A culpa é sempre do porteiro

Directores e ministério entenderam-se sobre colocação de professores

A Associação Nacional de Directores de Agrupamentos e Escolas Públicas concluiu hoje, após uma reunião no Ministério da Educação, que a polémica em torno da colocação de professores terá surgido de “erros de interpretação” da lei.

Os equívocos, prosseguiu,

 “foram da leitura da lei de quem concorreu e se sentiu lesado”.

A DGRHE atira as culpas às escolas, as escolas atiram a culpa aos professores.

E não há nenhum director que desminta tudo isto?

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10 comentários

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  1. Eu tenho comigo o printscreen da ESEQ a responsabilizar a DGRHE mas não consigo colá-lo aqui. Como faço? É o testemunho do director que comprova o erro da Dgrhe. Curiosamente, agora essa nota informativa desapareceu do site oficial da escola… já nao consigo encontrá-lo. Contudo, qd tive conhecimento do site, fiz o printscreen dessa nota e tenho-o na minha posse.( site: eseq.pt )

      • Miguel Reis on 27 de Setembro de 2011 at 17:57
      • Responder

      Colega,
      podes enviar o print screen para [email protected] ?
      Obrigado

      http://www.facebook.com/pages/Protesto-dos-professores-contratados-e-desempregados/268351343184641

    • Marilu on 23 de Setembro de 2011 at 18:48
    • Responder

    Claro que não há! Ou se houver serão muito poucos. Ser director dá muito status. Não convém levantar ondas…

    • Luisa Novo on 23 de Setembro de 2011 at 18:57
    • Responder

    A nota ainda lá está

    Informa-se que a ESEQ manifestou as suas necessidades docentes, para o presente ano lectivo, na plataforma informática da DGRHE. Catorze horários docentes são de duração anual e dois de duração temporária, exatamente como surgem indicados na tabela ao lado.
    A data de termo dessas necessidades (contratos docentes) é estabelecida automaticamente pela plataforma informática, cuja gestão é da exclusiva responsabilidade da DGRHE.
    Assim, entende a ESEQ ser seu dever esclarecer o teor de alguns conteúdos publicados em vários órgãos de comunicação social, os quais sugerem que será de atribuir às escolas a responsabilidade pela fixação da “data final de colocação” nos contratos de pessoal docente.
    A ESEQ refuta qualquer responsabilidade nesta matéria.

    • Fátima on 23 de Setembro de 2011 at 18:58
    • Responder

    Sinto-me envergonhada pela intituição que nos rege, as nós professores…. Todos os anos cometem erros atras de erros e “sacodem sp o capote”!! Pior do que isso, é que ficam sp impunes, como que brincando com as vidas de milhares de professores e respectivas familias. O mais assustador… é que nada os detém!Parece-me de facto que trabalho para uma republica das bananas do 3º Mundo!! … Vergonha!!

    • Sofia Simões on 23 de Setembro de 2011 at 22:13
    • Responder

    VERGONHA! VERGONHA!

    E questão pertinente: isto vai-se repetir na próxima bolsa?????????????
    Mas há Directores que confirmaram o problema com a aplicação. Não há ninguém que teste a aplicação?????

    Perdemos toda a dignidade enquanto classe profissional, lamento verificá-lo… Afinal isto é mesmo a lei da selva. A classe está acabada, arrumada.Vão-se mentalizando disso, e não tenham dúvidas do que virá para aí, que será muito pior (fim das vagas para quadros, fim dos concursos, professores do ensino não regular a recibos verdes, etc, etc, etc,)

    Enquanto continuarmos a aceitar tudo o que é feito pacificamente, este é o resultado.

    • Desiludida on 23 de Setembro de 2011 at 23:55
    • Responder

    Para qdo a BR3?Vá,vamos sofrer mais um bocadiiiiiiiiiinho.

    • BMG on 24 de Setembro de 2011 at 0:49
    • Responder

    Os exemplos colocados são de escolas com autonomia e TEIPs, e para essas houve a circular (não me lembro da sua data) onde indicava que em OEs os horários seriam temporários… O problema aqui é tal ter sido aplicado para todas as escolas na altura da BR! O que era necessário era um diretor de uma escola “normal”, que queria enviar um horário anual para a BR1 e que a aplicação não tenha permitido.

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