“O professor do 1° Ciclo dá aulas das 9h às 16h. Pára a meio da manhã para xixi e café e ao meio do dia para almoço. Pode ter a sorte de conseguir fazer xixi e almoçar em sossego ou pode ter de andar nesse tempo a dirimir os conflitos que o X e o Y arranjaram no recreio, ou a avisar a família da W que ela esmurrou o joelho no escorrega.
Das 9 às 16 o professor do 1° Ciclo ensina Português, Matemática, História, Ciências, Desenho, Ginástica, Música, Ética, Cidadania, como limpar o nariz, como atar o sapato, como tratar os colegas, como estar sentado, que o lixo se põe no caixote… Depois das 16 ou antes das 9, o professor do 1° Ciclo recebe os pais da Z por causa do arranhão que anteontem levava no dedo mindinho e a avó do P por causa de no refeitório o terem obrigado a comer a sopa, na hora em que o professor do 1° Ciclo estava na sua sala a comer a marmita do almoço enquanto corrigia os trabalhos de casa que mandou ontem.
Além destas pequenas tarefas, o professor do 1° Ciclo resolve os problemas de disciplina que os seus alunos criaram nas aulas de enriquecimento curricular e nas aulas de Inglês. E todos os dias tem de explicar aos pais cujos meninos foram alvo de um ” procedimento disciplinar” nas aulas de enriquecimento disciplinar, que não é correcto chamar nomes aos professores das AEC e que as AEC também são aulas, portanto se é para fazerem disparates deixarão de as poder frequentar.
Os professores do 1° Ciclo também preenchem grelhas e mapas, marcam visitas de estudo, programam festas, ensaiam alunos, executam trabalhos para os alunos levarem para casa no São Martinho, no Natal, no Inverno, no dia de Reis, na Primavera, no dia do Pai, na Páscoa, no dia da Árvore, no dia da Mãe e claro, no Carnaval.
Os professores do 1° Ciclo corrigem 26 provas de Matemática, 26 provas de Estudo do Meio, 26 provas de Português, 26 trabalhos de Expressão Plástica. E avaliam essas provas. E preparam todos os dias essas aulas. E executam essas provas.
Quando os professores do 1° Ciclo precisam de faltar, os seus alunos não têm um furo, vão, isso sim, engrossar as turmas dos colegas do lado ou obrigam o colega do Apoio Educativo a deixar o seu trabalho para ficar com essa turma. É por isso que os professores do 1° Ciclo às vezes vão trabalhar com a cabeça na operação da mãe ou no funeral do primo.
Os professores do 1° Ciclo têm um horário de trabalho em que as horas se contabilizam a cada 60 minutos e o intervalo da manhã e a hora de almoço não se contabilizam como tempo de trabalho.
Os professores do 1° Ciclo ainda fazem mais coisas, mas li não sei onde que ninguém lê posts compridos.
Os professores do 1° Ciclo têm de fazer todas estas tarefas até aos 66 anos e ganham exactamente o mesmo que os seus colegas de outros ciclos que têm um horário de trabalho de 22 horas de 50 minutos cada.”
Ana Rodrigues Martins




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Nós educadores de infância também preenchemos grelhas e mapas, marcamos visitas de estudo, programamos festas, ensaiamos alunos, executamos trabalhos para os alunos levarem para casa no São Martinho, no Natal, no Inverno, no dia de Reis, na Primavera, no dia do Pai, na Páscoa, no dia da Árvore, no dia da Mãe e claro, no Carnaval….e ainda somamos mais uma semana de actividades lectivas na Páscoa e outra Natal e mais 3/4 semanas em Junho/Julho, Pois mas de nós ninguém se lembra, somos poucos não é??
Não há comparação possível entre a carga horária dos professores do 1º ciclo e de qualquer outro ciclo. É esgotante o que estão a fazer com estes professores. Só quem está lá pode pronunciar-se.
