Acho que nunca aconteceu não ser publicada a Nota Informativa juntamente com a publicação das listas e aponto algumas razões para isso:
Nesta Nota Informativa entra a informação dos aditamentos, mas não me parece que isso seja um problema de maior.
Pode haver preocupação da DGAE para que o prazo para o pedido de horários termine depois do dia 17 de setembro e para isso o pedido de horários pode atrasar mais, parece-me que isso já seja um problema de maior.
Ou pode ser pela questão da substituição dos docentes de risco.
Foram colocados 3.618 docentes contratados na Reserva de Recrutamento 2 de acordo com a seguinte distribuição por grupo de recrutamento, duração do contrato e número de horas.
Publicitação das Listas Definitivas de Colocação, Não Colocação, Retirados e Listas de Colocação Administrativa – 2.ª Reserva de Recrutamento 2020/2021.
Aplicação da aceitação disponível das 0:00 horas de terça-feira, dia 15 de setembro, até às 23:59 horas de quarta-feira, dia 16 de setembro de 2020 (hora de Portugal continental).
Ao longo do dia de hoje já apareceram as primeira contratações de escola para os diversos grupos de recrutamento (com exceção do grupo 360 que já existem há algum tempo por falta de candidatos nas listas).
Às 18:30 existem 96 horários em concurso de acordo com a distribuição seguinte por grupo de recrutamento e número de horas.
Uma das práticas que as escolas deviam ter para evitar que os docentes concorram às escuras a horários inferiores a 8 horas é apresentar a mancha horária para o docente ter noção àquilo que vai concorrer.
Já por várias vezes abordei isso e na meu primeiro pedido de horário inferior a 8 horas coloquei nas informações o horário em concurso.
Julgo até que este procedimento devia ser obrigatório para todos os horários inferiores a 8 horas. Evitará em muitos casos um atraso desnecessário na colocação com recusas de horários por não ser compatível o horário em concurso.
Neste ano letivo a escola mudou. Não é a mesma que conhecíamos há décadas, é uma nova escola ode nunca sonhamos deixar os nossos filhos.
A pandemia trouxe uma realidade com ela que ninguém esperava viver, uma realidade cheia de receios e incertezas. Qualquer saída á rua significa o perigo no regresso. A ida à escola não vai ser diferente.
As escolas tentam prepara-se da melhor maneira para o início do ano letivo, mas não está a ser fácil prepara-se contra um inimigo invisível. Os receios são muitos, tanto por parte dos profissionais, como dos encarregados de educação, até, dos próprios alunos. A incerteza de que a preparação do novo ano letivo funcionará apenas no papel está presente na mente de todos.
A azafama nas escolas sente-se à entrada, os Assistentes Operacionais recortam setas para colar no chão, nas salas de aulas joga-se Tetris com as mesas para tentar assegurar a distância pretendida entre elas, nos refeitórios marcam-se lugares a ocupar e a não ocupar, muda-se a mobília de lugar vezes sem conta e os alunos ainda nem sequer chegaram para lhe dar uso. Professores a olhar para qualquer espaço escolar como se para o vazio não significa distração, mas preocupação com uma qualquer medida que ali tem de aplicar, mas depois de medições e reviravoltas não consegue ir além do “se possível”.
Quando os alunos entrarem pela porta principal da escola, tudo tem que estar preparado. Se possível, todas as medidas têm que estar presentes no novo dia a dia da escola. O isolamento de grupos, as brincadeiras em espaços limitados com colegas predefinidos, os intervalos reduzidos, as refeições comidas às pressas para que, depois de desinfetado, outro ocupe o seu lugar, os novos acessórios da moda sempre presentes, o esfregar de mão constante envoltas em sabão ou álcool… as novas rotinas tão anormais como impensáveis noutros inícios de ano.
A escola vai ser muito diferente do que era. Este ano letivo vai deixar marcas numa geração inteira, vai deixar recordações que ninguém quer ter.
