… embora neste país, todos sabemos, que as negociações valem o que valem!!!
Como já tinha referido, aqui e aqui, os exames iriam ser substituídos por algo semelhante, fosse o regresso das provas de aferição ou algo diferente, mas do género.
Parece que o novo Ministério vai optar pelo regresso das Provas de Aferição… A máquina necessita de números ou então como se continuaria “A farsa (e a afronta) dos rankings escolares” (por Mário Cordeiro)…
Amanhã, o novo Ministério da Educação de Tiago Brandão Rodrigues começa a ouvir os sindicados para, entre outros temas, discutir o regresso das provas de aferição.
Ministério da Educação discute regresso das provas de aferição com sindicatos




3 comentários
Para contribuir para o debate: http://aventar.eu/2015/12/15/provas-de-afericao-e-ou-exames/
“Aliás, se eu mandasse, haveria exames logo no acesso à primeira classe. Os que não passassem ficariam no Jardim de infância. Sim, porque ninguém está livre – e ainda, para mais, as famílias numerosas – de lhe calhar na rifa um puto que (como dizem os especialistas especialmente especializados em educação especial) tenha dois ou três anos de atraso. E o que é que eles vão fazer para a escola?” José Pacheco
As Provas de Aferição dão o mesmo trabalho, mas os resultados tendiam a ser piores que os dos exames, no Agrupamento onde lecciono. As causas, não as sei, mas diz quem está mais por dentro que os alunos e os pais não as levavam tão a sério e por isso o investimento era menor. Por isso, e a ser assim, as Provas vão piorar as avaliações das escolas pelo MEC, que as faz com base nos números.