CONCLUSÃO
Em síntese e em conclusão, no que tange ao projeto de revisão do Decreto-Lei n.º 132/2012, de 27 junho, na sua redação atual, e porque um serviço educativo de qualidade, público, exige que os alunos tenham, a todo o tempo, os professores colocados nas Escolas e que a respetiva substituição, quando necessária, seja operada de forma expedita e no mais curto intervalo de tempo, o Conselho das Escolas é de PARECER que:
1) A questão relevante neste projeto de alteração não é, como se anuncia no respetivo preâmbulo, a supressão da Bolsa de Contratação de Escola – inevitável nas circunstâncias em que funciona atualmente – mas sim o total esvaziamento do papel das Escolas, de todas, no processo de seleção e contratação de pessoal docente para suprimento das necessidades temporárias nos grupos de recrutamento.
2) Com o projeto de alterações agora proposto, as Escolas deixam de ter competência para definir critérios de seleção do pessoal docente, em qualquer circunstância, pelo que perderão, todas elas, a autonomia que tinham na área do recrutamento deste pessoal, a qual vinha a ser gradualmente reduzida desde 2012.
3) As alterações a introduzir no procedimento de Contratação de Escola, nomeadamente no estabelecimento de um único critério de seleção, a “graduação profissional”, prejudicam a afirmação da autonomia das Escolas, de todas e não apenas das TEIP e das que têm CA, fazendo-a retroceder, neste campo da seleção e contratação e de pessoal docente, para os níveis existentes em 2006.
4) O critério da “graduação profissional” deve ser utilizado como norma geral para a contratação de pessoal docente, para suprir necessidades residuais, quer em horários de duração anual quer de duração temporária. No entanto, este critério pode não responder cabalmente às necessidades específicas das Escolas, especialmente das Escolas TEIP e com CA.
5) É útil para as Escolas TEIP e com CA a coexistência com o critério da “graduação profissional”, de outros critérios específicos de seleção de pessoal docente, previamente definidos pelos respetivos órgãos de Administração e Gestão, que garantam a prossecução dos objetivos e metas contratualizadas, os quais dependem, em boa parte, do perfil dos recursos humanos docentes à sua disposição.
6) É possível e desejável a convivência de um sistema universal e centralizado de colocação do pessoal docente nas Escolas, como resultará do projeto de alteração em apreciação, com um sistema descentralizado, operacional e eficaz, através do qual cada Escola possa contratar, nos termos e com base em critérios definidos em Contrato de Autonomia e/ou Contrato-Programa específico, o pessoal docente necessário para as suas necessidades residuais e temporárias, a exemplo, aliás, do que se passa na maioria dos países europeus.
7) Os docentes colocados nas Escolas para suprimento das necessidades residuais, anuais ou temporárias, devem usufruir dos mesmos direitos, deveres e obrigações contratuais, nomeadamente a possibilidade de recondução, independentemente de a sua colocação ter sido da responsabilidade da Administração Central ou das Escolas.
Ler documento completo aqui.
Jan 29 2016
Parecer N.º 01/2016 do Conselho das Escolas sobre a alteração aos concursos de docentes
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57 comentários
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Meus amigos
Os atuais Diretores das Escolas Públicas são umas anedotas e, maioria deles, nem para gerirem uma mercearia serviam.
O que eles verdadeiramente querem é “não dar aulas” e colocar os amigos através de cunhas.
Amiga Rute
Sou director de uma Escola TEIP e tem sido muito positiva a autonomia. A maioria dos professores contratados são todos meus conhecidos e de grande confiança. Não entendo que o “conhecimento pessoal” não possa constituir critério (informal) de recrutamento que colocar pessoas conhecidas seja mau, porque conhecemos o seu perfil.
Como sabe as Escolas TEIP possuem alunos de excelência e os Directores esforçam-se por manter o elevado nível de aprendizagem.
Qualquer professor está apto a exercer funções em qualquer escola seja ela TEIP ou não. Capacidade essa confirmada pelo curso especifico que tirou. Se querem que os professores colocados nos vossos agrupamentos tenham características especificas, existe uma coisa que se chama formação continua que os diretores podem e devem usar, para que os professores colocados nas escolas do agrupamento que dirigem, adquiram algumas das capacidades que são necessárias para levar a bom termo o projeto educativo/contrato de autonomia desse agrupamento. Também existe o papel de supervisão que deve ser exercida pelos orgãos de gestão intermédia (departamentos/grupo disciplinar) que tem o dever de orientar os colegas nessa missão. Ai sim um diretor tem que ter muito cuidado com o tipo de perfil dos coordenadores de departamento/grupo disciplinar, pois deles dependera o bom funcionamento dos grupos disciplinares e consequentemente a praxis na sala de aula e fora dela.
