FENPROF: O tiro no pé de quem deserta da batalha

Um dos meu filmes favoritos é o poético e romântico “Long Dimanche de Fiançailles”, um filme francês que gira à volta da história de um soldado da 1ª guerra, que teria dado um tiro em si próprio para fugir à batalha. Por causa disso, pensamos ao longo de todo o filme que foi fuzilado, passando-se a trama à volta da busca iniciada pela sua namorada e da narração das várias versões de várias testemunhas sobre o que se terá passado. O filme tem uma cor linda, fala de temas que me interessam muito (a injustiça da pena de morte, as várias faces da verdade, a coragem de não desistir), além da música e da Jodie Foster. Estava a começar a escrever e confesso que não me lembro se o tiro que o soldado deu foi no pé ou na mão. Não fui confirmar, mas isso até pode ser um pretexto para sugerir verem ou reverem o filme. Mas vamos assentar que a minha 1ª memória pode estar certa: o tiro foi no pé.




2 comentários
Estes sindicatos são uma vergonha, já nem disfarçam.
Eles gostam é de usar os professores para justificar a sua ação partidária. Vergonha e ainda há quem pague quotas.
Muito Bom, Luís Braga.
Absolutamente de acordo!
Muito se gosta falar de alternativas e concluir que não existem…Na questão sindical, há uma alternativa: o STOP – a sua força e capacidade de acção depende de muitos professores deixarem de olhar para os sindicatos da mesma maneira como muitos portugueses olham para os partidos e para os clubes de futebol. Os professores que ousem mudar e quando , um dia, acharem que já não serve,…
É preciso punir quem deixou de defender a CLASSE e dar oportunidade à mudança ou, como em tudo o resto, perpetuam-se no poder e são sempre os mesmos que se lixam!