E hoje tirei grande dificuldade em tratar dos dados estatísticos.
Publicitação das listas definitivas de Colocação, Não Colocação e Retirados e Lista de Colocação Administrativa de Docentes de Carreira- 2ª Reserva de Recrutamento 2015/2016
Set 16 2015
E hoje tirei grande dificuldade em tratar dos dados estatísticos.
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Set 16 2015
Notícia da semana passada.
Notícia de ontem.
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Set 16 2015
Para assinalar a abertura do ano letivo 2015/16, o Ministro da Educação, Professor Doutor Nuno Crato, visitará na próxima quarta-feira, dia 16, algumas escolas do Concelho de Pombal.
Esta visita insere-se no conjunto de acções, que a Câmara tem vindo a promover, para assinalar o regresso às aulas.
O concelho dispõe de 101 estabelecimentos de ensino publico e privado, que contempla num total de cerca de 8 mil crianças e jovens dos 3 meses aos 18 anos.
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Set 15 2015
Especialmente vindo de onde vem.
No seguimento da nossa intervenção do passado dia 7 de setembro de 2015, onde demos conta da intervenção que iriamos fazer junto do MEC para permitir que os docentes impedidos de permutar o pudessem fazer, vimos agora informar que o SPZN através da Federação Nacional da Educação – FNE, apresentou formalmente junto da MEC, as razões pelas quais defende que as permutas devem ser permitidas a todos os docentes que tendo concorrido não obtiveram colocação.
Estamos certos que a nossa intervenção irá garantir o princípio de justiça e o respeito que todos os professores e educadores merecem.
Daremos, neste espaço (www.spzn.pt), informação sobre a evolução desta nossa ação.
SPZN
Porto, 15 setembro 2015
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Set 15 2015
Regresso à escola de onde parti há tantos anos atrás.
E é estranho regressar, pois, subitamente, deparo com muitos colegas que ainda se recordam de mim e me abraçam. Abraçam-me de uma forma tão genuína que fico comovida. Começamos o ano já atrapalhados com papéis, planificações e burocracias diversas que nos exasperam logo de entrada. Porém, neste regresso há também a cumplicidade e a promessa de que, juntos, conseguimos sobreviver às desditas que nos aguardam.
Preparo-me para abandonar o corredor dos reencontros espontâneos quando um rosto familiar embrulhado numa bata axadrezada me sorri.
– Ah! Então, é verdade! A senhora professora sempre está de volta!
É a dona Isabelinha, chefe das “assistentes operacionais”. Supostamente já devia estar reformada por esta altura, mas ainda por cá ficará muito tempo, para seu desconsolo e nossa tranquilidade.
A sua face, desde que me lembro, sempre teve este sorriso desenhado. O seu corpo, largo e generoso, cumprimenta-me com mais um abraço terno e familiar.
Lembro-me que sabia o nome de cada aluno de cor e era capaz de fazer o impossível por cada um que necessitasse de alguma coisa. Trazia comida de casa, roupa, materiais escolares, mandava controlar as refeições dos alunos complicados com olhos de águia, dava mimos aos pequenotes recém-chegados como se fossem do seu próprio sangue. Mas também era capaz de puxar as orelhas aos mais ariscos com a mesma reverência e entusiasmo com que os abraçava já adultos com os próprios filhos pela mão.
Com as suas colegas era tão rigorosa como justa com os seus pedidos, ou atritos, evidenciando uma simpática deferência para com os professores, à moda antiga. Foi várias vezes louvada pela direção, pelos colegas e por nós professores. Dizem-me que, apesar da distância e do tempo, manteve todas estas magníficas caraterísticas intactas. Mas ela queixa-se e com razão:
– Ó senhora professora, isto está tudo tão difícil, cada vez nos chegam mais meninos com fome, mal-educados… E nós somos cada vez menos, já viu? Depois mandam-nos o pessoal do IEFP sem formação… Parece que isto de trabalhar com crianças é para qualquer um…
Sorrio e lanço-lhe uma piscadela de olho. Não, não é para qualquer um, só para pessoas especiais como a dona Isabelinha, cuja generosidade é tão grande que acabou de criar uma escala de funcionárias que vão mudar a fralda a uma menina em cadeira de rodas. Espantosamente, incluiu-se a si própria na tarefa, porque nenhuma das noviças que aterraram na escola queria assumir esse fardo.
