordar com isto, caso contrário deixo de acreditar no seu Blog, que para mim era, até hoje, uma referência.
Tudo tão estranho que até arrepia, principalmente porque parece que há algo encapotado, pois acontece na semana em que milhares ficaram sem trabalho. Isto á para dividir a classe e calar as vozes.
Se está previsto um concurso interno nacional para 2012/2013 como se justifica isto agora quando não se aceitou antecipar esse concurso para o ano letivo que terminou? Negociação, publicação de suporte legal, concurso e vinculação extraordinária (respeitando a graduação dos quadros) e tudo isto até final deste ano??? Mas faz algum sentido que isto venha de facto a acontecer?
Quem vais ser vinculado? Os da privada? Os das Teip, que são contratados com critérios manhosos? ? E a FNE? Qual aqui o seu papel? Deixei de acreditar na FNE.
Isto á para servir alguém.
Não pensam nos milhares de contratados que andam há anos a servir e que, sem culpa, não foram reconduzidos e ficaram de fora do comboio?
Isto são manobras que dividem os professores. E muitos deixam-se ludibriar para satisfação do governo….
O Arlindo não pode concordar com isto, caso contrário deixo de acreditar no seu Blog, que para mim era, até hoje, uma referência.
Read more: http://www.arlindovsky.net/2012/09/duas-boas-noticias/#ixzz25XYEwlHk
Ou eu não estou a ver bem as coisas, ou para o ano os privados vão passar à frente de todos os contratados que normalmente seriam colocados. Pelos menos é isto que eu vejo quando olho para as listas e vejo a graduação dos que concorrem em 2ª prioridade. Ou estou a interpretar mal? Se estou, alguém que me esclareça. Se não, URGE mudar essa possibilidade! A maioria dos professores que têm dado aulas no público vão ficar fora do sistema e sem qualquer hipótese de voltar a entrar!!
Não está não. No meu caso só vou ser ultrapassado por trinta professores que actualmente estão na 2a prioridade e que face à nova legislação no próximo ano me vão ultrapassar. Mas quando as pessoas virem as listas, vai acontecer o mesmo que acontece este ano com as reconduções que já existem à pelo menos sete anos. Gritam todos, grande injustiça. Mas a lei já está publicada desde Julho e antes já era conhecida.
“Não está não” deve ler-se Está a ver bem. As minhas desculpas.
Calma malta, só os que trabalharam em escolas privadas com contrato de associação é que concorrem em 1ª prioridade, e olhem que há muito poucos nessa situação e têm que, segundo o DL 132/2012, ter 365 dias de serviço no público em dois dos seis anos anteriores ao concurso. Não pensem que vos passam à frente com a mesma facilidade que foi até este concurso. Na anterior lei um prof do privado com 1 dia, por exemplo, no privado passava a 1ª perioridade, vejam que a mudança até é significativa. Leiam o DL 132/2012, por favor.
Mas os sindicatos têm que se concentrar nisto! Isto não pode avançar!!
Leiam o DL 132/2012 artigo 10º ponto 3, por favor. As prioridades mudaram, não venham lançar falsos alarmes. Um professor do privado só fica em 1ª prioridade se tiver trabalhado num escola com contrato de associação e que tenha leccionado no público pelo menos 365 dias em dois dos seis anos letivos anteriores ao concurso. Com a anterior lei um professor do privado bastava ter 1 dia, por exemplo, no público para ser 1ª prioridade. Olhem a diferença e atenção que as escolas com contrato de autonomia não são assim tantas….
Rebuçado envenenado para distrair a malta…. 🙁
Há sempre um idiota útil: a FNE apenas foi fazer duas coisas: 1) lavar a cara ao ministro; 2) sossegar os professores do quadro que horda de contratados não representam qualquer ameaça para os direitos adquiridos.
E mais (como já aqui foi lembrado): isto vai penalizar muita gente, nomeadamente aqueles que, apesar de terem muito mais do que 10 anos de serviço, no presente ano lectivo tiveram o azar de estar a leccionar com horários incompletos. O raciocínio cartesiano do ministro vai ser este: quem trabalha em part-time é excedentário…
Trata-se, na minha opinião, de um presente envenenado! É muito estranho que o MEC decida vincular numa altura em que tem de haver redução de pessoal. Não será uma forma de acabar de vez com os concursos de contratação, criando uma bolsa de docentes do quadro que façam as substituições a nível nacional?! Se não for isso, outra coisa será… Falta saber se os sindicatos estão a ser ingénuos ou se traidores, sabendo quais as verdadeiras intenções do sr. ministro!
Eu cá já não acredito no Pai Natal há muito tempo e sei que todas as boas novidades acabam por prejudicar a maioria dos professores, sejam eles contratados ou do quadro.
Piada da semana!!!!
