Efeito do congelamento das carreiras, usando como exemplo a carreira docente – Aventar
(…) O congelamento das carreiras foi, portanto, um processo transformacional que conduziu a menores encargos salariais. O governo, ao recusar o reconhecimento do tempo de serviço, está a tornar definitiva esta alteração que, na prática, consiste numa redução salarial (contornando a lei que impede reduções salariais). É isto que está em causa, nada mais.




2 comentários
Assim se foram os seis anos e meio. Acredite quem acreditar mas o que existe é o diploma já aprovado e assim continuará. A 26 de maio e a 6 de outubro os professores saberão bem em quem votar. O PS e o PSD/CDS odeiam os professores.
“Palavra dada, palavra honrada!”
ALDRA, CONFÚCIO MONHÉ
O «incêndio» contra os professores é velho. Até quando os próprios conjugues de alguém que é professor, e ele não o é, não está a favor, veja-se… A chamada perseguição à classe começa muito antes (já quando acabaram com os TManuais no 2º. Ciclo, acabaram com centenas de lugares que nunca repuseram) e acentuou-se com a«Lurdinhas». Aí começou o grande declínio. Tinham de ser os professores a pagar a factura maior no Funcionalismo Público… Repare-se na intoxicação na altura com publicações de tabelas a comparar salários e, a dizer que os professores até «ganhavam muito bem», quando uma maioria, para levar para casa mil e poucos euros, tinha de estar acima do oitavo escalão. Vejo que agora a situação piorou significativamente. Não conheço ao pormenor o que se passa com as progressões e os escalões. No meu caso, que já estou «de fora», tiraram-me o acesso ao décimo todavia (embora já tivesse créditos que foram para o «lixo», pois os professores, contra aquilo que corre, também fazem formação e são avaliados… …) pude prescindir dado ter condições. Assim, resta-me desejar que tenham paciência e, tentem não se reformar perto dos oitenta, ok?… Quando eles tiverem turmas de quarenta alunos, por falta de professores, que não se queixem… Beijinhos.