Reserva de Recrutamento 13

Aceitação de Colocação pelo Candidato – 13ª Reserva de Recrutamento 2014/2015

Aplicação disponível até às 23:59 horas do dia 12 de janeiro de 2015 (Hora de Portugal Continental)

Publicitação das listas de Colocação, Não Colocação e Retirados – 13ª Reserva de Recrutamento

13ª Reserva de Recrutamento – Docentes de Carreira – ano escolar de 2014/2015

 

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Qual é a Pressa?

… em querer chamar a atenção para o dia 1 de Fevereiro de 2015?

 

Se a comissão de acompanhamento da “requalificação” apenas se reuniu para se constituir o melhor é deixá-los assim por mais uns tempos, pelo menos até à marcação das legislativas.

 

FENPROF pretende reunir, urgentemente, com Ministro da Educação e Ciência

 

 

A FENPROF solicitou ao ministro da Educação, há uma semana, mas, até agora, sem resposta, a realização de uma reunião, com caráter de grande urgência, para discutir a eventual aplicação do regime de mobilidade especial, prevista para fevereiro próximo, o que esta Federação Sindical pretende, de todo, evitar.

Recorda-se que a legislação prevê que, a partir de 1 de fevereiro de 2015, o regime de mobilidade especial seja aplicado aos docentes. A FENPROF considera que todos os professores que existem no sistema são indispensáveis às escolas e aos seus alunos. Porém, apesar das declarações do ministro Nuno Crato, proferidas no início do ano escolar, que indiciavam que nenhum docente seria abrangido por este mecanismo, mantêm-se, na plataforma criada pela DGAE para docentes com ausência de componente letiva, 176 professores. Além disso, há mais 423 docentes dos quadros que foram colocados em horários temporários, o que significa que 599 docentes se encontram em risco de poderem ser atingidos pelo regime de mobilidade especial.

Face a tão preocupante situação e, também, porque a comissão criada pelo MEC para acompanhamento e avaliação das soluções encontradas para atribuição de atividade a estes docentes, apenas reuniu para se constituir, a FENPROF solicitou ao ministro a realização de uma reunião com caráter de urgência, para discutir aquele problema.

Na reunião de hoje e amanhã do Secretariado Nacional da FENPROF, esta e outras matérias (tais como, municipalização, PACC, ou, ainda, a situação dos docentes do ISS, o ensino superior ou mesmo as dívidas do MEC a diversas instituições) serão debatidas e aprovadas as ações necessárias a desenvolver pelos professores para contrariar o caminho negativo que, também na Educação, está a ser seguido.

O Secretariado Nacional

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Rede Bibliotecas Escolares – Candidatura 2015

Abertura da Candidatura 2015

 

A Rede de Bibliotecas Escolares tem como objetivo a instalação e o desenvolvimento de bibliotecas, nas escolas dos diferentes níveis de ensino, disponibilizando aos utilizadores os recursos necessários à leitura, ao acesso, uso e produção da informação em diferentes suportes. Estas bibliotecas, geridas por uma equipa qualificada, de acordo com a Portaria 756/2009, dispõem de um espaço próprio, dotado de equipamentos específicos, que permite o livre acesso a um fundo documental diversificado e atual. A biblioteca escolar desempenha, deste modo, um papel central no suporte aos curricula, no desenvolvimento das literacias, na aquisição de competências de informação e na formação de leitores.

Com o objetivo de integrar novas escolas, apoiar projetos de inovação e requalificar bibliotecas pertencentes à Rede de Bibliotecas Escolares, é lançada a Candidatura 2015, que decorre de 6 de janeiro a 20 de fevereiro.

Os códigos de acesso ao Sistema de informação RBE e informações sobre os procedimentos de candidatura poderão ser solicitados para [email protected].

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Blogosfera – Assistente Técnico

Parece que em 2015 a entidade patronal (ou seja, o estado) deixa de descontar parte do vencimento do trabalhador para a ADSE.

Agora já percebem a razão do aumento para 3,5%, não percebem?

 

Percentagens de Descontos CGA , ADSE e Seg Social na Adm. Pública – Evolução até 2015

 

 

Percentagens de Descontos CGA e ADSE ate 2015

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Paris aqui tão perto…

Ali aterrou na minha aula quase no final do segundo período.

Não falava uma palavra de português, inglês ou francês. Para que pudesse haver um entendimento mínimo , lembrei-me de pedir ajuda a um outro aluno mais velho, da mesma nacionalidade e que já frequentava a escola há alguns anos. Pedi-lhe que dissesse ao colega para se apresentar e que traduzisse a apresentação da turma. Fê-lo com alguma dificuldade uma vez que, explicou depois, apesar do país comum, o seu dialeto era distinto.

Por razões que não recordo, Ali, de 14 anos, não integrou naquele ano o português língua não materna e passava as aulas circunspeto e distanciado da turma, apesar do esforço de professores e colegas para que houvesse comunicação.

Por opção pessoal, voluntariei-me para lhe dar apoio extraordinário, de modo a que adquirisse o alfabeto, os fonemas, até iniciar, devagarinho, a leitura, a oralidade. Muitas vezes socorri-me de desenhos para pequenos truques de vocabulário e memorização que o faziam sorrir discretamente.

Porém, face ao incremento do trabalho burocrático, vi-me forçada a largar essa hora extraordinária e optei por dar esse apoio na aula de português, enquanto os restantes alunos, cumplicemente, faziam algum trabalho prático.

Certo dia, apercebi-me que ele abandonara a tarefa que eu lhe dera e lia com afinco um pequeno livro de orações. Isto repetiu-se diversas vezes daí em diante.

Outra vez, passando pela Biblioteca, vislumbrei-o a ver, com particular atenção, videos de um líder islâmico que vociferava a sua interpretação do Alcorão.

