Reunião FNE/MEC

Apenas esta informação no site da TSF. Logo que exista mais desenvolvimentos coloco-os neste post.

Docentes contratados: Ministério vai abrir processo de vinculação extraordinário

 

 

O Ministério da Educação vai avançar com um processo de vinculação extraordinário de professores contratados. A garantia foi dada num encontro com a FNE.

 

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20 comentários

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    • Ana Franco on 4 de Setembro de 2012 at 17:36
    • Responder

    Com toda esta confusão nos concursos é uma vergonha a FNE vir com estas tretas!

    • Mario on 4 de Setembro de 2012 at 17:44
    • Responder

    Os sindicatos são a maior vergonha deste país, juntamente com o governo que compactuam com as falcatruas que estão a acontecer nas ofertas de escolas deste pais. Estas ofertas e as escolas ditas teip são somente uma forma de generalizar a cunha e acabar com a credibilidade de colocação de professores. Vocês são umas vergonha sindicatos… apelo a todos os sindicalizados que acabem com a sindicalização…. os sindicatos devem é denunciar a corrupção que existe na colocação de professores!!!

    • Sara on 4 de Setembro de 2012 at 17:59
    • Responder

    Deviam concentrar-se no mais importante para mostrarem aos sócios que merecem o dinheiro que auferem em vez de andarem à volta de ideias parvas.

    • Luís on 4 de Setembro de 2012 at 18:03
    • Responder

    Mas alguém com bom senso pode dar credibilidade a uma notícia destas? Quer dizer, há menos 50% de contratados colocados este ano em relação a igual período do ano passado e o MEC vai vincular professores. Só se for no desemprego! Vincular como, em que lugares e com que critérios? A equipa do Crato conseguiu mergulhar a educação em Portugal num Pântano como nunca antes visto. Haja vergonha!

    • RUI CARVALHO on 4 de Setembro de 2012 at 18:06
    • Responder

    04-09-2012
    Hoje de manhã no agrupamento de escolas da Apelação foi ma enorme confusão com mais de mil professores para serem entrevistados.

    A humanização desaparece na profissão docente.

    • ricmelo on 4 de Setembro de 2012 at 18:17
    • Responder

    Finalmente alguém aqui deixa uma opinião de jeito!! Sem dúvida nenhuma que os principais culpados do momento atual do ensino em Portugal são os SINDICATOS! Fartinhos de saberem como as coisas vão ficar não mexem palha e depois quando a bomba explode lá aparecem eles como quem diz “Calma que nós estamos aqui”. POUPEM-ME!!!! Façam alguma coisa antes e não depois das leis serem aprovadas que é para isso que vos pagam! Por mim era deixar de dar dinheiro a estas pessoas e faze-las regressar às escolas para sentirem na pele aquilo que nós sentimos todos os anos.

    • Maria on 4 de Setembro de 2012 at 18:30
    • Responder

    Tenham vergonha!
    E os professores dos quadros, sem componente lectiva? Emigram…
    Muitos destes colegas contratados nunca concorreram a nível nacional para vincularem !!!!
    Sempre nos horários guardados na gaveta pelos compadres e,agora isto . Querem tapar os olhos a quem! Façam um concurso obrigatório para todos docentes Contratados e dos quadros, depois façam as colocações pela respectiva graduaçao profissional.
    Basta desta pouca vergonha de concursos… os sindicatos que se deixem de tretas…

      • oleg on 4 de Setembro de 2012 at 18:56
      • Responder

      A colega deveria ter mais atenção quando usa palavras como “sempre”. A maioria dos professores contratados é idónea e jamais entraria nesse tipo de esquemas. Eu sou contrata há 10 anos e durante os 1ºs anos concorri a todo o país. Até me cansar dessa vida e decidir que era tempo de ter vida própria e família. Há 7 anos que não abrem vagas no meu grupo disciplinar. Serei eu responsável por não entrar? Se tenho ficado sempre colocada com horário completo foi pelo meu total mérito. Graças à minha graduação profissional. Se nos concursos de efectivação realizados tivesse aberto um nº real de vagas, de certeza que tal como a colega pertencia agora a um quadro. É claro que as colocações devem seguir sempre a graduação profissional. Nem me atrevo a pensar que deva ser de outra forma. Esta história dos 10 anos é uma farsa. O que deveria ser exigido era a abertura de todas as vagas existentes no país em todos os grupos.

