Tag: educação

Lista Colorida – RR16

Lista Colorida atualizada com colocados e retirados da RR16.

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Sete mil casos positivos de SARS-CoV-2 no primeiro período

 

O ministro da Educação, Tiago Brandão Rodrigues, disse, sexta-feira, que no primeiro período do presente ano letivo foram registados sete mil casos positivos de SARS-CoV-2 nas escolas, contra 16 mil em igual período do ano passado.

Estes números abrangem alunos, professores e outros trabalhadores das escolas do país.

Por outro lado, em dezembro último, no final do primeiro período, 500 turmas estavam em isolamento em escolas de todo o país, enquanto há um ano, antes da interrupção letiva do Natal, a medida afetava 700 turmas.

(Devem estar a preparar o relatório para entregar ao sindicato que moveu uma ação em tribunal para saber estes dados…)

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PSD quer estágios no início da carreira para escolher “os melhores professores”

 

 

Partido propõe separar habilitação para a docência, a cargo das instituições de ensino superior, da profissionalização, que passará a ser feita em algumas escolas em contexto de sala de aula. Programa resgata tema da recuperação do tempo de serviço, que passaria a ter reflexos nas reformas dos professores.

PSD quer estágios no início da carreira para escolher “os melhores professores”

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198 contratados na RR16

Foram colocados 198 contratados na Reserva de Recrutamento 16. Fica a distribuição por grupo e tipo de horário.

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Reserva de recrutamento n.º 16

 

Publicitação das listas definitivas de Colocação, Não Colocação, Retirados e Listas de Colocação Administrativa – 16.ª Reserva de Recrutamento 2021/2022.

Aplicação da aceitação disponível das 0:00 horas de segunda-feira dia 10 de janeiro, até às 23:59 horas de terça-feira dia 11 de janeiro de 2022 (hora de Portugal continental).

Consulte a nota informativa.

SIGRHE – aceitação da colocação pelo candidato

Nota informativa – Reserva de recrutamento n.º 16

Listas – Reserva de recrutamento n.º 16

 

 

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Novo endereço para pedido da Senha Digital

 

Novo endereço para pedido da Senha Digital: https://covid19.min-saude.pt/senha-digital/

 

 

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Sugestão de Leitura – CARTAS DE UM PROFESSOR DE MORAL A ANTERO DE QUENTAL – Joaquim Falcão

 

Pouco se sabe, mas, Antero de Quental, aprendeu esgrima, mas nunca o mencionou, soube-se, certo dia, numa carta de 1866, referenciando que se distinguia. Depois, abandonou esta modalidade e, em Coimbra, a moda, melhor dizendo, de 1863, Antero de Quental, teve contacto com uma Cadeira na Faculdade: «O ideal da Índia na Idade Clássica»: Aqui, toma contacto com a elegância intelectual de Zen-Avestha, Niebelungen. Antero de Quental tinha uma força maior; quando se suicidou, lamentavelmente, tinha dois livros, na sua biblioteca, de El Ingenioso Hidaldo Don Quijote de la Mancha, de versão original. Antero foi místico, aliciou Fernando Pessoa à escrita heterodoxa, para ele, Deus, era um efeito. Foi ao Panteísmo e ao Budismo indagar o sofrimento humano e reparou, no entanto, que somos predadores de nós mesmos, criou-lhe pessimismo. Para ele, Antero, a maioria das pessoas viviam de espadas e capas. Abandonou, já no fim da vida, a ideia de federalismos, achava que as coisas destoem-se com o tempo, pelas ilusões e pelos materialismos. Estes e outros aspetos, Juan Valera, refere-se a Antero de Quental como o maior pensador português de sempre, como o referiu de «sinceridad misma». Antero reparou que, Camilo Castelo Branco, é que trouxe o desespero aos portugueses, ele mesmo, também, se suicidaria, ficou cego e não aceitou! Antero queria moralizar o mundo! Tornou-se humanista, dava esmola aos pobres, dançava com as crianças, com as perdas sofridas. A religião de Antero e a sua reflexão social vinham do tédio e da angústia, das utopias. Antero queria transplantar a crise em amor. Vítor Nemésio afirmará, mais tarde, que Antero foi o único amigo dele, dos nossos dias. Oliveira Martins disse, sobre Antero, que, poderia ser São Francisco de Assis ou São Bento, era um homem bom.

 

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Lei n.º 5/2022 – Regime de antecipação da idade de pensão de velhice por deficiência

 

Lei n.º 5/2022

Artigo 1.º
Objeto

A presente lei cria o regime de antecipação da idade de pensão de velhice por deficiência.

Artigo 2.º
Antecipação da idade de pensão de velhice por deficiência

 

1 – É criado um regime de antecipação da idade de pensão de velhice por deficiência para as pessoas que reúnam, cumulativamente, as seguintes condições gerais de elegibilidade:
a) Idade igual ou superior a 60 anos;
b) Deficiência a que esteja associado um grau de incapacidade igual ou superior a 80 %;
c) Pelo menos 15 anos de carreira contributiva constituída com a situação de deficiência e grau de incapacidade igual ou superior a 80 %.
2 – Ao cálculo do montante de pensão atribuída não é aplicável o fator de sustentabilidade, nem a penalização por antecipação da idade normal de reforma.
Artigo 3.º
Princípio do tratamento mais favorável

Aos requerentes do regime de antecipação da idade de pensão de velhice por deficiência que ainda não tenham obtido deferimento à data da entrada em vigor da presente lei aplica-se o regime que se mostre mais favorável.

 

Artigo 4.º

Regulamentação

O Governo regulamenta a presente lei no prazo de 180 dias.

 

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Professores poderão ser vacinados na próxima semana

 

O coordenador da “task force” da vacinação, coronel Carlos Penha Gonçalves, garantiu esta quinta-feira que os professores e funcionários das escolas que não consigam ser vacinados esta semana vão poder sê-lo na próxima.

“O que eu quero dizer aos professores e aos funcionários da área da educação e das respostas sociais é que nós vamos ter estes quatro dias para fazer a vacinação, mas eles vão poder continuar, no mesmo regime, dentro da próxima semana, a vacinar-se”, referiu em entrevista à RTP3.

Penha Gonçalves pediu ao pessoal docente e não docente para “não estarem muito ansiosos”, no caso de não conseguirem vacinar-se no imediato, uma vez que “o processo para eles vai continuar nos próximos dias”.

 

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No dia 30 de Janeiro haverá seguramente um perdedor: a Educação…

 

Na esmagadora maioria das escolas públicas não há Democracia. Sem Democracia, a Escola Pública apodrece, definha e asfixia.

