7413 Docentes em Mobilidade por Doença – Nota Informativa

Número que não traz novidade nenhuma. Para uma classe profissional cada vez mais envelhecida, os números só vão aumentar…

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38 comentários

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    • Maria on 27 de Junho de 2019 at 16:57
    • Responder

    Boa tarde.
    O meu pedido foi deferido.
    Existe algum período de tempo para me apresentar na escola onde estarei no dia 01/09/2019?
    Obrigada

    1. Boa noite.
      Só para que saibam faço hemodiálise há mais de 30 anos e tenho uma válvula mecânica que implica hipocoagulação (entre outros problemas) e só na última meia-dúzia de anos pude usar a mobilidade por doença e sempre dei aulas com horário completo e muitas vezes com problemas de compatibilidade com o tratamento (excepto nos últimos 5, apoios, estruturas, etc..).

    • Maria on 27 de Junho de 2019 at 18:36
    • Responder

    Maria, não há prazo para apresentação. O que há, às vezes, é a necessidade de aceitar na plataforma a MPD; mas no ano passado não foi preciso. Pode ir à escola para a conhecerem, é uma boa ideia, mas só precisa de se apresentar no início do próximo ano lectivo.

    • sempre@atento on 27 de Junho de 2019 at 19:05
    • Responder

    Esta situação só se verifica na educação. Ainda se estes professores dessem aulas mesmo que mais próximos da residência, compreendia-se… mas o problema é que vão aos magotes para uma escola e ficam sem trabalhar. O orçamento do estado suporta…
    Temos professores de idade avançada a trabalhar com muito custo e outros muito mais novos a não fazer nenhum. Assim, não custa trabalhar. Conheço docentes que não dão uma aula à anos…
    A deslocação só deveria ser dada quando a escola tivesse horário para atribuir.
    Para quando o ministério vai aferir as fraudes e penalizar não só os docentes mas também os médicos.

      • Ana Duarte on 27 de Junho de 2019 at 20:47
      • Responder

      Há anos

    1. Na minha localidade ,existe um médico que trata a dor de cotovelo !

      • Sérgio on 28 de Junho de 2019 at 1:10
      • Responder

      Concordo!!! E se tiverem psoríase e paramiloidose ao mesmo tempo deviam ser indeferidos pedidos destes. É indecente !

        • António on 28 de Junho de 2019 at 16:34
        • Responder

        O senhor sabe o que é paramiloidose?

    2. Desculpem, mas esta resposta é para o sempre@atento.

      Boa noite.
      Só para que saibam faço hemodiálise há mais de 30 anos e tenho uma válvula mecânica que implica hipocoagulação (entre outros problemas) e só na última meia-dúzia de anos pude usar a mobilidade por doença e sempre dei aulas com horário completo e muitas vezes com problemas de compatibilidade com o tratamento (excepto nos últimos 5, apoios, estruturas, etc..).

    3. O/a sr/a sabe o que é ter uma doença ou uma deficiência incapacitante e limitadora? Eu já recorri a este mecanismo no passado e sempre me conseguiram atribuir horário com componente letiva, quer quando era docente de português, quer agora na educação Especial. Nos últimos cinco anos não pedi e estive longe de casa e este ano pedi, mas até nem foi para o lado de casa, afinal o que me motivou a pedir de novo foi a falta de transportes, acessibilidades, o tratamento de um filho meu no hospital e já não me estava a sentir muito bem na escola onde estive este ano. Em relação aos horários, sempre que existe componente letiva deve ser atribuída aos docentes em Mobilidade por Doença, mas não pode resultar em insuficiência de componente letiva aos professores de carreira do agrupamento.
      É pena que os professores não sejam diferentes dos outros portugueses, uma vez que tal como a maioria da população se movem pela inveja, a´te em relação a quem está doente ou dá apoio a pessoas doentes.

    • Ana Duarte on 27 de Junho de 2019 at 20:46
    • Responder

    Concordo, plenamente.. havia muito para analisar e fiscalizar…os doentes estão todos no Norte. Ainda se gabam alguns, que concorreram e vincularam no Sul, mas depois por doença vêm para ao pé de casa! Casos há que são justíssimos, outros é a teoria do Chico esperto com a cumplicidade de alguns médicos…e pagamos todos nós…e como é ano de eleições, a festa vai ser maior….

      • Sérgio on 28 de Junho de 2019 at 1:12
      • Responder

      É isso mesmo…Guilhotina!!!! E para os médicos fraudulentos que passam falsos atestados, castração química e proibição de jogarem trivial Pursuit durante o período de castração!

