Simulador das Novas Regras do Faseamento

Foi aprovada uma nova Lei que permite aos docentes optarem por um regime de atribuição de tempo de serviço faseado em 3 tranches.

As tranches de tempo de serviço são atribuídas em 1 de junho de 2019 (1/3), 1 de junho de 2020 (1/3) e 1 de junho de 2021 (1/3).

Como o tempo de serviço a recuperar é de 2A9M18D (33M18D) a recuperação faseada em cada um dos momentos é de 11M6D.

Até final de Maio (esperemos que a situação do tempo de serviço dos professores seja revertida em 16 de abril no parlamento), os docentes terão de optar por este regime.

Para que percebam o impacto deste faseamento eu e o Davide construímos uma primeira versão de um simulador que vai permitir aos docentes perceberem como será feito este faseamento.

O docente tem de preencher o escalão em que se encontra e quando foi a sua última mudança de escalão.

Existem situações que permitem ao docente bonificar de tempo de serviço no escalão seguinte.

  • Uma avaliação de Muito Bom (meio ano) ou;
  • Excelente (um ano) no escalão anterior e a;
  • Aquisição do grau de mestre (um ano) ou;
  • Aquisição do grau de doutor (dois anos) durante o escalão.

 

Não hesitem em comentar este ficheiro e indicar algum erro que ele possa ter.

NOTA: Atenção que não conseguimos prever a segunda mudança de escalão de forma correta pois existem condicionantes que ainda não se conseguem prever, tais como a avaliação de desempenho do escalão seguinte ou as quotas na mudança ao 5.º e ao 7.º escalão.

Para acederem ao simulador cliquem aqui ou na imagem.

 

 

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Um País Melhor?

Quando submetemos a declaração do IRS ficamos a saber para onde vão os nossos impostos e não é novidade alguma que o que o Estado investe na Educação (13,1%) é inferior às operações relacionadas com a dívida pública (14%).

 

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O que fazer para não levar um pontapé nos testículos e um murro no focinho – João André Costa

 

O que fazer para não levar um pontapé nos testículos e um murro no focinho

Um professor de 63 anos foi agredido a soco e pontapé por um aluno de 12. O pontapé foi nos testículos e o murro, para glória do aluno, foi no “focinho”.
Aconteceu no Porto, na Escola Básica Francisco Torrinha, há uma semana.
Basicamente, o aluno entrou na sala de aula a jogar à bola e, consequentemente, partiu uma lâmpada do teto. Um caso clássico de chamada de atenção.
E aqui começam os problemas. Para o professor, pois claro.
Erro número 1: admoestar o aluno e iniciar o confronto tão habitual no dia a dia de uma criança problemática e já sinalizada na Comissão de Protecção de Crianças e Jovens.
Erro número 2: sabia o professor que a criança estava sinalizada? A Direcção da escola sabia? E se sabia, informou o professor? E qual o significado de estar sinalizado? Alguém sabe? Eu digo-vos: no caso deste aluno significa, muito provavelmente, ser vítima de maus tratos em casa, físicos, emocionais, falta de comida e roupa, falta de condições de habitação, pais separados, pais desempregados, toxicodependência entre outros factores de risco para uma criança que precisa de ser protegida. Por quem? Desde logo, pelo professor, coisa que o mesmo não fez.
Mas o professor não tem culpa. Não sabia e, por conseguinte, reagiu como sempre reagiu ao longo de 40 anos de ensino diante de um caso de mau comportamento: confrontou o aluno, e ao confrontar o aluno entrou no único território que o aluno conhece, a agressão.
Erro número 3: e assim, os erros continuam, pelo que vou deixar de enumerá-los. O professor tirou a bola ao aluno. Esqueçam a bola, partir uma lâmpada é melhor que partir o focinho.
Erro número 3.5: afinal tenho de continuar a contar, para organizar o raciocínio, e este é um erro do sistema, não do professor. Antes disso, o aluno já tinha ligado ao pai, sabendo muito bem que o uso do telemóvel é proibido em sala de aula. Proibido porquê, quando lá fora os manuais escolares já incluem o uso de telemóveis na resolução de exercícios? Porque é que tudo o que não compreendemos e aceitamos tem de ser proibido? Ui, que medo, pensou o aluno, estou a usar o telemóvel na sala de aula! O aluno a puxar os cordéis e o professor a dançar.
Erro número 4: o professor “dominou” o aluno quando o mesmo tentou retirar-lhe a bola. Desconheço o sentido da palavra “dominou” neste contexto, mas receio que o professor tenha fisicamente imobilizado o aluno. Este foi o seu maior erro. Ao imobilizar o aluno, o professor agrediu-o, retirou a liberdade de movimentos ao aluno, prendeu-o, subjugou o aluno e, provavelmente, aleijou o aluno.
A resposta foi imediata e fez notícia nos jornais.
Nunca, desde que o aluno entrou na sala aos pontapés à bola até ser entregue à Directora de Turma, nunca ninguém perguntou ao aluno o que se estava a passar. Aconteceu alguma coisa? Queres falar? Estou aqui para te ouvir. Não me ouves? Vou pedir ajuda, espera um pouco, já volto, estou aqui para ti. Queres jogar à bola? Vamos lá para fora, eu jogo à bola contigo, estou aqui para ti. Sou teu professor, mas também me preocupo contigo.
Nunca. Em vez disso, o castigo, a admoestação, o confronto, a falta de empatia, a agressão física. Não toquem num aluno, nunca toquem num aluno, quando tocamos num aluno, tudo pode acontecer. E aconteceu. Neste caso, aconteceu.
Lamento imenso o sucedido. Lamento imenso o professor no chão em dores depois de um valente pontapé nos ditos e um murro na cara.
Infelizmente, tais casos não se resolvem com sanções e disciplina. O caso foi entregue à polícia. A polícia chegará cedo à conclusão que na noite anterior houve problemas lá em casa. Isto se o aluno dormiu em casa, em último caso na rua, longe de outros pontapés e murros.
No meio disto tudo, não sei onde estão os Assistentes Sociais, o apoio às famílias, o Centro de Emprego e a Comissão de Protecção. “A criança já estava sinalizada”, será a sua resposta, até que um dia acontece alguma coisa.
Já aconteceu, um professor foi agredido violentamente. E enquanto não se intervir e enquanto não apoiarmos alunos em risco, será apenas uma questão de tempo até que mais alguma coisa aconteça, desta vez ao aluno. Não basta sinalizar.