É claro que só percebi o conteúdo com a ajuda do tal aluno mais velho que, fortemente aculturado no nosso país, me ia ajudando a “ler” o novo aluno. Mas, admito, a coisa tornou-se um pouco assustadora…

Quando o ano acabou, Ali prosseguiu, apesar de tudo, pouco interessado em memorizar a nossa língua e mais empenhado no seu velhinho livro de orações. Eu prossegui a minha vida itinerante e nunca mais o voltei a ver.

Porém, depois disso, muitas vezes me questionei sobre a capacidade de resposta que os professores conseguem dar a estas situações que deixaram de ser tão pontuais na nossa sala de aula, independentemente, das nacionalidades que aí se aconchegam.

Era suposto a escola ser um espaço de liberdade, de aprendizagem, de partilha. Tal como, arrisco, a redação de um jornal.

Onde cabem a liberdade, igualdade e fraternidade, quando não falamos a mesma língua dos que nos são próximos? Quando os seus valores são tão díspares dos nossos que nem a escola se constitui como espaço de partilha e comunicação?

Como podemos combater o medo? O medo do outro…

Quando a pluralidade humana se dilui sobre os tiros de uma metralhadora, disparados porque não se admite brincar com coisas sérias, apesar de o riso ser, afinal, a linguagem que nos aproxima a todos; então, chegou o momento de nos questionarmos enquanto civilização.

Chegou o momento de, tal como a França será obrigada a fazer agora, procurar respostas sobre como lidar com a diversidade.

E essa é, realmente, uma questão para a qual não será, de todo fácil descobrir um caminho. É que a História tem o estranho hábito de se reinventar, mas é dela que depende o futuro.

Pessoalmente, também acredito que “Allahu Akbar”- Deus é grande, porém ele é ainda maior quando o defendemos com um lápis na mão, em vez de uma Kalasnikov nos braços.

E, muito provavelmente, é aí que a escola pode fazer a diferença…

 

 

 

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1º Ciclo e Pré Escolar pelos Sindicatos…

Não é comum ver os sindicatos a especificar a sua retórica pelos diferentes grupos de ensino, gostam mais de generalizar (defendendo que os professores devem estar unidos na luta pelo interesse da profissão e tal…), mas pelos vistos ainda há quem se lembre que os professores estão divididos em grupos, que uns estão mais, embora pouco, beneficiados que outros em certos aspetos. Sendo assim aqui vai a proposta por “Condições dignas para Educadores e Professores do 1º Ciclo” do SPZC.

1.- “a componente letiva dos professores do 1º ciclo seja desenvolvida em 22 horas semanais, uma vez que este ciclo está, hoje, descaraterizado do quadro de monodocência em que funcionava, passando, atualmente para um quadro de pluridocência;

2.- sejam aplicadas as reduções previstas no artigo 79º do ECD, em função da idade e do tempo de serviço;

3.- sejam compensados pelo desgaste profissional todos os educadores de infância e professores do 1º ciclo que não beneficiem da redução de componente letiva;

4.- as pausas que decorrem dos intervalos letivos sejam considerados como tempo efetivo de trabalho docente;

5.- o tempo de deslocação entre escolas do agrupamento seja considerado tempo efetivo de trabalho docente;

6.- todos os jardins de infância e escolas do 1º ciclo sejam dotados dos recursos humanos necessários para responder às diversas situações que acontecem no espaço escolar, nomeadamente, no acompanhamento das crianças no refeitório e nos espaços de recreio;

7.- o calendário escolar da educação pré escolar se desenvolva de acordo com o estabelecido para o 1º ciclo;

8.- a constituição e distribuição das turmas  do 1º ciclo tenham em consideração a integração de alunos de um único ano de escolaridade, evitando a organização de turmas com uma pulverização de vários anos de escolaridade;

9.- aos educadores de infância seja contado, para todos os efeitos, o tempo de serviço prestado em ATL e creche:

10.- a atividade letiva desenvolvida na educação especial pelos professores do 1º ciclo e educadores de infância seja organizada em 22 horas letivas semanais.”

Já se sabe que as “negociações” vão ser difíceis, mas pelo menos há quem tente… também há que lembrar que outros grupos com especificações próprias necessitam de ver as suas condições de trabalho melhoradas. Já agora, lembra-se aos sindicatos que atuem em tempo certo na defesa de todos os grupos de ensino…

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Novo Código do Procedimento Administrativo

Foram quase 20 anos que se passaram desde a última revisão do Código do Procedimento Administrativo.
O CPA é um documento legislativo de consulta quase obrigatória para todos os que fazem uso de procedimentos administrativos. Guardem-no no vosso PC pois em qualquer altura vão precisar de o consultar.

 

Decreto-Lei n.º 4/2015 – Diário da República n.º 4/2015, Série I de 2015-01-07

 

Ministério da Justiça

 

No uso da autorização legislativa concedida pela Lei n.º 42/2014, de 11 de julho, aprova o novo Código do Procedimento Administrativo

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Questões Frequentes Sobre a Formação Complementar do Inglês no 1° Ciclo

Retirado daqui.

 

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Editorial do Jornal Público

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Homologação das Metas de Inglês no 1° Ciclo

Despacho n.º 151/2015 – Diário da República n.º 4/2015, Série II de 2015-01-07

 


Ministério da Educação e Ciência – Gabinete do Ministro


Homologação das Metas de Inglês

 

 

As metas encontram-se publicadas aqui.

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A FNE Renasceu na Contestação da PACC

E espero que assim continue até que a mesma seja abolida definitivamente do ECD.

 

Se estrategicamente foi um mal menor conseguir a dispensa de todos os que tinham mais de 5 anos de serviço, agora já não ficava bem que continuasse a manter publicamente o silêncio sobre a PACC.

E se o Conselho Científico do IAVE abriu a porta para quebrar este silêncio, então que a FNE continue a batalhar pelo fim da PACC.