Maria Correia
Concordo em absoluto.
É por isso que estão no fim das listas de médias dos exames nacionais. É porque quando escolhem os professores é no interesse dos alunos e não para dar emprego aos amigos. Devia ter vergonha de admitir isto aqui.
Pois é a sra. diretora coloca os seus conhecidos e amigos e os outros com graduação superior ficam de fora. Esta palhaçada nunca devia ter começado, mas ainda bem que vai acabar.
Gostava de ver a sra. diretora no lugar de centenas de professores que ficaram sem colocação e viram outros passar-lhe à frente só porque eram “conhecidos” dos srs. diretores..
Como o sr. diretor sabe, ou devia saber, os horários nas TEIP/Autonomia só vão a concurso se não houver ninguém do quadro para colocar. Acontece que os docentes do quadro podem também não se enquadrar nos referidos critérios das direcções! E esta ah…
A maioria das escolas “sérias” e dos directores de escolas “sérias” queria voltar ao sistema antigo e sabe porquê? Porque a BCE só lhes dava trabalho e não tinha nenhum benefício.
Aqueles que como o senhor tem “conhecidos” queria manter o velho sistema.
Pena é ter a lata de aparecer e nem sequer se identificar pelo nome, mas não deve andar longe de Famalicão, Apelação, Amadora, … Sempre os mesmos.
“conhecimento pessoal” é o principal critério de seleção? Ainda bem que que as regras mudam.
Caro Diretor, em que Escla exerce o cargo?
No Agrupamento de Escolas de Otários.
Conhece?
O senhor deve pensar é que são todos otários! Mostre lá o que vale e responda à questão colocada pelo colega…assim todos ficariam a conhecer essa sua escola de excelência e os seus amigos e amigas nos quais tem grande confiança…
Não são todos otários.
Só são os que caíram na minha provocação!
Céus! Ainda não perceberam. Estou a ficar preocupada com estes professores. Muito, muito, muito preocupada…
Eu Conheço.
Antes dessa designação o agrupamento não era conhecido por ” Feios, Porcos , Maus e Corruptos entretêm marginais como se fossem donos disto tudo com base na lei da cunha e do compadrio . ” ?
E sabe disso por fazer parte do seu exclusivo corpo docente!!!
Tudo excelente nas TEIP ou não fossem elas TEIP ( Intervenção Prioritária ) ! Se essa intervenção for feita por amigalhaços , tanto melhor. Fica tudo por casa entre paredes.
Estou indignada com o que disse.
O Senhor Diretor tem a lata de referir o critério “conhecimento pessoal” como sendo válido e aceitável no recrutamento das suas professoras.
Inadmissível.
Realmente este Parecer do Conselho das Escolas só confirma que pretendem manter os critérios manhosos até agora utilizados.
Ainda se vangloria…mas só para acabar com a “tosse” se fosse eu a mandar os diretores não eram eleitos mas sim contratados por CONCURSO NACIONAL!! E ficavam colocados em qualquer escola! Tal como acontece com as colocações dos professores. Acabava-se logo os compadrios e cunhas dos diretores que são a causa principal do sistema de ensino estar no estado deplorável em que se encontra. A escola é o reflexo da sociedade..é bem verdade não fosse Portugal o país dos corruptos.
Isto sim é uma verdade verdadeira em mais de 90% dos casos, seguramente.
…serão mesmo merceeiros (grupo de Economia)!
O que eles querem é poder renovar e reconduzir amigos.
Querem perpetuar as CUNHAS para amigos e familiares do feudo que é o que as escolas TEIP e com contrato de autonomia são atualmente em termos de contratação de professores.
Gostava de ter a certeza de que alguém do ME consulta este blog. Como é possível que haja um diretor que assuma publicamente que só os seus conhecidos são bons profissionais para a sua escola TEIP.
Espero que este ME faça justiça e reponha o concurso com base na graduação profissional e para mim deveria ser graduação profissional para cada grupo que se candidata.
Acho que deveriamos iniciar uma campanha de andarmos durante um determinado período com uma camisola com o slogan “Fim das cunhas nas escolas TEIP e CA. Concurso justo- graduação profissional já!