As nossas crianças e jovens ainda não iniciaram o novo ano letivo, mas começam a ter um vislumbre do que poderá ser esta escola que nenhum quer frequentar. Dia 17 de setembro todos eles estarão perante uma realidade que desconhecem. Preparados, ou não, todos terão que enfrentar a realidade para a qual não foram preparados. Será nessa preparação que os professores terão um papel fundamental, mas também ninguém se deu ao trabalho de os preparar a preparar. Exigiremos dos professores aquilo que não exigimos de nós ou de quem tem o dever. Sejamos francos, ninguém está preparado para este ano letivo. Tudo o que possa estra escrito em papel ou anunciado por “especialistas”, não passa de “achismos”, ou no máximo de esperanças.
Esta não é a escola que desejamos para os nossos filhos. Pelo menos aqueles que, ao telefone, não parecem ter outra preocupação se não saber se a cantina vai servir almoços às crianças… Tenham o melhor ano letivo “possível” face às circunstâncias em que, neste momento, vivemos.
Muitas vezes fica por perceber porque existem tantos horários anuais na Reserva de Recrutamento 1 que leva em muitas situações a suspeitar-se que os horários ficam guardados.
Hoje em dia é quase impossível guardar horários para determinada pessoa e atrasar o envio de um horário a concurso porque nada garante que ficará alguém específico no lugar, visto que as colocações se processam por concurso com variáveis que mudam muitas vezes de ano para ano, em especial as opções dos candidatos.
Mesmo assim fui identificar as 499 escolas que pediram horários anuais na Reserva de Recrutamento 1 e o número de colocados nesta reserva (não fui verificar as listas da Mobilidade Interna, pelo que o número que se apresenta aqui é diferente da realidade).
A escola que se encontra no topo da lista teve 19 contratados colocados. Se existe explicação para um número tão elevado, até pode haver, mas não deixa de ser estranha a situação.
Em 811 AE/ENA, 499 pediram horários o que quer dizer que foram mais escolas a solicitar mais horários para este reserva do que aquelas que nada pediram.
Clicando na imagem podem aceder aos números por escola. Apenas deixei o Código da escola, o número de colocados e o QZP de onde é essa escola.
Relativamente à distribuição por QZP verifica-se que o QZP 7 e o QZP 1 anda muito semelhantes no número de pedidos, 404 e 373, respetivamente.
Com a publicação da Reserva de Recrutamento 1 passam a poder existir 2729 vagas, ou seja, mais 43 vagas.
Fica aqui a distribuição dos lugares que podem abrir por Grupo de Recrutamento e QZP, Após a publicação da Reserva de Recrutamento 2 iremos identificar os docentes que poderão abrir estes lugares com as condições de cada um dos docentes que iremos determinar nesse artigo.
Quase metade das vagas serão abertas no QZP 7 (1323).
É um pouco injusto que os horários da RR1 que não são aceites pelo docente em tempo útil (48 horas) não possam voltar a concurso para a Reserva de Recrutamento 2.
No caso de um docente não aceitar uma colocação em horário anual obtida na RR1 até às 23:59 do dia 8 de setembro esse horário só pode ser pedido para a RR3, sendo igualmente horário anual, mas já não poderá retroagir ao dia 1 de setembro.
No entanto um horário temporário que será pedido agora para a RR2 poderá retroagir a 1 de setembro, seja anual ou temporário.
Seria simples para esta injustiça não existir se as escolas pudessem ao longo do dia 9 de setembro pedir os horários que não foram aceites até ao dia anterior.
É um pouco injusto que os horários da RR1 que não são aceites pelo docente em tempo útil (48 horas) não possam voltar a concurso para a Reserva de Recrutamento 2.
No caso de um docente não aceitar uma colocação em horário anual obtida na RR1 até às 23:59 do dia 8 de setembro esse horário só pode ser pedido para a RR3, sendo igualmente horário anual, mas já não poderá retroagir ao dia 1 de setembro.
No entanto um horário temporário que será pedido agora para a RR2 poderá retroagir a 1 de setembro, seja anual ou temporário.
Seria simples para esta injustiça não existir se as escolas pudessem ao longo do dia 9 de setembro pedir os horários que não foram aceites até ao dia anterior.