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Federação Nacional da Educação – É “escolher entre lume e fogo” – Professores criticam opções de recuperação das carreiras

É ″escolher entre lume e fogo″. Professores criticam opções de recuperação das carreiras

Federação Nacional dos Professores considera que o “essencial não fica resolvido” e que a solução certa seria que os professores vissem reconhecido “todo o tempo que esteve congelado”.

A Federação Nacional dos Professores (FNE) considera que das duas opções apresentadas, esta sexta-feira, pelo ministro da Educação aos professores para a recuperação do tempo de serviço congelado, nenhuma é boa.

Tiago Brandão Rodrigues disse esta sexta-feira que os professores são “os únicos” a “escolher o melhor de dois mundos”, porque podem optar por recuperar o tempo de serviço congelado de uma só vez ou de forma faseada.

Para João Dias da Silva, da FNE, as opções apresentadas são equivalentes a pedir aos professores para que escolham “entre o lume e o fogo”.

“Aquilo que é essencial não fica resolvido com o diploma que foi aprovado e que trata as outras carreiras especiais da Administração Pública da mesma forma desigual e injusta que tratou os professores”, atira o representante dos docentes.

João Dias da Silva explica que, até agora, os professores não têm visto reconhecidos os seus direitos, sendo que não está em causa “terem direito, seja ao que for, que não seja o que lhes é devido pelo trabalho que realizaram”.

Perante duas opções que não são do agrado dos docentes, o dirigente da FNE defende que a melhor solução seria “se os professores vissem reconhecido todo o tempo que esteve congelado, e isso o ministério continua a ignorar e a rejeitar que seja reconhecido aos professores.”

Até agora, os docentes recuperavam os menos de três anos de serviço congelado no momento em que subiam de escalão. O novo regime permite recuperar o mesmo tempo de serviço, mas de forma faseada, recuperando um terço em 1 de junho de 2019, um terço em 1 de junho de 2020 e um terço em 1 de junho de 2021.

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Soluções de descongelamento “roubam o mesmo tempo aos profs”, acusa Mário Nogueira

Soluções de descongelamento “roubam o mesmo tempo aos profs”, acusa Mário Nogueira – ECO

Os professores vão poder escolher entre as duas soluções de descongelamento aprovadas pelo Governo. Para Mário Nogueira, esta opção é uma armadilha para os docentes.

O Governo vai avançar com a aplicação às carreiras especiais da Função Pública de uma solução de descongelamento semelhante à que foi encontrada para os professores, isto é, vai recuperar 70% do tempo necessário para a progressão num módulo padrão de cada carreira. Os docentes, por sua vez, podem escolher entre os dois regimes, o que para a Fenprof é uma “armadilha”.

Ao informar os professores desta escolha, o Governo “omite que a opção é entre modelos que roubam aos professores exatamente os mesmos 6 anos e meio, mais de metade do tempo congelado“, defende Mário Nogueira, dirigente da Fenprof, em declarações transmitidas pelas televisões. “Os regimes não alteram rigorosamente nada do ponto de vista do tempo que é eliminado”, acrescenta.

Para Mário Nogueira, o modelo aprovado segue o mesmo princípio do que aquele imposto aos professores, de “apagar e não recuperar” mais de metade do tempo que esteve congelado, “ainda que a forma de concretizar o apagão seja diferente”. Sublinha ainda que nenhum dos regimes foi negociado com os professores.

O Governo quer que “os professores assumam o roubo, optando por um dos regimes aprovados”, acusa Mário Nogueira. “O professor, ao fazer a sua opção, está a assumir que seis anos e meio são para apagar”, aponta o dirigente sindical. Para além disso, o Executivo pretende criar ruído, num momento em que “o PSD, o PS e o Bloco requereram a apreciação do decreto-lei, com o objetivo de o alterar, consagrando o tempo que esteve congelado”, remata.

O líder da Fenprof refere ainda que o Governo tem, com esta decisão, o objetivo de “limpar inconstitucionalidades que existem no decreto, que decorrem da ultrapassagem dos docentes, que por terem maior antiguidade tinham progredido em 2018 após o descongelamento”.

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Eu Empresto a Bola…

Não Há Por Aí Um Petiz Que Vá Jogar À Bola Para O Gabinete Do Shôr Ministro? | O Meu Quintal

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A Mesma Dúvida de Todos os Anos Sobre a MPD dos QZP

Eis a resposta da DGAE a uma questão de uma docente QZP já colocada em MPD e que pretende ficar na mesma escola no concurso da MPD.

