Para que os mais esquecidos não se lamentem. O prazo é até às 18:00 horas de hoje.
Confirmem se submeteram, não basta preencher.
Jul 22 2019
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Jul 21 2019
Este será seguramente o último artigo de vários que apresento sobre uma nova proposta de estrutura da carreira e desta forma poderão perceber melhor a tal carreira funcional que apresentei.
Entendo que uma escola deve ter lideranças fortes na gestão intermédia e por isso a valorização remuneratória que apresentei.
Um coordenador de departamento não deve ser indicado pelo diretor, de entre três com formação específica em supervisão pedagógica, ou outras semelhantes e que esteja nos escalões do topo da carreira para poder usufruir da redução da sua componente letiva para o exercício do cargo, algo que nem o pré escolar nem o 1.º ciclo têm.
Entendo que qualquer docente apto para as funções (de acordo com a minha proposta, ter a avaliação externa funcional do 2.º escalão) possa apresentar candidatura com plano de ação para a melhoria não apenas dos resultados dos alunos, mas também sobre o funcionamento pedagógico e organizacional de todo o departamento, sendo a escolha do coordenador feita de entre todos os docentes desse departamento.
O coordenador de departamento deve assumir uma posição de liderança forte no Conselho Pedagógico e não ser quase apenas uma correia de trasmissão de informações.
Os coordenadores dos departamentos não devem perder mandato com a eleição do diretor, nem o diretor perder o mandato com a eleição dos coordenadores. O coordenador do departamento ficaria dependente dos membros do departamento e o diretor dos coordenadores de departamento. Poderia ser proposta a destituição do diretor pela maioria dos coordenadores de departamento ou poderia ser destituído um coordenador de departamento por proposta do diretor. Em ambas as situações os motivos para a destituição teriam de ser validados por parecer do Conselho Geral.
O diretor que seria eleito por apresentação de plano de ação para a escola/agrupamento com votação dos coordenadores de departamento eleitos, a que se poderia acrescentar nessa eleição um parecer vinculativo do Conselho Geral que passaria a ter apenas funções de supervisão e aconselhamento. A votação dos coordenadores de departamento poderia ser representativa em função do número de docentes desse departamento.
A presidência do Conselho Pedagógico poderia ser feita de entre os coordenadores de departamento ou do diretor.
A dimensão pedagógica de uma escola passaria assim a distribuir pesos de poder entre todos os elementos e o diretor seria o interlocutor de todos os departamentos, ficando na sua dependência.
Todos, incluíndo o diretor, deveriam ter funções letivas com pelo menos uma turma, ou contacto com grupo de crianças ou alunos nos caso da Educação Pré-escolar e 1.º Ciclo, a determinar por um crédito de horas para estas funções.
Com um modelo assim, pouco importa se a gestão é unipessoal ou não.
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Jul 21 2019
Na estrutura de carreira que preconizo considero que em cada um dos escalões seja feita uma avaliação externa formativa assente em alguns aspetos chave da função de professor. Um ou outro poderiam ser adaptados em função dos objetivos fundamentais associados a esta carreira.
Em qualquer dos casos para esta avaliação formativa o docente deveria ver reduzida para metade a sua componente letiva no ano em que a requeresse.
Em cada uma das situações o docente faria formação numa instituição de ensino superior ligada às áreas das ciências de educação.
No primeiro escalão o ano de avaliação externa formativa deveria incidir na prática pedagógica. Durante este ano o docente faria uma reflexão sobre a sua prática pedagógica e seria acompanhado em supervisão pedagógica em contexto de sala de aula.
No segundo escalão a avaliação externa formativa prepararia o docente para a gestão e a coordenação pedagógica. Seria a partir da aprovação desta avaliação externa formativa que o docente estaria apto para o exercício de cargos de gestão e coordenação nas escolas.
No terceiro escalão o docente estaria obrigado a uma avaliação externa formativa na área do relacionamento pessoal ou para atualização de conhecimentos científico, didático-pedagógicos.
O quarto escalão deveria preparar os professores na carreira para que pudessem no escalão seguinte ser transmissores de conhecimentos pedagógicos e experiência profissional aos docentes em estágios pedagógicos.
Numa carreira estruturada desta forma as necessidades de formação inicial de professores deveria ser preparada tendo em conta o número de docentes que entrariam no 5.º escalão, por grupo de recrutamento.
Esta última parte eu sei que é idílica tendo em conta o número de professores já formados e que aguardam colocação, mas o princípio ideal de uma carreira atrativa seria mesmo este, que um aluno fosse formado em professor sabendo que as escolas estariam preparadas para o receber como docente de imediato (tal como os médicos).
Em todos os casos o resultado da avaliação externa devia ser considerada para efeitos de progressão dos docentes.