Diretores que não concordem com isso que se demitam.
Nós agradecemos. “
O grande problema está no atual Modelo de Gestão Escolar.
Devo dizer-vos que conheço gente a pontapés formada em Ciências da Educação (aquilo que normalmente designam por Eduquês), sendo muitos deles formados em Gestão e Administração Escolar. E porquê? Como é evidente para irem para a Direção de uma Escola/Agrupamento e livrarem-se de “dar aulas”.
Posso garantir-vos que não faltam candidatos para a Direção de qualquer Escola. Vão dizer-me que é devido aos “suplementos remuneratórios”. Eu respondo-vos que NÃO. A Tutela não necessita de dar qualquer tipo de Suplemento Remuneratório para que existam candidatos (aos pontapés) para se candidatarem a “Diretores”. ESTA É A VERDADE.
Neste momento, todos os elementos da Direção das Escolas possuem Suplementos Remuneratórios o que é um custo elevado para os Contribuintes. No anterior Modelo de Gestão Escolar, existia um Conselho Diretivo em que nenhum dos elementos possuía qualquer Suplemento Remuneratório e nunca faltaram candidatos ao lugar.
Atualmente, a esmagadora maioria dos Diretores é gente medíocre, muitos deles tiraram o dito curso de gestão escolar (no fito de não darem aulas) e, como são selecionados pelo Conselho Geral, atribuem os melhores horários à “seita” que lhes concedeu o Tacho. Acresce que nas ditas escolas com autonomia e nas TEIP aquilo é uma máfia porque os professores são selecionados com base na “CUNHA”, no “COMPADRIO”, no “AMIGUISMO”….
Quanto às ESCOLAS TEIP é possível afirmar que são autênticos ANTROS e logo nada tem a ver com a Escola Pública Inclusiva que todos pretendem. Qualquer aluno oriundo de uma TEIP ninguém o quer nem dado. E porquê? Porque é um sucesso forjado, artificial…. Em provas externas a nível nacional a “mediocridade” torna-se completamente visível.
Eu não concordo com o que diz, em especial com o último parágrafo!
Sou professora e tenho dois filhos, ambos numa escola TEIP!
Tem problemas, sim tem como todas as outras escolas, agora os alunos são todos maus!? Isso, pelo amor de Deus, vá ver!!! O meu filho mais velho está na melhor turma do 6º ano e eu conheço muito bem os alunos e posso afirmar que são mesmo bons alunos! Além disso ainda no ano passado, 3 alunos do 9º ano (são 3 turmas, ditas normais) tiveram no exame nacional nota máxima!
Não podemos generalizar que todos os alunos das TEIP são maus!!
Ok, criaram uma turma de nível então… não é que seja contra mas a legislação proíbe separar os alunos por nível.
Não criaram nada…..simplesmente é a única escola perto de casa….caso contrário os alunos tinham de ir para o centro da cidade e sem transportes públicos(em alguns casos, como o meu)!
A própria turma tem alguns alunos com dificuldade, mas tem muitas aulas de apoio……tem 1 aluno cigano e três de outras nacionalidades….tirando o aluno de etnia cigana, que não quer trabalhar quase nada, os outros dão o “litro”! Todas as tardes têm apoio e todos vão, apesar de a grande maioria não necessitar.
Então!…a designação TEIP deve-se ao facto dessa Escola ser a unica na área?
Vá contar essa a outra.
Ok…..não lhe dou mais paleio, porque tenho coisas mais importantes que fazer…..quando quiser estar informada sobre tudo o que se passa nas escolas (nas mais variadas) vá ao local e veja.
Eu não perco mais tempo
Uma Escola TEIP onde são todos “bons alunos”. Agora até me deu vontade de rir….
Por acaso sabe o significado da sigla TEIP?
Minha cara amiga, a maioria das escolas TEIP estão ligadas ás favelas (bairros sociais) e a populações desfavorecidas onde a marginalidade é o denominador comum.
Por acaso até sei o que é uma escola TEIP, fiz parte do projecto!