 

No seguimento do email infra cumpre informar que de acordo com o estipulado pela alínea b), do n.º 2 e pelo n.º 3.º do Despacho n.º 9004-A/2016, de 13 de julho, os docentes de carreira podem requerer mobilidade por motivo de doença quando a deslocação se realiza para agrupamentos de escola ou escola não agrupada diverso daquele em que se encontram providos ou colocados. Excetuam-se desta situação, os docentes quadro de zona pedagógica que estejam colocados em mobilidade por doença e pretendam indicar o mesmo agrupamento de escolas ou escola não agrupada.

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Aluno de 12 anos espanca um professor de 63 anos? Um dia como outro qualquer…

Somos “espancados” todos os dias desde o tempo da Maria Lurdes Rodrigues…

E depois é sempre um caso isolado…

Ministério Público investiga aluno suspeito de espancar professor no Porto – Renascença

“Já lhe parti o focinho!”, disse o aluno, após agredir o professor de 63 anos com murros e um pontapé nos testículos.

O Ministério Público no juízo de Família e Menores do Porto está a investigar o caso de um aluno de 12 anos de uma escola local indiciado por espancar um professor de 63 anos, informou, esta sexta-feira, a PGR.

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Faseamento dos 2,9,18, e as ULTRAPASSAGENS

A proposta que veio ontem a lume é mais uma forma de atirar areia para os olhos dos professores. Estamos em campanha eleitoral.

A possibilidade de faseamento dos 2,9,18 funcionaria em três tranches, primeira tranche seria em 1 de junho de 2019, segunda a 1 de junho de 2020 e a última em 1 de junho de 2021. Mas para que subiu ou subirá durante o ano de 2019 e 2020 convém receber tudo de uma vez, logo a ULTRAPASSAGEM mantém-se, embora se mitiguem.

Por exemplo, um docente cuja progressão só acontecesse no próximo ano, pode optar por receber o primeiro terço (a primeira tranche) do tempo recuperado em junho deste ano, progredindo já em 2019 para o escalão seguinte.

Por outro lado, para um professor que progrida este ano e que, assim, possa ter acesso aos dois anos e nove meses congelados deverá ser mais vantajoso escolher a opção já inscrita no diploma das carreiras dos docentes, uma vez que, se recuperar logo os quase três anos, no próximo ano terá direito a uma nova progressão. Isto porque, recorde-se, os módulos padrão nas carreiras dos docentes são de quatro anos.

É apenas uma forma de atirar areia para a engrenagem e tentar iludir os mais distraídos.

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Primos, primas, sogros, sogras, genros, noras, pais, mães, tios, tias, filhas, filhos, maridos, mulheres, amantes, enteados, enteadas, afilhados, afilhadas, comadres e compadres, uniões de facto e sem facto…

E mais os animais de estimação…

Familygate: há agora mais seis casos de nomeações familiares – ECO

 

PS:

Chamem a GNR…

Ana Leal: “GNR e MAI continuam a pactuar com esta ilegalidade”

A investigação da Ana Leal mostra as suspeitas de favorecimento nas contratações da GNR. Familiares de altas patentes estão a ser escolhidos para cargos de relevo.

 

Já percebi a regra – não sejas pato três vezes porque isto de andar ao colo…:

Ligações familiares no Governo: terceira polémica de ex-secretário de Estado do Ambiente deu demissão – O Jornal Económico

 

E não sei porque é que o Cavaco abre a boca:

“Familygate”: Governo de Cavaco Silva nomeou 11 mulheres de ministros e secretários de Estado e mais 4 familiares diretos – Política – Polígrafo

 

No jobs for the boys, diz agora Cavaco. E jobs for the wives no seu Governo? – Observador

 

Pois, mas, o que interessa é criar cortinas de fumo e empurrar os problemas com a barriga para ver se o pessoal se esquece:

“(…) O presidente da comissão parlamentar de Transparência defende que o Governo podia ter resolvido a questão das nomeações de familiares através do Código de Conduta.

O presidente da comissão parlamentar da Transparência, Luís Marques Guedes, respondeu esta sexta-feira ao primeiro-ministro, António Costa, que ontem desafiou esta comissão a debater um critério claro que regule as nomeações familiares na esfera do Governo. A existir uma lei, esta “só poderia ser feita pelo próprio Governo”, disse o deputado do PSD, referindo-se ao Código de Conduta. (…)

Costa atirou problema para o Parlamento. Comissão de transparência devolve batata quente ao Governo – ECO

 

Como convêm, não é verdade?

Ministério Público deixa investigação ao “apagão fiscal” parada há 19 meses – O Jornal Económico

“Intolerável”, diz a eurodeputada Ana Gomes, numa carta à Procuradoria-Geral da República, alertando que o inquérito a transferências de 10 mil milhões “não avançou absolutamente nada”.

 

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11 Meses e 6 Dias Em Pinguinhas

É o que parece que os professores vão poder optar.

Nesse caso a primeira tranche seria em 1 de junho de 2019 e a última em 1 de junho de 2021.

Mas ainda não percebi como se poderia operar, mas também pouco importa porque o dia 16 de abril é já daqui a pouco.

 

Professores vão poder optar e recuperar tempo como os militares e juízes

 

Os professores vão poder escolher se preferem recuperar o período do descongelamento de acordo com as regras aprovadas para a sua carreira ou com a solução hoje aprovada para as restantes carreiras em que o tempo é relevante para progredir.