Este documento pretende apresentar, de uma forma simplificada, informação sobre a COVID-19, bem como as medidas a implementar por diferentes atores da comunidade educativa. O objetivo é servir como referencial de atuação para a prevenção e controlo da transmissão de SARS-CoV-2 no que respeita à gestão de casos, contactos e surtos de COVID-19 em contexto escolar.
As medidas apresentadas têm como base os princípios de evidência e conhecimento científico, bem como a evolução da situação epidemiológica, não dispensando, contudo, a consulta e cumprimento da legislação em vigor ou outras orientações específicas para os estabelecimentos de educação ou ensi
• disponibilização de equipamento individual a alunos e professores (várias fases de entrega);
• garantia de conectividade móvel gratuita para alunos e professores;
• acesso a recursos educativos digitais de qualidade (p. ex. manuais digitais; repositórios de RED);
• forte aposta num plano de capacitação digital de docentes;
Este plano prevê a formação de professores e a criação de um embaixador com 50% da componente letiva e não letiva em serviço no CFAE.
De setembro a Dezembro de 2020 prevê-se o seguinte:
• Identificação dos Formadores e dos Embaixadores (até 11 de setembro);
• Formação de formadores (setembro, outubro e novembro);
• Anonimização dos docentes (outubro);
• Preenchimento do diagnóstico por parte dos docentes (outubro / novembro);
• Constituição das turmas de nível 1, 2 e 3.
De janeiro a Agosto de 2021:
• Desenvolvimento da formação das primeiras turmas de nível 1, 2 e 3;
• Criação dos grupos de trabalho nas Escolas para a elaboração do PADD;
• Início da formação dos docentes na modalidade de projeto;
• Avaliação intermédia do Plano de Capacitação Digital dos Docentes.
E de setembro de 2021 a agosto de 2023:
• Continuação do desenvolvimento das turmas de nível 1, 2 e 3;
• No final de cada ciclo de avaliação intermédia, responder ao Check-in para feedback das competências digitais dos professores, avaliação do impacto da formação e reformulação e ajustamento aos PADD das Escolas;
• Criar novos planos de capacitação digital para os docentes.
– Planos de Desenvolvimento Pessoal, Social e Comunitário –
O Ministério da Educação aprovou 664 candidaturas de Planos de Desenvolvimento Pessoal Social e Comunitário, viabilizando a contratação de 900 técnicos especializados para apoio ao desenvolvimento destas iniciativas.
Os Planos de Desenvolvimento Pessoal, Social e Comunitário enquadram-se nas medidas de apoio ao acompanhamento dos alunos no regresso às aulas presenciais, visando o acolhimento dos alunos, o reforço das suas aprendizagens, a dinamização de atividades promotoras de bem-estar psicológico, o fomento de competências sociais e a interação com a comunidade.
Estas candidaturas foram avaliadas pela Estrutura de Missão do Programa Nacional de Promoção do Sucesso Escolar, tendo sido apresentadas medidas de âmbito bastante diverso, incluindo intervenção comunitária, adesão a projetos que visam a erradicação do bullying, promoção de competências socioemocionais, desenvolvimento de confiança e gosto pela escola através da arte, entre muitas outras (nas fotos, alguns exemplos de medidas aprovadas).
Desta multiplicidade de medidas, resulta a atribuição às escolas da capacidade de contratação de técnicos de áreas de especialidade diferentes: psicólogos educacionais e sociais (que representam a maioria das propostas apresentadas), mediadores sociais, assistentes sociais, terapeutas da fala, educadores sociais, mediadores, artistas residentes, técnicos de informática, terapeutas ocupacionais ou animadores socioculturais.
Privilegia-se, assim, a abordagem multidisciplinar e comunitária que permite uma intervenção educativa de apoio à criação de condições pessoais e sociais para o regresso saudável à escola.
O Ministério da Educação reconhece às escolas a enorme capacidade de criação e desenvolvimento destes planos.