 

 

 

A PACC DEVE SER ABOLIDA

 

 

A FNE revê-se nas apreciações que faz o Conselho Científico do IAVE (Instituto de Avaliação Educativa) sobre a prova de avaliação de capacidades e conhecimentos (PACC), considerando que a prova falha no objetivo essencial de avaliação da competência para o exercício da profissão docente.

Consideramos por isso que estão criadas as condições para que a prova seja eliminada, esperando que o Ministério da Educação e Ciência acolha as sugestões que a FNE tem apresentado, bem como este parecer do Conselho Científico do IAVE.

Com efeito, este parecer coincide com aquilo que a FNE sempre defendeu relativamente à contestação da existência da prova e vem reafirmar a inutilidade de um mecanismo que não introduz qualidade ao sistema de ensino.

Recorde-se que perante a insistência do MEC na concretização da PACC, a FNE tentou por todos os meios evitar que ela tivesse lugar, e, não o conseguindo plenamente, obteve a garantia da dispensa definitiva da sua realização em relação a todos os docentes contratados que tivessem 5 ou mais anos de serviço. Não sendo esta a solução ideal, reduziu, no entanto, o seu impacto negativo em relação a muitos profissionais que têm contribuído decisivamente para o funcionamento do sistema educativo.

Defendemos, desde sempre, que o MEC desistisse da realização da PACC. A invocação da necessidade de preservar a qualidade da formação profissional docente deveria impor ao MEC a obrigação de trabalhar e propor soluções que tivessem em vista as adequações que forem necessárias ao nível da formação inicial e ao nível do período de indução.

A FNE mantém a sua discordância em relação à existência da PACC e continuará a defender a sua eliminação do Estatuto da Carreira Docente.

Porto, 6 de Janeiro de 2015

 

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Despacho Normativo nº 1/2015

Despacho Normativo n.º 1/2015 – Diário da República n.º 3/2015, Série II de 2015-01-06

 

Ministério da Educação e Ciência – Gabinete do Secretário de Estado do Ensino Básico e Secundário

 

O presente despacho estabelece os princípios e os procedimentos a observar no regime de avaliação e certificação dos alunos dos cursos científico-tecnológicos de dupla certificação com planos próprios de nível secundário de educação, ministrados em estabelecimentos de ensino público e cooperativo

 
[gview file=”https://www.arlindovsky.net/wp-content/uploads/2015/01/Despacho-Normativo-1-2015-avaliacao-alunos.pdf”]

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Tempo de Serviço a Colocar nas CE em 2015

Não se esqueçam que o tempo de serviço a considerar nas Contratações de Escola que decorra o prazo de candidatura em 2015, é até 31 de Agosto de 2014.

 

Deixo a informação colocada na aplicação de candidatura às Contratações de Escola.

 

– Para os procedimentos, cujo prazo de candidatura, decorra em 2014, o tempo de serviço deverá ser contabilizado até 31 de agosto de 2013.

– Para os procedimentos, cujo prazo de candidatura, decorra em 2015, o tempo de serviço deverá ser contabilizado até 31 de agosto de 2014.

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Logicamente, MEC Contesta IAVE

E cada vez se isola mais na defesa da PACC.
 

Ministério contesta parecer do IAVE: «prova docente não é iniciativa isolada»

 

O Ministério da Educação declarou hoje que a prova de avaliação docente «não é uma iniciativa isolada», como defendeu um parecer do Conselho Científico do Instituto de Avaliação Educativa (IAVE), mas «parte fundamental» de um conjunto de medidas tomadas.
A nota do Ministério da Educação e Ciência (MEC) enviada à TSF surge na sequência da divulgação pública de um parecer muito crítico do Conselho Científico do IAVE contra a prova de avaliação de capacidades e conhecimentos (PACC) dos professores, que a retratou como não sendo «válida e fiável» e incapaz de cumprir o objetivo a que se propõe, de avaliar a qualidade da preparação dos professores para a docência.

«A PACC não é uma iniciativa isolada, mas sim parte fundamental de um conjunto de medidas tomadas pelo Ministério da Educação e Ciência para melhorar progressivamente a qualidade da docência, que é componente central do sistema educativo. Entre outras medidas contam-se a obrigatoriedade de realização de exames de Português e de Matemática para admissão aos cursos de licenciatura de Educação Básica e o reforço curricular das condições de habilitação para a docência», defendeu a tutela, na nota enviada à TSF.

O ministério reitera que a prova tem como objetivo permitir «escolher os melhores entre os melhores professores, dignificar a escola pública e a função docente e aumentar a equidade entre os candidatos» e recorda que, apesar de só ter sido aplicada pelo atual Governo, por iniciativa do ministro Nuno Crato, ela está prevista no Estatuto da Carreira Docente desde 2007, quando o Ministério da Educação era liderado por Maria de Lurdes Rodrigues.

Um parecer do Conselho Científico do IAVE defende que a prova de avaliação docente não é «válida e fiável» no objetivo a que se propõe, tendo como «propósito mais evidente» impedir o acesso à carreira.

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Uma Aposta de Rei(s)

Para partilhar o 1º prémio com todos vós.

euromilhoes 6 Janeiro

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Materiais do seminário “Avaliação Interna e Qualidade das Aprendizagens”

Materiais do seminário “Avaliação Interna e Qualidade das Aprendizagens”

 

 

O seminário teve como objetivo refletir e debater dois aspetos essenciais: o modo como os professores usam a avaliação formativa e sumativa para promover mais e melhores aprendizagens e a forma como esta área de estudo é abordada na formação inicial e contínua de professores. Neste seminário procurou-se igualmente refletir sobre resultados da investigação produzida em Portugal sobre estas temáticas, com particular destaque para o papel do feedback em todo o processo.
 