 

“Caso os educadores de infância e docentes considerem que esta mecânica de aplicação é mais interessante para a sua situação individual, podem optar pela mecânica que resulta deste diploma, sendo certo que o tempo [que houver a recuperar] em si é o mesmo”, afirmou hoje a secretária de Estado da Administração e do Emprego Público.

O Conselho de Ministros aprovou hoje o decreto-lei que mitiga os efeitos do congelamento ocorrido entre 2011 e 2017 nas carreiras, cargos ou categorias em que a progressão depende do decurso de determinado período de prestação de serviço. Estão nesta condição os oficiais de justiça, os magistrados, os elementos da GNR e militares.

A solução visa “mitigar os efeitos dos sete anos de congelamento, sem comprometer a sustentabilidade orçamental, aplicando o racional encontrado para os educadores de infância e docentes do ensino básico e secundário”, refere o comunicado do Conselho de Ministros.

Afirmando que a decisão do Governo teve em conta a equidade de tratamento, Fátima Fonseca precisou que, embora as carreiras abrangidas pelo diploma hoje aprovado sejam pluricategoriais – e por isso diferentes das dos docentes que é unicategorial – a mecânica é transponível para os professores pelo que, caso estes considerem “que a adoção deste modelo porventura será mais adequado à sua situação individual, possam exercer o direito de opção”.

O diploma que abrange os professores permite-lhes recuperar 2 anos e 9 meses do período do congelamento, com efeitos a 01 de janeiro de 2019 e pago de acordo com o faseamento previsto no Orçamento do Estado. No caso do decreto-lei hoje aprovado, a atribuição do tempo recuperado para efeitos de progressão é feita em três tranches, começando a 01 de junho de 2019 e terminando a 01 de junho de 2021.

Questionada sobre se haverá algum impacto das promoções neste processo de progressão com base na recuperação de parte do tempo do congelamento, a secretária de Estado afirmou que “as promoções traduzem-se em valorizações remuneratória e esse é um fator que tem que se ter em consideração”.

Ou seja, precisou Fátima Fonseca, ninguém será excluído do âmbito do diploma hoje aprovado por ter tido uma promoção, mas esta será tida em conta no momento do apuramento do tempo para efeitos de progressão.

“Uma pessoa que tenha tido uma promoção, por hipótese, a meio do período do congelamento terá que ser aplicada sobre os 70% a que terá direito do ponto de vista de recuperação para mitigação do congelamento, uma regra de proporcionalidade sobre esses 70%”, precisou.

Durante o período do congelamento as progressões na carreira estiveram totalmente congeladas, mas o mesmo não se passou com as promoções.

 

 

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A Ler – Dividir para Reinar?

Crónicas do Cão: Dividir para Reinar?

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Ai estes são Os Chupistas Da Nação

Outras Promiscuidades | O Meu Quintal

 

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16 horas letivas passam a dar direito a subsídio de desemprego

 

Dezasseis horas de aulas semanais dão direito a subsídio de desemprego

Governo esclarece limites mínimos para que docentes contratados tenham direito a ver declarados 30 dias por mês para a Segurança Social. Mas se há quem fale em “grandes avanços” também há quem aponte novas ilegalidades.

Os professores contratados “para horário igual ou superior a 16 horas de componente letiva semanais” – ou seja: que dão pelo menos 16 horas de aulas por semana – têm direito, com efeitos ao início deste ano, a verem declarados 30 dias por cada mês de trabalho à Segurança Social.

 

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Inclusão Em Versão Beta

Matilde
Abril 3, 2019 às 8:32 am

A realidade, nua e crua, é esta: a inclusão não se efectiva por decreto. A inclusão pratica-se (ou não), independentemente dos decretos.

E este decreto 54 não acrescentou nada de relevante ao que já existia, em termos práticos. Em termos teóricos acrescentou papéis, burocracia, infinitas reuniões de EMAEI e toda uma nova terminologia que não passa disso mesmo. Basicamente, é isto…

Se o objectivo era modificar práticas, o 54 não o conseguiu. Felizmente as boas práticas (o que quer que isso seja) existem, e sempre existirão, mas não será certamente por causa deste ou de outro decreto…

(E, já agora, não sou anarquista e defendo a existência de leis, mas quando as mesmas se revelam como inutilidades servem para quê?…).

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Inscrições para a 27.ª edição do Concurso Jovens Cientistas estão abertas até 23 de abril

O concurso que procura jovens talentos nas áreas científicas » Educare – O Portal de Educação

Inscrições para a 27.ª edição do Concurso Jovens Cientistas estão abertas até 23 de abril. Os 100 melhores projetos irão participar na 13.ª Mostra Nacional de Ciência de 30 de maio a 1 de junho, na Alfândega do Porto.

O Concurso Jovens Cientistas tem como objetivo promover os ideais da cooperação entre jovens cientistas e estimular o aparecimento de talentos nas áreas da ciência, tecnologia, investigação, inovação e empreendedorismo. A próxima edição, a 27.ª, está em curso. As inscrições estão abertas até 23 de abril e o processo é tratado por via eletrónica. O concurso está aberto à participação de alunos do Ensino Básico, Secundário ou que frequentem o primeiro ano do Ensino Superior, em Portugal, com idades compreendidas entre os 15 e os 20 anos. São admitidos projetos individuais ou realizados em grupo com o máximo de três elementos.