 O apodrecimento da Escola Pública ocorre, sobretudo, de dentro para fora. Começa quase sempre no interior de cada escola, muitas vezes como consequência da existência de lideranças autoritárias e totalitárias, disfarçadas e branqueadas com discursos, melosamente, paternalistas: “a minha escola”, “os meus professores” ou “é preciso ter muita paixão e espírito de missão para trabalhar na minha escola”…

 Tantos discursos, pretensiosamente comoventes e “pseudo-delicodoces”, da parte de muitos que, de forma consciente ou inconsciente, não deixam de considerar a escola e os respectivos profissionais como propriedade sua…

 Já não é possível suavizar, polir ou mitigar a ausência de Democracia na Escola Pública. Sem eufemismos hipócritas e sem malabarismos linguísticos, parece que:

 No geral, as escolas públicas foram transformadas numa espécie de “feudos senhoriais”, como se fossem propriedade privada; o Poder foi centralizado, as decisões são tomadas unipessoalmente, quase sempre de forma inflexível e arrogante; a doutrinação e o culto à personalidade do “líder supremo” são frequentes, podendo chegar-se ao ridículo da existência de rituais a lembrar o “Beija-Mão” de outras épocas…

 Os privilégios concedidos aos detentores do Poder permitem-lhes exercê-lo de forma absoluta, abusiva e discricionária, se for essa a sua vontade…

 A contestação é barrada; a oposição é, oficiosa e cinicamente, proibida; existe censura, concomitante com represálias e castigos, previstos para quem ouse levantar-se…

 Existe repressão, controlo, intimidação e coação… Existe “vigilância política” e existe, enfim, um hediondo “terrorismo de Estado”, através do qual se mantém a ordem e a hierarquia e se desincentivam eventuais insurreições…

E se isso não é uma Ditadura, o que será uma Ditadura?

 Perante tais atropelos à liberdade de expressão e ao próprio Estado de Direito, tem reinado o silêncio, a passividade e a condescendência por parte dos “ungidos da intelligentsia autóctone… (“Ungidos da intelligentsia“, expressão da autoria de Thomas Sowell).  

 Por onde têm andado os “ungidos da intelligentsia”, em particular a elite dos “Intelectuais de Esquerda”, que, noutras situações, se costuma mostrar tão hábil, ávida e célere a denunciar cenários de autoritarismo e de défice democrático e a indignar-se face à existência de vítimas de injustiça e de opressão?

 Assente no legado do Decreto-Lei nº 75/2008 de 22 de abril, o Partido Socialista foi o principal responsável pela instauração da Ditadura nas escolas.

 Como um “especialista em balelas”, e fazendo de conta que não governou o país durante os últimos seis anos, vem agora, cinicamente e com total desplante, acenar com promessas vãs, tentando ludibriar com “Unicórnios” e “Histórias de Encantar”…

 À Esquerda, e relembrando a obra realizada nos últimos seis anos, já se viu o que pode ser (muito mal) feito na área da Educação. E também se viu que não houve qualquer intenção ou propósito no sentido de alterar, e muito menos de revogar, o actual Modelo de Administração e Gestão Escolar…

 À Direita, e pelo que já se conhece dos respectivos discursos políticos, também não interessará a restauração da Democracia na Escola Pública e não se vislumbram quaisquer medidas no sentido de promover as prementes mudanças…

 Ironicamente, a Ditadura nas escolas parece servir tanto à Direita como à Esquerda: ambas tentam aproveitar-se da ausência de Democracia para fazer valer os respectivos desígnios políticos, quer sejam os autárquicos/locais ou os centrais, sem pejo em utilizar a Escola Pública como um instrumento político…

O mais importante, é manter o status quo e continuar a exercer toda a influência possível, com o objectivo de potencializar dividendos políticos…

 Mas, e obviamente, a Ditadura nas escolas também serve à maioria dos Directores de Agrupamentos de Escolas… De 2008 até ao momento presente, quantos se demitiram do exercício desse cargo, por discordância com as directrizes emanadas pelo Ministério da Educação ou em solidariedade com “os seus professores”?

 No próximo dia 30 de Janeiro, e independentemente dos resultados do sufrágio eleitoral, haverá seguramente um perdedor: a Educação.

 A Educação, pela qual nenhum Partido Político genuinamente se interessa, continuará, certamente, pelos caminhos mais erráticos, sem esperança de que algo mude para melhor e refém da alucinação e do delírio de quem só conhece a realidade das escolas por via indirecta e quase sempre de forma enviesada…

 Não é possível ignorar a ausência de Democracia na Escola Pública. Esse aspecto está omnipresente e continuará a dominar e a contaminar qualquer discussão, seja qual for a temática educativa em apreço…

 Sem Democracia e sem pensamento crítico não existe uma verdadeira Escola Pública… Quando muito, existe uma Escola Pública “postiça” e “travestida”, sem credibilidade e pervertida pela manipulação…

Neste momento, a administração, a gestão e o funcionamento da Escola Pública pautam-se por Valores opostos aos da Democracia e é impossível compatibilizar tal incongruência…

 Sarcástica e metaforicamente, o estado actual da Educação pode resumir-se à imagem do conhecido quadro “O Menino da Lágrima” (Giovanni Bragolin): deprimido, sinistro, trágico, “órfão” e muito “kitsch”

 Os profissionais de Educação, além de serem vítimas desse estado de degradação, serão também cúmplices do mesmo?

O que se tem ganho com a postura: “laissez faire, laissez passer”?

 

(Matilde)

 

 

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O pesadelo da Senha Digital

Por este andar, muitos não conseguirão ser vacinados. Outros terão de se deslocar para fora do seu concelho …

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Como resolver o problema da falta de professores – Carlos Ceia

 

É preciso um esforço conjugado de muitas medidas. Desiluda-se quem pense que consegue resolver o problema com uma única medida e a curto prazo.

Como resolver o problema da falta de professores

A proposta de uma revisão do Regime Jurídico da Habilitação Profissional para a Docência na Educação Pré-Escolar e nos Ensino Básico e Secundário circula ainda em circuito fechado e aí ficará até às eleições. É pena, porque devia estar em discussão pública, mesmo sabendo que não pode ser implementada de imediato. Dentro desta discussão, importa esclarecer as condições em que é possível implementar uma medida de largo alcance, que, não resolvendo por completo o problema da falta de professores, pode ajudar significativamente a reduzi-lo:

  1. É preciso de alguma forma recuperar a essência do que foi o modelo de profissionalização em serviço, certamente o melhor modelo que tivemos na formação inicial de professores nos últimos 40 anos – acrescentaria que os modelos de profissionalização em serviço (Decreto-Lei n.º 287/88) e profissionalização em exercício (decretos-lei n.º 344/89 e n.º 1/98) foram, de facto, os melhores que tivemos até hoje.
  2. Devemos assumir que o desempenho de um mestrando/professor estagiário a tempo inteiro de funções docentes, com turmas próprias, numa escola cooperante, durante a iniciação à prática profissional, implica retribuir financeiramente esse trabalho docente, obrigando a uma solução jurídica inédita que consiga compatibilizar o estatuto de um aluno de mestrado em formação profissionalizante com o de um funcionário público que presta um serviço público completo para o qual deve existir a correspondente retribuição financeira, tal como existia no antigo modelo de profissionalização em serviço.
  3. Este princípio já está no documento esquecido Pareceres 2016 do CNE. Também acrescento que o mesmo CNE já havia recomendado, em parecer de Março de 2021, que o Plano de Recuperação e Resiliência (PRR) incluísse verbas para a formação inicial de professores.