Ui Susana Filipe, que ressabiada! Escreva sobre os educadores então, diga o que fazem. agora não critique por outros que pertencem a outro ciclo terem falado sobre o que sabem. Em vez de criticar apenas, seja proactiva, escreva também, dê a conhecer ao mundo o trabalho dos educadores. Teria um contributo bem mais positivo.
Os professores de primeiro ciclo têm uma turma, os professores dos restantes ciclos têm no mínimo 6!
Mas os dos outros ciclos têm um dia livre para corrigir testes, preparar aulas, descansar ou passear. O professor do 1º CEB tem horário de operário fabril. Todos os dias de manhã e de tarde. E sem redução da componente letiva com a idade. Ainda lá trabalhei 15 anos. Assim que pude abandonei. E nunca me arrependi.
Mas qual dia livre? Têm alguns e com isso outros têm horários péssimos, cheios de furos.
Onde é que está escrito isso do dia livre? É que queria usar essa lei já que nunca tive nenhum dia livre. E já agora tenho 12 turmas
12 turmas e dá a cada uma um tempo letivo de 50 minutos?
tempos letivos! o corvo mon não sabe o que é corrigir testes a mais de 200 alunos de cada vez, ter 5 ou 6 níveis diferentes (não é só turmas)?! Corrige 25 no máximo e ainda para mais testes de 1º ciclo.
Pois não corrigo mais que um de cada vez…só não percebo como corrige 200 de cada vez!
Eu corrigo, tu corrigues, ele corrigue. Se se preocupasse um pouco mais com a gramática e um pouco menos com as comparações mesquinhas entre professores, talvez marcasse mais pontos a favor do prestígio dos professores do 1. Ciclo.
E a propósito dessa coisa da escrita, o 1. Ciclo, que devia ser a primeira defesa contra a imposição do Acordo Ortográfico, rendeu-se de forma indigna.
Grande parte das responsabilidades pelo AO ter sido inserido sem contestação no Ensino Oficial, a muito se deve aos professores primários.
Esta “medalha” ninguém vos tira!
Dia livre? Onde?
Se não tem dia livre tenho a certeza que não trabalha das 9 às 16 diariamente.
A dar os mesmo conteúdos.
Pois… 6horas para não ser horário zero! Os do 1º ciclo são 25h!
Erraste!
Fazendo as contas a 45m (tempo mínimo)
No mínimo têm 4 (quatro), como , por ex, Port e Mat do 5º e 6º anos.
6 tempos de 45m por turma, ou seja 4 turmas com 6 tempos de 45m e compensam 20m por semana
Ou ainda nos 7º,8º e 9º anos 5 tempos de 45m às mesmas disciplinas, pelo que, matematicamente poderás fazer 225mX4=900m + 90m DT sobrando 120m. Ou seja tendencialmente 4 turmas+DT+apoios
Só se for Português e Matemática porque nas restantes disciplinas nunca tem 4 turmas e por vezes tem é mais de 4 níveis. O que quer dizer que tem muitas aulas diferentes para preparar e muitos trabalhos e testes para corrigir.
Já no 1º ciclo = 25h x 60m=1500m mais DT(ainda que não reconhecido)+ Vigilâncias de recreios+ papelada (ao 1º ciclo a secretaria não faz nada)+ reuniões
Resumindo não precisamos de alegar clubes, projetos, DTT…para preencher aquilo que está mais que preenchido.
Concordo plenamente. Ninguém imagina o trabalho que fazemos. E falta ainda falar da frutinha, do flúor, dos ben-u-rons quando estão doentes. Em suma, somos muito além de professores: enfermeiros, assistentes operacionais, telefonistas, administrativos e muitas vezes psicólogos (dos pais e dos filhos)! Nenhum outro ciclo está tão sobrecarregado como o 1º ciclo. NENHUM!
Blá, blá blá blá, blá, blá, blá, blá, blá, blá blá, blá, blá, blá, blá
Eu é que trabalho… sooooofro muito…ninguém imagina…… e ninguém faz nada ….