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Escolas obrigadas a corrigir parte das declarações que enviaram à Segurança Social

Escolas obrigadas a corrigir parte das declarações que enviaram à Segurança Social | Educação | PÚBLICO

As escolas vão ter de corrigir as declarações que já enviaram para a Segurança Social relativas aos dias de trabalho cumpridos pelos professores que estão contratados em horários incompletos (menos de 22 horas de aulas por semana). Num aditamento à primeira informação enviada a este respeito, o Instituto de Gestão Financeira da Educação (IGFE) fez saber nesta terça-feira que as correcções a efectuar reportam a 1 de Janeiro passado, acrescentando que “os serviços da Segurança Social foram alertados para o efeito”.

Na nota enviada esta semana às escolas, o IGFE indica que as correcções a realizar resultam de “esclarecimentos obtidos junto da Segurança Social”, que em parte vêm dar razão aos protestos dos professores contratados para assegurar horários incompletos. Numa nova petição, entregue em Março na Assembleia da República, estes docentes voltaram a pôr em causa o modo como têm vindo a ser processados os seus descontos e que levam a que por cada mês de trabalho sejam “declaradas menos de duas semanas à Segurança Social”.

Esta situação advém do facto de os professores contratados para horários incompletos, que serão cerca de 9500, estarem a ser equiparados a trabalhadores a tempo parcial, o que é contestado por este grupo de docentes. Alegam que apesar de terem menos horas de aulas são obrigados na mesma a cumprir 35 horas semanais, que é o horário em vigor para os docentes, e que esta parte do seu trabalho é ignorada nas declarações enviadas à Segurança Social. Afirmam também que continua a ser utilizada “uma fórmula de cálculo errada, pois apenas considera 22 úteis quando para a Segurança Social todos os meses têm 30 dias”.

É esta última situação que foi agora alterada pelo Instituto de Gestão Financeira da Educação no que toca aos docentes que tenham atribuídas 16 horas ou mais de aulas por semana. Nestes casos, esclarece o instituto, “devem ver declarados à Segurança Social, 30 dias, por cada mês de trabalho”.

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Fenprof faz espera a ministro que compara os sindicalistas ao “trânsito do dia a dia”

Fenprof faz espera a ministro que compara os sindicalistas ao “trânsito do dia a dia” | TVI24

A Federação Nacional dos Professores queixou-se hoje de mais de 50 mil professores terem sido ultrapassados na carreira por colegas com menos tempo de serviço.

Uma delegação de cerca de duas dezenas de sindicalistas, com o secretário-geral da Fenprof, Mário Nogueira, à cabeça, esperava Tiago Brandão Rodrigues à chegada ao que consideraram uma “iniciativa de propaganda” feita de forma pouco transparente numa escola e jardim de infância na Amadora, distrito de Lisboa, sobre segurança rodoviária.

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Acórdão do Tribunal Constitucional n.º 134/2019

Acórdão do Tribunal Constitucional n.º 134/2019

 

Declara a inconstitucionalidade, com força obrigatória geral, da norma do segmento do artigo 43.º, n.º 1, do Estatuto da Aposentação, na redação dada pela Lei n.º 66-B/2012, de 31 de dezembro, que determina que a aposentação voluntária se rege pela lei em vigor no momento em que for proferido o despacho a reconhecer o direito à aposentação

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Sindicatos de professores na expetativa de entendimento entre PSD, PCP e BE

Sindicatos de professores na expetativa de entendimento entre PSD, PCP e BE » Educare – O Portal de Educação

Os sindicatos de professores sugeriram aos docentes que escrevam aos deputados do PSD, PCP e Bloco de Esquerda apelando para um entendimento, depois de hoje estes partidos terem reafirmando ser favoráveis à recuperação integral do tempo de serviço congelado.

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Ministério das ULTRAPASSAGENS e sem ministro!

Esperemos que na próxima legislatura o Tiago volte à carreira onde tem sucesso, a de investigador. (como ministro, parece que anda a jogar ao esconde, esconde)

 

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Sindicatos garantem que há milhares de professores interessados na reforma antecipada

Professores inundam escolas com pedidos de informação sobre a reforma antecipada – Observador

Milhares de professores têm enviado às escolas e aos sindicatos pedidos de informação sobre o acesso à reforma antecipada, avança o Jornal de Noticias na edição desta quarta-feira. “Não há escola que não tenha professores interessados, pelo menos em informar-se”, diz o presidente da Associação Nacional de Diretores de Agrupamentos e Escolas Públicas.

O líder da Fenprof, Mário Nogueira e da Federação Nacional da Educação (FNE), João Dias da Silva, confirmam ter recebido já várias centenas de pedidos de esclarecimento de professores, existindo até “quem esteja disponível a perder dinheiro”, diz o líder da FNE.

Estes pedidos para mais esclarecimentos foram motivados pela lei publicada a 6 de fevereiro que prevê que um funcionário público com mais de 55 anos pode negociar com a entidade empregadora a saída para a pré-reforma com 25 a 100% do salário. No caso dos professores, esta lei abrange “40%, ou seja, 40 a 50 mil docentes”, diz Mário Nogueira.