A lista da graduação, tal como existe tem que ser respeitada! Afinal foi assim que fomos sendo colocados ao longo de anos! Faz sentido alterar os critérios, quando na verdade foi com eles que fomos fazendo o tempo de serviço?! Isso de ter dez anos é para agradar a quem? E quem tem 9.8? é menos habilitado? E quem tem 8.8? Ou 5!? Lamento, mas a lista deve ser a base do concurso e as vagas as que forem necessárias! Como sempre foi…
Não perdoo aos sindicatos a enorme injustiça das reconduções! Eles pactuaram com o Ministério a subversão das listas!
Só servimos é para pagar!
Situação: Sou do quadro com quase 20 anos de tempo de serviço. Encontro-me colocado num agrupamento que dista mais de 200 km da minha àrea de residência. Como eu, existem ainda milhares de professores que já são do quadro e continuam a dezenas e a centenas de Km’s de casa. Uma vinculação extraordinária de contratados realizada antes do concurso para todos já previsto para o próximo ano vai gerar inúmeras injustiças e o MEC vai conseguir apenas uma coisa: professores do quadro contra os novos professores vinculados! A contestação vai ser mais que muita pois não posso conceber q eu não venha a ter acesso a estas vagas q serão entregues ã quem tem bem menos tempo de serviço que eu… ou será melhor pedir a exoneração para me poder apresentar a este concurso?
Bom dia!
Continuo a não entender esta incongruência:como podem vincular professores,se existem milhares sem componente letiva?Quanto a mim,esta medida parece-me “surreal”,no entanto seria maravilhoso poder fazer parte desse “bolo”,visto que já leciono desde 97/98!No entanto,espero que meditem muito bem nos critérios para essa vinculação,pois a quem foi renovado o contrato,não significa necessariamente que está bem posicionado na graduação profisssional.—-respeitem a ordem!!!!
Já a colega se esquece que os mais novos sabem bem quão difícil e cara é a profissionalização! Sem direito a um ano numa escola, nem aos 365 dias antes da profissionalização! A lista tem que ser respeitada, quer se tenha mais ou menos do que dez anos de serviço! Acha que no grupo de Espanhol há alguém com 10 anos de serviço?^! Então não se coloca ninguém no quadro, mesmo que haja vagas…
Os colegas mais novos sabem bem o que custa fazer a profissionalização… Andam aí aos caídos a fazer relatórios de mestrado sem que lhes conte qualquer tempo de serviço! Se foi pela lista que foi sendo sempre colocada, porque carga de água haveria de ser agora diferente? Já agora porquê dez anos? É um número mágico? Podia ser com 20, ou com 6! Acha que há alguém com 10 anos no grupo de Espanhol? E então? Nâo se mete ninguém, mesmo que faça falta? Ele há cada lógica…
Sempre pensei que não fosse contribuir para esta lamentável “guerra” fratricida entre colegas, mas de facto não posso deixar de chamar a atenção de alguns pormenores ou pormaiores (como dizia o colega) que fazem toda a diferença e que os colegas mais novos não valorizam (como as nossas crianças que não dão valor ao que têm porque lhes damos demasiado e não têm de lutar por nada) e colegas mais antigos parecem ter esquecido:
1º; Esta suposta vinculação extraordinária destina-se alegadamente a reparar a injustiça feita a todos os colegas que trabalham há mais de dez anos, sem terem tido hipótese de vincularem e acho muito bem que este pressuposto se mantenha;
2º O que defendem o principio total e absoluto da graduação parecem esquecer que existem imensos contratados que frequentaram cursos via ensino (tinha que se optar no segundo ano) e mesmo assim não lhes foi dada a possibilidade de fazer a profissionalização. QUE é um dado adquirido agora e os mais novos nem sequer se lembram que houve tempos em que isto acontecia
3º ESTES, que trabalharam, como eu, anos e anos a fio têm 0,5 PONTOS por cada ano de serviço antes da profissionalização. E ISTO É QUE É A VERDADEIRA QUESTÃO
Por isso, aos defensores da graduação acima de tudo eu digo: que conte 1 valor por todo o tempo serviço a todos os colegas porque eu, por ex., era licenciada, com as cadeiras pedagógicas feitas, numa das mais ilustres universidades da europa (maldita seja que destruiu a minha vida e a de muitos…AH, já me esquecia, e nessa altura a carreira docente não estava sobrelotada, o desemprego não era coisa com que contássemos (os mais recentes sim, sabiam mo que se estavam a meter. E outra coisa : e os colegas que agora se acham intocáveis porque são VINCULADOS, quantas pessoas como nós ultrapassam?? Será justo?? Como podem ver a justiça é sempre MUITO relativa ….?? Será justo?? Como podem ver a justiça é sempre MUITO relativa ….
Claro que esta é uma situação muito complexa. Mas também é necessário ter a noção de que nem todos os grupos são iguais. Há grupos em que as pessoas saem profissionalizadas dos cursos há muitos e muitos anos.
Vinculação extraordinária? Agora é que vai piorar! Desemprego durante muito tempo… depois acabam com os concursos e fica tudo a cargo das escolas e municípios.. Boa jogada