E As Denúncias?

Não sendo possível fazer a denúncia dos candidatos que se encontram nas listas definitivas da mobilidade interna vai permitir-se que um docente que seja do quadro de agrupamento do grupo 110 possa manter-se em concurso na mobilidade interna para o grupo 910?

E as escolas que validam situações deste género ficam impunes?

 

Basta cruzarem a informação do nome da escola, com as listas de não colocados no concurso interno dos grupos 110 e 910 e a lista de ordenação da mobilidade interna do grupo 910 para descobrirem o caso.

 

PS: O lm aqui detetou mais alguns casos semelhantes.

Link permanente para este artigo: http://www.arlindovsky.net/2013/08/e-as-denuncias/

25 comentários

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    • Caçador De Bestas Quadradas on 19 de Agosto de 2013 at 15:41
    • Responder

    Tens medo de identificar o caso?

    1. Não. Se alguém se sentir lesado com isso basta perder dois minutos para descobrir o caso.
      Até adianto o código da escola para retirar o trabalho de pesquisa desse dado: 171803

  1. Ai, vida… ao que isto chegou! E as que passam despercebidas? Milhares…

    • Professores de punho erguido e fantochada on 19 de Agosto de 2013 at 17:01
    • Responder

    O autor do blog se é um cidadão consciente e apologista da justica só tem uma obrigação:
    -denunciar ás autoridades competentes.Não é ao MEC.Sabe o que são autoridades, certamente.Se não denuncia está a ser um mau exemplo para os seus colegas.Se a mulher sem vergonha quer passar a perna aos colegas….
    Tão ladrão é o que vai a vonha, como o que o guarda.

      • Profa farta de medíocres on 19 de Agosto de 2013 at 22:23
      • Responder

      Queres que o Arlindo também te meta a papinha na boca? Parece-me óbvio que os docentes dos grupos 110 e 910 é que têm de se mexer primeiro.

    • Professores de Punho Erguido e Fantochada on 19 de Agosto de 2013 at 17:04
    • Responder

    Vinha (correção)

    • sandra ribeiro on 19 de Agosto de 2013 at 17:29
    • Responder

    pois, eu até denunciei falsos DD (destacamento por doença) ao dgae, com todos os dados dos requerentes, e nada foi feito! Mandaram-me uma resposta do tipo “nós só verificamos se os documentos estão todos em conformidade………
    Adianta denunciar alguma coisa?????

    • E. Maia on 19 de Agosto de 2013 at 17:42
    • Responder

    Deve denunciar é para a Inspeção Geral da Educação.

    • sandra ribeiro on 19 de Agosto de 2013 at 17:55
    • Responder

    também o fiz e a resposta foi exatamente a mesma, género copy; paste

    • Pedro Santos on 19 de Agosto de 2013 at 19:46
    • Responder

    Se calhar isto só lá vai se a justiça estiver perto de cair na rua, isto é, quando as autoridades competentes se recusam a exercer a sua autoridade devem os cidadãos velar para o cumprimento da lei. Mas até lá, como isso vai contra a vontade de “quem manda” de reduzir e reaproveitar/requalificar independentemente da legalidade da coisa, nada fazem e nós nada fazemos.

    • Profa farta de medíocres on 19 de Agosto de 2013 at 22:21
    • Responder

    São os srs professores do ensino especial. Têm a mania que os outros nasceram para os servir.

      • migas on 19 de Agosto de 2013 at 23:13
      • Responder

      De facto estou farto de medíocres… não é ensino especial mas sim educação especial… depois o ensino pode ou não ser especial… mas isso não é para medíocres… sobre os que nasceram para serem servidos… eu sou prof de educação especial e não revejo nisso bem pelo contrário no entanto se percebesse alguma coisa de educação especial ainda me atreveria a discutir alguma coisa, mas pelo comentário não percebe nada… saudações especiais…

        • Pois on 20 de Agosto de 2013 at 3:57
        • Responder

        Parece que para si o importante é distinguir entre ensino e educação e não a mensagem propriamente dita.Nota-se que quer desviar a atenção para pormenores insignificantes, como a escolha de palavras que até são sinônimos. (http://www.priberam.pt/dlpo/Default.aspx?pal=ensino). Tendo em conta que no dicionário também surgem como significado de medíocre as palavras sofrível e insignificante, pode-se concluir que apenas existe aqui um comentário nessas condições e é o seu.

          • migas on 20 de Agosto de 2013 at 8:05

          Já que esteve pelo dicionário devia ter aproveitado para ver como se escreve a palavra sinónimo…. quanto a ser educação especial e ensino especial são coisas diferentes mas como disse a sua insignificância de ideias nesta área leva-me a não lhe responder de outra forma… por isso remeta-se a discutir assuntos do seu grupo de ensino pois de educação especial percebe pouco… já agora aproveite para ler a portaria que criou os grupos de educação especial e não ensino especial… saudações especiais…

    • Diana on 19 de Agosto de 2013 at 23:46
    • Responder

    Olhe que é muito feio dizer isto… Ovelhas ranhosas há-as em todos os grupos! E eu nem sou prof da Ed. especial, mas custa-me ler tantos ataques e desaforos para com colegas! Se fossemos mais unidos, se calhar estaríamos melhor.

      • Caçador De Bestas Quadradas on 20 de Agosto de 2013 at 1:38
      • Responder

      Não é “ranhosas” mas sim “ronhosas”, de ronha.