A verdade é que também é graças a ela, à sua perseverança e teimosia que a escola sobrevive.
É pena que os senhores ministros da educação continuem a fechar os olhos às donas Isabelinhas das nossas escolas porque, quando elas existem, nunca fecham os olhos a ninguém. E sem dúvida, merecem muito mais do que um ministério que teima em decepar a alma da escola.
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Set 15 2015
Mas segundo me constou ontem, as escolas não estavam a conseguir pedir horários temporários.
Não sei se hoje já o conseguem fazer, ou se a RR de amanhã vai ter apenas horários anuais.
E se assim for, isso quer dizer que muitos alunos irão iniciar as aulas sem professor à espera destas colocações temporárias. Que julgo serem a maioria das necessidades nesta altura.
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Set 15 2015
E já agora como me passou ao lado a alteração ao código penal deixo aqui as alterações produzidas à Lei nº 113/2009, de 17 de Setembro, que foram efectuadas pela Lei nº 103/2015, de 24 de Agosto.
Este é uma daquelas obrigatoriedades anuais que considero absurda para os professores contratados e obviamente que não sendo obrigatórias para quem já tem um vínculo à função pública também não podia pensar de outra forma.

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Set 15 2015
Após a RR1 existem 867 docentes dos quadros ainda sem componente lectiva que representam 883 candidaturas.
A Distribuição destes docentes por grupo de recrutamento e QZP de provimento é a que consta do quadro seguinte.
Grupos com mais docentes sem componente lectiva:
QZP com mais docentes sem componente lectiva:
Apesar de alguns grupos de recrutamento não terem docentes sem componente lectiva em vários QZP, os pedidos de horários das escolas têm necessariamente que passar em primeiro lugar pela Reserva de Recrutamento para verificar se algum docente do quadro concorreu a essa escola.
Onde não existem grupos de recrutamento com docentes dos quadros sem componente lectiva todos os horários pedidos irão para a contratação através da Reserva de Recrutamento ou para a BCE se tratar-se de escolas TEIP e/ou com Autonomia.
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Set 14 2015
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Set 14 2015
… e ainda não recebeu resposta da Directora-Geral.
Transcrevo parte do artigo 47º do DL 132-2012, com as alterações feitas pelo Decreto-Lei 83-A/2014.
Artigo 47.º
Procedimento da permuta
…
3 — A decisão sobre o pedido de permuta deverá ser proferida pelo diretor-geral da Administração Escolar no prazo de cinco dias, contados a partir da data de receção do requerimento.
4 — Se a decisão não for proferida no prazo estabelecido no número anterior, a pretensão dos requerentes considera-se tacitamente deferida
…
Ou seja, quem submeteu a permuta no 1º dia do prazo e ambos os directores a aceitaram considera-se que não havendo resposta até ao dia de hoje que a permuta está tacitamente autorizada.
E sendo assim, no dia de amanhã cada docente se deverá apresentar na escola para onde permutou.
Ainda se aguarda que a DGAE autorize os docentes que concorreram na segunda prioridade e não foram colocados que possam efectuar a permuta.
Mas o tempo começa a escassear e mesmo que seja alargado o prazo para estes docentes, alguns directores depois de começarem as aulas podem não a autorizar. Por isso seria bom que esta decisão viesse tão depressa quanto possível.
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Set 14 2015
Escolas estão a recusar alunos mais novos – JN Mobile
O que vai mudar no próximo ano lectivo? – Sábado
Parque Escolar entrega dez escolas renovadas a tempo da abertura do ano lectivo – PÚBLICO
Noticias ao Minuto – Escola degradada da Freiria com verba assegurada para requalificação
Autarca de Silves alerta que escola requalificada não tem salas para 30 alunos
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Set 14 2015
Deixo o número de horários em contratação de escola que se encontram em concurso na aplicação para candidatura.