A revisão do actual Regime Jurídico da Habilitação Profissional para a Docência na Educação Pré-Escolar e nos Ensino Básico e Secundário obrigará as instituições formadoras a um novo exercício de acreditação junto da A3ES (em 2021 concluíram-se quase todos os ciclos regulares de avaliação/acreditação dos actuais mestrados em ensino), processo impossível de concluir em menos de um ano. Para o curto prazo, será sempre necessário articular esta medida com outras menos complexas em termos técnicos, mas que exigem igual coragem política:

  1. Entrada imediata dos novos professores profissionalizados nos quadros de agrupamento ou de escola.
  2. Criação de incentivos à fixação dos professores deslocados da sua área de residência, a exemplo do que acontece em tantas outras profissões públicas e que nunca mereceu de nenhum Governo até hoje uma atenção mínima para esta realidade que afastou tantos profissionais do ensino.
  3. Dar mais autonomia às escolas para as contratações necessárias para completar os seus quadros de docentes.
  4. Eliminar do currículo disciplinas que ocupam hoje um espaço excessivo – por exemplo, Cidadania e Desenvolvimento, que é obrigatória em todos os anos do Ensino Básico e ainda facultativa no Ensino Secundário. Não vejo necessidade de ir mais longe do que oferecer esta disciplina transversal uma vez em cada ciclo do Ensino Básico, o que daria mais algum espaço de manobra para que os muitos docentes que completam horários, do 5.º ao 9.º anos sobretudo, com esta disciplina possam ser libertados para mais turmas das disciplinas da sua área de docência.
  5. Convencer jovens licenciados a optar pela carreira docente, via um mestrado em ensino. O projecto mal explicado pelo Governo sobre a necessidade de atrair diplomados de várias áreas para a docência, oferecendo-lhes formação teórica à distância via Ensino Superior e formação em serviço/exercício via escolas cooperantes levanta muitas interrogações jurídicas. Por exemplo, como resolver a coexistência dos dois modelos tão diferentes numa mesma instituição de Ensino Superior: a distância para uns e em regime presencial (em vigor) para outros? Qual a legitimidade dos dois diplomas face às condições opostas e desiguais de aquisição da mesma habilitação profissional? É sabido que alguns países nórdicos, por exemplo, têm modelos laterais de aquisição de habilitação docente, semelhantes, em teoria, ao modelo proposto agora pelo Ministério da Educação (ME).

 

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Comprovativo de funções educativas

Em pouco mais de 5 minutos entrei e fui vacinado com a terceira dose num centro Covid fora área do meu concelho de residência, porque estranhamente não havia marcações para hoje para os profissionais da educação na minha área.

Serviu como prova da minha atividade docente o recibo de vencimento onde consta o número de contribuinte.

Vi muitos com declarações das escolas, atestando serem profissionais da educação. Obviamente que o recibo de vencimento de dezembro é suficiente para comprovar esta condição.

Por isso mesmo não passei nenhuma declaração a ninguém.

 

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Novas Medidas COVID-19 – Conferência de imprensa do Conselho de Ministros

 

 

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Já se encontra disponível a consulta do Recenseamento Docente

 

 

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Escolas reabrem sem confinamento de turmas

Só alunos com covid-19 e irmãos terão de confinar a partir de agora. Por agora, Governo não vai agravar medidas de prevenção de contágios de covid-19.

Escolas reabrem sem confinamento de turmas

O Conselho de Ministros vai assumir a reabertura das escolas na segunda-feira, dia 10, como estava previsto, e o Governo considera que há condições de o ensino ser menos afectado devido às novas regras aprovadas esta quarta-feira pela Direcção-Geral de Saúde (DGS) em relação aos confinamentos por causa dos contágios por covid-19.

Nomeadamente, porque a partir de agora só é considerado contacto de alto risco sujeito a confinamento quem coabita com o doente de covid-19 e não recebeu ainda a terceira dose da vacina, explicou ao PÚBLICO um membro do Governo, frisando que “acabou o confinamento de turmas”. O responsável governativo clarifica assim o impacto sobre as escolas das medidas aprovadas pela DGS.

 

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Agendada

… e em breve completo o cartão. 🙂

 

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Casa Aberta | Senha Digital

A partir da meia noite já é possível os profissionais de educação tirarem a senha digital para os dias 6, 7, 8 ou 9 de janeiro, desde que não tenham tido Covid-19 nos últimos 150 dias e já completaram o esquema vacinal há pelo menos 150 dias.

Casa Aberta | Senha Digital

 

A modalidade “Casa Aberta” encontra-se disponível para a vacinação contra a COVID-19 ou contra a Gripe de utentes com idade igual ou superior a 60 anos.

São elegíveis para a dose de reforço no regime de “Casa Aberta” os utentes que não tiveram COVID-19 nos últimos 150 dias e já completaram o esquema vacinal há pelo menos 150 dias.

Para ser vacinado basta dirigir-se diretamente ao centro de vacinação ou ao centro de saúde.

Nota importante: o pedido de senha digital, em modalidade “Casa Aberta”, é para utilização exclusiva de:

  • Utentes a vacinar com a dose de reforço contra a COVID-19, nomeadamente:
    • Profissionais de saúde e de outros serviços prestadores de cuidados;
    • Profissionais de ERPI e instituições similares (Orientação 009/2020 DGS);
    • Profissionais da RNCCI e Bombeiros envolvidos no transporte de doentes;
    • Profissionais da Comunidade Escolar e respostas sociais na Infância (disponível de 6 a 9 de janeiro de 2022).

(Estes profissionais devem fazer prova da sua atividade profissional no ato de vacinação)

  • Utentes com idade igual ou superior a 12 anos que pretendam fazer vacinação primária contra a COVID-19.

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Novas Medidas Evitam o Confinamento de Turmas

Anunciado no dia em que se chegou a quase 40 mil casos num único dia. Por este andar a imunidade de grupo fica concluída muito em breve.

 

Escolas reabrem sem confinamento de turmas

 

Só alunos com covid-19 e irmãos terão de confinar a partir de agora. Para já, Governo não vai agravar medidas de prevenção de contágios de covid-19.

O Conselho de Ministros vai assumir a reabertura das escolas na segunda-feira, dia 10, como estava previsto, e o Governo considera que há condições de o ensino ser menos afectado devido às novas regras aprovadas esta quarta-feira pela Direcção-Geral de Saúde (DGS) em relação aos confinamentos por causa dos contágios por covid-19.

Nomeadamente, porque a partir de agora só é considerado contacto de alto risco sujeito a confinamento quem coabita com o doente de covid-19 e não recebeu ainda a terceira dose da vacina, explicou ao PÚBLICO um membro do Governo, frisando que “acabou o confinamento de turmas”. O responsável governativo clarifica assim o impacto sobre as escolas das medidas aprovadas pela DGS.

Quanto ao funcionamento das escolas, o impacto da mudança das regras do confinamento não é tanto pelo facto de o confinamento ter baixado de dez para sete dias. A mudança que tem implicação directa nas escolas é a alteração ao conceito de contacto de alto risco que passa agora a ser apenas quem coabita com o doente de covid-19.

Assim, se um aluno for diagnosticado com esta infecção apenas ele fica em confinamento e não os colegas de turma. É claro que, se o aluno com covid-19 tiver um ou mais irmãos na mesma ou noutra escola, estes têm de ficar confinados, porque pertencem ao mesmo núcleo de coabitação, acrescenta o membro do Governo ouvido pelo PÚBLICO.