CONFERÊNCIA DE ABERTURA
Avaliação Interna e Qualidade das Aprendizagens – Perspetivas da OCDE
 
OS PROFESSORES E AS PRÁTICAS AVALIATIVAS
Reflexão sobre práticas de avaliação nas escolas: a fuga de si
Práticas de avaliação interna para a qualidade das aprendizagens: das pressões externas à formação de professores
 
CONTRIBUTOS DA INVESTIGAÇÃO PARA O DESENVOLVIMENTO DE PRÁTICAS DE AVALIAÇÃO NA SALA DE AULA

 

Do feedback avaliativo ao feedforward educativo

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Todos os Horários em Concurso em Contratação de Escola

… às 17:20 do dia de hoje.

 

A partir do próximo fim de semana volto a fazer o resumo semanal das contratações de escola, bem como a antevisão da semana seguinte.

Este quadro coloco-o hoje para confirmarem se vos aparece todos estes horários na vossa aplicação.

Lembro que para verem os horários em concurso para o vosso grupo de recrutamento devem adicionar a habilitação para esse grupo de recrutamento na aplicação, em horários/contratação » 2014/2015 » habilitações.

 
CE 7 8 9

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“Prova dos professores não é “fiável”, diz Conselho Científico do Instituto de Avaliação Educativa”

Parecer muito crítico aponta que exame aos docentes é “iniciativa isolada” e que só se justifica se Governo desconfiar da formação inicial.

Um parecer do Conselho Científico do Instituto de Avaliação Educativa (IAVE) defende que a prova de avaliação docente não é “válida e fiável” no objectivo a que se propõe, tendo como “propósito mais evidente” impedir o acesso à carreira docente. O presidente da Associação Nacional dos Professores Contratados, César Isarel Paulo, afirma que o documento “atinge profundamente os alicerces da prova e torna inevitável a decisão política da sua anulação”, que é defendida também pelas mais representativas federações sindicais de professores.

“O Conselho Científico considera que nenhuma avaliação pontual, realizada através de uma prova escrita ‘de papel e lápis’ com a duração de duas horas, é efectivamente válida e fiável se não for integrada numa estratégia global e contínua de formação e avaliação”, lê-se nas considerações finais do parecer daquele órgão, que é composto pelos representantes de todas as associações e sociedades científicas e pedagógicas das disciplinas a que respeitam os instrumentos de avaliação.

No documento, datado de Novembro de 2014, o mês anterior à realização da segunda edição da prova, afirma-se que nas condições em que se realiza, a PACC afigura-se “como uma iniciativa isolada, cujo propósito mais evidente parece ser o impedimento ou obstaculizar o acesso à carreira docente”. O Conselho Científico considera que a prova falha no objectivo essencial: “Em nenhum momento a PACC avalia aquilo que é essencial: a competência dos professores candidatos para esta função”.

[…]

Toda a notícia pode ser lida AQUI: http://www.publico.pt/sociedade/noticia/prova-dos-professores-nao-e-fiavel-diz-conselho-cientifico-do-instituto-de-avaliacao-educativa-1681292?page=-1 

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Profissionalização em Serviço – Escolas Artísticas

 

Despacho n.º 104/2015, de 2015-01-06

 

Ministério da Educação e Ciência – Gabinete do Secretário de Estado do Ensino e da Administração Escolar

 

É reconhecida a profissionalização em serviço aos docentes do ensino artístico especializado da música e da dança e das artes visuais e audiovisuais das escolas artísticas.

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“Novas Regras para os Trabalhadores do Estado”

Notícia do Diário Económico acerca de alguns novos procedimentos, nomeadamente os de “requalificação” e da “norma-travão”.

Toda a notícia pode ser lida AQUI: http://economico.sapo.pt/noticias/novas-regras-para-os-trabalhadores-do-estado_209153.html

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Avaliação Formativa ou Sumativa?

Já é possível fazer uma análise à cultura de avaliação introduzida por Nuno Crato no 1° ciclo do ensino básico, ou ainda é demasiado cedo para se ver os resultados da introdução dos exames no 4° ano?

Concordam com esta análise da OCDE?

tmp_30819-Já notas34822183Jornal de Notícias (06-01-2015)

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Têm-me Perguntado se Vai Haver Concurso em 2015

Sim, vai.

 

E a DGAE deve andar à procura de alguém qualificado para esse concurso.

 

Não sei é se haverá muita gente com este perfil.
 

Experiência técnica na área dos concursos de pessoal docente, nomeadamente, especificações interrelacionais de plataformas informáticas, testes de controlo e de verificação de árvores sistémicas de processos concursais, testes primários, testes secundários e testes de qualidade, tabelas de controlo, planificações simples, planificações simultâneas, interligações e encontro de procedimentos; Competência e aptidão técnica para o exercício do cargo, capacidade de planeamento, execução, coordenação, liderança, iniciativa, gestão das motivações e boa definição de objetivos de atuação, de acordo com os objetivos gerais estabelecidos; Formação profissional adequada, nomeadamente, na área da administração e gestão escolar, educação e outra que seja relevante nas áreas de atuação do cargo a prover.

 

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Mas o prazo de candidatura a esta OFERTA DE EMPREGO já terminou e não dei atempadamente por ela.

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Imagens…

 

 

Ainda prevalece a imagem de que o professor de 1º ciclo tem aquele lado maternal, ou paternal, que está ali para “cuidar” dos alunos, além de todas as suas competências profissionais a que a tutela o obriga. E de facto acabo por me rever nestas palavras…

A verdade é que os professores de 1º ciclo, na sua maioria do género feminino, têm uma forma diferente de estar na profissão, não que sejam diferentes dos docentes de outros ciclos ou grupos mas, porque o papel que desempenham a isso os obriga.

Lembro-me, daquelas “terriolas” isoladas, no cimo dos montes, onde os únicos carros que lá chegavam eram os dos vendedores ambulantes e o do professor. Não o vivi profissionalmente mas, como filho de professora “primária”, presenciei. Nesses lugares, o professor era uma pessoa importante, que levava o saber dos livros para a terra, levava notícias e quantas vezes até as encomendas de familiares que viviam na cidade. Eram outros tempos… Tempo em que o respeito pela senhora Professora imperava nas populações, não só pelo serviço que lhes prestava mas, por ser “A Senhora Professora”. Na verdade, ser Professor “primário” naquela altura era ter “estatuto” especial! Essa imagem, ainda é do meu tempo, ainda iniciei a minha carreira com ele.   