        • Pois on 20 de Agosto de 2013 at 3:58
        • Responder

        Finalmente concordo consigo 🙂

    • Maria O. on 20 de Agosto de 2013 at 1:25
    • Responder

    “Inspeção Geral da Educação” serve o governo e não quer saber do que dizem os professores.

    • Bernoulli on 20 de Agosto de 2013 at 8:47
    • Responder

    Não serve só o governo, serve os amigos e alguns grupos económicos….Até tenta colocar em certas escolas (onde se ganha bem na Europa…) professores que não cumprem todos os requisitos necessários a concurso. Fica a pergunta quem vigia os polícias da educação????

    • Sílvia Ribeiro on 20 de Agosto de 2013 at 15:52
    • Responder

    Boa tarde.
    Estive a verificar a lista do grupo 910 porque é do meu interesse. Se bem percebi, a colega em questão está quase, quase, no final da lista e, em nada me prejudica, até porque tem uma prioridade diferente da minha. No entanto, e se assim não fosse, é evidente que tomaria a iniciativa de denunciar à IGE e/ou ao Provedor de Justiça (uma vez que respeita a uma ação ou omissão ilegal ou injusta do poder público, que é necessário reparar ou prevenir).
    Não é só a colega que deveria ser denunciada por quem se sentir prejudicado, mas a escola que, indevidamente, validou uma candidatura, à partida, impossível.
    Isto deixa-me preocupada com outras questões como as médias profissionais ou o tempo de serviço.
    Concretamente, não conheço nenhuma situação anómala, pelo que posso estar a ser injusta, mas este “belo” exemplo faz-me duvidar…
    Boa sorte a todos.

      • Profa farta de medíocres on 20 de Agosto de 2013 at 22:37
      • Responder

      As escolas estão cheias de directores imbecis que se dizem “amigos” dos alunos pobres e desfavorecidos. Como é bom reverberar com o dinheiro dos contribuintes. Muitos deles deviam estar era atrás das grades.

    1. Sim senhora Sílvia Ribeiro! “Bela” perspectiva de equidade e de justiça global! Sic, “a colega em questão está quase, quase, no final da lista e, em nada me prejudica, até porque tem uma prioridade diferente da minha. No entanto, e se assim não fosse, é evidente que tomaria a iniciativa de denunciar à IGE e/ou ao Provedor de Justiça…” Como não afecta o meu umbigo tudo bem, mas se afetasse já era outra história!!!!

      Já alguém parou para pensar que foi a própria plataforma que permite que se concorra assim??

      Não, Não sou “a dita cuja”, mas conheço muito bem. Como professora, também, estou farta de tanto “umbiguismo” de uma classe cada vez mais mesquinha…

        • Sílvia Ribeiro on 22 de Agosto de 2013 at 17:13
        • Responder

        salsera
        O meu comentário não é nenhum postal de ilustração no que à equidade e justiça global diz respeito. É exatamente e tão só a MINHA tomada de posição em duas situações distintas: se a situação me afetasse particularmente, eu reagiria do modo que descrevi, como não me afeta, fica uma eventual sugestão para quem o queira fazer. Devo dizer-lhe que farta, estou eu, de ver tantos histerismos inúteis, como o seu.: blá, blá, blá: zero!
        Quer agir? Aja!… Não arranje desculpas nos outros para o SEU umbiguismo.
        Pode sempre começar por se identificar. Duvido que seja esse o seu nome, ficando desde logo enfermado de falta de transparência o seu comentário, pois se nem coragem tem de assumir a sua identidade para criticar quem “conhece muito bem”…. Se isto não é olhar para o PRÓPRIO UMBIGO, agradeço que me faça um desenho! ,
        Se salsera é o seu nome fica a admiração pela originalidade do mesmo.
        Quanto ao facto da classe docente ser “cada vez mais mesquinha”, cada um fala por si. Não me revejo no seu comentário e considero-o injusto porque somos muitos aqueles que acreditamos no valor do que efetivamente fazemos e não mandamos ninguém fazer por nós!…

    • Isa 27 on 20 de Agosto de 2013 at 20:22
    • Responder

    Eu já coloquei esta dúvida num outro post porque me parece existir por parte da direção desta escola má fé ou outro motivo “obscuro”.
    Alguém me sabe dizer se é possível uma escola colocar um docente na mobilidade interna, não o repescar e depois serem colocados outros docentes na mesma escola?
    Na escola do meu marido são apenas QE dois docentes do grupo 300, o meu marido foi informado que deveria concorrer à Mobilidade, até hoje, não foi repescado mas pelas contas e tendo em conta o número de turmas existentes, é necessário obrigatoriamente mais professores do 300. No entanto, não lhe foi dado nenhum esclarecimento por parte do diretor. Parece uma situação duvidosa, será que ele pode ir para a mobilidade e depois a escola pedir outros profs do mesmo grupo nesta fase do concurso?
    De que forma poderá ser feita uma denúncia ou reclamação?

      • Profa farta de medíocres on 20 de Agosto de 2013 at 22:40
      • Responder

      “Alguém me sabe dizer se é possível uma escola colocar um docente na mobilidade interna, não o repescar e depois serem colocados outros docentes na mesma escola?”

      Assunto mesmo bom para a IGE resolver. A ser verdade o que diz, e a ocorrer o que afirma, estamos na presença de direcções imbecis, como acima referi a um outro colega. É uma aldrabice tão grande que até custa acreditar que alguém a possa cometer.

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