E que tal pensar um pouco! Já pensou que pode não haver mais nenhuma escola perto? Eu referi isso! E qual é o problema de haver bons alunos nessa Escola? Favelas? Bairros marginais? Não é assim em todo é lado! Vá informar-se primeiro antes de falar! Eu sei bem do que falo. Mas se quer falar de descriminação, também podemos falar de algumas escolas públicas que não aceitam os alunos porque os país não são ricos! Oh e sei de tantos casos…..e depois estão no ranking de melhores escolas! Pois estão! com 90% dos alunos em explicações, pois os professores recusam-se a ajudar, também já dei aulas em escolas dessas…..e agora fujo delas! Prefiro as escolas mais pobres, com pessoas humildes
Um senhor Diretor a falar em alta excelência para as TEIP é desta que eu me converto ao eduquês.Cito Filomena Mónica:”Podemos ter igualdade de resultados ou igualdade de oportunidades:não as duas.A primeira defendida pelos esquerdistas leva as crianças dotadas, provenientes de meios socialmente desfavorecidos, não lhes seja exigido tudo aquilo a que podem dar.A coberto de uma ideologia bondosa está a cometer-se um crime”.
As escolas TEIP são escolas de gueto para ir entretendo os alunos desfavorecidos com uma multiplicidade de projetos e pseudo-apoios para que os progenitores se enfiem na taberna ou no café rasca lá do bairro ou em sítios piores.Assim há tacho para as assistentes sociais, psicólogos, IPSS,s que dão mais subsídios aos fazedores da natalidade a prémio. Os diretores arranjam maneira de festejar 5000 comemorações no ano, e de preferência com um arraial junino onde os pais compram bifanas servidas pelos professores.Acontece…
Mas o verdadeiro problema de certos diretores cinquentões é que agora acabam-se as conquistas de jovenzinhos docentes tão apetecidos a quem começa a ter os primeiros sinais das taradices da menopausa/andropausa.Ou então aqueles que recebiam boas prendas para fazerem os critérios á medida(diretores-alfaiates).
Se todas as crianças tem direito a uma boa educação porque não acabar com a falácia das TEIP e da municipalização.Portugal não é os Eua, onde podem proliferar guetos, por haver filantropia….
De pleno acordo com o seu comentário.
Senhores Diretores em vez de lutarem por critérios de contratação concentrem-se em poderem contratar mais professores, mais técnicos para as vossas escolas e agrupamentos, para o desenvolvimento de projetos que efetivamente e não artificialmente, criem sucesso e diminuem os problemas sócio-económicos e afetivos dos vossos alunos. Proponham coisas úteis ao Ministério da Educação, tais como, reduções do n.º de alunos por turma, em situações específicas, ou aumento do crédito horário, independentemente, de no ano anterior a escola estar bem ou mal posicionada estatisticamente, permitirem em situações de indisciplina a situação de par pedagógico. Isso sim, deveriam ser as problemáticas que todos juntos deveriam tentar acordar para depois proporem algo de útil para os vossos alunos e restante Comunidade Escolar, face a tutela. Deixem-se de fatores C e de quererem os vossos amigos eternamente aí, mesmo que isso prejudique outros colegas vosso. Coloquem-se na situação dos vossos alunos e pensem o que lhes podem propor de melhor. Coloquem-se na situação dos vossos colegas contratados e perguntem se gostariam de ser ultrapassados por apenas não serem conhecidos numa dada escola.
Após essa reflexão ajam.
Estes senhores directores e/ou diretoras o que querem é o TACHO (leia-se, “não dar aulas”, receber “suplemento remuneratório”, dar “emprego aos amigos e/ou filhos de amigos”….
É esta mediocridade que temos como “diretores” …muitos deles nem uma mercearia eram capazes de gerir…
É esta vergonha que desgoverna as Escolas Públicas do País. É também por isto que quem tem algum dinheiro coloca os filhos no sistema privado.
Assunto: Pedido de esclarecimento.
O que é uma Escola/Agrupamento com Autonomia?
O que é uma Escola TEIP? Para que serve uma Escola TEIP?
Porque é que colocam os alunos dos “bairros/favelas” nas Escolas TEIP?
Quantas Escolas TEIP existem no País? Porque é que estes “GUETOS” e/ou “ANTROS” não são alvo de uma INSPECÇÃO a sério (digo, sem aviso prévio e acção exaustiva) por parte da IGEC?
Quem são os ditos “diretorzecos” das Escolas TEIP? O que tem andado a fazer estas(es) sinhoras(es) diretoras(es) aquando do recrutamento de docentes e técnicos para estes ANTROS? Que interesses tem estado em jogo?
Colega se realmente alguém fizesse a tal inspeção de que fala, ia ser uma grande bronca!