Retirado do FB do Secretário de Estado, João Costa
Link permanente para este artigo: https://www.arlindovsky.net/2020/09/900-tecnicos-para-apoio-as-escolas-planos-de-desenvolvimento-pessoal-e-comunitario/
Lista de Colocação e Ordenação do Concurso de Contratação Inicial – Ano Letivo 2020/2021 | RAM
Vimos por este meio remeter as listas de Ordenação e Colocação do Concurso de Contratação Inicial do Concurso do pessoal docente da educação, dos ensinos básico e secundário e do pessoal docente especializado em educação ensino especial da Região Autónoma da Madeira para o ano escolar 2020/21.
📌 Após a divulgação das listas de Colocação do Concurso de Contratação Inicial para o ano escolar 2020/21 na Região Autónoma da Madeira, os docentes colocados devem seguir as seguintes informações referentes no Decreto Legislativo Regional n.º 9/2018/M, de 29 de junho.
— A aceitação da colocação pelo candidato faz -se, até vinte e quatro horas, correspondentes ao primeiro dia útil após a publicitação da colocação.
— A apresentação na escola é efetuada no prazo de vinte e quatro horas após a aceitação ou no prazo de setenta e duas horas, consoante os candidatos residam ou não na Região Autónoma da Madeira.
— Na ausência de aceitação ou apresentação considera -se a colocação sem efeito, aplicando -se o disposto no artigo 20.º, com as necessárias adaptações.
Link permanente para este artigo: https://www.arlindovsky.net/2020/08/lista-de-colocacao-e-ordenacao-do-concurso-de-contratacao-inicial-ano-letivo-2020-2021-ram/
Presumo que desta regra ficarão de fora os docentes sem componente letiva, mas isso é apenas a minha presunção.
Mas se o ME entende que um docente QZP apenas pode ficar colocado num horário completo então deve ter o mesmo princípio para a abertura dos lugares de QA/QE tal como tem para a abertura de lugares de QZP para os docentes que obtêm contrato completo e anual (ou equiparado) durante 3 anos seguidos. Deve abrir lugar de QA/QE para um docente QZP colocado ao longo de 3 anos seguidos em horário completo e anual através da Mobilidade Interna.
As vagas de QA/QE com esta regra deveriam vir todas para o concurso interno obedecendo depois a colocações pela graduação profissional dos docentes, sem existência de prioridades.
Possivelmente aqui até compreendia que um docente acabado de entrar em QZP deveria permanecer nesse tipo de quadro durante 3 anos antes de poder concorrer a QA/QE, pois só poderia ter tempo de abrir vaga QA/QE ao fim de 3 colocações em Mobilidade Interna.
Alexandra Bento defende regras explícitas para o funcionamento dos refeitórios antes do arranque do ano letivo, a 14 de setembro. Bastonária entregou ao Governo documento estratégico para assegurar uma alimentação equilibrada e segura aos alunos em tempos de pandemia e adverte que contratação prevista de 15 nutricionistas já peca por tardia.
Ordem dos Nutricionistas reuniu-se, esta segunda-feira, com o secretário de Estado Adjunto e da Educação, João Costa, para “assegurar uma estratégia explícita e célere” para o funcionamento das cantinas na reabertura das aulas presenciais. “Mais do que nunca”, a bastonária da Ordem frisa que neste ano letivo, devido às contingências da covid-19, “é fundamental” a participação dos nutricionistas na construção de um plano para a alimentação escolar, refeições que, além de equilibradas, têm de ser “servidas de forma segura”.
“Antes de as aulas começaram, é essencial que os alunos tenham acesso a um manual de regras de funcionamento das cantinas, até para tranquilizar os pais que os filhos tomam as suas refeições com espaçamento devido entre mesas e demais normas de prevenção”, afirma Alexandra Bento, após reunir com o secretário de Estado da tutela, no Ministério da Educação.
A Ordem dos Nutricionistas já entregou ao Governo um guia interno, recentemente publicado, denominado ‘Alimentação escolar em tempos de COVID-19’, que inclui diretrizes para diminuir o risco de contágio e também indicações sobre o fornecimento de refeições adequadas aos alunos. Entre as medidas elencadas, a Ordem propõe que as escolas informem os estudantes e colaboradores sobre as boas práticas de higiene pessoal, afixem o plano de limpeza e desinfeção das instalações e seja garantida vigilância sanitária das cozinhas e refeitórios.