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Promoção do Plano Nacional de Cinema de 2021-2030

 

Despacho n.º 65/2022

Promove o Plano Nacional de Cinema de 2021-2030, consolidando as ações concretizadas nos primeiros anos do Plano e apostando em novas vertentes a desenvolver até 2030, integrado no Plano Nacional das Artes.

 

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Mesmo fechadas temos 353 surtos em escolas

 

Segundo um ponto de situação feito pela DGS, em 03 de janeiro registavam-se um total de 584 surtos ativos, menos 23 que na semana anterior.

Dos 584 surtos ativos, 353 são em escolas (públicas e privadas), 51 em lares de idosos (mais dez que na semana anterior) e 10 em instituições de saúde (menos cinco).

 

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Três, de tantas páginas que devíamos virar – Santana Castilho

 

Talvez não seja estranho que os partidos políticos se tenham identificado, embora cada um a seu modo, com a mensagem de Ano Novo de Marcelo Rebelo de Sousa. Bem vistas as coisas, já antes do Natal a reacção foi de bonomia, quando Marcelo, deselegantemente, nos mandou ter juízo, enquanto deambulava pelo comércio de Braga, a perguntar o preço do bacalhau e a comprar meias. Num discurso equívoco, o que disse agora sobre as eleições e sobre o desejável funcionamento da AR foram banalidades. Mas os partidos políticos gostaram. Falou de virar a página, sem dizer para onde. Mas os partidos gostaram. Talvez porque se preparam, em campanha, para nos dizer pouco sobre tantas páginas que o país gostaria de ver escritas, de modo claro.
Vejo uma sociedade cada vez mais complacente perante a perspectiva de ser cuidada em vez de se cuidar. Sei que o medo é um dos instrumentos mais poderosos para condicionar o comportamento humano, particularmente quando as questões em presença são de saúde. Mas é tristemente limitado o futuro de uma sociedade que aceita trocar viver por existir e liberdade por segurança. Esta é uma página que devia ser virada.
Falamos muito de descentralização e partição de poderes, como necessidades fundadoras das democracias mais sólidas. Mas, paradoxalmente, aceitamos, por via de uma tecnologia digital de que nos tornámos escravos, a concentração de todos os poderes em meia dúzia de organizações globais. Cada vez mais, televisões e jornais promovem o que o monoscópio da globalização e do mainstream permite ver, quando o seu papel deveria ser o de ampliar o ângulo de visão, já que globalização é uma coisa e universalismo é outra, bem diferente. Eis uma segunda página a virar.
A terceira página é a da Educação. Sobra a evidência de que os actuais responsáveis foram, mais do que incompetentes, perniciosos, porque contribuíram para que a escola de que o país carece fosse desaparecendo todos os dias. Se Tiago Brandão Rodrigues e João Costa tivessem consciência e soubessem, ao menos, o que os alunos não sabem, sentir-se-iam culpados por terem promovido, com a falácia das aprendizagens essenciais e o logro criminoso da falsa inclusão e do falso sucesso, um preocupante crescimento de jovens descerebrados e sem esperança, marcados pelo desconhecimento e pela imaturidade. A palavra educação só devia evocar a ideia de evolução, que não de involução. Mas foram de involução os últimos dois anos, pelo menos, com 21,9% (Eurostat) das nossas crianças em risco de pobreza ou exclusão social. Nas mochilas dos nossos alunos estão hoje muitos traumas provocados pelos confinamentos, pelas quarentenas, pelo ensino à distância, numa palavra, por uma escola distante e incompleta.
Abundam os estudos (vide, por outros, “Efeitos da Pandemia Covid-19 na Educação: Desigualdades e Medidas de Equidade”, do CNE) sobre os efeitos do SARS-CoV-2 nas aprendizagens dos alunos e sobre a escassez de professores. Faltam os compromissos políticos claros para resolver esses e demais problemas.
Urge reverter as alterações sem sentido no normativo da carreira docente e a catadupa de malévolas iniciativas políticas para dividir os professores, a par da anulação de direitos, que culminaram com o congelamento de salários, primeiro, e o inominável apagamento do tempo de serviço já prestado, depois. Os professores precisam de tempo para além das suas actividades lectivas. Tempo para refletir sobre a arte de ensinar e para continuar a sua formação, lado a lado com os mais experientes. Tempo para actualizar a sua formação científica. Tempo para dedicar aos seus filhos e à sua família, tão importantes como os filhos dos outros e as famílias dos outros. Os professores não podem ser meros funcionários de uma sorte de repartições públicas, a que se assemelham hoje as escolas.
Se os protagonistas não mudarem, a sociedade continuará a ser formatada para olhar para a classe docente como geradora de despesa e não como alvo de um investimento necessário para o futuro melhor de todos. Se os protagonistas não mudarem, serão reforçadas as tendências para os autoritarismos de que já tivemos demonstração abundante.
Precisamos de reconstruir o sistema de ensino. E o papel que o próximo ministro terá na tarefa reside na capacidade de envolver nessa reconstrução professores, pais e alunos.
In “Público” de 5.1.21

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EXPERIÊNCIA e/ou DESABADO DE UMA DIRETORA Emília Vicente

 