O Ministro das Finanças, Mário Centeno diz que ainda não chegaram pedidos de pré-reforma. Mário Nogueira justifica-se ao dizer que “os professores ainda não sabem para quem enviar” o pedido. Vários professores têm também questionado diretamente os diretores das escolas, que têm remetido as questões para a Direção Geral da Administração Escolar que, em resposta ao JN, diz estar a “aguardar a definição de orientações, bem como a regulamentação de procedimentos inerentes à operacionalização dos pedidos”.

 

SIC Notícias | Milhares de professores já pediram a pré-reforma, dizem sindicatos

Os sindicatos garantem que há milhares de professores interessados na reforma antecipada.

Mário Centeno garantiu ontem que o Ministério das Finanças ainda não recebeu quaisquer pedidos, mas a Fenprof alega que a situação se prende apenas com o facto dos docentes não saberem para onde enviar os processos.

A lei publicada em Fevereiro prevê que os funcionários públicos com mais de 55 anos possam negociar a pré-reforma, ficando a receber entre 25 e 100% do salário.

A Federação Nacional de Professores (FNE) estima que, só no ensino básico e secundário, a medida possa abranger 40 a 50 mil docentes.

 

PS:

Leitura mais que aconselhada:

 

(…) É este sentimento de injustiça que tem levado muitos funcionários públicos revoltados a ponderar avançar para a pré-reforma por suspensão do tempo de trabalho. Esta possibilidade foi regulamentada pelo Governo em dezembro do ano passado, mas até agora nem um único funcionário conseguiu sair por essa porta, já que ninguém sabe sequer que critérios devem ser usados para definir o valor da prestação a pagar ao trabalhador. Na entrevista desta terça-feira, confrontado com os entraves e falta de informação que têm sido colocados pelas Finanças, o ministro veio dizer que afinal “o país não está numa posição económica, financeira e social que se possa dar ao luxo de ter as pessoas a sair do mercado de trabalho”.

Então, o Governo faz e anuncia uma lei a regulamentar as pré-reformas com pompa e circunstância e agora vem dizer que afinal os funcionários públicos não podem usar essa opção? Isto é fazer bullying à Função Pública. Não é justo tratar assim quem trabalha para o Estado. O Governo deveria ao menos ter a inteligência política de perceber que este ano há eleições e que a Anita já tem idade para votar.

Anita na Função Pública – ECO

 

A quem devo pedir a pré-reforma? Governo responde a 19 perguntas

Um dia depois de Mário Centeno ter dito que o Governo não está “a abrir a porta às pré-reformas”, a DGAEP veio esclarecer como podem os funcionários públicos aceder a este mecanismo.

O regime das pré-reformas por suspensão de prestação de trabalho arrancou no dia 6 de fevereiro, mas até agora a adesão tem sido nula, já que os funcionários públicos e os chefes de serviços têm levantado várias dúvidas sobre a forma de funcionamento da nova lei.

De acordo com o jornal Público, as pré-reformas estão a gerar interesse entre os funcionários públicos, mas a falta de informação dos serviços e a ausência de critérios para negociar o valor a pagar estão a dificultar o acesso a este mecanismo.

Esta quarta-feira, a Direção-Geral da Administração e do Emprego Público (DGAEP) publicou no seu site um conjunto de 19 perguntas e respostas, que esclarecem algumas dessas dúvidas dos trabalhadores do Estado e dos chefes de serviço. Mas não todas.

(…)

CONTINUA AQUI: A quem devo pedir a pré-reforma? Governo responde a 19 perguntas – ECO

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Cartoon do dia – Visitas de estudo do futuro. – Paulo Serra

 

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Todos ao pedal – Santana Castilho

Todos ao pedal

1. Escassas semanas após a criação da nossa agência espacial, li na imprensa que haverá um “quadro de referência nacional para ensinar a pedalar”. Li igualmente que aprender a pedalar será matéria do currículo escolar e fiquei ciente de que “no 1º ciclo, as aulas serão em contexto protegido” enquanto “nos 2º, 3º ciclos e secundário haverá uma passagem para o espaço público”. A coisa foi anunciada aos indígenas por José Mendes, secretário de Estado adjunto e da Mobilidade.

No atrasado Alentejo onde fui parido, pedalar era uma aprendizagem natural, assim houvesse um selim onde assentar o rabo. E porque sempre foi assim, de norte a sul, e assim deve continuar a ser, importa contraditar os avançados mentais da parolice curricular.

É paradoxal, direi mesmo burlesco, ver que são os que opõem as “aprendizagens essenciais” aos “programas obesos do século XIX” que querem, afinal, tratar os jovens como se fossem gansos reservados à produção de foie gras(iguaria que supõe a hipertrofia dos fígados das aves por recurso a alimentação forçada e bárbara, de funil, goelas abaixo). Exagero? Recordo-vos uma fracção diminuta do que tem sido despejado no enorme vazadouro em que se transformou o currículo do ensino obrigatório: prevenção rodoviária, prevenção da corrupção, educação sexual, educação do consumidor, educação económica e financeira, educação para a cidadania, para a saúde, para o empreendedorismo, para a igualdade de género e mais as literacias, todas, as digitais e as outras.

É importante que os problemas que afectam a vida da sociedade estejam presentes na educação dos jovens. Mas tudo não pode ser ensinado na escola, não podendo qualquer coisa dar origem a disciplinas ou conteúdos curriculares. Durante o ensino obrigatório nunca se poderá ensinar tudo o que é importante para a vida e boa parte do conhecimento que levaremos para a cova será adquirido fora da Escola.