Na gestão das ementas, Alexandra Bento alerta que, no caso de falta de recursos humanos e seguindo as boas práticas internacionais, mais vale reduzir o número de pratos ou optar-se por pratos mais simples de preparar, sem descurar, contudo, o fornecimento de refeições equilibradas. Para evitar contágios, A Ordem aconselha a que os alimentos, até fruta e hortícolas cruas, sejam servidos empratados e que as prateleiras estejam protegidas por acrílicos.
“O horário de funcionamento das cantinas tem de ser alargados para evitar concentração de alunos”, refere a bastonária, que defende que as refeições sejam fornecidas em formato take-away no caso de as cantinas serem exíguas para o número de alunos e as escolas não tenham polivalentes capazes de serem convertidos em sala de refeições. Nestes casos ou face ao surgimento de surto numa escola, a Ordem dos Nutricionistas também preconiza que os estabelecimentos de ensino mantenham, por regra, o fornecimento das refeições aos alunos em casa, a distribuir embaladas ao domicílio ou recolhidas nas escolas por um dos membros do agregado familiar.
Alexandra bento sublinha que, na comunidade escolar, a escola “é o local privilegiado para obter refeições adequadas e seguras e, também, o local onde podem adquirir conhecimentos e competências para a adoção de comportamentos alimentares mais saudáveis”, acrescentando que, nesta altura de crise pandémica e com muitas famílias em dificuldades económicas, “justifica-se ainda mais que as refeições, saborosas e equilibradas, sejam asseguradas pelas escolas”.
“Estamos a três semanas do novo ano letivo, por isso o que pedimos ao ministério é que estas diretrizes sejam divulgadas o quanto antes para evitar que a ansiedade natural dos pais ou que se instale o caos nas escolas no regresso dos alunos”, alerta Alexandra Bento.
Ao Expresso, a Ordem recorda que existem apenas dois nutricionistas no Ministério da Educação, um número que por ser manifestamente insuficiente, levou à inclusão, no Orçamento do Estado de 2020 da previsão da contratação de 15 nutricionistas neste Ministério. O atraso no concurso público e o reforço de nutricionistas a colocar na direções regionais de educação do norte a sul do país foi outra das razões discutidas na reunião desta segunda-feira, alertando Alexandra Bento que a contratação dos prometidos nutricionistas “já peca por tardia”.
“Mas antes tarde do nunca”, afirma a bastonária, que frisa que este ano a presença de nutricionistas nos estabelecimentos de ensino será “indispensável para a operacionalização das medidas de segurança alimentar, e que, até ao momento, não avançou”. De acordo com o secretário de Estado Adjunto e da Educação, o concurso público está pronto, encontrando-se neste momento na secretaria de Estado do Orçamento. “O que nos foi dito é que o concurso irá avançar de imediato e que em outubro estarão asseguradas as contratações”, refere Alexandra Bento, que espera para ver se a decisão não derrapa.
Com os horários a serem pedidos até às 18 horas do dia 26 de Agosto é bastante provável que a publicação das listas da Reserva de Recrutamento 1 ainda aconteça no mês de Agosto. Neste caso aponto para o dia 31.
Possivelmente teremos a Reserva de Recrutamento 2 na semana seguinte (entre 7 e 11 de setembro já com horários temporários) e a RR3 provavelmente saíra no dia 18 de setembro (qualquer colocação neste caso não irá retroagir ao dia 1 de setembro porque a data limite do início do ano letivo é o dia 17 de setembro).
Informamos V. Exa. que as aplicações Pedido de Horários / Atribuição da Componente Letiva III / Docentes não opositores a Mobilidade Interna – Reserva de recrutamento 2020/2021 encontram-se disponíveis no SIGRHE a partir de dia 24 de agosto de 2020.