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Jul 21 2019
(…)
O caso em si não é grave na sua essência. Mas é altamente sintomático. É que estes três factos revelam-nos uma quarta coisa. Uma prática onde as autoridades judiciais consideram haver indícios de crime ao ponto de constituirem arguidos é tratada pelo Parlamento com benefício de infractores, atropelo das regras em vigor e tentativa de encobrimento.
É obviamente inaceitável e vergonhosa esta prática dos serviços parlamentares levando-nos a pensar o óbvio: se é assim com os poucos casos de que há conhecimento público como serão as práticas correntes na chamada “casa da democracia”?
Como se vê, os deputados podem fazer e aprovar os “pacotes da transparência” que bem quiserem que pouco ou nada vai mudar. O problema não está na lei. Ela já existe e até pode considerar crime o que ali foi feito.
O problema está nas atitudes e nos comportamentos de alguns deputados e dos próprios serviços do Parlamento, que até se acham no direito de esconder as motivações das suas decisões, como num bom regime musculado.
E isto não se muda com leis bonitas que são feitas apenas para emoldurar e pendurar na parede, muitas vezes para provocar a prescrição de casos antigos ou para se poder recorrer ao tal chavão: “nós até aprovámos um novo pacote da transparência…”.
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Jul 20 2019
… começa logo na página 6 com uma premissa errada no que respeita à Educação.
Porque de acordo com os dados da Pordata de 19-06-2019 a taxa de natalidade tem vindo a aumentar desde 2015. E a partir do meio da próxima legislatura já vão entrar mais alunos no ensino básico do que vão entrar em 2019/2020 e 2020/2021.

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Jul 20 2019
Título: “The Marathon Diary” | Autores: “Hanne Berkaak“
Always Last embarca em uma maratona aventureira através da paisagem gelada e mítica da Lapônia. Mas ela logo descobre que a corrida não será uma linha reta entre o início e o fim. Eventos grotescos, tentações imprevistas e absurdos alegres continuam a afastá-la do caminho, à medida que ela se afasta cada vez mais. Mas no final todas as diversões e encontros imprevisíveis se tornam a recompensa por seus esforços quando ela cruza a linha de chegada. Finalmente, não se trata de ganhar ou perder. O risco em perder-se a si própria.
Até à próxima semana ou todos os dias em facebook.com/cinemasemconflitos

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Jul 20 2019

This is a story about how the lowest common denominator of popular media paved the way for the lowest common denominator of populist politics. And it’s got data.
It begins with the opening of Italy’s airwaves, long the dominion of the highly regarded public broadcaster RAI. In the 1980s, an aggressive and unabashedly unsophisticated channel called Mediaset elbowed its way into the market and spread across the country, buying up small local channels and countering RAI’s educational mission with a heavy dose of cartoons, sports, soap operas, movies and other light entertainment.
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Jul 20 2019
… aconselho a leitura deste artigo de 24 de Março de 2010, principalmente para aqueles que acham que as minhas novas funções podem fazer mudar o meu pensamento.
O documento é o original da altura e qualquer motor de busca o encontra pela NET.
Passaram quase 10 anos sobre o que escrevi e pouco me importa que achem que estarei a estruturar o que estou a publicar sem ter um pensamento claro sobre tudo isto. Ainda por cima com alguns a querer imaginar que o programa do PS estará colado aos meus artigos desta semana.
Se há coisa que aguento bem é com a crítica de ideias, isso é bom no meu ponto de vista.
Mas se for preciso fazer um simulador para cada um perceber melhor o impacto de uma mudança deste género, também o farei, porque há quem perceba melhor se o saldo final der uns euros a mais no fim da carreira. E depois disso talvez percebam melhor o que proponho.
E se tudo isto tivese existido em 2010, quase de certeza que não teríamos passodo por umas trevas de 7 anos, nem às injustas ultrapassagens que passaram a ocorrer a partir daí.
Por um lado tenho alguma preferência por um tipo de carreira vertical, por outro lado também sei que uma carreira vertical serve alguns (e quase nunca os melhores) na ascensão aos patamares hierarquizados.
O tipo de carreira que defendo assenta numa hieraquização de funções mas numa carreira horizontal.
Como eu estruturaria essa carreira?
Em primeiro lugar, elevava o índice de entrada na carreira ao mesmo tempo que reduzia os índices de topo.
Algo como: 1º escalão, índice 200; 2º escalão, índice 225; 3º escalão, 250; 4º escalão, 275 e 5º escalão, 300.
Uma estrutura deste género permitia basicamente ao longo de toda a carreira auferir o mesmo que na estrutura actual e desapareciam as enormes diferenças entre o início e o fim da carreira. Lembro-me de alguém dizer que era inadmissível existir uma diferença tão grande entre o início e o fim da carreira. Pois é, mas foi a mesma pessoa que tornou essa diferença ainda maior.
Que duração deveriam ter esses escalões?
Entre seis e oito anos. Estes são daqueles pormenores que ficam sempre para alguém que lide com as finanças.
E como criar as categorias hierarquizadas nesta estrutura horizontal?
