Carta aberta sobre a Educação: A Revolução Necessária nas Escolas

 

Acabar com calendários e níveis rígidos, progressão ajustada a cada aluno, métodos mais divertidos e modernos e uma disciplina de ética prática: conheça as medidas recomendadas por uma professora para ajustar a escola ao século XXI

Arminda Silva, 73 anos, dedicou mais de 25 anos da sua vida ao ensino, onde foi professora do primeiro e segundo ciclos. Mãe de três filhas e avó de duas netas, reformou-se em 2009, mas acompanha a evolução do ensino em Portugal com muita preocupação. Num testemunho lúcido de quem conhece o sistema por dentro, apela a uma revolução no ensino. Mais do que mudanças desejáveis, fala de medidas absolutamente necessárias para que a educação faça sentido no século XXI. Aqui fica o seu testemunho na carta que dirigiu à VISÃO, à Assembleia da República e ao Ministro da Educação.

Carta aberta sobre a Educação: A Revolução Necessária nas Escolas

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3 comentários

    • Rogerio Manuel on 18 de Abril de 2017 at 11:48
    • Responder

    Muito bom. Eu acrescentaria: tornar as crianças mais otimistas, confiantes nelas proprias e empreendedoras. Ensinar a importancia de trabalhar em equipa. Ensinar a importancia de não ter medo de falar em publico. Ensinar a importancia de ter uma ideia nova e diferente da maioria – ser inovador. Valorizar a nossa historia – Portugal apesar de ser um territorio médio, de não ter petroleo ou diamantes, não está condenado a ser pobre, a ser um país de emigrantes. Portugal tem a sua maior riqueza: o seu ADN de povo destemido, ambicioso e engenhoso. Ensinar que Portugal com pouquissimos habitantes e recursos construiu o 1º Império Global no Mundo. Ensinar a amar Portugal em vez do bota abaixo. Ensinar que devem comprar nas lojas preferencialmente o que é produzido em Portugal e não o que é importado. Introduzir a meditação na escola como meio de reduzir a agressividade. Introduzir a alimentação sem açucar e gordura.

    • Aldo Huceley on 18 de Abril de 2017 at 18:15
    • Responder

    Eis o admirável mundo novo.
    Para ter uma ar ainda mais atual e ligado à sociedade em que boiamos, na avaliação Falta a integração dos “laiques” do “feicebuque”.

    • Fátima Carvalho on 18 de Abril de 2017 at 22:36
    • Responder

    Muito bom. Ela diz tudo. A escola pública portuguesa necessita de muitas professoras como a Arminda.
    Aconselho também a leitura do artigo:

    NUNCA TIVE UM BOM, NEM SEQUER UM BOM PEQUENO

    18.04.2017 às 10h19

    José Morgado
    in VISÃO

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