No início de cada ano lectivo aparece sempre alguém que não consegue ver os horários em concurso e assim já sabem que horários existem e quantos são.
Não se esqueçam que para verem os horários para o vosso grupo de recrutamento devem inserir as vossas habilitações no menu Habilitações.
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Set 13 2015
Os últimos quatro anos foram conturbados para alunos e professores. A Revista 2 fez a radiografia do que mudou na Educação com o ministro Nuno Crato.
Nuno Crato cumpriu a tradição. Como muitos dos seus predecessores, mudou quase tudo o que podia mudar. Com uma excepção: o ensino superior, onde as reformas anunciadas (financiamento das instituições e reorganização da rede) não saíram do papel. Já no básico e secundário, em nome de “uma maior exigência”, extinguiu as disciplinas mais viradas para a cidadania e reforçou as horas de aulas das outras, mudou programas, mesmo aqueles que tinham entrado em vigor escassos anos antes, estabeleceu novas metas curriculares e restringiu as condições de acesso à profissão docente.
Houve aplausos, mas que rapidamente foram afogados numa chuva constante de críticas, nomeadamente da parte dos professores. Agora que o seu mandato de quatro anos está a chegar ao fim, há pais e docentes que assumem estar “assustados” com o que tudo isto poderá fazer aos alunos e com as consequências “da construção de uma sociedade a preto e branco”.
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Set 12 2015
Já têm a certeza da componente lectiva a que estão obrigados?
Estão integrados em que departamento?
As deslocações entre escolas vão ser pagas?
Quem é do quadro e tem redução da componente lectiva cumpre que redução da componente lectiva? Pelo segundo, terceiro ciclos e ensino secundário ou de acordo com a redução dos educadores de infância e dos docentes do 1º ciclo?
Ficam estas perguntas no ar para perceber o que se está a fazer em cada agrupamento, já que ainda não existem respostas oficiais por parte do MEC.
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Set 11 2015
Viva! Animem-se, é sexta, dia de animação aqui pelo blog!
Para hoje trago-vos uma excelente curta metragem, de animação, claro. Uma produção Francesa/Luxemburguesa, filme escrito e realizado por Laurent Witz e co-realizado por Alexandre Espigares. Chama-se Mr. Hublot e foi o vencedor do Oscar de melhor curta metragem de animação em 2013.
Esta animação conta-nos a história do senhor Hublot que é um homem que padece de um transtorno compulsivo obsessivo (toc), levando uma vida de rotina obrigatória dia após dia, até que certo dia ele salva um cão (é um cão robô) de ser esmagado juntamente com o lixo e adota-o, tratando dele. Porém, se no início esta sua nova companhia o torna feliz, depois, com o crescimento do cão…
E pronto, não conto mais 🙂 Têm mesmo que ver!
Boa sessão de animação, com votos de bom fim de semana e até à próxima sexta!
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Set 11 2015
O José Travado inaugurou uma nova funcionalidade que mostra o impacto em cada lista da BCE, após as colocações em Contratação Inicial, Renovados, Reserva de Recrutamento e Retirados que tenham número de ordem inferior ao de quem pesquisa.
Podem ir a esta página ou colocar o vosso número de candidatura e grupo de recrutamento aqui em baixo para verem a vossa posição.
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Set 11 2015
Com Setembro a chegar a meio, os protestos parecem abafados e, por uma vez, Nuno Crato não ouve gritos pela sua demissão.
O ano lectivo começou, as rotinas anuais reiniciaram-se, mas há uns dias que sinto um qualquer vazio no cenário habitual nesta altura. Até ao momento, a menos que ande profundamente distraído, ainda ninguém pediu a demissão do ministro. E, para condizer com o clima de aparente acalmia, o ministro e respectivos secretários de Estado têm obedecido aos conselhos para se manterem num recatado e quase total jejum mediático, sem declarações de qualquer tipo.
Isto não é muito habitual, mas parece resultar directamente do facto de o presente ano lectivo arrancar mesmo em cima do início da campanha eleitoral para as eleições legislativas, algo que só tinha acontecido desde a mudança de século em 2009, ano em que — se ainda alguém se recorda — o Governo em exercício tinha mantido um descongelamento da carreira dos docentes e abrira as bolsas em matéria de aumentos salariais.