As crianças e os jovens têm limites e a escola funções básicas, que não dão espaço a todas as iniciativas supervenientes a cada volta que a vida dá. Podemos e devemos ajustar o curriculum à evolução do conhecimento e à evolução do sistema social. Mas não o podemos fazer a meio de ciclos de aplicação, nem o devemos fazer sem visão de conjunto nem serenidade, muito menos constantemente e ao sabor dos lirismos do quotidiano.

A organização curricular do nosso sistema de ensino não pode confundir um quadro de formação global (cujas vertentes fundadoras serão pacificamente aceites pelo senso pedagógico comum como determinantes para as restantes aprendizagens) com uma chuva de competências instrumentais, propostas por alucinados, que querem equiparar o que não é equiparável, em sede de currículo. Enxerguem-se: há aprendizagens que devem ser feitas na família ou na sociedade e não na escola, instituição reservada ao ensino de matérias que estão para lá da simples natureza lúdica ou imediatamente utilitária; nunca a escola pode ou deve substituir a família e a restante sociedade, senão numa concepção de Estado totalitário (em que suavemente temos vindo a cair, com o conceito de “Escola a Tempo Inteiro”, do PS).

2. Os alunos que terminem o ensino secundário via cursos profissionais vão poder aceder ao ensino superior sem sujeição a exames nacionais, necessários como provas de ingresso. Considerando que 80% dos que terminam o 12º ano via científico-humanística continuam os estudos no ensino superior, mas apenas 15% dos originários dos cursos profissionais lá chegam, o intuito primeiro torna-se óbvio: salvar do estertor da morte instituições do ensino superior que não têm alunos. Só que há óbvias consequências e perguntas segundas:

Para que criaram, há bem pouco, formações curtas, de dois anos, apenas ministradas nos politécnicos, destinadas aos alunos da via profissional? Se os alunos do ensino profissional podem chegar à universidade sem exames, o que pensam que pensarão os outros alunos do secundário? Não foi o PS (depois seguido pelo PSD) que estabeleceu o desígnio nacional de ter 50% dos alunos do secundário em cursos profissionais, para responder às necessidades da economia? E agora volta a ser de doutores que precisamos?

Seja como for, reconheço cândida coerência ao secretário de Estado João Costa, que afirmou há dias querer “indisciplinar o currículo”. Êxito dele, má sorte do país!

In “Público” de 3.4.19

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Declaração de Tempos de Trabalho à Segurança Social Docentes contratados / horário incompleto

 

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Manifestação de Pais de Gaia e Póvoa de Varzim ofereceram garantias…

 

Mais de uma centena de pais de alunos de Gaia e Póvoa de Varzim concentraram-se esta terça-feira em frente à Direção-Geral dos Estabelecimentos Escolares para reivindicar assistentes operacionais.

Os representantes das Associações de Pais de Gaia e da Póvoa de Varzim foram recebidos pelo Delegado Regional que garantiu a contratação de novos Assistentes Operacionais nos dois concelhos, 47 para Gaia e 25 para Póvoa de Varzim.

A estes pais deixamos as nossas felicitações pelo interesse e pela defesa das Escolas dos seus educandos. Houvesse mais assim e em muitas outras questões.

 

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Oferta de Escola – Grupo 240 – Graciosa

 

 

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Calendário de Concursos 2019/2020 com previsões

Faço neste artigo algumas previsões de datas para a saída das listas de ordenação provisórias tendo em conta o calendário às quinzenas que saiu no Aviso de Abertura do Concurso 2019/2020.

Para que o período de reclamação das listas provisórias comece na 1.ª quinzena de abril (15 de abril no máximo) a lista de ordenação provisória deverá ser publicada no dia 12 de abril de 2019.

Entretanto conhecemos hoje as datas do concurso da Mobilidade por Doença que tem a aplicação disponível para preenchimento e extração do relatório médico entre o dia 2 de abril e as 18:00 horas de 23 de abril de 2019. A elaboração do pedido e upload do relatório médico é feito entre os dias 17 e 24 de abril.

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Cartoon do dia – A nova auxiliar de educação – Paulo Serra

 

 

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Mobilidade por doença 2019/2020

Aplicação disponível entre o dia 2 de abril e as 18:00 horas de 23 de abril de 2019 (hora de Portugal continental).

 

SIGRHE

Aviso de abertura

Despacho n.º 9004-A/2016

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A Ler e a Visionar – As comissões de inquérito à banca provocam amnésia? “Não me lembro”

A falta de memória é cá em que se pode mentir com quantos dentes se tem na boca numa comissão de inquérito…

As comissões de inquérito à banca provocam amnésia? “Não me lembro” – ECO

 

Gente Que Não Sabe Estar: 31/março/2019 (parte 1)

Reveja a primeira parte do programa  (clicar na imagem):

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Cartoon – Progressão na carreira. – Paulo Serra

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ME distribui capacetes e joelheiras…

… a alunos que se desloquem para a escola de bicicleta.

No âmbito da introdução no currículo da nova vertente de aprendizagem “Pedalar”, o ME deverá distribuir capacetes e outro equipamento complementar para incentivar as crianças a deslocar-se de bicicleta para a escola. Este tipo de mobilidade trará benefícios a nível ecológico, bem como poupança de combustível para os seus Encarregados de Educação.

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Já se chegou a acordo na Madeira. 942.