E não só! Lidam com alunos na adolescência que como toda a gente sabe não é tarefa de somenos! Muitos nem os pais têm mão neles e trazem para a escola os problemas próprios da idade! Tal como todos os outros professores também têm de gerir toda a burocracia instalada pelo Ministério da Educação, os ” problemas” inventados pelos pais, a preparação das aulas de níveis diferentes com muito cuidado para não serem postos em causa, sim porque estamos a lidar com jovens que põem tudo em causa, e não com crianças, a correção de testes, tpcs, e fichas de alunos de 6/7 turmas com 30 alunos cada, atender encarregados de educação, assistir e participar em reuniões intermináveis, estudar e actualizar os seus conhecimentos constantemente, sim porque os professores têm que fazer formação permanentemente! Enfim! Não Comparemos professores e ciclos! Unamo-nos na defesa de uma carreira digna e lutemos pela nossa integridade!
O texto referia o 1º ciclo sem nada falar de outros, mas como sempre há quem aproveite para ser”mais doutor” como tal acaba-se numa troca de palavras.
Parece-me que estás a sentir algo na parte de trás. Se achas que tens muito trabalho, muda de profissão . Vem para assistente operacional ganhar 590& e trabalhar 40 horas de 60 minutos por semana e aturar cerca de 800 alunos. Aí vais ver o que é bom. Queixas-te de barriga cheia.
Troco contigo se quiseres.
Tem alguma coisa contra os “doutores”? Ou isso é a indisfarçável dor de cotovelo que os professores do 1. Ciclo sentem em relação aos colegas dos outros ciclos?
Não consigo entender a “chuva de ódio ao 1º ciclo” por parte de colegas de profissão, sou licenciada e fiz mestrado pré-Bolonha, trabalho há 20 anos no 1º ciclo e até já trabalhei no 2º ciclo .Acho justa a luta por melhores condições de trabalho. Olhando para os comentários que por aqui aparecem,tenho alguma dificuldade em perceber a falta de apoio, por parte de alguns colegas de outros ciclos relativamente a esta questão .Todos temos especificidades de acordo com a faixa etária que lecionamos, pelo que se a carreira é única, as condições que sejam iguais para todos, se o salário é igual que a componente letiva também o seja(já que a CNL passa a ser igual). Afinal qual é o problema? Por que razão o 1º deve ser discriminado?
Ui, é só gente culta… muiiito bem formada…
Tomara que a generalidade dos professores do 1. Ciclo fosse mais bem formada. Nos agrupamentos de escola, particularmente nas reuniões gerais e de Ciclo, topa-se de longe um grupo de professores do 1. Ciclo. Não é preconceito, são factos.
Lamento simplesmente que o prestígio dos professores do 1. Ciclo tenha decaído de forma tão acentuada nos últimos 30 anos.
O Professor Primário, que outrora tinha um estatuto de elite social, desapareceu.
Mas a culpa nem é vossa!
Apenas se deixaram instrumentalizar por partidos políticos com sindicatos.
E viraram classe proletária, como os trabalhadores fabris do Séc XIX.
Bom texto. parabéns
Mais uma vez se defende um questão por comparação entre ciclos. Já comentei este assunto e vou repetir. Os professores doutros ciclos não trabalham apenas 22 tempos de 50 minutos. Para ter os 1100 minutos temos apoios e substituições, entre outras coisas, para compensar os 10 minutos a menos de cada um dos 22 tempos letivos. Para além disso, andamos de uma sala para a outra nos dez minutos de intervalo e não nos é compensado em nada. Por vezes temos que correr para podermos chegar à outra turma que fica na outra escola do agrupamento e nada disto conta como tempo de serviço. Ou melhor, talvez conte para o tempo individual de preparação de aulas. Preparar aulas em intervalos de 10 minutos, ou fazer formação, ou reunir…enfim. Comparar o trabalho que se tem com 200 alunos e o que se tem com 30. Comparar o quê? Não somos todos uns sortudos à nossa maneira?