        • Dina Maria Soares on 4 de Setembro de 2012 at 19:19
        • Responder

        Sou contratada, com uma graduação de 32,075 e nunca me guardaram horários, colega Maria. Tenho aliás combatido toda a corrupção que se sente nos critérios manhosos… se sou contratada é porque não têm aberto vagas para o meu grupo e concorro para muitos lados, pode ter a certeza! Antecipem o concurso do próximo ano e façam um para todos os docentes… é o mais justo!

      • PM on 4 de Setembro de 2012 at 20:19
      • Responder

      Maria, concordo consigo. Um concurso para todos e que seja respeitada a graduação.

    • tecas on 4 de Setembro de 2012 at 19:03
    • Responder

    Eu espero que esta vinculação siga o critério da ordem na lista, independentemente dos professores terem sido colocados ou não. É a metodologia mais correta.
    O Ministério cometeu uma grande injustiça com as reconduções e teve o conluio dos sindicatos.

      • Ana Guedes on 4 de Setembro de 2012 at 22:45
      • Responder

      Isso mesmo, Tecas!!!

    • Eumesma on 4 de Setembro de 2012 at 19:10
    • Responder

    Esta-se mesmo a ver q o MEC vai vincular contratados já este ano! Colocou os profs. do quadro em mobilidade (isto é, pré-desemprego) e vai vincular contratados! Alguém acredita q vai haver vinculação?
    Quanto à graduação profissional, não nos podemos esquecer q há muitos docentes formados pelas ESEs, Piagets e afins… todos sabemos como são inflacionadas as médias de quem tirou lá um curso.
    Acabemos com estas guerrinhas e foquemo-nos no q é realmente grave e q levou a este despedimento em massa:
    – eliminação de disciplinas e ACND;
    – aumento do nº de alunos por turma;
    – aumento das horas letivas de cada docente.
    Se conseguíssemos “eliminar” estes 3 aspetos, muita coisa seria diferente…

      • not me on 4 de Setembro de 2012 at 19:17
      • Responder

      “Quanto à graduação profissional, não nos podemos esquecer q há muitos docentes formados pelas ESEs, Piagets e afins… todos sabemos como são inflacionadas as médias de quem tirou lá um curso.”

      Dói-te alguma coisa?

      • oleg on 4 de Setembro de 2012 at 19:40
      • Responder

      Acho muita piada a esta argumentação. Todos os que acabaram com boas notas devem ter tirado o curso na farinha Amparo. É uma opinião frequentemente vinculada. E quem tirou o curso em universidades rigorosas e exigentes e ainda assim tirou melhor nota? Não atirem areia para os olhos das pessoas. A graduação tem de ser cumprida.

        • Zé dos bonés on 4 de Setembro de 2012 at 20:59
        • Responder

        Há grupos, em que as “graduações” são como o algodão. Não enganam.

    • cristina on 4 de Setembro de 2012 at 19:21
    • Responder

    Era talvez a altura de limpar os quadros daqueles professores que não dão aulas há vários anos, e em quase todas as escolas há casos destes. Estão a ocupar vagas de quadro, recebem, e a seguir é necessário ir buscar um contratado para dar aulas. Ó ano letivo anterior fui substituir uma senhora (não lhe chamo professora porque não é) que há 13 anos que mete baixa em setembro!!!!!

    • Marco Lopes on 4 de Setembro de 2012 at 19:21
    • Responder

    Boa preocupação!!!, e que tal combater a vergonha da OE, as renovações que me deixaram em casa e colegas menos graduados a trabalhar (recebem ordenado e contam tempo de serviço) , pactuaram com o diploma assassino dos concursos e agora assobiam para o lado …

  1. Se não respeitarem a GRADUAÇÃO, se colocarem os que tiveram a sorte de renovar, mesmo estando atrás dos que sofrem há mais tempo e têm mais graduação, será a maior injustiça alguma vez cometida pelo Ministério da (Des)educação.

      • Ana Guedes on 4 de Setembro de 2012 at 22:49
      • Responder

      Sem dúvida! Nem quero imaginar que a vinculação poderia ser feita pelas renovações!!! Então é que haveria violência mesmo!
      Determinar um determinado n.º de vagas por grupo, manifestar preferências e colocações feitas pela lista de graduação. Ponto final.

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