Vivenciei-a não por ser apenas professor, vivenciei-a por ser quem sou e como sou. Há ainda populações onde as crianças vêem o professor desse modo!

Bem, voltando ao início… Um professor de 1º ciclo, é aquele que se apanha à entrada da escola, logo pela manhã, é aquele que telefona e informa que a criança tem febre, vomitou ou “partiu a cabeça” (isto depois de lhe prestar os primeiros cuidados), é nele que são depositadas as aspirações que os pais têm para o futuro longínquo dos seus filhos, nele e só nele, não divide essa responsabilidade com mais 10 professores. Ele está ali, a um passo, presente fisicamente, sempre disposto a ajudar, a dar um conselho, a encaminhar na direção certa, a ser paternal ou maternal e, muitas vezes, tem de o ser até com os encarregados de educação, nos dias conturbados que a sociedade atravessa.

Um professor do 1º ciclo é tudo isto e muito mais mas, só porque o 1º ciclo tem especificidades, (voltaremos a este assunto noutro dia) que mais nenhum ciclo ou grupo tem. Embora persistam em o transformar como um entre tantos, sabemos que não é assim….

 

 

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Contraditório e Inconsistente

… o Decreto Regulamentar que regula a PACC.

Parecer elaborado pelo Conselho Científico do IAVE e dado a conhecer hoje pelo Paulo Guinote.

 

iave

 

Para ler com alguma atenção este relatório, datado de Novembro de 2014!

 

[gview file=”https://www.arlindovsky.net/wp-content/uploads/2015/01/pacc-versao-final.pdf”]

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Reserva de Recrutamento 12 – Docentes de Carreira

Aceitação de Colocação pelo Candidato – 12ª Reserva de Recrutamento 2014/2015

Aplicação disponível até às 23:59 horas do dia 07 de janeiro de 2015 (Hora de Portugal Continental) 

Publicitação das listas de Colocação e Não Colocação – 12ª Reserva de Recrutamento

 

12ª Reserva de Recrutamento – Docentes de Carreira – ano escolar de 2014/2015



 
Na Reserva 12 foram apenas colocados 3 docentes dos quadros, no entanto, o número de docentes sem componente letiva subiu de 175 para 176.
Pelos números tão reduzidos desta RR julgo que não vale a pena apresentar qualquer quadro.

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Bastou um Espirro

… e rapidamente foi resolvido o problema com algumas escolas particulares com contrato de associação, relativamente aos alunos da educação especial.

 

 

700 alunos com deficiência voltam às aulas

 

 

Os colégios do ensino especial receberam esta segunda-feira a garantia do Ministério da Educação de que irão receber em breve cerca de 1,4 milhões de euros em falta. Rodrigo Queiroz e Melo, da Associação de Estabelecimentos de Ensino Particular e Cooperativo (AEEP), afirmou, após uma reunião na 5 de Outubro, que esta terça-feira os oito colégios com verbas em falta vão reabrir e 700 alunos com deficiência irão assim regressar às aulas.
Segundo o responsável, a verba será disponibilizada após o visto prévio do Tribunal de Contas. Da reunião com o secretário de Estado do Ensino Básico e Secundário, Fernando Egídio Reis, saiu a garantia de que a legislação será alterada de modo a que o problema não se repita no futuro.
Desde 2014 passou a ser obrigatório o visto prévio do Tribunal de Contas para valores acima de 350 mil euros. Segundo a AEEP, o Governo admitiu que o processo se tornou demasiado moroso e será criado um grupo de trabalho para mudar os procedimentos. O atraso está a impedir o pagamento a professores, funcionários e fornecedores dos colégios, a quem a AEEP pediu um pouco mais de paciência até o dinheiro ser disponibilizado.

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Complemento de Inglês no 1º Ciclo – Registo de Cursos

Mais um negócio criado com o Inglês no 1º Ciclo.

 

ENSINO DO INGLÊS NO 1.º CICLO DO ENSINO BÁSICO REGISTO DOS CURSOS DE COMPLEMENTO DE FORMAÇÃO SUPERIOR

 