Gostaria de vos deixar a minha modesta experiência no desempenho da minha função de Diretora de “primeira viajem…”
Sou diretora do Agrupamento de Escolas Padre António Martins de Oliveira, do Concelho de Lagoa no Algarve desde 31 de Julho de 2019. Desde o primeiro ano de mandato que comecei a perceber a dimensão da falta de professores na região Algarvia, problema este que foi potenciado com esta pandemia que nos assombra desde março de 2020, aumentando a necessidade agravou-se o problema já há algum tempo anunciado. Encaramos esta problemática não apenas de início de ano, mas ao longo do mesmo, pois existem muitos professores a ficarem doentes, exaustos, desgastados, ou seja, muitos dos docentes “atiram a toalha ao chão”, não aguentam a pressão e a quantidade de tarefas que lhe são exigidas dentro e fora daquilo que é o seu horário laboral. No início de cada ano letivo existem sempre horários que ficam por preencher, quanto mais não sejam os dos professores que são do quadro, mas que se encontram de baixa. Por serem hipoteticamente necessidades temporárias, não podem ser colocados atempadamente na requisição da componente letiva realizada pelos diretores logo em julho. Por outro lado, as matrículas não param, por variadíssimas razões, surgem sempre necessidades ao longo do ano, o que obriga a reorganizações constantes. A partir deste momento começa a corrida a reservas de recrutamento vazias que transitam para contratações de escolas desertas; semana após semana se aguarda ansiosamente que algum docente fique colocado ou se candidate aos horários da contratação. Quando existem candidatos, depois de os ordenar por graduação, as escolas cheias de esperança começam a selecionar professores, mas a felicidade dura pouco, quando volta o nosso desespero ao aparecerem mensagem do género O candidato não pode ser selecionado pois já está colocado” ou “ O candidato não pode ser selecionado por se encontrar penalizado”. Mesmo quando conseguimos selecionar um dos candidatos, uma horas depois percebemos que o candidato não aceitou a colocação, e ainda se dá o caso de candidatos que aceitam, mas vão ficar de baixa, logo temos que pedir substituição para o substituto do docente em falta.
Desesperados com esta espera infrutífera, os diretores começam a engendrar formas temporárias para dar as soluções que não são encontradas nas ferramentas e procedimentos apresentadas pelo Ministério da Educação. Desta forma só nos resta recorrer aos docentes que se encontram a lecionar nesse mesmo ano letivo, partir os horários em várias partes e sobrecarregar os docentes com horas extraordinárias que podem ir até seis, dando resposta imediata aos alunos, pois o tempo está sempre a rolar. Quando desta forma conseguimos colmatar todas as necessidades, entram mais docentes de baixa e voltamos ao princípio, até se chegar ao um limite insustentável!
Desde há alguns anos a esta parte este assunto tem vindo a público e não existem medidas estruturantes do Ministério da Educação para dar resposta a este flagelo: os docentes estão exaustos, desmotivados, sobrecarregados com tarefas paralelas àquilo que é a essência do ensino. Os professores são simultaneamente: avaliados e avaliadores externos e internos; formandos e formadores; criam, desenvolvem, aplicam e monitorizam projetos de Intervenção na avaliação de e para as aprendizagens; desenvolvem projetos de inovação; aplicam planos de recuperação das aprendizagens 21-23; realizam, entre muitas outras mais, todas as tarefas técnicas e administrativas do plano de transição digital…
É urgente a existência de medidas estruturantes, criação de incentivos para colocar professores onde fazem mais falta e recuperar os profissionalizados que, ao longo dos anos, saíram do sistema pondo fim a esse desgaste que a profissão hoje em dia provoca. Acima de tudo temos de cuidar e acarinhar aqueles que tem segurado o sistema durante estes últimos seis anos com uma capacidade de organização, inovação, trabalho e perseverança acima da média, dando tudo o que têm em prol dos seus alunos, docentes estes que, apesar de todas as adversidades, conseguiram manter a “Paixão de ser PROFESSOR”.
*Diretora do Agrupamento de Escolas ESPAMOL Padre António Martins de Oliveira, LAGOA
IN JL

 

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Descida na idade da reforma antecipa cenário de falta de professores

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Será preciso contratar perto de 3600 docentes em 2023/24, mais 800 do que o previsto no estudo apresentado pelo Ministério da Educação em Novembro. O total de professores necessários na próxima década não sofre, porém, mexidas. Com o fim da pandemia, a idade da aposentação deverá voltar aos valores habituais.

Descida na idade da reforma antecipa cenário de falta de professores

 

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Processamento de Remunerações 2022

 

Nota Informativa n.º 01/IGeFE/2022 

PROCESSAMENTO DE REMUNERAÇÕES 2022

No âmbito do processamento das remunerações de pessoal docente e não docente transmitem-se as seguintes orientações:

1. O valor da remuneração base praticada na Administração Pública é atualizado para o valor da retribuição mínima mensal garantida (RMMG) para 2022, a que corresponde o valor de 705,00€.

2. O valor dos montantes pecuniários dos níveis remuneratórios da tabela remuneratória única (TRU), aprovada pela Portaria n.º 1553-C/2008, de 31 de dezembro, com as atualizações decorrentes dos Decretos-Leis n.ºs 10-B/2020, de 20 de março, e 10/2021, de 1 de fevereiro, é atualizado em 0,9 %.

3. São atualizadas em 0,9% as remunerações base mensais existentes na Administração Pública.

4. De acordo com o determinado no n.º 3 do art.º 5º do Decreto-Lei n.º 109-A/2021, de 7 de dezembro, o trabalhador que alterar a posição remuneratória por força da retribuição mínima mensal garantida, em 2022, mantém os pontos e correspondentes menções qualitativas de avaliação do desempenho para efeitos de futura alteração de posicionamento remuneratório.

5. A presente atualização salarial produz efeitos a 1 de janeiro de 2022, pelo que deverá ser processada na requisição do mês janeiro.

Subsídio de Refeição 

O valor do subsídio de refeição fixado na Portaria n.º 1553-D/2008, de 31 de dezembro, atualizado, pela Lei nº 42/2016, de 28 de dezembro, mantém-se para o corrente ano no valor de 4,77€.

 

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Leitura em profundidade da ideia chave do PS para resolver a falta de professores. – Luís Sottomaior Braga

“Criar incentivos à aposta na carreira docente e ao desenvolvimento de funções docentes em áreas do país onde a oferta de profissionais é cada vez mais escassa e onde a partilha de recursos se mostre fundamental para a manutenção de oferta educativa e formativa.”

Esta frase é um dos destaques do programa eleitoral do PS para educação.

É vaga e realmente não quer dizer nada. Nula, como tem sido a ação política do PS na governação educativa.

Mas, por respeito pelo partido, que anda a pedir “50% dos votos mais 1”, vamos tentar espremer algum sentido do que aqui está escrito.

Afinal, é a principal proposta sobre educação de um Partido, que recandidata como cabeça de lista o ministro que mais tempo foi ministro da educação, desde o tempo em que o ministério foi criado, ainda se chamava da Instrução Pública, e tinha como ministro um outro António Costa, sem relação de parentesco com o que agora pontifica no largo do Rato (foi há 150 anos…).

E, para cúmulo, a educação deve ter tanta atenção política deste partido (que tem como lema de campanha “seguir”) que o ministro é candidato a deputado, pela 3ª vez, num distrito pequeno, mas que é decisivo para uma maioria absoluta (lembremos que foi de lá – no meu caso, cá – Viana do Castelo – que veio o deputado Daniel Campelo, o do queijo).

Comecemos a exegese da profecia passo a passo.

“Criar” – começamos mal. O PS e os políticos portugueses em geral não são conhecidos pela criatividade (a não ser em moscambilhas). E criar implica, não só fantasiar, mas pôr em ação coisa que funcione.

“incentivos” – continuamos apanhados pela dúvida: incentivos a quem? dados por quem? de que tipo (dinheiro, vantagens no acesso à carreira, bonificação de tempo de serviço, concursos locais com vantagens para os que lá forem,….)? Vamos ter de volta a ideia absurda de atacar o princípio da colocação em concurso geral e criar concursos locais mais abertos à fraude, falta de transparência e favoritismo? No tempo da Lurditas, houve uma tentativa de fazer concursos locais de quadro para TEIP’S. Falharam, porque esse caminho criava injustiça. Vai ser essa invencionice que querem ressuscitar?

“à aposta” – os programas eleitorais têm de ter esta linguagem picante, mas isto não é um casino onde se fazem apostas. Suspeitava que era esse o espírito. É esse precisamente o problema da gestão de pessoas no Estado: muita fezada e pouca racionalidade. E não fica claro se a aposta é do Estado, ao dar os incentivos, ou dos incentivados, que vão achar os incentivos tão bons e prometedores que vão largar tudo e esperar o jackpot. Se a “aposta” fosse do Estado, o PS teve 6 anos para isso e fechou-se em copas e ainda acusou os professores de batoteiros.