É um escândalo o que se passa na contratação de pessoal docente e não docente nestes locais.
O melhor é acabar com o favoritismo, eleições de diretores novamente por todos os agentes educativos, fim de remuneração extra. O mesmo deveria ser aplicado no caso de diretores de Centros de Formação, não se justifica o que ganham para o que fazem.
Eu trabalho numa Escola TEIP onde a Senhora Diretora convocou uma reunião geral de professores para que os docentes não marquem no programa INOVAR “FD” (Falta Disciplinar) porque a não ser assim, o Agrupamento não cumpria as Metas. VERGONHA!
Éssa diretora tá muito atrasada… há maneiras de fazer com que as faltas disciplinares marcadas no INOVAR desaparecem …
As TEIP surgiram em 1996 para acabar com o insucesso re o abandono escolar, imitando a França.Uma medida de inclusão com discriminação positiva para os mais desfavorecidos em termos sócio-económicos,Parte-se do pressuposto sociológico de que a escola é um modo de perpetuar as desigualdades sociais.A engenharia social passa pela escola.A escola passa TEiP com a boa mentalidade portuguesa passa a ser um meio de ajudar os carenciados(chamados de pobrezinhos no Estado Novo) a vencerem os seus constrangimentos.
Claro que mais tarde veio a cultura da subsídiodependência e blá blá blá, as novas oportunidades o mesmo blá blá blá.Inclusão e exclusão para aqui e acolá.
Os mafiosos que querem pouco trabalho e suplemento de renumeração toca a concorrer às direções.Os pensadores do eduquês lá acabaram por importar o modelo anglo-saxónico de países com extensões geográficas múltiplas de Portugal.Tachos de autonomia.
E de remendo em remendo desconfio que as TEiP são a maneira de perpetuar os pobrezinhos entretidos, a classe média mais próxima da pobreza.Não é com a guetização de 20% da população portuguesa abaixo da linha média da pobreza que iremos fixar gente num país envelhecido.
Passa sim por fomentar a honestidade e transparência nos diversos contextos sociais portugueses(saúde, educação, justiça…) para atrair investimento. Não é com um povo idiotizado por pimbalhada televisiva e pouco habituado ao rigor e exigência que continuaremos a ter um nível de vida aceitável.Só que aos políticos não interessa um povo conhecedor da sua cultura e com raciocínio crítico.Isso torna os cidadãos conscientes da sua força.Idiotizar com a solução de facilitar é mais fácil para haver elites diminutas.
Só que na França e em Inglaterra não existe o factor C!
EXEMPLO DO QUE É A “AUTONOMIA” (DOS DIRETORES):
Só quem escreveu um livro pode dar aulas de Educação Visual
“Para dar aulas de Educação Visual ao ensino básico é preciso ter “obras publicadas, no regime de autor ou coautor, de carácter pedagógico ou científico”. Este é um dos requisitos definidos por uma escola de Paços de Ferreira para contratar um professor num horário anual com sete horas semanais de aulas. Outra escola, em Odemira, precisa de alguém que tenha formação na disciplina de Espanhol para dar aulas de… Matemática.
Estranho? Para Arlindo Ferreira, professor e blogger que tem denunciado contratos suspeitos ou curiosos, alguns pedidos “parecem feitos para que a vaga seja ocupada por alguém conhecido”.
In: DN
Que tal os Sr.s Diretores escreverem livros sobre “Lei do Trabalho em Funções Públicas”, “Princípio da igualdade de tratamento entre cidadãos”, “Os 149 critérios de seleção”, …
Sugestão, se querem contratar, alegadamente, “alguém conhecido”, invistam o vosso dinheiro (e não o dos contribuintes) numa escola particular!
Realmente, confirma-se que o Conselho de Escolas não conhece a realidade dos professores e das suas colocações e o seu parecer é uma autêntica ignorância do que se passa com as contratações de professores. Muitos daqueles que fazem parte desse conselho nunca estiveram nesta situação, nem sabem o que isso é. Como podem dizer que não basta a graduação profissional para contratar professores? Quem lhe garante que um professor com mestrados, pós-graduações e formações em série é mais competente que os outros? O currículo que nos exigem é importante, mas não deve ser o critério principal. O currículo extenso e rico não faz por si só um bom profissional. É realmente muito injusto ver colegas com 2 e 3 anos de serviço passar à frente de outros com 20 anos de serviço. Eu tenho estado nessa situação e considero-me uma profissional competente com provas dadas nas escolas por onde tenho passado. Provavelmente, isso não ficou foi no meu currículo, o empenho, a dedicação com que me entreguei aos alunos e ao trabalho…Os diretores deixaram de ter o queijo e a faca na mão…que pena!