No presente ano, a coligação governamental percebeu que o arranque do ano lectivo não poderia ser como no ano anterior e acautelou-se de forma táctica exemplar. Mandou a equipa ministerial reduzir a sua presença pública ao mínimo e decidiu, após uma curva de aprendizagem de quatro anos, organizar o concurso de colocação de professores de um modo quase racional, sem colocações a 31 de Agosto cheias de erros causados por programas informáticos e equipas técnicas definidas pelo princípio do low cost.
Com receio dos regulares protestos dos professores mal colocados ou colocados em dezenas de lugares ao mesmo tempo, assim como da irritação das “famílias” por verem os seus educandos semanas a fio sem vários professores, o MEC procedeu a colocações de professores em mobilidade e contratação inicial em prazos razoáveis, adiou o arranque das aulas para ter um período mais amplo para proceder ao provimento das necessidades temporárias praticamente a tempo da primeira semana de aulas e fez-nos sonhar que, com um pouco de esforço e eleições todos os anos no início de Outubro, a gestão da Educação em Portugal poderia ter alguns ganhos importantes.
Se esforçarmos ligeiramente a memória, a terminar o ano lectivo anterior já tivéramos as boas notícias de melhorias dos resultados nas provas final de ciclo e nos exames, graças à simpatia do “ajustamento” dos critérios de classificação em algumas disciplinas mais sensíveis. Também há poucos dias soubemos que o número de entradas no ensino superior subiu pela primeira vez desde que o Governo está em funções. Até mais pessoal não docente foi prometido há algumas semanas.
Em ano de final de mandato, o regaço do MEC está repleto de pães e laranjas— porque rosas são de outro rosário — e por momentos queremos acreditar que quase tudo poderia ser melhor, pelo menos em termos de máquina burocrática e que todo aquele alarido habitual por estes dias poderia ser evitado. Mesmo se nada nos garante que não venha a ressurgir um pouco mais perto de 4 de Outubro.
Só que, para quem não se deixa iludir por esta ilusória paz do arranque de Setembro, permanecem velhos problemas, herdados de um processo que vai longo de erosão das condições de funcionamento do serviço público de Educação, de erosão das condições laborais do pessoal docente e não docente nas escolas e de aumento da iniquidade de oportunidades para os alunos, cada vez mais prisioneiros de determinismos sociais e económicos que se tinham procurado reduzir de forma paciente e progressiva nas últimas décadas. E já quase ninguém fala do espartilho organizacional de um modelo único de gestão escolar, de uma rede escolar pública cada vez mais rarefeita enquanto se mantêm apoios às parcerias público-privadas no sector, de uma avaliação do desempenho que não passa de um simulacro em tempos de congelamento da carreira docente, da quase total inexistência de uma formação contínua de professores, de um envelhecimento do corpo docente das escolas que é agravado com a redução brutal dos professores contratados e, mais importante, de uma oferta curricular que privilegia um sistema dual que “limpa” das pautas milhares de alunos com dificuldades de aprendizagem ou de enquadramento no currículo tradicional, sem que lhes seja dado um qualquer apoio compensatório que não passe pelo rótulo enganador de um pseudo-“ensino vocacional”.
De qualquer modo, é bem verdade que com Setembro a chegar a meio os protestos parecem abafados e, por uma vez, Nuno Crato não ouve gritos pela sua demissão, nem sequer dos mais aguerridos elementos da Oposição. Há problemas, mesmo que menores do que em anos anteriores, mas quase ninguém os sublinha com a estridência habitual. E tudo isto nos faz desejar que existam eleições todos os meses de Outubro.
Professor do 2.º ciclo do ensino básico
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Set 11 2015
Este é um caso real que me chegou por mail sobre uma decisão de adiamento tomada pela DGAE que impediu a docente de ter direito ao subsídio de desemprego.