Só reconheço duas funções hierarquizadas nas escolas, o cargo de coordenador de departamento e o cargo de Director ou Presidente da escola. Independentemente do tempo de serviço de um e de outro estes cargos devem ser reconhecidos num patamar remuneratório superior. Assim o índice 340 seria o valor monetário a receber por todos os coordenadores de departamento (eleitos através de concurso interno) e o índice 370 seria o vencimento do “chefe supremo” (eleito através de concurso).
No fim deste exercício que serve apenas como referência inicial a qualquer coisa que poderá surgir de forma mais estruturada até seria possível conviver com dois tipos de carreiras e que cada um optasse por aquela que mais lhe conviesse sem possibilidade de mudança.
Um dia mais tarde poderei voltar a pensar nesta ideia.
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Jul 20 2019
De acordo com o meu ensaio para uma nova carreira docente seria criada uma carreira docente funcional que poderiam aceder a essa função todos os docentes que passassem pela avaliação externa do 2.º escalão por uma avaliação externa funcional.
O que entendo por estas avaliações externas é que o docente em cada um dos escalões teria a possibilidade de aceder a formação ao longo de um ano letivo, passando a sua componente letiva desse ano para metade da que estaria obrigado, permitindo assim ao estado cumprir a sua função de formação ao longo da carreira docente.
Às funções funcionais ficam adstritas as responsabilidades pedagógicas e não as avaliativas dos docentes, podendo a “função avaliativa” ser meramente de acompanhamento às avaliações externas.
Na avaliação dos docentes na carreira funcional indiquei que a mesma seria feita pela IGEC, pelo que como facilmente poderiam pressupor, não haveria intervenção do Conselho Geral para a eleição do diretor, nem do diretor para a eleição dos Coordenadores de Departamento.
Assim, o modelo de Gestão e Administração das Escolas deveria partir deste pressuposto também.
À candidatura funcional de Coordenador de Departamento os docentes devem apresentar projeto de intervenção de candidatura a um mandato de 4 anos que será de eleição entre todos os membros desse departamento.
O candidato a diretor apresenta candidatura para um mandato de 4 anos que será de análise e eleição entre todos os coordenadores de departamento. A eleição do diretor é válida após aprovação do Conselho Geral, ficando aqui o Conselho Geral apenas com a função de órgão consultivo.
Os mandatos dos Coordenadores de Departamento não cessam com a eleição do Diretor, pois não deverá existir qualquer relação de dependência entre eles, pelo que não se justifica a inerência do cargo de presidente do Conselho Pedagógico ao Diretor.

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Jul 20 2019
Obviamente que uma transição entre carreiras não pode originar perdas de remuneração, pelo que esta transição tinha de partir desse princípio.
A maior dificuldade que existe numa alteração de carreira prende-se com a existência de regras antigas de transição que fez com que as ultrapassagens existissem e esta minha proposta tenta dentro do possível atribuir regras específicas a quem já está dentro da carreira que não seriam possíveis atribuir de futuro a quem nela viesse a entrar, tal como a recuperação do tempo de serviço que ainda falta contabilizar.
Para a transição a uma nova estrutura da carreira os cerca de 6 anos em falta deveriam ser atribuídos aos docentes que estão na carreira, não o sendo para quem nela viesse a entrar pois as ultrapassagens iriam acontecer tal como no ECD de 2005, onde docentes com mais tempo de serviço foram ultrapassados por quem ingressou na carreira depois de 2011.
Esta nova estrutura elimina as barreiras para mudanças de escalão, pelo que esta nova estrutura de carreira permitiria ao docente ter exata noção da sua carreira profissional futura, assim como do momento que poderia aposentar-se.
Aos docentes que encontram-se a partir do 7.º escalão mantinham-se as regras progressão pelo atual modelo de carreira, podendo no entanto o docente optar pela nova estrutura de carreira se lhe for mais favorável ver considerado o tempo de serviço ainda não contabilizado para optar pelas regras de aposentação contidas na nova estrutura da carreira.

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Jul 20 2019
Estas coisas têm um certa piada! Há pessoas que te querem convencer que só mudariam o que tu reivindicas, perdendo a oportunidade de mexer naquilo que lhes interessa ou aos seus ideais . Quem dá com uma mão tira com a outra, e às vezes, até tira com os pés. (parece que a ideia de mudar o ECD não é do Arlindo, já anda na cabeça dos (des)mandantes há muito. A diferença é que o Arlindo faz um exercício em que todos podem expressar o seu apoio ou não e até dar ideias. Na altura de serem “estes” a ideia que prevalecerá será, unicamente, a deles)
Cafôfo garante progressão na carreira docente e eliminação das quotas para os 5.º e 7.º escalões
O candidato do Partido Socialista-Madeira a presidente do Governo Regional reuniu-se, esta manhã, com o Sindicato dos Professores da Madeira, para abordar as questões da Educação, com destaque para o papel dos professores, não apenas no ensino, mas na sociedade.