  1. Através do Decreto Lei n.º 176/2014, de 12 de dezembro, foi introduzido, com caráter obrigatório, o ensino do Inglês nos 3.º e 4.º anos de escolaridade.
  2. Essa medida entrará em vigor para o 3.º ano no ano letivo de 2015-2016 e para o 4.º ano no ano letivo de 2016-2017.
  3. O recrutamento de professores para o ensino do Inglês nos 3.º e 4.º anos de escolaridade far-se-á para o grupo de recrutamento n.º 120, criado pelo mesmo diploma legal.
  4. A qualificação profissional para o grupo de recrutamento n.º 120 far-se-á através de mestrados em Ensino do Inglês no 1.º Ciclo do Ensino Básico, a criar pelas instituições de ensino superior e a submeter a acreditação junto da Agência de Avaliação e Acreditação do Ensino Superior e a subsequente registo na Direção Geral do Ensino Superior.
  5. Para informações sobre o prazo de submissão dos pedidos de acreditação dos mestrados em Ensino do Inglês no 1.º Ciclo do Ensino Básico as instituições de ensino superior devem contactar a Agência de Avaliação e Acreditação do Ensino Superior.
  6. Decreto Lei n.º 176/2014, de 12 de dezembro estabelece que:
    a) Os titulares de qualificação profissional para a docência no grupo de recrutamento 110;
    b) Os titulares de qualificação profissional para a docência no grupo de recrutamento 220;
    c) Os titulares de qualificação profissional para a docência no grupo de recrutamento 330;podem, durante um período transitório, adquirir qualificação profissional para a docência no grupo 120 nos termos definidos por portaria do Ministro da Educação e Ciência.
  7. Nos termos do n.º 1 do artigo 16.º da Portaria n.º 260-A/2014, de 16 de dezembro, o período transitório vigora exclusivamente nos anos letivos de 2014-2015 e 2015-2016.
  8. As modalidades transitórias de aquisição da qualificação profissional para a docência no grupo 120 foram fixadas pela Portaria n.º 260-A/2014, de 16 de dezembro.
  9. Uma das modalidades é a de realização de um complemento de formação ministrado por uma instituição de ensino superior.
  10. Podem ser criados complementos de formação:
    a) Para os titulares de qualificação profissional para a docência no grupo de recrutamento 110;
    b) Para os titulares de qualificação profissional para a docência no grupo de recrutamento 220;
    c) Para os titulares de qualificação profissional para a docência no grupo de recrutamento 330.
  11. A estrutura curricular dos complementos de formação encontra-se descrita no artigo 7.º da Portaria n.º 260-A/2014, de 16 de dezembro.
  12. A entrada em funcionamento dos complementos de formação carece de registo prévio por despacho do diretor-geral do Ensino Superior.
  13. O registo deve ser requerido pelas instituições de ensino superior à Direção-Geral do Ensino Superior remetendo, para o endereço de correio eletrónico [email protected], o respetivo processo.
  14. O processo de registo da criação do curso é constituído pelas seguintes peças:
    a) O requerimento do registo, cujo modelo deve ser descarregado aqui;
    b) O ficheiro Excel com os formulários A a E completamente preenchidos, cujo modelo deve ser descarregado aqui:
    i) para titulares de qualificação profissional para a docência do grupo de recrutamento 110;
    ii) para titulares de qualificação profissional para a docência do grupo de recrutamento 220;
    iii) para titulares de de qualificação profissional para a docência do grupo de recrutamento 330;
    c) As fichas curriculares dos docentes, cujo modelo deve ser descarregado aqui.
  15. Todo o conteúdo do processo deve ser enviado num ficheiro comprimido no formato zip ou rar.
  16. A denominação desse ficheiro faz-se de acordo com as seguintes regras:
    a) Os primeiros quatro carateres são o código da instituição de ensino superior;
    b) Os três carateres seguintes são as letras maiúsculas CFI;
    c) Os três carateres seguintes correspondem ao grupo de recrutamento dos destinatários do curso (110, 220, 330).Exemplo: O ficheiro com o processo de um curso do Instituto Politécnico de Setúbal (código 1500) destinado a titulares de qualificação profissional para a docência do grupo de recrutamento 330 deverá ter como denominação 1500CFI330.
  17. Qualquer dúvida relacionada com o processo de registo dos complementos de formação destinados aos titulares de qualificação profissional para a docência nos grupos de recrutamento 110, 220 e 330 deverá ser colocada por email, para o seguinte endereço: [email protected]

 

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Futurismo

O seu rosto ilumina-se ao revelar-me a descoberta. Com apenas dois cliques encontrou a solução e apresenta-me o tema que quer trabalhar. Dois outros colegas assinalam que irão juntar-se a ela para obterem nota na disciplina. Noutra secção, outra equipa acabou de me enviar um trabalho representando a sua visão d’Os Maias de um ponto de vista cinematográfico – do tratamento estilístico do vocabulário ao levantamento visual, argumentam uma nova fórmula de interpretação do livro. Dois alunos mais atrasados comunicam que ainda se encontram a pesquisar e questionam-me quais os sites e obras prioritárias como apoio ao seu percurso.

A minha sala de aula é na escola, mas os meus alunos são, em algumas circunstâncias, virtuais. Marcamos aulas presenciais e organizamos a nossa aprendizagem em torno de áreas de interesse comum. A língua portuguesa que dou, já não se limita à gramática num pacote de fichas concentradas, mas à desconstrução prática de diálogos televisivos, à discussão de reuniões parlamentares, à reflexão sobre vocabulário desaparecido que Vieira legou. Com um clique mágico a sala compõe-se e estamos todos juntos aqui.

Sim, ainda estudamos os grandes clássicos, mas eles sentam-se à mesa com o uso interativo da língua, com a concretização de pesquisas que nos devolvem acontecimentos, artes, diálogos feitos de descoberta e amor. Falar o português é viver a portugalidade onde quer que estejamos. Na verdade, a minha escola não é diferente das outras que servem, sobretudo, para criar pontes entre professores e alunos que deambulam livremente por entre várias salas de porta aberta. O conhecimento é uma interseção de vários pontos, um espaço cartesiano onde os professores se movimentam como peças do xadrez, mas são os alunos quem decide como se movimentam as peças, que direção pretendem seguir, onde desejam chegar.

Antigamente, a escola era um espaço estanque. As salas quadradas delimitavam o futuro de cada cadeira e, portanto, de cada jovem que nela se sentasse. Na verdade, as escolas eram fábricas de pessoas. E os professores os maquinistas da engrenagem.

Não vivi nesse tempo, porém. Dizem que éramos outras pessoas, mais infelizes, mais ignorantes. Os professores caminhavam de escola em escola até ocuparem um lugar que diziam ser o dele. Aqui não existe um professor em cada professor. Existem muitos, que são o mesmo e o diverso, que sobem e descem escadas, que se abraçam e desenham futuros de mãos dadas. A cada obstáculo, um sorriso de encorajamento, é para isso que servem as reuniões semanais – ponderar soluções, criar ideias felizes, obter mais direções para o caminho.

Na cúpula educacional o ministro foi substituído pelo conselho educacional – vários professores, de várias escolas, abrem o livro dos sucessos e partilham os objetivos de cada escola com empresários, artistas, cientistas, sonhadores.

Trabalha-se para atingir a felicidade comum, trabalha-se na escola para criar um país mais rico, mais culto, mais soberano, mais transfronteiriço. Trabalha-se para que a felicidade de cada um, jamais atropele a felicidade dos outros. E para que, em caso algum, alguém fique para trás.