        • Sérgio on 28 de Junho de 2019 at 1:15
        • Responder

        Ou então……ficavam a ver um ou outro filme de Manuel de Oliveira, tipo “Recordações da Casa Amarela” durante uma dúzia de meses…todos os dias….umas 5 ou 6 vezes!

          • António on 28 de Junho de 2019 at 16:37

          Tem a certeza que as recordações da casa amarela são do Manoel de Oliveira?

          • PF on 29 de Junho de 2019 at 12:04

          Sérgio mostra total desrespeito pelos colegas que de algum modo têm necessidade de usar a mobilidade por doença, mas mostra também ignorância e falta de capacidade para procurar a informação correta, o filme é de João César Monteiro.

    • Luís Cruz on 27 de Junho de 2019 at 20:48
    • Responder

    O pedido da minha esposa foi indeferido, devido ao comprovativo da Autoridades Tributária em vez de ir o nome do cônjuge (neste caso em meu nome), por lapso foi passado com o nome da minha esposa.
    O que posso fazer?

    Cumprimentos,
    O professor
    Luís Cruz

      • João Duarte on 27 de Junho de 2019 at 21:43
      • Responder

      E ao contrário? Indeferirem porque o comprovativo da Autoridade Tributária ia em nome de quem devia ir? Essa é que não se entende, também

    1. Existe um prazo para reclamar, deve pedir novo comprovativo com o seu nome e submeter. Não ligue aos comentários de gente ignorante.
      Boa sorte!

      • Fernando Pinto on 28 de Junho de 2019 at 20:32
      • Responder

      Vá ao Sindicato, que eles fazem-lhe um recurso. Não costuma haver prazo, mas pedem celeridade. Há dois anos o meu foi indeferido só por uma palavra no documento da junta de freguesia, mas o recurso foi aceite (como é sempre nestes casos de documentos incorretos) e fui mais tarde para a escola que pretendia. Só que em vez de um mês, demoraram 3 (entreguei a 28 de julho, veio a 31 de outubro) e depois a escola ainda demorou a colocar alguém para me substituir e só pude sair a 4 de dezembro! Mas é quase sempre mais rápido. Imprima novo documento da autoridade que será novamente enviado com todos os outros documentos. O sindicato esclarece. Fazem muitos recursos. Boa sorte!

    • Ursulina Ferreira on 27 de Junho de 2019 at 20:56
    • Responder

    O meu pedido foi indeferido, o que tenho que fazer e qual o prazo para entrega de nova documentação que está em falta?

      • Maria on 27 de Junho de 2019 at 21:35
      • Responder

      Primeiro, verifique os motivos do indeferimento. Constam do aviso que recebeu no SIGRHE. Isto para saber a causa. Depois, veja em todo o lado (página da DGAE, nota informativa), se é indicado prazo para recorrer e a quem apresenta o recurso. Se não houver nada, amanhã telefone para o CAT da 24 de Julho e pergunte, ou vá lá se puder.

      • Fernando Pinto on 28 de Junho de 2019 at 20:35
      • Responder

      Já me aconteceu uma vez. Normalmente não há prazo definido, mas pedem celeridade. Vá ao sindicato ou telefone. Eles ajudam.

    • Florbela Santoa on 27 de Junho de 2019 at 22:00
    • Responder

    Boa noite.
    Estou a tentar encontrar o local para aceitar a mobilidade e não vejo nada.
    Como poderei saber se é necessária esta aceitação?
    Obrigada

  1. Por enquanto, não publicaram nada para fazer a aceitação e sei que no ano passado não foi necessário fazê-lo ,no entanto esteja atenta. Boa sorte

    • Csousa on 27 de Junho de 2019 at 23:08
    • Responder

    Isto é uma mobilidade.. Pedida pelo docente.. E aceite pelo ministério, logo Não há aceitação!

      • Fernando Pinto on 29 de Junho de 2019 at 9:42
      • Responder

      Pois, seria o normal. Mas há dois anos tivemos que aceitar na plataforma … daí a pergunta de muitos colegas. O ano passado voltou a não ser preciso aceitar. O que é normal para o comum dos pensantes não é, muitas vezes, para os iluminados do ministério…

    • Margarida Martins on 28 de Junho de 2019 at 4:46
    • Responder

    Considero alguns comentários tremendamente injustos!
    No momento em que confirmo o deferimento do meu pedido de mobilidade por doença por mais um ano encontro-me deitada numa cama de hospital ondem fui submetida a mais uma cirurgia (duas no espaço de um ano), já fiz 6 ciclos de quimioterapia e no último ano foram-me administrados 18 tratamentos de imonoterapia e 12 de hormonoterapia e faço e farei ainda medicação diária, se tudo correr bem por 10 anos. Posso afirmar que no último ano, entre internamentos, consultas, tratamentos, exames, juntas médicas, efetuei um procedimentos clínicos em media de 3 em 3 dias!
    Por isso vejo com grande tristeza os comentários injustos sobre a idoneidade dos pedidos de mobilidade por doença!
    Espero sinceramente num sentimento de solidariedade que os autores dos comentários nunca venham a estar num situação clínica compatível para pedido de mobilidade de doença.
    Bem hajam a todos e um grande obrigado ao Blog do Arlindo pelo serviço que nos presta.