Então um professor com 20 anos de serviço com um currículo em que demonstra atualização vai para onde?Para o fim da lista? A experiência não conta?
Quem é que sabe mais um médico de 40 anos com a especialidade e provas dadas ou um recém-licenciado em Medicina? Prefere ser operada por um médico com experiência ou por um estagiário?
Então os professores são profissionalmente o inverso dos médicos?
Lá vai ter de arranjar outro Pedro (sem experiência em projetos internacionais) para companheiro de viagem, que este já foi.
Algumas sugestões à comunicação social:
1. Seja realizada uma investigação sobre o funcionamento das Escolas TEIP e que esse trabalho faça o cruzamento de dados sobre “resultados de provas/exames externos” (e não os resultados internos, porque estes últimos são forjados artificialmente), indisciplina/processos a correr no Tribunal de Menores e/ou CPCJ… Desta forma a opinião pública (além de escandalizada) vai perceber o ANTRO de delinquência em que se transformaram as Escolas/Agrupamentos TEIP;
2. Seja questionada a IGEC sobre os resultados das ações inspectavas que tem realizado ao longo do tempo nestes GUETOS. Importa saber porque será que nunca alertaram a TUTELA para esta realidade!
3. Seja feito um levantamento sobre os Cursos Vocacionais (CV), Percursos Curriculares Alternativos (PCA) e Cursos Profissionais CP) existentes nestas ditas “escolas”. Como funcionam? o que fazem os alunos após concluírem e serem Certificados por estes ANTROS?
Adiantaria aqui algumas saídas profissionais como por exemplo, arrumador de carros, o tráfico de droga, a prostituição, o assalto, o crime nas suas mais variadas formas…Estes alunos ditos de “excelência” e conhecidos por GUNAS por norma seguem estas vias profissionais. Existem muito poucas excepções que apenas confirmam a regra.
4. Seja feito um levantamento sobre as razões que justificam a existência destas “escolas/agrupamentos” que apenas perpetuam, geração após geração, um quadro de miséria moral e material.
Algumas sugestões aos docentes destes ANTROS:
1. Denuncia das ilegalidades junto da entidade competente: – Senhor Diretor da Inspeção-Geral da Educação e Ciência Av. 24 de Julho, 136 1350-346 LISBOA.
2. Registo (na Esquadra de Policia) de atos de violência (física ou psicológica) mesmo que praticados dentro da Escola. As Leis aplicam-se mesmo dentro do perímetro escolar.
3. Não esquecer que quem pratica atos de violências é cível e criminalmente responsabilizável pelos mesmos e que quem omite tais atos é conivente com os mesmos (um diretor que dá indicações para não marcação de faltas disciplinares é alguem que pretende esconder da Tutela a verdade).
A terminar:
Senhoras e Senhores jornalistas uma peça sobre Escolas TEIP causaria um impacto tal na opinião pública que até a “barraca abana”!
Licenciados em Gestão e Administração Pública nas Escolas, precisam-se urgentemente.
Colocações segundo lista de ordenação nacional com base em critérios absolutamente objetivos , também.
O Conselho das Escolas considera:
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“possível e desejável a convivência de um sistema universal e
centralizado de colocação do pessoal docente nas Escolas, (…) com um sistema descentralizado,
operacional e eficaz,”
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Parece quase “papel químico” da proposta no ano2000!
Referia o SEAE, Augusto Santos Silva (agora, 2016, Ministro) em documento que penso ter sido colocado na Net:
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Pistas de solução
(…)
1 – A graduação profissional.
A questão pertinente, aqui, é como superar o carácter limitativo do critério de graduação agora usado, sem com isso perder a clareza e univocidade que ele garante ao concurso nacional.
Uma hipótese radical poderia ser desagregar o sistema de colocação, admitindo que uma parte passasse a assumir a forma de contratação directa, sempre por concurso, mas por cada escola, valorizando outros parâmetros para lá da classificação profissional inicial e do tempo de serviço. Ou então, prevendo um concurso nacional ou regional específico para a prestação de serviço docente em condições também elas específicas (por exemplo, em projectos ou experiências pedagógicas).