Primeiro a DGAE disse que todos os contratos com horário pedido até ao dia 15 de Setembro retroagia ao dia 1 de Setembro e em 14 de Agosto mandou suspender esse pagamento e pediu a algumas escolas para aguardar mais orientações.
Até hoje essas orientações ainda não chegaram.
E por esse motivo há quem fique impedido de receber o subsídio de desemprego.
Na sequência do seu post de dia 14 de Agosto de 2015, venho por este meio denunciar uma enorme injustiça em que me encontro. Como o MEC deu ordem para as escolas cancelarem o pagamento do valor em atraso dos contratos que remontaram a 1 de Setembro de 2014, não vou ter direito a beneficiar de subsídio de desemprego, na medida em que para a Segurança Social, não trabalhei os 360 dias nos últimos 24 meses previstos para a atribuição do mesmo subsídio, pois só tem descontos a partir de Outubro de 2014.Já sou professora desde o ano letivo 2002/2003 e o único ano letivo que não trabalhei em Portugal foi o de 2013/2014, pois emigrei para o estrangeiro, de modo a poder explorar outras hipóteses de trabalho e fui sem dúvida bem sucedida. Contudo, por motivos de saúde e familiares tive que regressar a Portugal integrando novamente o percurso do Ensino em Portugal.Resumindo, tenho um contrato em papel que me diz que iniciei funções a 1 de Setembro até 31 de Agosto, totalizando os 365 dias e como não recebi o valor em dívida do MEC, a Segurança Social não tem a informação que descontei esses mesmos 365 dias.É uma situação de “pescadinha de rabo na boa”, já que foi o próprio Estado que me colocou nesta situação, por “me dever dinheiro” e o próprio Estado não me vai atribuir subsídio de desemprego… ficarei a aguardar por uma colocação numa escola para poder pagar as minhas despesas.
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Set 11 2015
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Set 11 2015
E ficaram por preencher 584 horários e estes horários passarão agora para CE ou BCE, neste último caso se forem de escolas TEIP e/ou com Autonomia.
A Direção-Geral da Administração Escolar concluiu a primeira colocação de professores para o ano letivo 2015/2016 através da Reserva de Recrutamento (RR1).
Foram disponibilizados 1809 horários, correspondentes a necessidades transitórias indicadas pelas escolas. Destes, foram preenchidos 1225.
Os restantes 584 horários serão agora disponibilizados para Bolsa de Contratação de Escola, no caso das escolas com Contrato de Autonomia e TEIP, e para Contratação de Escola, no caso das restantes Unidades Orgânicas.
A Reserva de Recrutamento 1 corresponde a horários anuais solicitados pelos agrupamentos de escolas e escolas não agrupadas até 08 de setembro. Resultam de horários não ocupados no concurso de mobilidade interna e de novas necessidades declaradas pelas escolas em resultado, por exemplo, da necessidade de substituição de um docente ao qual foi autorizada uma mobilidade ou de docentes com gravidez de risco.
Os horários foram ocupados, prioritariamente, com recurso a docentes dos quadros que se encontravam sem componente letiva ou, na sua falta, por um candidato à contratação, respeitando-se as preferências manifestadas quanto aos estabelecimentos de ensino onde pretendem lecionar e dimensão do horário. Os docentes colocados através da RR1 devem aceder à aplicação eletrónica e proceder à aceitação da colocação no prazo de 48 horas.
Na próxima semana realiza-se a segunda Reserva de Recrutamento (RR2), com horários anuais e temporários.
Seguem em baixo os principais dados relativos à RR1:
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Set 10 2015
Directores: colocações de professores estão a decorrer “anormalmente bem” – PÚBLICO
Governo aprova despesa de 29 milhões para 1º ciclo > TVI24
Quando a escola mais próxima não é escolha » Educare – O Portal de Educação
Quem é capaz de lhes dar o seu valor? » Educare – O Portal de Educação
Aulas de programação arrancam com 37 mil alunos de 269 escolas
Reutilização de livros escolares segue para Provedor de Justiça – TSF Rádio Notícias
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Set 10 2015
Foram retiradas 1114 candidaturas da Reserva de Recrutamento e a larga maioria foi por aceitação de uma colocação em BCE.