Argumentos válidos serão efetivamente o princípio de qualquer alteração.
Não faça suposições.. ai e eu isto e aquilo. Qd tiver termo efetivo de comparação, dp de ter tido experiências em 2 ciclos diferentes, aí quero vê-la a dizer a mesma coisa!
Na minha opinião, tendo em conta que já trabalhei vários anos em ambos os ciclos, posso garantir-lhe que não tem nada a ver..o 1ºciclo é de longeeeee mt mais desgastante (comparando obviamente os 2 ciclos com boas turmas e más turmas)
O 2 ciclo pode não ser muito desgastante mas o 3º ciclo ultrapassa os restantes e até o secundário pois é a pior fase da adolescência. Se for feito um estudo sobre participações disciplinares isto é facilmente detetado.
Não se pode generalizar, depende do contexto social. Se for num colégio privado então nem se fala pois não existe indisciplina!!!
Então os 10 minutos é tempo de deslocação de uma sala para a outra!!!!
Texto fundamental para quem nunca experimentou lecionar no 1ºciclo.
Com turmas difíceis é um trabalho que não é para qualquer um.
Gostei do texto na generalidade. Esta é a vida de quase todos os professores, independentemente do ciclo. E, por isso, é pena o último parágrafo, pois demonstra não ter conhecimento do que se passa nos outros ciclos e podia ter evitado a referência.
A autora esqueceu:
-Preenchimento do mapa do leite
-Preenchimento do mapa de refeições
-Preenchimento do mapa do Regime de Fruta Escolar
-Distribuição da Fruta Escolar
-Registo diário dos alunos que almoçam
-Garantir bochecho de flúor quinzenal
-Preenchimento dos mapas do cheque-dentista
-Serviço de Diretor de Turma sem redução de 1 ou 2 horas letivas
-Vigilância de recreios e atendimento EE (tempo de escola – 150m)
Também há “furos” nos horários devido à flexibilização do inglês e das AEC quando está TODA a turma inscrita.
Esqueceu ainda vigiar nesta altura exames do terceiro ciclo e secundário!!!
Como me revejo neste texto. Só quem lá está é que sabe. Parabéns 🙂
Apoiado!
Estava a ler o texto e a pensar para os meus botões… “os comentários vão todos (quase todos) para a “guerra” entre ciclos” Bingo!
Este texto era relativo ao 1º ciclo, como tal, se alguns o têm em menos consideração porque motivo se deram ao trabalho de o ler???
A carapuça não me serviu…
A discussão deste topico destaca:
-Prof. destacados com 0 turmas e 0 níveis
-EPE e 1CEB – uma turma com 1 a 4 níveis simultâneos
-2º CEB, 3ºCEB e Sec – de 4 turmas até 12 ou mesmo 24 (EMRC) de um a vários níveis
-Prof. com reduções do horário letivo
¿Então a carreira deveria ser estruturada de acordo com as turmas/níveis?
Por ex: o prof de EMRC deveria trabalhar menos que os prof de Port e Mat com 4 turmas de um só nível e estes menos que os prof 1ºCEB e EPE.
Assim os tempos letivos dos prof. seriam definidos de acordo com uma regra proporcional de turmas níveis (entre 24 turmas e 1 turma).
Os prof dos grupos 240, 250, 260 teriam que fazer os mesmos testes que os restantes…
¿E os prof. de Port. e Mat têm que ter tratamento diferenciado pois os seus alunos terão que ser submetidos a exame….os restantes não.?
¿E o professor de matemática que executa os exercícios no quadro comparativamente ao prof de 60 anos do GR 260 que deverá executar o pino, a espargata e correr com os alunos executando os movimentos com correção?
¿E o prof do GR 260 que tem que comprar o equipamento e lavá-lo? Este tempo terá que ser contabilizado. E o desgaste das sapatilhas?
¿E o professor recentemente formado comparativamente com os outros formados há dezenas de anos com 25h formação/ano?