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Pessoalmente acredito que o sistema da ordenação pela graduação seja o mais adequado.
A “agilidade” da colocação nas escolas é possível. A reserva de recrutamento até 31/12 é rápida.
Tem um problema grave! Coloca docentes de forma “cega”…
Explicando: coloca, por exemplo, docentes em licença de maternidade o que implica que o lugar não seja ocupado e volte de novo na próxima RR. Mas este problema era ultrapassado nas colocações “manuais” colocando imediatamente o candidato seguinte no lugar do docente colocado anteriormente. Nas eletrónicas seria simples resolver o problema (recuperação imediata de vaga), sem que os docentes ficassem prejudicados e evitando casos que se foram arrastando, por sucessivas recusas de colocação, licenças maternidade, redução de amamentação,…
Haja vontade!
Há muita coisa na educação que deveria ser bem esclarecida.
Por exemplo entre outros e todos lóbis poderosos : Quem é a associação de Pais ? Quem é que representa ? A mim não . Nunca lhes dei procuração nenhuma.
…e então os técnicos “altamente” especializados em funções que cabem ao grupo 530 de Mecanotecnia continuam a ser “recrutados” pelos diretores, ao contrário do que acontece com o grupo 540 de Eletrotecnia? Uns são brancos , outros são p…!
Caminhos para a inclusão e para o sucesso educativo
SITE OFICIAL DGE-TEIP
http://programateip.blogspot.pt/p/sit.html
Caminhos para a EXCLUSÃO e para o (INSUCESSO) educativo e Pessoal
cujos objetivos gerais são:
– A melhoria da qualidade da delinquência traduzida no futuro profissional dos jovens;
– O incentivo ao ócio escolar e à gravidez precoce no sistema educativo;
– A criação de condições que favoreçam a desorientação e a transição qualificada da escola para o Mundo da Marginalidade;
– A progressiva articulação da ação da escola com a dos parceiros dos territórios educativos de intervenção prioritária (ex. associações das favelas adjacentes, Gangs, traficantes qualificados, casas de alterne…).
No Plano Anual de Atividades (PAA) da Escola/Agrupamento podia ser considerado Instituir o “Dia da Queca” e destinar uma Sala para este efeito. Porque não designá-la de “Sala 69”.
Posteriormente, como é norma nestes agrupamentos, fazia-se a “avaliação da atividade”. Um relatório de várias páginas com uma descrição exaustiva do sucesso da atividade.
E porque não uma reunião intercalar e a respetiva Ata (já agora com várias páginas, para mostrar serviço).
O País atravessa um problema de natalidade. Esta pode ser uma forma de contribuir para o desenvolvimento.
Cuidado com o virus zika que pode estragar a atividade.
Os diretores agradecem tudo que seja “Show Off” (atividades), burocracia, papeis, atas, reuniões para mostrar serviço aos senhores inspetores. Quanto mais papel melhor…
As aulas é o que menos importa…
Que achas da ideia ZeZé Camarinha?
Nenhum dos dois está longe da realidade.Apenas deixaram aqui ideias muito válidas.Ainda não foram postas em prática por falta de salas com as comodidades necessárias.
Amiga Lady Gaga
Ouvi dizer que na Escola TEIP onde leciona, numa das turmas de Curso Vocacional pulam por lá umas “touras” que não são nada de deitar fora. Uma delas loira, bem torneada, de top, com unhas de gel, iphone 6…. Não transporta livro ou qualquer caderno (mas isso, também não importa nada)… Consta-se que até já tem um filho (mas isso, também não interessa nada).
Concluindo, sugiro que na sua Escola tentem em Conselho Pedagógico arranjar uma Sala com as devidas comodidades para que o PAA (Plano Anual de Atividades) possa passar a integrar um evento como o descrito.
O Conselho Geral, logo que existam as condições e a aprovação em Conselho Pedagógico, não colocará objecções. A comunidade educativa é soberana…
Nem sequer sou professora tenho uma irmã que é eacho graça a este blog.Por acaso acho que está numa escola artistíca.S calhar é iiiiiiiigual, felizmente os meus filhos foram educados no privado de acordo com anossa ideologia,Colégio Moderno felizmente e há uma seleção,Ainda bem
Eu vi logo….tem a mania que é fina!
Eu não sou professora e nunca tive os meus filhos em escolas públicas, felizmente ainda tenho dinheiro para pagar o Colégio Moderno.