Considerando que o papel dos docentes tem um impacto muito grande no desenvolvimento da Região e para as crianças e jovens, Paulo Cafôfo salientou que a carreira tem de ser valorizada. “A Madeira que nós teremos daqui a 25 anos será reflexo do trabalho que os professores hoje, neste dia, estão a desempenhar e a realizar”, frisou.
“O Partido Socialista defende, e nós no Governo Regional iremos cumprir aquilo que é a reposição do tempo de serviço que ficou congelado”, assegurou.
O candidato referiu-se também à questão dos professores contratados, que estão sempre a preencher necessidades definitivas do sistema, apesar de não terem qualquer vínculo. “Nós queremos integrar esses professores de uma forma definitiva no sistema e queremos também acabar com uma injustiça que são as quotas para a progressão no quinto e sétimo escalões, mas também os percentis que existem no muito bom e no excelente”, disse, Paulo Cafôfo, acrescentando que “não pode haver barreiras para a progressão dos docentes, desde que eles tenham um bom desempenho e mérito naquilo que fazem”.
Afirmando que estas são matérias que estarão na agenda de um governo regional socialista, o cabeça-de-lista às eleições de 22 de Setembro deixou uma garantia a todos os professores: “Nós vamos cumprir aquilo que é a progressão na carreira, aquilo que é a eliminação das quotas e dos percentis no muito bom e no excelente, mas também uma coisa que o Governo Regional suspendeu, que foi a aceleração da carreira por bonificação. Ou seja, se um professor adquire um mestrado ou doutoramento, deve esse investimento ser valorizado na respetiva progressão”.
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Jul 19 2019
A redução da componente letiva para além de ser um reconhecimento do desgaste do tempo de serviço docente, é também uma forma de compensação por força do desgaste na profissão.
A primeira redução da componente letiva atualmente situa-se nos 50 anos de idade com 15 anos de serviço, sendo a maior redução aos 60 anos de idade, independentemente do tempo de serviço.
O atual regime de monodocência tem dois momentos de redução total de componente letiva, aos 25 e aos 32 anos de serviço e uma redução de 5 horas a partir dos 60 anos de idade.
Nesta proposta a redução da componente letiva inicia-se aos 8 anos de serviço, independentemente da idade e acresce mais duas horas de redução a cada mudança de escalão, no regime normal.
No caso do regime de monodocência seria possível que em cada escalão pudesse ser concedido um ano de isenção de componente letiva, podendo o docente optar por transportar para o ou os escalões seguintes esse ano de redução total da componente letiva. Podendo neste caso, nos últimos 8 anos de carreira o docente optar pelo trabalho a meia jornada de trabalho, ou beneficiar de 4 anos de redução da componente letiva.
Em ambas as situações, a aposentação sem penalizações seria concedida aos 40 anos de serviço, independentemente da idade.

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Jul 19 2019
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Jul 19 2019
Encontra-se publicada a lista definitiva do procedimento para a celebração de contratos de associação 2019.
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Jul 18 2019
E não podemos saber quem é?
Não é o contribuinte que paga os buracos todos feitos por esta máfia?
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Jul 18 2019
Deixo um primeiro artigo do que penso ser uma nova estrutura da carreira docente.
Atualmente temos uma carreira horizontal estruturada em 10 escalões com contrangimentos vários para a sua progressão.
Existe uma enorme diferença salarial entre o início e o fim da carreira que torna a carreira pouco atrativa para quem ser professor. E os últimos escações são atualmente quase inacessíveis à maioria dos docentes.
Entendo que a carreira devia ser valorizada remuneratóriamente no início em detrimento dos escalões finais de carreira, por isso entendo que a carreira devia iniciar-se no índice 200 e terminar no índice 300. Continuo a achar o mesmo que achava em 2005 e entendo que a carreira devia ser verticalizada de forma transitória para o exercício de cargos de gestão e administração pedagógica.
Com a atual estrutura da carreira e de acordo com dados de março de 2019 no Portal do Governo, existem 102.494 docentes de acordo com a distribuição por escalão conforme quadro em baixo.
Para a apresentação desta nova estrutura faço a comparação dos vencimentos entre as duas carreiras, fazendo uma distribuição dos docentes quase equitativa entre escalões.
O princípio desta nova carreira passaria pelo seguinte:


NOTA: Estes artigos são apenas um exercício pessoal para lançar a debate uma discussão sobre uma eventual alteração à estrutura da carreira docente e terão seguimento futuro em breve.
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Jul 18 2019
Segundo dados oficiais hoje divulgados, o número de vagas no concurso nacional de acesso deste ano é praticamente igual ao de 2018, quando foram a concurso 50 852 vagas.
No total, contabilizando também os concursos locais de acesso, os lugares disponíveis são 51 568.