¿ Ter em conta ainda a deslocação entre salas que deverá ser medida ao centímetro e ter em consideração se estas estão em pisos diferentes.
Depois da discussão havida neste tópico, espero que as minhas questões ajudem a delinear uma carreira docente bem estratificada não só ao minuto, mas à turma, ao nº de alunos, aos níveis, às reduções, às habilitações, à idade, ao centímetro…
Sim, ser professor numa única carreira com tempos iguais, habilitações e funções equivalentes e inerentes à estrutura do sistema escolar (EPE, 1º-12ºano) não tem lugar!
Estruturemos a carreira mercenária educativa: ganhar ao aluno, ao teste, à turma ao nível, ao centímetro….
E relembremos a injustiça de receber o mesmo por “ver” a girafa, a foca, o elefante ou o macaco…20 mil réis!
https://youtu.be/lnIk4TPP2FI?t=2m10s
http://www.comregras.com/segundo-pior-inimigo-um-professor-esta-na-sala-ao-lado/
Eheh… que pena e que patético. Este espaço de comentários é bem revelador do que é a atitude dos professores da Escola Pública: um galinheiro em que cada um defende o seu cantinho e está-se nas tintas para o que os outros fazem. Ou seja, de costas voltadas uns para os outros a olhar para o seu umbigo. E não falo à toa pois tenho 25 anos de serviço na Escola Pública. Sempre considerei pouco digno um professor, que tem licenciatura, pensar tão mesquinho. É também espantoso como se fazem comparações entre níveis de ensino, como se fossem clubes de futebol: “ai, nós somos os mais esforçados. Vocês, não sabem o que é!”.
Pois, é esta atitude que evidencia outra, bem mais grave: não há articulação vertical entre Ciclos, apesar de muita retórica e discursos de intenção. Se tal houvesse, todos teriam uma noção, pelo menos, do trabalho dos outros. Dos outros níveis de ensino.
Pois cada Ciclo tem as suas especificidades e não é melhor nem pior que os outros: é diferente!
Se lembrarmos a teoria dos estágios cognitivos de Piaget facilmente constatamos isso.
Certos colegas olham, com preconceito, para os “dias livres” do outro, ignorando que a carga horária total tem de caber nos dias úteis remanescentes da semana;
Outros, cai-lhes o discurso para a verdade: conseguem corrigir os testes dos seus alunos no intervalo. Extraordinário!
Resta saber quem, de todos os docentes, leva mais trabalho para casa, que em termos práticos, vai muito além das 35 horas semanais.
Considerando uma constante de 2 testes por turma de 25 alunos, num período:
Um docente do 1. Ciclo com uma turma tem de corrigir 50 testes;
Um docente de Geografia (que pode ter até 11 turmas e 275 alunos), com 6 turmas (fora a DTurma e outras actividades lectivas), tem de corrigir 300 testes. Ora isto não se faz num intervalo 🙂
O mesmo professor de geografia, se tiver turmas de dois níveis diferentes, vai ter de preparar, para cada nível, 2 testes diferentes. Se tiver uma turma de Secundário, de Humanidades, vai ter de fazer mais dois testes diferentes, só à conta dessa turma; se ainda tiver 2 tempos para um Curso Profissional, só à conta deste vai ter mais trabalho que ter 3 turmas do 3. Ciclo.
Se alguémachar que estou a exagerar, por favor conteste.
Mas conteste com dados concretos, e não com achismos. Pois eu já fiquei imune a choradinhos de vãode escada de muitos colegas.
Cumprimentos.
Porque é que havia a monodocência?
O que aconteu a quem a cumpriu a até faltar um ano para a reforma e agora está a 6 anos da reforma.
Trabalhou de borla.
[…] blog do Arlindo por exemplo, foi publicado um texto de Ana R. Martins sobre o professor do 1º ciclo. O texto aborda a importância do seu trabalho, mas nas entrelinhas […]