A FNE que acordou esta quarta-feira com o novo ministro, Tiago Brandão Rodrigues, um método de consulta regular para rever temas importantes para os professores, como o regime de concursos e a composição das turmas.
E a FENPROF que também acordou reuniões este mês sobre os concursos e as condições de trabalho dos docentes.
Uma coisa são as expectativas criadas outra será o que realmente vai ser negociado com o MEC e por enquanto não vejo grandes motivos para que haja um contentamento assim tão grande.
Aguardemos para ver o que o novo Ministro da Educação irá propor nestas matérias em negociação.




3 comentários
Pelo menos se reduzirem o número de alunos para um máximo de 22 ou 18/20 em que sejam 2 ou 3 NEE e acabarem com a BCE já será uma vitória. Pelo menos esses pontos. Só faltará mesmo, no caso dos contratados, o estado ajudar com “ajudas de custo” a quem ficar a mais de 50kms de casa, nem que seja 1€ a mais por cada hora semanal. Num horário completo sempre seriam mais 88€, o que já dá para alguma coisa para alguém que só vá a casa de 8 em 8 ou de 15 em 15 dias.
…um ministro teórico não sai do papel!
Temo muito mais um ministro que tudo quer fazer…