Em 2019, os candidatos têm 1087 cursos à disposição nas universidades e politécnicos públicos e a expectativa do Ministério da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior (MCTES) é que o número de candidatos seja semelhante ao de 2018.
“Face aos resultados dos exames nacionais já realizados é expectável que o número de candidatos às vagas colocadas a concurso seja também semelhante face ao ano anterior”, lê-se numa nota do MCTES.
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Jul 18 2019
A Federação Nacional dos Professores (FENPROF) vai manter a greve ao trabalho extraordinário no próximo ano letivo, caso os horários não sejam entretanto alterados, abrangendo assim todo o trabalho marcado fora do horário semanal das 35 horas de serviço docente. A greve poderá começar no primeiro dia de aulas. Segundo a organização sindical, a reunião, realizada na última segunda-feira com o secretário de Estado da Educação, não trouxe novidades. A tutela, sustenta, “não reconhece problemas, considera que a culpa é do Estatuto da Carreira Docente e nada parece querer fazer para acabar com o ‘sobretrabalho’ imposto aos professores”.
Na agenda do encontro, estava a questão dos horários de trabalho e a vontade de eliminar abusos e ilegalidades nesta área. No final, nada de novo. “Aos professores resta recorrer à greve desde o início do próximo ano letivo, não comparecendo nas reuniões e outras atividades que lhes sejam impostas para além das 35 horas semanais de trabalho estabelecidas na lei”, adianta a FENPROF, em comunicado. Os docentes que queiram impugnar judicialmente os horários de trabalho terão apoio jurídico.
A FENPROF volta a denunciar que os professores estão a trabalhar, em média, 46 horas semanais, “sendo este um dos fatores que contribui de forma relevante para o seu grande desgaste”. E garante que esta situação se agravou no ano letivo que terminou “com a implementação dos regimes de educação inclusiva e de flexibilidade curricular”. “Estes regimes estão a ser implementados à custa de uma ainda maior sobrecarga de trabalho imposta aos docentes, sendo disso exemplo o facto de, em algumas escolas, estes terem sido convocados para dezenas de reuniões e inúmeras horas de formação, ou sido obrigados a imenso trabalho burocrático, sempre para além do seu normal horário de trabalho”, sublinha.
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Jul 18 2019
Abriu-se a Caixa de Pandora. Os relatos de exaustão extrema que, em pelo menos quatro casos, terão conduzido professores à morte não param de chegar à Fenprof, que passou a manhã de quarta-feira a analisar um potencial quinto óbito. Depois de na terça-feira, a Fenprof ter denunciado três casos em que os professores terão morrido por exaustão, as denúncias semelhantes começaram a ser recebidas às dezenas no sindicato. Pelo menos duas delas apontavam para mais duas mortes, que acabaram por se revelar ser da mesma pessoa. A primeira, já noticiada, é de um caso em Oliveira de Azeméis e foi recebido na terça-feira. Já esta quarta-feira, uma nova denúncia apontava para outro óbito, em Estarreja. Como as duas localidades são muito próximas, a Fenprof suspeitou que pudesse ser o mesmo caso, o que veio a verificar-se.
Ao que o Observador apurou junto do sindicato, todos os casos ocorreram em casa, à noite, enquanto os professores “trabalhavam em frente ao computador”, a corrigir provas, a dar notas ou a preparar atas de reuniões. A única exceção foi a de uma professora de Inglês, que morreu na sala de aulas numa escola de Manteigas, e que era titular de todas as turmas do 7.º ao 12.º anos daquela disciplina.
“Não se tratam de denúncias anónimas. São professores que nos enviam os seus testemunhos, que assinam com o seu nome os relatos que nos fazem chegar. E há também denúncias que são feitas pelos familiares de professores, preocupados com o excesso de horas de trabalho”, explica fonte da Fenprof. Um dos relatos que mais impressionou os sindicalistas da Fenprof foi o de um marido que relata o dia a dia da sua mulher, professora, que diz ter de estar constantemente disponível para a escola, mesmo quando está em casa, “roubando o tempo que devia ser da família”.
Com o aumentar de denúncias recebidas, a Fenprof está em estado de alerta. Segundo o que o Observador apurou, o principal objetivo neste momento é perceber se há uma correlação direta entre excesso de carga horária, situações de burnout e a morte destes professores ou se, pelo contrário, os óbitos não terão passado de uma coincidência.
Como todas as denúncias são apontadas por pessoas perfeitamente identificadas, a Fenprof está a compilar toda a informação disponível em cada um dos casos para, o mais tardar na quinta-feira, fazer seguir um ofício para o Ministério Público com um pedido de investigação às mortes. Nome dos professores, dos agrupamentos e das escolas é a informação que ainda está a ser recolhida e que irá ser partilhada também com o Ministério da Educação. À imprensa, serão divulgados todos os dados recolhidos, exceto a identidade dos professores. “São mortes muito recentes, queremos tentar poupar ao máximo as famílias”, esclarece a mesma fonte.