Com a mão afasto a página do livro virtual que se projeta tridimensionalmente na sala. «Por mais que da fortuna andem as rodas (…)/  Não vos hão-de faltar, gente famosa, / Honra, valor e fama gloriosa”. Assim sucumbe no escuro a voz da estrofe 74 do canto X e assim se lança o desafio do dia seguinte. Qual dos presentes conseguirá encontrar a sua própria voz na voz de Camões?

Que honra tenho de ter nascido nesta  época distante de outros dias enegrecidos em que os professores, maquinalmente, cruzavam a escola, maquinalmente assinavam sumários, maquinalmente preenchiam folhas de tédio e suor, enterrados em burocracias vazias e deprimentes.

Que sorte tenho de ser professora neste meu presente que lhes seria futuro se o tivessem querido agarrar mais cedo, se a sociedade lhes tivesse dado esse ónus de  ânimo leve.

Demorei 18 anos a chegar aqui, 18 anos de aprendizagem, de trabalho árduo, de domínio de tecnologias anualmente mais aliciantes e desafiadoras. E, no entanto, sinto-me profundamente humilde, curiosa, entusiasmada para continuar a aprender, ainda jovem na minha já experiente caminhada.

A escola regressou ao silêncio da partida. Agarro no meu pequeno conector interativo e guardo-o na mala, como outrora alguém guardava um pau de giz. Na sala silenciosa consigo vislumbrar diluidamente o professor do meu passado. Num gesto maquinal despeço-me dele e questiono-me: saberá ele descobrir no seu escuro presente uma candeia de felicidade e acreditar que, no futuro, também sorrirá assim?

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Será que este Protocolo para Timor é Para Pagar as Viagens?

… de quem já foi selecionado em Setembro e ainda aguarda os bilhetes de ida para Timor?

Ou é mais um programa em que se vão fazer a seleção dos candidatos e depois não se enviam os docentes para lá?

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Diário de Notícias (03-01-2015)

 

Comentário deixado aqui.

 

Estamos, hoje, a 1 de Janeiro de 2015.

No Verão de Portugal, foi aberto concurso (manifestação de interesse) pela DGAE, para as ex-Escolas de Referência de Timor Leste.

Após um demorado processo de entrevistas, há quatro (04) meses, foram publicadas as listas finais de colocação e de bolsa de recrutamento.

Após isso, as colegas foram destacadas, a receberem os seus vencimentos isentos de IRS e ficaram a aguardar, nas suas casas, em Portugal, o envio aqui de Timor Leste, das suas passagens aéreas.

Os bilhetes de avião, até à presente data, ainda não foram enviados às colegas! Ao que parece, nem sequer foi feito um concurso para o fornecimento dessas viagens.

Entretanto, trabalhou-se, aqui em Timor, a dobrar, desde Julho passado, tendo, muitas de nós, estado, até ao fim do ano, a acumular (sem se ganhar mais por isso…) duas turmas – uma de manhã, outra, de tarde!

Chegámos a Janeiro e já se vai ouvindo que as colegas que estão à espera do envio dos bilhetes em Portugal, só virão, daqui por alguns meses…

Ninguém põe ordem neste regabofe?

Afastou-se a XXXX mas nem a substituta, a XXX XXXX, regressa a Dili.

Decididamente, Isto está mesmo em roda livre.

Já não há respeito?

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Uma Situação Pontual

… que afecta diretamente cerca de 1000 pessoas.

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Correio da Manhã (05-01-2015)

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Docentes sem Componente Letiva por Grupo de Recrutamento e QZP

Existem atualmente 175 docentes sem componente letiva e a distribuição desses docentes encontra-se de acordo com o quadro seguinte, por grupo de recrutamento e proveniência do QZP de provimento.

Quase 40% dos docentes sem componente letiva são do grupo 240 – Educação Visual e Tecnológica e 27% são do grupo 100 – Educação Pré-Escolar.

Os grupos 100 e 240 representam 67% do total.

O QZP com mais docentes sem componente letiva é o QZP 2 com 19% de docentes seguindo-se os QZP 1 e 3 com 18%.

Os QZP 1, 2 e 3 representam 55,4% do total de docentes com ausência da componente letiva.

 

NCGRQZP

Por tipo de candidato existem 114 docentes sem componente letiva que são QA/QE e 61 que são QZP.

Os docentes QZP já estavam obrigados a concorrer no âmbito de todo o seu QZP de provimento enquanto que os docentes QA/QE apenas estavam obrigados a concorrer ao seu Concelho de provimento (com as exceções das “áreas metropolitanas” de Lisboa e do Porto).

No entanto existe já no ECD e no diploma de concursos a possibilidade da administração colocar por sua iniciativa esses docentes numa escola do âmbito do seu QZP de provimento. Não sei se a DGAE irá fazer uso deste novo mecanismo para já, ou se irá deixar esse passo para uma fase mais adiante, ou mesmo se irá fazer isso.

 

MITIPO

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141 Docentes dos Quadros Não chegaram a Ser Colocados Até 30/12/2014

Neste momento existem 175 docentes sem componente letiva. Destes 175 docentes, 141 nunca foram colocados nas 12 colocações (Contratação inicial e 11 Reservas de Recrutamento) que existiram.

17 docentes colocados em horário temporário regressaram na RR11 à lista de não colocados e 3 dos não colocados já tinham regressado à lista na RR10.

Fica aqui o número de candidato dos 141 docentes que não obtiveram ainda nenhuma colocação em 2014/2015.

Agora é só aguardar que o ano eleitoral possa servir para que a requalificação seja adiada de 1 de Fevereiro de 2015 para a próxima legislatura.

[gview file=”https://www.arlindovsky.net/wp-content/uploads/2015/01/NC-12-vezes.pdf”]

 

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Estatísticas – Península Ibérica em Números 2014

Retirado do site do INE.

