Assim Espero

Mas quem mais agradece são os alunos que estão cansados de um currículo centrado quase em exclusivo no Português e na Matemática.
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Em vez de falar nas disciplinas “fundamentais” como a Matemática e o Português, como fazia muito Nuno Crato, insistiu na importância de “competências transversais”, das “artes, do desporto e das ciências experimentais”.

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8 comentários

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    • João Gonçalves on 4 de Janeiro de 2016 at 18:07
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    Como professor de Matemática sou testemunha de que o caráter “fundamental” de Português e Matemática colocou os “holofotes” a um nível absurdo sobre estas disciplinas. Exemplo, caricato, que se tornou habitual nos últimos anos, é este: o aluno/a aluna tem 7 ou 8 níveis 2, mas vem o/a Encarregada de Educação questionar o nível 2 de Português ou de Matemática, apesar de testes sofríveis de 20 %, pouco trabalho de aula e quase nenhum estudo do petiz…
    Mas pertinente, é transpirarmos nas Salas de Estudo ou em aulas de apoio em Português ou Matemática, e vem os Conselhos de Avaliação, e os petizes tem níveis 2 a Educação Visual e Educação Física…

    • xxx on 4 de Janeiro de 2016 at 18:41
    • Responder

    Voltem as Técnicas Laboratoriais: TLQ, TLF, TLB, TLG.

      • zé do telhado on 5 de Janeiro de 2016 at 19:55
      • Responder

      Pois, se queremos formar pessoas competentes na área das ciências, essas foram disciplinas fulcrais que desapareceram sem se ter feito qualquer avaliação. Penso que nunca chegaram ao ensino superior alunos tão bem preparados como quando existiam essas disciplinas…

    • benvinda branquinho on 4 de Janeiro de 2016 at 19:25
    • Responder

    Cá para mim faziam os programas exclusivamente assim : dançar, cantar e encher balões para dependurar. A Matemática faz mal à cabecinha porque obriga a pensar e o Português ocupa muito espaço na memória. Só para registar tanta palavra sem erros…para não falar na gramática, ó, ó !

      • Francamente on 4 de Janeiro de 2016 at 23:27
      • Responder

      como é possível ser-se tão ignorante? O sistema educativo dos países do Norte como a Finlândia que considera todas as disciplinas têm o mesmo peso curricular e importância. Na Coreia do Norte é que a matemática é a principal disciplina procurando formatar as crianças para estas tornarem-se exímios trabalhadores máquinas obedientes e quanto às artes estas são dispensáveis, irrelevantes. É um questão de escolha saber que tipo de sociedade de futuro se quer para o país.

        • benvinda branquinho on 5 de Janeiro de 2016 at 12:29
        • Responder

        A Finlândia no Polo Norte é lá no fin do mundo como o próprio nome diz e Coreia do Norte é a Coreia do Norte !. Imagine se fosse na Coreia do Sul? Como seria? Bem… .Além de que os Estados Unidos estão próximos e só admitem ignorância para além deles….O tipo de sociedade em perspetiva é uma sociedade de cigarras, evidentemente.

          • Francamente on 5 de Janeiro de 2016 at 14:51

          se o Rei Luís XIV não tivesse sido um Visionário e não desse tanto apreço às Artes não teria deixado um legado em património cultural aos franceses que só Paris capital da Artes além de conhecida mundialmente, atrai milhões e milhões de turistas por ano, o que comprova que as Artes com suas obras realizadas com qualidade contribuem para o prestígio de um país e riqueza. Quando se é tosco nada a fazer…

      • Quadrado on 5 de Janeiro de 2016 at 18:36
      • Responder

      Concordo com o/a colega!! O importante no futuro é formar matemáticos e escritores obesos/limitados para morrerem cedo e não contestarem a idade da reforma…

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