Número que não traz novidade nenhuma. Para uma classe profissional cada vez mais envelhecida, os números só vão aumentar…
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Jun 27 2019
Número que não traz novidade nenhuma. Para uma classe profissional cada vez mais envelhecida, os números só vão aumentar…
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38 comentários
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Boa tarde.
O meu pedido foi deferido.
Existe algum período de tempo para me apresentar na escola onde estarei no dia 01/09/2019?
Obrigada
Boa noite.
Só para que saibam faço hemodiálise há mais de 30 anos e tenho uma válvula mecânica que implica hipocoagulação (entre outros problemas) e só na última meia-dúzia de anos pude usar a mobilidade por doença e sempre dei aulas com horário completo e muitas vezes com problemas de compatibilidade com o tratamento (excepto nos últimos 5, apoios, estruturas, etc..).
Maria, não há prazo para apresentação. O que há, às vezes, é a necessidade de aceitar na plataforma a MPD; mas no ano passado não foi preciso. Pode ir à escola para a conhecerem, é uma boa ideia, mas só precisa de se apresentar no início do próximo ano lectivo.
Esta situação só se verifica na educação. Ainda se estes professores dessem aulas mesmo que mais próximos da residência, compreendia-se… mas o problema é que vão aos magotes para uma escola e ficam sem trabalhar. O orçamento do estado suporta…
Temos professores de idade avançada a trabalhar com muito custo e outros muito mais novos a não fazer nenhum. Assim, não custa trabalhar. Conheço docentes que não dão uma aula à anos…
A deslocação só deveria ser dada quando a escola tivesse horário para atribuir.
Para quando o ministério vai aferir as fraudes e penalizar não só os docentes mas também os médicos.
Há anos
Na minha localidade ,existe um médico que trata a dor de cotovelo !
Concordo!!! E se tiverem psoríase e paramiloidose ao mesmo tempo deviam ser indeferidos pedidos destes. É indecente !
O senhor sabe o que é paramiloidose?
Desculpem, mas esta resposta é para o sempre@atento.
Boa noite.
Só para que saibam faço hemodiálise há mais de 30 anos e tenho uma válvula mecânica que implica hipocoagulação (entre outros problemas) e só na última meia-dúzia de anos pude usar a mobilidade por doença e sempre dei aulas com horário completo e muitas vezes com problemas de compatibilidade com o tratamento (excepto nos últimos 5, apoios, estruturas, etc..).
O/a sr/a sabe o que é ter uma doença ou uma deficiência incapacitante e limitadora? Eu já recorri a este mecanismo no passado e sempre me conseguiram atribuir horário com componente letiva, quer quando era docente de português, quer agora na educação Especial. Nos últimos cinco anos não pedi e estive longe de casa e este ano pedi, mas até nem foi para o lado de casa, afinal o que me motivou a pedir de novo foi a falta de transportes, acessibilidades, o tratamento de um filho meu no hospital e já não me estava a sentir muito bem na escola onde estive este ano. Em relação aos horários, sempre que existe componente letiva deve ser atribuída aos docentes em Mobilidade por Doença, mas não pode resultar em insuficiência de componente letiva aos professores de carreira do agrupamento.
É pena que os professores não sejam diferentes dos outros portugueses, uma vez que tal como a maioria da população se movem pela inveja, a´te em relação a quem está doente ou dá apoio a pessoas doentes.
Concordo, plenamente.. havia muito para analisar e fiscalizar…os doentes estão todos no Norte. Ainda se gabam alguns, que concorreram e vincularam no Sul, mas depois por doença vêm para ao pé de casa! Casos há que são justíssimos, outros é a teoria do Chico esperto com a cumplicidade de alguns médicos…e pagamos todos nós…e como é ano de eleições, a festa vai ser maior….
É isso mesmo…Guilhotina!!!! E para os médicos fraudulentos que passam falsos atestados, castração química e proibição de jogarem trivial Pursuit durante o período de castração!
Ou então……ficavam a ver um ou outro filme de Manuel de Oliveira, tipo “Recordações da Casa Amarela” durante uma dúzia de meses…todos os dias….umas 5 ou 6 vezes!
Tem a certeza que as recordações da casa amarela são do Manoel de Oliveira?
Sérgio mostra total desrespeito pelos colegas que de algum modo têm necessidade de usar a mobilidade por doença, mas mostra também ignorância e falta de capacidade para procurar a informação correta, o filme é de João César Monteiro.
O pedido da minha esposa foi indeferido, devido ao comprovativo da Autoridades Tributária em vez de ir o nome do cônjuge (neste caso em meu nome), por lapso foi passado com o nome da minha esposa.
O que posso fazer?
Cumprimentos,
O professor
Luís Cruz
E ao contrário? Indeferirem porque o comprovativo da Autoridade Tributária ia em nome de quem devia ir? Essa é que não se entende, também
Existe um prazo para reclamar, deve pedir novo comprovativo com o seu nome e submeter. Não ligue aos comentários de gente ignorante.
Boa sorte!
Vá ao Sindicato, que eles fazem-lhe um recurso. Não costuma haver prazo, mas pedem celeridade. Há dois anos o meu foi indeferido só por uma palavra no documento da junta de freguesia, mas o recurso foi aceite (como é sempre nestes casos de documentos incorretos) e fui mais tarde para a escola que pretendia. Só que em vez de um mês, demoraram 3 (entreguei a 28 de julho, veio a 31 de outubro) e depois a escola ainda demorou a colocar alguém para me substituir e só pude sair a 4 de dezembro! Mas é quase sempre mais rápido. Imprima novo documento da autoridade que será novamente enviado com todos os outros documentos. O sindicato esclarece. Fazem muitos recursos. Boa sorte!