Contactado pelo Observador para comentar este assunto, o Ministério da Educação não respondeu até à hora de publicação deste texto.
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Jul 18 2019
O MUBI é um serviço de streaming de conteúdo cinematográfico, à imagem da Netflix, Amazon Prime Video, Hulu e Filmin. Mesmo tendo bastante menos subscritores que alguns dos seus concorrentes, apresenta uma oferta sólida e muito própria.
Caso seja estudante ou professor [de cinema], tem a oportunidade de subscrever o MUBI de forma completamente gratuita! Saiba como o pode fazer.
Desconhecido da grande parte do público, o MUBI – anteriormente The Auteurs – é uma verdadeira cinemateca online! Fundado em 2007, é um dos melhores serviços de streaming que pode subscrever para ver filmes. Ao passo que os seus concorrentes apostam num catálogo para agradar às massas, o MUBI tem um cartaz bem mais específico.
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Jul 18 2019
A Microsoft tem um passado recente complicado no que toca a privacidade. Esta recolha de dados é uma realidade e isso tem incomodado os utilizadores. A empresa refuta as acusações, limitando a recolha a dados técnicos.
Mesmo com esta atenção, os problemas não deixam de surgir. O mais recente vem da Alemanha, onde o regulador vai banir o Windows 10 e o Office 365 das escolas públicas.
Ainda só está limitado ao estado alemão de Hesse, mas o seu CDPFI (Commissioner for Data Protection and Freedom of Information) tomou uma posição. Este declarou que as práticas da Microsoft violam claramente as regras do RGPD.
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Jul 18 2019
Exmo/a. Sr.(ª) Diretor(a)/Presidente de CAP
Informa-se que vai estar disponível, a partir do dia 17 e até às 18:00 horas do dia 19 de julho de 2019, a aplicação Reposicionamento 2018-Atualização destinada a atualizar o cumprimento dos requisitos de observação de aulas e/ou de formação contínua dos docentes reposicionados provisoriamente nos termos da Portaria n.º 119/2018, de 4 de maio.
Para o efeito, deverá ser selecionada a opção Reposicionamento 2018-Atualização, devendo ser efetuados os uploads dos certificados de formação, bem como o requerimento da observação de aulas e respetivos Anexos II, de acordo com o(s) requisito(s) atualizado(s).
Chama-se a atenção:
Com os melhores cumprimentos,
A Diretora de Serviços de Gestão de Recursos Humanos e Formação
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Jul 18 2019
Exm.º/ª Senhor(a) Diretor(a)/Presidente da CAP,
Cumpre informar V. Ex.ª de que a aplicação eletrónica, para efeitos de pedido para prestação de trabalho na modalidade de meia jornada do pessoal docente, será disponibilizada de 18 de julho a 30 de agosto de 2019.
Salienta-se que os docentes só deverão apresentar o seu pedido, no supra mencionado período, após tomarem conhecimento da unidade orgânica onde vão exercer funções no ano escolar de 2019/2020.
Junto se remete em anexo a Nota Informativa – MODALIDADE DE HORÁRIO DE TRABALHO – MEIA JORNADA, que também se encontra disponível na página da DGAE.
Com os melhores cumprimentos,
A Diretora-Geral da Administração Escolar
Susana Castanheira Lopes
[gview file=”https://www.arlindovsky.net/wp-content/uploads/2019/07/Nota-Informativa-MEIA-JORNADA_2019.pdf”]
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Jul 17 2019
… para quem sabe servir para alguma coisa para um próximo governo de geringonça, ou não.
Em breve darei algumas pistas daquilo que considero ser uma nova carreira docente que elimine a maioria dos contrangimentos atuais. Estou aberto a contibutos dos leitores do blogue que pretendam fazer parte deste ensaio.
Quem pretender colaborar neste ensaio pode enviar e-mail dando conta dessa vontade.

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Jul 17 2019
Começam hoje as candidaturas ao concurso de acesso ao Ensino Superior e a escolha já deverá estar feita, mas o portal Infocursos pode resolver algumas dúvidas de última hora.
Muitas vezes são as médias finais do secundário, ou as vagas disponibilizadas para determinados cursos, que obrigam a mudanças nas escolhas de curso/instituição de ensino superior, e o momento de carregar a opção na plataforma online da DGES é sempre precedido de alguma angústia.
A informação sobre os curriculos de cada uma das opções, da própria universidade e politécnico, e dos apoios que existem para alunos deslocalizados, é sempre importante para ajudar na escolha, e os guias estão online com muitas perguntas e respostas para ajudar alunos e educadores.
Para dar mais informação complementar o Ministério da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior disponibiliza também há vários anos o Infocursos, um portal com informação sobre os cursos, com dados e estatísticas atualizadas sobre as licenciaturas e mestrados integrados
(Notícia retirada daqui: https://tek.sapo.pt/extras/site-do-dia/artigos/infocursos-este-portal-pode-dar-uma-ajuda-a-escolher-o-melhor-curso-do-ensino-superior)
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Jul 17 2019
Pois este é o prazo limite para a submissão das preferências à Contratação 2019/2020.