Para a RR01 apenas poderão ser pedidos horários do tipo ANUAL, completos ou incompletos. Os horários a integrar a Reserva de Recrutamento 01 deverão ser solicitados até às 18:00 horas de dia 26 de agosto de 2020.
Mais informamos que, após o dia 1 de setembro, apenas poderá proceder ao pedido de novos horários depois da finalização de todas as colocações do tipo “temporário”/aditamentos, relativos ao ano letivo 2019/2020. Essa finalização deverá ser feita em SIGRHE>Multiplataforma de Registos>2019/2020>Gestão de Colocações/Contratos.
Quanto à aplicação da Atribuição da Componente Letiva III, tem por objetivo a atribuição de componente letiva aos docentes de carreira a quem, inicialmente, não foi possível atribuir pelo menos 6 horas de componente letiva.
Caso tenha verificado que tem um docente que se encontrava obrigado, nos termos do disposto no art.º 28.º do Decreto-Lei n.º 132/2012, de 27 de junho, na redação em vigor, a concorrer ao concurso de Mobilidade Interna e que não apresentou candidatura, solicitamos que efetue o preenchimento da aplicação eletrónica Mobilidade Interna – Docentes não opositores, até às 12:00 horas de dia 27 de agosto de 2020, de forma a fornecer os elementos que permitirão proceder à graduação do mesmo para que este possa vir a ser colocado administrativamente em horários pedidos para as reservas de recrutamento. O docente deve manter-se a aguardar colocação no AE/ENA que dirige, até que esta situação ocorra.
Link permanente para este artigo: https://www.arlindovsky.net/2020/08/pedido-de-horarios-atribuicao-da-componente-letiva-iii-indicacao-dos-docentes-nao-opositores-a-mobilidade-interna-reserva-de-recrutamento-2020-2021/
Depois de colocarem o vosso número de candidato na aplicação conseguem saber em que posição se encontram na lista, quantos docentes deste grupo de recrutamento estão colocados noutro grupo de recrutamento ou no grupo de recrutamento para que concorrem, e muitas outras informações sobre a vossa posição.
No fim apresenta os docentes que estão por colocar e se encontram à vossa frente, tal como mostra onde e quando foram colocados nos anos anteriores.
Clicar na imagem para acederem à aplicação e boas análises.
Esta aplicação foi feita em parceria com o João Carlos Fonseca, tal como tem sido habitual nos anos anteriores.
“Não podemos dizer que o risco é zero. Vamos ter alguns casos em algumas escolas e, dependendo das características desses casos e das dimensões, serão ativados mecanismos proporcionais para minimizar cadeias de transmissão”, explicou Graça Freitas.
A Direção-Geral da Saúde está a preparar um documento de apoio com orientações para os procedimentos a adotar nas situações em que forem detetados casos positivos de infeção pelo novo coronavírus, informou nesta sexta-feira a diretora-geral.
“Estamos a fazer um referencial que ajude as autoridades de saúde e a comunidade educativa a, perante determinadas circunstâncias, avaliarem o risco e, dessa avaliação, tomarem as medidas proporcionais”, afirmou Graça Freitas durante a habitual conferência de imprensa sobre a covid-19 em Portugal.
As circunstâncias a que a diretora-geral da Saúde se referia são eventuais casos de infeção nas escolas, possibilidade que Graça Freitas admite, apesar das medidas de segurança, sublinhando que o risco nunca será nulo.
“Não podemos dizer que o risco é zero. Vamos ter alguns casos em algumas escolas e, dependendo das características desses casos e das dimensões, serão ativados mecanismos proporcionais para minimizar cadeias de transmissão”, explicou.
Sobre o regresso às escolas, Graça Freitas acrescentou que as regras definidas pelo Ministério da Educação acompanham as recomendações da Direção-Geral da Saúde (DGS) e, por isso, vão permitir que o ano letivo seja retomado com a maior normalidade possível.
A mesma normalidade não se vai fazer sentir, no entanto, nas atividades extracurriculares do Desporto Escolar.