O meu pedido foi indeferido, o que tenho que fazer e qual o prazo para entrega de nova documentação que está em falta?
Primeiro, verifique os motivos do indeferimento. Constam do aviso que recebeu no SIGRHE. Isto para saber a causa. Depois, veja em todo o lado (página da DGAE, nota informativa), se é indicado prazo para recorrer e a quem apresenta o recurso. Se não houver nada, amanhã telefone para o CAT da 24 de Julho e pergunte, ou vá lá se puder.
Já me aconteceu uma vez. Normalmente não há prazo definido, mas pedem celeridade. Vá ao sindicato ou telefone. Eles ajudam.
Boa noite.
Estou a tentar encontrar o local para aceitar a mobilidade e não vejo nada.
Como poderei saber se é necessária esta aceitação?
Obrigada
Por enquanto, não publicaram nada para fazer a aceitação e sei que no ano passado não foi necessário fazê-lo ,no entanto esteja atenta. Boa sorte
Isto é uma mobilidade.. Pedida pelo docente.. E aceite pelo ministério, logo Não há aceitação!
Pois, seria o normal. Mas há dois anos tivemos que aceitar na plataforma … daí a pergunta de muitos colegas. O ano passado voltou a não ser preciso aceitar. O que é normal para o comum dos pensantes não é, muitas vezes, para os iluminados do ministério…
Considero alguns comentários tremendamente injustos!
No momento em que confirmo o deferimento do meu pedido de mobilidade por doença por mais um ano encontro-me deitada numa cama de hospital ondem fui submetida a mais uma cirurgia (duas no espaço de um ano), já fiz 6 ciclos de quimioterapia e no último ano foram-me administrados 18 tratamentos de imonoterapia e 12 de hormonoterapia e faço e farei ainda medicação diária, se tudo correr bem por 10 anos. Posso afirmar que no último ano, entre internamentos, consultas, tratamentos, exames, juntas médicas, efetuei um procedimentos clínicos em media de 3 em 3 dias!
Por isso vejo com grande tristeza os comentários injustos sobre a idoneidade dos pedidos de mobilidade por doença!
Espero sinceramente num sentimento de solidariedade que os autores dos comentários nunca venham a estar num situação clínica compatível para pedido de mobilidade de doença.
Bem hajam a todos e um grande obrigado ao Blog do Arlindo pelo serviço que nos presta.
Não leu com atenção. Eu disse que alguns são justíssimos, como é o seu caso…. e tenho situações dessas na família é desejo—lhe as melhoras. Eu não disse que eram todos, mas aposto em 70 por cento de fraudes. É como na gravidez de risco e na amamentação depois de um ano…..
70% de analfabetismos, o resto é estupidez natural e de nascença.
Aconselho-o a ler o Despacho conjunto nº A-179/89-XI, de 22 de Setembro e espero que nunca tenha de ser responsável de alguém com uma dessas doenças.
Colega Margarida, desejo que tudo lhe corra pelo melhor. Força! Um abraço.
Espero nunca precisar de mobilidade por doença. Alguns comentários são de uma crueldade sem par, outros demonstram ignorância e outros dor de corno que costuma passar se lhes cair uma doença em cima dos cornos.
Por favor, gostava de saber se têm conhecimento de algum caso em que a pessoa que pediu MPD não tenha sido notificada. Eu pedi ( sou cuidadora da minha mãe que tem Alzheimer há quase 5 anos), não fui notificada, mas na plataforma o pedido aparece deferido. Obrigada.
Eu também não recebi notificação, e no SIGRHE , na situação profissional, não me aparece o separador com o resultado. Mandei email para a DGRHE.
Boa noite colegas
Concorri à MD e o processo foi indeferido por falta de assinatura no relatório médico para divulgação da doença. Entretanto enviei um mail para a DGAE, a 2 de julho, com a digitalização do relatório, já com a assinatura em falta. Até hoje não obtive resposta. Conhecem alguém na mesma situação que eu que já tenha obtido resposta? Obrigada
Colega, há 3 anos o meu pedido foi inicialmente indeferido devido ao atestado da junta de freguesia não estar correto, segundo eles (faço pedido porque sou o único cuidador da minha mãe). Fui ao sindicato para me ajudarem a fazer o recurso, tendo enviado o novo atestado e toda a outra documentação, de novo. Creio que, legalmente, têm um mês para responder, prorrogável por mais um. Mas no meu caso só responderam, deferindo, no dia 31 de outubro. Mais de 3 meses depois da entrada do recurso! Neste intervalo pedi explicações, sem obter qualquer resposta. Tive que ir para a minha escola de colocação durante este tempo todo, mais um mês até a escola conseguir alguém para me substituir. Só no dia 4 de dezembro me pude apresentar na escola onde estou desde aí em MD. Por isso, não desespere. De qualquer modo, se apresentou recurso, terão sempre de responder, deferido ou indeferido. Boa sorte.
Obrigada pelo apoio. Continuo desesperadamente à esoera…
Como refere “Off on 27 de Junho de 2019”, é muita dor de cotovelo.
Cada um devia preocupar-se com a sua vida, em vez de se prrocupar com a do outro!
Críticas à redução de amamentação e à deslocação por gravidez de risco, ou nunca pariu ou a que o pariu teve muita ajuda. É muito baixo! Haja limites para a inveja.
Afinal querem horários para os colegas desempregados ou não?
Eu estou em mobilidade por doença e o colega que ficou com o meu lugar agradece!
Boa noite colegas
A minha mobilidade por doença continuou indeferida…
Podemos pedir nova mobilidade por doença fora dos prazos estabelecidos anualmente?