      • Ana Duarte on 28 de Junho de 2019 at 10:09
      • Responder

      Não leu com atenção. Eu disse que alguns são justíssimos, como é o seu caso…. e tenho situações dessas na família é desejo—lhe as melhoras. Eu não disse que eram todos, mas aposto em 70 por cento de fraudes. É como na gravidez de risco e na amamentação depois de um ano…..

        • João on 28 de Junho de 2019 at 17:25
        • Responder

        70% de analfabetismos, o resto é estupidez natural e de nascença.
        Aconselho-o a ler o Despacho conjunto nº A-179/89-XI, de 22 de Setembro e espero que nunca tenha de ser responsável de alguém com uma dessas doenças.

      • Márcia Silva on 2 de Julho de 2019 at 2:20
      • Responder

      Colega Margarida, desejo que tudo lhe corra pelo melhor. Força! Um abraço.

  2. Espero nunca precisar de mobilidade por doença. Alguns comentários são de uma crueldade sem par, outros demonstram ignorância e outros dor de corno que costuma passar se lhes cair uma doença em cima dos cornos.

    • Márcia Silva on 2 de Julho de 2019 at 2:16
    • Responder

    Por favor, gostava de saber se têm conhecimento de algum caso em que a pessoa que pediu MPD não tenha sido notificada. Eu pedi ( sou cuidadora da minha mãe que tem Alzheimer há quase 5 anos), não fui notificada, mas na plataforma o pedido aparece deferido. Obrigada.

      • Maria on 4 de Julho de 2021 at 14:22
      • Responder

      Eu também não recebi notificação, e no SIGRHE , na situação profissional, não me aparece o separador com o resultado. Mandei email para a DGRHE.

    • Sónia Pinto de Matos on 3 de Outubro de 2019 at 22:03
    • Responder

    Boa noite colegas
    Concorri à MD e o processo foi indeferido por falta de assinatura no relatório médico para divulgação da doença. Entretanto enviei um mail para a DGAE, a 2 de julho, com a digitalização do relatório, já com a assinatura em falta. Até hoje não obtive resposta. Conhecem alguém na mesma situação que eu que já tenha obtido resposta? Obrigada

      • Fernando Pinto on 3 de Outubro de 2019 at 22:35
      • Responder

      Colega, há 3 anos o meu pedido foi inicialmente indeferido devido ao atestado da junta de freguesia não estar correto, segundo eles (faço pedido porque sou o único cuidador da minha mãe). Fui ao sindicato para me ajudarem a fazer o recurso, tendo enviado o novo atestado e toda a outra documentação, de novo. Creio que, legalmente, têm um mês para responder, prorrogável por mais um. Mas no meu caso só responderam, deferindo, no dia 31 de outubro. Mais de 3 meses depois da entrada do recurso! Neste intervalo pedi explicações, sem obter qualquer resposta. Tive que ir para a minha escola de colocação durante este tempo todo, mais um mês até a escola conseguir alguém para me substituir. Só no dia 4 de dezembro me pude apresentar na escola onde estou desde aí em MD. Por isso, não desespere. De qualquer modo, se apresentou recurso, terão sempre de responder, deferido ou indeferido. Boa sorte.

        • Sónia Pinto de Matos on 7 de Outubro de 2019 at 0:41
        • Responder

        Obrigada pelo apoio. Continuo desesperadamente à esoera…

    • Sousa on 4 de Janeiro de 2020 at 16:57
    • Responder

    Como refere “Off on 27 de Junho de 2019”, é muita dor de cotovelo.
    Cada um devia preocupar-se com a sua vida, em vez de se prrocupar com a do outro!
    Críticas à redução de amamentação e à deslocação por gravidez de risco, ou nunca pariu ou a que o pariu teve muita ajuda. É muito baixo! Haja limites para a inveja.
    Afinal querem horários para os colegas desempregados ou não?
    Eu estou em mobilidade por doença e o colega que ficou com o meu lugar agradece!

    • Sónia Pinto de Matos on 9 de Janeiro de 2020 at 0:23
    • Responder

    Boa noite colegas

    A minha mobilidade por doença continuou indeferida…

    Podemos pedir nova mobilidade por doença fora dos prazos estabelecidos anualmente?

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