Questionada sobre as medidas de segurança para estas atividades, a diretora-geral explicou que, para já, essa não é uma prioridade, estando atualmente em fase de conclusão um documento sobre a prática de modalidades desportivas.
“Em relação às escolas, posição da DGS é a de incentivar prática de atividade física, individual e em sala, e depois o chamado Desporto Escolar será pensado numa outra fase”, afirmou Graça Freitas.
A retoma das atividades desportivas extracurriculares dentro da escola será faseada, considerando a diretora-geral da Saúde que “não pode começar tudo ao mesmo tempo”, e só depois de definidas as normas para cada modalidade serão emitidas orientações para a prática nas escolas.
O ano letivo arranca entre 14 e 17 de setembro com aulas presenciais, depois de um ano que terminou com ensino à distância devido à pandemia da covid-19, que obrigou ao encerramento de todos os estabelecimentos de ensino em meados de março.
Em maio, os alunos do 11.º e 12.º anos puderam regressar às escolas, retomando algumas aulas presenciais, experiência que, segundo Graça Freitas, permitiu aprender que, apesar de o risco não ser inexistente, o cumprimento das medidas preventivas permite que seja reduzido.
Link permanente para este artigo: https://www.arlindovsky.net/2020/08/atividade-fisica-individual-e-em-sala-e-depois-o-chamado-desporto-escolar-sera-pensado-numa-outra-fase/
Uma das curiosidades das listas de colocações da contratação inicial é que o grupo de recrutamento mais envelhecido em Portugal (200 – Português e Estudos Sociais/História) é o grupo de recrutamento onde a moda de idades dos contratados é a mais baixa de todas ficando nos 29 anos de idade e que entre os colocados neste grupo de recrutamento existem bastantes docentes colocados com 29 e 30 anos de idade (16 docentes em cada intervalo de idade) aproximando-se estes números da moda de colocados neste grupo que é nos 47 anos (20 docentes colocados).
Já no artigo do 1.º link tinha dado conta desta curiosidade que agora se torna mais frequente e que aparenta existir a garantia deste grupo de recrutamento ter professores jovens para substituir os que estarão próximo da reforma.
O próximo quadro apresenta o número total de colocações em Reserva de Recrutamento desde o ano letivo 2012/2013 até à Reserva de Recrutamento 14.
Este ano foi o que teve mais colocações em Contratação Inicial e o segundo melhor ano no número de renovações. Apenas em 2012 existiram mais renovações do que neste ano.
O número de colocações que deve acontecer na Reserva de Recrutamento 1 andará entre os 1.500 e os 2.000 docentes e na Reserva de Recrutamento 2 entre os 4.000 e os 6.000 docentes (visto aparecerem aqui pela primeira vez os horários temporários e eventualmente existirem mais atestados médicos devido ao regresso às aulas presenciais em tempo de pandemia).
Poderei fazer em breve uma estimativa por grupo de recrutamento tendo em conta as colocações dos últimos 2 anos.
Tendo já sido anunciado pelo ME que para o ano a Mobilidade Interna só terá colocações de docentes com horário completo importa fazer uma análise aos docentes colocados este ano na Mobilidade Interna com horário diferente daquele que foi pedido pela escolas.
Não acontece apenas ficar colocado um docente com horário incompleto numa escola, mas também o inverso.
Existem escolas que pediram horários superiores à componente letiva a que o docente está obrigado e isso também tem implicações para as escolas que ficam com insuficiência de horário para as necessidades pedidas.
Ficam aqui os quadros deste ano para análise.
Dos 2.009 docentes colocados, 1.367 foram colocados para componente letiva igual à sua.
Pela entrega de horários aos docentes em Mobilidade Interna inferiores à sua componente letiva foram usadas 2.328 horas a mais do que as pedidas pelas escolas (equivalente a 105 horários). E por terem sido entregues aos docentes horários inferiores aos pedidos pelas escolas foram “poupadas” 993 horas (equivalente a 45 horários).
O ano passado a Reserva de Recrutamento 1 saiu no dia 6 de setembro (sexta-feira) e a Reserva de Recrutamento 2 no dia 13 de setembro (sexta-feira).