Há uma palavra que, depois de analisar só 3, se vê já em falta: confiança. Houve, nos anos 90, quem “apostasse” na carreira educativa. Foram roubados pela banca (a real, que faliu, e a metafórica, do “casino” dos governos, com os seus cortes e congelamentos de salários de mais de uma década). Como todos os jogadores que perdem apostas milionárias, eu diria aos novos para terem cuidado com “apostas” e “jogatanas”.

“na carreira docente” – que carreira docente? Nova fantasia.

Aquela que tinha um estatuto, que dizia que quem tivesse 28 anos de serviço estava no 9º escalão e que tem boa parte dos seus membros, com 45/ 50 anos (25/30 anos de serviço), abaixo do 7º e a maioria no 5º, isto é, no meio.

Podem fazer as propagandas de apostas que quiserem, que os jogadores derrotados de tempos passados provam que o risco deste casino profissional, gerido por PS/PSD, com recurso à roleta da ADD, é demasiado alto. Veja-se o que se passou em 2019, em que PS e PSD se juntaram numa aposta política para matar a recuperação de 9 anos de carreira perdida (o que afetou mais que outros esse escalão geracional dos 45/50).

“e ao desenvolvimento de funções docentes” – mas vai haver “funções docentes” fora da carreira? Isto é, na vossa proposta, parece que há a “carreira” e o resto que não o será: um alçapão de letras miúdas, de reserva mental no texto, para manter a precariedade dos contratados, alguns em substituição, a quem nem deixam fazer descontos completos para a segurança social, para não chegarem a ter subsídio de desemprego.

 “em áreas do país onde a oferta de profissionais é cada vez mais escassa” – ah…!!! Afinal há falta de professores. Aquilo que tantos diziam que não havia. E vai ser com a vacuidade das ideias anteriores e com a distinção subtil expressa na frase entre “carreira docente” e “funções docentes” que se vai “criar” algo do inexistente (não é escasso, é inexistente).

“e onde a partilha de recursos se mostre fundamental para a manutenção de oferta educativa e formativa” – neste ponto da frase, eu partiria em 2 e punha um ponto final. Mas, apesar da pouca gramática e fluidez de redação, tentemos fazer esguichar algum sentido destas palavras.

Ora vamos lá ver: vai haver incentivos à partilha de recursos (recursos de quem? que vão ser partilhados como?). Será que um partido, que tanto se preocupa com as pessoas, não devia chamar-lhe pessoas ou profissionais (ou professores, que é o que se trata) em vez de “recursos”?

Se formos além da letra, parece que isto (que parece ser a única coisa com aparência de concreto da frase) vai ser algo do género: pôr professores a dar aulas em tantas escolas, quantas as necessárias, para o PS se livrar da enrascada em que se meteu (e meteu a sociedade portuguesa) porque, ao tratar mal os professores, deixou de haver quem queira ser.

O “se mostre fundamental”, na verdade, quer dizer “onde estivermos mais atrapalhados com falta de gente que queira dar aulas.”

Não deixa de ser curioso que, em 3 linhas, se use 2 vezes a palavra “oferta” (fora do sentido de dádiva, mas a lembrar ao inconsciente leitor que um programa é bacalhau a pataco) e outras palavras prospetivas como “aposta” ou “desenvolvimento”, ou, que na referência escondida à intenção de pôr professores em 2 escolas, se use a palavra fofa “partilha” e o conjuntivo (“se mostre” – sinal de reserva mental e de que algo se esconde na fofura). E, ainda, que se evite dizer o desagradável “necessário” ou, bem pior, “obrigatório”, trocado pelo solene “fundamental”.

Lido com atenção, este linguarejar do programa PS (que teve 2 ministros a governar mais de uma década a educação, nos últimos 15 anos, mas insiste em que conheçamos a sua “criatividade inovadora”) soaria mais ou menos assim:

“Vamos tentar inventar uns incentivos que iludam uns quantos de que vão entrar na carreira, quando realmente não estamos preocupados com isso, mas em arranjar quem desenrasque as aulas, ainda que continuem precários e possam até dar aulas em 2 ou mais escolas.”

Perante o tsunami de aposentações de professores que aí vem, o PS não tem uma estratégia ou ideias estruturadas que se possam precisar. Tem um programa que é o típico Costa: “fundamentalmente” arregaçar as calças e seguir, a esperar que a enxurrada não seja forte e passe.

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Educação e Legislativas 22. Sem horizonte de esperança. – José Manuel Alho

 

Lamentavelmente, quem está na oposição ambicionando ser poder, não revela vontade nem tampouco apresenta programa para inverter o atual estado de coisas. A sul-americanização da Educação aparenta ser mais abrangente e consensual do que presumirão os mais ingénuos. Na verdade, não há motivos para vislumbrar qualquer horizonte de esperança.

Educação e Legislativas 22. Sem horizonte de esperança.

Estranhamente, ou não, a Educação deixou de constar do leque de prioridades dos principais partidos políticos. Não dá votos nem cativa especiais simpatias. De resto, nos partidos com  histórico de responsabilidades governativas, escasseiam quadros, com pensamento e visão estruturados, sobre área tão determinante para o nosso futuro coletivo. Definitivamente, a Educação deixou de ser sexy e, quando muito, existe um punhado de culambistas que se limita a cultivar o psitacismo.

Sem inocentes, o setor conheceu severa degradação, patrocinada por um poder político que remeteu para a Escola todos os problemas que não soube ou não quis resolver. E tamanho processo, de tão ostensivo, logrou transformá-la no grande braço armado do assistencialismo em Portugal – de que será expoente máximo o 1.º Ciclo – desvirtuando a sua missão original. Muito por influência da solução parlamentar que, nos últimos seis anos, suportou o governo atual, a prioridade parece ter sido a de criar uma escola pública pobre para os probrezinhos, uma espécie de grande cantina social do país, primeiro e último amortecedor das crises resultantes de sucessivas incompetências governativas.

Esta abordagem, que conquistou seguidores da esquerda à direita, levou a que se descurasse a dignidade dos profissionais da Educação. As carreiras foram brutalmente mutiladas e o seu estatuto, aos olhos da sociedade, foi dilacerado por quem, à luz do inscrito na Constituição, deveria – pasme-se! – garantir a sua dignificação.

Os professores, já sem a união e a força de outros tempos, parecem tomados pela Síndrome de Estocolmo, aparentando desenvolver um sentimento de lealdade e compreensão para com uma classe política que (só) os terá ofendido e fragilizado. Para essa prostração, terá contribuído a anestesia dos principais sindicatos de docentes, engolidos pelos inconfessáveis pactos ditados pelos respetivos diretórios partidários, pelo que, desde há muito, aquelas organizações parecem ter optado por iniciativas fofinhas e tolerantes, razão primeira da desmobilização do professorado.

Lamentavelmente, quem está na oposição ambicionando ser poder, não revela vontade nem tampouco apresenta programa para inverter o atual estado de coisas. A sul-americanização da Educação aparenta ser mais abrangente e consensual do que presumirão os mais ingénuos. Na verdade, não há motivos para vislumbrar qualquer horizonte de esperança.

O certo é que o setor, em janeiro de 2022, precisaria de algo para o qual não temos classe política habilitada: um pacto para uma década, que devolvesse segurança e previsibilidade aos alunos, aos professores e às famílias . Estancar sonsos ímpetos pseudorreformistas, que consomem recursos valiosos em derivas experimentalistas, deveria ser o seu primeiro parágrafo!