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Jul 17 2019
Os docentes de carreira dos agrupamentos de escolas ou escolas não agrupadas identificados na aplicação “Indicação da Componente Letiva” (ICL 2019/2020) como não tendo componente letiva atribuída estão abrangidos pela alínea a) do n.º 1 do artigo 28.º do Decreto-Lei n.º 132/2012, de 27 de junho, na redação em vigor, pelo que, independentemente da figura de mobilidade que possam ter ou não autorizada para o ano escolar de 2019/2020, apresentam obrigatoriamente candidatura a mobilidade interna, pelo agrupamento de escolas/escola não agrupada de provimento, sendo posteriormente retirados do concurso, pela DGAE, uma vez que prevalece a mobilidade previamente autorizada.
Os docentes de carreira de Quadro de Zona Pedagógica apresentam obrigatoriamente candidatura a mobilidade interna, pelo agrupamento de escolas/escola não agrupada onde exerceram funções pela última vez, independentemente da figura de mobilidade que possam ter ou não autorizada para o ano escolar de 2019/2020, sendo posteriormente retirados do concurso de mobilidade interna pela DGAE, uma vez que prevalece a mobilidade previamente autorizada.
SDPSul
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Jul 17 2019
Nos últimos tempos têm vindo a publico algumas situações envolvendo Diretores. Muitas são as queixas que nos chegam sobre alguns Diretores que nos fazem lembrar a imagem do “Reitor”.
Na Escola Pública temos de tudo. O ex Diretor de Montalegre vai ser julgado por abuso de poder. Na Amadora um Diretor é acusado de ter agredido um colega. Sim, colega. Um Diretor não deixa de ser professor só por ter sido nomeado para um cargo de direção.
No Ensino Particular os casos também existem. O grupo GPS está sob fogo por haver suspeitas de “esbanjamento” de dinheiro. Mas a maioria passa-nos ao lado, porque nunca chegam aos média ou são abafados internamente.
O caso em baixo é mais um caso que julgamos estranho. Parece que além de falta de professores vamos passar a ter falta de Diretores…
Quem não se lembra do artigo sobre “O estranho caso da fuga de professores dos Jardins – Escola João de Deus – Reflexão!“?
Pois bem, como tudo continua na mesma, começa a haver a necessidade de terem de “implorar” para que alguém aceite, imagine-se, ser diretor do Jardim – Escola de Ponte de Sôr!
Pois é, ao que a arrogância ou má gestão nos leva!
Leia e pasme-se com o comunicado que nos chegou ao blog!
[gview file=”https://www.arlindovsky.net/wp-content/uploads/2019/07/Pedido-de-Diretor.pdf”]
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Jul 16 2019
A Ordem dos Psicólogos Portugueses divulgou, na sua página electrónica, um conjunto de perguntas frequentes e respectivas respostas, relacionadas com os concursos externos destinados à celebração de contratos por tempo indeterminado de Assistentes Técnicos e Assistentes Operacionais.
Podem ser consultadas na sítio da internet: https://www.ordemdospsicologos.pt/pt/p/avaliacao_psicologica_escolas
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Jul 16 2019
Um currículo global e alinhado do 1º ao 12º ano que integre autonomia local de forma consciente e a valorização da profissão docente são duas das grandes propostas que um grupo de professores e especialistas nomeados pelo Ministério da Educação apresentou no relatório “Recomendações para a melhoria das aprendizagens dos alunos em Matemática”, divulgado na passada sexta feira pela Direção-Geral da Educação.
De acordo com a equipa coordenada por Jaime Carvalho e Silva, da Universidade de Coimbra, o ensino atual padece de várias fragilidades provocadas pela existência de “documentos curriculares nacionais díspares, que atualmente coexistem dirigidos ao ensino da matemática”. É necessário, por isso, uma revisão integral dos programas, para que o ensino da disciplina seja coerente e progressivo ao longo do três ciclos.
A VISÃO falou com a presidente da Associação de Professores de Matemática (APM), Lurdes Figueiral, que começou por dizer que “para quem trabalha no meio e conhece a realidade, as recomendações não constituíram propriamente uma surpresa, embora seja importante debate-las”. Muito do que se propõe no documento já acontece na prática em várias unidades de ensino, daí que “não se possa dizer que as medidas venham começar do zero”, refere Lurdes Figueiral. “Está em causa o facto de deixar de ser a exceção para passar a ser a regra” acrecenta.