1073 candidaturas retiradas referem-se a docentes contratados e 41 a docentes dos quadros, apenas 1 docente QZP foi retirado por Mobilidade como Professor Bibliotecário.
Já 80 docentes foram retirados por não aceitação de uma colocação e são docentes que estão impedidos de trabalhar para o MEC ao longo deste ano lectivo.
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Set 10 2015
Lembro que a aceitação da colocação na Reserva de Recrutamento é obrigatória na aplicação SIGRHE e tem um prazo de 48 horas, em dias úteis, a apresentação tem prazo idêntico.
Com esta nota informativa já ficamos a saber que a RR2 sai no próximo dia 16 de Setembro e nessa lista já irão sair os horários de duração temporária.
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Set 10 2015
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Set 10 2015
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Set 10 2015
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Set 10 2015
Quando se trabalha a língua materna na escola, a oralidade ocupa, tendencialmente, um lugar secundário. O que é pena, pois sabemos que quem domina a oralidade escreve melhor, tem um sentido crítico mais apurado, melhor capacidade de interpretar os outros e de autocorreção.
Um dos exercícios mais enriquecedores desta área é, sem dúvida, a análise pormenorizada dos oradores que cruzam os meios de comunicação social. Sem que nos apercebamos, passamos, muitas vezes subliminarmente, uma mensagem que pode ser lida nas entrelinhas do nosso rosto, dos nossos gestos, da nossa postura corporal. São os elementos externos não-verbais que integram, entre outras, as competências pragmático-discursivas dos falantes.
A arte da oratória consiste, precisamente, em dominar todos estes elementos e aprende-se na escola ou, no caso de muitos políticos, adquire-se ao longo da vida com a experiência e o apoio de especialistas de imagem e da fala.
O debate de ontem ajuda-nos a refletir, precisamente, sobre alguns destes aspetos que podem, inacreditavelmente, contribuir para eleger ou derrotar alguém.
É quase como se perscrutássemos a diferença entre um f
ato Armani ou um Giovanni Galli: se eliminássemos o som dos interlocutores, o que observaríamos? Apenas a forma, ou os elementos não-verbais – de um lado a gesticulação excessiva a partir de determinado momento, o franzir frequente da testa, o olhar cabisbaixo ou focado nos interlocutores locais, o apertar tenso das próprias mãos. Do outro um uso direcionado do olhar (inúmeras vezes focado na câmara e, portanto, no eleitor / espectador), o sorriso quase frequente, o gesticular controlado, o realce de elementos visuais reforçando ideias.
Quando nos centramos no domínio articulatório, porém, de um lado a voz clara e percetível contrastava com uma articulação, ocasionalmente atabalhoada e sem sons totalmente percetíveis, originando até deslizes caricatos como o inesperado neologismo “medidas austoritárias”. Porém, porque é do conteúdo que depende a vida dos portugueses, foi percetível um intercruzamento de discursos, o desrespeito pelo tempo de intervenção e ideias quase fugazes sobre as áreas debatidas – saúde, impostos, segurança social, desemprego, emigração, etc.
Espantosamente, durante estes 90 minutos não houve uma única palavra sobre a EDUCAÇÃO. Nada. Absolutamente nada. O que só revela que certos fatos não conseguem servir bem a todos.
É muito frequente comprar-se o livro apenas pela capa, ou optar pelo fato mais caro por uma questão de confiança, ou pelo mais económico por mera simpatia e conforto.
Mais do que nunca é essencial que ensinemos os nossos alunos de português a serem cautelosos com a utilização da competência oral e com a observação dos domínios que ela extravasa. Lastimosamente, aquilo que ela omite pode ser, sem dúvida, bem mais preocupante do que tudo aquilo que revela.
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Set 10 2015
A Direção-Geral dos Estabelecimentos Escolares efetuou uma avaliação do número de psicólogos necessários à sua rede de estabelecimentos de ensino e apresentou uma proposta fundamentada à tutela. O número de psicólogos contratados anualmente passou de 176 em 2011/12 para 214 em 2014/15”, referiu o MEC em resposta à agência Lusa.