Aplicando-se o mesmo princípio para 2020 é provável que a Reserva de Recrutamento 1 saía no dia 4 de setembro (sexta-feira) e a Reserva de Recrutamento 2 no dia 11 de setembro (sexta-feira).
Na Reserva de Recrutamento 2 já devem sair horários temporários tal como aconteceu em 2019 e nos anos anteriores.
Geralmente na reserva de recrutamento 2 os horários retroagem, para todos os efeitos, com exceção dos efeitos remuneratórios, ao dia 1 de setembro.
Este artigo e este foi feito na altura, antecipando o erro que se iria cometer e neste e neste artigo a DGAE veio retificar o erro da Nota Informativa da RR1.
Estes são daqueles pequenos prazeres que se vão tendo por neste espaço se fazer algumas denúncias de injustiças que depois acabam por ser retificadas pelos governantes.
Encontra-se disponível até às 18 horas de dia 21 de agosto de 2020 (Portugal continental), a aplicação que permite aos docentes opositores ao concurso de mobilidade interna, efetuarem permuta.
A norma travão é uma regra de vinculação para os docentes que obtém 3 contratos seguidos em horário completo e anual (ou equiparado) e abre vaga no QZP e no Grupo de Recrutamento da escola de colocação no último dos 3 anos.
Independentemente do docente ter leccionado em qualquer QZP ou Grupo de Recrutamento nesses 3 anos a vaga é aberta apenas no QZP e no Grupo de Recrutamento dessa colocação (aqui sim, a condição é ser anual e completo).
Como a vinculação é semi-automática quem abriu o lugar ficará nesse QZP e nesse grupo de recrutamento, mesmo que não concorra para esse grupo ou esse QZP. E não aceitando essa colocação perde o lugar de quadro e fica excluído da reserva de recrutamento desse ano.
Para quem ainda tem dúvidas deste procedimento pode no link anterior ver o comentário de uma das 3 docentes que só agora descobriu ter entrado no quadro, mesmo não tendo concorrido para esse grupo de recrutamento e que se encontra penalizada para 2020/2021 por violação do n.º 2 do artigo 42.º do Decreto-Lei 132/2012.
Tal como já consigo identificar os docentes a vincular em 2021 pela norma travão, também consigo identificar que escolas terão de indicar em 2021 os docentes que reúnem estas condições.
Ao clicar na imagem conseguem aceder ao número de docentes que cada escola terá de validar para esta norma travão.
O quadro está dividido com três condições:
Na primeira o docente foi colocado em 3 contratos anuais e completos até à RR2, pelo que não há dúvidas que o docente reúne essas condições (a não ser que tenha denunciado algum dos contratos).
Na segunda o docente foi colocado este ano em horário anual e completo e em pelo menos um dos anos letivos anteriores (2018/2019 ou 2019/2020) ficou colocado em horário completo, mas temporário (o docente não tendo obtido mais nenhuma colocação num desses anos poderá ter o seu contrato em vigor até 31/08/20XX). Já eliminei desta lista os docentes que ficaram colocados em horário completo e temporário até à RR2, mas que nesse ano letivo obtiveram nova colocação.
Na terceira condição o docente foi colocado este ano em horário anual e completo e nos dos anos letivos anteriores (2017/2018 ou 2019/2020) ficou colocado em horário completo, mas temporário (o docente não tendo obtido mais nenhuma colocação num desses anos poderá ter o seu contrato em vigor até 31/08/20XX). Já eliminei desta lista os docentes que ficaram colocados em horário completo e temporário até à RR2, mas que em pelo menos um dos anos letivos obtiveram nova colocação.
Até ao momento são 606 as escolas que terão de indicar estes docentes na aplicação SIGRHE quando for pedido quem reúne as condições da norma travão.
Com a publicação da RR1 e da RR2 poderão ainda surgir mais escolas e docentes.
Na imagem seguinte aparece a colocação dos docentes em 2020/2021 nas escolas com 20 ou mais docentes em condições de vincularem. Para acederem à lista completa clicar na imagem ou aqui.