Defender um currículo alinhado ao longo do percurso é, segundo a presidente, “uma forma coerente de integrar a autonomia local”. De facto, a segunda recomendação do relatório incide sobre a existência de dois níveis de decisão, o nacional e o local. Se por um lado, deve existir um tronco comum a nível nacional, pensado em ciclos (e não em anos de escolaridade) e que consista nas “orientações metodológicas a adotar, os recursos a usar e a avaliação a praticar”, por outro, o nível local corresponde ao “detalhamento e completamento do currículo nacional de Matemática atendendo às especificidades dos seus contextos”, de acordo com o relatório.
Mas a mensagem do documento não passa só por uma alteração currícular. A estabilidade das políticas curriculares é uma segunda área de recomendações do relatório. A presidente da APM reforça a importância de as equipas responsáveis pelas alterações currículares sejam constituídas por técnicos e especialistas e não evoluam à deriva “da vontade de uns e de outros”. Um visão que vai ao encontro do que é defendido no relatório, ou seja, que as mudanças “devem justificar-se por critérios de natureza técnico-científica”.
Os autores vão mais longe e propõem a “criação de uma entidade (…) que se responsabilize inteiramente pela regulação dos processos de mudança curricular”.
A terceira área de foco do relatório está relacionada com as avaliações. Segundo o grupo de trabalho, “as práticas de avaliação de desempenho dos alunos devem merecer uma atenção igual à que habitualmente é dada às práticas de ensino”. Pretende-se que os métodos de avaliação “sejam em prol do sucesso e não da retenção” e que a estruturação currícular em ciclos poderá ajudar nessa matéria.
Os últimos pontos apresentados no relatório, fundamentais na opinião de Lurdes Figueira, têm a ver com a formação dos professores. Segundo os autores, é essencial que haja valorização da profissão de docente, que sejam criadas mais condições para a formação académica dos mesmos, e que se invista em programas de formação contínua, principalmente na perspetiva do “trabalho colaborativo entre pares”.
Este relatório constitui a primeira fase de um processo de elaboração de recomendações para o ensino da matemática. Nos próximos meses o grupo de trabalho que realizou o documento irá discuti-lo com várias instâncias relevantes na área e, por fim, elaborar um relatório final.
Com Áudio da Antena 1 :
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Jul 16 2019
O diploma que prevê a recuperação do tempo de serviço prestado pelos professores para progressão na carreira nos Açores foi hoje publicado em Diário da República e entra em vigor quarta-feira, anunciou o Governo Regional.
A Assembleia Legislativa dos Açores aprovou em junho, por unanimidade, uma proposta do Governo Regional socialista que procede à recuperação do tempo de serviço docente congelado no arquipélago, de forma faseada, ao longo de seis anos.
A recuperação do tempo de serviço docente, a iniciar-se já a partir do próximo ano escolar, deverá, contudo, ser concretizada de forma faseada, em seis anos, enquadrada nos recursos disponíveis, mas sem qualquer condicionante orçamental, podendo, até, ser antecipado o período em que se executará a recuperação, em função do número de docentes que se aposentem no ano anterior, explica uma nota do executivo açoriano enviada às redações.
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Jul 16 2019
Encontra-se disponível a aplicação que permite aos docentes efetuar a candidatura à mobilidade interna, entre o dia 16 de julho e as 18:00 horas do dia 22 de julho de 2019 (hora de Portugal continental).
Disponibilizamos os códigos dos AE/ENA e os códigos das Escolas de Hotelaria e Turismo / Estabelecimentos Militares de Ensino. Pode igualmente consultar os protocolos entre o Ministério da Educação e o Turismo de Portugal I.P., e com os Ministérios da Defesa e do Trabalho e Segurança Social.
Consulte a nota informativa e o manual de instruções da aplicação.
SIGRHE – candidatura a mobilidade interna
Nota informativa – mobilidade interna
Manual – candidatura a mobilidade interna
Códigos das escolas de hotelaria e turismo e horários disponíveis
Códigos dos estabelecimentos militares de ensino e horários disponíveis
Protocolo de cooperação entre o Ministério da Defesa e Ministério da Educação
Protocolo de cooperação entre o Ministério da Economia e o Ministério da Educação
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Jul 16 2019
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Jul 16 2019
Não é que não concorde, mas é necessário preparar tudo com tempo. A formação tem de ser acautelado de forma séria, não às três pancadas como temos visto…
Grupo de peritos nomeado pelo Ministério da Educação frisa que o ensino da Matemática está a ser norteado por documentos “inconciliáveis” entre si e que todos, incluindo as novas aprendizagens essenciais, devem ser revogados de modo a dar corpo a novo currículo, que se distinga também pela sua curta extensão.
Nem os programas aprovados por Nuno Crato, nem as aprendizagens essenciais sufragadas por Tiago Brandão Rodrigues. Para que a Matemática possa vir a ser um caso de sucesso em Portugal é preciso começar do zero, com um novo currículo que “deverá substituir todos os programas” actualmente existentes.
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Jul 15 2019
E como cabeça de lista…
Quem esperava por alguma mudança de trajetória, desengane-se. Isto vai continuar “na mesma como a lesma”.
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