 

[gview file=”https://www.arlindovsky.net/wp-content/uploads/2015/01/publication.pdf”]

 

Deixo 4 quadros sobre a educação. Alguns destes quadros referem-se a dados de 2011 e 2012 e encontram-se já desatualizados, em especial o quadro 29 e 31.

Em 2015 a despesa pública na educação ronda os 4,2% do PIB e apenas a partir de 2012 é que se alargou o número de alunos por turma, pelo que os dados deste estudo também já não correspondem à realidade atual.

28 29 30 31

 

 

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Pequenas Boas Notícias

Taxa de natalidade aumentou em 2014 pela 1ª vez em 3 anos

 

Nasceram mais bebés em Portugal em 2014 do que no ano anterior. É a primeira vez em 3 anos que aumenta a taxa de natalidade. Os números, divulgados hoje pelo jornal Expresso são da Unidade de Rastreio Neonatal, responsável pela realização do teste do pezinho a todos os recém-nascidos.

 

No ano que agora terminou nasceram mais setecentas e vinte e quatro crianças do que em 2013. Novembro e dezembro já tinham registado mais nascimentos do que os mesmos meses do ano anterior.

Ainda assim, Portugal continua a ser o último da União Europeia em termos de natalidade.

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15493 Colocações de Contratados no 1º Período Para os Diferentes Grupos de Recrutamento

Este ano letivo já foram colocados 15493 horários para os diferentes grupos de recrutamento em Contratação Inicial, Renovações, Reservas de Recrutamento, Contratação de Escola e Bolsa de Contratação de Escola.

Em 2013/2014 no mesmo período foram feitas 13557 colocações.

Lembro que em 2013/2014 as colocações no grupo 290 – Educação Moral e Religiosa Católica não eram públicas e por conseguinte não considerei as colocações neste grupo de recrutamento no ano letivo anterior.

Este ano existiram duplas colocações na RR2 e na BCE que puderam os candidatos optar por uma das colocações e por isso as colocações deste ano podem não representar números reais de colocações.

Mesmo assim e com uma diferença em quase 2 mil colocações a mais este ano letivo é quase certo que já existem mais colocações de contratados este ano do que o ano passado.

Também acresce a esta minha análise o facto de terem vinculado em 2014 cerca de 2000 docentes contratados que por essa razão passaram a preencher necessidades permanentes das escolas.

 

colocacoes 2014-2015

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Evolução das Colocações pela DGAE Desde 2011/2012

Para completar o post anterior apresento agora o número de colocações feitas pela DGAE durante o 1º período.
Estes números incluem as contratações iniciais, as renovações e as Bolsa/Reservas de Recrutamento.

Relativamente ao ano letivo 2011/2012 foram colocados este ano letivo menos de metade de docentes contratados e menos 661 docentes contratados do que o ano passado.

Mas como este ano terão sido colocados mais 1500 docentes do que o ano passado em Contratação de Escola e em Bolsa de Contratação de Escola confirma-se a tendência de subida do número de contratações em relação ao ano passado. Mas ainda muito aquém do ano letivo 2011/2012.

Mesmo que no ano passado tenham ficado colocados pelas dioceses cerca de 500 docentes de EMRC o número de contratados este ano já é superior ao do ano passado.

 

 

RR1periodo

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Comparação das Contratações de Escola nos Últimos 4 Anos

O próximo estudo faz uma análise ao número de contratações ao longo do 1º período nos últimos 4 ano letivos por grupo de recrutamento.

Este ano letivo 437 escolas pediram 922 horários para os diferentes grupos de recrutamento. Sendo este o ano com menos escolas a pedirem horários em contratação de escola (por ter aparecido a BCE), não deixa mesmo assim de a média de horários pedidos por escola ser a mais baixa dos anos em análise.

Algo que não espanta, visto que as escolas TEIP são aquelas que mais horários pedem e neste caso esses horários passaram para a Bolsa de Contratação de Escola.

Para completar esta análise acrescem a estes horários os contratos ativos em BCE:

Em 07 de Novembro estavam ativos 4341 contratos e em 10 de Dezembro 4761.

Se somarmos o número máximo de contratos ativos às 922 contratações em CE teremos cerca de 5500 docentes que foram contratados para os diferentes grupos de recrutamento. Por comparação este número já é superior ao dos últimos 3 anos letivos.

Assim, como já previ durante o 2º período do ano letivo passado, o número de contratações começou a inverter a tendência negativa e já há necessidade de mais contratações do que nos últimos anos letivos.

Falta ainda completar este estudo com os dados das reservas de recrutamento que farei em breve.

 

CE comparacao 1 periodo

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Horários em Concurso em CE – 1º Período por Distrito

O 1º período terminou com 2885 horários pedidos em Contratação de Escola, sendo que 1668 desses horários foram para Técnicos Especializados.

Os grupos de recrutamento com mais pedidos de horários na aplicação das contratações de escola foram os de Educação Moral e Religiosa Católica com 340 pedidos e o grupo de Espanhol com 75 pedidos.

Os grupos de recrutamento 310 – Latim e Grego, 920 – Educação Especial 2 e 930 – Educação Especial 3 não tiveram qualquer pedido de horário nesta aplicação durante o 1º período.

No próximo post faço a comparação das contratações de escola durante o 1º período nos últimos 4 anos letivos.

 

 

CE 1 periodo

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Divulgação – Formação 2015 (Almadaforma)

Plano de formação contínua de professores 2015

 

 

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Desejos para 2015: legislar menos, acreditar mais nas escolas

Bolsa de Contratação de Escola, Prova de Avaliação de Conhecimentos e Capacidades, Key for Schools, municipalização do ensino, descentralização de competências, turmas com mais alunos. Palavras que são procedimentos, procedimentos que marcam 2014. Para 2015, pede-se que a escola pública seja mais valorizada pelos políticos e mais respeitada pela sociedade.

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