O número definido para este ano é igual ao das contratações no último ano letivo, o que leva a que haja agora 72% de unidades orgânicas (agrupamentos escolares e escolas não agrupadas) “com 1 ou mais psicólogos”, de acordo com a tutela.
“Aos profissionais cuja contratação foi autorizada juntam-se ainda os psicólogos que se encontram nos quadros – 424 – e aqueles que poderão ser contratados pelas escolas com contrato de autonomia e pelas escolas integradas em Territórios Educativos de Intervenção Prioritária (TEIP)”, acrescenta a resposta do ministério.
Em julho, em declarações à Lusa, os psicólogos escolares reivindicavam estabilidade profissional, lembrando os casos dos que voltaram a ficar sem emprego e desconhecendo se seriam contratados no ano letivo prestes a iniciar-se ou se conseguiriam regressar às escolas e aos alunos que acompanhavam.
Na resposta hoje enviada à Lusa, o MEC sublinha que o objetivo no rácio de psicólogos na rede de escolas públicas passa por ter “no mínimo um psicólogo a tempo inteiro em cada agrupamento”.
“Estamos a melhorar todos os anos por forma a atingir esse objetivo”, refere o MEC, acrescentando que “a contratação dos psicólogos já está a decorrer”.
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Set 10 2015
Exmo.(a) Sr.(a) Professor(a),
No âmbito da reserva de recrutamento, informamos que enquanto decorrerem os procedimentos com vista à elaboração da RR1, se encontram suspensas as funcionalidades associadas à seleção e aceitação de horários no âmbito dos processos de Bolsa de Contratação de Escola e de Contratação de Escola. Mais se informa que após a publicitação das listas serão retomadas todas as referidas funcionalidades, não sofrendo os prazos legais previstos no Decreto-Lei n.º 132/2012, de 27 de junho na redação conferida pelo Decreto-Lei n.º 83-A/2014, de 23 de maio, retificado pela Declaração de Retificação n.º 36/2014, de 22 de julho quaisquer alterações, garantindo aos candidatos igual período de tempo.
Agradecemos a sua compreensão e colaboração.
Com os melhores cumprimentos,
A Diretora-Geral da Administração Escolar
Maria Luísa Oliveira
Sublinhado por mim. Seja como for, há ali cometimentos de erros de PAAC de palmatória e de falta de respiração e coiso – que prenunciam aos gagos institucionais não serem presos por qualquer atentado.
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Set 09 2015
Não difere do meu, obviamente.
A DGAE publicou hoje, dia 7 de setembro de 2015, uma Nota Informativa relativamente aos procedimentos das Permutas – Mobilidade interna e Contratação inicial, para o ano letivo 2015-2016.
Nesta nota informativa pode-se ler no seu ponto 2 que “A permuta pode ser operacionalizada exclusivamente entre docentes que se encontrem numa das seguintes situações:
a) Docentes QA/QE colocados na 1ª prioridade do concurso de Mobilidade Interna;
b) Docentes QZP colocados na 1ª prioridade do concurso de Mobilidade Interna;
c) Docentes QA/QE colocados na 2ª prioridade do concurso de Mobilidade Interna;
d) Docentes contratados colocados no concurso de Contratação Inicial.”
O SPZN considera que, não obstante o respeito pela legislação de concursos em vigor, a Direção-Geral da Administração Escolar – DGAE, tal como nos concursos realizados no ano 2013, devia permitir a permuta a todos os docentes que tendo concorrido não obtiveram colocação.
Por considerarmos de inteira justiça e pelo respeito que todos os docentes merecem, iremos tudo fazer junto do MEC, para permitir que aqueles que agora estão impedidos de permutar o possam realizar em igualdade com os demais colegas.
A alteração ao diploma de concursos, que o SPZN reivindicou e continua a reivindicar, torna-se claramente evidente com mais este exemplo, sendo a sua substituição, por um diploma que respeite inteiramente a graduação profissional dos candidatos, essencial para que todos os docentes vejam respeitado o seu investimento na profissão e a sua vida familiar.
SPZN
Porto, 7 de setembro de 2015
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