 

Professores aplaudem acordo para contagem do tempo de serviço na Madeira

A fase de perguntas ao Secretário Regional da Educação serviu para os professores aplaudirem o acordo, atingido na Região, para contagem integral do tempo de serviço congelado aos professores (9 anos e 4 meses), ao contrário do que acontece ao nível nacional em que serão recuperados menos de três anos.

Os professores que formularam perguntas a Jorge Carvalho também referiram o envelhecimento da classe docente.

O Secretário Regional da Educação destacou o bom entendimento conseguido, na Região, com os sindicatos e as medidas tomadas para melhorar as condições de trabalho dos professores, como a redução de alunos por turma ou a colocação de duas educadoras em cada sala.

Jorge Carvalho reconhece que a idade da reforma dos professores deve ser estudada, mas também lembra que há professores, com grande capacidade, que deveriam ter a possibilidade de continuar no ensino.

“É possível mantermos um sistema de qualidade, desde logo pelo vínculo permanente dos professores, mas também pela sua capacidade de se adaptarem às novas realidades”, sublinha.

Jorge Carvalho reconhece que “a escola será diferente, nas próximas décadas, mas a sua sobrevivência é inquestionável

 

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Ainda não soaram os alarmes no Ministério da Educação?

No país do faz de conta

No país das contas arrumadinhas e de tricas políticas intermináveis, mas em que se discute muito pouco o verdadeiro estado dos serviços públicos, há milhares de alunos que passam meses sem aulas, à espera de professores substitutos que nunca chegam.

Na Escola Secundária D. Dinis, por exemplo, duas turmas estão sem Física e Química há dois meses. Na Secundária de Bocage, há turmas de 12.0º ano (e que, portanto, vão fazer exame) sem professor de Matemática

 

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Organizações Sindicais convocadas para audição na CPEC

No âmbito da  Petição n.º 607/XIII/4.ª, com mais de 60 000 assinaturas de professores e educadores sobre a recuperação dos 9 anos, 4 meses e 2 dias, as organizações sindicais da plataforma foram convocadas para uma audição na Comissão Parlamentar de Educação e Ciência sobre a Petição – “Solicitam a adoção de medidas com vista à negociação do modo e prazo para a recuperação de todo o tempo de serviço cumprido”, no dia 02 de abril de 2019, às 16h00, na Assembleia da República.

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Manifestação de Pais e Encarregados de Educação a 2 de abril frente à DGEstE Porto

As Associações de Pais e Encarregados de Educação da Póvoa de Varzim manifestam-se, esta terça-feira, em frente às instalações da DGEstE Porto para protestarem devido à escassez de Assistentes Operacionais que se vive naquele concelho.

A nível nacional há menos 4608 funcionários nas escolas do que o rácio prevê. É urgente e importante estarmos atentos às consequências no normal funcionamento das Escolas. Se olharmos com atenção vamos ver:

  • Falta de vigilância
  • Falta de pessoal para acompanhamento em caso de acidente
  • Falta de manutenção e limpeza
  • Falta de acompanhamento de alunos com NEE
  • Encerramento de espaços e serviços escolares
  • Encerramento de Estabelecimentos escolares

 

Se mais Pais e Encarregados de Educação se preocupassem…

 

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Carta Aberta ao PM António Costa e Quejandos Parecidos e Similares

Sábado | O Meu Quintal

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Turma quer dar cadeira de rodas a colega

Turma quer dar cadeira de rodas a colega – Sociedade – Correio da Manhã

Bárbara Guerreiro tem 17 anos e desde criança depende de uma cadeira de rodas para se poder movimentar. O síndrome artrogripótico com que nasceu impede a jovem de Braga de andar, de escrever e até de comer sozinha.

“Tive de dar a volta à doença e aprendi a escrever com a boca e a usar a força do tronco para levar a comida à boca”, explicou Bárbara.

A cadeira de rodas tem sido uma grande aliada, mas está obsoleta.

Pode agora ter os dias contados, graças à iniciativa dos colegas do 9º ano da escola EB 2,3 de Lamaçães, que, no âmbito da disciplina de Educação Moral Religiosa e Católica, se mobilizaram para angariar os quase 13 mil euros que custa a nova cadeira.

Este domingo, há uma caminhada solidária que sai da Praça da República, em Braga, às 09h30.

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Pelo DN Premium – Tribunais podem condenar ministério a promover metade dos professores

Vamos todos para tribunal e o resto é conversa. Estou farto de ser governado por idiotas…

Tribunais podem condenar ministério a promover metade dos professores

55 800 docentes terão sido ultrapassados por colegas. Ações judiciais, que fazem jurisprudência a partir de cinco decisões iguais num tribunal superior, implicam mais de 117 milhões de euros anuais em salários.

Teresa, educadora de infância em Almada, tem 49 anos e mais de 21 de serviço. Só em dezembro chegou ao terceiro escalão da carreira. Entretanto, viu colegas que entraram mais tarde no quadro, e com menos tempo de serviço, passarem-lhe à frente na tabela salarial. O seu caso é mais um, entre dezenas de milhares, que estão a criar mal-estar nas escolas e poderão levar os tribunais a obrigarem o Ministério da Educação a uma inédita promoção em massa dos professores ao seu serviço.

De acordo com contas da Federação Nacional dos Professores (Fenprof), com base em dados oficiais de dezembro de 2017, há 55 890 docentes, do primeiro ao quarto escalão – mais de metade dos efetivos das escolas públicas -, que foram “ultrapassados” pelos 11 mil colegas reposicionados no ano passado, na sequência da publicação da portaria 119/2018.

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