No mais, não se afigura possível valorizar a carreira docente, combatendo a escassez anunciada de professores, sem:

  • desburocratizar, premiando, o exercício da função docente, deformado por desvios que já atingiram proporções insanas;
  • valorizar quem, apesar de todas as crises e sacrifícios, permaneceu na Escola Pública, reconhecendo para o efeito todo o tempo de serviço efetivamente prestado pelos professores e sobre o qual (já) foram pagos todos os impostos;
  • extirpar da carreira os garrotes iníquos que sobre ela impendem, com as infames quotas de acesso ao mérito nos 5º e 7º escalões.

 

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Professores, AT´s, AO’se outro pessoal a trabalhar nas escolas já podem tirar a senha digital

Mas só no dia em que pretendem ser vacinados poderão proceder ao agendamento.

Clique no link abaixo

Casa Aberta | Senha Digital

 

 

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E se a DGS pedisse as listas de PD e PND à DGESTE?

 

Pouparia trabalho às secretarias, que têm mais o que fazer, em vez de estar a passar declarações a todo o pessoal docente e não docente comprovando o seu exercício de funções nas escolas.

É só uma dica…

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Cibersegurança nas Escolas – uma catástrofe a caminho. – Jorge Sottomaior Braga

 

O ataque à Impresa (Expresso, SIC, etc.) revelou a importância da Cibersegurança nas organizações.
A infraestrutura de TI da Impresa deve, por razão de bom senso, ser de elevada qualidade. Parece-me que a Impresa terá recursos informáticos muito superiores ao de qualquer escola.
A pergunta que se coloca é como cedeu a este ataque?
Apesar de ainda não se conhecerem detalhes efetivos do ataque, o mais provável é ter sido um ataque direto a credenciais elevadas (administrador) na AWS.
A Amazon Web Services (AWS) é a plataforma Cloud gerida pela Amazon. O equivalente da Microsoft é o Azure. Da Google é a Google Cloud …. e há outros providers, muitos deles para serviços específicos. A Impresa, pelos vistos, é cliente da Amazon nesse serviço.
Quem, provavelmente falhou, não foi a Amazon. Aliás, para um ataque deste nível (tão pequeno) foi decerto alguém do lado da Impresa. E pode acontecer a qualquer um … Numa parte muito significativa dos ataques é sempre assim: a falha é humana.
Há quem chame a isto um Whale Attack!
O alvo em causa/pessoa é tão importante e gordo que já não é (Phishing) pescar … é mesmo caça à Baleia.
Provavelmente foi um ataque man-in-the-middle bem montado (há já muito software pré-feito que ajuda à implementação deste tipo de ataques! E é freeware! E há montes de vídeos na NET a explicar como se faz!)
Raramente os ataques passam por um ataque frontal à tecnologia.
O que é mais fácil?
Roubar o carro fazendo uma ligação direta …
ou roubar a chave do carro à pessoa que a tem no bolso e depois sair alegremente com o carro sem ninguém notar e sem chatices?
Há uma panóplia muito díspar de ataques possíveis, mas passam quase todos sempre por uma pequena (ou grande!) desatenção do utilizador.
  • O carregar de um link malicioso num email que parecia legítimo.
  • O confiar num email de um colega de trabalho que já foi tomado.
  • O ignorar regras básicas de segurança e reutilizar palavras-passe em vários sites ou serviços.
  • O não ativar a autenticação multifactor.
  • O usar redes inseguras em sítios públicos.
  • (os hackers são supostamente Brasileiros, mas quem sabe se não frequentam o mesmo café que os elementos de IT da SIC?)
  • O não usar um cofre de credenciais seguro.
  • O não auditar a sua própria segurança.
Mas nas escolas é ainda mais grave. Porque se trata dos dados pessoais de crianças.
Autodiagnóstico das coisas óbvias
Um pequeno diagnóstico para fazerem na vossa escola:
1. A escola obriga à utilização explicita de credenciais geridas e administradas pela escola?
Explicação: o email da escola é do tipo [email protected], é gerido pela escola e são completamente proibidos os emails pessoais?
2. As credenciais de acesso à vossa escola implementam a autenticação multifactor (MFA)?
Explicação: Quando acedem à vossa escola além do nome de utilizador, palavra-passe usam um fator adicional de autenticação (SMA, Cartão Matriz, Aplicação de Autenticação, Hardware Específico, etc.)?
3. O software de gestão que usam na escola obriga a MFA tal como manda a lei?
Explicação: Quando entram no software de gestão (E360, Inovar, GIAE, etc.) é pedido, para além do nome de utilizador, palavra-passe, um um fator adicional de autenticação (SMA, Cartão Matriz, Aplicação de Autenticação, Hardware Específico, etc.)?
4. Os dados digitais da vossa escola estão encriptados?
Explicação: É boa política proteger os dados de olhos alheios. Para fazer isto além de se restringir o acesso aos dados é também necessário encriptar esses dados. Dito de outra forma: se eu obtiver uma cópia da vossa base de dados consigo ler os dados ou eles estão protegidos por uma qualquer chave de encriptação?
Se eu obtiver uma cópia das múltiplas grelhas e rubricas que entopem as escolas…. esses dados são de leitura aberta sem qualquer encriptação?
5. Os administradores informáticos da vossa escola são profissionais da área da Informática e da Gestão de Sistemas?
(Claro que não são! Pergunta parva Jorge!)
6. A escola já forneceu formação obrigatória em Cibersegurança aos seus utilizadores, professores e demais colaboradores?
Explicação: Não estou a falar de formação sobre fakenews e ciber bullying …
Estou a falar de formação técnica à séria sobre cibersegurança dada por malta de TI (de preferência peritos em cibersegurança) e não por psicólogos.
7. Têm servidores próprios? Se sim quem faz a administração destes servidores?
Explicação: A escola tem, por exemplo, um servidor de Moodle próprio? Estarão esses servidores bem montados ou serão um risco de segurança? São administrados com cuidado? Estão atualizados?
8. A escola tem um diretório interno que protege as identidades digitais de todos com o princípio de um utilizador uma conta?
Explicação: quando alunos, colaboradores e professores entram nos computadores da escola têm cada um a sua própria credencial específica pessoal e intransmissível (e.g. Active Directory) ou é um regime de promiscuidade em que há uma conta por PC para todos os alunos e outra para professores?
9. A rede WiFi da escola é protegida com a autenticação dos próprios utilizadores/certificados?
Explicação: quando se ligam à rede WiFi da escola têm que fornecer as vossas credenciais ou existe uma palavra-passe que é partilhada por todos os utilizadores, mas que só é dada a quem dela precisa?
10. A escola faz uma auditoria de segurança regular?
Explicação: a maior parte dos ataques são silenciosos e visam ficar indetetáveis pelo maior tempo possível… para dar tempo para roubar. Entre uma intrusão e a sua deteção chega a demorar 250 dias. Sim 250! É, pois, fundamental a escola auditar sistematicamente os seus sistemas e fazer até ataques para verificar da sua fiabilidade.
Exemplo: a escola é obrigada por lei a mandar rever os extintores de incêndio existentes porque um dia poderão ser necessários e deverão estar a funcionar. Fazem o mesmo para a segurança dos sistemas informáticos?
Se a vossa avaliação neste questionário foi baixa então atuem ou peçam a quem de direito para atuar.
(se não sabem avaliar a vossa prestação neste questionário … então têm um sério problema: peçam ajuda).
Haveria muito, muito mais a dizer sobre estes assuntos. Mas tentei que este texto fosse o mais simples possível e que alertasse para os perigos que todos passamos.
Não é, de forma alguma, de agora que venho falando nestas coisas. Mas pode ser que agora ouçam.
Fica aqui de novo o meu Webinar com a Leya a falar sobre estes assuntos. Já lá vai mais de um ano:
Nota final: No momento em que acabo de escrever este texto a Impresa ainda está em baixo. Já lá vão quase 3 dias. A minha solidariedade para a malta de IT da Impresa. São dias difíceis.
Imaginam o que teria acontecido se o ataque tivesse sido a uma escola ou ao seu software de gestão centralizado?

 

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Explica-me lá isto, Costa…

 

Criar incentivos à aposta na carreira docente e ao desenvolvimento de funções docentes em áreas do país onde a oferta de profissionais é cada vez mais escassa e onde a partilha de recursos se mostre fundamental para a manutenção de oferta educativa a formativa.

Pormenores? Isto é muito vago. O que queres tu e os teus dizer?

Vais fazer alterações ao ECD para criar incentivos?

Vais criar um subsídio de apoio a professores deslocados em áreas do país onde a oferta de profissionais é escassa?

Vais criar residências partilhadas para professores onde seja fundamental a manutenção de oferta educativa e formativa? Ou será para os alunos e formandos?

Será que vais pôr o palácio de S. Bento à disposição dos docentes deslocados na área de Lisboa para que não tenham que dividir o WC?

Mas o que é que queres dizer com estas propostas vagas e sem a profundidade necessária para não serem interpretadas de uma só forma?

 

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Pessoal Docente e Não Docente Pode ser Vacinado dias 6, 7, 8 e 9 de Janeiro

Lacerda Sales acabou de anunciar que o pessoal docente  e não docente poderá ser vacinado nos próximos dias 6, 7,  8 e 9 de janeiro, da parte da tarde em regime de senha digital/casa aberta.

Nestes mesmos dias as crianças entre os 5 e os 11 anos serão vacinadas da parte da manhã e o pessoal docente e não docente da parte da tarde.

A esta hora ainda não está disponível o pessoal docente e não docente tirar a senha digital para a casa aberta.

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Como gosto que me prometam o que me RECUSARAM…

O objetivo é que não sejamos mais como crianças, levados de um lado para o outro pelas ondas teológicas, nem jogados para cá e para lá por todo vento de doutrina e pela malícia de certas pessoas que induzem os incautos ao erro. (Efésios 4:14)

 Os socialistas colocam ainda em cima da mesa a discussão da semana de quatro dias de trabalho. E acenam aos professores – que fizeram, em 2019, ‘tremer’ o anterior governo com a reposição integral do tempo de carreira aprovada por uma outra maioria negativa no Parlamento – com uma integração mais rápida nas escolas. 

 

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Linhas Gerais do Programa do PS

Começa com um ponto sobre a educação bastante vago, acrescentando de seguida que o regime de recrutamento irá mudar e serão criados incentivos onde existam falta de professores.

Por aqui não vejo qualquer incentivo à valorização da carreira docente.

 

 

12 PRIORIDADES PARA OS PRÓXIMOS 4 ANOS

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Mas os Hotspots ainda não chegaram…

Ministério da Educação já distribuiu 750 mil computadores pelas escolas

 

 

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Aulas recomeçam a 10 de janeiro, sem adiamentos previstos

 

Aulas recomeçam a 10 de janeiro, sem adiamentos previstos

O secretário de Estado Adjunto e da Saúde, Lacerda Sales, afirmou esta segunda-feira que as aulas vão ser retomadas a 10 de janeiro, afastando a hipótese de serem adiadas devido ao aumento de casos de covid-19.

“Penso que essa medida [adiamento] não está garantidamente sobre a mesa. E, portanto, as aulas começam no dia 10 de janeiro para as crianças, porque essa é uma medida fundamental para a saúde física, mental, social e psicológica das nossas crianças”, afirmou o governante, em Coimbra.

Salientando que não há alterações de medidas previstas, o secretário de Estado Adjunto e da Saúde referiu, no entanto, que posteriormente, de acordo com a evolução epidemiológica, o Conselho de Ministros avaliará a situação.

 

 

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Mude-se a escola para que regressem os professores

Leiam. E releiam. Pelos vossos filhos e pelas futuras gerações.

“Os professores portugueses são vítimas de uma organização de trabalho que os adoece. São, na Europa, os mais desgastados e os que mais preenchem burocracia inútil. Só os alunos lhes dão ânimo. São os melhores a adaptar as aulas às necessidades dos alunos. A pequena indisciplina coloca Portugal no primeiro lugar do tempo perdido para começar uma aula.”

O que acabou de ler são conclusões da OCDE, ou de organizações com estudos semelhantes, com menos de década e meia. Mas não há um documento dos serviços centrais do Ministério da Educação que conclua no mesmo sentido, nem sequer o mundo político se interessa pelo assunto. Há um manto de silêncio que ignorou o caminho que resultou na grave falta estrutural de professores e no tríptico de quem está em exercício: desgaste, mágoa e revolta contida.”

Paulo Prudêncio, Público, 03/01/2022

Mude-se a escola para que regressem os professores

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Pais e docentes não querem adiamento do regresso às aulas

Encarregados e responsáveis escolares nem querem ouvir falar de prolongar as férias e pedem o regresso das aulas presenciais.

Pais e docentes temem adiamento do regresso às aulas

Os responsáveis escolares e os encarregados de educação temem que o Governo decida prolongar a pausa letiva para lá de dia nove.

“Seria uma enorme asneira prolongar as férias. Era não respeitar as crianças e os jovens. Três semanas em casa já é demasiado mau para o seu crescimento. E não sabemos como esses dias a mais seriam compensados”, afirmou ao CM Filinto Lima, da Associação Nacional de Diretores de Agrupamentos e Escolas Públicas.

 

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70 dos professores vinculados desde 2013 já se reformou…

… e mais de 4000 reformar-se-ão nos próximos 10 anos.

A tabela abaixo apresenta os professores vinculados desde 2013, com mais de 50 anos (a 1/1/2022), distribuídos pelos diferentes grupos de recrutamento.  Os grupos 910 (Educação Especial 1) e 100 (Pré-Escolar) são aqueles onde mais professores se reformarão nos próximos anos.

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“Só pela educação é que vamos mudar o mundo”

 

Bárbara Wong. “Só pela educação é que vamos mudar o mundo”

Jornalista Bárbara Wong diz que alertas do Papa na mensagem para o Dia Mundial da Paz são “certeiros” e realistas. A especialista em educação compreende a preocupação de Francisco com esta área, diz que o aumento das desigualdades “vai continuar” e que hoje estamos “menos empáticos” do que no início da pandemia.

 

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